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GABARITO

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Contabilidade Avançada

O equipamento tem vida útil estimada em 12 anos. Após esse período, o valor residual é estimado em zero. Para atendimento do CPC no 01, aprovado pela Resolução no 1.292, de 2010 do CFC, deve ser efetuada em 31.12.20X0 a avaliação do valor recuperável do ativo. As informações obtidas nesta data são as seguintes:

Valor líquido de venda .................................................................... R$ 90.000,00

Valor presente dos benefícios futuros em uso ................................ R$ 140.000,00

Em 31.12.20X0, o valor contábil do equipamento que deve ser apresentado no Balanço Patrimonial da companhia será em RS: a) 120.063,00; b) 112.500,00; c) 111.500,00; d) 140.000,00; e) 90.000,00.

GABARITO

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1. B

2. A

3. D

4. C

5. E

6. D

7. E

8. A

9. B

10. C

11. E

12. B

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Capítulo 2 - Demonstrações Contábeis, Impostos e Fluxo de Caixa

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PARTE I

2

Demonstrações Contábeis,

Impostos e Fluxo de Caixa

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

O objetivo deste capítulo é que, ao seu final, você compreenda:

OA1 A diferença entre valor contábil e valor de mercado.

Visão Geral de Finanças Corporativas

OA2 A diferença entre lucro contábil e fluxo de caixa.

OA3 A diferença entre as alíquotas tributárias médias e marginais.

OA4 Como determinar o fluxo de caixa de uma empresa a partir de suas demonstrações contábeis.

UMA BAIXA CONTÁBIL REALIZADA

POR UMA EMPRESA frequentemente significa que o valor de seus ativos foi reduzido.

Em novembro de 2007, por exemplo, a General Motors (GM) anunciou que teria uma baixa contábil de aproximadamente $39 bilhões, ou seja, reduziria seu lucro líquido no terceiro trimestre em $39 bilhões. Isso aconteceu porque a GM não poderia fazer uso de créditos tributários diferidos. O que impressionou nesse caso

é que o valor total das ações da empresa na

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Introducão

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Introducão

à edição actualizada e ampliada

P

orquê dar-me ao trabalho de escrever uma versão actualizada e ampliada de O Mundo é Plano passado apenas um ano após a sua primeira edição?

Posso dar uma resposta muito curta: porque podia e porque tinha de o fazer. Devido precisamente às poderosas forças da tecnologia que descrevo em pormenor neste livro, a indústria editorial tem-se desenvolvido com grande rapidez, o que permite que agora seja possível remodelar um livro inteiro com muita facilidade. Era a isto que me referia quando disse que podia. A razão pela qual tinha de o fazer tem três motivos: Primeiro, porque a forças que estão a tornar o Mundo Plano não pararam quando o livro foi publicado em 2005 e eu quis manter-me a par delas e incluí-las na minha tese geral. Segundo, queria responder a uma das questões que mais vezes me foram colocadas por pais quando viajei por todos os EUA para falar sobre o livro: “Ok, Sr. Friedman, obrigado por nos dizer que o Mundo é Plano — mas agora o que é que eu digo aos meus filhos?” Assim, os leitores irão encontrar muito mais sobre educação e o Mundo

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c a p í t u l o 11 Cultura organizacional

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R H E S S E N C I A L π Maria Célia Bastos Pereira

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c a p í t u l o

1 1

Cultura organizacional

Nosso desafio com este capítulo é:

π Identificar as principais implicações da cultura na organização.

π Identificar como a cultura organizacional influencia os processos de aprendizagem da organização.

π Relacionar a cultura organizacional com os resultados organizacionais.

π Identificar a interdependência entre cultura e clima organizacional.

A cultura de uma empresa define sua visão do negócio, suas políticas internas e sua flexibilidade ou rigidez em relação às mudanças?

A cultura influencia a vida do homem desde o momento de seu nascimento até a morte. Está presente em rituais sociais e empresariais de maneira manifesta ou subconsciente.

Os gerentes, dirigentes e estrategistas deverão realizar uma “leitura obrigatória” da cultura da organização quando quiserem implementar mudanças no posicionamento de suas empresas no mercado, porque o homem, suas criações e seu trabalho são inseparáveis de sua cultura.

