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Medium 9788522498345

44 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes

SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves; GOMES, José Mário Matsumura Grupo Gen PDF Criptografado

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Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes

44.1 Aspectos gerais

A norma contábil relacionada ao tratamento contábil das provisões, passivos contingentes e ativos contingentes é o pronunciamento técnico CPC 25, cujo objetivo é estabelecer que sejam aplicados critérios de reconhecimento e bases de mensuração apropriados a provisões e a passivos e ativos contingentes e que seja divulgada informação suficiente nas notas explicativas para permitir que os usuários entendam a sua natureza, oportunidade e valor.

Inicialmente, é importante destacar que passivo

é uma obrigação presente da entidade, derivada de eventos já ocorridos, cuja liquidação se espera que resulte em saída de recursos da entidade capazes de gerar benefícios econômicos. Já evento que cria obrigação é um evento que cria uma obrigação legal ou não formalizada que faça com que a entidade não tenha nenhuma alternativa realista senão liquidar essa obrigação. Nesse sentido, obrigação legal é uma obrigação que deriva de: a) contrato (por meio de termos explícitos ou implícitos); b) legislação; ou c) outra ação da Lei.

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Medium 9788521630845

Parte III - 8 - PROCESSOS DE MELHORIA

PATRÍCIO, Patrícia; CANDIDO, Claudio Roberto (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

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PROCESSOS DE MELHORIA

Márcio Magalhães Fontoura

Mestre em Administração e doutor em Ciências Sociais (PUC-SP)

O que você verá a seguir:

• O contexto de mudanças provadas pela sociedade do conhecimento e a exigência maior de criatividade e inovação para garantir a competitividade empresarial.

• O processo de melhoria como uma atividade de gestão organizacional contínua e adequada aos novos cenários.

• Etapas necessárias para gerir processos de melhorias em novos negócios.

Na perspectiva filosófica do “devir”, do vir a ser constante, não existe o pronto e o acabado, tudo é construção contínua. Um plano de negócios exige esta visão, os cenários mudam e trazem novas exigências, as análises precisam ser refeitas e as estratégias precisam ser repensadas, por isso, os planos de negócios eternizados não eternizam as empresas. A perenidade das empresas depende da capacidade de o empreendedor perceber que a realidade é dinâmica. Eis um fator crítico de sucesso: faz-se necessário acompanhar continuamente as mudanças, que são processadas em velocidade cada vez maior, para perceber nelas as oportunidades que emergem. Avaliar os processos de

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Medium 9788547210250

8.4 Escrituração fiscal nos registros comerciais,sem utilização de livros auxiliares

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

8.3.2.2 Razão

É composto pela integralidade das contas utilizadas para registrar de forma sistemática cada um dos componentes do patrimônio da entidade, sejam positivos ou negativos, e a identificação dos fatos que provocaram aumento ou diminuição do patrimônio líquido.

Para cada uma das contas haverá uma folha ou ficha do Razão.

8.3.2.3 Registro de duplicatas

É de escrituração obrigatória caso a empresa realize vendas a prazo com emissão de duplicatas, podendo, desde que devidamente autenticado no Registro do Comércio, ser utilizado como livro auxiliar da escrituração mercantil.

8.3.2.4 Caixa e Contas-correntes

São livros auxiliares, que também podem ser escriturados em fichas; são dispensados de autenticação quando as operações a que se reportarem tiverem sido lançadas, pormenorizadamente, em livros devidamente registrados.

Fonte: elab

8.3.3 Livros sociais

São os livros exigidos pela Lei das Sociedades por Ações (Lei n. 6.404/1976):

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Medium 9788597019384

21 - Compliance

IMONIANA, Joshua Onome Grupo Gen PDF Criptografado

Compliance

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21.1  Conceitos de compliance

Compliance, termo utilizado neste capítulo alternadamente com a palavra “conformidade”, é o cumprimento de regras e orientação no ambiente atual; em outras palavras, é a garantia de adesão a leis e regulamentos. Na mesma linha, o contexto socioeconômico do descumprimento é analisado na fronteira com fraudes corporativas, que ameaça a salvaguarda de ativos de acordo com a cultura e as políticas de organizações.

Compliance é a nova roupagem da atividade que colabora para a solução de problemas antigos de delineamento de limite de responsabilidade funcional e o cumprimento de normas. Ou seja, encapsulada numa concepção nova em ambiente organizacional devido às transformações nos ambientes organizacionais.

