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Capítulo 4 – Identificação da necessidade de orientação profissional

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

4

Identificação da necessidade de orientação profissional

“Sorte é quando o conhecimento e a oportunidade se encontram.”

Autor desconhecido

Coaching-Mentoring-Counseling.indb 129

28/08/2018 15:44:47

Este capítulo cuida do adequado processo de identificação da necessidade de algum tipo de orientação profissional, quer seja para a empresa, quer seja para o indivíduo.

Você deve analisar com cuidado esse momento, pois o que se iniciar de forma inadequada terá consequências desastrosas para todo o processo, consolidando um pseudoprograma de orientação profissional, sendo muito difícil, demorado e altamente desgastante, para os envolvidos, seu acerto.

Para que esse problema não ocorra, você tem a oportunidade de analisar esse processo de identificação de necessidades através de uma metodologia estruturada composta de algumas etapas, o que possibilita seu pleno entendimento e aplicação.

E, muito importante, todo esse processo de análise é realizado de forma interativa com as questões estratégicas da empresa, possibilitando uma análise global, atual e correlacionada com o futuro esperado. Dessa forma, a análise e estruturação do programa de orientação profissional também ficam interligadas com a análise dos negócios atuais e futuros da empresa.

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Anexo – Recomendações para Professores de Trabalhos, Casos e Exercícios

FISCHMANN, Adalberto A.; ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de Grupo Gen PDF Criptografado

Anexo

Recomendações para

Professores de Trabalhos, Casos e Exercícios

Em nossa experiência de lecionar Planejamento Estratégico, sentimos a necessidade de compor o curso com trabalhos e exercícios de forma que os alunos possam, mesmo que de forma simplificada, sentir as dificuldades e as realizações de trabalhos com Planejamento Estratégico.

Quanto ao trabalho, recomendamos que seja realizado em grupos de no máximo cinco elementos e versando sobre um aspecto do Planejamento Estratégico em uma empresa que os alunos escolherem. Estes aspectos poderão ser, por exemplo:

– Uma análise da estratégia vigente da empresa.

– Sistema de informações do ambiente (concorrência, economia etc.).

– Relacionamento dos diversos sistemas de Planejamento da Empresa.

– Descrição da tomada de uma decisão estratégica.

Às vezes, os alunos têm dificuldade de encontrar empresas que tenham o processo de Planejamento Estratégico formalizado. Mas isto não deve ser impedimento, pois, mesmo que a empresa não o tenha formalizado, ela é obrigada a tratar de decisões estratégicas, o que poderá ser um bom instrumento de aprendizagem para os alunos.

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8 - Direcionamento Estratégico

FISCHMANN, Adalberto A.; ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de Grupo Gen PDF Criptografado

Cap. 8 • Direcionamento Estratégico  77

Direcionamento Estratégico

A reunião para estabelecer o direcionamento estratégico foi diferente das anteriores, pois tanto o consultor quanto o proprietário e seus filhos preferiram reunir‑se fora da empresa, para não serem interrompidos. Para isso, alugaram uma pequena sala de reuniões em um hotel. O dia da reu‑ nião foi uma sexta‑feira (escolhida por votação), pois o Sr.

José preferia que a reunião fosse no domingo, para não atra‑ palhar o serviço.

Quando Dr. Carlos chegou ao hotel combinado, já esta‑ vam lá o proprietário e seus filhos. João estava carregado de material, e podia‑se ver que não eram apenas os estudos das etapas anteriores do planejamento estratégico, pois havia também alguns livros e apostilas.

Ao iniciar a reunião, João mencionou que gostaria que gastassem as duas primeiras horas para discutirem alguns aspectos teóricos da estratégia, de forma que o rendimento da reunião fosse o melhor possível. Todos aceitaram a pro‑ posta, mesmo porque se via que João havia se preparado com materiais teóricos, e que teria, de uma forma ou de outra, que expô‑los durante a reunião.

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2 - Conceito de Planejamento Estratégico

FISCHMANN, Adalberto A.; ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de Grupo Gen PDF Criptografado

Conceito de Planejamento

Estratégico

2

No Capítulo 1 vimos como José sentiu a necessidade de um PE, e, na conversa com o Dr. Carlos, pediu a este que lhe explicasse, grosso modo, como funciona esse tipo de planejamento. Este é exatamente o assunto que iremos tratar neste capítulo.

Para essa conversa com o consultor José teve o cuidado de trazer os seus dois filhos, João e Antônio.

