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8 Estrutura de Capital

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O objetivo de discutir estrutura de capital em avaliação de empresas é verificar se existe uma estrutura de capital que resulte em um custo de capital (WACC) mais baixo e, consequentemente, em um firm value mais alto.

Como o WACC é uma média ponderada do custo de cada componente do capital, pode-se imaginar que seja possível minimizá-lo. Isso porque o custo de capital dos credores é menor do que o custo de capital dos acionistas. Consequentemente, pode-se imaginar que financiar o capital com uma parcela maior de dívida reduza a média (WACC). Se esse raciocínio simples refletisse a realidade, a melhor estrutura de capital seria aquela com 100% de dívida.

Para exemplificar, vamos considerar uma empresa que tenha 20% de seu capital financiado por dívida a um custo de 7,2%, uma alíquota de imposto (t) de 34% e um fluxo de caixa para os investidores de R$ 100,0 para sempre. Considere que os parâmetros gerais para o CAPM sejam rf = 7,0% e pm = 6,5% e que o beta seja 0,99.

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16 Gestão de conflitos

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Conflitos são inerentes às relações humanas. No mundo das organizações, há terreno fértil para conflitos – dentro de cada organização e entre elas. Conflitos podem ser positivos e produzir novas ideias ou podem ser destrutivos. Lidar com conflitos é responsabilidade dos gestores.

Gestão de conflitos é o tema deste capítulo.

Veja na Figura 16.1 como o conteúdo deste capítulo se relaciona com as competências estudadas no Capítulo 1.

Figura 16.1 Competências relacionadas a este capítulo.

Ao completar este capítulo, você estará preparado para explicar e utilizar os seguintes conceitos, ferramentas e informações:

• Natureza e impacto dos conflitos nas organizações.

• Níveis de conflito – o processo de escalada do conflito.

• Classificação dos conflitos.

• Estratégias para lidar com conflitos.

Conflito é uma situação em que há pelo menos dois lados em oposição (Figura 16.2). Os lados podem ser indivíduos ou grupos. Uma partida de futebol não é conflito, apenas uma competição planejada. Brigas entre torcidas são conflitos.

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3 Mercados Financeiros

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3.1 Mercados

3.1.1 Classificação

3.1.2 Participantes

3.2 Ativos ou produtos

3.2.1 Classificação

3.2.2 Ativos de renda fixa

3.2.3 Ativos de renda variável

3.3 Fundos de investimento

3.4 Tendências

3.4.1 Desregulamentação

3.4.2 Desintermediação

3.4.3 Securitização ou titularização

3.4.4 Inovação financeira

3.4.5 Globalização

Questões para consolidação

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Anexo A ISO 9001: Conceitos Básicos e Implementação

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ANEXO A

ISO 9001: Conceitos Básicos e Implementação

Luiz Carlos Becker Jr., MSc. e Sidney Teylor de Oliveira, DSc.

De forma geral, as organizações convivem com problemas ou resultados indesejáveis, que geram grande variabilidade em seus processos, muitos dos quais não estão sob controle ou não são previsíveis. Dessa forma, convivem com custos e índices de perdas elevados e, como consequência, reclamações e insatisfações de clientes. Considerando que quem “estabelece” o preço é o mercado, sem redução de custos e aumento de eficácia e eficiência não há condição de manter competitividade.

A International Organization for Standardization (ISO)1 organização internacional, com sede em Genebra, na Suíça, fundada em 1947, que tem como objetivo o desenvolvimento de normas técnicas para aplicação mundial, sob a responsabilidade do Comitê Técnico ISO/TC 176 – Garantia da Qualidade – desenvolveu as normas da série 9000, em 1987. Estas normas representam o resultado do esforço de representantes de diversos países, incluindo o Brasil, representado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que buscaram interpretar e dar forma ao conceito de Sistema de Gestão da Qualidade. Atualmente, com a versão de 2015, ganha importância na medida em que aprofunda a compreensão sobre diversas dimensões que impactam a gestão das organizações com foco na satisfação dos clientes.

