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Medium 9788597019926

7 Problemas contábeis diversos

Equipe de Professores da FEA-USP Grupo Gen ePub Criptografado

No fim de X6, após o primeiro ano de suas atividades, a Empresa Comercial Brasileira S.A. preparou os seguintes relatórios:

Os relatórios expostos não apresentam qualquer novidade em relação aos demais relatórios mencionados anteriormente. Fique atento para um fato que não foi objeto de considerações neste livro. Trata-se da possibilidade da ocorrência de prejuízos, em virtude de devedores que não liquidaram seus compromissos com a empresa. Quando se torna comprovada a impossibilidade do pagamento de suas dívidas, esses devedores são considerados pela Contabilidade como devedores insolváveis (chamados, impropriamente, mas comumente, de devedores duvidosos).

O Balanço mostra que existem duplicatas a receber no valor de $ 39.000. A prática comercial indica que é comum o aparecimento de devedores duvidosos de modo que, neste exemplo, pode ocorrer algum prejuízo. Dessa forma, levando em consideração que o Balanço deve retratar o mais fielmente possível a situação financeira e patrimonial de uma entidade, os títulos a receber deveriam aparecer no Balanço com o saldo correspondente ao montante líquido dos títulos que provavelmente serão recebidos; e, obviamente, tal valor será inferior ao saldo de $ 39.000 da conta Duplicatas a Receber.

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Medium 9788582602812

Capítulo 19 - Volatilidade do mercado

Jeremy J. Siegel Grupo A PDF Criptografado

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Volatilidade do mercado

A palavra crise na língua chinesa é composta de dois caracteres: o primeiro, o símbolo de perigo, [...] o segundo, de oportunidade.

O passado pressagia o futuro? O índice industrial Dow Jones de 1922 a 1932 e de 1980 a 1990 é mostrado na Figura 19.1A e B. Existe uma similaridade excepcional entre esses dois mercados altistas. Em outubro de 1987, os editores do Wall Street Journal, ao observarem o gráfico de ações até aquele momento, perceberam que a similaridade era tão grande, que imprimiram um gráfico semelhante na edição do jornal que foi às ruas na manhã de segunda-feira, em 19 de outubro de 1987. Mal eles sabiam que aquele dia testemunharia a maior queda em um único dia na história do mercado acionário americano, superando em muito a grande quebra de 29 de outubro de 1929. Fatidicamente, no restante do ano o mercado continuou operando de uma maneira muito parecida com 1929. Vários previsores, citando as semelhanças entre dos dois períodos, estavam certos de que o infortúnio se assomava e aconselhavam seus clientes a vender.

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Medium 9788597014020

15 - Estimação

SILVA, Ermes Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; GONÇALVES, Valter; MUROLO, Afrânio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

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ESTIMAÇÃO

Estamos em condição, neste ponto, de avaliar parâmetros de uma distribuição. No final do capítulo, o estudante deverá ser capaz de:

1. Calcular e interpretar erro-padrão de estimativa.

2. Interpretar o significado do nível de confiança de um intervalo na precisão de uma estimativa.

3. Identificar as condições para a correção de intervalos de confiança.

4. Identificar as condições para o uso da tabela t de Student.

5. Calcular o tamanho de uma amostra para atingir uma determinada precisão da estimativa.

Os exercícios do capítulo servem de base para avaliar o conhecimento desses importantes tópicos.

15.1 INTRODUÇÃO

O processo de estimação, já definido no capítulo anterior, tem por finalidade avaliar parâmetros de uma distribuição.

Podemos utilizar um único número real para avaliar um parâmetro.

Neste caso, estamos procedendo a uma estimação denominada estimação por ponto.

O valor da média amostral é uma estimativa por ponto da média populacional.

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Medium 9788597009279

Parte II - 17 - Reservas

PADOVEZE, Clóvis Luís Grupo Gen PDF Criptografado

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Reservas

17.1 Conceito

Dentro do estudo da teoria contábil, poder-se-ia eliminar a figura das Reservas, como necessária ao entendimento do Patrimônio Líquido. Como em essência o Patrimônio Líquido é composto de Capital Social (inicial e suas posteriores integralizações em dinheiro, bens e direitos) e os Lucros Acumulados de todos os exercícios desde a fundação da companhia, não haveria necessidade de criar-se outra figura para dar nomes diferentes a partes do Capital Social e partes dos Lucros

Acumulados. Assim, podemos dizer que Reservas são destaques do Patrimônio

Líquido, basicamente com fins fiscais e comerciais, já que o Patrimônio Líquido é a ligação legal entre a entidade jurídica, a empresa e os sócios ou acionistas que a compõem. As reservas são destaques do Patrimônio Líquido oriundos de: a) entradas de capital em bens, direitos ou dinheiro, não contabilizadas na conta de Capital Social (ágio na integralização de capital por novos acionistas ou sócios); b) correção monetária do capital social; c) doações ou subsídios governamentais que não transitaram pela conta de Lucros e Perdas até 31-12-09 e constituição de reservas de incentivos fiscais decorrente de doações ou subsídios governamentais contabilizados como receitas; d) ganhos por valorização de elementos patrimoniais, além dos valores já habitualmente contabilizados como receita, que não transitam por

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Medium 9788520429501

21. Políticas públicas de turismo no espaço rural e desenvolvimento local em Gravatá (PE)

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

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Políticas

públicas de turismo no

espaço rural e desenvolvimento local em

Gravatá (PE)

Margarita de Cássia Viana Rodrigues

Introdução

Pernambuco ainda tem, nos dias atuais, uma importância no cenário nacional e regional como produtor de cana-de-açúcar, e o peso da história canavieira, tão bem estudada pelos diversos ramos das ciências sociais, é parte inerente à cultura do seu povo. Mesmo tendo perdido a força política e econômica do passado, a cana-de-açúcar ainda predomina como cultura agrícola principal do Estado, com um crescimento anual da ordem de 6% na sua produtividade (Seplandes/Fidem, 2005), povoando o imaginário das pessoas, tanto no campo quanto na cidade, com uma representação de poder e de dominação. Mas estará Pernambuco condenado a viver à sombra de um passado construído apenas em cima da cultura canavieira? Será esse o futuro rural de seu território e de sua sociabilidade? Será possível um futuro rural mais dinâmico, inovador e diversificado, com mais inclusão social e menos pobreza?

