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Capítulo 11 - Suspeição e responsabilidade civil do perito

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C A P Í T U L O 11

Suspeição e responsabilidade civil do perito

O perito, como qualquer outro profissional, está sujeito às penalidades. Observe o art. 158 do CPC:

O Perito que, por dolo ou culpa, prestar informações inverídicas responderá pelos prejuízos que causar à parte e ficará inabilitado para atuar em outras perícias no prazo de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, independentemente das demais sanções previstas em lei, devendo o juiz comunicar o fato ao respectivo órgão de classe para adoção das medidas que entender cabíveis.1

O perito pode não querer fazer uma perícia para a qual foi nomeado, escusando-se do encargo. Como pode ser recusado por impedimento ou suspeição, em todos os casos, se o juiz aceitar os motivos, nomeará um novo perito.

Para o perito manter sua imparcialidade para atuar na causa, pode se declarar impedido ou suspeito. Para essa declaração utilizam-se as mesmas normas aplicadas ao juiz. A escusa, impedimento e suspeição estão no art. 467:

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CAPÍTULO 14 - Variáveis instrumentais (VI) e simultaneidade

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CAPÍTULO 14Variáveis instrumentais (VI) e simultaneidadeeconometria.indb 25430/08/2017 15:40:1914.1 IntroduçãoBoa parte das relações econométricas pode ser representada por apenas uma equação de regressão, em que se supõe que a relação de causa e efeito seja unidirecional, ou seja, os regressores (variáveis independentes) determinam ou causam efeitos sobre o regressando (variável dependente). Entretanto, pode haver situações em que um regressor determina e, ao mesmo tempo, é determinado pelo regressando. Seria o caso, por exemplo, do preço de um produto, que, ao mesmo tempo, determinaria a quantidade consumida (preços maiores reduzem a demanda) e seria determinado pela quantidade produzida (aumento da oferta reduz os preços). Ou da jornada de trabalho, que determinaria a remuneração do trabalho (pessoas que trabalham mais são mais experientes e tendem a ganhar mais) e seria determinada pela remuneração (acréscimos marginais na renda tendem a aumentar a disposição a trabalhar horas adicionais).

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6 - Análise do fluxo de caixa

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6

Análise do fluxo de caixa

Para o fluxo de caixa atender a suas devidas finalidades, é preciso que sempre haja por parte das pessoas envolvidas nesse processo análise, interpretação, acompanhamento, avaliação, revisão e controle; e é isso que este capítulo apresenta, apontando os principais aspectos a fim de buscar a melhoria constante dos resultados. A Figura 6.1 demonstra de forma simples as etapas de análise do fluxo de caixa e seus mapas e planilhas de auxiliares de controle.

Essa análise do fluxo de caixa pode também ser vista de outra forma: planejamento, execução, controle, avaliação e ajustes.

Análise dos resultados

Revisão e controle

(mapas e planilhas de controle)

Análise do fluxo de caixa

(etapas)

Interpretação

Acompanhamento e avaliação

Figura 6.1 As quatro etapas de análise do fluxo de caixa .

218

COMO ADMINISTRAR O FLUXO DE CAIXA DAS EMPRESAS • Silva

6.1 ANÁLISE DOS RESULTADOS

Para a análise dos resultados ser eficaz, é necessário que o administrador financeiro fique atento para aspectos importantes, de modo que sua análise tenha consistência, sempre tendo em mente melhorar os resultados. Para isso, ele precisa:

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5 Informações Financeiras Pro Forma

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As regras contábeis para informações financeiras pro forma estão previstas na OCPC 06 (inexiste norma correspondente no IFRS). As informações financeiras pro forma devem somente ilustrar os efeitos de uma transação específica, mensuráveis de maneira objetiva (a partir dos valores históricos), excluindo os efeitos baseados em estimativas e julgamentos sobre como as práticas e decisões operacionais da administração poderiam ou não ter afetado as demonstrações financeiras históricas em decorrência da transação.

Informações sobre os possíveis ou esperados impactos de decisões tomadas pela administração atual em decorrência da transação, como se tivessem sido tomadas em períodos anteriores, são consideradas projeções e não fazem parte do alcance da OCPC 06, não podendo ser apresentadas sob o título de informações financeiras pro forma.

