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Medium 9788577260287

Caso Sete: A Companhia de Seguros de Vida Consolidated Life

John W. Newstrom Grupo A PDF Criptografado

Caso Sete

A Companhia de

Seguros de Vida

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Consolidated Life

PARTE 1

Tudo havia começado de uma forma extremamente positiva. Três dias após obter sua graduação em administração de empresas, Mike Wilson começou seu primeiro dia de trabalho em uma prestigiosa companhia seguradora — a Consolidated Life. Ele trabalhava no departamento de emissão de apólices.

O trabalho do departamento era essencialmente burocrático e não exigia grande quantidade de conhecimento técnico. Dada a repetitiva e convencional natureza do trabalho, o trabalhador que desejasse ser bem-sucedido deveria ser consistente e estar disposto a lidar com enorme quantidade de papéis.

Rick Belkner era o vice-presidente da divisão, “o homem encarregado” naquela ocasião. Rick era atuário por formação, um profissional técnico cujo estilo de liderança era o laissez-faire. Ele era descrito na divisão como “o espelho de quem quer que tivesse a personalidade mais forte em volta dele”. Era notório que Rick ganhava US$ 60 mil por ano enquanto passava parte de seu tempo fazendo palavras cruzadas.

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Medium 9788547208158

6 .1 VISÃO GERAL

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Avaliação da solução

6 .1 V I S Ã O GER AL

A avaliação abrange atividades de análise de negócios realizadas para validar uma solução completa – ou parte de uma solução – que está prestes a ser, ou já tenha sido, implementada. Ela determina em que medida uma solução atende às necessidades do negócio expressas pelas partes interessadas, incluindo a entrega de valor para o cliente. Algumas atividades de avaliação resultam em uma avaliação qualitativa ou grosseiramente quantitativa de uma solução. Pesquisas ou grupos focais e análise de resultados de testes exploratórios da funcionalidade são exemplos de avaliação qualitativa ou grosseiramente quantitativa. Outras atividades de avaliação envolvem medições quantitativas explícitas e mais precisas. Comparações entre os resultados esperados e aqueles obtidos de uma solução são, geralmente, expressas quantitativamente. Para soluções que envolvem análise de software, comparar os valores previstos e os reais, de dados manipulados pela funcionalidade de alto nível da solução, pode ser parte da avaliação. Características não funcionais de uma solução (por vezes conhecidas como atributos de qualidade) são frequentemente avaliadas com medições. Por exemplo, as medições são necessárias para avaliar se os acordos sobre a performance do nível de serviço estão sendo atendidos. Além disso, a comparação entre os custos e benefícios estimados e aqueles reais pode ser parte da avaliação de uma solução.

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Medium 9788580554311

21.4 Os fluxos de caixa do arrendamento

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

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Parte V

Financiamentos de Longo Prazo

interessadas costumam obter uma opinião do IRS antes de entrar em acordo em uma transação de arrendamento de grande porte. A opinião do IRS refletirá as seguintes diretrizes:

1. O prazo do arrendamento deve ser menor do que 30 anos. Caso seja maior, a transação será vista como uma venda com alienação fiduciária.

2. O arrendamento não deve incluir a opção de adquirir o ativo por um preço menor do que o do valor justo de mercado. Esse tipo de opção daria ao arrendatário o valor residual do ativo, o que implicaria interesse patrimonial.

3. O arrendamento não deve programar pagamentos muito altos no começo do prazo e muito baixos a seguir. Pagamentos “balão” antecipados seriam evidências do uso do arrendamento como meio de evitar tributos, e não com uma finalidade comercial legítima.

4. Os pagamentos de arrendamento devem fornecer ao arrendador uma taxa de retorno de mercado corrente. O potencial de lucro para o arrendador deve ir além dos benefícios fiscais do negócio.

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Medium 9788597011791

2 - Processo e Procedimentos de Auditoria – Ativo e Passivo Circulante

Luiz dos Santos Lins Grupo Gen PDF Criptografado

2

Processo e

Procedimentos de

Auditoria – Ativo e

Passivo Circulante

Objetivos do capítulo

No capítulo anterior, foram abordados os principais conceitos de auditoria, notadamente as principais normas brasileiras aplicáveis a contabilidade e auditoria. Neste capítulo, será dado início aos procedimentos de campo da auditoria externa. Inicialmente, serão apresentadas as demonstrações contábeis obrigatórias e os respectivos grupos de contas do balanço patrimonial.

Em seguida, são discutidos os instrumentos básicos do trabalho do auditor: os papéis de trabalho e o programa de auditoria. Finalmente, são apresentados os procedimentos de auditoria para cada área das demonstrações contábeis – balanço patrimonial e demonstração do resultado do exercício.

