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10 A estória do assabí: atividade vivencial em equipe

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To learn from their experience, teams

must create a conversational space

where members can reflect on and talk

about their experience together.*

Kayes, Kayes e Kolb1

Este capítulo apresenta um caso de ensino para aprendizagem de conceitos de sustentabilidade em decisões de negócios. O problema a ser resolvido é a decisão de exportar a polpa congelada da fruta assabí,* proveniente da floresta amazônica no Brasil, para uma grande rede de supermercados do Reino Unido. A resolução do problema será realizada por meio de uma atividade vivencial em equipe que consiste na simulação de um processo de decisão multicritério com múltiplos stakeholders. Na atividade, os estudantes devem representar o papel dos stakeholders e atuar de acordo com suas preferências. No caso, são definidos os interesses dos stakeholders, as alternativas para a negociação a partir da combinação de técnicas de manejo florestal com a aplicação de diferentes níveis de tecnologia, bem como indicadores que demonstram o desempenho econômico-financeiro e os impactos sociais e ambientais que serão gerados pela implantação de cada alternativa. A estruturação da atividade tem como base os fundamentos da Teoria de Aprendizado Vivencial (Experiential Learning Theory – ELT) e do aprendizado em equipe com elementos qualitativos da metodologia Multicritério de Apoio à Decisão (Multiple Criteria Decision Aid – MCDA). A atividade tem o potencial de oferecer uma contribuição prática e complementar no processo de ensino e aprendizagem em diversas disciplinas nos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Economia.

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6 Gamificação e Jogos para Educação

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Do you know what my favorite part of

the game is? The opportunity to play. *

Mike Singletary

Ensinar é um ato desafiante que envolve e necessita do engajamento de diversos aspectos para que seja efetuado com êxito. A escolha de estratégias pedagógicas pelo professor é ponto fundamental nesse contexto. Dentre os principais métodos de ensino, emergem a gamificação e os jogos para educação, especialmente porque o uso de elementos de jogos para ensinar pode estimular mais as novas gerações de estudantes a aprenderem, uma vez que os jogos, em particular os digitais, fazem parte do cotidiano desse público. A escolha pelo uso da gamificação e de jogos para educar não é tão óbvia, já que envolve uma série de competências e pontos a serem considerados.

Dessa forma, o objetivo deste capítulo é dar ao leitor e à leitora noções de base para utilização da gamificação e de jogos no ambiente educacional. Além de aspectos teóricos, este capítulo procura ilustrar a aplicabilidade da gamificação e dos jogos, sobretudo no contexto da educação superior da área de negócios. Apesar disso, julga-se que os exemplos podem ser reproduzidos no ensino de outras disciplinas. Ao final do capítulo, espera-se que o leitor e a leitora tenham compreendido os conceitos e as possíveis formas de usar a gamificação e os jogos na educação. Vamos lá?

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5 Portfólio: uma prosa criativa

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– Professora, mas o portfólio

serve para quê?

Estudante do curso de Letras

A intenção deste capítulo é assumir a prosa como uma “expressão natural da linguagem”, forma esta muito utilizada em nosso estado de Minas Gerais. O tema da prosa é o portfólio, um método de avaliação atual que pode criar possibilidades e, ao mesmo tempo, limitar uma práxis educativa. A indagação da estudante apresenta a problemática deste capítulo, que é responder à pergunta: qual a finalidade do portfólio? Portfólio parece ser agora a resolução dos problemas de avaliação no ensino, desde o fundamental até a pós-graduação. A partir do balizamento com a história da educação, devemos desconfiar de tudo que vira moda... A moda tem seu lugar, mas não na educação. Usar portfólio em sala de aula significa ser moderno? O objetivo deste capítulo é esclarecer essas questões para que nossa docência na Educação Superior possa ser entremeada de possibilidades educativas.

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11 Aprender a Ensinar: olhando para o papel da pós-graduação

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Feliz aquele que transfere o que

sabe e aprende o que ensina.

Cora Coralina

A pós-graduação stricto sensu tem como enfoque principal a formação para a atividade de pesquisa científica, não se dando, necessariamente, atenção ao preparo para a atividade de ensino.1,2,3,4,5 A ausência de preocupação para o exercício da função ocorre por se acreditar que quem sabe a técnica ou o conteúdo também sabe ensinar. Assim, o ensino muitas vezes é compreendido apenas como uma dimensão técnica do fazer do professor, algo que se aprende com base na prática e pode ser alimentado apenas pelo conhecimento dos conteúdos da área específica, pelas experiências vividas como aluno, ao contrário da atividade de pesquisa, na qual se reconhecem a importância e o valor da formação como caminho para alcançar o domínio de seus fundamentos teóricos, códigos e procedimentos.6 De tal maneira, em relação aos professores de Contabilidade, um estudo concluiu que o professor tem predominantemente uma formação prática e falta de preparação pedagógica, sendo a reflexão baseada em suas próprias formas de ensinar e aprender considerada um elemento-chave no processo de “aprender a ensinar”.7

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1 Design Thinking: fundamentos e aplicações na sala de aula

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A tarefa não é tanto ver aquilo

que ninguém viu, mas pensar o

que ninguém ainda pensou sobre

aquilo que todo mundo vê.