As informações financeiras pro forma não estão previstas na lei societária brasileira (Lei nº 6.404/76) e não existe obrigatoriedade de sua preparação segundo a OCPC 06.

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7.7 As áreas de planejamento e criação devem trabalhar juntas

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Capítulo 7 – Planejamento estratégico digital

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Olá, fulano,

Nossa sala especial de cinema o convida para assistir a um filme sensacional! A saga de um homem que tem a esposa brutalmente assassinada por um serial killer e o filho é deixado seriamente ferido. Em uma reviravolta, o filho é sequestrado e o homem inicia uma busca frenética para encontrar o filho com a ajuda de uma mulher com problemas mentais.

Sim, é uma brincadeira. Ninguém jamais faria um texto assim para um filme infantil, mas é o exemplo perfeito de que a forma como se conta uma história, mesmo uma boa história, pode afetar a percepção do público.

7.7 A

� s áreas de planejamento e criação devem trabalhar juntas

Quando o profissional de planejamento acredita que a campanha será veiculada graças ao seu trabalho, está na hora de ele rever seus conceitos de construção de uma marca, seja ela no ambiente on-line ou off-line. O processo de construção de marca passa por campanhas relacionadas a várias áreas de uma agência.

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29.2 Condições de venda

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1004

Parte VII

Finanças de Curto Prazo

de crédito do comprador é realizada e, se o crédito for aprovado, a venda a prazo é realizada,

(2) após o processamento interno do pedido, é emitida a nota fiscal eletrônica ou física, as duplicatas são enviadas para cobrança por via eletrônica ou física, (3) a empresa compradora paga no vencimento ou é realizado o débito em sua conta se previamente autorizado e (4) o valor da cobrança é creditado na conta da empresa vendedora (após eventual período de float de cobrança negociado com o banco). Se o comprador não pagar no vencimento, inicia-se o processo de cobrança de inadimplentes.

Com base em nossas discussões anteriores, é necessário reduzir o tempo em que o capital de giro fica “preso” no ciclo financeiro; a redução do prazo de recebimento das vendas é um dos caminhos. A redução do prazo de recebimento inclui tornar ágil o processo interno de gestão das vendas e a remessa postal ou registro eletrônico da cobrança, bem como fazer o acompanhamento da adimplência dos clientes. Outras providências, como processar com agilidade eventuais cheques recebidos e negociar com bancos para evitar a concessão de prazos de float de cobrança, contribuem para encurtar o prazo de disponibilização do caixa das vendas. Na discussão a seguir, nós nos concentraremos naquilo que provavelmente é o principal fator determinante do prazo de recebimento: a política de crédito.

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Objetivos

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Capítulo

Auditoria externa e governança corporativa

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Ao final do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender o conceito de governança corporativa e sua impli-

cação recíproca com a auditoria externa independente;

2. Perceber, sob a perspectiva contábil e jurídica, os relacionamentos

que os auditores mantêm com os órgãos societários responsáveis pela governança corporativa (Assembleia, Conselho de Administração, Diretoria e Conselho Fiscal) e os direitos e obrigações dos auditores em face dos órgãos aludidos;

3. Conceituar o Comitê de Auditoria, conhecer as implicações da adoção

desse órgão no ordenamento jurídico mundial e brasileiro, identificando as hipóteses em que sua criação e funcionamento são obrigatórios em nosso país.

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Parte 3 - Melhores práticas em decisões de investimento

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CAPÍTULO

Parte 3

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MELHORES PRÁTICAS EM DECISÕES DE INVESTIMENTO

Análise de projeto

◗ Tendo lido os capítulos anteriores sobre decisões de investimento, talvez você possa concluir que a escolha dos projetos que devem ser aceitos ou rejeitados é simples.

Sua única função seria esboçar um conjunto de previsões de fluxos de caixa, selecionar a taxa de desconto correta e determinar o valor presente líquido. No entanto, encontrar projetos que criem valor para os acionistas jamais pode ser reduzido a um mero exercício mecânico. Dedicamos, portanto, os três próximos capítulos para que as empresas possam apostar suas fichas em seus benefícios quando tomam decisões de investimento.

As propostas de investimento podem surgir em diferentes partes da organização. Portanto, as empresas precisam de procedimentos para assegurar que todos os projetos tenham uma avaliação consistente. A nossa primeira tarefa neste capítulo é revisar como as organizações elaboram planos e orçamentos para investimentos de capital, como autorizam projetos específicos e como verificam se os projetos são cumpridos conforme prometido.

