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Capítulo 11 - Trade-offs? Que trade-offs?Competência e competitividade naestratégia de manufatura*

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11

Trade-offs? Que trade-offs?

Competência e competitividade na estratégia de manufatura*

CHARLES CORBETT

E

LUK VAN WASSENHOVE

O campo da estratégia de manufatura já existe há mais de 20 anos1. Ao longo deste período, o campo avançou consideravelmente como disciplina acadêmica, mas até agora suas realizações práticas foram limitadas. O pai do processo seminal desta disciplina, Wickham Skinner, afirma que isto acontece, em parte, devido à falta de bases conceituais sólidas2. Sendo assim, alguns desenvolvimentos recentes importantes no pensamento sobre a estratégia de manufatura e sobre suas implicações administrativas não chamaram tanta atenção quanto merecem. A manufatura pode acabar deixando de ser uma fonte de vantagem competitiva, deixando os recursos humanos como principal fator crítico. Especificamente, estes conceitos emergentes na estratégia de manufatura fornecem uma base conceitual para a reclamação recorrente entre gestores de que “os mercados estão se tornando cada vez mais competitivos” ou que “as margens estão ficando cada vez menores”. O que surge

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2.7 Posições do patrimônio líquido

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Podemos também representar a composição patrimonial da seguinte forma: patrimônio total = capital de terceiros + capital próprio

BALANÇO PATRIMONIAL

Ativo

Passivo

Patrimônio Total.....................................$

Capital de Terceiros................................$

Patrimônio líquido

Capital Próprio......................................$

Fonte: elaborada pelos autores.

2.7

Posições do patrimônio líquido

2.7.1 Patrimônio líquido positivo

Ocorre quando o valor do ativo for superior ao do passivo, em que o patrimônio líquido será representado por capital + reservas; ou capital + reservas – prejuízos acumulados, conforme o caso.

A > P = +PL

Tabela 2.7 – Exemplo de patrimônio líquido positivo

BALANÇO PATRIMONIAL

Ativo

Passivo

Caixa................................................... 10,

Estoques........................................... 140,

Veículos............................................ 300,

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7 Execução estratégica – descrição da estratégia

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As organizações têm grande dificuldade de tirar suas estratégias do papel. Denominamos este fenômeno problema da execução. Este capítulo, em conjunto com o próximo, destrincha o conhecimento e as técnicas de como fazer a estratégia acontecer. Vamos conhecer os autores clássicos sobre a execução estratégica e entender a metodologia de execução que envolve o balanced scorecard, proposto por Kaplan e Norton. Neste capítulo, iremos tratar detalhadamente da tradução da estratégia em termos operacionais − o que é um mapa estratégico, como construí-lo, como escolher indicadores e iniciativas estratégicas −, e usar exemplos do contexto brasileiro e latino-americano para ilustrar tais conceitos.

Neste capítulo, o leitor poderá aprofundar seu conhecimento sobre:

• O problema da execução.

• Os componentes do balanced scorecard.

• A elaboração de um mapa estratégico.

• Quais são as considerações importantes ao escolher indicadores estratégicos.

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2 - Séries Estatísticas

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2

Séries Estatísticas

 2.1  Introdução

Como explicado no Capítulo 1, os objetivos da estatística descritiva envolvem organização, sumarização e descrição de dados quantitativos ou qualitativos.

Neste capítulo, mostraremos como se podem construir tabelas e gráficos, particularmente, tabelas de distribuições de frequências e seus gráficos – histogramas de frequências para populações e amostras – provenientes de variáveis em que há interesse de estudar.

Séries estatísticas são tabelas construídas segundo determinados critérios que as diferenciam e as classificam, para sintetizar um conjunto de dados ou informações.

Além das tabelas, como será visto, também podem ser utilizados gráficos.

 2.2  Obtenção de dados

Existem várias fontes para obter dados e informações: jj

jj jj jj

Dados publicados pelo governo, indústria ou indivíduos.

Dados oriundos de experiências (experimentos).

Dados oriundos de pesquisa (survey).

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CAPÍTULO 9 - Como Estruturar as Funções P&D e Inovação na Governança Corporativa

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CAPÍTULO

9

Como Estruturar as Funções

P&D e Inovação na

Governança Corporativa

9.1 INTRODUÇÃO

Governança descreve o processo de tomada de decisão e de implementação ou não-implementação das decisões tomadas.