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6 Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)

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Iniciou com a Lei no 5.107, de 13-9-1966; revogada pela Lei no 7.839, de 12-10-1989, sendo revogado pela Lei atual.

A Lei no 8.036, de 11 de maio de 1990, revoga expressamente a Lei no 7.839/1989.

Segundo a Constituição Federal, é direito dos trabalhadores urbanos e rurais: Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Art. 7, III da CF, extensivo ao trabalhador doméstico – Lei complementar 150 de 1o/6/2015, artigos 21 e 22.

Lei no 8036, de 11/5/1990 e Lei Complementar no 150, de 1o-6-2015, encontram-se no site: www.planalto.gov.br.

DECRETO No 99.684, DE 8 DE NOVEMBRO DE 1990 – DOU de 12-11-1990, que consolidou as normas regulamentares do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS. Encontra-se no site: www.planalto.gov.br.

Instrução Normativa no 99, de 23-8-2012 – DOU de 24-8-2012, que dispõe sobre fiscalização do FGTS e contribuições sociais instituídas pela Lei Complementar no 110, de 29-6-2001, encontra-se no site: www.mte.gov.br.

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9 Outras Ações para o Desenvolvimento Sustentável

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Elencamos neste capítulo outros temas e ações importantes em torno do desenvolvimento sustentável. Apesar de merecerem abordagens mais profundas ou capítulos individuais, optamos neste momento em fazer uma explanação breve.1

A primeira grande reunião da ONU para discutir as questões ambientais e sociais em nível global, hoje conhecida como a “Conferência de Estocolmo-72”, foi realizada entre os dias 5 e 16 de junho de 1972 na capital da Suécia e, embora não tenha sido possível estabelecer acordos concretos, houve dois destaques: foi concebido um documento político chamado “Declaração da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano”2 e se constituiu uma Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (WCED – sigla do inglês World Commission on Environment and Development).

No início da década de 1980, essa Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente, chefiada pela primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, retomou os debates sobre as questões ambientais e, em 1987, concluiu o que hoje conhecemos como Relatório Brundtland ou “Nosso Futuro Comum” (BRUNDTLAND/ONU, 1987) e propôs um novo conceito sobre Desenvolvimento Sustentável:

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Capítulo 2 Administração Científica: Arrumando o Chão da Fábrica

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Mostrar os fundamentos da Administração Científica.

■ Identificar a ênfase na tarefa e nos meios (métodos e processos de trabalho) e na busca da eficiência (a melhor maneira de fazer um trabalho).

■ Indicar a mudança das atitudes e comportamentos em função da Administração Científica.

■ Identificar as limitações e restrições da Administração Científica.

O QUE VEREMOS ADIANTE

■ A obra de Taylor.

■ Administração como ciência.

■ Organização racional do trabalho.

■ Princípios da Administração Científica.

■ Apreciação crítica da Administração Científica.

■ Conclusões.

CASO INTRODUTÓRIO

Tecno Componentes

Estevão Marques recebeu uma incrível notícia da diretoria da Tecno Componentes: sua promoção ao cargo de Gerente de Produção. A empresa dedica-se à produção de materiais elétricos e está perdendo mercado devido aos seus elevados custos industriais e à consequente perda de competitividade. Como Estevão poderia planejar seu trabalho?

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Capítulo 8 Teoria de Sistemas

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Proporcionar uma visão sistêmica das organizações.

■ Introduzir os conceitos de sistemas e suas aplicações à Administração.

■ Definir o conceito de sistema aberto e seu intercâmbio com o ambiente.

■ Discutir a abordagem sistêmica de Katz e Kahn.

■ Discutir a abordagem sociotécnica de Tavistock.

■ Apresentar uma apreciação crítica da Teoria de Sistemas.

O QUE VEREMOS ADIANTE

Origens da Teoria de Sistemas.

Conceito de sistemas.

O sistema aberto.

A organização como um sistema aberto.

Características da organização como um sistema aberto.

Modelos de organização.

Apreciação crítica da Teoria de Sistemas.

