1242 capítulos
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

11 Motivação e satisfação no trabalho

ePub Criptografado

O desempenho das pessoas, em atividades profissionais assim como em outras situações, como o esporte, por exemplo, é influenciado por inúmeros fatores externos, que pertencem ao contexto dentro do qual as atividades são realizadas. Entre outros fatores, que já estudamos até aqui, podemos contar:

• Organização do local de trabalho e qualidade dos materiais e equipamentos utilizados.

• Pressão social, exercida pelo grupo de trabalho, que define o nível de desempenho aceitável.

• Apoio moral e recursos físicos oferecidos pela empresa em que as atividades são realizadas.

De outro lado, há as variáveis internas, que influenciam a pessoa por dentro. No capítulo anterior, ficamos conhecendo algumas delas. A essas variáveis vamos acrescentar a motivação. Esse é o tema deste capítulo.

Veja na Figura 11.1 como o conteúdo deste capítulo se relaciona com as competências estudadas no Capítulo 1.

Figura 11.1 Competências relacionadas a este capítulo.

Ver todos os capítulos

Gabarito dos testes de concursos, exames e processos seletivos

ePub Criptografado

1)   A

2)   E

3)   E

4)   B

5)   C

6)   B

7)   A

8)   D

1)   E

2)   D

3)   C

4)   B

5)   C

6)   E

7)   A

8)   A

9)   B

10)   C

11)   D

12)   B

1)   B

2)   A

3)   D

4)   B

5)   D

6)   B

7)   C

1)   D

2)   D

3)   A

1)   C

2)   E

3)   C

4)   A

5)   C

6)   D

1)   C

2)   E

3)   D

4)   A

5)   B

6)   C

7)   C

8)   D

1)   A

2)   B

3)   E

4)   B

5)   C

6)   B

1)   D

2)   B

3)   A

4)   D

5)   E

6)   A

1)   A

2)   A

3)   A

4)   C

5)   D

1)   E

2)   A

3)   B; C; E

4)   D

5)   B

6)   A

7)   A

1)   D

2)   E; E; B; D; E; A

3)   B

4)   A

5)   D

1)   C

2)   B

3)   B

Ver todos os capítulos

9 Índices de Rentabilidade

ePub Criptografado

Nos capítulos anteriores, a ênfase estava na análise financeira das demonstrações contábeis (liquidez, estrutura patrimonial e prazos médios). A partir deste momento o enfoque passará ao aspecto econômico da análise das demonstrações contábeis. Aliás, a rentabilidade é a alma do negócio. Sem rentabilidade a continuidade da empresa estará comprometida. Nesse sentido, são inevitáveis as perguntas: qual investimento proporciona o maior retorno? Como medir esse retorno? Qual o risco do investimento? O primeiro grupo de indicadores a serem estudados é composto exatamente pelos índices que mostram a rentabilidade dos capitais investidos no empreendimento.

Os índices de rentabilidade, com frequência, relacionam os resultados obtidos pela empresa com algum valor que expresse a dimensão relativa do mesmo, ou seja, valor de vendas, ativo total, Patrimônio Líquido ou ativo operacional (IUDÍCIBUS, 2009). Dessa forma, torna-se mais visível o desempenho econômico da entidade, independentemente do seu tamanho. Mesmo assim, recomenda-se avaliar o desempenho da entidade dentro do respectivo setor econômico. Pois a rentabilidade média de empresas que trabalham com altos giros, como empresas atacadistas, por exemplo, será muito diferente da rentabilidade de setores de serviços ou dos bancos... Assim, deve-se comparar a rentabilidade de um atacadista com a média do setor atacadista. Enquanto a rentabilidade de um banco deve ser comparada com a média do setor bancário. Para se analisar setores diferentes só se for levada em conta também a diferença de riscos entres esses setores.

Ver todos os capítulos

10 Geração de Valor ao Acionista (GVA)

ePub Criptografado

Martins, Diniz e Miranda (2018) entendem que a geração de valor ao acionista (GVA) seja, do ponto de vista do investidor, um indicador quase perfeito, pois ele considera as distribuições de lucro ocorridas durante um determinado período e também a valorização do investimento durante esse mesmo período.

GVA = Dividendos + (Valor de mercado do PLFinal – PLInicial)

Ou seja, a GVA significa o que um sócio teve de aumento de riqueza pelo que aumentou o valor da sua empresa mais o dividendo recebido.

Dividindo-se o valor do índice GVA pelo valor de mercado do Patrimônio Líquido, tem-se uma taxa de rentabilidade muito mais próxima da realidade econômica da entidade.

