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3 . 2 R O T E I R O D E I M P L E M E N TAÇÃO

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3. 2 RO T E I R O D E I MPLEMENTAÇÃO

Após ter completado a fase de descoberta e análise e de ter uma compreensão das lacunas a serem resolvidas, a próxima fase trata da identificação e alinhamento das iniciativas e do desenvolvimento de um roteiro de implementação do GOP.

3.2.1 Identificar e priorizar as iniciativas

Este passo utiliza, primariamente, a análise das lacunas e, caso necessário, consulta a revisão do estado atual ou a visão de alto nível do estado futuro, desenvolvidas na fase anterior, para identificar uma lista de iniciativas que tratem as lacunas identificadas.

No processo de desenvolvimento da lista de iniciativas do GOP, deve-se montar uma forte conexão com as métricas e os objetivos estratégicos da organização.

Essas métricas suprem a equipe de implementação com informações que ajudarão na seleção e priorização das alternativas de maneira a garantir o alinhamento com o business case.

As iniciativas resultantes da análise das lacunas são revisadas por uma equipe de partes interessadas e são priorizadas com base em sua importância estratégica e dificuldade de implantação, sempre levando em consideração as necessidades atuais da organização, ajustes, estado futuro desejado, questões relacionadas ao compartilhamento de recursos com outros projetos e iniciativas internas, cronogramas do negócio e alinhamento estratégico. Esse processo é essencialmente uma aplicação de gerenciamento de programa e, sendo assim, é importante certificar-se de seguir as práticas da organização para o gerenciamento de programas.

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A P Ê N D I C E X 3Questões de pesquisa recomendadas para iniciativasde implementação de GOP

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APÊNDICE X3

Questões de pesquisa recomendadas para iniciativas de implementação de GOP

As questões a seguir têm o intuito de ajudar a organização a realizar uma auto­­ avaliação com o objetivo de definir seu posicionamento em relação aos fatores importantes de implementação referentes ao GOP. Esta pesquisa é concebida para organizações que estão tanto nos estágios fundamentais como nos mais avançados.

Não há intenção de apresentar uma lista exaustiva ou restritiva, e sim de guiar os usuários para considerações críticas típicas da implementação. Outra abordagem pode ser a condução de uma avaliação mais formal, utilizando o Organizational

Project Management maturity model (OPM3)1 e serviços relacionados.

X 3.1 QUE STÕ ES R EL ACI O NAD A S À I MPLEM ENTAÇ ÃO DE FATORES C RÍTIC OS

D E S U CESSO (CO NSU LTE O I TEM 2.1)

X3.1.1 Manutenção da liderança

■ Quem é a pessoa mais experiente e devidamente qualificada para patrocinar um programa de fomento ao GOP?

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5 .1 0 R E P E T I R O P R O C E S S O PARA C A D A T I P O D E P R O J E T O

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5 .1 0 RE P ETI R O PR O CESSO PAR A CAD A TI PO DE PROJ ETO

Repita os passos dos itens 5.3 até 5.10 para todos os diferentes tipos de projetos, utilizando o primeiro como base para os demais.

5 .1 1 RE SU MO

Para desenvolver uma metodologia de gerenciamento de projetos adaptada, reiteramos que as organizações devem aplicar os conceitos a seguir, apresentados neste capítulo.

■ Identificar as entradas que a organização reuniu durante a fase de avaliação.

Estão inclusas quaisquer práticas, metodologias e processos correntes que a organização já possa ter.

■ Identificar quaisquer restrições, obrigatórias ou acordadas, que a organização deve respeitar.

■ Documentar os tipos de projeto da organização; se for identificado somente um tipo, ter certeza de que a metodologia é viável em tamanho, complexidade, risco e outros fatores escolhidos pela organização.

CAPÍTULO 5 – Como desenvolver uma metodologia adaptada de gerenciamento organizacional de projetos

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5 . 2 I D E N T I F I C A R O S TIPOS DOS PROJETOS

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Existem várias abordagens que podem ser adotadas para desenvolver um processo de adaptação. As organizações podem considerar a abordagem descrita nos itens 5.2 a 5.10 para criar sua própria adaptação.

5 . 2 I D E NT I FI CAR O S TI PO S D O S PR O JETO S

Toda organização é única e precisa determinar como distinguir os tipos de projetos.

Para isso, devem ser levantadas as seguintes questões:

■ Existem linhas de negócios em comum (por exemplo, construção, aeroespacial, farmacêutico) que entregam projetos similares?

