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9 - MEDIDAS DE VARIABILIDADE

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MEDIDAS DE VARIABILIDADE

Depois de ler este capítulo, você será capaz de:

1. Saber o significado de desvio-padrão e variância.

2. Saber o significado de quartis, decis, percentis.

3. Saber calcular ou, pelo menos, ter conhecimento sobre os procedimentos para calcular desvio-padrão.

4. Saber calcular ou, pelo menos, ter conhecimento sobre como se faz o cálculo de quartis.

Neste capítulo, são definidas as medidas de variabilidade e apresentados os procedimentos de cálculo. Os exercícios numéricos podem ser realizados usando lápis e papel e, algumas vezes, uma calculadora. É recomendável fazer alguns cálculos a mão, antes de buscar um programa de computador, para entender o conceito.

9.1 VARIABILIDADE

No Capítulo 8 você aprendeu que, para resumir a informação contida em um conjunto de dados, é usual fornecer um valor em torno do qual os dados se distribuem. Neste Capítulo, veremos que é preciso calcular, também, um valor que mostre a variabilidade dos dados.

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1 Conceito de sistema e enfoque sistêmico

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Fundamentalmente, o conceito de sistema decorre da Teoria Geral dos Sistemas, assim explicada por Bertalanffy:1 “Seu objeto é a formulação de princípios válidos para os ‘sistemas’ em geral, qualquer que seja a natureza dos elementos que os compõem e as relações ou ‘forças’ existentes entre eles. A teoria geral dos sistemas portanto é uma ciência geral da ‘totalidade’, que até agora era considerada um conceito vago, nebuloso e semimetafísico.”

Ainda conforme o mesmo autor: “A teoria geral dos sistemas em sentido restrito (TGS) procura derivar da definição geral do ‘sistema’ como complexo de componentes em interação, conceitos característicos das totalidades organizadas, tais como interação, soma, mecanização, centralização, competição, finalidade etc., e aplicá-los a fenômenos concretos.”2

Para Bertalanffy,3 a Teoria dos Sistemas na ciência opõe-se a uma visão clássica de procedimentos analíticos. O significado da expressão “o todo é mais que a soma das partes” consiste simplesmente em que as características constitutivas não são explicáveis a partir das características das partes isoladas.4 O “procedimento analítico” significa que uma entidade pode ser estudada resolvendo-se em partes e por conseguinte pode ser constituída ou reconstituída pela reunião destas partes.5

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7. AS ESTRATÉGIAS DE DISTRIBUIÇÃO

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CAPÍTULO 7

As Estratégias de Distribuição

A estratégia de distribuição da Amazon. com Europa

Em janeiro de 2003, Tom Taylor, o diretor de

Operações de Fornecimento da Amazon.com Europa, estava sentado em seu escritório em Slough, Reino Unido, pensando sobre as mudanças que a Amazon precisava implementar para sustentar seu crescimento na Europa.

Fundada no outono de 1998 por meio de aquisições de duas livrarias online, a Bookpages.co.uk do Reino Unido e a Telebuch.de da

Alemanha, a Amazon Europa evoluíra na forma de três organizações fortes, independentes, baseadas no Reino Unido, na Alemanha e na

França. A Amazon International, formada pela

Amazon Europa e Amazon Japão, representava 35% das receitas do grupo e era o segmento de maior crescimento na empresa (ver Tabela

7-1). Para sustentar esse crescimento, a Amazon Europa tinha diversas opções de expansão: ela podia reproduzir a gama de produtos que a

Amazon oferecia nos EUA, lançar novas atividades da Marketplace1 ou expandir-se para outros países europeus. Além disso, a Amazon

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6 - Polo Técnico - Técnicas de Coleta de Informações, Dados e Evidências

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Polo técnico – técnicas de coleta de informações, dados e evidências

6.1 Introdução

Quando a abordagem metodológica ou o tipo de estudo envolver análises de informações, dados e evidências empíricas, o investigador deverá escolher técnicas para coleta necessárias ao desenvolvimento e conclusões de sua pesquisa. Em uma pesquisa com estratégia convencional, a coleta de dados ocorre após a definição clara e precisa do tema-problema, composição da plataforma teórica, abordagem metodológica definida, bem como escolhidas as opções por técnicas para coleta de dados e evidências. Nos casos de investigações orientadas por estratégias não convencionais, como, por exemplo, Estudo de

Caso, Pesquisa-Ação, a coleta de dados poderá ser desenvolvida concomitantemente com outras etapas da pesquisa.

São denominados primários os dados colhidos diretamente na fonte. Em contraste, os dados secundários são aqueles já coletados que se encontram organizados em arquivos, banco de dados, anuários estatísticos, relatórios etc. Neste capítulo é discutido o processo de construção e aplicação das principais técnicas para coleta de informações, dados e evidências.

