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Medium 9788597022933

10. Ainda o Ágio Pago na Aquisição de Investimento

PINTO, Alexandre Evaristo et al.  Grupo Gen ePub Criptografado

Como se sabe, a dedução fiscal do ágio pago na aquisição de participações societárias tem suscitado inúmeras controvérsias no âmbito do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), que envolvem o uso de empresa veículo, o ágio interno, a transferência do ágio em reorganizações societárias, a exigência de demonstrativo de rentabilidade futura, a necessidade de efetivo pagamento em dinheiro, o tratamento do ágio amortizado contabilmente antes do evento societário, a identificação do real adquirente, entre outras.

Ocorre que diversas discussões que atualmente ocorrem no âmbito do contencioso administrativo partem de uma premissa que, a meu ver, é equivocada. Creio que a excessiva importância dada à fundamentação econômica do ágio, em conjunto com a ideia de que esse sobrevalor representa um pagamento antecipado por lucros projetados, cuja dedução fiscal deve ser emparelhada com a tributação dos referidos lucros, está desviando o foco da questão principal, que é a determinação da natureza jurídica do ágio.

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Medium 9788597020571

10 Amostragem na pesquisa social

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen ePub Criptografado

De modo geral, as pesquisas sociais abrangem um universo de elementos tão grande que se torna impossível considerá-los em sua totalidade. Por essa razão, nas pesquisas sociais trabalha-se geralmente com uma amostra, ou seja, com uma pequena parte dos elementos que compõem o universo.

Quando um pesquisador seleciona uma pequena parte de uma população, espera que ela seja representativa dessa população que pretende estudar. De fato, é possível garantir que uma amostra represente o universo, desde que seja composta por um número suficiente de elementos selecionados por critérios coerentes com a Teoria das Probabilidades. Mas nem sempre se torna possível proceder à seleção de uma amostra probabilística. Daí a existência das amostras não probabilísticas, que são recomendadas em muitas modalidades de pesquisa.

Qualquer que seja, no entanto, o processo de amostragem escolhido, para que produza resultados satisfatórios na realização de uma pesquisa, requer o domínio dos princípios fundamentais da amostragem e das técnicas para composição das amostras. Reconhecer os princípios fundamentais da amostragem.

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Medium 9788597022247

10 Análise Custo-Volume-Lucro

DUBOIS, Alexy; KULPA, Luciana; SOUZA, Luiz Eurico de Grupo Gen ePub Criptografado

A análise custo-volume-lucro é um instrumento de planejamento que permite estudar e analisar a relação entre receitas totais, custos e despesas. Os custos e despesas serão decompostos em suas parcelas fixas e variáveis para que seja viável projetar o lucro operacional e possibilitar obter respostas às variações nos níveis de produção, vendas e nos preços. A confiabilidade que a análise custo-volume-lucro (também denominada CVL) proporciona depende da razoabilidade de seus pressupostos e, principalmente, da boa segregação dos custos e despesas em seus componentes fixos ou variáveis.

Esse instrumento repousa em diversos pressupostos:

1. As variações nos níveis de receitas e nos custos decorrem das oscilações nas quantidades de produtos ou serviços produzidos e vendidos.

2. Os custos e despesas devem ser segregados na parte fixa e na parte variável, considerando que esta última responde diretamente às alterações nas quantidades de produtos.

3. Os custos fixos não respondem aos diferentes níveis de produção em curto prazo. Graficamente são representados por uma reta paralela ao eixo das quantidades.

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Medium 9788597020953

10 Análise de Investimentos e Reposição de Ativos

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

Basicamente, toda operação financeira é representada em termos de fluxos de caixa, ou seja, em fluxos futuros esperados de recebimentos e pagamentos de caixa. A avaliação desses fluxos consiste, em essência, na comparação dos valores presentes, calculados segundo o regime de juros compostos a partir de uma dada taxa de juros, das saídas e entradas de caixa.

Em consideração ao conceito do valor do dinheiro no tempo, raciocínio básico da Matemática Financeira adotado neste livro, coloca-se como fundamental estudar-se somente os métodos que levem em conta o critério do fluxo de caixa descontado.

Dessa maneira, o capítulo desenvolve os métodos da taxa interna de retorno e do valor presente líquido, admitidos como os de maior utilização e rigor conceitual nas análises das operações financeiras (aplicações e captações) e de projetos de investimento.

