844 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788597020977

7 Execução estratégica – descrição da estratégia

Márcio Moutinho Abdalla, Marco Antonio Conejero, OliveiraMurilo Alvarenga de Grupo Gen ePub Criptografado

As organizações têm grande dificuldade de tirar suas estratégias do papel. Denominamos este fenômeno problema da execução. Este capítulo, em conjunto com o próximo, destrincha o conhecimento e as técnicas de como fazer a estratégia acontecer. Vamos conhecer os autores clássicos sobre a execução estratégica e entender a metodologia de execução que envolve o balanced scorecard, proposto por Kaplan e Norton. Neste capítulo, iremos tratar detalhadamente da tradução da estratégia em termos operacionais − o que é um mapa estratégico, como construí-lo, como escolher indicadores e iniciativas estratégicas −, e usar exemplos do contexto brasileiro e latino-americano para ilustrar tais conceitos.

Neste capítulo, o leitor poderá aprofundar seu conhecimento sobre:

• O problema da execução.

• Os componentes do balanced scorecard.

• A elaboração de um mapa estratégico.

• Quais são as considerações importantes ao escolher indicadores estratégicos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597022230

7 Os caminhos da prevenção

João José FORNI Grupo Gen ePub Criptografado

O que uma organização precisa para montar um sistema de prevenção? Informação e análise; um bom sistema de segurança e de estratégia da informação. Se há risco de um megablackout na estação de abastecimento de energia, na região, devem existir sistemas de alerta para a população ser avisada e se preparar para a emergência. Para isso, uma empresa fornecedora de energia, por exemplo, precisa de dados atualizados; sistema de informação azeitado, que municie as áreas envolvidas na prevenção para disparar o alarme. Toda a organização trabalha com esse tema no radar.

Na gestão de crises, uma das coisas mais importantes é fazer um diagnóstico. Como curar ou minimizar o problema da doença, se não a conhecemos? E não adianta ficar preocupado somente com a repercussão na imprensa. Por vezes, o mercado confunde gerenciar o problema ou a crise com o controle da comunicação. São variáveis diferentes, mas indissociáveis. Não há como administrá-las isoladamente e ter sucesso na gestão da crise.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597019582

7. Planejamento da Força de Trabalho

Joel Souza Dutra, José Antonio Monteiro Hipólito, Nathalie de Amorim Perret Gentil it Maillard, Ney Nakazato Miyahira Grupo Gen ePub Criptografado

Apesar de o planejamento e gestão de quadro de pessoal há muito tempo se configurar em aspecto crítico nas organizações, haja vista o impacto da massa salarial sobre suas estruturas de custo, pouca atenção ao assunto tem sido dada por pesquisadores e práticos. Atribuímos esse fato à complexidade do tema, uma vez que a necessidade (e mesmo a disponibilidade) de mão de obra tem-se demonstrado variável, sendo impactada por inúmeros fatores, muitos dos quais não estão sobre influência direta da gestão. Como exemplo de fatores que afetam a gestão do quadro, podemos citar incertezas do ambiente, avanços tecnológicos, custos e rigidez dos processos de provimento e desligamento de pessoas (fator especialmente crítico em Organizações Públicas), ausência de instrumentos confiáveis para medida do desempenho, fatores históricos e culturais, entre outros. No entanto, invariavelmente, momentos de crise econômica trazem à tona o tema, uma vez que as organizações se sentem pressionadas a cortar gastos, rever seus processos e alocar de maneira eficiente seus recursos (inclusive humanos) sem perder de vista seus objetivos e tampouco afetar sua capacidade de operação. Aproveitarem períodos de crise para se reorganizarem e fazerem os ajustes necessários em sua estrutura tem sido ação adotada por inúmeras organizações, não apenas para passarem pelo momento de baixa mas, também, para responderem às oportunidades que o mercado apresentará quando da retomada do crescimento. Advogamos, porém, que o tema Planejamento da Força de Trabalho (PFT) não deve ser discutido apenas em momentos de crise: estamos convictos de que as organizações perdem muito recurso ao não o tratarem como um processo contínuo, presente no dia a dia da organização e de seus gestores.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021738

2 O Patrimônio

José Carlos et al. MARION Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Oferecer o entendimento do termo “patrimônio”.

• Explicar sua composição.

• Explicar a equação patrimonial (Patrimônio Líquido).

Patrimônio é um conjunto de bens, direitos e obrigações susceptível de avaliação em moeda, vinculado a uma pessoa ou empresa, em um determinado momento. O patrimônio compõe-se também de valores a receber, os quais são, por isso, denominados direitos a receber ou, simplesmente, direitos.