2.1 Introdução

No capítulo anterior, foram vistos os conceitos, responsabilidades e normas gerais da auditoria. Seguindo a diretriz do livro, cuja ênfase segue a mesma metodologia das empresas de auditoria externas no tocante ao processo de trabalho e aprendizagem, no presente capítulo serão iniciados os estudos dos procedimentos efetivos de auditoria, ou seja, o trabalho de campo executado pelo auditor externo.

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Medium 9788521627500

PARTE IV - CAPÍTULO 15 - Motivação e desempenho

Antonio Cesar Amaru Maximiano Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

Motivação e desempenho

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao terminar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender, explicar e utilizar os seguintes conceitos:

•• Significado da palavra motivação e do processo da motivação.

•• Principais teorias da motivação.

•• Modelo das características do cargo.

•• Interação dos motivos interiores das pessoas com os estímulos do ambiente.

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Capítulo 15

INTRODUÇÃO

A palavra motivação deriva do latim motivus, movere, que significa mover. Em seu sentido original, a palavra indica o processo pelo qual o comportamento humano é incentivado, estimulado ou energizado por algum tipo de motivo ou razão. Motivo, motor e emoção são outras palavras que têm a mesma raiz.

O comportamento humano sempre é motivado. Sempre há um motor funcionando, que movimenta o comportamento humano.

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Medium 9788597021141

13 Venda Pessoal

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

Considerando os elementos disponíveis para a comunicação de serviços, a venda pessoal aparece como um dos mais importantes instrumentos para a empresa. Vimos, por diversas vezes nos capítulos anteriores, que a prestação de serviços caracteriza-se por produção/consumo instantâneos. Consequentemente, os vendedores em contato direto prestam o serviço que está sendo consumido pelos clientes.

Por conseguinte, a qualidade da oferta está diretamente relacionada com a capacidade e o nível profissional dos representantes da empresa. As técnicas de venda pessoal e o profissionalismo são de extrema importância para o processo de comunicação direta. Portanto, devido a seu mérito para a aplicação do marketing, analisar com maior profundidade os aspectos pertinentes à atividade torna-se fundamental.

De acordo com a Associação Americana de Marketing (AMA), vender é desempenhar atividades de negócios que orientem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor ou usuário.

A atividade de vendas traz muitas vantagens para todos os envolvidos no processo. Assim, para a economia, ela se apresenta como uma mola propulsora do sistema capitalista, cooperando com o fluxo de bens e serviços. Para os consumidores, a economia de vendas proporciona melhoria do padrão de vida, uma vez que as empresas concorrentes se esforçam para obter vantagens cada vez maiores para seus clientes por meio do aperfeiçoamento de produtos e métodos. Finalmente, para a empresa, a economia de vendas produz o faturamento necessário para sua manutenção e desenvolvimento.1

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Medium 9788577808663

17 AMPLIANDO AS FRONTEIRAS DA EDUCAÇÃO GERENCIAL

Claudia Simone Antonello, Arilda Schmidt Godoy Grupo A PDF Criptografado

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PARTE II • APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL

○ INTRODUÇÃO

Face à desordem e à incerteza do mundo atual, à saturação de informações, às incessantes mudanças tecnológicas e transformações sociais, a necessidade de aprendizagem constante por parte de gestores torna-se inquestionável, pois a capacidade de aprender e reformular pensamentos é vital em um ambiente dinâmico, que exige frequentes inovações. Percebe-se uma crescente pressão sobre estes profissionais que, supostamente, devem

“saber o que está e deveria estar acontecendo”

(Brooks, 2004, p. 211), para que encontrem respostas aos desafios complexos apresentados pelo mundo contemporâneo.

A busca de soluções, alternativas e novas perspectivas, por sua vez, requer aprendizagens passíveis de serem favorecidas tanto pela educação formal como por processos informais, envolvendo experiências vivenciadas no ambiente familiar, profissional, social, entre outros. Nesse sentido, considera-se que a aprendizagem sob a perspectiva individual e a aprendizagem como processo social sejam complementares. A perspectiva individual possibilita visualizar como ocorrem os processos de aprendizagem nos indivíduos; a ótica social permite perceber não só a importância do papel da interação dos indivíduos nos seus processos de aprendizagem, mas também a importante influência do contexto em que esse indivíduo se insere e interage.

