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6 - Causação e Modelos de Efeitos Causais

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CAPÍTULO 6

causação e modelos de efeitos causais

Esboço

Causação e Correlação

Causação em Dados Não Experimentais

Variáveis Explicativas e Extrínsecas

Notação Causal

Avaliando a Causalidade: Elaboração e Controle

Outro Exemplo

Exemplo com Variáveis Contínuas

O que Aprendemos?

Tópicos Avançados

Aplicações

Exercícios

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150 Capítulo 6

As ciências sociais, juntamente com a biologia da evolução, a geologia e a astronomia, são, em sua maior parte, ciências históricas. Elas tomam como seus objetos a grande extensão da história. Elas estudam mudanças nas sociedades, mudanças nas formas e padrões da vida na Terra, mudanças na estrutura da própria Terra e a estrutura dinâmica do universo, à medida que ele se desenvolve ao longo do tempo.

Em todas essas ciências, nossa habilidade para realizar experimentos é altamente limitada. Não podemos voltar a história, mudando uma variável para ver o que acontece.1 Não podemos voltar a história da vida na Terra sem o impacto do asteroide que levou os dinossauros à extinção, nem ver como a geologia do planeta teria se desenvolvido se sua massa fosse um pouco maior ou menor.

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Capítulo 4 - Modelo Burocrático Pericial – Acessos e Desenhos de Documentos

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Capítulo 4

Modelo Burocrático Pericial –

Acessos e Desenhos de

Documentos

O que é burocracia?

No sentido bom da palavra, é o conjunto de atos e práticas que garantem o controle e a qualidade de resultados do trabalho administrativo e operacional de uma organização.

Este capítulo foi idealizado com o propósito de oferecer ao leitor os caminhos da tramitação dos processos e alguns modelos de documentos, que devem ser gerados por lavratura do perito ou do órgão judiciário, utilizados em processos nos quais se requer a prova pericial.

4.1  Caminhos utilizados na tramitação dos autos

Para as novas situações de tramitação dos processos, motivadas pela implantação dos sistemas eletrônicos na maioria das comarcas brasileiras, deve-se considerar que ainda existem muitos processos físicos, especialmente nas comarcas em transição, operando simultaneamente com os eletrônicos.

Quando se operam as práticas periciais nos sistemas eletrônicos, via de regra, há um ambiente de comunicação que é restrito ao perito, exemplificando: “PROJUDI PR →

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Introdução

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3

Contabilidade nacional

Introdução

Os países, assim como as empresas, têm sistemas que mensuram seus fatos contábeis. No caso dos países, são medidos os chamados agregados econômicos, de forma a aferir o desempenho de sua atividade econômica. Os objetivos dessa mensuração contábil são:

»»Avaliar as variações do padrão de vida da coletividade.

»»Estabelecer relações entre agregados macroeconômicos.

»»Subsidiar as decisões de política econômica do governo.

Essa parte da macroeconomia é também chamada de contabilidade nacional

ou contabilidade social. No Brasil, o órgão responsável pela aferição dos agregados econômicos das contas nacionais é o Instituto Brasileiro de Geografia e

Estatística (IBGE). Outras entidades, entretanto, produzem estatísticas econômicas que cumprem a mesma função de mensurar agregados ou que repercutem no sistema de mensuração do IBGE.

Este capítulo trata das variáveis reais, isto é, as que afetam a produção f ísica.

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9.4 Arcabouços institucionais

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Capítulo 9  •  Crise da Zona do euro 

295

Alemanha, nos ensina que é um absurdo esperar que no longo prazo seja possível manter uma união monetária sem uma união política”.9

Mas a França não entendia assim. O ponto nevrálgico para os franceses era ganhar algum controle sobre a moeda alemã (DM) sem a Alemanha ter controle sobre o orçamento francês.10 Dessa forma, a discussão sobre uma verdadeira união fiscal ficou restrita a apenas alguns critérios de convergência de indicadores macroeconômicos, os quais requeriam que as potenciais nações-membros da união europeia mantivessem suas dívidas públicas não maiores que 60% de seus respectivos PIBs e seus déficits fiscais menores que 3% do PIB.

Se, por um lado, a Alemanha sabia da necessidade de estabelecer um arcabouço que possibilitasse a transferência de recursos entre os países-membros, bem como a constituição de poderes para um órgão supranacional de modo a controlar efetivamente o orçamento das nações-membros, por outro, ela também sabia que seu poder de barganha em meio a um processo de reunificação da Alemanha era limitado. Se a Alemanha de Kohl quisesse e almejasse um apoio incondicional das nações ocidentais para a reunificação alemã, sua atitude e seu julgamento político em relação à celeridade de um projeto europeu não poderiam falhar. Para a França, quanto mais rápida a união monetária ocorresse, mais afastado estaria o perigo de uma nova dominância alemã na região, unificada ou não. Com essa divergência de interesses, o projeto de união monetária essencialmente político e ambicioso, mas nitidamente falho economicamente, foi constituído.