■ Existem níveis comuns de riscos associados ao projeto?

■ Existem diferentes níveis de complexidade (por exemplo, pequenos equipamentos desenvolvidos em uma única localidade com uma base industrial estável versus esforços internacionais com múltiplos componentes que devem ser integrados para entregar o projeto)?

■ Existem clientes internos e/ou externos?

■ Qual é a variação em tamanho dos tipos dos projetos executados?

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5 . 3 I D E N T I F I C A R A S ENTRADAS

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Existem várias abordagens que podem ser adotadas para desenvolver um processo de adaptação. As organizações podem considerar a abordagem descrita nos itens 5.2 a 5.10 para criar sua própria adaptação.

5 . 2 I D E NT I FI CAR O S TI PO S D O S PR O JETO S

Toda organização é única e precisa determinar como distinguir os tipos de projetos.

Para isso, devem ser levantadas as seguintes questões:

■ Existem linhas de negócios em comum (por exemplo, construção, aeroespacial, farmacêutico) que entregam projetos similares?

■ Existem níveis comuns de riscos associados ao projeto?

■ Existem diferentes níveis de complexidade (por exemplo, pequenos equipamentos desenvolvidos em uma única localidade com uma base industrial estável versus esforços internacionais com múltiplos componentes que devem ser integrados para entregar o projeto)?

■ Existem clientes internos e/ou externos?

■ Qual é a variação em tamanho dos tipos dos projetos executados?

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5 . 4 I D E N T I F I C A R A S R E S T R I Ç Õ E S

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■ Padrões existentes. Padrões ou formulários são parte da metodologia de gerenciamento de projetos (por exemplo, padrões para registro de riscos, estrutura analítica do projeto, diagramas de rede do cronograma de projetos e contratos).

■ Estrutura organizacional. A estrutura (por exemplo, funcional, matricial etc.) e a cultura (por exemplo, foco na eficiência, no risco, no cliente etc.) da organização devem moldar o desenvolvimento da metodologia e da cultura corporativa.

■ Contexto ou ambiente organizacional. O contexto e o ambiente organizacional também devem ser considerados. Os exemplos incluem:

■ ambiente regulado;

■ agência governamental ou organização não governamental;

■ abordagem preditiva versus iterativa/incremental (ágil);

■ mercado internacional, regional ou local;

■ economia/mercado em desenvolvimento;

■ clientes internos versus externos;

■ momento da injeção de capital (no começo ou no final);

■ desenvolvimento de novos produtos;

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7.5 Currency board posto à prova – crises no México,na Ásia, na Rússia e no Brasil

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Capítulo 7  •  Crise da Argentina (2002) 

233

7.5  �Currency board posto à prova – crises no México, na Ásia, na Rússia e no Brasil

A década de 1990 testemunhou várias crises cambiais seguidas ou não de crises bancárias, que acabaram evoluindo para crises econômicas com efeitos contracionistas na atividade econômica do país protagonista. A primeira ocorreu em dezembro de 1994, quando a autoridade monetária do México desistiu de defender o regime cambial quasi peg deixando a moeda flutuar livremente após ter suas reservas internacionais drenadas. São claras as semelhanças de fundamentos macroeconômicos entre os países que passaram por crises cambiais, bem como os regimes cambiais existentes. Após o aumento das taxas de juros nos Estados Unidos no começo de

1994, vários países que apresentavam elevados déficits em suas contas correntes, como México, Tailândia, Malásia, Indonésia e Coreia do Sul, passaram a sofrer o fenômeno chamado sudden stop, caracterizado pela reversão do influxo de recursos internacionais na economia, expondo as fragilidades do sistema cambial peg à livre mobilidade de capitais. Após a crise do México, conhecida como “crise tequila”, os agentes econômicos internacionais e domésticos passaram a temer um possível abandono da âncora cambial na Argentina e o fim do Plano de Conversibilidade de

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3.7 Déficit fiscal ou poupança privada insuficiente?

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90 

Crises econômicas internacionais

quanto à percepção de risco que os investidores internacionais tinham quanto ao

México, esses recursos poderiam sair do país rapidamente, expondo a enorme fragilidade que o sistema cambial interno experimentava ao financiar déficits em contacorrente com maciços influxos de capital especulativo.