CASO INTRODUTÓRIO

MasterPeças

Maria Amália está muito ligada à revolução que está varrendo o mundo empresarial em busca da competitividade. Ela é a Diretora Executiva da MasterPeças, empresa dedicada à produção e comercialização de peças e componentes para carros. Nos últimos cinco anos, Maria Amália comandou um processo de reorganização da empresa no sentido de tirar as gorduras (muita gente e muitos recursos) que se acumularam em seus processos de negócios e aumentar a eficácia e competitividade da empresa. Para tanto, precisa enfatizar a visão sistêmica do negócio e buscar maior integração entre os departamentos e aumentar a agilidade na criação e oferta de novos produtos. Como você poderia ajudá-la?

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6. O Reconhecimento de Receitas e os Contratos do Tipo Bill-And-Hold à Luz do Pronunciamento Tçcnico CPC nº 47

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O Pronunciamento Técnico CPC no 47 (Receita de Contrato com Cliente), norma contábil brasileira correspondente ao IFRS 15 do International Accounting Standards Board (IASB), entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2018. Após mais de um ano de vigência, sua aplicação ainda suscita discussões e controvérsias, não apenas na área contábil, mas, especialmente, no que diz respeito ao tratamento tributário a ser aplicado aos registros contábeis das receitas de vendas de mercadorias e prestação de serviços.

O presente capítulo pretende examinar, inicialmente, o tratamento contábil previsto no Pronunciamento Técnico CPC no 47 para as receitas decorrentes das obrigações de performance, com ênfase nos contratos do tipo bill-and-hold.1 Para tanto, serão examinados os aspectos gerais da nova regra contábil, os critérios para a identificação do contrato e das obrigações de performance, as etapas de reconhecimento e mensuração de receitas, bem como o procedimento a ser seguido para a alocação das receitas relacionadas às contraprestações correspondentes.

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6 Bases da produção enxuta

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Certamente, você já ouviu falar em produção enxuta. É uma forma de designar o desempenho do Sistema Toyota de Produção e, por extensão, o modelo japonês de gestão de atividades produtivas. Para chegar ao conceito de produção enxuta, precisamos estudar formas de medir e avaliar o desempenho operacional. É o que faremos neste capítulo. Ao completar o estudo deste capítulo, você estará preparado para explicar e utilizar os seguintes conceitos, ferramentas e informações:

• Critérios de mensuração e avaliação do desempenho operacional das organizações: eficiência, eficácia e competitividade.

• Agregação de valor e desperdício.

• Indicadores para utilizar os conceitos de produção enxuta.

Veja na Figura 6.1 como o conteúdo deste capítulo se relaciona com as competências estudadas no Capítulo 1.

Figura 6.1 Competências relacionadas a este capítulo.

Eficiência, a medida de utilização dos recursos, e eficácia, a medida de realização dos objetivos, são os dois critérios básicos para avaliar o desempenho das organizações. Algumas organizações, além de eficientes e eficazes, precisam também ser competitivas, porque enfrentam outras organizações que perseguem os mesmos objetivos.

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10 Estudo do Ativo Circulante e dos Fluxos de Fundos

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Este capítulo objetiva estudar o ativo circulante e os fluxos financeiros de uma empresa como requisito indispensável para a avaliação de sua posição financeira.

Nesse aspecto, é importante para o analista a compreensão mais ampla do conceito de capital circulante (de giro) líquido, partindo-se não da simples diferença aritmética entre ativo e passivo circulantes, mas do nível de recursos permanentes aplicados a curto prazo. Esse conhecimento é aplicado não só para uma avaliação melhor da liquidez da empresa, mas também para uma visualização mais adequada de sua posição de equilíbrio financeiro.

De forma idêntica, o capítulo aborda o relacionamento entre os diversos fluxos de fundos da empresa, e a integração que se verifica entre os mesmos. Esse estudo permite que o analista identifique mais claramente as razões que justificam as alterações no capital circulante líquido e no caixa da empresa, diante de determinado nível de resultados apurado.

O Ativo Circulante (AC), também denominado Capital de Giro (CG) ou Capital Circulante (CC), constitui-se no grupo de maior liquidez que se apresenta no ativo da empresa, afetando e sendo afetado, significativamente, por suas atividades operacionais.

