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8.6 Programa de Recuperação Fiscal (Refis) —Possibilidade de opção pelo lucro presumido

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No lucro presumido, para Crepaldi,4 o detalhamento das informações é menor, pois o cálculo dos tributos é, de certa forma, “simplificado”, não exigindo da empresa controles internos demasiadamente complexos.

A contabilidade da empresa, no regime de tributação pelo lucro real, providencia as informações por meio de arquivos eletrônicos, como o SPED. A apuração do IRPJ pelo lucro real é mais comumente feita por médios e grandes contribuintes, dada a sua relativa onerosidade, pois os controles contábeis exigidos são mais amplos que os demais sistemas de tributação (lucro presumido, arbitrado ou Simples). À opção do contribuinte, a adoção do lucro real pode ser mediante estimativa (recolhimento mensal) ou por trimestre.

8.6 Programa de Recuperação Fiscal (Refis) —

Possibilidade de opção pelo lucro presumido

As empresas referidas nos itens I, III, IV e V, que aderiram ao Programa de Recuperação

Fiscal (Refis), de que trata a Lei n. 9.964/2000, poderão optar, durante o período em que ficaram submetidas ao Refis, pelo regime de tributação com base no lucro presumido

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2 - Visão Sistêmica de Transportes

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Visão Sistêmica de

Transportes

DIAS.indb 37

2

09/11/2016 15:41:56

Síntese do Capítulo

Neste capítulo, você vai conhecer os principais modais de transporte, os benefícios e as dificuldades operacionais de cada um, a realidade atual do sistema de transporte brasileiro e a importância e a concentração do transporte rodoviário na movimentação de cargas.

Objetivos

•• Compreender a distribuição dos modais de transporte na estrutura logística brasileira.

Como decidir pelo uso de cada modal de acordo com a necessidade de transporte de cada tipo de carga.

•• Conhecer os princípios e a utilização dos transportes aquaviário, ferroviário, aéreo e rodoviário.

DIAS.indb 38

09/11/2016 15:41:56

Visão Sistêmica de Transportes

2.1 Introdução e modos de transporte

Anteriormente à Revolução Industrial, os transportes eram lentos e pouco seguros.

Os fluxos comerciais, as trocas, a compra e venda de produtos eram muito limitados. A evolução dos transportes tem sido tão rápida que quase podemos afirmar que estamos vencendo distâncias, o que dá a impressão de que a distância física diminuiu ou que o mundo encolheu, ou que o mundo é plano.

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1 - INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO RACIONAL NA NEGOCIAÇÃO

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Todos negociam.

Enquanto muitos consideram a negociação algo que ocorre somente entre um comprador e um vendedor, ou entre um sindicato e a gerência de uma empresa, em suas várias formas a negociação é usada todos os dias para resolver diferenças e para distribuir recursos. Ela ocorre entre todos os tipos de pessoas

– amigos, marido e mulher, crianças, vizinhos, estranhos, entidades empresariais e até mesmo entre nações. Algumas negociações ocorrem todos os dias, muitas vezes até dentro de uma mesma empresa.

Pense em todas as vezes que você negocia. O que poderia ser mais central a uma empresa do que a negociação? E o que poderia ser mais central a uma negociação bem-sucedida do que descartar suas ilusões sobre ela e, dali por diante, negociar racionalmente e com eficácia? Este livro lhe ensinará como fazer exatamente isso.

Negociar racionalmente significa tomar as melhores decisões para maximizar seus interesses. Contudo, não estamos preocupados em “receber o sim”.1

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11. O valor da empresa

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11

O valor da empresa

“Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo...”

Drummond

11.1  Objetivos do capítulo

O primeiro capítulo deste livro conceituou as Finanças, destacando suas principais decisões e conflitos. Em linhas gerais, o maior objetivo da administração financeira consiste em tomar decisões que aumentem o valor da empresa.

A análise da decisão financeira poderia ser feita com base em três etapas distintas. Na primeira etapa projetam-se os fluxos de caixa. Na segunda, calcula-se o custo médio ponderado dos financiamentos. Por fim, aplicam-se técnicas com o objetivo de verificar se a decisão cria valor ou não. Das técnicas, destaca-se o uso do valor presente líquido, igual à soma de todos os fluxos de caixa na data zero.