Arthur Schopenhauer

Podemos considerar o Design Thinking (DT) uma abordagem difundida na área dos negócios no Brasil. Inicialmente, foi bastante utilizado na busca por inovação em produtos, processos e serviços. No entanto, ao longo do tempo, sua utilização expandiu-se para a área educacional, e a abordagem, geralmente embasada por uma ou mais metodologias de educação, passou a fazer parte do currículo de escolas, universidades, programas de educação corporativa e escolas de negócios.

O DT é uma abordagem ancorada na perspectiva teórica do Human-Centered Design, ou Design Centrado no Humano (DCH), que se preocupa com a maneira pela qual as pessoas veem, interpretam e convivem com qualquer artefato que possa ser projetado por um designer, sejam eles produtos tangíveis, informações, identidades ou marcas.1

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2 Aprendizagem cooperativa no Ensino Superior: contribuições da Team-Based Learning (TBL)

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Nada de novo que seja realmente

interessante surge sem colaboração.

James Watson (Prêmio Nobel de Medicina)

As metodologias ativas agrupam estratégias de ensino e aprendizagem disponíveis aos educadores, dentre elas, a aprendizagem baseada em equipes, conhecida como Team--Based Learning (TBL).A TBL tem por objetivo criar oportunidades e proporcionar benefícios com a aplicação de atividades em pequenos grupos de aprendizagem, de modo a formar equipes de trabalho no mesmo espaço físico, ou seja, a sala de aula.

O método TBL assessora o professor no trabalho com a mobilidade do conhecimento do aluno, que é motivado a desenvolver novas habilidades, construídas conjuntamente pelas pessoas envolvidas. Convidamos o leitor a conhecer os princípios propostos pela TBL e como aplicá-la em sala de aula.

A TBL originou-se no final da década de 1970, nos cursos da área de gestão da Universidade de Oklahoma, como estratégia implementada pelo professor Larry Michaelsen para o atendimento de classes numerosas. Compreender a dinâmica de pequenos grupos e sua transformação em equipes de aprendizado de alto nível, por meio da TBL, foi objeto de seus esforços por um longo período.1 Esses esforços defendem a concepção de que o poder da TBL advém do nível de coesão e de confiança que pode ser desenvolvido dentro das equipes, a partir de um conjunto de princípios e práticas que são essenciais para esse processo de transformação.2

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4 Ensino Embasado na Estrutura Conceitual ( Framework Based Teaching)

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Eu ouço e esqueço. Eu vejo e lembro. Eu

faço e entendo.

Confúcio

O Ensino Embasado na Estrutura Conceitual (EEEC) relaciona os conceitos da Estrutura Conceitual (EC) às exigências das International Financial Reporting Standards (IFRS, as normas internacionais de contabilidade) daquilo que está sendo ensinado. Em outras palavras, o EEEC busca “erguer pontes”, de sorte a conectar a contabilização e os relatórios financeiros à lógica econômica dos recursos da entidade, das reivindicações (as demandas de recursos da entidade por contrapartes como fornecedores, empregados, governo, credores, investidores, entre outros) contra essa entidade e das alterações em seus recursos e reivindicações, assim como outras transações e eventos, e também traçar as relações entre os requerimentos específicos das normas contábeis em relação ao objetivo das demonstrações financeiras e os principais conceitos que fluem desse objetivo.

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3 Sala de Aula Invertida – Flipped Classroom

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O principal objetivo da educação é

criar pessoas capazes de fazer coisas

novas e não simplesmente repetir o

que as outras gerações fizeram.

Jean Piaget

A estratégia Sala de Aula Invertida ganhou corpo no ano de 2007, quando os professores de ciências Jonathan Bergmann e Aaron Sams1 resolveram aplicar uma técnica diferenciada para ensinar química aos seus alunos. Os professores observavam uma enorme dificuldade de aprendizagem dos alunos, ocasionada principalmente pelas faltas constantes às aulas, tendo em vista um contexto particular que enfrentavam na Woodland Park High School, no Colorado, nos Estados Unidos. A escola ficava situada em um ambiente considerado rural, o que atrasava a chegada dos alunos, especificamente quando tinham compromissos ligados ao esporte ou a outra atividade que praticavam.