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TESTES DE FIXAÇÃO

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Contabilidade de Custos

TESTES DE FIXAÇÃO

1. Entre os chamados custos indiretos, há aqueles que são considerados diretos em relação ao departamento de produção ou serviço em que se originam. Entre eles, pode ser citado: a) aluguel da fábrica; b) depreciação de edifícios; c) seguro contra acidentes do trabalho; d) iluminação da fábrica; e) depreciação de equipamentos.

2. Na contabilidade de custos por absorção de uma empresa X, os custos de manutenção são rateados para os centros de custos de produção, almoxarifado e controle de qualidade, proporcionalmente às horas trabalhadas para esses centros: 70 horas para produção, 20 horas para o almoxarifado e 30 horas para o controle de qualidade. O total de gastos da manutenção a ratear foi de R$ 5.500.000,00 no período em apuração. Pode-se indicar que a parcela da manutenção rateada para o centro de controle de qualidade foi de: a) R$ 916.667,00; b) R$ 1.375.000,00; c) R$ 2.750.000,00; d) R$ 3.208.333,00; e) R$ 5.500.000,00.

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Capítulo 18 - Carreiras em gerenciamento de projetos

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C a P Í T U l O

D e Z O I T O

Carreiras em gerenciamento de projetos

Estimar

5

Redes de atividades do projeto

6

Cronograma de recursos e custos

8

Redução da duração

9

Definir projeto

4

15

etos

Proj ionais c a n r inte rvisão

Introdução

1

Estratégia

2

Organização

3

Liderança

10

Gerenciando risco

7

Equipes

11

Monitoramento do progresso

13

Terceirização

12

Fechamento do projeto

14

16

17

18

Supe

Agile

P

M

Carre

iras

Carreiras em gerenciamento de projetos

Possibilidades de carreiras

Seguindo uma carreira

Treinamento e certificação profissional

Ganhando visibilidade

Mentores

Sucesso em projetos importantes

Resumo

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Capítulo 18 Carreiras em gerenciamento de projetos

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CAPÍTULO 14 - Distribuições Binomiais*

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C A P Í T U LO

14

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Distribuições Binomiais*

U

ma jogadora de basquete tenta cinco lances livres; quantos ela acerta? Uma pesquisa amostral disca 1.200 números de telefones residenciais ao acaso; quantos dos números discados correspondem a números residenciais ativos? Você planta

10 cornisos. Quantos sobrevivem ao inverno? Em todas essas situações, queremos um modelo de probabilidade para a contagem de sucessos obtidos entre um número fixo

(conhecido) de tentativas.

14.1 �O contexto binomial e as distribuições binomiais

Neste capítulo abordamos...

14.1 O contexto binomial e as distribuições binomiais

14.2 Distribuições binomiais na amostragem estatística

14.3 Probabilidades binomiais

14.4 Uso da tecnologia

14.5 Média e desvio-padrão da binomial

14.6 A aproximação Normal para distribuições binomiais

A distribuição de uma contagem depende de como os dados são produzidos. Eis uma situação comum.

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10 - A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOSSÓLIDOS (PNRS) NO BRASIL E SEUIMPACTO NO CENÁRIO BRASILEIRO

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A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS

SÓLIDOS (PNRS) NO BRASIL E SEU

IMPACTO NO CENÁRIO BRASILEIRO

10

CAPÍTULO 10

A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PNRS) NO BRASIL E SEU IMPACTO NO CENÁRIO BRASILEIRO

NESTE CAPÍTULO VOCÊ IRÁ ENTENDER:

1. os principais aspectos e impactos desta legislação de pós-consumo;

2. as ideias de compartilhamento de responsabilidades das empresas que levam os produtos ao mercado;

3. a importante e nova definição de resíduos sólidos;

4. o papel fundamental da logística reversa nesta área;

5. os principais aspectos da regulamentação desta política e seus efeitos;

6. o papel da logística reversa nesta legislação.