Quando um projeto é analisado, um horizonte temporal de análise é previamente definido. Neste horizonte, os fluxos são projetados e, posteriormente, trazidos a valor presente. Aplicando raciocínio análogo, pode-se usar os fluxos de caixa descontados para avaliar empresas. Porém, ao contrário do projeto com horizonte de vida definido, a empresa pode ter vida e fluxos de caixa eternos ou quase eternos. A metodologia de desconto de fluxos de caixa empregada no cálculo do VPL precisa ser ajustada.

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Capítulo Doze: Grupos Formais e Informais

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Capítulo Doze

Grupos Formais e

Informais

Algumas mudanças aparentemente simples no modo como as equipes da alta administração estabelecem as prioridades e estruturam as reuniões podem fazer enorme diferença na sua eficiência e na sua eficácia.

Michael C. Mankins1

Quando os grupos principais de uma organização funcionam bem, a organização inteira move-se naturalmente de forma suave na direção de níveis mais elevados de desempenho, responsabilidade e criatividade.

Art Kleiner2

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

COMPREENDER

A dinâmica dos grupos.

A natureza e os efeitos dos grupos informais.

Os líderes informais.

As diferenças entre os papéis de liderança social e liderança de tarefas.

As técnicas de brainstorming, nominal, Delphi e dialética.

Os pontos fracos das reuniões de grupo.

Quando Bill Smith graduou-se no curso de Engenharia e juntou-se ao laboratório de uma grande companhia manufatureira, recebeu a incumbência de supervisionar quatro técnicos de laboratório que analisavam amostras da produção. Ele os supervisionava em alguns aspectos. Em outros, era restringido pelo próprio grupo, o que era muito frustrante para Bill.

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2 - AS FERRAMENTAS DO COACHING

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2

AS FERRAMENTAS

DO COACHING

Prova__Final_Marion_Manual_de_coaching.indb 53

19/01/2017 18:46:00

2

As ferramentas do coaching

2.1 Perguntas eficazes

“Comandar ou fazer perguntas fechadas evita com que as pessoas tenham que pensar. Já fazer perguntas abertas levam-nas a pensarem por si mesmas.”

John Whitmore

2.1.1 A natureza das perguntas

POR QUE PERGUNTAR?

Por que usar perguntas se é muito mais rápido e prático fazer uma recomendação?

De maneira simplificada, são as perguntas que têm o poder de nos fazer pensar, nos levam a respostas em que realmente acreditamos e nos motivam a agirmos.

Um processo de mudança não se reduz a ter uma resposta, mas também a estar motivado a agir. As perguntas, e não as respostas, são as grandes geradoras de autoconsciência e autorresponsabilidade. Por isso, as perguntas são a forma primária de comunicação no coaching.

A arte de fazer perguntas é uma das grandes habilidades do coach. Qualquer tipo de pergunta? Não, no coaching buscamos desenvolver a assertividade ou eficácia de colocar um tipo de pergunta na hora certa. Sim, buscamos perguntas eficazes.

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1 - O desafio

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1

Miranda.indb 1

O desafio

7/6/18 10:52 AM

Capítulo 1

Ainda faltava meia hora para o início da aula quando Paulo adentrou a sala. Imaginava que seria o primeiro a chegar, mas percebeu que Isa já estava lá, estudando.

– Muito “Caxias” esta minha amiga!

– Olá, Paulo! Luís Alves de Lima e Silva, o duque de Caxias, não dormia e, muitas vezes, nem comia. Passava noites a fio trabalhando e, por isso, virou sinônimo de trabalho árduo. Mas esse não é o meu caso. Como você está?

Paulo riu. Sabia o quanto Isa apreciava destrinchar expressões e ditados populares.

Era mesmo uma pessoa única!

– Muito bem! E você? Temos prova hoje? Já está estudando...

– Hoje não, mas na próxima semana, sim.

– Então relaxa, ainda temos muito tempo! E você não precisa se preocupar mesmo.Você tem a maior média da sala!!!

– Sim, mas eu quero ganhar aquela bolsa de pós-graduação... Como você sabe, para ganhá-la, terei que ter a maior média ao final do curso, não só da sala, ou da faculdade, mas sim de todo o estado...

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39 - Participações societárias

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Participações societárias

OBJETIVO DO CAPÍTULO:

Apresentar o tratamento fiscal dado às participações societárias a partir da legislação contábil-societária, com integração com a Lei no 12.973/14.