Embora pareça simples o cálculo da GVA, pois apenas soma dividendos com variação no valor da empresa, existe uma ampla literatura que trata das abordagens de cálculo do valor da empresa, notadamente da abordagem do valor como instrumento de gestão. Por se tratar de um indicador quase perfeito, vale a pena adentrar mais profundamente no que seja a gestão baseada em valor, bem como o cálculo do valor. Por isso, dedicaremos este capítulo à análise desse indicador.

Ver todos os capítulos

11 Relatório de Análise

ePub Criptografado

Este capítulo se propõe a fazer uma aplicação dos conceitos, técnica e metodologia desenvolvidos no processo de análise das demonstrações contábeis. A título de revisão, lembre-se do acróstico O.E.I. (Observação, Exame e Interpretação). Na observação, você explora visualmente as demonstrações, destacando os aspectos que chamam mais a atenção. Não se esqueça de ler e entender o Relatório dos auditores, caso contrário, você pode fazer suas análises com fundamento numa realidade não existente ou não confiável. Na fase de exame, você vai buscar sentido lógico nas observações realizadas na fase anterior, e isso pode ser feito mediante as análises horizontal e vertical e cálculos dos índices. Por fim, vem o processo de interpretação, o qual visa a abstrair as conclusões a partir das análises desenvolvidas nas outras fases.

Cumpridas essas fases, você tem condições de entender as demonstrações contábeis e tirar suas conclusões acerca da posição financeira, operacional e econômica da empresa. A posição financeira da empresa é feita a partir da análise de liquidez, da administração de capital de giro e da estrutura patrimonial. A posição operacional é visualizada nos índices de atividade da empresa (prazos médios). Já a análise econômica é feita com base na avaliação do retorno de investimento de uma empresa, concentrando-se nas fontes e nos níveis de lucros desta, e envolve a identificação e mensuração dos vários indicadores de rentabilidade.

Ver todos os capítulos

7 Administração do Capital de Giro

ePub Criptografado

Um dos grandes desafios de toda entidade é manter a situação financeira equilibrada, de tal forma que os compromissos assumidos sejam cumpridos com o menor impacto possível na rentabilidade da organização. Para tanto, três instrumentos fundamentais são apresentados: Capital Circulante Líquido (CCL), Necessidade de Capital de Giro (NCG) e Saldo em Tesouraria (ST).

Assista ao vídeo

Capital de Giro,

por Prof. Alexandre Assaf Neto.

Para Assaf Neto (2015, p. 159), “[...] o conceito básico de equilíbrio financeiro fica evidenciado ao ser demonstrado que toda aplicação de recursos no ativo deve ser financiada com fundos levantados a um prazo de recuperação proporcional à aplicação efetuada”. Ou seja, as fontes de curto prazo (Passivo Circulante) devem ser utilizadas para financiar as aplicações de curto prazo (Ativo Circulante).

FIGURA 10 – Equilíbrio financeiro

Para tanto, tem-se o conceito de CCL, que representa a diferença entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante, ou a diferença entre o Passivo Não Circulante somado ao Patrimônio Líquido e ao Ativo Não Circulante.

Ver todos os capítulos

5 Índices de Liquidez

ePub Criptografado

Índices são relações entre contas das demonstrações contábeis utilizados pelo analista para investigar a situação econômico-financeira de uma entidade. De acordo com Matarazzo (2010, p. 82), “assim como um médico usa certos indicadores, como pressão arterial e temperatura, para elaborar o quadro clínico de um paciente, os índices financeiros permitem construir um quadro de avaliação da empresa”. Ou seja, os índices permitem que se tenha uma visão macro da situação econômico-financeira da entidade. “Quando os indicadores genéricos não são suficientes, o médico solicita exames e testes” (MATARAZZO, 2010, p. 82). Em outras palavras, os índices são indicadores semelhantes àqueles gerados pelos exames laboratoriais que permitirão ao profissional traçar, com maior segurança, um diagnóstico da saúde ou doença do paciente.

FIGURA 8 – Diagnóstico

Nesse sentido, Martins, Diniz e Miranda (2018) alertam que o importante não é o uso de grande quantidade de índices, mas somente daqueles necessários à compreensão da situação da entidade em análise. Caso contrário, o analista corre o risco de perder o conjunto de vista e de se fixar em detalhes sem importância.

Ver todos os capítulos

6 Índices de Estrutura Patrimonial

ePub Criptografado

Os índices utilizados para análise da estrutura patrimonial estabelecem relações entre as fontes de financiamento próprio e de terceiros. Visam evidenciar a dependência da entidade em relação aos recursos de terceiros.