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Capítulo 10 - Será que a “visão” baseada em recursos é uma perspectiva útil para a pesquisa de gestão estratégica?*

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Será que a “visão” baseada em recursos é uma perspectiva útil para a pesquisa de gestão estratégica?*

RICHARD L. PRIEM

UNIVERSITY OF TEXAS AT ARLINGTON

JOHN E. BUTLER

HONG KONG POLYTECHNIC UNIVERSITY

Como uma teoria potencial, a visão baseada em recursos (VBR) não é atualmente uma estrutura teórica. Além disso, os defensores da VBR pressupuseram a estabilidade em mercados de produtos e evitaram determinar os valores dos recursos. Como perspectiva para a gestão estratégica, definições imprecisas prejudicam sua prescrição e abordagens estáticas relegam a causalidade a uma “caixa preta”. Nós esboçamos desafios conceituais para melhorar esta situação, incluindo a formalização rigorosa da VBR. Respondendo as perguntas causais do tipo “como”, incorporando o componente temporal e integrando a VBR com modelos de heterogeneidade de demanda.

A popularidade da VBR da gestão estratégica fica evidente na sua rápida difusão por toda a literatura sobre estratégia. Ainda assim, até hoje tem havido pouca avaliação crítica da VBR como sistema teórico (veja Ryall, 1998, uma exceção) ou das suas contribuições potenciais à gestão estratégica (veja

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Capítulo 8 - Avaliação de Oportunidades em Projetos de Investimento

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Avaliação de Oportunidades em

Projetos de Investimento

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

AO TERMINAR O ESTUDO DESTE CAPÍTULO, VOCÊ ESTARÁ CAPACITADO PARA:

1. IDENTIFICAR E AVALIAR AS OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS ADICIONAIS, CRIADAS PELOS PROJETOS ORA EM

AVALIAÇÃO E QUE NÃO FORAM CONTEMPLADAS PELAS PREVISÕES ATUAIS.

2. INTERPRETAR OS PROJETOS DE INVESTIMENTOS DA EMPRESA COMO OPÇÕES DE AÇÕES, COM AS MESMAS

CARACTERÍSTICAS.

3. E STRUTURAR

ESTRATÉGIAS DE ENGENHARIA FINANCEIRA PARA REDUZIR O RISCO DE UMA CARTEIRA DE

PROJETOS.

4. AVALIAR O VALOR DAS OPÇÕES ANTES DA DATA DE VENCIMENTO PARA QUANTIFICAR O VALOR TOTAL DA

CARTEIRA.

5. A PLICAR

OS MODELOS BINOMIAL E DE

B LACK-S CHOLES

PARA QUANTIFICAR O VALOR DA CARTEIRA DE

INVESTIMENTOS EM ATIVOS.

6. ANALISAR OS PROJETOS DE INVESTIMENTOS COMO OPÇÕES REAIS, DE FORMA A CALCULAR O VALOR DAS

OPORTUNIDADES CRIADAS.

8.1 AS FALHAS NOS MÉTODOS TRADICIONAIS DE AVALIAÇÃO DE

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Capítulo 11 – Identidade do consumidor II: classe social e estilos de vida

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Capítulo 11 Identidade do consumidor II: classe social e estilos de vida

Objetivos do capítulo

Ao terminar de ler este capítulo, você deverá compreender por que

1. Nossa confiança no futuro e na economia em geral determina o quanto gastamos e os tipos de produto que compramos.

2. Agrupamos os consumidores em classes sociais que dizem muito sobre sua posição na sociedade.

3. O desejo dos indivíduos de se afirmarem com relação à sua classe social ou à classe à qual esperam pertencer influencia sua preferência por determinados produtos.

4. O estilo de vida define um padrão de consumo que reflete as escolhas de uma pessoa sobre como despender seu tempo e dinheiro, e essas escolhas são essenciais para definir sua identidade como consumidor.

5. Identificar padrões de consumo pode ser mais útil do que ter conhecimento sobre compras individuais quando as organizações elaboram uma estratégia de marketing de estilo de vida.

6. A psicografia vai além da demografia para ajudar as empresas a compreenderem e alcançarem diferentes segmentos de consumidores.

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Capítulo 2 - O Sistema Monetário: a Oferta e a Demanda por Moeda

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O SISTEMA MONETÁRIO:

A OFERTA E A DEMANDA

POR MOEDA

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Rudinei Toneto Jr.

INTRODUÇÃO

Como destacado no capítulo anterior, a agregação das diferentes mercadorias, produções individuais, em um conceito amplo do tipo Produto Nacional, só é possível pelo fato de as dife­ rentes mercadorias e serviços exprimirem seu valor em uma unidade comum: a moeda – o real no Brasil, o dólar nos EUA, o iene no Japão e assim por diante. Todavia, o que vem a ser moeda?