Isso porque, desde a década de 1970, as empresas, preocupadas com conformidade interna, implementaram a função de O&M (organização e métodos). O objetivo era gerar as normas internas, montando estrutura funcional dos cargos, seus relacionamentos e linhas de reporte, disponibilizando assim guias por meio de pastas para orientar job descriptions, propiciar segregação das funções incompatíveis e, principalmente, atender anseios dos auditores. Tudo isso era mapeado com fluxogramas e, na forma de divulgação e melhor conscientização dos funcionários, era postado nos quadros de avisos.

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Medium 9788547214982

6 Valores compartilhados

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

de informações entre níveis hierárquicos, fortalecendo o processo de tomada de decisões, dando transparência ao sistema de recompensas e punições e construindo um entendimento coletivo de justiça e meritocracia. Assim, é possível construir a percepção coletiva sobre a relevância dos valores essenciais da empresa, que orientam suas relações com os diversos públicos de interesse, traduzidos em sua marca. Com o tempo, constrói-se a reputação como ativo intangível de grande valor para a sustentabilidade do negócio.

6   Valores

compartilhados

Na prática, a gestão integrada de ativos intangíveis se traduz num conjunto de atitudes, técnicas e procedimentos que buscam a identificação e a construção sistemática de ativos intangíveis. Boa parte dessa tarefa está na identificação e comunicação de valores compartilhados pelos stakeholders, especialmente colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores. O foco reside na gestão da qualidade dos vínculos com esses públicos, perspectiva que exige nova visão de desenvolvimento organizacional.

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Medium 9788597006384

Apêndice – Plano de Contas

KOHAMA, Heilio Grupo Gen PDF Criptografado

1a Prova

Apêndice – Plano de Contas

1 Conceito de plano de contas

É a estrutura básica da escrituração contábil, formada por um conjunto de contas previamente estabelecido, que permite as informações necessárias à elaboração de relatórios gerenciais e demonstrações contábeis conforme as características gerais da entidade, possibilitando a padronização de procedimentos contábeis. a)  Relação das Contas do Ativo e do Passivo e Patrimônio Líquido

A estrutura básica do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público, na parte relativa ao

Ativo, ao Passivo e ao Patrimônio Líquido é a seguinte:

2ª_Prova_9788522489381_Kohama_Contabilidade_Publica.indb 306

03/11/2016 9:27:45 AM

1a Prova

Apêndice – Plano de Contas 

Código

1

11

111

112

113

114

Título

115

ATIVO

Ativo Circulante

Disponível

Créditos a Curto Prazo

Demais Créditos e Valores a Curto Prazo

Investimentos e Aplicações Temporárias

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Medium 9788597011623

17 - DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO (DVA)

IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos; FARIA, Ana Cristina de Grupo Gen PDF Criptografado

17

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR

ADICIONADO (DVA)

17.1 Introdução

A Contabilidade, no cumprimento de seu papel de fornecedora de informações para os diversos tipos de usuários, deve gerar, além de informações econômico-financeiras, informações sobre responsabilidade social. Daí, a Lei 11.638/07 tornou obrigatória mais uma demonstração: a Demonstração de Valor Adicionado (DVA).

Mais um relatório obrigatório a partir da Lei 11.638/07

A Lei 11.638/07 tornou obrigatória a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) para as Sociedades Anônimas de Capital Aberto. Essa lei determina que a empresa deve evidenciar o valor da riqueza gerada e a sua distribuição entre os agentes que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída.

A DVA é uma das vertentes do Balanço Social que está em maior evidência, e atende às necessidades relativas a informações sobre a riqueza gerada e a forma de distribuição, apesar de pouco difundida pelos usuários da Contabilidade. Acredita-se que, provavelmente, em futuro próximo, o Balanço Social, em todas as suas vertentes, também se torne

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Medium 9788597021141

3 Como Conhecer o Consumidor

LAS CASAS, Alexandre Luzzi; LAS CASAS, Jéssica Lora Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo serão apresentadas as pesquisas necessárias para o conhecimento do consumidor. Uma empresa deve conhecer vários aspectos de seu público-alvo, como expectativas e níveis de satisfação, o que pensam a respeito de determinado serviço, qual é a sua motivação para compra, entre outros. Uma empresa que se propõe a praticar marketing de serviços de forma adequada deve medir os resultados de seu desempenho, principalmente os níveis de satisfação do cliente.