Considerando-se apenas os bens e direitos, não se pode identificar a verdadeira situação de uma pessoa ou empresa. É necessário evidenciar as obrigações (dívidas) em relação a esses bens e direitos. Ou seja, não se pode dizer que uma empresa é rica somente pelo patrimônio que demonstra; é preciso também levar em conta as suas dívidas. Por isso, em Contabilidade, a palavra “patrimônio” tem sentido amplo: bens, direitos e obrigações (dívidas).

PATRIMÔNIO

Bens e direitos

Obrigações (dívidas)

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021721

11 Avaliação por MúLtiplos

Ricardo Goulart SERRA, Michael WICKERT Grupo Gen ePub Criptografado

Para introduzirmos a avaliação por múltiplos, vamos retomar, do Capítulo 1, a ideia da compra de um apartamento. Para precificar o apartamento em questão reuniremos preços de quatro apartamentos parecidos com aquele em que temos interesse e suas respectivas áreas, conforme apresentado na Tabela 11.1.

Tabela 11.1 – Preços de apartamentos e suas respectivas áreas

Apartamento

Preço (R$ mil)

Área (m2)

R$/m2

1

700,0

100

7.000

2

585,0

90

6.500

3

832,6

115

7.240

4

714,0

105

6.800

 

 

Média

6.885

Assumindo que o fator determinante na avaliação do imóvel seja sua área, para precificarmos o apartamento em questão, inicialmente calcularíamos o índice preço/m2 de cada apartamento da amostra (R$ 7.000, R$ 6.500, R$ 7.240 e R$ 6.800, respectivamente). Posteriormente, calcularíamos a média do preço/m2 (R$ 6.885) para, em seguida, inferirmos o valor do apartamento pelo que temos interesse, no caso com uma área de 120 m2, em R$ 826,2 mil.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597022278

1 Conceito de sistema e enfoque sistêmico

Clóvis Luís Padoveze Grupo Gen ePub Criptografado

Fundamentalmente, o conceito de sistema decorre da Teoria Geral dos Sistemas, assim explicada por Bertalanffy:1 “Seu objeto é a formulação de princípios válidos para os ‘sistemas’ em geral, qualquer que seja a natureza dos elementos que os compõem e as relações ou ‘forças’ existentes entre eles. A teoria geral dos sistemas portanto é uma ciência geral da ‘totalidade’, que até agora era considerada um conceito vago, nebuloso e semimetafísico.”

Ainda conforme o mesmo autor: “A teoria geral dos sistemas em sentido restrito (TGS) procura derivar da definição geral do ‘sistema’ como complexo de componentes em interação, conceitos característicos das totalidades organizadas, tais como interação, soma, mecanização, centralização, competição, finalidade etc., e aplicá-los a fenômenos concretos.”2

Para Bertalanffy,3 a Teoria dos Sistemas na ciência opõe-se a uma visão clássica de procedimentos analíticos. O significado da expressão “o todo é mais que a soma das partes” consiste simplesmente em que as características constitutivas não são explicáveis a partir das características das partes isoladas.4 O “procedimento analítico” significa que uma entidade pode ser estudada resolvendo-se em partes e por conseguinte pode ser constituída ou reconstituída pela reunião destas partes.5

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021868

14 Risco, retorno e mercado

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

O Capítulo 14 propõe o estudo do risco, por meio das técnicas de mensuração e análise aplicadas às decisões tomadas no âmbito do mercado financeiro.

No contexto de mercado de baixa eficiência, a preocupação principal está em avaliar se os modelos financeiros produzem resultados mais significativos. Os investidores atuam procurando tirar proveito econômico dos desvios temporários dos preços de certos ativos, na expectativa de seus valores voltarem a sua posição de equilíbrio. O ajuste dos preços a cada nova informação introduzida no mercado é dependente da capacidade de interpretação e amplitude de sua divulgação entre os participantes.

Assim, contar com medidas do retorno e do risco esperados, tanto para ativos quanto para carteiras de ativos, torna-se essencial para a eficiência do processo de tomada de decisões nesse mercado.

1. Com relação ao risco, é incorreto afirmar que:

a) revela uma possibilidade de perda.

b) pode ser representado pelo desvio-padrão (dispersão dos resultados em relação à média).

Ver todos os capítulos
Medium 9788597022704

6 Valor Econômico Agregado e Criação de Riqueza

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

As medidas (ou métricas) de valor têm por objetivo mensurar o lucro em excesso de uma empresa, ou seja, o resultado gerado acima do custo de oportunidade dos acionistas. Indicam a criação de valor para os acionistas, sendo as medidas determinadas após a dedução de todos os custos incorridos pela empresa, inclusive o custo de capital próprio.

