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4. Revitalização de Polos Varejistas de Rua:Experiências de Sucesso na Europa

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

4. Revitalização de Polos Varejistas de Rua:

Experiências de Sucesso na Europa

Luís Fernando Varotto

Introdução

Este capítulo faz um paralelo entre o momento atual dos polos comerciais de rua no Brasil e o de mercados desenvolvidos da Europa, mostrando experiências bem-sucedidas de revitalização de polos comerciais de rua, principalmente no Reino Unido. O papel desempenhado pelos polos de rua é exposto não só sob a ótica comercial, mas também ressaltando a sua importância como ponto convergente na vida das comunidades do seu entorno.

O capítulo busca ainda trazer inspiração para a gestão pública com foco no papel desempenhado pelo varejo como promotor da qualidade de vida nas cidades, além de estímulo para a mobilização dos varejistas que atuam em polos de rua. Tendo por base seis importantes dimensões sugeridas pelo British Retail Consortium – sensação única de lugar, espaço público atraente, planejamento, acessibilidade, segurança e limpeza, e regime fiscal e regulatório favorável –, esses conceitos chave são apresentados e discutidos, trazendo alguns exemplos ilustrativos de iniciativas bem-sucedidas de fora do Brasil. O Capítulo é concluído com algumas reflexões sobre esse processo e sugestões para o mercado brasileiro.

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8. A Experiência do Sebrae na Revitalização de Polos Varejistas de Rua . . . 211Maurício Tedeschi

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

8. A Experiência do Sebrae na Revitalização de Polos Varejistas de Rua

Maurício Tedeschi

Introdução

Nas cidades, a palavra revitalização é frequentemente associada a obras de melhorias em espaços públicos, as quais – via de regra – são intervenções urbanísticas pontuais com baixa participação da comunidade, desperdiçando boa parte do potencial de mudança que esse tipo de ação pode induzir.

O desafio de um processo de revitalização mais amplo está em compreender as necessidades e prioridades de todas as partes interessadas, assim como os impactos socioeconômicos que estarão em jogo. Para se atuar em um tema com tantos aspectos envolvidos, é preciso uma visão sistêmica sobre o comércio varejista e sobre as dinâmicas territoriais.

Do ponto de vista do varejo, o comércio eletrônico tem sido o protagonista das principais discussões a respeito de tendências, mas também são relevantes a crescente diversidade de modelos de negócios e formatos de lojas, a evolução das franquias e as tecnologias que aceleram o desenvolvimento do varejo multicanal. São pontos que, ligados ao novo perfil do consumidor, caracterizam a transformação do setor, exigindo dos empresários a busca pelo aperfeiçoamento contínuo, a capacidade de adaptação rápida e a disponibilidade em implementar novas práticas comerciais.

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7. Corredores Comerciais em Municípios de Médio Porte:O Caso de Piracicaba/SP .

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

7. Corredores Comerciais em Municípios de Médio Porte:

O Caso de Piracicaba/SP

Hermes Moretti Ribeiro da Silva

Eduardo Eugênio Spers

Introdução

O sucesso dos polos de rua e corredores comerciais impactam no desenvolvimento de um município. Este capítulo pretende, a partir da análise dos aglomerados varejistas de Piracicaba e de uma pesquisa de campo com varejistas dessa cidade, caracterizar como essa perspectiva pode auxiliar a gestão pública e privada em nível municipal.

Com cerca de 400 mil habitantes (397.322 em 2017, IBGE), Piracicaba apresenta uma evolução e estrutura varejista característica das cidades de porte médio, incluindo tanto polos varejistas de rua não planejados, localizados na área central e bairros, como planejados, os shopping centers, por exemplo. Como tem ocorrido em outros municípios brasileiros, o polo varejista do centro de Piracicaba foi se consolidando ao longo do século passado, estando associado ao seu desenvolvimento histórico. Nessa região central, encontra-se uma ampla e variada gama de atividades varejistas, que atendem não só necessidades de compra comparada, mas também produtos e serviços especializados. À medida que a cidade foi se desenvolvendo e geograficamente se espalhando, pequenos aglomerados varejistas espontaneamente se instalaram para atender às necessidades de produtos de compra comparada.