O consultor se animou com a plateia, não somente pelo interesse pelo que lhes poderia transmitir, mas também porque, já prevendo que José iria querer introduzir o PE em sua empresa, achava da maior importância que João e Antônio também entendessem o que é o PE. Isto porque o Dr. Carlos, pela sua experiência de consultor, sabia que dificilmente se consegue introduzir o PE em uma empresa quando as pessoas responsáveis pelas decisões não têm claros os conceitos de PE, existindo, como é natural, uma resistência por aquilo que é desconhecido.

Na explicação do consultor, ele afirmou que o processo de se realizar o PE é semelhante àquele em que nos submetemos quando, por algum motivo, fazemos uma reflexão sobre a trajetória passada e futura de nossa vida.

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1 - Necessidade de Planejamento Estratégico

FISCHMANN, Adalberto A.; ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de Grupo Gen PDF Criptografado

Necessidade de

Planejamento Estratégico

1

Durante muitos anos, José (proprietário) administrou sozinho sua pequena Organização, que crescia não somente por seu trabalho constante, mas principalmente porque, devido à sua experiência, quase sempre acertava na compra dos tecidos que seriam os mais procurados em razão da moda, estação, preço etc.

Com o crescimento dos filhos, o proprietário foi colocando-os para aprender seu ofício. No início, atuavam mais como mensageiros, mas com o tempo foi constatando que cada um gostava mais de fazer determinados trabalhos.

João era mais ligado à parte administrativa, pois gostava de ir a bancos, fazer a contabilidade, atualizar controles de estoque etc. Antônio era mais interessado na parte operacional, ou seja, nos negócios propriamente ditos, pois, quando ia entregar uma peça de tecido, muitas vezes conversava com o alfaiate e trazia não somente sugestões de compras, mas muitas vezes até pedidos de novas vendas.

Com o passar dos anos, o proprietário, sem perceber, foi passando a parte administrativa para João e a parte operacional para Antônio e, aparentemente, José ficou sem função, mas na verdade, ficou com a direção da empresa. Em seu trabalho, cabiam-lhe somente as decisões mais importantes e, mesmo assim, mais em nível de orientação. Por exemplo, quando Antônio fizera uma grande compra de tecidos caros e

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Medium 9788597014334

1 - Trinta cautelas com as formas de contratação e pagamento da mão de obra

GARCIA, Roni Genicolo Grupo Gen PDF Criptografado

1

Trinta cautelas com as formas de co ntratação e pagamento da mão de obra

1 .1  �

I nt r odu ção

Os pesados encargos sobre a folha de pagamento do pessoal são inegáveis.

O conceituado economista e professor José Pastore, analisando o crescimento do trabalho informal, em virtude da rigidez das leis trabalhistas e dos encargos, calcula o seguinte peso, nele incluindo as férias:

“os encargos trabalhistas, como contribuição previdenciária, Fundo de

Garantia do Tempo Social (FGTS), pagamento de férias e outros, representam para as empresas um custo de 102% do valor do salário pago ao trabalhador” (Jornal da Tarde, 22 jun. 2000, p. 6A).

Pela estimativa feita, portanto – ainda que computados férias, décimo terceiro e outros direitos diretos dos trabalhadores no percentual, como se fossem estranhos à mão de obra, o que, parece-me, é viés inaceitável –, o valor dos salários é aumentado por vários encargos.

Para minimizar esse peso, o empresário tenta fórmulas contornadoras da contratação direta de empregados. Nessa tentativa, várias armadilhas surgem para a empresa, demandadoras de cautelas.

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9 - Cautelas na Justiça do Trabalho

GARCIA, Roni Genicolo Grupo Gen PDF Criptografado

9

Cautelas na justiça do trabalho

9.1 �

P r e p o sto

Neste item, será examinada a atuação do preposto, como representante da empresa, em audiências trabalhistas.

Às audiências trabalhistas deverá comparecer o empregador para depoimento pessoal, sob pena de ser-lhe aplicada a pena de confissão quanto à matéria de fato discutida na reclamatória.

A Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/2017) introduziu o § 5º no art. 844 da CLT, nos seguintes termos: “ainda que ausente o reclamado, presente o advogado na audiência, serão aceitos a contestação e os documentos eventualmente apresentados”.

A ausência do reclamado, portanto, deixa de implicar revelia, embora mantida a aplicação de pena de confissão ficta, passível de ser elidida por outros meios de prova.

É, porém, facultado ao empregador fazer-se substituir por preposto que tenha conhecimento do fato guerreado na ação; no depoimento, as declarações do preposto formalizam obrigações do empregador, caracterizando eventual confissão (CLT, art. 843, § 1º).