O capítulo dedica-se, também, como uma das mais interessantes aplicações dos métodos de avaliação de caixa, às decisões básicas de reposição de ativos. O intuito principal é o de estabelecer uma linha de raciocínio financeiro nas decisões de substituição de ativos, incorporando preocupações associadas ao custo do investimento, vida econômica, valor de revenda etc.

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Medium 9788597021134

10 Análise Dos Fluxos de Caixa

Marion, José Carlos Grupo Gen ePub Criptografado

LEITURA INTRODUTÓRIA

AS RAZÕES DA MORTALIDADE DAS PEQUENAS EMPRESAS

“Pesquisa aponta motivos que pesam no encerramento das atividades

Pesquisa realizada pelo Sebrae revelou que a mortalidade prematura de novas empresas está fortemente ligada a fatores conjunturais, administrativos e financeiros. A pesquisa foi realizada com 3 mil empresas, além de entrevistas qualitativas com 509 empresários. O objetivo maior do trabalho foi procurar o ‘porquê’ do insucesso das pequenas organizações. Pela ordem, pesaram mais: falta de demanda e de experiência, escassez de crédito, inadimplência de clientes, impostos e encargos. Outra consideração interessante é que o índice de mortalidade aumenta na mesma proporção que o empresário se ausenta do negócio. Ficou patente que a dedicação exclusiva é fundamental para a preservação da empresa nos primeiros anos de vida.

Sessenta por cento dos empreendedores entrevistados, que se dedicaram à sua atividade, permaneciam com as portas abertas. Das empresas que deixaram de existir, 43% contavam com a dedicação integral de seus dirigentes, o que revela que a presença pode ser condição necessária, mas não suficiente, para garantir o êxito do empreendimento. Outros fatores detectados pela pesquisa e relacionados às causas do insucesso foram: falta de experiência prévia no ramo pretendido, falta de qualquer tipo de planejamento operacional e falta de cuidados no estabelecimento do fluxo de caixa.

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Medium 9788597021905

10 Arbitragem, mediação, conciliação e negociação

SÁ, Antônio Lopes de Grupo Gen ePub Criptografado

A Lei n. 9.307/1996 é a que regula a arbitragem no Brasil. E, pela sua importância, a Portaria n. 60/2011 do CFC criou, no âmbito do sistema CFC, CRCs, um grupo de estudo sobre mediação e arbitragem, para divulgar essa forma alternativa, moderna e adequada para a solução de conflitos.

Admite-se a arbitragem como uma forma adequada de solução de conflitos quando a demanda envolve direitos patrimoniais disponíveis.

A arbitragem é um importante segmento de mercado para os profissionais de Contabilidade, seja no âmbito das relações internacionais, seja na solução de conflitos internos. E, pela sua importância, torna--se necessário que sejam comentados os aspectos fundamentais para a sua difusão, a fim de viabilizar mais essa importante atividade para os contadores.

A arbitragem possibilita uma solução rápida às demandas, sendo de natureza sigilosa, entre outras notáveis vantagens em relação ao Poder Judiciário, que é formal, com muitos recursos e instâncias que o tornam lento, com processos que se arrastam por anos, algumas vezes até por décadas.

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Medium 9788597021936

10 Ativo Imobilizado

SALOTTI, Bruno Meirelles et al. Grupo Gen ePub Criptografado

A Telefônica Brasil, dona da marca Vivo, registrou lucro líquido de R$ 1,2 bilhão no balanço do quarto trimestre de 2016, crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2015. No ano, o lucro atingiu R$ 4,08 bilhões, alta de 22,6% na comparação anual.

(...)

A companhia atribuiu a evolução do lucro à menor depreciação, devido à reavaliação da vida útil de ativos imobilizados.”

Fonte: SANTANA, Ivone. Valor Econômico, 21 fev. 2017.

Beneficiada por uma série de fatores sem relação direta com suas operações, a empresa de engenharia e construção do grupo Techint no Brasil viu seu lucro líquido passar de R$ 572 mil, em 2015, para R$ 6,02 milhões, no ano passado. As ajudas vieram principalmente da venda de máquinas e equipamentos para outras empresas do grupo e de menos imposto pago.

(...) A linha de ‘outras receitas’ do balanço cresceu 275% – de R$ 2,72 milhões, passou para R$ 10,19 milhões. Desse total, R$ 9,1 milhões dizem respeito a venda de imobilizado, com R$ 8,1 milhões para outras companhias no mesmo grupo. É uma estratégia, segundo as notas explicativas do balanço, de ‘readequar e realocar máquinas e equipamentos estratégicos’ (...).”