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9. Propostas e Desdobramentos do Novo Plano Diretor Estratégicodo Município de São Paulo para as AtividadesVarejistas de Rua . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

9. Propostas e Desdobramentos do Novo Plano

Diretor Estratégico do Município de São Paulo para as Atividades Varejistas de Rua

Larissa Campagner

Valter Caldana

Introdução

Este artigo pretende explicitar as relações entre atividades varejistas de rua e desenvolvimento urbano a partir de um ponto de vista que protagoniza o comportamento do setor varejista diante da legislação urbana e dos instrumentos de planejamento e sua recíproca, ou seja, o alcance efetivo desses instrumentos sobre o setor.

O Artigo está estruturado em três partes: a primeira denominada como

Planejamento Urbano e Varejo apresenta e analisa as principais propostas presentes no novo Plano Diretor Estratégico (PDE/2014 – Lei 16.050/14) do município de São Paulo que impactam as atividades varejistas.

A segunda parte, O Plano, os Eixos e as atividades de rua, tem como foco os Eixos de Estruturação da Transformação Urbana (EETU), aposta do PDE/2014 para condicionar e fomentar o desenvolvimento em territórios específicos. Nela está detalhada a maneira como o PDE/2014 enxerga a atividade varejista de rua e os principais incentivos para instalação dessas nos territórios dos Eixos de Estruturação.

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5. Revitalização dos Polos Varejistas de Rua:Análise de Três Casos em São Paulo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

5. Revitalização dos Polos Varejistas de Rua:

Análise de Três Casos em São Paulo

André Luiz B. da Silva

Juracy Parente

Introdução

Os polos varejistas de rua no Brasil são responsáveis pela maior parte do comércio nas cidades. Estes são compostos por dezenas ou centenas de lojas que funcionam como um aglomerado integrado à cidade e assumem um papel essencial no desenvolvimento urbano. No entanto, devido à expansão da concorrência com shoppings centers, aglomerados planejados, que apresentam vantagens competitivas de lazer, segurança e infraestrutura adequada aos consumidores, a vitalidade dos polos varejistas de ruas já começa a ser ameaçada e, em muitos casos, como nos centros das cidades, já entraram em declínio. Esse processo de degradação provoca graves consequências negativas às cidades, como o aumento da criminalidade, a depreciação imobiliária e a redução da vitalidade e da qualidade de vida em toda a região.

Nota-se, no Brasil e em outras partes do mundo, essa gradual decadência dos polos varejistas de ruas. Entretanto, muitos países da Europa e América do Norte já reconheceram que a revitalização dos polos de rua exerce uma influência positiva decisiva na qualidade de vida das cidades, e nesse sentido vem desenvolvendo, de forma prioritária, políticas públicas e modelos de parcerias público-privadas. No Brasil, entretanto, os governantes em geral ainda não despertaram para essa prioridade, sendo o Sebrae responsável por desempenhar um valioso e pioneiro papel de apoio às iniciativas de

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2. Comportamento e Preferências do Consumidorpara Polos de Rua

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

2. Comportamento e Preferências do Consumidor para Polos de Rua

Ana Paula Miotto

Marcelo Moll Brandão

Juracy Parente

Marina Henriques Viotto

Introdução

Shopping centers e Polos Varejistas de Rua disputam a preferência dos consumidores na hora de irem às compras. No Brasil, apesar do crescimento contínuo e da rápida expansão dos shopping centers, com 563 unidades e faturamento, em 2018, de R$ 178, 7 bilhões, de acordo com dados da ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers), os polos varejistas de rua ainda detêm a maior parte do volume de vendas do varejo.