O conhecimento dos clientes é adquirido pelos profissionais de serviços por meio de duas fontes principais: a do trabalho rotineiro, pelas militâncias na atividade, ou por meio de coletas de informações de modo formalizado. A experiência do dia a dia do profissional é uma importante fonte de conhecimento, no entanto, não é suficiente. Clientes insatisfeitos nem sempre reclamam e, por isso, há necessidade de se criarem mecanismos que favoreçam suas manifestações de forma padronizada e que sigam um procedimento formal.

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Medium 9788522484751

1 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO

ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio Grupo Gen PDF Criptografado

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INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO

DO CAPITAL DE GIRO

O capital de giro tem participação relevante no desempenho operacional das empresas, cobrindo geralmente mais da metade de seus ativos totais investidos.

Uma administração inadequada do capital de giro resulta normalmente em sérios problemas financeiros, contribuindo efetivamente para a formação de uma situação de insolvência.

É importante ter em conta que a administração do capital de giro trata dos ativos e passivos correntes como decisões interdependentes. Por exemplo, a perda da liquidez pela maior participação de estoques no ativo circulante deve ser compensada por um maior volume de caixa; a presença de passivos de prazos mais curtos exige, por seu lado, ativos correntes mais líquidos, e assim por diante.

A presença de ativos correntes na estrutura financeira das empresas é importante para viabilizar financeiramente seus negócios e contribuir para a formação do retorno econômico do investimento realizado.

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Medium 9788547209582

1.2 O que são direitos

VELOSO, Renato Editora Saraiva PDF Criptografado

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Direitos humanos e Serviço Social

1.2 O que são direitos

Por que um livro sobre direitos humanos estaria fazendo esse percurso sobre o trabalho e sobre o ser humano? A expressão “direitos humanos” já não pressuporia que esses direitos são para todos os que são humanos?

Essas são duas questões legítimas que qualquer leitor poderia nos apresentar.

Ambas estão permeadas por uma afirmação que já fizemos em páginas anteriores: não há uma única concepção, uma única forma de ver e de entender o que são direitos humanos. Do ponto de vista conjuntural, da vida que se vivencia em cada momento histórico específico, a afirmação de que direitos são para todos poderia encobrir a realidade (como, aliás, ocorre muito frequentemente). Basta pensar que grande parte das constituições dos países (e também a Declaração Universal dos

Direitos Humanos) traz, logo em seus primeiros artigos, a afirmação de que todos os homens e mulheres são iguais e têm os mesmos direitos. No entanto, você é capaz de, rapidamente, citar inúmeros exemplos de como isso é, no máximo, uma intenção, já que em inúmeras situações as pessoas têm seus direitos negados — especialmente se forem de determinadas classes e/ou segmentos sociais. Decisões políticas e históricas sobre distinções de classe, de gênero, de raça, de orientação sexual, de idade, de condição física e tantas outras, na realidade, fazem com que essas palavras sejam, muitas vezes, “letras mortas” — ou seja, não tenham efetividade na vida concreta, real.

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Medium 9788522498680

7 Câmbio

VAZQUEZ, José Lopes Grupo Gen PDF Criptografado

7

Câmbio

C

âmbio é uma operação financeira que consiste em vender, trocar ou comprar valores em moedas de outros países ou papéis que representem moedas de outros países.

É a troca de moeda de um país pela de outro.

Já o Contrato de Câmbio é definido como o instrumento especial firmado entre o vendedor e o comprador de moeda estrangeira, no qual se mencionam as características das operações de câmbio e as condições sob as quais se realizam.

O Mercado de Câmbio no Brasil é regido pela Circular nº 3.691, de 16-12-2013, que começou a viger em 3 de fevereiro de 2014, cancelando a Circular nº 3.280, de

9 de março de 2005, derrogando portanto o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI) que fora instituído pela aludida Circular.

Tendo em vista o disposto no art. 217 da Circular nº 3.691/2013, que ressalvou da revogação determinada pelo art. 216 as disposições da seção 5 do capítulo

12 do título 1 do RMCCI para as irregularidades ali tratadas, desde que pendentes de julgamento definitivo nas instâncias administrativas, esse artigo (216) é o

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Medium 9788597013108

1 - Perspectivas filosóficas das correntes éticas

ARRUDA, Maria Cecilia Coutinho de; WHITAKER, Maria do Carmo; RAMOS, José Maria Rodriguez Grupo Gen PDF Criptografado

Perspectivas filosóficas das correntes éticas

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Pensando em ética...

