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Medium 9788597020021

9 Índices de rentabilidade

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Os índices de rentabilidade têm por objetivo identificar o desempenho econômico da entidade, relacionando o lucro apurado com parâmetros de relatividade, tais como vendas, ativos e patrimônio líquido.

Um lucro anual de R$ 1.000 é bom ou é ruim? Depende, por exemplo, de quanto os acionistas investiram no negócio. Caso tenham investido R$ 100.000, seria ruim, já que a taxa de retorno seria de 1% ao ano (R$ 1.000 : R$ 100.000 × 100%), supondo que a taxa de juros de mercado fosse 12%. Na hipótese em que os acionistas tenham investido R$ 5.000, seria bom, devido ao fato de que a taxa de retorno seria de 20% ao ano (R$ 1.000 : R$ 5.000 × 100%).

O analista tem que ter em mente que o lucro ou prejuízo, apresentado na DRE, é econômico, ou seja, que não representa na sua totalidade entradas líquidas ou saídas líquidas de caixa (por exemplo, ajustes econômicos a valor justo de ativos e passivos dentro do escopo do CPC 28, CPC 29 e CPC 48), e que o lucro ou prejuízo pode incluir transações não recorrentes, que podem não se repetir em exercícios sociais futuros da entidade (venda de uma fábrica dentro do escopo do CPC 31).

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7 Índices de liquidez

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo dos índices de liquidez é fundamentalmente verificar a capacidade da entidade de pagar as suas obrigações. Essa verificação é efetuada comparando contas do ativo e do passivo do balanço patrimonial. Existem quatro índices geralmente utilizados pelos analistas:

• Liquidez imediata.

• Liquidez seca.

• Liquidez corrente.

• Liquidez geral.

O índice usualmente é considerado bom quando é acima de 1,00.

Cabe destacar que esses índices são apenas indicadores de liquidez e não asseguram efetivamente que a entidade estaria em condições de pagar as suas dívidas nos vencimentos. Por exemplo, imagine a situação em que a entidade tem no seu ativo circulante em 31/12/20x1 apenas R$ 4.000 de contas a receber que vencem em 31/03/20x2, e no seu passivo circulante em 31/12/20x1 somente R$ 1.000 de dívidas com fornecedores que vencem em 31/01/20x2.

Poderíamos afirmar, somente analisando pelas contas do balanço patrimonial em 31/12/20x1, que a situação de liquidez é boa, já que a entidade tem, para cada R$ 1,00 de dívida, R$ 4,00 de direitos a receber. Entretanto, na realidade, a entidade tem uma situação financeira complicada, devido ao fato de que as suas dívidas vencem antes dos recebíveis dos clientes.

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12 Análise da demonstração dos fluxos de caixa

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo da demonstração dos fluxos de caixa (DFC) é fornecer informações relevantes sobre recebimentos e pagamentos de caixa de uma entidade durante certo período, de maneira a proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis (DCs) uma base para avaliar a capacidade da entidade de gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como de entender as necessidades da entidade de utilização desses fluxos de caixa.

A DFC foi regulamentada por meio do pronunciamento técnico contábil CPC 03, dentro do contexto de adoção pelo Brasil das normas internacionais de contabilidade (correspondente ao IAS 7 do IASB). A DFC substituiu no Brasil a Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos.

Os fluxos de caixa da DFC são apresentados de acordo com a Figura 12.1.

O objetivo deste capítulo é informar os principais dados da DFC e indicadores de análise, e não ensinar como preparar a DFC.

Figura 12.1 Apresentação dos fluxos de caixa da DFC.

As transações apresentadas na Figura 12.2 são classificadas como caixa e equivalentes de caixa (CEC) para fins da DFC. Note que somente as mutações em CEC são relatadas na DFC.

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10 Índices de rotatividade

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Os objetivos principais desses índices, também denominados índices de atividades, são indicar:

• O prazo que as matérias-primas demoram da data da aquisição até a data da requisição para a produção.

• O prazo do processo de produção.

• O prazo que o produto despende depois de pronto para ser vendido.

• O prazo de giro do total dos estoques.

• O prazo de recebimento das vendas a prazo dos clientes.

• O prazo de pagamento das compras a prazo dos fornecedores.

A Figura 10.1 relata o processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Conquanto não abordado na Figura 10.1, também existem situações de compra à vista e de venda à vista.