Uma empresa cria valor a seus acionistas quando aufere um retorno maior que o custo de oportunidade dos investidores. As medidas de desempenho tradicionais estudadas no Capítulo 2 não levaram em consideração o custo de oportunidade do capital próprio e o risco do negócio.

Neste capítulo é desenvolvida a medida de lucro residual (ou lucro em excesso) apurado a partir de informações e relatórios financeiros divulgados pelas companhias. As medidas internas de valor que serão estudadas são o EVA1Economic Value Added e MVA2Market Value Added.

As medidas de valor que buscam fundamentos de mercado e aquelas baseadas nos resultados de caixa serão estudadas nos capítulos seguintes (Capítulos 7 e 8).

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021868

6 Fundamentos de avaliação

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

O Capítulo 6 desenvolve as técnicas fundamentais de cálculo financeiro e de estatística aplicadas à avaliação econômica e à análise de risco de títulos e valores mobiliários.

O estudo detalhado dos fundamentos de avaliação engloba conceitos de matemática financeira, especialmente em termos de taxas de juros; e conceitos de estatística, em termos de medidas de tendência central e dispersão.

As principais taxas são: linear (proporcional), equivalente, over, preferencial e real. As principais medidas estatísticas aplicadas à mensuração e à interpretação do retorno são as medidas de tendência central, como média, moda e mediana. Já para a análise do risco e da volatilidade são utilizadas medidas de dispersão, como desvio-padrão, variância e coeficiente de variação.

Por fim, compreender e aplicar a análise dos conceitos de covariância e correlação torna-se indispensável para o entendimento do impacto da combinação de ativos com comportamento similar em uma carteira.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021424

13 Fluxo de caixa e análise econômico-financeira na atividade rural

Silvio Aparecido Crepaldi Grupo Gen ePub Criptografado

O caixa, no masculino, é o termômetro financeiro de uma Empresa Rural. Ele é tão importante e vital para o desempenho de uma Empresa Rural que exige um controle diário. Esse controle é feito, normalmente, pelo contador, quando a Empresa Rural dispõe de um profissional exclusivo. Mas como a maioria das pequenas Empresas Rurais contrata serviços de escritórios de Contabilidade que não prestam assistência diária, o próprio dono do estabelecimento deve se incumbir da tarefa.

Mas por que, ao final de cada dia, o empresário rural deve ter o balanço de todo o dinheiro que entrou e saiu da sua empresa?

Primeiro para poder controlar o movimento financeiro da Empresa Rural. Depois porque, fazendo diariamente suas contas, o empresário rural vai poder analisar individualmente cada entrada e cada saída de dinheiro, verificando se elas são necessárias e suficientes, correspondendo às suas expectativas. O controle diário também vai reduzir substancialmente erros de previsão de desembolsos, possibilitando ao empresário rural programar, com uma boa margem de segurança, as operações financeiras de determinado período. É essa atenção sistemática ao caixa, enfim, que vai fornecer ao empresário informações precisas para a administração financeira de seu negócio.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021929

21 Prestações Expressas em Benefícios e Serviços

Aristeu de Oliveira Grupo Gen ePub Criptografado

O Regime Geral da Previdência Social compreende prestações expressas em benefícios e serviços, inclusive em razão de eventos decorrentes de acidente do trabalho, como vemos a seguir:

■ quanto ao segurado:

– aposentadoria por invalidez;

– aposentadoria por idade;

– aposentadoria por tempo de contribuição;

– aposentadoria especial;

– auxílio-doença;

– salário-família;

– salário-maternidade; e

– auxílio-acidente;

■ quanto ao dependente:

– pensão por morte; e

– auxílio-reclusão;

■ quanto ao segurado e dependente: reabilitação profissional.

O requerimento seguinte é preenchido nas seguintes condições:

■ aposentadoria por idade;

■ aposentadoria por tempo de contribuição;

■ aposentadoria especial;

Os documentos solicitados para requerer os vários tipos de benefícios serão encontrados no site <www.previdenciasocial.gov.br>.

■ clicar em qual benefício desejado no item de Benefícios da Previdência Social.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597021899

Capítulo 11 Empresas de Serviços Especializados

Takeshy Tachizawa Grupo Gen ePub Criptografado

Nessa categoria, enquadram-se empresas de serviços especializados, tais como: agências de publicidade e propaganda, consultorias, auditorias independentes e escritórios profissionais especializados.