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7 - Princípio da Competência

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Princípio da

Competência

Ideia principal: devem integrar o resultado de um período somente as despesas e as receitas cujos fatos geradores ocorreram durante o respectivo período, tenham ou não sido pagas e ou recebidas.

7.1 Conceito

O

Princípio da Competência determina que o resultado de um período deve ser apurado confrontando-se as despesas incorridas e as receitas realizadas durante o respectivo período.

Esse é um dos mais importantes fundamentos da Contabilidade, uma vez que direciona a apuração dos resultados do período pela inclusão das receitas e das despesas que tiveram seus fatos geradores ocorridos durante o respectivo período, independentemente de as receitas terem sido recebidas e de as despesas terem sido pagas no respectivo período.

A revogada Resolução CFC n. 750, de 1993, estabelecia que o Princípio da Competência pressupõe a simultaneidade da confrontação de receitas e de despesas correlatas.

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Homologação – rescisão de contrato de trabalho

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Rotinas de desligamento

RA1

Rescisão antecipada, pelo empregado, do contrato de trabalho por prazo determinado

SJ1

Rescisão contratual a pedido do empregado

FT1

Rescisão do contrato de trabalho por falecimento do empregado

PD0

Extinção normal do contrato de trabalho por prazo determinado

RI2

Rescisão indireta

CR0

Rescisão por culpa recíproca

FM0

Rescisão por força maior

201

No campo 30 do TRCT, informe a categoria do trabalhador, de acordo com o Anexo

VII do Manual de FGTS da CEF – versão 1.04, transcrito a seguir.

Categoria de contas do trabalhador

Código (Campo 30 TRCT)

Categoria

01

Empregado

02

Trabalhador avulso

03

Trabalhador não vinculado ao RGPS, mas com direito ao FGTS

04

Empregado sob contrato de trabalho por prazo determinado – Lei nº 9.601, de 21 de janeiro de 1998, com as alterações da Medida

Provisória nº 2.164-41, de 24 de agosto de 2001

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3. Um plano de negócio

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3

Um plano de negócio

O

termo em inglês business plan passou a ser traduzido e utilizado no

Brasil como plano de negócio ou plano de negócios. Não há explicação para o motivo da palavra business1 ser mais traduzida para o português na sua forma plural (negócios). O fato é que plano de negócios é muito mais utilizado do que plano de negócio. Mas o que é observado na maioria das situações é o planejamento de um negócio e não de vários negócios; por essa razão, neste livro, é utilizado o termo plano de negócio2.

Se você entender que um negócio possui propósitos específicos (lucros, continuidade e significado) e que os gestores desses negócios têm expectativas diferentes a respeito desses propósitos (sobrevivência, estilo de vida, crescimento organizado e crescimento agressivo), é possível discutir se esses gestores tendem a elaborar estratégias para os seus negócios ou não. Isso pode ser feito intuitiva e informalmente, como pregam os defensores da Escola Empreendedora de estratégia. Nesse caso, a estratégia está dentro da cabeça do dono da empresa, mas ela também pode ser induzida, organizada, documentada e gerenciada, como afirmam os autores das Escolas do Planejamento Formal da estratégia.

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1.1 UM BREVE HISTÓRICO DA GESTÃO DE PROJETOS

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4

|

Da estratégia ágil aos resultados

ou obsoleta. Por isso, o propósito tem de ser estratégico e amplificado. A execução bem-sucedida da estratégia tem de visar: z o desenvolvimento sustentável e a manutenção da competitividade em um mundo de mudanças implacáveis; z a inovação para criar organizações ajustadas ao futuro; z a melhoria da produtividade e dos resultados em curto e longo prazos.

As ideias apresentadas aqui são simples e podem ser valiosas para executivos, estudantes de Administração, especialização, MBA e profissionais de diversas áreas, desde o CEO até todos aqueles que precisam de conhecimento e disciplina para prosperar. Quer sua empresa necessite sobreviver a momentos difíceis ou alterar o rumo para ser mais competitiva, as capacidades de estratégia, mudança e realização de projetos são fundamentais em todos os níveis. A estratégia proporcionará a direção, a gestão da mudança lidará com as questões humanas e culturais, e a gestão de projetos executará a estratégia para se obter resultados. E, para se ter uma melhor compreensão do contexto de projetos e ampliar a visão de futuro, segue um descritivo dos principais marcos da evolução dessa área de conhecimento.

