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SEÇÃO I - Estratégia

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Capítulo

1

Estratégias

C

omeçamos este livro em seu ponto focal: estratégia. A primeira seção chama-se “Estratégia”, o primeiro capítulo, “Estratégias”. Os outros capítulos desta seção descrevem o papel dos estrategistas e considera os processos por meio dos quais as estratégias se desenvolvem a partir de três perspectivas: formulação deliberada, análise sistemática e formação emergente. O último capítulo aborda mudança estratégica. Mas, neste capítulo inicial, consideramos o conceito central – as estratégias em si.

O que é estratégia? Não há uma definição única, universalmente aceita. Vários autores e dirigentes usam o termo diferentemente; por exemplo, alguns incluem metas e objetivos como parte da estratégia, enquanto outros fazem distinções claras entre elas. Nossa intenção ao incluir os textos que se seguem para leitura não é promover nenhuma visão da estratégia, mas sim sugerir diversas visões que possam ser úteis. Como ficará evidente em todo o texto, nosso desejo não é estreitar perspectivas, mas ampliá-las, tentando esclarecer algumas questões. Ao fazer a leitura, seria útil pensar sobre o significado de estratégia, tentar entender como diferentes pessoas usam o termo e depois ver se certas definições se encaixam melhor em determinados contextos.

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SEÇÃO III - Contextos

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Capítulo 13

Administrando

Empresas Iniciantes

O

texto deste livro divide-se de fato em duas partes básicas, embora haja três seções. A primeira parte, englobando os Capítulos de 1 a 12 e as Seções I e II, apresenta uma variedade de conceitos importantes de organizações – estratégia, estrategista, processo, organização, valores, etc. A segunda, que começa aqui com a Seção III e o Capítulo

13, considera como esses conceitos são combinados para formar os principais contextos das organizações. Na verdade, um contexto é um tipo de situação na qual podemos encontrar determinadas estratégias, estruturas e processos.

Tradicionalmente, os livros de política e estratégia são divididos em duas partes bem diferentes – a primeira sobre formulação da estratégia e a segunda sobre sua implementação (incluindo discussões sobre estrutura, sistemas, cultura, etc.). Como alguns textos do Capítulo 5 já deixaram claro, acreditamos que essa é sempre uma dicotomia falsa: em muitas situações

(ou seja, contextos), formulação e implementação podem estar tão interligadas que não faz sentido separá-las. Escrever um livro baseado em uma dicotomia questionável também não faz sentido para nós, de forma que preferimos apresentar primeiro todos os conceitos relacionados ao processo de estratégia e depois considerar as várias formas nas quais eles podem interagir em situações específicas.

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SEÇÃO II - Forças

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Capítulo

7

Conhecimento

A

primeira seção deste livro nos mostrou a estratégia em seus vários aspectos. Agora nos voltamos para as forças que conduzem o processo de estratégia, incluindo conhecimento humano, organização, tecnologia, colaboração, globalização e valores.

Começamos aqui com conhecimento, para penetrar na mente dos estrategistas. Ninguém nunca viu uma estratégia ou tocou em uma. As estratégias não existem de forma concreta; elas não são nada além de conceitos na cabeça das pessoas.

Então o conhecimento – especificamente, a maneira como as pessoas pensam sobre estratégia, como a concebem e a percebem – tem que aparecer de forma importante em qualquer livro sobre o processo de estratégia.

Incluímos dois textos para leitura aqui. O primeiro de David

Hurst, executivo empresarial por longo tempo que hoje atua como escritor e consultor gerencial em Toronto, retoma o ponto em que parou o capítulo anterior, sobre mudança. Hurst sugere que os processos de mudança bem-sucedidos podem não se beneficiar com excesso de racionalidade – ao contrário, podem se prejudicar. Hurst discute as mudanças de objetividade: “Quando se trata de mudança real, objetividade em excesso pode ser fatal para o processo”. Precisamos nos afastar de nossas estruturas e crenças para avaliá-las. Na análise final, “pode não haver análise final”. Assim, os gerentes precisam ser “ingredientes”, em vez de cozinheiros, envolvendo-se profundamente.