Uma superestocagem (rotatividade lenta) ou uma subestocagem (rotatividade rápida) tem suas vantagens e desvantagens.

Figura 10.1 Processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Principais vantagens da superestocagem:

• Estoque de matéria-prima disponível a qualquer hora para ser utilizado na produção.

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10. Processo Sucessório Estruturado

DUTRA, Joel Souza et al. Grupo Gen ePub Criptografado

No final dos anos 1990, a discussão do processo sucessório estruturado e do desenvolvimento da liderança era classificada por estudiosos em Gestão de Pessoas como estudos avançados de Gestão de Pessoas. Falávamos de preocupações e práticas raramente encontradas entre nossas organizações. Essas questões ganharam, entretanto, uma grande impulsão ao longo da primeira década dos anos 2000. Em 2010, quando realizamos a primeira pesquisa sobre processo sucessório nas principais organizações brasileiras, ficamos surpresos: 115 empresas entre as 150 melhores para se trabalhar tinham processos sucessórios estruturados e 82% desses processos em um nível avançado de maturidade (OHTSUKI, 2013).

No setor público, o processo sucessório é discutido desde os anos 1990, quando pudemos acompanhar experiências ricas, como, por exemplo, na Caixa Econômica Federal, no início dos anos 1990. Essa experiência foi realizada de forma piloto no Estado de Minas Gerais e depois levada para todo o Brasil. Essa discussão ganha corpo. Outras experiências ocorreram em duas organizações estaduais do setor elétrico nos anos 1990. Mas é somente nos anos 2000 que essa temática toma conta da agenda das Organizações Públicas. Ao analisarmos algumas dessas experiências, observamos uma prática bem diferente da adotada pelo setor privado. Entretanto, tanto Organizações Públicas quanto privadas têm os mesmos objetivos com a estruturação de processos sucessórios: assegurar a qualidade dos seus líderes e gestores.

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5. Desenvolvimento Profissional e Pessoal

DUTRA, Joel Souza et al. Grupo Gen ePub Criptografado

A questão do desenvolvimento das pessoas na organização contemporânea é fundamental para a manutenção e/ou ampliação de sua efetividade. O grande desafio está em orientar esse desenvolvimento em um ambiente tão volátil como o que vivemos e provavelmente viveremos amanhã. Para enfrentar esse desafio, temos que encontrar referenciais estáveis para balizar o desenvolvimento das pessoas e da organização.

Podemos antever que, independentemente dos possíveis cenários futuros, as organizações e a sociedade como um todo caminham para maior complexidade tecnológica e das relações. As pessoas necessitam ser preparadas para contextos cada vez mais exigentes e complexos. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento humano está cada vez mais associado à complexidade. Podemos definir o desenvolvimento da pessoa como “capacidade para assumir atribuições e responsabilidades em níveis crescentes de complexidade”.

Essa definição de desenvolvimento permite os seguintes desdobramentos:

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Capítulo 6 Coesão

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen ePub Criptografado

■ Mostrar como a coesão é fundamental na estruturação do pensamento.

■ Mostrar que a estruturação do pensamento se faz com o uso de certas palavras que permitem uma ideia relacionar-se com outra.

■ Evidenciar como a coesão é fundamental para a comunicação.

■ Treinar o leitor para uma observação apurada no uso sobretudo de conjunções e outras palavras que estabelecem coesão sintática.

■ Praticar com o leitor orações coordenadas e subordinadas, tendo em vista alcançar uma expressão estruturada capaz de transmitir informação compreensível.

1. Você normalmente se preocupa com a estrutura de seu pensamento? Preocupa-se se as ideias se relacionam umas com as outras?

2. Que significa coesão? Quando sabemos que uma coisa não combina com outra? Quando sabemos que entre uma ideia e outra não há relação, nexo sintático?

3. Você percebe quando uma pessoa fala frases soltas, que não se relacionam adequadamente, ou seja, a passagem de uma ideia para outra não se faz de forma harmoniosa?

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Capítulo 2 Comunicações organizacionais

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen ePub Criptografado

■ Explicitar o que são comunicações organizacionais.

■ Reconhecer os vários estágios da comunicação pelos quais passaram as empresas nas últimas décadas.

■ Entender que comunicação é processo e que, portanto, todos os seus elementos devem ser considerados no ato de comunicação.

■ Habilitar o leitor para compreender as metáforas veiculadas nas mais diversas mensagens que ocorrem no interior das organizações.