Em um documento emitido em novembro de 1992, o Banco Mundial alertava o México quanto ao risco a que estava se expondo: “a abertura de sua conta capital expõe o México à volatilidade dos capitais de curto prazo que podem transmitir choques externos desestabilizadores da economia, mesmo que as políticas domésticas estejam corretas”12,13. Em resposta, as autoridades mexicanas argumentaram que o fato de que grande parte dos influxos de capitais era proveniente do setor privado, e pelo fato de o país apresentar superávit em suas contas públicas, não havia motivos para preocupação. Defendiam que o aumento da produtividade a ser desencadeado pelo influxo de capitais no país e a tão esperada expansão das exportações com a entrada do Nafta seriam suficientes para equacionar o desequilíbrio das contas externas,14 apesar desses déficits serem financiados por capitais voláteis de curto prazo sujeitos a intempéries domésticas e internacionais.

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9.8 European Stability Mechanism (ESM

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Capítulo 9  •  Crise da Zona do euro 

303

fiscal desenfreada quebrasse esses limites orçamentários por três anos consecutivos, estaria sujeito a uma penalidade de até 0,5% do seu PIB, a ser imposta pela Comissão Europeia.

Por mais irônico que possa aparentar, os primeiros países que falharam em respeitar os limites orçamentários estabelecidos pelo SGP foram justamente a Alemanha e a França, de 2002 a 2005. Com suas economias praticamente estagnadas durante o período mencionado, as receitas fiscais desses países despencaram, enquanto os gastos públicos com seguro-desemprego e benefícios sociais aumentaram consideravelmente, levando ambas as nações a estourarem seus limites orçamentários. Independentemente de a quebra do limite orçamentário ter sido reflexo de um crescimento econômico menor e não de um aumento expressivo dos gastos fiscais, o fato é que a Comissão Europeia decidiu não impor as sanções previstas no SGP, mesmo tendo a França e a Alemanha rompido o teto dos 3% do déficit fiscal por três anos consecutivos. A falta de uma postura mais assertiva em relação às principais economias da Zona do euro certamente enfraqueceu o ímpeto disciplinar que o Pacto de Estabilidade e Crescimento tanto preconizava. 

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5.3 Solvência, crescimento econômico e transpiração

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154 

Crises econômicas internacionais

continuação

1990

1991

1992

1993

1994

1995

1996

1997

Tailândia

–8,5%

–7,7%

–5,7%

–5,1%

–5,6%

–8,1%

–8,1%

–1,9%

China

3,1%

3,3%

1,3%

–1,9%

1,3%

0,2%

0,9%

3,2%

Fonte: CorsettI, G.; Pesenti, P.; Roubini, N. What caused the asian currency and financial crisis? Part 1: a macroeconomic overview. NBER Working paper 6833, dec. 1998. (tabela 2.) Disponível em: . Acesso em: abr. 2016.

Como argumentam Goldstein e Hawkins,

[...] quando se coloca todos esses fatores juntos – elevados déficits em conta-corrente, apreciações cambiais em termos reais, aumento da competição entre os países asiáticos, emergência da China como potência exportadora, queda da demanda de determinados bens da pauta de exportação desses países, queda do nível de atividade econômica do Japão – não é difícil perceber por que o setor externo estava se constituindo como um importante elemento de vulnerabilidade.5

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4.3 Erros de política econômica, crise de balançoe anomalias institucionais

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120 

Crises econômicas internacionais

desencadeou contribuíram para que a economia japonesa crescesse apenas 1% ao ano, em média, de 1992 a 1994. Menor crescimento econômico, excesso de capacidade, queda do nível de preços e menor lucratividade das empresas reuniram as condições perfeitas para que a situação dos bancos se deteriorasse mais ainda.

Como em Shiratsuka:

Aumentos e quedas nos preços de ativos que contenham elementos de bolha acabam influenciando a economia real em duas principais vertentes: (i) menor consumo dada menor renda das famílias, e (ii) menores investimentos dada a queda do preço dos ativos utilizados em garantias de empréstimos. Quando os preços dos ativos sobem, o impacto na economia no curto prazo é favorável, apesar dos efeitos adversos de longo prazo não serem corretamente avaliados. Quando a economia entra em uma espiral descendente, o ciclo favorável se reverte fazendo emergir os efeitos perversos do estouro da bolha de ativos, influenciando negativamente o sistema financeiro e a atividade econômica.12

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8.3 Regulamentação frágil, excesso de liquidez e ativostóxicos

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270 

Crises econômicas internacionais

8.3  �Regulamentação frágil, excesso de liquidez e ativos tóxicos

Geralmente a formação de bolhas, quer no preço de ações, ativos imobiliários ou em qualquer outro ativo real, é sempre precedida de algum movimento de afrouxamento monetário e alavancagem excessiva. O caso da bolha dos ativos imobiliários observada de 2001 a 2007 não fugiu à regra. Quando o FED decidiu cortar as taxas de juros logo após os atentados de setembro de 2001, a bolha no mercado imobi­ liário começou a se formar. De setembro de 2001 a abril de 2006, o preço das casas havia subido em média 75% nos Estados Unidos (veja o Gráfico 8.2).