Como ela é criada? Por que seu uso é tão generalizado? Por que as pessoas a desejam? Por que existe tanta preocupação com seu controle? Neste capítulo, tentaremos explicar o que é a moeda, como sua oferta é determinada, quais seus instrumentos de controle e os motivos que justificam sua demanda.

2.1 MOEDA: CONCEITO E FUNÇÕES

A moeda é um objeto que desempenha três funções: i. meio de troca; ii. unidade de conta; e iii. reserva de valor.

2.1.1 Moeda como meio de troca

O surgimento da moeda decorre do progresso econômico, com a especialização dos indiví­ duos em produções isoladas, que não são capazes por si só de atender ao conjunto de todas suas necessidades. Para a satisfação destas, devemos recorrer cada vez mais aos demais agentes para obter, por meio da troca, os produtos de que necessitamos. As trocas podem ser feitas de forma direta, o escambo, ou de forma indireta, pela intermediação da moeda.

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Capítulo 3 - O Modelo Clássico ou a Macroeconomia antes de Keynes

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O MODELO CLÁSSICO

OU A MACROECONOMIA

ANTES DE KEYNES

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Rudinei Toneto Jr.

INTRODUÇÃO

Uma vez apresentados os principais conceitos, dentre outros aspectos introdutórios, este e os próximos capítulos têm como objetivo estudar os principais modelos macroeconômicos consi­ derados pela Ciência Econômica. São modelos que às vezes se complementam e às vezes se con­ tradizem em termos de resultados e, principalmente, em termos de política macroeconômica. Mas são fundamentais para entender o funcionamento do sistema macroeconômico de um país.

Tentando observar uma sequência que, além de didática, respeita mais ou menos a linha do tempo em que os modelos foram concebidos, o primeiro capítulo trata da visão dos economistas clássicos sobre a macroeconomia.1 Nos demais capítulos, apresentaremos, nesta ordem, os “mode­ los” keynesianos, o modelo de oferta e demanda agregada, as teorias de ciclos, considerações so­ bre algumas variáveis macroeconômicas (consumo, investimento e gastos públicos, entre outras) e dois dos principais modelos de crescimento econômico. O último capítulo é destinado a uma breve exposição da evolução da macroeconomia na história do pensamento econômico.

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Parte I - 3 Trajetórias de Carreira nas Organizações

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Trajetórias de Carreira nas Organizações

Joel Souza Dutra

Introdução

Ao longo dos anos 80, tivemos no Brasil uma atenção especial para o estudo de como era o comportamento das carreiras nas organizações e no mercado de trabalho, mas somente no final da década de 80 e início da de 90 é que os trabalhos de pesquisa se voltaram para a pessoa. Esse movimento no Brasil difere da Europa e dos Estados Unidos, onde os principais estudos foram na direção de compreender os processos de escolha das pessoas e como se estabeleciam as diferentes etapas e fases da carreira individual, para posteriormente se discutir como conciliar as expectativas das pessoas com as das organizações.

Essa inversão na ordem fez com que os investimentos se tornassem maiores na busca de compreender a organização e o mercado de trabalho. Essa compreensão permitiu verificar que alguns aspectos da gestão de pessoas, mesmo em um ambiente extremamente turbulento como o atual, não se alterassem com o tempo.

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22 O Círculo Vicioso

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O Círculo Vicioso

Samuel chegou cedo à empresa para estudar com o grupo.

No entanto, nenhum deles conseguia se concentrar na aposti‑ la. Todos queriam comentar sobre as conclusões que chega‑ ram na noite anterior.

“Os departamentos podem até estar bem intencionados, mas não trabalham corretamente. Todos querem atingir os seus índices de desempenho, mas não pensam que isso pode afetar diretamente outra área”, disse Paulo.

“Não adianta a minha área vender muito se não há esto‑ que ou plano de produção para atender os clientes no prazo”, afirma Danyelle.

“Também não adianta produzirmos mais de uma válvula por ser a mais simples se ela tem menos saída do que as ou‑ tras. Por que o estoque sempre fica lotado com as válvulas gaveta pequenas, se a mais vendida é a média? O mesmo ocorre com a esfera. Fazemos mais da pequena e as que têm mais saída são a média e a grande”, comentou Paulo.

“Isso acontece porque, quando falta material para con‑ cluir as demais válvulas, fazemos somente as que consegui‑ mos para não pararmos totalmente. Afinal, temos de garan‑ tir o índice de desempenho mensal da produção”, justificou

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11. Programação Inteira, Programação por Objetivo e Programação não Linear

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Análise Quantitativa para Administração

11.1

Programação inteira é a extensão da PL que soluciona problemas que requerem soluções inteiras.

A programação por objetivo é a extensão da PL que permite que mais de um objetivo seja declarado.