■ Habilitar o leitor para compreender que a comunicação empresarial é fator indispensável para o sucesso de qualquer empresa.

1. Que você acha de as empresas fecharem-se à imprensa?

2. Que pensa de uma empresa considerar relevante conquistar o apoio da opinião pública?

3. Tornar público, via imprensa, o trabalho de uma empresa é uma prestação de contas à sociedade? Por quê?

4. Comente a frase: “Todos nós somos influenciados pela reputação de uma empresa quando escolhemos o que comprar.”

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Capítulo 9 Informações implícitas

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen ePub Criptografado

■ Capacitar o leitor para a leitura de informações implícitas que compõem os textos escritos e orais.

■ Alertar o leitor para tirar proveito no texto oral e no texto escrito de implícitos verbais.

■ Conscientizar o leitor de que os subentendidos pertencem à subjetividade do autor e de que os pressupostos estão presentes no texto. Do primeiro o autor pode safar-se, afirmando que “não era bem isso que eu queria dizer”, mas do segundo não há como fugir da interpretação do leitor.

■ Ampliar a capacidade de observação do leitor para a focalização de implícitos verbais constantes do texto que lhe dão uma direção de interpretação.

■ Esclarecer que os implícitos verbais constituem também instrumentos argumentativos.

1. Você normalmente presta atenção nos implícitos verbais veiculados na comunicação oral e na escrita?

2. Ao observar um subentendido numa discussão, qual seu comportamento, sua reação?

3. O pressuposto verbal é um expediente comum tanto na comunicação oral, como na escrita. Eles são compostos por expressões como: continua, de novo, , ainda. Que providências toma para não interpretá-los erroneamente? Por exemplo: “Você está atrasada de novo!”

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Medium 9788597020052

Apêndice – Remuneração de pessoal

MALACRIDA, Mara Jane Contrera; YAMAMOTO, Marina Mitiyo; PACCEZ, João Domiraci Grupo Gen ePub Criptografado

A elaboração deste material suplementar ao livro-texto foi realizada em virtude da importância do controle interno para todas as empresas, independentemente de seu porte ou setor de atividade. Não aborda todos os detalhes sobre o assunto nem abrange todos os itens passíveis de controle, pois a complexidade dessa matéria, sem dúvida, se discutida com profundidade, constituiria um livro.

Os controles internos, em sentido amplo, correspondem a todos os processos com o objetivo de proteger os ativos, de assegurar que todas as operações sejam devida e adequadamente registradas pela contabilidade e de que as políticas e diretrizes da empresa sejam obedecidas.

O American Institute of Certified Public Accountants (AICPA) define controle interno como o plano da organização e todos os métodos e medidas adotados em uma empresa para proteger seu ativo, verificar a exatidão e a fidedignidade de seus dados contábeis, incrementar a eficiência operacional e promover a obediência às diretrizes administrativas estabelecidas.

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Capítulo 11 – Arrendamentos

MALACRIDA, Mara Jane Contrera; YAMAMOTO, Marina Mitiyo; PACCEZ, João Domiraci Grupo Gen ePub Criptografado

Os arrendamentos se caracterizam como formas alternativas utilizadas pelas empresas para disporem de ativos necessários para o desenvolvimento de suas atividades. Em muitos casos, a empresa não tem condições financeiras para adquirir um ativo ou, até mesmo, não tem a intenção de adquiri-lo, mas o mesmo é necessário para o desempenho de sua atividade. A empresa, nestes casos, pode dispor deste ativo por meio de um contrato que lhe dá o direito de usá-lo por determinado período em troca de pagamentos estabelecidos de comum acordo com o detentor da propriedade do ativo.

Esta forma de contratação começou a ser utilizada no Brasil na década de 1960 e era tratada contabilmente como simples contrato de aluguel de bens, tratamento este que permaneceu até a implantação das regras estabelecidas no Pronunciamento Técnico CPC 06 – Operações de arrendamento mercantil, editado no ano de 2008.1 Em sua primeira versão, este pronunciamento classificava estes contratos em duas categorias: arrendamento mercantil financeiro e arrendamento mercantil operacional, sendo esta classificação efetuada em função de diversos critérios estabelecidos no pronunciamento.

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Medium 9788597019933

Apêndice I – Correção de balanços pelas variações do poder aquisitivo da moeda

Equipe de Professores da FEA-USP Grupo Gen ePub Criptografado

Outras informações:

■ Estoques formados, em média, no meio do ano.