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Capítulo 6. Títulos de Dívida

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Títulos de Dívida

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Compreender a terminologia dos títulos de dívida

◗ Analisar por que os preços de títulos de dívida mudam ao longo do tempo

◗ Calcular o preço e a rentabilidade até o vencimento de títulos de dívida de cupom zero

◗ Saber como o risco de crédito afeta o retorno esperado por deter um título de dívida corporativo

◗ Calcular o preço e a rentabilidade até o vencimento de um título de dívida

notação

CPN pagamento de cupom de um título de dívida

rn

valor de face de um título de dívida

taxa de juros ou taxa de descapitalização de um fluxo de caixa que chega no período n

y

rentabilidade

n

número de períodos

YTM

rentabilidade até o vencimento

P

preço inicial de um título de dívida

PV

valor presente

YTMn rentabilidade até o vencimento de um título de dívida de cupom zero com n períodos até o vencimento

FV

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Capítulo 4 - A ética na administração

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A ética na administração

OBJETIVOS

Explicar os aspectos clássico e socioeconômico da responsabilidade social, mencionando os argumentos a favor e contra os negócios socialmente responsáveis, assim como a relação entre a responsabilidade social e o ganho financeiro de uma corporação.

Descrever a administração com base em valores e sua relação com a cultura da organização.

Explicar os três modelos de moralidade da administração.

Revitalizar os princípios e valores aplicados à administração para que a atuação dos empresários corresponda às expectativas de integridade e qualidade humana que a comunidade empresarial espera deles.

Identificar a utilidade prática para os negócios da administração focada em valores.

Fortalecer o sentido de responsabilidade integral e de confrontação consciente da realidade, como fundamento da administração.

A ÉTICA NA ADMINISTRAÇÃO

Os gerentes das empresas enfrentam problemas éticos em suas vidas profissionais todos os dias. Raras são as decisões que não envolvem alguma dimensão ou faceta

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6 - Objetivos Centrais da Análise: Rentabilidade e Liquidez e Lucro vs. Caixa

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Análise Avançada das Demonstrações Contábeis  •  Martins / Diniz / Miranda

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Objetivos Centrais da Análise:

Rentabilidade e Liquidez e Lucro vs. Caixa

Objetivo do capítulo

Estabelecer o foco do processo de análise das demonstrações contábeis e mostrar a importância das variáveis lucro e fluxo de caixa nesse processo.

Quando você analisa um balanço, o que você quer saber resumidamente? Se a empresa

é rentável ou não e se ela apresenta liquidez, ou seja, capacidade de honrar suas obrigações.

Pode-se dizer que a análise de balanços se resume a esses dois grandes objetivos. Não existe outra coisa, é só rentabilidade e liquidez. E o pior é que elas não se “bicam”. É um “casamento” difícil de dar certo (MARTINS, 1999).

Com a análise relativa à liquidez, o que se pretende é verificar a capacidade da empresa de cumprir seus compromissos junto a todos os que a provêm de recursos, quer sejam financeiros, humanos, materiais, serviços etc. Isso pode incluir análises de liquidez a prazo muitíssimo curto, a prazo médio, longo etc.

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5. Plano de negócio para empresa existente

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Plano de negócio para empresa existente

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P

assada a fase de empresa nascente, período em que a empresa se mostrou viável técnica e financeiramente, entra em cena uma dúvida que será recorrente em toda a trajetória da companhia: o que fazer agora? Para

Barringer e Ireland (2008), há três respostas para essa questão:

1. Manter a empresa pequena, mas que, ao mesmo tempo, ofereça algum estilo de vida diferenciado para o proprietário.

2. Esforçar-se para que a empresa tenha um crescimento gerenciado.

3. Pensar em formas para a empresa ter um crescimento agressivo.

Receitas

A Figura 5.1 ilustra a dúvida e as alternativas de resposta.

Crescimento agressivo

Crescimento gerenciado

Estilo de vida ivência

Sobrev

?

Geração consistente de caixa

Figura 5.1  Trajetórias de crescimento.

Fonte: Elaborado pelo autor com base em Barringer e Ireland (2008).