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9 Empregado Doméstico

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O artigo 7o, parágrafo único da Constituição Federal, com a Emenda Constitucional no 72/2013, preceitua:

“São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VII, VIII, X, XIII, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XXI, XXII, XXIV, XXVI, XXX, XXXI e XXXIII e, atendidas as condições estabelecidas em lei e observada a simplificação do cumprimento das obrigações tributárias, principais e acessórias, decorrentes da relação de trabalho e suas peculiaridades, os previstos nos incisos I, II, III, IX, XII, XXV e XXVIII, bem como a sua integração à previdência social”.

É considerado empregado doméstico aquele que presta serviço de natureza contínua a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividade sem fins lucrativos ou de natureza não econômica.

Aos empregados domésticos não se aplicam as normas da CLT.

É considerado trabalhador doméstico aquele que presta serviço de natureza contínua a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividade sem fins lucrativos ou de natureza não econômica.

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9 Demonstração dos Fluxos de Caixa

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A Demonstração do Resultado oferece uma visão extraordinária do desempenho da empresa, mas, por causa do Regime de Competência, esse resultado não corresponde necessariamente às movimentações do caixa no período. No longo prazo, o resultado irá fechar com o caixa, já que o lucro é o dinheiro a mais que se obtém com relação ao dinheiro investido. Entretanto, como os resultados são apurados em períodos menores, em cada um desses períodos existe, sempre, uma diferença entre o resultado e o fluxo de caixa.

Além do mais, há movimentações, de caixa, que não correspondem nem a receitas nem a despesas, como: o dinheiro tomado emprestado, as aplicações em outras empresas, os pagamentos de dívidas, o capital novo recebido dos sócios, a distribuição de resultados, a aquisição de novos ativos imobilizados, a venda de participações societárias, a venda de ativos usados etc.

Por isso, a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) é apresentada em três subdivisões:

1. Fluxo de caixa das Atividades Operacionais;

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4 Custo de Capital Próprio

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Uma empresa pode financiar seus investimentos através de recursos próprios – obtidos por emissões de novas ações e retenção de lucros – e recursos de terceiros – identificados em empréstimos e financiamentos. Apesar de poder financiar-se integralmente através de capital próprio, a empresa costuma alavancar seus investimentos pela utilização de recursos de terceiros. Uma importante razão para o uso de dívidas em sua estrutura de capital é seu menor custo financeiro em relação ao capital próprio, mais oneroso.

Todas as fontes de recursos embutem um custo de oportunidade, representado pelo retorno mínimo exigido pelos proprietários de capital (investidores). O investidor de capital próprio (acionista) assume maior risco em relação ao credor exigindo, em consequência, maior taxa de retorno do investimento.

Toda empresa deve demonstrar aos acionistas capacidade em apurar uma taxa de retorno da aplicação dos recursos próprios superior, para gerar riqueza econômica, ou igual, visando manter a riqueza, à taxa mínima de atratividade exigida.

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4 Definições preliminares do planejamento estratégico

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O objetivo deste capítulo é desenvolver, junto com o leitor e por meio de exemplos práticos de empresas nacionais, os conceitos das principais diretrizes organizacionais para a elaboração do planejamento estratégico, considerando a cultura da organização. O planejamento estratégico, inserido em um modelo de gestão estratégica, deve ser considerado como um meio e não um fim para que a organização possa atingir seus resultados. Para o desenvolvimento deste planejamento é importante que exista uma sinergia entre as diretrizes estratégicas (propósito, missão, visão e valores), a fim de que seja possível construir um plano consistente. O propósito (motivo da existência da organização) alinhado com a missão (qual a diretriz para seu negócio) e a visão (onde a organização pretende chegar no futuro) devem estar intimamente conectados aos seus valores (princípios que irão nortear a organização ao longo de sua existência). Estes valores, agregados aos artefatos, ritos e heróis, são conhecidos como componentes que formam a cultura organizacional, e esta pode ser um fator facilitador ou restritivo de mudanças para a implementação das estratégias.

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