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9.2 Estratégia de construção do currículo

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REDAÇÃO EMPRESARIAL

profissionais anteriores, inclua apenas o que for mais interessante e pertinente para seus objetivos de carreira.

Vale a pena lembrar que seu currículo servirá de base para as entrevistas. As‑ sim, domine realmente o conteúdo e, principalmente, seja verdadeiro, pois o en‑ trevistador dispõe de técnicas que podem identificar informações falsas.

Quanto à forma do currículo, é importante atentar­‑se para questões como extensão do documento; tamanho, estilo e cor da fonte; margens da folha; organi‑ zação e, sobretudo, correção gramatical. No Quadro 9.1, você encontra uma análi‑ se detalhada desses pontos.

QUADRO 9.1 Pontos importantes sobre a forma do currículo

Extensão do currículo

É preferível que o currículo seja apresentado em duas folhas, embora em situações excepcionais ele possa ter apenas uma ou até três páginas.

Vale a pena ressaltar que o número ideal de duas páginas se refere à apresentação final das informações e que, não raro, é preciso refletir e relatar ideias que podem atingir seis, sete ou mais laudas para só depois realizar a seleção a ser apresentada na forma final.

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18.16 O ônus do questionamento tributário nolucro real

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dentro dos parâmetros legais, o ônus tributário. A competitividade existente no mercado brasileiro atual, decorrente do crescente ingresso de novos competidores globais, exige o aperfeiçoamento de práticas empresariais voltadas ao planejamento tributário e ao contencioso fiscal.

Com o objetivo de auxiliar a condução das atividades empresariais, há uma variedade de serviços destinados a viabilizar o desenvolvimento da atividade empresarial, propiciando uma adequada e eficaz redução de custos tributários, sendo:

• Contencioso Tributário (administrativo e judicial) – o contencioso administrativo consiste na defesa contra autuações lavradas pelo Fisco federal (inclusive

INSS) e pelos diversos Fiscos estaduais e municipais. O contencioso judicial compreende a oposição de embargos a execuções fiscais, a propositura de ações preventivas para a sustentação de teses que impliquem economia fiscal e a atuação perante Tribunais de Justiça, Tribunais Regionais Federais e Tribunais Superiores — ajuizamento de ações originárias e produção de memoriais e sustentações orais. A atuação no contencioso fiscal é pautada por uma conduta proativa e pessoal junto aos órgãos administrativos e judiciais, buscando conferir eficácia e agilidade às demandas patrocinadas.

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18.7 Programa de Apoio ao DesenvolvimentoTecnológico da Indústria de Semicondutores(Padis)

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18.6 Programa de Apoio ao Desenvolvimento

Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV Digital (PATVD)

É beneficiária do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de

Equipamentos para a TV Digital (PATVD) a pessoa jurídica que realize investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), na forma do art. 17 da Lei n. 11.484/2007, e que exerça as atividades de desenvolvimento e fabricação de equipamentos transmissores de sinais por radiofrequência para televisão digital, classificados no código 8525.50.2 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).

Consiste em redução a zero do PIS, da Cofins, do IPI, da Contribuição de Intervenção no

Domínio Econômico (Cide) e do Imposto de Importação sobre determinadas operações.

18.7 Programa de Apoio ao Desenvolvimento

Tecnológico da Indústria de Semicondutores

(Padis)

É beneficiária do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de

Semicondutores (Padis) a pessoa jurídica que realize investimento em P&D na forma do art. 6º da Lei n. 11.484/2007 e que exerça isoladamente, ou em conjunto, dispositivos eletrônicos semicondutores classificados nas posições 85.41 e 85.42 da NCM e mostradores de informação (displays).

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18.14 IRPJ, CSLL, PIS e Cofins — Não incidência —Redução de multa e juros

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quais devem ser observados sob pena de cobrança da diferença relativa às contribuições em questão, com os acréscimos legais cabíveis (multa e juros).

Por fim, o benefício de redução das alíquotas será aplicado pelo prazo de cinco anos, contado a partir do dia 1o de setembro de 2009, podendo esse prazo ser prorrogado pelo

Poder Executivo.