Em muitas empresas varejistas de sucesso, como Magazine Luiza, Casas Bahia e Habibs, a maioria das suas lojas estão localizadas em polos varejistas de rua. A mesma tendência ocorre na localização das agências bancárias dos grandes bancos brasileiros, muito mais concentradas em polos varejistas de rua do que em shopping centers. Com o aumento do poder aquisitivo das populações de baixa renda, os shopping centers, que antes estavam mais exclusivamente direcionados para as classes de renda mais alta, passaram também a desenvolver novas unidades para atrair as classes C e D acirrando a disputa de mercado entre os dois principais tipos de aglomerados varejistas.

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6. Largo da Batata: Uma Análise da Intervenção Públicaque Enfraqueceu o Varejo de Rua

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

6. Largo da Batata: Uma Análise da Intervenção Pública que Enfraqueceu o Varejo de Rua

Daniel Manzano

Viviane Rocha

Luis Fernando Varotto

Introdução

Este capítulo tem como objetivo ampliar o entendimento sobre polos varejistas de rua ao trazer um exemplo de intervenção urbana realizada pela

Prefeitura da cidade de São Paulo. O exemplo a ser explorado é o do polo varejista de rua localizado na região de Pinheiros e conhecido como Largo da Batata. Ao descrever diferentes aspectos do projeto e de sua implantação, este capítulo também ressalta que muitos dos ingredientes de sucesso já consagrados em projetos de intervenção urbana realizados em outros países deixaram de ser observados nessa iniciativa. De certa forma, essas lacunas acabaram por não favorecer a revitalização do dinâmico polo varejista que já existia na região antes da reforma.

A intervenção realizada pela Prefeitura de São Paulo no Largo da Batata foi idealizada em 2001, teve as suas obras iniciadas em 2007 (Hiraoka,

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1. A Importância dos Polos Varejistas de Rua

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

1. A Importância dos Polos Varejistas de Rua

Juracy Parente

Marina Henriques Viotto

Paula Martins

Introdução

Como em outros países, os polos varejistas de rua no Brasil continuam sendo responsáveis por grande parte do comércio nas cidades, sendo ainda os detentores da maior parte das vendas de varejo de não alimentos nas cidades brasileiras1. Compostos por centenas de lojas que funcionam como um aglomerado sinérgico de produtos e serviços, os polos varejistas de rua estão intensamente integrados à região onde se localizam, assumindo assim um papel essencial no desenvolvimento e vitalidade das cidades. Originalmente localizados nos centros das cidades e atualmente também espalhados em diversas regiões das grandes metrópoles, os polos varejistas de rua satisfazem grande parte das necessidades de compra de produtos e serviços, facilitando assim a vida dos consumidores da região. Contribuem não só para o dinamismo urbano, mas também estimulam a economia e qualidade de vida das áreas onde estão localizados2. No entanto, devido ao aumento da concorrência com shoppings centers, aglomerados planejados que apresentam vantagens competitivas de lazer, segurança e infraestrutura adequada

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3. Evolução de Formatos de Lojas Físicas e de Polos Varejistasde Rua

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

3. Evolução de Formatos de Lojas Físicas e de Polos Varejistas de Rua

Ana Paula Miotto

Juracy Parente

Introdução

Este trabalho foi motivado para expandir e desenvolver um conhecimento mais estruturado sobre os formatos de lojas de vestuário no contexto da classe média baixa em ascensão em mercados emergentes como o Brasil, além de contribuir para preencher algumas lacunas existentes na literatura.

Os resultados da pesquisa realizada que apresentamos nesse capítulo foi orientada por algumas questões: Como se pode descrever melhor e sintetizar a grande diversidade de tipos de lojas em uma taxonomia de formatos de varejo? Como podemos descrever melhor e sintetizar a grande diversidade de tipos de loja de vestuário, encontrada em polos varejistas de rua no Brasil? Quão diferentes são as estratégias utilizadas pelas lojas de vestuário em mercados emergentes em relação às variáveis do

​​ mix de varejo? O modelo

Big Middle pode ser adaptado para retratar as estruturas transitórias do varejo encontradas em mercados emergentes?