As faltas constantes levavam os alunos a sempre questionar os professores sobre o que haviam perdido na última aula. Por entender que as faltas não eram culpa dos alunos, os professores acabavam repetindo as lições, para que eles pudessem ter total entendimento das lições anteriores e seguir para as próximas. Entretanto, esse processo de repetição tomava muito tempo dos professores. Na tentativa de resolver tal situação e otimizar o tempo, começaram a gravar suas aulas em vídeo e disponibilizar em um ambiente on-line. Assim, cada vez que um aluno viesse questionar sobre o que havia perdido na última aula, a orientação era visitar o website, assistir ao vídeo e, caso ainda restasse alguma dúvida, voltar a procurar os professores.

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7 Fórum e Lista de Discussão

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Aprender para nós é construir, reconstruir,

constatar para mudar, o que não se faz sem

abertura ao risco e à aventura do espírito.

Paulo Freire

Nas últimas décadas, o debate pedagógico centrou-se em tópicos como a mudança no perfil discente e a necessidade de adotar novas estratégias de ensino e do espaço temporal em que ocorre o processo de ensino-aprendizagem. As discussões suscitaram algumas modificações nas atitudes e práticas do professor e da professora, tornando-os mediadores da construção do conhecimento, contribuindo para uma postura mais ativa do corpo discente e modificando conceitos históricos sobre o uso excessivo de aulas expositivas.

As metodologias ativas têm surgido como estratégias ou técnicas que podem ser utilizadas para diminuir a passividade tradicional dos discentes nas aulas expositivas. Ou seja, elas provocam maior participação dos estudantes, trazendo-os para o papel de protagonista no processo de ensino-aprendizagem.

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8 Projetos Interdisciplinares

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A educação é um processo social, é

desenvolvimento. Não é a preparação

para a vida, é a própria vida.

John Dewey

Um pouco de história: no segundo semestre de 2013, uma das autoras deste capítulo foi alocada para lecionar a disciplina Introdução ao Marketing para os alunos do primeiro ano do curso de graduação em Administração da FEA-USP e, logo em seguida, convidada pela então vice-coordenadora do curso a participar do Trabalho Interdisciplinar que ela estava criando e aplicando em uma das turmas. Tratava-se de uma nova proposta curricular, que visava integrar os conhecimentos de diferentes disciplinas e mostrar ao aluno que, em uma organização, é necessário enxergar os problemas e pensar nas soluções de forma mais holística, e não de forma “departamentalizada”.

Muitas vezes, nos cursos de Administração (e certamente o mesmo ocorre em diferentes áreas do conhecimento), as disciplinas são divididas de forma similar ao que ocorre nas organizações, em áreas ou setores como marketing, finanças, gestão de pessoas, operações etc. É fácil compreender de onde vem a lógica dessa divisão e seu uso, especialmente no ensino de conceitos mais básicos. No entanto, a realidade do dia a dia das organizações mostra que seus funcionários, nos diversos cargos e funções, lidam com problemas “interdepartamentais”, ou seja, problemas cujas soluções são desenvolvidas e implementadas em conjunto com mais de um departamento. Assim, mesmo em estágios iniciais do curso, é possível mostrar aos alunos as conexões entre as diferentes áreas de conhecimento e como eles podem potencializar suas ações ao combinar as distintas visões.

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9 O Ensino e a Revolução Digital: o uso do celular em sala

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Frente às novas tecnologias não cabem

nem repulsa, nem encantamento, mas

posição de educador: crítica e autocrítica.

Demo1

Você consegue ficar um dia inteiro sem olhar o celular? Talvez essa pergunta lhe cause surpresa, mas muitos rapidamente poderiam dizer “Claro, somente um dia é possível!”. Outros diriam que “Algumas horas já seriam uma dificuldade imensa”. Em grande parte, sua resposta poderá ser fortemente influenciada pela sua idade e pela sua relação com a tecnologia.2

Quando falamos no ambiente universitário, notamos estudantes que, ao chegar na universidade, enquanto caminham para a sala, já com o celular em mãos, vão acompanhando as redes sociais, lendo notícias, enviando mensagens etc. Durante a aula, por vezes até inconscientemente, os alunos retiram o celular do bolso para novamente verificar o que está acontecendo no mundo on-line. Muitos até mesmo para checar a hora, pois dependem do celular para isso, já não usam mais relógios de pulso.

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0 E agora, José? Metodologias em tempos de crise: ventos da mudança ou tsunami on-line

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E agora, José?

A festa acabou,

a luz apagou,

o povo sumiu,

a noite esfriou,

e agora, José?

e agora, você?

você que é sem nome,

que zomba dos outros,

você que faz versos,

que ama, protesta?

e agora, José?