Estruturar significa agrupar recursos materiais e humanos, determinando as responsabilidades e integrando-as com os objetivos empresariais da organização.

As principais características da governança corporativa que condicionam para uma estruturação adequada são: participação, estrutura organizacional, transparência, responsabilidade, orientação por consenso, inclusividade, efetividade e eficiência.

• Participação

Participação significa que pessoas devem participar, igualmente, das atividades de tomada de decisão da organização, implicando a existência de liberdade de expressão.

• Estrutura Organizacional

A boa governança determina uma estrutura organizacional adequada, voltada para as condições internas e externas.

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C A P Í T U L O 6 - Leitura e uso da mídia digital

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CAPÍTULO 6

Leitura e uso da mídia digital

Introdução

NA E R A DA M Í D I A

de massa, as teorias sobre o uso da mídia foram dominadas

por duas vertentes particulares: o instrumentalismo e o determinismo tecnoló‑ gico. Embora um número muito pequeno de estudos sobre o modo como o público usava várias mídias fosse inteiramente instrumentalista ou determinis‑ ta tecnológico, a maioria tendia a se situar em algum lugar do contínuo entre essas duas posições. Este capítulo fará uma crítica dessas duas posições antes de discutir teorias que tentam ir além desse binário rudimentar, em particular a conceituação do uso da mídia de Joost Van Loon e a teoria da ecologia da mí‑ dia de Postman. Embora este capítulo seja principalmente teórico (seguido por estudos de caso nos Capítulos 7, 8 e 9), nele discutiremos como uma das nossas práticas de mídia mais antigas, a leitura, foi afetada pela disseminação da mídia digital. Esse estudo de caso particular será teorizado por meio da obra de Walter

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Capítulo Dez. Teoria dos jogos: por dentro do oligopólio

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CAPÍTULO DEZ

Teoria dos jogos: por dentro do oligopólio

Objetivos didáticos

Ao final deste capítulo, você poderá:

• Responder à pergunta da manchete.

• Usar as representações nas formas normal e extensiva de jogos para formular decisões em ambientes estratégicos que incluam precificação, propaganda, coordenação, barganha, inovação, qualidade de produto, monitoramento de empregados e entrada.

• Distinguir entre estratégias de equilíbrio perfeito dominantes, seguras, de Nash, mista, de subjogo e identificá-las em vários jogos.

• Determinar se resultados cooperativos (de cartel) podem ser explicados como o equilíbrio de Nash em um jogo repetido, e explicar as regras de estratégias iniciais, taxa de juros e a presença de um período final indefinido ou incerto no alcance de tais resultados.

Manchete

Companhias aéreas pedem regulamentação governamental sobre bagagem de mão

Muito antes de o governo realizar o rastreamento de bagagens nos aeroportos dos Estados Unidos como resultado dos trágicos eventos de 11 de setembro de

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12 Autocorrelação: o que acontece se os termos de erro são correlacionados?

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Capítulo

12

Autocorrelação: o que acontece se os termos de erro são correlacionados?

O leitor recordará que, de modo geral, há três tipos de dados disponíveis para a análise aplicada:

(1) corte transversal; (2) séries temporais; e (3) combinações de corte transversal e séries temporais, conhecidos como dados combinados. Ao desenvolvermos o modelo clássico de regressão linear

(MCRL) na Parte 1, elaboramos várias hipóteses que foram examinadas na Seção 7.1. Contudo, nem todas essas hipóteses seriam válidas para qualquer tipo de dados. Na verdade, vimos no capítulo anterior que a hipótese da homocedasticidade, ou igual variância do erro, nem sempre é sustentável em dados de corte transversal. Em outras palavras, os dados de corte transversal muitas vezes são afetados pelo problema da heterocedasticidade.

Em estudos de corte transversal os dados muitas vezes são coletados por meio de amostras aleatórias de unidades, como domicílios (para análise da função de consumo) ou empresas (para análise de estudos relativos ao investimento), de modo que não há razões a priori para considerar que o termo de erro pertencente a um domicílio ou empresa seja correlacionado ao termo de erro de outro domicílio ou empresa. Se, por acaso, tal correlação é observada nas unidades do corte transversal, ela é denominada autocorrelação espacial – correlação no espaço e não ao longo do tempo. Contudo, é importante recordar que, na análise de corte transversal, o ordenamento dos dados deve ter alguma lógica, ou interesse econômico, para poder determinar se a autocorrelação (espacial) está ou não presente.