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2 - Conhecimentos Técnicos

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Conhecimentos

Técnicos

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Ergonomia: considerações iniciais

O que é ergonomia? É o termo designativo da aplicação multidisciplinar de conhecimentos que trata de uma série de cuidados que envolve o homem e as particularidades inerentes a cada tarefa que realiza na condição de trabalho, observadas as características e limitações individuais. Para tanto, esse trabalho deve ser entendido em sua forma mais ampla, não apenas relacionado ao esforço físico, mas em todas as suas dimensões. Só assim serão plenamente atingidos os objetivos de potencializar os resultados desse trabalho e de minimizar os esforços, o desgaste e os possíveis danos à integridade da saúde humana provenientes dessa condição.

Ainda pouco conhecida do público em geral, a ergonomia vem assumindo papel de destaque crescente na concepção de modernos ambientes de trabalho, que envolvem a relação do homem com as diversas tecnologias presentes nesses ambientes e as necessidades de qualidade, de produtividade e de redução de custos inerentes à produção.

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1 - Conhecimentos Gerais

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Conhecimentos Gerais

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Uma introdução ao tema

A multiplicidade de ações e decisões que o administrador de empresa, principalmente da micro e pequena empresa, quando na maioria das vezes é o proprietário dela, tem de realizar e tomar ante os diversos compromissos, para buscar a sobrevivência organizacional, faz com que não detenha suas atenções quanto ao ambiente de trabalho que oferece a seus funcionários.

Compromissos financeiros, a necessidade de estar atento ao mercado, as negociações com fornecedores e distribuidores ocupam lugar de destaque em suas preocupações. Por outro lado, em sua formação profissional, mesmo enquanto cidadão, raramente tem acesso a informações que demonstrem a importância das condições de trabalho para a satisfação e a manutenção da saúde dos trabalhadores e do meio ambiente, para a melhoria da produtividade da empresa e, por conseguinte, da competitividade desta. Ao desconhecer essa problemática, não se interessa e, portanto, não pode perceber esses relacionamentos.

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3 - Conhecimentos de Gestão

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Conhecimentos de

Gestão

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Formação de serviços ligados à saúde e segurança no trabalho

A maioria das organizações urbanas brasileiras está isenta da atribuição formal de ter em seus quadros a formação de serviços ligados à saúde e segurança do trabalho. Isso porque o número total de trabalhadores empregados não é igual ou superior a 20 ou a 50, o que obrigaria a organização a formar Cipa e SESMT,1 respectivamente, independentemente do grau de risco da atividade principal.

Entretanto, a legislação é bem clara ao expressar que em qualquer estabelecimento que empregue trabalhador – ou seja, mesmo para um único trabalhador

– o administrador terá a obrigação de fazer cumprir as determinações relativas à temática. Então, apesar da ausência do auxílio de profissionais especializados ou simplesmente atentos aos possíveis problemas decorrentes das condições de trabalho e do meio ambiente, sobre o gestor incidirão as responsabilidades por essas e outras eventuais penalidades decorrentes.

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2 Objetivos, Concepções e Valores da Governança Corporativa

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Objetivos, Concepções e

Valores da Governança

Corporativa

Duzentos anos de pesquisa em economia e finanças conduziram à comprovação de que, na ausência de externalidades negativas ou de monopólios, o interesse da sociedade como um todo é maximizado quando cada empresa de uma dada economia maximiza a riqueza de seus proprietários. Mas, em contraste, a abordagem mais recente dos múltiplos interesses propõe que os gestores das empresas devem tomar decisões que maximizem não só a riqueza dos proprietários, mas de todos os demais stakeholders. Vistas sob esta luz, a visão e a estratégia dos gestores já não podem mais ignorar uma função balanceada de interesses, do ponto de vista da geração de valor a longo prazo.