10.1 Principais aspectos das determinações da PNRS

Em geral, os produtos de pós-consumo, com exceção de embalagens descartáveis, apresentam um tempo relativamente longo, de meses a anos normalmente, entre a sua colocação no mercado ou da posse do produto até o seu “fim de vida útil”. E, consequentemente, até de certa forma natural, torna-se pouco “visível” às empresas que os levaram ao mercado.

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FERRAMENTA 12 - CONSTRUIR RELAÇÕES DE CONFIANÇA

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FERRAMENTA

CONSTRUIR RELAÇÕES DE CONFIANÇA

12

Isolamento +/–

Rituais +/–

Passatempos +/–

Intensidade de troca

AS ETAPAS PARA CONSTRUIR UMA RELAÇÃO DE CONFIANÇA

Atividades +/–

Deixar acontecer +

resumo   Eric Berne,12 o criador da análise

transacional, identificou seis modos de estruturação de tempo. Eles são classificados em ordem de intensidade quanto ao envolvimento e à quantidade de sinais de reconhecimento (Ferramenta 54). Cada modo de estruturação de tempo é positivo, quando o líder procura satisfazer de maneira eficaz suas necessidades de reconhecimento, ou negativo, quando ele procura satisfazê-las de maneira ineficaz. Para construir uma relação de confiança, o líder investe sucessivamente nos modos positivos de estruturação do tempo.

Jogos conflituosos –

insight  Eric Berne, founder of

transactional analysis, has identified six ways of structuring time. They are listed in order of intensity in terms of involvement and amount of exchanged signs of recognition (Tool 54). Each mode of structuring time is positive when the leader seeks to meet his needs for recognition effectively and negative when he tries to satisfy them inefficiently. Leaders invest successively in positive time structuring modes to build a relationship of trust.

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7. Sistemas de Amortizaçãode Financiamentos

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7.

7.1

Si ste m a s de A m o r t i z a ç ã o de Fi na n ci a m e n t o s

Introdução

Neste capítulo, apresentaremos diversos sistemas de amortização de financiamentos, entre eles o Sistema de Amortização Constante (SAC) e o Sistema Francês (Tabela Price) de Prestações Iguais. Esses sistemas são muito utilizados nas operações de financiamento imobiliário e de crédito ao consumidor, assim como nas operações de financiamento de longo prazo, de modo geral.

Os parâmetros utilizados nos exemplos numéricos são os seguintes:

Principal (PV) = $1.000,00

Taxa de juros (i) = 8,00% ao ano

Prazo (n) = 4 anos

Os juros de cada período serão representados por J1, J2, J3 e J4. As amortizações de principal de cada período serão representadas por A1, A2, A3 e A4.

7.2

Sistema de Pagamento Único

Nesse plano, o financiamento é liquidado mediante o pagamento de uma única parcela no fim do prazo do financiamento, havendo capitalização de juros ao término de cada ano.

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GABARITO

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Capítulo 9

Custeio padrão

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6. A variação ocorrida nos custos indiretos de fabricação (CIF) no período foi de (em R$): a) 10.000,00 (desfavorável); b) 10.000,00 (favorável); c) 5.000,00 (favorável); d) 5.000,00 (desfavorável); e) 15.000,00 (favorável).

7. A variação total ocorrida no período foi de (em R$): a) 5.000,00 (favorável); b) 10.000,00 (favorável); c) 10.000,00 (desfavorável); d) 15.000,00 (favorável); e) 15.000,00 (desfavorável).

8. O valor dos custos dos produtos vendidos (CPV) no período foi de (em R$): a) 102.000,00; b) 408.000,00; c) 205.000,00; d) 500.000,00; e) 510.000,00.

9. O valor do estoque final dos produtos acabados no período foi de (em R$): a) 100.000,00; b) 50.000,00; c) 408.000,00; d) 510.000,00; e) 102.000,00.

10. Utilizando os dados fornecidos para responder as questões 4 a 9, se o CIF fosse R$ 135.000,00, o custo real seria R$ 495.000,00, inferior, portanto, em R$ 5.000,00 ao custo padrão. Nessa hipótese a variação total ocorrida no período e o valor do custo dos produtos vendidos (CPV), nessa ordem, seriam (em R$): a) 20.000,00 (D) e 396.000,00; b) 15.000,00 (F) e 404.000,00; c) 15.000,00 (D) e 400.000,00; d) 5.000,00 (F) e 396.000,00; e) 5.000,00 (D) e 396.000,00.

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