As circunstâncias mais prosaicas da vida revelam que a ética é condição necessária para a sobrevivência humana.

Dois colegas de trabalho acabam de almoçar e caminham pensativos pelo jardim do restaurante. Nada parece alterar o silêncio até que um deles expressa em voz alta suas reflexões:1

– Todas as vezes que preciso pensar em algo importante, saio para dar uma volta no jardim junto ao restaurante.

O amigo limita-se a escutar.

– Há sempre distrações por aqui!

Comenta, enquanto examina o tronco de uma árvore. E prossegue:

– Eu não acredito mais na ética. Por mim, acho que os fins justificam os meios.

E, como consequência:

– Aproveite o que puder enquanto levar vantagens. É o que eu digo, o poder é o que dita as regras. São os vencedores os que escrevem os livros de história. É um mundo cão. Vou fazer tudo que achar necessário e deixar que os outros fiquem se perguntando o que é certo e o que é errado!

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Medium 9788521620501

Capítulo Onze - Valor Invisível

DAMODARAN, Aswath Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo Onze

Valor Invisível

Avaliação de Empresas com Ativos Intangíveis

No começo do século passado, eram as empresas ferroviárias e industriais que se situavam na vanguarda do mercado de ações, extraindo seu poder dos ativos fixos – terra, fábrica e equipamentos. As empresas mais bem-sucedidas de nossa geração são as de tecnologia e de serviços, cujo valor se baseia principalmente em ativos sem presença física, como marca, tecnologia e capital humano. Ao avaliar empresas com ativos intangíveis, os investidores precisam navegar em meio a convenções contábeis que nem sempre são compatíveis com as adotadas para empresas industriais.

Observando as empresas de capital aberto, é óbvio que muitas derivam parcela considerável de seu valor de ativos intangíveis. Desde empresas de produtos de consumo, dependentes de marcas, até empresas farmacêuticas, com medicamentos de grande sucesso, protegidos por patentes, passando por empresas de alta tecnologia, com seus profissionais de alta qualificação e com seu know-how no estado da arte, o espectro dos empreendimentos com grandes ativos intangíveis é muito amplo. O indicador mais simples do quanto a economia é representada

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Medium 9788580555509

Capítulo 7 - Marketing B2B

Dhruv Grewal; Michael Levy Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Marketing B2B

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

algodão precisa de água para crescer, e o jeans exige

Após a leitura deste capítulo, você estará apto a:

água durante todo o seu ciclo de vida, seja no proces-

OA 7.1 Descrever como as empresas B2B segmentam seus mercados.

so de lavagem para amaciamento ou na lavanderia. No

OA 7.2 Relacionar as etapas do processo de compra

B2B.

fim de seu ciclo de vida, terá gasto quase 3.500 litros de

OA 7.3 Identificar os papéis dentro do centro de compras.

OA 7.4 Descrever os diferentes tipos de cultura organizacional.

OA 7.5 Detalhar diferentes situações de compra.

momento em que sua calça jeans mais nova chegar ao

3

água.

Há uma década, esse consumo de água não era preocupante. Mas alterações nos padrões de chuva provocadas por mudanças climáticas globais estão vinculando diretamente o futuro da Levi’s à água: menos

água significa menos umidade para as plantações de algodão e menos algodão significa que a Levi’s terá de

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Medium 9788547209384

2.3 COMPORTAMENTO DO SISTEMA

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

2 .3 C O MPO R TAMENTO D O SI STEMA

Programas e projetos podem ser vistos como “sistemas existentes dentro de outros sistemas”. Em um ambiente complexo, eles são interdependentes, com conexões entre partes ou componentes. Como exemplo, considere o projeto e sua organização patrocinadora, que podem incluir sistemas como atividades humanas, estruturas organizacionais, processos organizacionais e regras de engajamento. A complexidade pode ocorrer como resultado de conexões ou desconexões entre os componentes.

Para este guia de práticas, sistema é considerado uma coleção de diferentes componentes que, em conjunto, produzem resultados que não podem ser obtidos por eles individualmente. Um componente é um elemento de identificação em um programa ou projeto que desempenha determinada função ou grupo de funções relacionadas. Como várias mudanças ocorrem no sistema, e entre o sistema e seu ambiente, o comportamento adaptativo acontece dentro dos componentes, o que, por sua vez, acrescenta dinamismo ao sistema.

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