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Medium 9788566103052

3. Identificando Oportunidades – Parte I

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

3IdentificandoOportunidades – Parte I“Nada é mais perigoso que uma ideia, quando é a única que temos.”Alain Emile Chartier2018_livro.indb 4711/11/2017 8:31:44 AM3Identificando oportunidades PARTE I•Diferenciando ideias de oportunidadesTalvez, um dos maiores mitos a respeito de novas ideias de negócios seja de que devam ser únicas. O fato de uma ideia ser ou não única não importa.O que importa é como o empreendedor utiliza sua ideia, inédita ou não, de maneira a transformá-la em um produto ou serviço que faça sua empresa crescer. As oportunidades geralmente são únicas, pois o empreendedor pode ficar vários anos sem observar e aproveitar uma oportunidade de desenvolver um novo produto, ganhar um novo mercado e estabelecer uma parceria que o diferencie dos concorrentes.É comum ouvir a seguinte resposta de jovens empreendedores quando perguntados a respeito de suas ideias de negócio: A minha ideia é revolucionária, meu produto é único e não possui concorrentes, mas não posso falar do que se trata... Esse é um erro imperdoável dos empreendedores de primeira viagem. Ideias revolucionárias são raras, produtos únicos não existem, e concorrentes, com certeza, existirão. Isso deve ficar claro. E o fato de tentar preservar uma ideia revolucionária, a ponto de não conversar a respeito com ninguém, também pode levar o empreendedor a acreditar que realmente tenha algo espetacular na mão, pois, nesse momento, está mais movido pela paixão que pela razão.

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Medium 9788582603420

Capítulo 8 - Decisões de investimento em projetos de inovação

Adriano Proença, Daniel Pacheco Lacerda, José Antonio Valle Antunes Júnior, José Lamartine Távora Junior, Mario Sergio Salerno Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Decisões de investimento em projetos de inovação

José Lamartine Távora Junior

Luciana Elizabeth da Mota Távora

n Introdução: investimentos em inovação tecnológica

A inovação tecnológica tem uma importância estratégica para empresas, pois é por meio dela que conseguem potencializar os diferenciais que podem garantir sua sobrevivência em um ambiente globalizado e competitivo no médio e longo prazo. No entanto, as dificuldades encontradas pelas empresas, no que se refere às linhas de financiamento oferecidas pelos agentes públicos, faz com que muitas vezes desistam da possibilidade de investir em inovação, por serem empreendimentos caros e de alto risco.

Outras questões que podem dificultar os investimentos em inovação tecnológica dizem respeito às incertezas e riscos que envolvem projetos de inovação.

Com a economia cada vez mais baseada no conhecimento, a inovação tecnológica se tornou uma peça-chave para as empresas e nações que pretendem permanecer em um mercado competitivo. De acordo com Arbix e Mendonça (2005), a ideia de economia baseada no conhecimento se difundiu rapidamente devido aos avanços nas tecnologias de informação e de comunicação (TICs), na biotecnologia e na nanotecnologia. Assim, para os autores, “[...] esforços científicos, tecnológicos e inovativos tornaram-se mais coletivos, o que implica maior interação entre a indústria, a academia e o governo.” (Arbix; Mendonça,

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Medium 9788520436561

Parte 1 – Fundamentos básicos sobre eventos

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

fundamentos básicos sobre eventos

1

PARTE

1

ORIGEM, EVOLUÇÃO, CONCEITOS

E TIPOLOGIA DE EVENTOS

E

ventos são acontecimentos que possuem horário, local e dia onde as pessoas se reúnem pelos mais diversos motivos. Esses tipos de acontecimentos existem desde os mais remotos tempos e expressam comportamentos e normas ao bom desempenho social, podendo apresentar características sociais, religiosas e políticas das várias culturas humanas.

No Egito Antigo, segundo registros históricos, aconteciam cerimônias oficiais e religiosas para o faraó e sua corte, como também rituais funerários.

Na China, várias correntes contribuíram para a origem dos eventos, sendo a principal delas a relacionada ao rico simbolismo clássico da poesia e dos filósofos chineses. Cabe ressaltar que a principal contribuição veio do filósofo

Confúcio, que com grande sensibilidade pregava que para se abordar cada assunto deve-se existir o lugar, a hora e a oportunidade.

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Medium 9788597014105

13 - Resultados de Controles Internos

PIZO, Frank Grupo Gen PDF Criptografado

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RESULTADOS DE CONTROLES

INTERNOS

Objetivos de Aprendizagem

O propósito do capítulo Resultados de Controles Internos é apresentar a necessidade da objetividade da apresentação de resultados das atividades de Controles Internos para os gestores dos processos e submeter à alta administração a simplicidade e a transparência das informações e os respectivos impactos para a organização.

O mapeamento de Controles Internos deve acompanhar uma rotina periódica de apresentação dos resultados das avaliações nos processos, a fim de ratificar os objetivos e as necessidades da identificação de riscos e estabelecimento de controles, expor e conscientizar a média e a alta gestão sobre a condução das atividades de gestão de riscos, a condução dos negócios, as fragilidades, as oportunidades ou perdas a que a organização está sujeita.

Os resultados devem ser compatíveis ao nível de detalhe a que os indivíduos têm responsabilidade ou poder de decisão sobre os processos, estratégias ou prestação de contas sobre a administração da organização.