MICHAEL C. JENSEN

Value maximization, stakeholder theory and the corporate objective function

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Governança Corporativa • Rossetti e Andrade

Entre as razões fundamentais que levaram ao desenvolvimento da governança corporativa, destacamos as seguintes no primeiro capítulo:

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Capítulo 1 – Exame de Suficiência 1º/2016

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EXAME DE

SUFICIÊNCIA 1O/2016

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C OMO INTER P RETA R AS Q UE S TÕ E S D O E X A ME D O C F C   3

d d Que s tão 0 1 – 20 16/ 1

Te máti c a: ref l exo d e fatos c o ntá b e is no ba l a nç o patr imo ni a l

Assinale a opção que representa a CORRETA associação entre o fato contábil e o seu registro no

Balanço Patrimonial. a. A compra, a prazo, de mercadoria para revenda provoca um aumento no Ativo e uma redução no Passivo. b. A contratação de uma apólice de seguros, com pagamento a prazo, para cobertura de doze meses a transcorrer provoca um aumento no Ativo e um aumento no Passivo. c. A integralização de capital com bens para uso provoca um aumento no Ativo e uma redução no

Patrimônio Líquido. d. O pagamento em dinheiro a fornecedores, decorrente de aquisição de mercadorias a prazo, provoca uma diminuição no Ativo e um aumento no Passivo.

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Capítulo 2 – Exame de Suficiência 2º/2016

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EXAME DE

SUFICIÊNCIA 2O/2016

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d d Que s tão 0 1 – 20 16/2

Te máti c a: i mpai r me nt – te ste d e re cup e ra bilidad e

Uma Sociedade Empresária, no seu Balanço Patrimonial em 1o.1.2015, possui dois terrenos, “A” e

“B”, no valor contábil de R$ 38.400,00 e R$ 64.000,00, respectivamente. Em 31.12.2015, diante de um indicativo de perda, realizou testes de recuperabilidade que lhe proporcionaram as seguintes conclusões:

››

››

se o terreno “A” fosse vendido, obter-se-ia um valor líquido das despesas de venda de R$ 48.000,00 e, pelo uso, poderia gerar benefícios econômicos no valor de R$ 32.000,00; se o terreno “B” fosse vendido, obter-se-ia um valor líquido das despesas de venda de R$ 57.600,00 e, pelo uso, poderia gerar benefícios econômicos no valor de R$ 51.200,00.

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PARTE A - COMPREENDENDOO CENÁRIO

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Parte A  Compreendendo o cenário

PARTE A

COMPREENDENDO

O CENÁRIO

Se a taxa de mudança no exterior exceder a taxa de mudança no interior, o fim está próximo.

JACK WELCH

XIV

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CAPÍTULO 1

O mundo VUCA

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A

nos atrás, a velocidade de mudança no mercado era infinitamente menor que a atual. Segundo a pesquisa do Boston Consulting Group (BCG), demoramos 49 anos para atingir 1 bilhão de usuários de televisores em todo o mundo.

Sabe quantos anos demoramos para atingir 1 bilhão de usuários de smartphones? Apenas oito. A Tabela 1.1 ilustra como o mundo está passando por mudanças constantes, impactantes e cada vez mais rápidas.

TABELA 1.1

Velocidade da adoção de produtos

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PARTE B - AGILIDADE PARA RESULTADOS

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Parte B  Agilidade para resultados

PARTE B

AGILIDADE PARA

RESULTADOS

Planejamentos são inúteis, mas planejar é indispensável.

EISENHOWER

34º Presidente dos Estados Unidos da América

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Capítulo 5  Compreendendo o ambiente

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Capítulo 6  Abordagem ágil

CAPÍTULO 6

Abordagem ágil

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Parte B  Agilidade para resultados

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I

nfelizmente, quando as pessoas estão sob alguma pressão em projetos, muitas vezes focam apenas em atingir algumas metas em vez de focar em atingir os resultados verdadeiramente desejados. Um dos maiores problemas de muitas organizações da atualidade é exatamente este: buscar eficiência (fazer do jeito certo, dentro do prazo e custo previstos) em vez de eficácia (fazer a coisa certa do jeito certo, para as pessoas certas, no momento certo).