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11. O Sucesso dos BIDs: Modelo de Parceria Público-Privadapara Revitalização Urbana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

11. O Sucesso dos BIDs: Modelo de Parceria

Público-Privada para Revitalização Urbana

Daniel Manzano

Juracy Parente

Introdução

Modelos de parceria público-privada, denominados de Business Improvement Districts (ou BIDs), são amplamente adotados em países da Europa e da América do Norte, visando a revitalização de centros de cidade e de áreas urbanas. Muito utilizados para recuperar regiões comerciais e polos varejistas ameaçados de declínio, esses modelos estão baseados em projetos de iniciativas conjuntas da área pública e privada, que trabalham e investem coletivamente na implementação de melhorias locais e de revitalização dos negócios, em uma determinada região1 2. Institucionalizados e legalizados por meios das legislações dos governos locais, e, portanto, com autonomia garantida por lei, varejistas de uma mesma localidade buscam construir um alinhamento para definirem as diretrizes do projeto, regras e investimentos para aquela área, mantendo uma relação de parceria e cooperação entre si e com o setor público3.

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10. Política Urbana e Comércio de Rua na Cidade de São Paulo . . . . . . .

Juracy Parente, Marcelo Moll Brandão, Ana Paula S. C. Miotto, Luís Fernando Varotto Editora Almedina PDF Criptografado

10. Política Urbana e Comércio de Rua na Cidade de São Paulo1

Fernando de Mello Franco

Giselle Kristina Mendonça Abreu

Introdução

Historicamente, o desenvolvimento das cidades esteve intrinsicamente associado ao comércio. Em uma relação recíproca, os núcleos urbanos se consolidaram a partir do cruzamento de extensos fluxos de mercadorias e correntes de comércio no território e, ao mesmo tempo, a própria atividade comercial se intensificava no interior desses núcleos em função do crescimento do mercado consumidor e da presença de pessoas com recursos relacionados a esta atividade.

A história da cidade de São Paulo não foi diferente. Até meados do século XVIII, São Paulo se caracterizava, em um primeiro momento, como entreposto comercial entre rotas da economia de subsistência do interior e do “exterior” e, em um segundo momento, como nó conector de diferentes correntes regionais de comércio interno. Com o fortalecimento do comércio externo a partir da expansão da produção do açúcar e do café no século

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2.9 Outras barreiras ao comércio internacional

Edgar Cândido do Carmo, Jefferson Mariano Editora Saraiva PDF Criptografado

26   economia internacional

2.9 Outras barreiras ao comércio internacional

A homepage do MDIC15 lista uma longa série de práticas que dificultam o comércio livre e se constituem em formas burocráticas de restrição comercial, conforme ilustra o Quadro 2.3.

Quadro 2.3 Outras modalidades de restrições ao comércio entre as nações

Proibição total ou temporária — proibição de importação de um produto que seja permitido comercializar no mercado interno do país que efetuou a proibição

Impostos e gravames adicionais — cobranças adicionais de tarifas portuárias ou de marinha mercante, taxa de estatística etc.

Impostos e gravames internos que discriminem o produto nacional e o importado — imposto do tipo do ICMS que onere o produto importado em nível superior ao produto nacional

Preços mínimos de importação/preços de referência — estabelecimento prévio de preços mínimos como referência para a cobrança das tarifas de importação, sem considerar a valoração aduaneira do produto

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Medium 9788547213381

1.3 ETAPA 1: ORGANIZE A INFORMAÇÃO EXIGIDA PARAA ANÁLISE DE ESTRATÉGIA

David Dranove, Sonia Marciano Editora Saraiva PDF Criptografado

1.3 ETAPA 1: ORGANIZE A INFORMAÇÃO EXIGIDA PARA

A ANÁLISE DE ESTRATÉGIA

A estratégia deve ser regida por fatos sobre a empresa, seus concorrentes e consumidores.