■ Edifício adquirido em 10-11-X1.

■ Aumento de Capital em 1o-1-X2, em dinheiro, no valor de 50.000.

A empresa tem por norma distribuir o lucro mensalmente.

Data

IGP (Índice Geral de Preços)

Fatores de Correção para31-12-X2

10-11-X1
30-6-X1
31-12-X1
30-6-X2
31-12-X2

10
120
130
145
160

16,00
1,33
1,23
1,10
1,00

Pede-se:

Traduzir os Balanços e a Demonstração do Resultado do Exercício para moeda de 31-12-X2.

a) Balanços da Cia. “A”

Observação: 1. Estoque inicial formado em meados de 8-X0 e estoque final, em fins de 11-X1. 2. Imobilizado adquirido em 30-4-X0.

b) Demonstração do Resultado do Exercício – X1

c) Índices Gerais de Preços

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5 Operações com mercadorias

Equipe de Professores da FEA-USP Grupo Gen ePub Criptografado

O Balancete de Verificação em 31-12-X3 da Empresa Beta Ltda. era composto pelo saldo das seguintes contas: Caixa $ 15.000; Equipamentos $ 60.000; Receitas de Vendas $ 70.000; Mercadorias $ 20.000; Receitas Diversas $ 4.000; Compras $ 50.000; Clientes $ 40.000; Fornecedores $ 30.000; Despesas de Salários $ 11.000; Despesas de Aluguel $ 13.000; Lanches e Refeições $ 2.000; Capital $ 100.000; Despesas com Condução $ 3.000; Lucros Acumulados $ 14.000; Despesas de Juros $ 4.000.

Informações adicionais:

1. o inventário físico do estoque de mercadorias identificou, nessa data, um saldo de $ 15.000;

2. os salários do mês de dezembro de X3, no valor de $ 1.000, serão pagos em janeiro/X4 e não haviam ainda sido contabilizados;

3. do valor total registrado como Despesas de Aluguel em X3, $ 2.000 referem-se ao aluguel do mês de janeiro/X4.

Pede-se:

a) efetuar os lançamentos de ajustes em razonetes;

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1 Introdução

Equipe de Professores da FEA-USP Grupo Gen ePub Criptografado

Queremos fazer um agradecimento todo especial ao Prof. João Domiraci Paccez pela completa revisão deste livro de exercícios e do livro de soluções, apresentando exercícios novos, reelaboração de muitos anteriores, correções, sugestões de melhorias, aperfeiçoamento nas apresentações etc.

Também releu e ajudou a melhorar o livro-texto.

Inestimável a colaboração desse colega campeão entre os campeões de premiação pela sua excepcional didática no ensino da Contabilidade na FEA/USP e na FIPECAFI.

Da mesma forma como ocorreu no livro-texto, este livro complementar de exercícios passou por uma grande revisão para se adequar às alterações introduzidas nos últimos anos na contabilidade. Os exercícios foram adaptados para atender às normas que foram implantadas no Brasil com a edição das Leis nº 11.638/2007 e nº 11.941/2009 e, principalmente, com os pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) referendados pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e por órgãos reguladores de setores específicos de atividade, como o Banco Central do Brasil (BACEN) (parcialmente) e a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), entre outros.

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13 Questionário

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen ePub Criptografado

Pode-se definir questionário como a técnica de investigação composta por um conjunto de questões que são submetidas a pessoas com o propósito de obter informações sobre conhecimentos, crenças, sentimentos, valores, interesses, expectativas, aspirações, temores, comportamento presente ou passado etc. Trata-se, portanto, da técnica fundamental para coleta de dados em levantamentos de campo, que é um dos delineamentos mais utilizados nas ciências sociais.

Construir um questionário consiste basicamente em traduzir objetivos da pesquisa em questões específicas. As respostas a essas questões é que irão proporcionar os dados requeridos para descrever as características da população pesquisada ou testar as hipóteses que foram construídas durante o planejamento da pesquisa.

Construir um questionário pode parecer tarefa simples. Mas requer muito mais do que simples bom senso e habilidades de redação. Um bom questionário é quase sempre produto de um longo e exaustivo trabalho. É preciso garantir que as pessoas se sintam motivadas para responder ao que é solicitado. Que entendam as questões que estão sendo propostas. Que não se sintam constrangidas ou ameaçadas ao respondê-las. Para tanto é necessário que o questionário seja elaborado com competência.

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