18.14 IRPJ, CSLL, PIS e Cofins — Não incidência —

Redução de multa e juros

A Lei n. 11.941/2009 permite o parcelamento dos débitos das pessoas físicas e jurídicas com a União. Pela lei, os débitos inscritos ou não em Dívida Ativa da União, mesmo em fase de execução, poderão ser parcelados em até 180 meses.

O novo programa permite que qualquer dívida com o Fisco vencida até novembro de

2008 seja paga em até 180 meses, com abatimento de multas e juros de mora e prestações mínimas de R$ 50,00 (pessoas físicas) e R$ 100,00 (jurídicas). Para beneficiários de programas anteriores, a prestação mínima deve ser equivalente a 85% da atual ou, para inadimplentes, da mais recente.

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17.22 Terceirização e mudanças tributárias

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17.21 Revisão do planejamento tributário e alterações na legislação

Um dos pontos pouco observados por consultores é a questão das mudanças na legislação fiscal, que implicam mudanças no próprio planejamento ou oportunizam novas formas de economia.

Se, por exemplo, uma Medida Provisória aumentar determinada alíquota de tributo, vigorando a partir de 90 dias de sua publicação, então se deve considerar:

• a possibilidade de antecipar ações, promovendo o fato gerador antes de 90 dias, para pagar o tributo com a alíquota “antiga”;

• o efeito de tais alterações no planejamento já em curso (terceirizações, coligadas etc.).

Nem sempre essas possibilidades serão tão óbvias, daí a necessidade de planejadores e consultores estarem sempre atualizados sobre a legislação e atentos às novidades.

17.22 Terceirização e mudanças tributárias

A opção de terceirizar parte das operações de uma empresa, além dos aspectos operacionais e trabalhistas, pode propiciar uma redução de custos fiscais em função das diferenças de tratamento da legislação previdenciária. Observe também que o planejamento é “atropelado” por constantes mudanças nas regras do jogo promovidas pelo Governo Federal, o que dificulta uma avaliação dos ganhos objetivos.

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24.5 Travessão

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REDAÇÃO EMPRESARIAL

O processo legislativo compreende a elaboração de: a] b] c] d]

emendas à Constituição; leis complementares; leis delegadas e resoluções.

24.4 Dois­‑pontos

Os dois­‑pontos são usados nos seguintes casos: a]

Antes de uma citação – geralmente depois de verbo ou expressão que signifi‑ que dizer, responder e sinônimos. Exemplo:

O juiz declarou: “O réu foi absolvido por unanimidade”.

b]

Antes de uma enumeração explicativa. Exemplo:

�Elas apresentavam as seguintes qualidades: proatividade, facilidade de co‑ municação e capacidade de negociação.

c]

Antes de uma explicação, síntese ou consequência do que foi dito. Exemplo:

�Tenho dois caminhos possíveis: abrir uma consultoria ou um estabelecimen‑ to comercial.

Os dois­‑pontos marcam uma generalização, enfatizando o que vem depois.

24.5 Travessão

Usa­‑se travessão para separar um grupo de palavras — normalmente uma ideia secundária — que se queira destacar na frase, porém sem prejudicar a sequência natural do texto. Exemplo:

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13.8 Uso de ‑izar

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PARTE III • NORMATIZAÇÃO GRAMATICAL

13.7 Uso de ­‑isar

Usa­‑se ­‑isar nos verbos derivados de palavras que já tem s: análise aviso paralisia pesquisa

analisar avisar paralisar pesquisar

13.8 Uso de ­‑izar

Usa­‑se ­‑izar nos verbos derivados de palavras que não têm a letra s: ameno civil legal normal real suave

amenizar civilizar legalizar normalizar realizar suavizar

13.9 Uso de ­‑sinho

Usa­‑se ­‑sinho em todos os diminutivos derivados de palavras que já tem s em sua sílaba final: lápis mesa país tênis

lapisinho mesinha paisinho tenisinho

13.10 Uso de ­‑zinho

Usa­‑se ­‑zinho em todos os diminutivos derivados de palavras que não tem s em sua sílaba final: animal café flor

animalzinho cafezinho florzinha

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13.7 Uso de ‑isar

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PARTE III • NORMATIZAÇÃO GRAMATICAL