Um bom modo de começar a organizar conhecimento

é examinar o desempenho financeiro real, de preferência o mais próximo possível do nível da unidade de negócios.

A estratégia deve ser regida por fatos sobre a empresa, seus concorrentes e consumidores. Não há quantidade de teorias econômicas ou modelos de consultoria que possam substituir o conhecimento institucional.

Porém, “conhecimento institucional” é um conceito amplo, aparentemente sem limites. Além disso, esse conhecimento quase sempre está desorganizado e disperso. Com um pouco de disciplina, é possível organizá-lo de modo a facilitar muito o processo de desenvolvimento de estratégia.

Ao pensar sobre como organizar conhecimento, lembre-se de que a meta da análise estratégica é ajudar uma certa empresa a determinar como melhor gerar receitas que excedam seus custos, incluindo seus custos de capital. Nossa experiência nos diz que os administradores costumam iniciar sua análise por declarações qualitativas sobre sua empresa que não podem ser comprovadas por dados quantitativos sobre o real desempenho da empresa.

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5.1 QUÃO COMPETITIVO É O MEU MERCADO?

David Dranove, Sonia Marciano Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

O problema da concorrência: como diagnosticá-lo

enfrentando­e produzir uma resposta adequada. É um erro reagir do mesmo modo a todos os tipos de concorrência; reações mal avaliadas podem acionar o tipo de concorrência feroz que as empresas deveriam estar tentando evitar.

Análises de concorrência não devem estar limitadas a mercados de produtos. Empresas também competem em mercados de insumos: contratação de trabalhadores, compra de matérias-primas etc. Do mesmo modo que em mercados de produtos, a concorrência em mercados de insumos rouba valor que poderia ter sido obtido por uma empresa e o transfere a outra: funcionários, fornecedores, proprietários de empresas visadas. A concorrência no mercado de insumos pode ser exatamente tão maléfica quanto a concorrência em mercados de produtos.

Tom Hicks, proprietário do clube de beisebol Texas Rangers, aprendeu essa lição do modo mais duro. Hicks achava que estava concorrendo com outros proprietários pelos serviços de Alex Rodriguez, astro da interbases, quando lhe ofereceu um contrato de 200 milhões de dólares, que bateu todos os recordes até então. No entanto, Rodriguez não tinha outras ofertas comparáveis e os Rangers operaram no vermelho até que negociaram o jogador e seu contrato com os New

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9.3 DEFINIÇÃO DE MERCADO DE COMPANHIAS AÉREAS

David Dranove, Sonia Marciano Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

Dois exemplos de estratégia em ação: Southwest Airlines e o mercado de hospitais em Chicago

de poltronas ocupadas nos voos de uma companhia aérea. ASM, RPM e taxa de ocupação estão relacionados pela seguinte fórmula:

Custo por RPM = custo por ASM ÷ taxa de ocupação

Todas essas variáveis são importantes para as companhias aéreas. Porém, por fim, uma companhia aérea tem de ser capaz de determinar preços maiores que seus custos por RPM se quiser ter algum lucro.

O custo por ASM e o custo por RSM das várias companhias aéreas podem ser muito diferentes. Por exemplo, o custo por ASM e o custo por

RSM da SWA são de aproximadamente 20% (ou 2 a 3 centavos de dólar) mais baixos que a média do setor. Diferenças em custos por ASM entre empresas aéreas refletem diferenças em:

##distância média dos voos (o custo por ASM diminui com a distância);

##composição da frota (o custo por ASM é menor em aeronaves maiores);

##preços de insumos, especialmente taxas salariais;

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