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23 - CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS SOBRE CUSTO/VOLUME/LUCRO

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23

CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS SOBRE

CUSTO/VOLUME/LUCRO

23.1 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

Entender a relação existente entre custo, volume e lucro, no caso de vários produtos.

Entender as limitações e os pressupostos existentes no uso do Ponto de Equilíbrio.

23.2 INTRODUÇÃO

Definimos nos capítulos anteriores, o que é o Custo, suas classificações e características e de que forma se aplica na Contabilidade de Custos. No capítulo anterior estudamos ponto de equilíbrio e suas modalidades.

Buscaremos, neste capítulo, aprofundar um pouco mais o conhecimento adquirido até aqui.

23.3 CONCEITOS

23.3.1  Estruturas diferenciadas e relações custo/volume/lucro

Suponhamos três empresas concorrentes X, Y e Z, trabalhando com as seguintes estruturas de custos e despesas:

Empresa X:

Custos e Despesas Fixos:

  Mão de Obra Indireta

$100.000/mês

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7 Testes em Auditoria

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O objetivo do auditor externo ou independente é emitir opinião sobre as demonstrações financeiras examinadas, cujas peças básicas são as seguintes:

• balanço patrimonial;

• demonstração do resultado do exercício;

• demonstração de lucros ou prejuízos acumulados ou demonstração das mutações do patrimônio líquido;

• demonstração do fluxo de caixa;

• demonstração do valor adicionado;

• notas explicativas.

Para atingir esse objetivo, o auditor independente necessita planejar adequadamente seu trabalho, avaliar o sistema de controle interno relacionado com a parte contábil e proceder à revisão analítica das contas do ativo, passivo, despesa e receita, a fim de estabelecer a natureza, datas e extensão dos procedimentos de auditoria, colher as evidências comprobatórias das informações das demonstrações financeiras e avaliar essas evidências.

Os testes em auditoria constituem o processo pelo qual o auditor reúne elementos comprobatórios. Podem-se aplicar os testes a todas as transações ou a uma amostra representativa adequada. Por ser a última opção a mais comum, o teste converteu-se em sinônimo de amostragem, procedimento por meio do qual o auditor consegue examinar uma quantidade menor que o total de um conjunto de dados, a fim de emitir uma conclusão sobre o mesmo.

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7 - Tributos sobre o lucro

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7

Tributos sobre o Lucro

7.1  I NT RODUÇÃO

Este capítulo versa sobre o tratamento dos tributos incidentes sobre o lucro das entidades. Os principais são, sem dúvida, o imposto de renda e a contribuição social.

No Brasil, as novas normas brasileiras de contabilidade, implementadas desde 2008 e em linha com as normas internacionais, devem ser plenamente aplicadas na contabilidade societária para que proporcionem aos demonstrativos contábeis uma representação fiel e adequada da real situação das entidades. Mas como fica a questão tributária? Fatalmente, a adoção das novas normas causará impacto no resultado das entidades e, por consequência, no pagamento de impostos ao fisco.

Dessa maneira, no Brasil, foi criado pela Medida Provisória no 449/2008 o Regime

Tributário de Transição (RTT), que depois foi convalidado pela Lei no 11.941/2009, para justamente neutralizar os efeitos da aplicação das novas normas contábeis no resultado fiscal. Inicialmente, de 2008 a 2010 as entidades podiam escolher se optavam ou não pelo regime; depois de 2010, todos foram obrigados a aderir. Isso implica dizer que, na prática, fazemos contabilidade como determinam as novas normas, e o resultado será apurado dessa maneira, sem interferência fiscal. Porém, para pagar imposto sobre o lucro, devemos utilizar as mesmas bases que utilizávamos em 2007, antes do início da implementação das novas normas.