Programação não linear ocorre quando os objetivos ou restrições são não lineares.

INTRODUÇÃO

Acabamos de estudar dois tipos especiais de modelos programação linear (PL) – os modelos de transporte e atribuição – que foram tratados fazendo certas modificações na abordagem geral da PL. Este capítulo apresenta uma série de modelos de programação matemática que surge quando algumas das suposições básicas da PL tornam-se mais ou menos restritivas.

Por exemplo, uma suposição da PL é que variáveis de decisão podem assumir valores fracionários como X1 = 0,33, X2 = 1,57 ou X3 = 109,4. No entanto, vários problemas de negócios só podem ser solucionados se as variáveis têm valores inteiros. Quando uma companhia aérea decide quantos Boeing 757 ou Boeing 777 comprar, ela não pode fazer um pedido para 5,38 aeronaves; ela deve pedir 4, 5, 6, 7 ou outra quantidade inteira. Na Seção 11.2, apresentaremos o tópico da programação inteira. Mostraremos como solucionar problemas de programação inteira graficamente e com o uso de um algoritmo chamado de método branch and bound.

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27.6 O capital de giro e o crescimento sustentável

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Parte VII

Finanças de Curto Prazo

tidade de dinheiro depositada na conta corrente. Isso é chamado de saldo médio, o qual é uma parte do dinheiro da empresa que é mantida no banco em contas com juros baixos ou sem juros.

Garantias para linhas de crédito

Os bancos e outras instituições financeiras quase sempre exigem garantias para conceder empréstimos, tanto de curto quanto de longo prazo. Essas garantias assumem a forma de garantias reais e de garantias fidejussórias (garantias com base em fé, confiança). As primeiras, as reais, são constituídas por hipoteca, penhor, alienação fiduciária de bens móveis e imóveis e caução de títulos. Também podem consistir em contas a receber ou estoques. As garantias fidejussórias são o aval e a fiança.

Operações de fomento comercial (Factoring)

Na sua forma original, o factoring envolve a venda das contas a receber. O comprador, denominado factor, deve cobrar as contas a receber. Ele assume o risco total pelas contas inadimplentes. As empresas de factoring são sociedades mercantis com o objetivo de prestar serviços e dar assistência e suporte ao segmento da pequena e média empresa, bem como comprar direitos creditórios resultantes das vendas mercantis desse segmento. A Resolução no 2.144 do Conselho Monetário Nacional e a Lei no 9.249/1995 caracterizam factoring como a “prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção de riscos, administração de contas a pagar e a receber, compra de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços”. Factoring, portanto, é uma atividade empresarial, não é parte do sistema financeiro, do sistema bancário.

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Parte Dois - Capítulo 6 - Empreendedorismo e pequenas empresas

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Empreendedorismo e pequenas empresas

CAPÍTULO 6 Questões de Estudo

1. O que é empreendedorismo?

Planejamento Prévio

Após ler o Capítulo 6, você deve ser capaz de responder a estas perguntas com suas próprias palavras.

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2. O que existe de tão especial nas pequenas empresas?

3. Como se inicia um novo empreendimento?

4. Quais são os recursos que dão suporte ao empreendedorismo no desenvolvimento de um negócio?

16/10/2006 17:00:25

COUNT-ME-IN PARA A INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA DAS

MULHERES — INVESTINDO EM PESSOAS E IDÉIAS

Ano após ano, por falta de oportunidade, pessoas com boas idéias encontram dificuldade em concretizá-las. Boa parte dessas pessoas são mulheres. A Count-Me-In for Women’s Economic Independence, que significa algo como

“conte comigo para a independência financeira das mulheres”, existe para mudar isso e dar às empreendedoras uma chance de iniciar um novo negócio. Fundada por Nell Merlino, também criadora da Take Our Daughters to Work

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3. Demonstração do resultado

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Demonstração do resultado

3

Objetivos de Aprendizagem

;; Analisar a demonstração do resultado.

;; Definir conceitos fundamentais para a apuração do resultado apresentado pela entidade em determinado período, tais como receitas e despesas.

;; Evidenciar a estrutura de apresentação.

;; Reconhecer os eventos econômicos realizados por uma entidade que impactam o seu resultado.

3.1 Introdução

Neste capítulo serão analisados os eventos que causam efeito no patrimônio líquido da empresa, decorrentes do desempenho da sua atividade. À exceção da integralização de capital pelos sócios, no capítulo anterior foram analisados eventos que não causam qualquer efeito no patrimônio líquido, mas provocam impactos somente nas contas dos grupos do ativo e do passivo, caracterizando a troca de um ativo por outro, a obtenção de um ativo com recursos de terceiros, a liquidação de um passivo com a consequente redução do ativo, entre outros.

Alguns eventos que alteram o patrimônio líquido da empresa ao longo do tempo são:

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