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Medium 9788597017762

Apêndice – Conceitos e Processos Contábeis

OYADOMARI, José Carlos Tiomatsu et al. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

ConCeItos e proCessos

ContábeIs

mInICAso

Armando é médico de formação, mas agora montou uma clínica junto com seus ex-colegas de faculdade. O combinado é que o lucro gerado trimestralmente seja

70% distribuído aos sócios, com base nas consultas realizadas. Armando é responsável por informar o lucro, e, nesse período, a empresa comprou novos equipamentos médicos; sua ideia é que esse valor seja integralmente lançado como despesas, o que irá diminuir o lucro a ser distribuído. Ao saber disso, dois sócios tiveram opiniões distintas: (1) um deles acha que isso não deveria afetar o lucro, pois sempre há um “colchão” de 30% do lucro, que não é distribuído; (2) o segundo acha que tem de ser “despesado” em função dos pagamentos (foram feitos em 3 parcelas). Armando se questiona, “do jeito que está, já temos 3 formas de contabilizar essa compra, será que algumas delas está mais correta? Haveria alguma outra forma?”.

Questão

Qual é sua opinião sobre essas dúvidas de Armando? Argumente.

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2 - Indicadores de Desempenho

OYADOMARI, José Carlos Tiomatsu et al. Grupo Gen PDF Criptografado

2

indiCadOres de desempenhO

uqr.to/c65z

Assista ao vídeo Indicadores de desempenho.

miniCasO

O controller da empresa Multi-Diversificada S/A está em dúvida sobre qual será a próxima fase da empresa. Ele já teve tantos momentos nela, os quais passaram como se fosse um filme em sua memória, e ele foi listando mentalmente:

“Quando começamos, quase tocávamos por ouvido, não precisávamos tanto de indicadores, todo mundo sabia o que tinha de ser feito e fazia, quem não fazia, o patrão mandava embora. Nessa etapa, o foco era vender mais, depois veio a fase do lucro. Passado um tempo, a empresa estava com dificuldade de caixa, apesar de lucrativa, aí o foco passou a ser fluxo de caixa. Então o dono vendeu uma parte da empresa para um novo investidor, que pagou uma certa quantidade de EBITDAs, e a partir daí o foco foi EBITDA. Depois veio a fase das aquisições, financiadas com dívidas, e, logo em seguida, o foco era melhorar a rentabilidade das empresas adquiridas, pois no final tivemos que vender muitas delas para fazer caixa e pagar a dívida. Em seguida, a empresa foi à Bolsa, e aí o foco se voltou para o preço da ação, os números contábeis perderam um pouco a importância.

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Medium 9788597018127

9 - Seleção de projetos de investimento

BRUNI, Adriano Leal Grupo Gen PDF Criptografado

9

Seleção de projetos de investimento

Assista à videoaula

“Pensar é o trabalho mais pesado que há. Talvez seja essa a razão para tão poucos se dedicarem a isso.”

Henry Ford

9.1 Objetivos do capítulo

A análise de investimentos envolve a aplicação de diferentes técnicas, como o payback, o VPL e a TIR. A depender da informação requerida, diferente é a técnica sugerida para a análise.

Este capítulo possui o propósito de discutir os procedimentos envolvidos para a seleção de projetos de investimento. Para facilitar a aprendizagem, estão propostos e resolvidos diversos exemplos e exercícios.

9.2 As melhores alternativas

A seleção de projetos de investimento a serem conduzidos pela empresa depende substancialmente da natureza do investimento a ser feito. Basicamente, os projetos analisados podem ser de dois tipos principais:

Projetos independentes ou não mutuamente excludentes: são projetos que podem ser analisados de forma independente. Ou seja, a aceitação ou rejeição de um projeto de investimento independe da aceitação ou rejeição dos demais investimentos analisados.

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10 - Valor econômico adicionado

BRUNI, Adriano Leal Grupo Gen PDF Criptografado

10

Valor econômico adicionado

“Um idealista é alguém que ajuda outro a ter lucro.”

Henry Ford

10.1 Objetivos do capítulo

As técnicas contábeis empregadas no processo de avaliação de investimentos costumam enfatizar o lucro no processo de análise. Assim, além dos problemas relativos à subjetividade eventualmente envolvida no cálculo do lucro, as técnicas de avaliação contábeis apresentam a grave falha da não consideração de um valor importantíssimo: o custo de oportunidade dos capitais próprios, representados pelo retorno esperado pelos sócios do capital investido na operação.

O método do valor econômico adicionado, EVA, se propõe a melhorar a informação contida no lucro contábil. Para isso, propõe ajustar lucro contábil e custo de oportunidade dos capitais próprios, deduzindo o segundo do primeiro.

Este capítulo apresenta o EVA, ilustrando suas aplicações com exemplos e exercícios práticos.