Seu produto final tem alto conteúdo tecnológico e de conhecimento. Sua mão de obra é altamente especializada, e uma empresa do setor necessita, como fator de sobrevivência, de um verdadeiro banco de dados de talentos, bem como de conhecimento e informações específicas.

Talento, e não estratégias empresariais ou produtos inovadores, é o fator determinante para a sobrevivência do negócio.

Em função das características básicas e das estratégias empresariais genéricas próprias das organizações pertencentes ao setor de empresas de serviços especializados, podem-se delinear estratégias de gestão ambiental e de responsabilidade social, conforme as descritas a seguir.

Como estratégia em responsabilidade social, tem-se o caso da Skill Contabilidade, empresa de prestação de serviços localizada em Pernambuco. A empresa adotou a cidade de Tabira (cerca de 400 quilômetros de Recife), implantando um projeto social que se desdobra em várias frentes, aulas sobre o cultivo de hortaliças, instalação de posto médico completo, construção de reservatórios de água potável e atendimento médico domiciliar para pacientes da terceira idade, entre outros programas. Todos os empregados da empresa participam como voluntários.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597022278

2 Empresa como sistema e seus subsistemas

Clóvis Luís Padoveze Grupo Gen ePub Criptografado

As organizações empresariais interagem com o ambiente e a sociedade de maneira completa. A empresa é um sistema em que há recursos introduzidos, que são processados, e há a saída de produtos ou serviços. Uma empresa é considerada um sistema aberto em razão de sua interação com a sociedade e o ambiente onde ela atua. Essa interação com a sociedade provoca influência nas pessoas, aumento nos padrões de vida e o desenvolvimento da sociedade.

Assim, podemos dizer que toda empresa tem uma missão em relação à sociedade e que a missão das empresas corresponde aos seus objetivos permanentes, que consistem em otimizar a satisfação das necessidades humanas.

Conforme Bio,1 “os sistemas abertos envolvem a ideia de que determinados inputs são introduzidos no sistema e, processados, geram certos outputs. Com efeito, a empresa vale-se de recursos materiais, humanos e tecnológicos, de cujo processamento resultam bens ou serviços a serem fornecidos ao mercado”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597010886

2 As Ferramentas do Coaching

Arnaldo Márion Grupo Gen ePub Criptografado

 

“Comandar ou fazer perguntas fechadas evita com que as pessoas tenham que pensar. Já fazer perguntas abertas levam-nas a pensarem por si mesmas.”

John Whitmore

Por que usar perguntas se é muito mais rápido e prático fazer uma recomendação?

De maneira simplificada, são as perguntas que têm o poder de nos fazer pensar, nos levam a respostas em que realmente acreditamos e nos motivam a agirmos. Um processo de mudança não se reduz a ter uma resposta, mas também a estar motivado a agir. As perguntas, e não as respostas, são as grandes geradoras de autoconsciência e autorresponsabilidade. Por isso, as perguntas são a forma primária de comunicação no coaching.

A arte de fazer perguntas é uma das grandes habilidades do coach. Qualquer tipo de pergunta? Não, no coaching buscamos desenvolver a assertividade ou eficácia de colocar um tipo de pergunta na hora certa. Sim, buscamos perguntas eficazes.

Desenvolver a habilidade de fazer perguntas eficazes é como aprender a tocar um instrumento, precisa de prática e tempo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597019179

Capítulo 9 Informações implícitas

Carolina Tomasi, João Bosco Medeiros Grupo Gen ePub Criptografado

■ Capacitar o leitor para a leitura de informações implícitas que compõem os textos escritos e orais.

■ Alertar o leitor para tirar proveito no texto oral e no texto escrito de implícitos verbais.

■ Conscientizar o leitor de que os subentendidos pertencem à subjetividade do autor e de que os pressupostos estão presentes no texto. Do primeiro o autor pode safar-se, afirmando que “não era bem isso que eu queria dizer”, mas do segundo não há como fugir da interpretação do leitor.

■ Ampliar a capacidade de observação do leitor para a focalização de implícitos verbais constantes do texto que lhe dão uma direção de interpretação.

■ Esclarecer que os implícitos verbais constituem também instrumentos argumentativos.

1. Você normalmente presta atenção nos implícitos verbais veiculados na comunicação oral e na escrita?

2. Ao observar um subentendido numa discussão, qual seu comportamento, sua reação?

3. O pressuposto verbal é um expediente comum tanto na comunicação oral, como na escrita. Eles são compostos por expressões como: continua, de novo, , ainda. Que providências toma para não interpretá-los erroneamente? Por exemplo: “Você está atrasada de novo!”

Ver todos os capítulos

Carregar mais