No final do capítulo, será possível: a. Distinguir o tratamento fiscal dado às participações societárias, entre os investimentos avaliados ao custo e aqueles avaliados pelo método de equivalência patrimonial. b. Separar o investimento e a parcela do ágio referente a avaliação individual de ativos ou passivos pelo valor justo do ágio não identificado

(goodwill). c. Amortizar o ágio conforme os princípios de contabilidade, diferenciando a amortização contábil da permissão de dedução nas bases de IR e CSLL.

PEGAS.indb 547

3/16/17 5:31 PM

548

Capítulo 39

ativos líquidos da investida. O resultado do período do investidor deve incluir a parte que lhe cabe nos resultados gerados pela investida.

39.1 CRESCIMENTO NAS AQUISIÇÕES DE

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Capítulo 19. Planejamento Financeiro de Curto Prazo

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19

Planejamento

Financeiro de Curto

Prazo

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Prever fluxos de caixa e necessidades de financiamento de curto prazo

◗ Compreender o princípio de correspondência entre necessidades de curto prazo e fontes de financiamento de curto prazo

◗ Conhecer os tipos de empréstimos bancários e seus tradeoffs

notação

EAR

taxa efetiva anual

APR

taxa percentual anual

◗ Compreender o uso de notas comerciais como uma alternativa ao financiamento bancário

◗ Utilizar financiamento garantido por contas a receber ou estoque

◗ Saber como criar um plano financeiro de curto prazo

ENTREVISTA COM

University of Maryland, 2007

“Tenho que ser proativa, reduzindo os problemas, identificando rapidamente questões centrais e estratégias potenciais, e fornecendo recomendações e soluções”.

Teresa Wendt, Lockheed Martin

Depois de se formar pelo College Park da University of Maryland, em 2007, com bacharelado em finanças, Teresa

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8 - PIS e COFINS: regime não cumulativo

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CAPÍTULO

8

PIS e COFINS: regime não cumulativo

Este capítulo aborda a apuração das contribuições para o PIS/PASEP e para o

Financiamento da Seguridade Social (COFINS) sob o regime não cumulativo. O capítulo se inicia com a vinculação da sistemática de apuração das contribuições para PIS/

PASEP e COFINS com a sistemática de apuração do IRPJ; prossegue com informações sobre alíquota do PIS/PASEP e COFINS, crédito presumido, período de apuração, data de vencimento, compensação de retenção na fonte e base de cálculo desses tributos; e conclui apresentando método de registro e controle contábil em contas de PIS/PASEP e

COFINS a recuperar e a recolher.

Objetivos de aprendizagem

Após estudar este capítulo, você deverá ser capaz de:

1. compreender o vínculo do regime de apuração das contribuições para PIS/PASEP e COFINS com a sistemática de apuração do IRPJ;

2. compreender a não cumulatividade do PIS;

3. apurar a base de cálculo do PIS não cumulativo;

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Glossário

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Glossário

AMARU.indb 421

5/5/17 8:31 AM

422

Glossário

Abordagem. Ver enfoque.

Adaptação sensitiva. Processo de adaptação da percepção a variações nos estímulos. Sensitive adaptation.

Administração. Processo de tomar e colocar em prática decisões sobre objetivos e utilização de recursos. Gerência, gerenciamento, gestão, manejo. Management.

Administração científica. Conjunto de princípios e técnicas orientados para o aumento da eficiência do processo produtivo, por meio da observação sistemática e do aprimoramento dos métodos de trabalho; movimento com o mesmo nome que promoveu esses princípios e técnicas e sua aplicação. Scientific management.

Administração estratégica. Processo de planejar, implementar, controlar e avaliar estratégias.

Administração por objetivos. Técnica ou princípio de administração que consiste em definir, de maneira participativa, os resultados esperados do ocupante de um cargo ou de uma divisão (e mesmo de toda a organização) e controlar os resultados efetivos, sem interferir no dia a dia das atividades do cargo ou da divisão. Ideia criada por Alfred Sloan, da General Motors, e popularizada por Peter Drucker. MBO, Management by Objectives.

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Parte II – 9 Os Sistemas de Informação na Gestão Integrada do Capital de Giro

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9

Os Sistemas de Informação na Gestão Integrada do Capital de Giro

Objetivos do capítulo

Este capítulo tem por objetivos:

• Apresentar o conceito de ERP e sua evolução.

• Demonstrar as vantagens e desvantagens da adoção de um sistema ERP.

• Auxiliar o gestor na escolha de um sistema ERP.