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Capítulo 2 - Como a Toyota Tornou-se a Melhor Indústria do Mundo: A História da Família Toyoda e do Sistema Toyota de Produção

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Capítulo

2

Como a Toyota

Tornou-se a Melhor

Indústria do Mundo:

A História da Família Toyoda e do

Sistema Toyota de Produção

Planejo reduzir o tempo de folga nos processos de trabalho e na expedição de peças e de materiais o máximo possível. Como princípio básico para a realização desse plano, defendo a abordagem “just-in-time”. A regra é não despachar os produtos nem muito cedo nem muito tarde.1

— Kiichiro Toyoda,

Fundador da Toyota Motor Company, 1938

O

produto mais visível da busca por excelência na Toyota é sua filosofia de produção, chamada de Sistema Toyota de Produção (STP). O STP é a segunda maior evolução em processos administrativos eficientes depois do sistema de produção em massa inventado por Henry Ford e já foi documentado, analisado e exportado para empresas de diferentes indústrias de todo o mundo. Fora da Toyota, o STP é muito conhecido como “enxuto” ou “produção enxuta”, já que esses foram os termos que se popularizaram em dois best-sellers, The Machine That Changed the World (Womack, Jones, Roos, 1991) e Lean

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Capítulo 19 - Gestão do Caixa e da Liquidez

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O objetivo deste capítulo é que, ao seu final, você compreenda:

OA1 O que é float e como ele afeta os saldos de caixa.

OA2 Como as empresas administram o caixa e quais são algumas técnicas de cobrança e desembolso usadas.

OA3 Quais são as vantagens e as desvantagens de manter saldos de caixa e quais são algumas formas de investir o caixa ocioso.

OA4 O papel das reservas bancárias e datas de liquidação financeira.

OA5 A importância da taxa DI como custo de oportunidade do dinheiro.

COM MUITA FREQUÊNCIA, SURGEM

NOTÍCIAS sobre a situação do caixa de uma empresa. Quando isso acontece, é porque a empresa está ficando com pouco caixa. Mas esse não era o caso de muitas empresas no início de 2008. Por exemplo, a fabricante de automóveis Ford tinha um saldo de caixa de $45,5 bilhões ou $24,02 por ação. O impressionante em relação a essa quantia é que cada ação era negociada a apenas $7. Portanto, o saldo de

caixa por ação da Ford era muito maior do que o preço da ação – normalmente isso não é um bom sinal. Outras empresas com operações mais saudáveis também tinham grandes quantias de caixa. Por exemplo, a General Electric tinha um saldo de caixa de aproximadamente

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CAPÍTULO 10 - Administração tributária

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CAPÍTULO 10  Administração tributária

OBJETIVOS

• Trazer ao estudante conhecimentos para que ele saiba a respeito de administração tributária e identifique-a como um conjunto de ações e atividades, integradas e complementares entre si, que visam garantir o cumprimento pela sociedade da legislação tributária e que se materializam em uma presença fiscal ampla e atuante, quer seja no

âmbito da facilitação do cumprimento das obrigações tributárias, quer seja na construção e manutenção de uma forte percepção de risco sobre os contribuintes faltosos.

• Justificar que essas ações e atividades se sustentam na normatização da legislação tributária e em um conjunto integrado de sistemas de informação, alimentados por informações cadastrais e econômico-fiscais, fornecidas ao fisco pelos próprios contribuintes ou por terceiros mediante a apresentação de diversas modalidades de declarações. 

10.1  INTRODUÇÃO

Administração tributária é a denominação que se dá ao conjunto de órgãos públicos com a incumbência de aplicar a legislação tributária e verificar a correção da sua aplicação por parte de terceiros. Suas principais atividades são a fiscali­ zação, a arrecadação e a cobrança (administrativa e judicial) dos tributos.

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Capítulo 16 - Comunicação integrada de marketing e propaganda internacional

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16

Capítulo

Comunicação integrada de marketing e propaganda internacional

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Características do mercado local que afetam a propaganda e a promoção dos produtos

OA2

Pontos fortes e fracos da promoção de vendas e das relações públicas no marketing global

OA3

Quando a propaganda global é mais eficaz; quando é necessário mudar uma propaganda

OA4

Processo de comunicação e erros de alvo na propaganda

OA5

Consequências de um mercado único europeu sobre a propaganda

OA6

Impacto das limitações de mídia, do excesso de mídia e dos regulamentos governamentais sobre o orçamento de propaganda e promoção

Barbie versus Mulan

■■ Promoção de vendas em mercados internacionais

■■ Relações públicas internacionais

■■ Propaganda internacional

■■ Estratégias e objetivos da propaganda

■■ Atributo do produto e segmentação por benefícios

■■ Segmentação regional

■■ Mensagem: desafios à criatividade

■■

■■

■■

■■

■■

■■

Propaganda global e o processo de comunicação

Restrições legais

Limitações linguísticas

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Capítulo 5 - Introdução à Valoração: O Valor do Dinheiro no Tempo

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PARTE III

5

Introdução à Valoração:

O Valor do Dinheiro no Tempo

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

O objetivo deste capítulo é que, ao seu final, você compreenda:

OA1 Como determinar o valor futuro de um investimento feito hoje.

OA2 Como determinar o valor presente de um caixa a ser recebido no futuro.