Sobrevivência

Tempo

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Exercícios

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Obrigações anuais

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Livro de inspeção e fiscalização do trabalho

Ficam as empresas e os empregadores sujeitos à inspeção do trabalho obrigados a manter um livro de inspeção do trabalho, de acordo com as seguintes especificações:

• o livro deve ser encadernado em cor escura, tamanho 22 x 33 cm, papel branco acetinado, encorpado e pautado;

• as folhas de 1 a 100 conterão, respectivamente, os termos de abertura e encerramento, efetuados pela empresa ou empregador.

Os agentes da inspeção do trabalho relacionados nas alíneas de “a” a “d” da Portaria nº 3.158/71 do MT, quando de sua visita ao estabelecimento empregador, autenticarão o livro de inspeção do trabalho que ainda não tiver sido autenticado, sendo desnecessária a autenticação pela unidade regional do Ministério do Trabalho, conforme artigo 2o da Portaria nº 3.158/71 do MT.

EXERCÍCIOS

1. O poder executivo (no caso, o Ministério do Trabalho) fornece as instruções para a emissão da Rais. Na portaria que forneceu as instruções para a

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Capítulo 15 Banco de Dados e Sistemas de Informações de GTH

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após estudar este capítulo, você deverá estar capacitado para:

■ Definir a necessidade de informações sobre GTH.

■ Conhecer o formato adequado do banco de dados de GTH.

■ Descrever os sistemas de informações gerenciais de GTH.

■ Definir os sistemas de monitoração de GTH.

■ Descrever o balanço social das organizações.

O QUE VEREMOS ADIANTE

■ Comunicações internas.

■ A necessidade de informações.

■ Banco de dados de GTH.

■ Sistemas de informações de GTH.

■ Sistemas de monitoração de GTH.

■ Balanço social.

CASO INTRODUTÓRIO

A Tradição & Passado S.A.

Genovaldo Pantaleão, o antigo Chefe de Pessoal da Tradição & Passado S.A., era o típico exemplar do tradicional chefão de pessoal. Formado em contabilidade, Genovaldo trata as pessoas por meio de indicadores numéricos e de créditos e débitos para com a companhia. Para ele, há, de um lado, os bons funcionários, aqueles que não têm nenhuma anotação em sua pasta individual. E, de outro lado, os maus funcionários, não pontuais e não assíduos com vários registros e anotações de suas transgressões ao contrato de trabalho. Cada um dos 1.000 funcionários da companhia tem uma pasta individual no Departamento de Pessoal (DP), onde são anotados faltas, atrasos, advertências e indicadores negativos, tal como num cartório de protestos. Quando o funcionário não tem nenhuma anotação, presume-se que se trata de um excelente empregado, pois não há nada que o desabone. A pasta individual é o repositório das contas negativas de cada funcionário. As contas positivas – como bom desempenho, boas ideias, solução de problemas da empresa – são obrigações dos empregados, e não são cogitadas nessa estranha e tendenciosa contabilidade. E tudo é estritamente confidencial, guardado a sete chaves, em segredo absoluto. Ninguém pode tomar conhecimento, a não ser o dono da empresa.

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8.3 Recomendações para a comissão de redação

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CAPÍTULO 8

Código de ética ou ética codificada?

.. dimensão preventiva – traduz as diretrizes éticas na linha educativa, como prevenção às situações críticas;

.. dimensão corretiva – compõe as diretrizes éticas na linha educativo­

‑diagnóstica de problemas detectados e na orientação e assistência para suas correções;

.. dimensão educativo­‑saneadora – visa, com rigor, preservar a qualidade e excelência, propondo punições exemplares.

Ele deve, com objetividade e clareza, orientar o que é recomendável e o que é inaceitável no exercício das atividades profissionais e na conduta como cidadão.

Reforçamos a confiança e a convicção de que o código de ética deve ser ela‑ borado por vários cérebros, representativos dos diferentes segmentos que com‑ põem a organização. Normalmente, os critérios de escolha variam desde a indicação por parte dos diretores até as escolhas resultantes de workshops preparatórios sobre cultura ética. Nossa experiência valida a segunda alternativa, por sua maior autenticidade na aceitação dos indicados. O ato seguinte é a constituição da co‑ missão de redação.

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