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21 - Deduções de Prejuízos, Participações, Destinação do Lucro, Reservas e Dividendos

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21

DEDUÇÕES DE PREJUÍZOS, PARTICIPAÇÕES,

DESTINAÇÃO DO LUCRO, RESERVAS E DIVIDENDOS

Registro do prejuízo:

21.1 DEDUÇÕES DE PREJUÍZOS

Norma da lei societária

Débito

“Art. 189. Do resultado do exercício serão deduzidos, antes de qualquer participação, os prejuízos acumulados e a provisão para o Imposto sobre a

Renda.

Parágrafo único. O prejuízo do exercício será obrigatoriamente absorvido pelos lucros acumulados, pelas reservas de lucros e pela reserva legal, nessa ordem.”

Exemplo 1

$

Capital social

10.000

Reserva legal

2.000

Outras reservas de lucros

8.000

20.000

Resultado do exercício

1 hipótese – a Sociedade apurou prejuízo no exercício de $ 6.500.

Contabilidade Societaria - Almeida.indb 171

6.500

Patrimônio líquido após a inclusão do prejuízo:

$

Capital social

10.000

Reserva legal

2.000

Outras reservas de lucros

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1.4 Teoria do Contrato Social

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capítulo 1  Enfoques teóricos

para alcançar objetivos empresariais. É deles a expressão capitalismo kantiano44, e muitos textos foram escritos para defender ou criticar esse posicionamento45.

Diante de tantas críticas a essa teoria, Freeman e seus seguidores defendem-na procurando mostrar que ela não deve ser entendida de forma instrumental, na qual os dirigentes dão atenção aos stakeholders apenas como meio para maximizar os interesses dos acionistas. Algumas críticas mais duras acusam a teoria de ser desculpa para uma gestão oportunista e de apresentar todos os stakeholders com importância igual para as empresas; e outras, mais amigáveis, apontam que sua adoção requer mudanças significativas na legislação46. A teoria não afirma que todos os stakeholders possuem o mesmo interesse para a empresa, mas não falta quem use esse argumento para mostrar quanto ela é desligada da realidade47.

A lista de mal-entendidos como os citados, os problemas concernentes à expansão ilimitada e incontrolada das partes interessadas e a necessidade de tratá-las como fins em si mesmas e não como meios para os objetivos empresariais trazem ceticismos com relação às contribuições da teoria dos stakeholders para a prática da responsabilidade social. Apesar disso, essa teoria é uma importante fonte de inspiração para novas perspectivas a respeito das práticas de gestão socialmente responsáveis. Mesmo com tantas dificuldades, a influência dessa teoria é notória, e sua força reside no fato de considerar as empresas como redes de relacionamentos complexos, diversificados e inter-relacionados, que correspondem ao que se observa em um mundo crescentemente globalizado em múltiplas dimensões, como a globalização da economia de mercado, a aproximação de pessoas, grupos e organizações em escala global, proporcionada pelos monumentais avanços na tecnologia de informação e comunicação, e a universalização dos direitos humanos, que é a base na qual se assenta a expansão da solidariedade em escala planetária.

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PARTE III — 10 Técnicas de representação gráfica

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10

Técnicas de representação gráfica

“O campo dos sistemas é parte essencial do trabalho do administrador.

Todo dirigente é responsável pelos procedimentos que seus subordinados adotam.”

William R. Dill

10.1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo, é analisada a importante técnica da representação gráfica, que permite esquematizar e visualizar os sistemas de forma racional, clara e concisa, facilitando seu entendimento geral por todos os envolvidos.

Entre as técnicas de representação gráfica, a mais usada pelo analista de sistemas, organização e métodos é a do fluxograma.

Por meio dos fluxogramas, o analista de sistemas, organização e métodos pode representar os vários fatores e as variáveis que ocorrem no sistema, os circuitos de informações correlacionadas ao processo decisório, bem como as unidades organizacionais envolvidas no processo.

Métodos administrativos são os meios manuais, mecânicos ou eletrônicos pelos quais as operações administrativas individuais e/ou das unidades organizacionais são executadas.

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Introdução

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I

Introdução

Os antigos utilizavam pequenas pedras (calculus) nas operações aritméticas elementares. A palavra perdeu o significado antigo e passou a significar as próprias operações aritméticas. Modernamente, os que trabalham em escritórios de pequenas, médias e grandes empresas às vezes aborrecem-se com um sem-número de cálculos que devem realizar para preencher formulários da área trabalhista. A legislação na área é farta e é alterada continuamente, e apenas os que militam cotidianamente com tais papéis e transformam sua vida em pesquisas intermináveis podem dar conta dos segredos de que se reveste esta parte essencial de um Departamento de Recursos Humanos.