Valoração de Fluxos de Caixa Futuros

OA3 Como determinar o retorno sobre um investimento.

OA4 Quanto demora até um investimento atingir um valor desejado.

EM 28 DE MARÇO DE 2008, a Toyota

Motor Credit Corporation (TMCC), uma subsidiária da Toyota Motor, fez uma emissão de títulos de dívida para venda ao público.

Nos termos da emissão, a TMCC comprometia-se a pagar ao proprietário de um desses títulos $100.000 em 28 de março de 2038, mas os investidores nada receberiam até então. Os investidores pagaram à TMCC $24.099 por título; portanto, eles abriram mão de $24.099 em 28 de março de 2008 pela promessa de pagamento de $100.000, 30 anos depois. Tí-

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Capítulo 2 – Trajetórias de carreira

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2

Trajetórias de carreira

Introdução

Desde os anos 1980, verificamos que as trajetórias de carreira nas organizações e no mercado não se organizam por profissão ou por função, mas sim pela natureza das atribuições e responsabilidades. Desse modo, pessoas que exercem atividades de mesma natureza estão na mesma trajetória. A natureza das atribuições e responsabilidades é definida por um conjunto de fatores em que os dois principais são: público para o qual se destina o trabalho e natureza do conhecimento técnico. Por exemplo, se um engenheiro de produção entra na empresa como engenheiro de operações, tem sua função alterada para engenheiro de manutenção e, depois, para engenheiro de processos, ele está na mesma trajetória de carreira, embora tenha atuado em três funções diferentes, porque essas três funções são atribuições e responsabilidades de mesma natureza.

Nos anos 1990, vivenciamos duas experiências importantes no estudo sobre carreiras. A primeira foi quando tentávamos discutir como as competências se distribuíam na realidade cada vez mais exigente de nossas organizações. Verificamos rapidamente que as entregas requeridas das pessoas em uma organização não são uniformes. Inicialmente, acreditávamos que as competências se organizavam da mesma forma que os cargos: operacionais, técnicos, vendas, gerenciais, e assim por diante. Verificamos que obedeciam a outra lógica, que havia um grande alinhamento entre as entregas requeridas de um grupo e a caracterização que tínhamos das trajetórias de carreira. Essa descoberta nos levou a investigar mais profundamente como as trajetórias de carreira se organizavam.

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3.6 ESTUDO DE CASO

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Ca p ítulo 3 • A Autorização d o Projeto

3.5.5 S E JA F I R M E : A M I G O S , A M I G O S ; N E G Ó C I O S À PA R T E

Suponhamos que, devido a mudanças orçamentárias, corte ou gastos aci‑ ma do previsto, seja imprescindível uma redução de toda a sua carteira de pro‑ jetos. O que fazer com aqueles que já estão em andamento e os demais que aguardam execução? Planejar tudo de novo?

Agora o problema é financeiro e não cabem maiores análises estratégicas e afinidades pessoais. Caso não seja uma mudança muito grande, é mais rápido e prático realizar um ajuste, utilizando critérios financeiros. Verifique quais projetos estão fora de seu orçamento e analise­‑os usando um modelo de pon‑ tuação (veja um exemplo no tópico 3.3), que leve em conta o custo para conclu‑ são, o custo de abandono, o retorno estimado e a importância estratégica. Caso alguns deles não sejam mais interessantes, não tema em abandoná­‑los para concentrar­‑se em outros mais atrativos.

3.6 Estudo de caso

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17 - Cedendo um pouco para ganhar aliados

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Cedendo um pouco para ganhar aliados

Duas semanas depois da primeira reunião dos diretores da

Jovem Chic na Malharia, Rocha, Alberto e Ubaldo foram visitar os grandes clientes da Baby&Kids. Rocha se apresentou como novo diretor-geral da companhia, ouviu as sugestões dos clientes, que ficaram muito animados com o aumento do portfólio, que, agora, também teria peças de moda infantojuvenil.

Ao retornar da visita a um deles, Ubaldo falou animado aos demais:

– Já conseguimos fechar contrato com dois clientes para entrarmos com a moda infantojuvenil nas suas redes. Pelo jeito as coisas estão começando a acontecer, não é mesmo,

Rocha?

– É sim, Ubaldo! E temos de agradecer o Alberto por fazer o “meio de campo”.

– O que é isso, pessoal! Nosso produto é bom e estamos ampliando o portfólio, o que é um atrativo maior ainda – falou Alberto.

Animado com a movimentação, Rocha se pronunciou novamente:

– A Pamela e a Denise já estão trabalhando em cima das novas coleções. Vamos produzir um lindo catálogo e estrear uma campanha nacional.

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