6.00%

20%

5.00%

15%

10%

4.00%

5%

3.00%

0%

2.00%

–5%

Variação anual (%)

Gráfico 8.2 – S&P/Case-Shiller 20-City Composite Home Price Index

US Treasury Bill (esquerda)

nov-07

jul-07

mar-07

nov-06

jul-06

mar-06

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3.10 Defendendo o peso

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Capítulo 3  •  Crise do México 

99

Gráfico 3.6 – México – 1994: risco país versus risco cambial (%)

6,00

25,00

5,00

20,00

4,00

15,00

3,00

10,00

2,00

5,00

1,00

4-fev

23-mar 18-abr 17-mai 16-ago 22-ago

28-set

Risco país (direita)

28-out 15-nov

2-dez

9-dez

16-dez

19-dez 20-dez 29-dez

-

Risco cambial (esquerda)

Fonte: elaborado pelo autor. Adaptado de Banco de México; Bloomberg; Economic Report of the US

President.

Como mostra o Gráfico 3.6, os acontecimentos do primeiro trimestre de 1994 aparentemente causaram o aumento na percepção de risco cambial e do risco país também. Ambas as percepções de risco passaram a se deteriorar a partir de dezembro desse ano, mesmo após a decisão de o governo mexicano abandonar a defesa da paridade cambial (22 de dezembro), dada a expressiva participação de investidores estrangeiros detentores de títulos públicos denominados em pesos (Cetes) e em dólares americanos (Tesobonos).

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1.3 Erros e omissões

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Capítulo 1  •  Crises econômicas, balanço de pagamentos, sistemas cambiais e fragilidade externa 

15

agentes econômicos ou nas expectativas dos fundamentos macroeconômicos do país doméstico ou do cenário externo pode gerar uma grande saída de recursos, culminando com um eventual abandono de um sistema cambial fixo ou do tipo pegged, como veremos a seguir.

1.2.2.3  Empréstimos, financiamentos e outros investimentos

Nesta subconta da conta financeira incluem-se todos os empréstimos e financiamentos que o país concede ao exterior e obtém dele. A distinção entre empréstimos e financiamentos está no fato de que o primeiro ocorre com o objetivo primordial de rentabilidade, independentemente da alocação dos recursos. No caso de financiamentos, o credor concede os recursos tendo ciência contratual de sua alocação.

Como exemplos de empréstimos e financiamentos, podemos citar as emissões de

Eurobonds, notes, commercial paper e até mesmo empréstimos de entidades governamentais, como FMI, Banco Mundial, International Finance Corporation (IFC),

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13.5 MÚTUO

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454

Contabilidade Básica

prejuízo, é obrigado o devedor aos juros da mora que se contarão às dívidas em dinheiro, como

às prestações de outra natureza, uma vez que lhes esteja fixado o valor pecuniário por sentença judicial, arbitramento, ou acordo entre as partes.

13.4 ` COMODATO

O comodato é o empréstimo gratuito de coisas não fungíveis.7 Perfaz-se com a tradição do objeto.

13.5 ` MÚTUO

O mútuo é o empréstimo de coisas fungíveis. O mutuário é obrigado a restituir ao mutuante o que dele recebeu em coisa do mesmo gênero, qualidade e quantidade. Este empréstimo transfere o domínio da coisa emprestada ao mutuário, por cuja conta correm todos os riscos dela desde a tradição.

Destinando-se o mútuo a fins econômicos, presumem-se devidos juros, os quais, sob pena de redução, não poderão exceder a taxa SELIC, permitida a capitalização anual.

13.6 ` TÍTULOS DE CRÉDITO

O título de crédito, documento necessário ao exercício do direito literal e autônomo nele contido, somente produz efeito quando preenche os requisitos da Lei. A omissão de qualquer requisito legal, que tire ao escrito a sua validade como título de crédito, não implica a invalidade do negócio jurídico que lhe deu origem.

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