10.2 Finanças, objetivos e valor

O objetivo maior da administração financeira diz respeito à questão do aumento do valor da empresa e, consequentemente, do aumento da riqueza dos sócios. Como o objetivo do gestor financeiro está associado à administração baseada no valor, diferentes enfoques foram desenvolvidos com o objetivo de analisar a criação ou não de valor. Alguns enfoques contábeis, como o ROI ou o RCM, já foram apresentados neste capítulo.

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Medium 9788566103113

Capítulo 12 - Empreendedorismo

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 12

Empreendedorismo

ADM_.indb 133

03/08/2018 17:15:15

| 134 |  

ADMINISTRAÇÃO

12. E� mpreendedorismo

ADM_.indb 134

03/08/2018 17:15:15

• Compreender a abrangência do termo empreendedorismo.

• Conhecer a relação entre inovação e empreendedorismo.

• Entender como os empreendedores do próprio negócio transformam ideias em oportunidades.

Um funcionário público pode ser um empreendedor ao propor maneiras de otimizar os recursos disponíveis para que o serviço prestado à população seja de excelência, com o menor investimento possível, e trabalhar para que sua proposta seja implementada.

Uma artista plástica, ao buscar realizar seu sonho de criar e compartilhar o que criou com outras pessoas, empreende e ainda pode fazer dinheiro com sua atividade, vendendo suas criações a um público-alvo seleto, disposto a pagar pela obra.

Cap. 12 • EMPREENDEDORISMO

Objetivos de Aprendizagem

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Capítulo 7 - Modelos Orientais de Gestão

LANGRAFE, Taiguara Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 79

03/08/2018 17:15:03

| 80 |  

ADMINISTRAÇÃO

7. �Modelos

Orientais de

Gestão

ADM_.indb 80

03/08/2018 17:15:03

• �Conceituar os modelos orientais de gestão.

• �Sintetizar as contribuições dos modelos orientais para a Administração.

• �Conhecer o Sistema Toyota de Produção.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Modelos orientais de gestão

No Brasil, o campo da Administração foi influenciado, sobretudo, por duas escolas: a americana e a francesa. Em menor intensidade, a escola oriental, principalmente a japonesa, influenciou as indústrias brasileiras em torno da eficiência produtiva e dos ganhos de eficiência. Com a emergência das economias da Coreia do Sul e da China, a gestão proveniente desses países tende a voltar à agenda das escolas de Administração do país.

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Medium 9788597017854

Gabarito dos exercícios

LIMA, Diana Vaz de Grupo Gen PDF Criptografado

Gabarito dos exercícios

Capítulo 1 – Planejamento da Ação Governamental e Fundamentos do Orçamento Público

1. B

2. D

3. A

4. B

5. B

Capítulo 2 – Ambiente da Contabilidade Pública Brasileira e Processo de Convergência aos Padrões Internacionais

1. E

2. B

3. D

4. B

5. C

Capítulo 3 – Estrutura Conceitual da Contabilidade Aplicada ao

Setor Público

1. E

2. A

3. B

4. D

5. D

Cap09.indd 355

8/2/18 11:15 AM

356 | Orçamento, Contabilidade e Gestão no Setor Público | Lima

Capítulo 4 – Patrimônio Público

1. D

2. D

3. E

4. A

5. B

Capítulo 5 – Escrituração Contábil e Plano de Contas do Setor

Público (PCSP)

1. A

2. D

3. D

4. E

5. C

Capítulo 6 – Lançamentos Contábeis e Reflexos nas Naturezas de

Informação Contábil

1. Certo

2. E

3. C

4. D

5. D

Capítulo 7 – Demonstrações Contábeis do Setor Público

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6 - Lançamentos Contábeis e Reflexos nas Naturezas de Informação Contábil

LIMA, Diana Vaz de Grupo Gen PDF Criptografado

Lançamentos

Contábeis e Reflexos nas Naturezas de

Informação Contábil

�� Objetivos

6

do Capítulo

»» Descrever como se dá o roteiro de contabilização nos diversos tipos de lançamentos contábeis.

»» Relacionar os lançamentos contábeis usuais e seus reflexos nas naturezas de informação contábil.

»» Explicar o levantamento do balancete de verificação a partir da resolução de um conjunto de exercícios aplicados.

6.1  Roteiro de contabilização

No âmbito do Governo Federal, as transações governamentais são escrituradas de forma automática no Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI), com base na indicação do código numérico que representa o respectivo “evento contábil”. Esse padrão se repete nos sistemas contábeis utilizados em todos os entes subnacionais brasileiros.

Associado a cada “evento” existe um roteiro de contabilização, onde estão definidas antecipadamente as contas a serem debitadas e creditadas nas unidades contábeis envolvidas, relacionadas com o registro específico que se está por escriturar. Conforme a regra universal, a escrituração segue o método das partidas dobradas, ou seja, para cada conta debitada outra será creditada de igual valor e vice-versa.

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