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Medium 9788597019445

10 Como entender as diferenças individuais

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Grupo Gen ePub Criptografado

Vamos começar por onde terminou o capítulo anterior: as soft skills abrangem as competências relacionais (você com os outros) e as competências intrapessoais (você com você).

Para desenvolver essas competências, é preciso começar reconhecendo a singularidade das pessoas. Em essência, cada um é cada um (ou cada uma é cada uma), mas todos têm muitos traços em comum. É esse compartilhamento de traços de comportamento que permite categorizar, compreender e trabalhar produtivamente com as pessoas.

É disso que trata este capítulo.

Veja na Figura 10.1 como o conteúdo deste capítulo se relaciona com as competências estudadas no Capítulo 1.

Figura 10.1 Competências relacionadas a este capítulo.

Ao completar o estudo deste capítulo, você estará preparado para explicar e utilizar os seguintes conceitos, ferramentas e informações:

• Importância do estudo das características individuais para o desenvolvimento das soft skills.

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Medium 9788597022278

10 Contabilidade e controladoria

PADOVEZE, Clóvis Luís Grupo Gen ePub Criptografado

Segundo Mosimann et al.1 “a controladoria consiste em um corpo de doutrinas e conhecimentos relativos à gestão econômica. Pode ser visualizada sob dois enfoques:

a) como um órgão administrativo com uma missão, funções e princípios norteadores definidos no modelo de gestão e sistema empresa e

b) como uma área do conhecimento humano com fundamentos, conceitos, princípios e métodos oriundos de outras ciências”.

“Sob esse enfoque, a Controladoria pode ser conceituada como o conjunto de princípios, procedimentos e métodos oriundos das ciências da Administração, Economia, Psicologia, Estatística e principalmente da Contabilidade, que se ocupa da gestão econômica das empresas, com o fim de orientá-las para a eficácia.”2

Na visão desses autores, a controladoria é uma ciência autônoma e não se confunde com a contabilidade, apesar de utilizar pesadamente o instrumental contábil. Consideramos questionável este aspecto da definição desses autores. Em nossa opinião, a controladoria pode ser entendida como a ciência contábil evoluída. Como em todas as ciências, há o alargamento do campo de atuação. Esse alargamento do campo de abrangência da contabilidade conduziu a que ela seja melhor representada semanticamente pela denominação de controladoria.

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Medium 9788597021424

10 Contabilização da pecuária pelo método de custo

Crepaldi, Silvio Aparecido Grupo Gen ePub Criptografado

10.1 Introdução

A Contabilidade é a ciência encarregada de estudar e controlar o patrimônio das entidades, mediante o registro, a demonstração expositiva e a interpretação dos fatos ocorridos, com o fim de oferecer informação sobre sua composição e suas variações, bem como sobre o resultado econômico da gestão da riqueza patrimonial.

Dessa forma, a Contabilidade deve alicerçar-se nas premissas básicas (normas e regras), admitidas para o correto assentamento dos registros contábeis e das demonstrações deles decorrentes.

Na contabilidade industrial, mercantil ou rural, o registro contábil pelo método de custo deve antes de tudo orientar-se por alguns aspectos, conforme os itens a seguir.

10.2 Princípios e conceitos contábeis aplicados à Contabilidade Rural

Os Princípios de Contabilidade são:

10.2.1 Princípio da entidade

O Princípio da Entidade reconhece o Patrimônio como objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por consequência, nessa acepção, o patrimônio não se confunde com aqueles de seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição.

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Medium 9788597019834

10 Custos da Produção Conjunta

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância.”

John Kennedy

Processos de produção conjunta ocorrem quando uma empresa fabrica diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas. Nessas situações, podem ser produzidos e comercializados diferentes tipos de coprodutos e subprodutos. Os processos podem gerar resíduos com baixo e incerto valor de mercado que, eventualmente, podem ser também comercializados.

Na elaboração dos diferentes resultados da produção conjunta, a entidade deve escolher um grupo de critérios para a avaliação dos custos incorridos. Geralmente, os critérios possíveis implicam a distribuição de custos com base nos valores de mercado, volumes produzidos ou lucros iguais.

Este capítulo possui o objetivo de discutir os custos associados aos processos de produção conjunta, destacando os efeitos e procedimentos em custos e preços de coprodutos, subprodutos e sucatas.

Quando uma empresa elabora diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas, surge o problema relativo à composição dos custos desses diferentes produtos. Processos de produção conjunta podem estar presentes tanto em processos contínuos como em produção por encomenda.