• Demonstrar como os sistemas ERP auxiliam na gestão do capital de giro, identificando como os processos envolvidos nesta gestão são automatizados.

9.1 Introdução

Como visto nos capítulos anteriores, os elementos de giro da empresa são identificados no ativo e passivo circulantes, ou seja, no curto prazo. Assim, num sentido amplo, o capital de giro representa os recursos demandados por uma empresa para financiar suas necessidades operacionais, identificadas desde a aquisição de matérias-primas ou mercadorias prontas para revenda, até o recebimento pela venda do produto acabado. Entretanto, os elementos que compõem o giro não costumam apresentar sincronização temporal equilibrada em seus níveis de atividade. Evidentemente, se as atividades de seus vários elementos ocorressem

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Parte IV - 13 Liderança

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13

Liderança

Objetivos

Quando terminar de estudar este capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Processo da liderança e seus componentes.

• Estilos básicos de liderança e suas variantes.

• Relação entre o estilo de liderança e as motivações dos liderados.

Introdução

A pessoa que desempenha o papel de líder influencia o comportamento de um ou mais liderados. A capacidade de liderar está intimamente ligada com o processo da motivação, em uma situação de mútua dependência entre líder e liderados. O líder precisa dos liderados para realizar metas e vice-versa. Só há liderança quando há liderados, que seguem o líder, ou aceitam sua influência, por algum motivo. O motivo dos

256 

Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

liderados é a identidade de interesses entre suas necessidades, valores e aspirações e as proposições do líder. Se quiser desenvolver suas competências como líder, você deve entender as motivações das pessoas que pretende liderar.

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11 O Desafio dos Talentos

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Afinal, Onde Estão os Líderes?

Dois foram os motivos que me levaram a incluir aqui o conteúdo do debate:

1. Trazer a público o pensamento do primeiro mandatário das organizações convidadas sobre um tema importante, mas não tão prioritário quanto outros mais estratégicos e tradicionais (produção, mercado, planejamento).

2. Proporcionar reflexões profundas e necessárias a todos os profissionais de recursos humanos quanto à visão dos presidentes sobre a ação, o comportamento e as abordagens praticadas pela grande maioria deles.

Alertar para o fato de que esses profissionais não evoluíram como deveriam, isto é, de forma aderente aos novos tempos de grande competitividade. Cabe-lhes assumir de uma vez por todas seu papel histórico de principais indutores da mudança; transformar-se na faísca que dá partida ao motor da inovação, do novo, do surpreendente, com mais visão estratégica e a coragem dos pioneiros em correr os riscos inerentes.

Durante o debate foram colocados aos diversos presidentes, de forma estruturada, os desafios citados na Figura 11.1 e sobre os quais vamos discorrer em seguida. Após dois dias de trabalhos ininterruptos, marcados pela entusiasmada participação de todos, chegou-se a uma síntese das conclusões relativas aos diversos desafios propostos.

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18. Medidas de percepção sobre sistemas de TD&E

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18

Medidas de percepção sobre sistemas de TD&E

Luciana Mourão

Isa Aparecida de Freitas

Arquiléia Gonçalves

Antonio Del Maestro Filho

Jairo eduardo Borges­‑Andrade

A o final deste cap í t u lo, v o c ê dever á :

ü Distinguir os conceitos de crenças e de expectativas acerca do Sistema de Treinamento.

ü Definir procedimentos de aplicação dos instrumentos Crenças e percepções sobre sistemas de

TD&E, Expectativas em relação a treinamentos, e Grau de inovação das práticas de TD&E.

ü Analisar resultados provenientes da aplicação dos instrumentos Crenças sobre sistemas de

TD&E, Expectativas em relação a treinamentos, e Grau de inovação das práticas de TD&E.

ü Propor ações de intervenção na organização, a partir dos resultados da aplicação de cada instru‑ mento.

Introdução

Não há dúvida de que as organizações têm utilizado mais treinamento como estratégia de gestão de pessoas (Campos et al., 2004;

Salas e Cannon­‑Bowers, 2001). O acelerado avanço tecnológico tem provocado mudanças no sistema produtivo e aumentado a demanda cognitiva dos trabalhadores, caracterizando uma tendência de maior exigência em praticamente todos os postos de trabalho. Por conseguinte, as necessidades de aprendizagem no trabalho estão forçando uma transformação no perfil da área de TD&E, com a redução do tempo de intervalo entre as ações de capacitação para cada empregado, com demandas de requalificação cada vez mais velozes.

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