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Medium 9788597016239

15 - TENDÊNCIAS EM VENDAS

CASTRO, Luciano Thomé e; NEVES, Marcos Fava; CÔNSOLI, Matheus Alberto Grupo Gen PDF Criptografado

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TENDÊNCIAS EM VENDAS

Neste capítulo final, procuramos inserir alguns temas adicionais e reflexões de marketing e vendas, de modo e ilustrar, sensibilizar e incentivar gerentes e equipes comerciais a ampliarem as suas visões e horizontes sobre o processo de gestão de vendas nas suas organizações.

Não é nosso objetivo esgotar o assunto, mas procuramos elencar algumas tendências (muitas já realidade) e temas contemporâneos em vendas envolvendo a situação e complexidade de vendas em clientes superpreparados, tecnologias e novas oportunidades para o mundo de vendas, aspectos de diversidade e ética em vendas, que, apesar de relevantes e inseridos no nosso dia a dia, muitas vezes são negligenciados ou desconsiderados pelos gerentes e vendedores. Assim, abordamos uma lista inicial desses temas para encerrar nossa abordagem de uma visão completa do processo e da gestão estratégica de vendas discutidas neste livro.

Após a leitura deste capítulo, o leitor deverá saber:

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Medium 9788582601518

Capítulo 5 - Como você cria e sustenta estratégias lucrativas? Competindo por recursos: a estratégia dos anos 90*

Daniel Pacheco Lacerda, Rafael Teixeira, Junico Antunes, Secundino L. H. Corcini Neto Grupo A PDF Criptografado

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Como você cria e sustenta estratégias lucrativas? Competindo por recursos: a estratégia dos anos 90*

DAVID J. COLLIS E CYNTHIA A. MONTGOMERY

HARVARD BUSINESS SCHOOL

Há menos de 10 anos, pensávamos saber mais do que era necessário em relação à estratégia. O planejamento do portfólio, a curva da experiência, os bancos de dados PIMS (Profit Impact of Market Strategy ou Impacto do Lucro na Estratégia de Mercado), as cinco forças competitivas de Porter – instrumentos dessa ordem imprimiam rigor e legitimidade à estratégia, tanto em nível da unidade empresarial como da corporação. Empresas de ponta, como a General Electric, formaram grandes equipes que refletiam a crescente confiança no valor do planejamento estratégico. Os pequenos estabelecimentos de consultoria passaram por rápida expansão e angariaram amplo reconhecimento. Hoje, o cenário mudou. Os exércitos de planejadores simplesmente desapareceram, varridos pela turbulência das últimas décadas. Em mais de uma frente, a estratégia virou alvo de ataque.

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Medium 9788580553291

Capítulo 17 - Previsão de demanda por serviços

James A. Fitzsimmons, Mona J. Fitzsimmons Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

17

Previsão de demanda por serviços

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, você deverá estar apto a:

1. Recomendar o método de previsão de demanda apropriado para uma determinada situação.

2. Conduzir um exercício de previsão do tipo Delphi.

3. Descrever as características do modelo de suavização exponencial que o tornam um método atraente para a previsão de séries temporais.

4. Conduzir uma previsão por séries temporais utilizando o modelo de suavização exponencial com ajustes sazonais e de tendências.

A Hyper-Active Technologies está oferecendo aos restaurantes de fast-food um meio de dar aos funcionários da cozinha uma noção de quais pedidos esperar ao utilizar câmeras instaladas no teto para monitorar os carros que entram no estacionamento e no drive-thru. Por meio de dados históricos, as previsões são feitas a partir do tipo de veículo (p. ex., uma minivan indica muitas bocas para alimentar) e ocupantes (p. ex., adolescentes ou adultos) para determinar a preferência dos pedidos

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Medium 9788522462889

Parte IV - 12 Motivação

Antonio César Amaru Maximiano Grupo Gen PDF Criptografado

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Motivação

Objetivos

Quando terminar de estudar este capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Motivação.

• Principais teorias da motivação.

• Interação dos motivos interiores das pessoas com os estímulos do ambiente para produzir estados de motivação.

Introdução

A palavra motivação deriva do latim motivus, movere, que significa mover. Em seu sentido original, a palavra indica o processo pelo qual o comportamento humano é incentivado, estimulado ou energizado por algum tipo de motivo ou razão. Motivo, motor e emoção são outras palavras que têm a mesma raiz. O comportamento humano sempre é motivado. Sempre há um motor funcionando, que movimenta o comportamento humano.

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Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

1 Motivação

O estudo da motivação busca entender quais são as forças que movem as pessoas nas diferentes dimensões do comportamento – pensamento, ação e palavras. O que faz nosso motor funcionar?

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