13.7 Uso de ­‑isar

Usa­‑se ­‑isar nos verbos derivados de palavras que já tem s: análise aviso paralisia pesquisa

analisar avisar paralisar pesquisar

13.8 Uso de ­‑izar

Usa­‑se ­‑izar nos verbos derivados de palavras que não têm a letra s: ameno civil legal normal real suave

amenizar civilizar legalizar normalizar realizar suavizar

13.9 Uso de ­‑sinho

Usa­‑se ­‑sinho em todos os diminutivos derivados de palavras que já tem s em sua sílaba final: lápis mesa país tênis

lapisinho mesinha paisinho tenisinho

13.10 Uso de ­‑zinho

Usa­‑se ­‑zinho em todos os diminutivos derivados de palavras que não tem s em sua sílaba final: animal café flor

animalzinho cafezinho florzinha

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12.11 Recibo

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PARTE II • PADRONIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS EMPRESARIAIS

12.10 Procuração

A procuração é um documento pelo qual uma pessoa autoriza outra a tratar de um assunto ou a agir em seu nome. Ela só terá validade legal se a assinatura vier com firma reconhecida.

EXEMPLO DE TEXTO PARA QUALQUER PROCURAÇÃO PARTICULAR

PROCURAÇÃO

(nome) ______________, (nacionalidade) ______________,

(est. civil) ______________ , (profissão) ______________ , residente na

______________ (cidade) ______________ , (estado) ______________ , por‑ tador do RG no ______________ , CPF no ______________ , pelo presente instrumento de procuração constitui e nomeia seu bastante procura‑ dor (nome) ______________ , (nacionalidade) ______________ , (est. civil)

______________ , (profissão) ______________ , residente na ______________

(cidade) ______________ , (estado) ______________ , portador do RG no

______________ CPF no ______________ , para _________________________

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23.2 Nunca ocorre crase

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REDAÇÃO EMPRESARIAL

.. À medida que o tempo passava, ia escurecendo. c]

Nos pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s), aquilo(s) que venham antecedidos pela preposição a. Nesses casos não há palavra feminina antes da frase. Exemplos:

.. Refiro­‑me àquele processo.

.. Ele fez alusão àquilo que ela escrevera. d]

Na expressão à moda de, mesmo que ela esteja oculta. Exemplo:

.. Ele escreve à Rui Barbosa. e]

Na indicação do número de horas, desde que não venha antecedida por pre‑ posição. Exemplos:

.. A reunião será às 14 horas.

.. A reunião está marcada para as 14 horas. f ]

Antes de nomes de cidades e estados que exijam a preposição a. Exemplos:

.. Vou à Bahia. (Volto da Bahia)

.. Vou a Salvador. (Volto de Salvador)

.. Vou à bela Salvador. (Volto da bela Salvador)

23.2 Nunca ocorre crase a]

Antes de nome masculino e de verbo. Exemplos:

.. Entreguei o documento ao professor.

.. Ele estava a procurar sua identidade. b]

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21.2 Casos especiais

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PARTE III • NORMATIZAÇÃO GRAMATICAL

21.2 Casos especiais a]

Verbo haver (= existir) é impessoal. Exemplos:

.. Há momentos bons na vida. (= Existem momentos bons na vida).

.. Pode haver momentos bons na vida. (= Podem existir momentos bons na vida). b]

Verbo fazer (indicando tempo decorrido e condição meteorológica) é impes‑ soal. Exemplos:

.. Já faz três meses que o novo planejamento foi aprovado.

.. Faz invernos terríveis na Europa. c]

Verbos relativos a fenômenos da natureza são impessoais. Exemplos:

.. Ventava muito ontem.

.. Durante dias choveu forte. d]

Verbo ser é usado no singular quando a ideia for de quantidade; quando for uma referência a tempo, concorda com o numeral ou com a palavra a que se refere. Exemplos:

.. Dois meses é muito tempo.

.. Hoje são 16 de março.