Para a referida análise, os seguintes índices são apresentados: i) endividamento; ii) composição do endividamento; iii) imobilização do PL; iv) imobilização dos recursos não correntes. De acordo com Martins, Diniz e Miranda (2018), a principal limitação dos índices de estrutura patrimonial se refere à falta de correção monetária dos elementos utilizados no cálculo dos quocientes, notadamente o Ativo Imobilizado.

O índice de endividamento mostra quanto a empresa tem de dívidas com terceiros (Passivo Circulante + Passivo Não Circulante) para cada real de recursos próprios (Patrimônio Líquido). Indica a dependência que a entidade apresenta com relação a terceiros e, nesse sentido, o risco a que está sujeita.

Não se pode dizer que um índice de endividamento alto seja bom ou ruim. É necessário analisar a qualidade da dívida (prazo de vencimento, taxa de juros, risco de moeda – se em reais, se em dólar etc.), pois se uma empresa tiver alto endividamento com terceiros a longo prazo e baixo custo, pode ser extremamente interessante do ponto de vista da rentabilidade que os sócios desejam. No entanto, endividamentos caros, a curto prazo, podem deixar a empresa em situação difícil, provocando quedas, inclusive, na rentabilidade.

Ver todos os capítulos

2 Estrutura das Demonstrações Contábeis

ePub Criptografado

Neste capítulo são apresentados conceitos fundamentais da Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade voltados à análise das demonstrações contábeis, seguidos das estruturas das demonstrações contábeis que têm publicação exigida pela Lei das Sociedades por Ações às Companhias Abertas, com comentários sobre as demais:

• Balanço Patrimonial.

• Demonstração dos Resultados.

• Demonstração dos Resultados Abrangentes.

• Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido.

• Demonstração dos Fluxos de Caixa.

• Demonstração do Valor Adicionado.

A Demonstração do Valor Adicionado não é obrigatória para as companhias fechadas, as sociedades limitadas e outras. Já a companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e publicação da Demonstração dos Fluxos de Caixa.

É importante mencionar que as demonstrações contábeis acima são relatórios padronizados que têm o objetivo de “[...] fornecer informações que sejam úteis na tomada de decisões e avaliações por parte dos usuários em geral, não tendo o propósito de atender a finalidade ou necessidade específica de determinados grupos de usuários” (CPC, 2012). Portanto, é de esperar que as demonstrações contábeis não forneçam todas as informações demandadas pelos usuários.

Ver todos os capítulos

8 Índices de Atividade

ePub Criptografado

Os índices de atividade, também chamados de índices do ciclo operacional, permitem que seja analisado o desempenho operacional da empresa e suas necessidades de investimento em giro (ASSAF NETO, 2015). Por meio dos prazos médios pode-se analisar o ciclo operacional e de caixa da entidade, “elementos fundamentais para a determinação de estratégias empresariais, tanto comerciais quanto financeiras, geralmente vitais para a determinação do fracasso ou do sucesso de uma empresa” (MATARAZZO, 2010, p. 260). Assim, antes de analisar os índices de prazos médios propriamente ditos, serão tecidas algumas considerações sobre ciclo operacional.

O ciclo operacional é composto pelas etapas operacionais utilizadas pela empresa no processo produtivo. Ou seja, é o período de tempo compreendido entre a compra da mercadoria ou matéria-prima até o recebimento do caixa resultante da venda do produto. Esse conceito tem o objetivo de proporcionar uma visão do tempo gasto pela entidade em cada fase do processo produtivo, bem como o volume de capital necessário para suportar financeiramente o prazo envolvido entre a aquisição da mercadoria e o recebimento da venda.

Ver todos os capítulos

1 Introdução

ePub Criptografado

Neste capítulo, serão discutidos conceitos importantes que possibilitarão ao leitor compreender o que é a Contabilidade, entender o que faz o profissional analista das demonstrações contábeis, reconhecer os principais usuários da informação contábil e suas necessidades informacionais e saber quais os atributos necessários a quem pretende realizar análise de demonstrações contábeis.

Para compreender os objetivos da análise de demonstrações contábeis e suas limitações, é necessário ter em mente o que é a Contabilidade e, principalmente, suas limitações. Para tanto, dois aspectos devem ser considerados: primeiro, a Contabilidade deve ser compreendida como modelo de representação da situação econômico-financeira de uma entidade; segundo, a existência de grande diversidade de usuários da informação contábil.

Martins, Diniz e Miranda (2018, p. 56) entendem que “a Contabilidade é um Modelo que procura representar o que vem ocorrendo com a empresa, mas modelo, por definição, é uma aproximação [simplificação] da realidade, nunca a própria realidade. Sempre estará mostrando algo de maneira mais simplificada do que de fato é, e estarão sempre faltando informações para se entender de forma completa o que está ocorrendo”. Em outras palavras, o que as demonstrações contábeis informam são partes da verdade acerca da realidade econômico-financeira da entidade. Apenas o que foi captado por meio das regras contábeis vigentes em dada época. São representações que procuram retratar a realidade, mas são sempre limitadas.