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Capítulo 2 - Implantação do vinhedo na produção de uvas

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capítulo 2

Implantação do vinhedo na produção de uvas

Há etapas e critérios a serem seguidos para se obter sucesso na implantação do vinhedo e, consequentemente, na produção de uvas. Neste capítulo, veremos como avaliar as condições de um local de plantio de vinhedo. Aprenderemos que é necessário fazer um planejamento prévio para a implantação de um vinhedo e aprenderemos as etapas desse planejamento. Por fim, veremos como determinar o tipo de uva e a cultivar adequada para obter uma boa produção.

Objetivos deste capítulo

Examinar as condições do local de plantio do vinhedo

(econômicas, climáticas, biológicas, históricas).

Estabelecer um planejamento prévio de implantação do vinhedo, considerando primordialmente a viabilidade econômica.

Aplicar as etapas de planejamento prévio na implantação do vinhedo, reconhecendo a importância de cada uma delas.

Diferenciar os tipos de uva e as cultivares adequadas à finalidade de sua produção.

Relacionar as características e os tipos das cultivares americanas e europeias.

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Capítulo 3 - Medidas de prevenção no vinhedo para a produção de uvas

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capítulo 3

Medidas de prevenção no vinhedo para a produção de uvas

A videira está sujeita a moléstias, doenças, pragas, distúrbios fisiológicos e meteorológicos. Para combater esses problemas é necessário adotar algumas medidas preventivas gerais e específicas. Além disso, a posição do viticultor frente a tais problemas garantirá o equilíbrio fitossanitário da videira e aumentará a segurança de cultivo do vinhedo. Neste capítulo, veremos quais são os tipos mais comuns de moléstias, os tipos de distúrbios fisiológicos e meteorológicos e as principais pragas que atingem as videiras.

Também veremos as causas, as incidências e as formas de controle desses problemas.

Objetivos deste capítulo

Adotar medidas de prevenção gerais e específicas no trato da videira.

Identificar os tipos comuns de moléstias, suas causas, incidências e formas de controle.

Diferenciar os distúrbios fisiológicos e os acidentes meteorológicos das moléstias, reconhecendo suas causas e formas de controle.

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Capítulo 4 - Manejo da videira

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capítulo 4

Manejo da videira

Em seu meio natural, a videira pode ter um grande desenvolvimento. Tudo depende do preparo da área de plantio, das técnicas de manejo da planta, das práticas de manejo do solo e das modalidades de poda adotadas a fim de assegurar a longevidade e a sustentabilidade dos vinhedos. Com relação ao preparo da

área de plantio, a escolha de um sistema de condução, o qual subentende a densidade de plantio, a exposição e o manejo do dossel vegetativo, entre outros fatores, afeta o comportamento da planta, bem como a poda, cuja técnica tem uma das implicações fisiológicas mais importantes para a videira e, por conseguinte, para a vindima.

Além disso, as práticas de manejo do solo, que visam à manutenção da matéria orgânica do solo do vinhedo, levam à expressão de todo o potencial produtivo da videira, garantindo um bom estado de maturação dos frutos para fins de colheita, como veremos neste capítulo.

Objetivos deste capítulo

Escolher o sistema de condução adequado ao plantio da videira.

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Capítulo 1 - Videira

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capítulo 1

Videira

Neste capítulo, discutimos todos os aspectos relacionados à vida da videira, como sua estrutura, suas formas e funções, e seus processos fisiológicos, bem como a inter-relação entre eles. Discutimos também quais são as condições ideais para o desenvolvimento e a produção da videira, e as condições ambientais favoráveis

à viticultura.

Objetivos deste capítulo

Conhecer as espécies da videira, suas características principais, sua utilização e seus centros de dispersão.

Identificar a anatomia e a morfologia da videira, ou seja, suas partes e funções.

Examinar os processos fisiológicos da videira e analisar a interrelação entre eles.

Diferenciar a função e o nível de absorção dos nutrientes essenciais para o desenvolvimento e a produção da videira.

Avaliar as condições ambientais adequadas à viticultura.

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Introdução

DEFINIÇÃO

Quando é destinada à preparação de vinhos, usamos a designação vitivinicultura, que significa cultura de vinhas e elaboração de vinho.

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