.. Hoje é dia 16 de março. e]

Quando há o pronome que, o verbo concorda com o antecedente; no caso do pronome quem, o verbo pode concordar com o antecedente ou ficar na 3ª pes‑ soa do singular. Exemplos:

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Capítulo 18 - Colocação dos pronomes oblíquos átonos

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CAPÍTULO 18

Colocação dos pronomes oblíquos átonos

Os pronomes oblíquos átonos são aqueles que apresentam flexão de número, gê‑ nero e pessoa e possuem fraca acentuação tônica. É importante conhecê­‑los bem para saber onde devem ser usados em relação ao verbo. Eles podem ser colocados antes do verbo ( próclise), depois do verbo (ênclise) e no meio do verbo (mesóclise).

As normas da colocação pronominal da língua culta do Brasil assemelham­‑se

às regras utilizadas em Portugal.

QUADRO 18.1 Regras para utilização de pronomes oblíquos átonos

Próclise

Ocorre sempre que há palavras que atraem o pronome para antes do verbo, como as indicadas ao lado.

Advérbios de maneira geral. Exemplos:

Aqui se trabalha muito.

Talvez o encontre ainda hoje.

Pronomes relativos. Exemplos:

Fiquei observando a mulher que se dirigia ao portão.

Foi Pedro quem te contou tamanho absurdo.

Os alunos que me ouvirem sairão mais cedo.

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13.10 Uso de ‑zinho

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PARTE III • NORMATIZAÇÃO GRAMATICAL

13.7 Uso de ­‑isar

Usa­‑se ­‑isar nos verbos derivados de palavras que já tem s: análise aviso paralisia pesquisa

analisar avisar paralisar pesquisar

13.8 Uso de ­‑izar

Usa­‑se ­‑izar nos verbos derivados de palavras que não têm a letra s: ameno civil legal normal real suave

amenizar civilizar legalizar normalizar realizar suavizar

13.9 Uso de ­‑sinho

Usa­‑se ­‑sinho em todos os diminutivos derivados de palavras que já tem s em sua sílaba final: lápis mesa país tênis

lapisinho mesinha paisinho tenisinho

13.10 Uso de ­‑zinho

Usa­‑se ­‑zinho em todos os diminutivos derivados de palavras que não tem s em sua sílaba final: animal café flor

animalzinho cafezinho florzinha

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8.3 Primeiro momento: por onde começar

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CAPÍTULO 8

Como escrever relatórios e monografias

8.1 �Relatórios e monografias: conjugando ideias

à elaboração textual

Este capítulo traz um passo a passo para auxiliá­‑lo na composição de textos de relatórios. Estes, se bem escritos e estruturados podem representar, sem dúvida, uma melhora na imagem do profissional na empresa. Se mal escritos, porém, po‑ dem prejudicar a reputação dele, mesmo que tenha boa atuação.

Abordaremos, também, a redação de monografias, uma vez que atualmente as empresas incentivam cada vez mais seus funcionários a se aperfeiçoarem cons‑ tantemente, frequentando pós­‑graduações e MBAs.

8.2 Semelhanças entre relatórios e monografias

Embora se dirijam a públicos diferentes, relatórios e monografias podem se agru‑ par em uma mesma abordagem, já que apresentam estrutura e encaminhamentos lógicos semelhantes.

Na Figura 8.1, relacionamos as etapas em comum para a elaboração tanto de relatórios como de monografias.

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11.2 O ofício

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CAPÍTULO 11

Correspondência oficial

Neste capítulo, estudaremos a padronização vigente do ofício (correspondência externa) e do memorando (correspondência interna) dos órgãos públicos, res‑ saltando que seguiremos o Manual de redação da Presidência da República,1 mais atualizado documento de normatização das comunicações oficiais brasileiras, editado primeiramente em 1992 e revisto em 2002.

11.1 Uniformização da correspondência oficial

No serviço público não se podia, até pouco tempo, falar em unidade nos padrões de correspondências relacionadas aos atos administrativos oficiais.

No entanto, em 1991, foi criada pela Presidência da República uma comis‑ são para uniformizar e simplificar as normas de redação de atos e comunicações oficiais. Como resultado do trabalho dessa comissão foi elaborado, em 1992, o

Manual de redação da Presidência da República, com a finalidade de racionalizar e padronizar a redação das comunicações oficiais.

Desse estudo também resultou a Instrução Normativa n. 4, de 6 de março de

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