No Brasil, a legislação trabalhista tem características singulares, talvez em parte devido ao meio, à cultura burocrática, herdada de Pero Vaz de Caminha, com sua famosa carta, e em parte devido a leis elaboradas apressadamente, que muitas vezes são insuficientes para dar conta da realidade do mundo do trabalho. Algumas delas são bem-feitas, mas trazem uma complexidade de tal monta que só os iniciados podem, com competência, entendê-las e praticá-las. Assim, podemos dizer que são três, pelo menos, as características relevantes nesse meio: o excesso de leis, a incompletude delas e a complexidade de papéis e cálculos que elas geram.

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Capítulo 7. A Análise do Trabalho de Rotina e das Tarefas Auxiliares

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A Análise do Trabalho de Rotina e das

Tarefas Auxiliares

Capítulo

7

A análise do trabalho de rotina

Se analisarmos novamente o modelo apresentado na Figura 5-2, veremos que o primeiro passo consiste em capturar os elementos de uma atividade e então agrupá-los de acordo com as exigências em termos de habilidades. Neste ponto será possível enxergar qual é a melhor maneira de proceder com o trabalho padronizado e com os passos envolvidos no ensino.

Vamos começar com o que é mais fácil de analisar – o trabalho rotineiro de manufatuta. No caso de um trabalho rotineiro, há uma parcela repetida, cíclica, chamada de tarefa “central” da atividade. O primeiro passo para a análise do trabalho de rotina

é separar a toda tarefa em elementos, e isolar a parte “central” consistente das tarefas auxiliares inconsistentes. Outra maneira de examinar esse processo envolve a separação da tarefa inteira em duas categorias principais – a principal parte da tarefa, em que a atividade que agrega valor é executada, e todo o trabalho restante necessário à execução da tarefa que acrescenta este valor. Na tarefa manual repetitiva, em geral o trabalho principal é aquele executado em cada ciclo – o trabalho in-cycle. Na maioria das vezes, as tarefas auxiliares são conduzidas fora deste ciclo, com certa periodicidade.

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7.2 Demanda de dólares no mercado cambial brasileiro

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capítulo 7 — taxa de câmbio  

 83

Para calcular quanto será necessário de reais para comprar um dólar, é preciso então compreender como o preço da moeda estrangeira é determinado em um mercado de câmbio.

O mercado de câmbio é o mercado em que a moeda de um país é trocada pela moeda de outro.

Em curto prazo, a determinação do preço da moeda estrangeira, ou seja, da taxa de câmbio depende de fatores que influenciam a oferta e a demanda de divisas no país. Outro fator extremamente relevante é a forma como as autoridades determinam a política cambial para o país naquele determinado momento. Esse assunto será tratado especificamente na Seção 7.8 – Regimes cambiais.

O mercado cambial é composto por agentes econômicos que compram e vendem moedas estrangeiras. Os principais atores desse mercado são os bancos comerciais, as empresas, as instituições financeiras não bancárias e os bancos centrais.

Pela importância do dólar como moeda-veículo na economia mundial, os exemplos que serão trabalhados demonstram a relação entre reais e dólares.

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CAPÍTULO 2 - O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO TURISMO

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INTRODUÇÃO

No capítulo anterior, delineamos as definições e os conceitos básicos da demanda turística e demonstramos as mudanças que vêm ocorrendo, desde 1945, no que diz respeito à gestão dessa demanda. Neste capítulo, faremos uma investigação mais aprofundada da demanda, apresentando uma visão geral do processo de tomada de decisões do consumidor no turismo. Para que tenhamos condições de entender e de prever a demanda turística, não há dúvidas de que é essencial compreender os processos de tomada de decisões dos consumidores. A demanda turística em nível individual pode ser tratada como um processo de consumo que é influenciado por uma série de fatores – que podem consistir em uma combinação de necessidades e desejos, disponibilidade de tempo e de dinheiro, ou ainda imagens, percepções e atitude. Neste capítulo, fazemos uma revisão das principais discussões apresentadas na bibliografia da área em torno desses conceitos, com o intuito de explicar como tais fatores influenciam o comportamento do indivíduo no turismo.

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