Carlos Drummond de Andrade

Estamos sempre cientes da impermanência da vida, tudo muda a todo tempo, sempre foi assim e sempre será. Contudo, no início de 2020, vimos o mundo todo mudar de uma forma poucas vezes vista pela maior parte dos países em toda a história. Uma pandemia isolou países, estados, cidades e pessoas. O distanciamento social restringiu os abraços para apenas aquelas pessoas que moram conosco, na nossa residência. Nosso contato social tornou-se mais on-line, mais virtual, mas nem menos humano por causa disso. Ainda há amor, carinho, sentimentos de todos os tipos sendo expressos por voz, vídeo e emoticons.

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Capítulo 7 Execução da Estratégia E Avaliação do Desempenho

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■ Indicar os principais passos para a execução estratégica.

■ Apresentar a mudança como desafio e oportunidade para a inovação.

■ Descrever como ocorre o aprendizado organizacional.

■ Mostrar a importância da informação no desempenho organizacional.

■ Explicar o conhecimento corporativo e sua importância para o sucesso organizacional.

■ Mostrar os principais indicadores da eficácia organizacional.

■ Execução da estratégia.

■ Liderança estratégica.

■ Os desafios da execução estratégica.

■ O espírito empreendedor.

■ Empreendedorismo corporativo.

■ Empreendedorismo e inovação.

■ Gestão do desempenho organizacional.

Balanced scorecard como ferramenta de gestão estratégica.

■ Controle estratégico.

Da boa formulação estratégica depende o sucesso do planejamento estratégico. Mas, quase sempre ela não é concretizada e nem chega a acontecer, por falhas em sua execução e avaliação. Por melhor que a estratégia seja formulada, se a sua execução não for cuidadosamente implementada, a estratégia não será bem-sucedida. E a formulação estratégica vai acabar no fundo da gaveta ou no arquivo morto da empresa. A execução da estratégia requer o comprometimento de todos dentro da organização e deve ser uma tarefa de todas as pessoas na organização – desde o presidente até a base da organização – e deve fazer parte integrante das tarefas cotidianas de todos na organização.

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Capítulo 6 Implementação do Plano Estratégico

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■ Entender como e por que desenvolver o alinhamento organizacional.

■ Comparar e avaliar os modelos de alinhamento organizacional.

■ Saber como criar um alinhamento das unidades de negócio.

■ Salientar o papel da liderança estratégica nos dias atuais.

■ Alinhamento organizacional.

■ Resistência às mudanças.

■ Processo de definição de objetivos.

■ Teoria dos stakeholders.

■ Elaboração de estratégias.

■ Modelos estratégicos.

■ Sistema de atividades.

■ Avaliação da estratégia organizacional.

■ Eficácia organizacional.

A execução do planejamento estratégico não pode ser feita sem prévia preparação e implementação para que as decisões e ações sejam bem engajadas, desempenhadas, conjugadas e alicerçadas para se obter os resultados desejados ou até mesmo ultrapassá-los.

Implementação estratégica – o desafio da mudança organizacional: a implementação do plano estratégico se constitui numa série de passos preliminares para a execução da estratégia. Representa uma preparação prévia em termos de dotação de recursos e competências para que a execução seja não somente possível, mas eficiente e eficaz sob todos os ângulos, e se refere ao encaminhamento das ações a serem seguidas para a sua consecução.

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Capítulo 4 Diagnóstico Estratégico Externo E Interno

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■ Entender e analisar o macroambiente.

■ Identificar as forças competitivas e como elas influenciam a organização.

■ Entender e analisar o microambiente e o relacionamento com ele.

■ Diagnóstico estratégico externo.

■ Construção de cenários.

■ Conhecimento do ambiente relacional ou microambiente.

■ Diagnóstico estratégico interno.

■ Arquitetura organizacional.

■ Novos modelos de negócios.

Toda organização opera continuamente em um ambiente que a circunda e envolve. O ambiente constitui o conjunto de todas as demais organizações e de todos os fatores externos que provocam influências sobre a organização. Como o ambiente é dinâmico e intensamente mutável, qualquer alteração nos fatores ambientais pode impactar a organização. O intercâmbio constante entre organização e ambiente faz com que ela tenha de funcionar como um sistema aberto em constantes transações com o seu mutável ambiente.

Assim, os gestores das organizações precisam conhecer e selecionar, dentro de uma infinidade de dados e informações, aqueles fatores que são potencialmente significativos e relevantes – e perceber como eles impactam e impactarão os negócios e os empreendimentos e tomar as decisões estratégicas apropriadas a partir desse conhecimento estratégico alcançado.

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