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Medium 9788597021738

10 Demonstração do Valor Adicionado (DVA)

MARION, José Carlos et al. Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Discorrer sobre as técnicas contábeis de elaboração da Demonstração do Valor Adicionado, de acordo com a Lei nº 11.638/07 que a tornou obrigatória para as companhias abertas.

O surgimento desse novo recurso contábil deu-se na Europa, mormente na França, Inglaterra e Alemanha. Com o apoio incondicional da ONU, a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) vem recebendo uma aceitação, cada vez mais intensa, nos meios internacionais.

As informações veiculadas por meio da elaboração da DVA são tão importantes que alguns países emergentes só aceitam a instalação e a manutenção de uma empresa transnacional, se houver a Demonstração do Valor Adicionado que irá produzir.

A necessidade da DVA justifica-se, pois sua elaboração evidencia o grau de riqueza produzida por uma empresa, demonstrando o quanto ela adicionou de valores a seus fatores de produção, a forma como essa riqueza foi distribuída (entre empregados, governos, acionistas, financiadores de capital) e o quanto ficou retido na empresa.

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Medium 9788597021141

10 Distribuição de Serviços

LAS CASAS, Alexandre Luzzi; LAS CASAS, Jéssica Lora Grupo Gen ePub Criptografado

No marketing de bens, como também no de serviços, sabe-se que a satisfação do consumidor não é decorrente exclusivamente do composto de serviços. Outros elementos são necessários e fundamentais para o complemento dessa satisfação. Um bom serviço será apreciado se for prestado no local e no momento em que o cliente estiver necessitando dele.

Nada impede que um consumidor viaje alguns quilômetros para contratar um serviço, mas muitos deixarão de fazê-lo por causa da distância. Por essa razão, é de extrema importância a decisão de distribuição de serviços, uma vez que esse elemento do composto mercadológico proporciona satisfações de tempo e de lugar, ajudando o consumidor a comprá-lo no tempo e lugar adequados.

Na área de serviços, o processo de distribuição sofre algumas alterações quando comparado com a área de bens. Os canais para distribuição, por exemplo, são geralmente mais curtos, apresentando um menor número de intermediários. Na maioria dos casos, não necessita de armazéns para estoques, nem tampouco outros elementos de logística considerados importantes e tradicionais na distribuição de bens.

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Medium 9788597020960

10. Métodos estatísticos aplicados à gestão da produção

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

Manoel Fernando Martins, Pedro Carlos Oprime, Roberto Antonio Martins

Ao iniciar o módulo de Estatística surge sempre a questão: por que estudar estatística. Apesar de ser utilizada nas mais diversas áreas do conhecimento, a aplicação da estatística vem crescendo nos últimos anos em virtude do aumento do emprego da abordagem quantitativa na resolução de problemas e na tomada de decisão.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Apresentar e descrever dados.

• Determinar processos de amostragem.

• Estimar os parâmetros de uma população.

• Comprovar hipóteses.

• Verificar se duas médias são iguais.

• Estabelecer relações que permitam predizer uma variável em razão de outra.

A primeira noção que se tem da estatística está associada a gráficos, tabelas, taxas e porcentagens que relacionam fatos e situações com dados que auxiliam a compreendê-los rapidamente. Essa primeira impressão diz respeito a um ramo da Estatística bastante difundido no dia a dia: a Estatística Descritiva. Entretanto, as técnicas estatísticas também são importantes para a análise e interpretação dos dados experimentais auxiliando nas tomadas de decisões.

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Medium 9788597020021

10 Índices de rotatividade

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Os objetivos principais desses índices, também denominados índices de atividades, são indicar:

• O prazo que as matérias-primas demoram da data da aquisição até a data da requisição para a produção.

• O prazo do processo de produção.

• O prazo que o produto despende depois de pronto para ser vendido.

• O prazo de giro do total dos estoques.

• O prazo de recebimento das vendas a prazo dos clientes.

• O prazo de pagamento das compras a prazo dos fornecedores.

A Figura 10.1 relata o processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Conquanto não abordado na Figura 10.1, também existem situações de compra à vista e de venda à vista.

Uma superestocagem (rotatividade lenta) ou uma subestocagem (rotatividade rápida) tem suas vantagens e desvantagens.

Figura 10.1 Processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Principais vantagens da superestocagem:

• Estoque de matéria-prima disponível a qualquer hora para ser utilizado na produção.

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