Ver todos os capítulos

3 Método de Análise das Demonstrações Contábeis

ePub Criptografado

As demonstrações financeiras tradicionais (Balanço Patrimonial e DRE) preparadas e divulgadas por uma empresa não têm, isoladamente, uma grande potencialidade para identificar suas forças e fraquezas. Essas demonstrações transmitem informações financeiras em termos absolutos que não são capazes de transmitir tudo o que é necessário ao analista. Além disso, nem todas as pessoas possuem o mesmo nível de conhecimento e experiência. Para obter informações relevantes sobre os pontos fracos e fortes de uma organização, a análise das demonstrações contábeis é indubitavelmente necessária, mas não é suficiente, e sem um conhecimento mínimo por parte do analista, pode até levar a equívocos. Nesse sentido, pode-se dizer que a análise das demonstrações contábeis é um conjunto de esforços sistemáticos para determinar, por parte de uma pessoa preparada, o significado e o sentido das demonstrações financeiras, com vistas a permitir a realização de previsão da liquidez, da solvência e da rentabilidade de uma entidade.

Ver todos os capítulos

4 Análise Horizontal e Análise Vertical

ePub Criptografado

Por meio das análises horizontal e vertical, é possível avaliar cada uma das contas ou grupo de contas das demonstrações contábeis de maneira rápida e simples, comparando as contas entre si e entre diferentes períodos. Isso é feito utilizando simplesmente o conceito matemático da regra de três simples. Essa técnica permite que se possa chegar a um nível de detalhes que outros instrumentos não permitem, pois é possível avaliar cada conta isoladamente.

A análise horizontal é um processo de análise temporal que permite verificar a evolução das contas individuais e também dos grupos de contas por meio de números-índices. Inicialmente é necessário estabelecer uma data-base, normalmente a demonstração mais antiga, que terá o valor-índice 100.1 Para encontrar os valores dos próximos anos, efetuamos a regra de três para cada ano, relacionado com a data-base, conforme apresentado no Quadro 10.

QUADRO 10 – Análise horizontal do Balanço Patrimonial da Cia. Grega

Como pode ser percebido, no Balanço Patrimonial da Cia. Grega, todos os valores do período “1” são iguais a 100, pois esse é o período tomado como base. Já os percentuais dos anos seguintes são obtidos por meio da regra de três. Tomando-se Contas a Receber, por exemplo, divide-se o valor $ 1.603 por $ 1.445 e multiplica-se por 100, obtém o índice 110,9. Da mesma forma, no período “3”; divide-se o valor $ 1.624 por $ 1.445 e multiplica-se por 100, obtém-se o índice 112,4.

Ver todos os capítulos

Anexo II — Tabela da distribuição normal

ePub Criptografado

Capítulo 3 Custo dos estoques

ePub Criptografado

Neste capítulo, você verá:

• Os principais custos que envolvem os estoques

• O modelo do lote econômico de compras e do lote econômico de fabricação

• O lote econômico de compras com custos diferenciados

• O impacto da variação dos custos no lote econômico de compra

• O processo decisório entre comprar ou fabricar um item de estoque

O problema de suprimento de bens duráveis ou perecíveis existe desde os primórdios da humanidade; porém, somente com a Revolução Industrial iniciou-se, efetivamente, uma administração mais científica da gestão dos estoques.

Embora o estoque de materiais seja indispensável para um perfeito funcionamento do processo de fabricação e o equacionamento da produção e das vendas de produtos, ele tem um custo. Custo que se desdobra em vários componentes e, dependendo do enfoque utilizado, o estoque pode ter objetivos conflitantes nos diversos órgãos da administração. Por exemplo, do ponto de vista financeiro, por um lado, o estoque tem um custo que representa um capital imobilizado na forma de materiais. Por outro lado, em muitas situações, ter estoques pode ser vantajoso, especialmente se estivermos em um ambiente especulativo, como é o caso das bolsas de valores, em que a compra e a venda de ações podem ser examinadas sob a ótica do custo e do risco de manter estoque de ações por determinado período para vendê-las mais tarde. A mesma situação ocorre com algum produto que poderá ser estocado e que fica à espera da alta de preços, fenômeno muito comum em época de inflação alta, quando os comerciantes escondem os produtos porque sabem que novas altas de preços serão anunciadas. Nessa situação, os estoques são mantidos com o caráter meramente especulativo.

Ver todos os capítulos

Carregar mais