As transformações da sociedade contemporânea como aquelas decorrentes do êxodo rural, da modernização da agricultura irrigada empreen-

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Medium 9788536317724

Capítulo 53. Diabete IV: diabete tipo 2 e resistência insulina no músculo

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Diabete IV: diabete tipo 2 e resistência insulínica no músculo

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Diagrama 53.1 (página ao lado)

Locais possíveis de resistência insulínica no músculo esquelético. Os componentes da via de sinalização da insulina estão repetidamente sobrescritos em vermelho e são considerados elementos prevalentes do diabete tipo 2.

Quando a insulina não trabalha de forma adequada

Já vimos como a patogênese de algumas formas pouco comuns da síndrome da diabete tipo 2 é devida à inabilidade da célula β em produzir ou secretar insulina

(ver Cap. 52). A outra causa de hiperglicemia do diabete tipo 2 é uma resposta de baixo impacto pelos tecidos-alvo à insulina, mesmo que esta seja secretada pelas células β em quantidades normais ou algumas vezes acima do normal no estado metabólico basal. A insulina regula as taxas de enzimas envolvidas no metabolismo intermediário, tanto rapidamente, isto é, em minutos, pela fosforilação a curto prazo de enzimas e moléculas sinalizadoras (ver Cap. 50) quanto a longo prazo, ou seja, por horas ou dias, por expressão gênica estimulada por insulina. A habilidade diminuída da insulina para exercer seus efeitos sobre o músculo, o tecido adiposo e a função hepática é conhecida como resistência à insulina, a qual é, em grande extensão, a maior característica do diabete tipo 2. Anormalidades moleculares da insulina (“insulinopatias”) ou de seu receptor podem causar formas raras de diabete. Entretanto, mais comuns são os “efeitos em cascata” do receptor no sistema de sinalização ou nas enzimas envolvidas na homeostasia da glicose.

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Medium 9788597008678

1 - ESTUDO DA TEORIA MICROECONÔMICA

GARÓFALO, Gilson de Lima (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

1

ESTUDO DA TEORIA

MICROECONÔMICA

Gilson de Lima Garófalo

Terezinha Filgueiras de Pinho

Garofalo.indb 1

8/4/16 4:02 PM

Garofalo.indb 2

8/4/16 4:02 PM

ESTUDO DA TEORIA MICROECONÔMICA

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CONCEITOS FUNDAMENTAIS

• Escassez, necessidades e escolha

• Recursos produtivos

• Bens econômicos

• Problemas básicos da atividade econômica

• Economia moderna

• Microeconomia e Macroeconomia

• Operacionalidade do instrumental econômico

• Modelos econômicos

• Método dedutivo e método indutivo

• Ciência positiva e ciência normativa

• Estática comparativa

• Equilíbrio parcial

O capítulo abrange, sucintamente, as origens da ciência econômica, os conceitos básicos e problemas advindos da escassez dos recursos produtivos frente às demandas dos indivíduos tanto na posição de consumidores como na situação de empresários. São os elementos fundamentais necessários à prévia compreensão da teoria microeconômica. O texto apresenta fragmentos históricos da microeconomia, enumera critérios para diferenciá-la da teoria macroeconômica, aborda a questão da qualidade do instrumental por ela fornecido, as características como ciência social, concluindo com as contribuições – usos e aplicações – que propicia.

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Medium 9788597014075

6 - Projeto de processos

SLACK, Nigel; BRANDON-JONES, Alistair; JOHNSTON, Robert Grupo Gen PDF Criptografado

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PROJETO DE PROCESSOS

INTRODUÇÃO

No Capítulo 1, descrevemos como toda a produção consiste em uma coleção de processos (embora esses processos possam ser chamados de “unidades” ou “departamentos”) que se interconectam para formar uma rede interna.

Cada um dos processos atua como uma versão menor da operação completa da qual eles fazem parte, e os recursos transformados fluem entre eles.

Também definimos processo como “um arranjo de recursos e atividades que transformam inputs em outputs que satisfazem as necessidades do cliente (interno ou externo). Esses são os “blocos de montagem” de todas as operações e, como tal, desempenham um papel vital no modo como a produção opera.

É por isso que o projeto de processos é tão importante. A menos que seus processos individuais sejam bem projetados, uma operação não funcionará por completo tão bem quanto poderia. E os gerentes de produção estão na linha de frente que define como os processos são projetados. De fato, todos os gerentes de produção são “projetistas”. Quando compram ou rearranjam a posição de um equipamento ou quando mudam o modo de trabalho em um processo, trata-se de uma decisão de projeto porque afeta o formato e a natureza física de seus processos, bem como seu desempenho. Este capítulo examina o projeto de processos. A Figura 6.1 mostra onde esse tópico situa-se dentro do modelo global de administração da produção.

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Medium 9788521627500

PARTE IV - CAPÍTULO 17 - Comunicação gerencial

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 17

Comunicação gerencial

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao terminar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender, explicar e utilizar os seguintes conceitos:

•• Processo de comunicação entre pessoas e unidades das organizações.

•• Principais meios de comunicação que o administrador utiliza.

•• Dificuldades no processo de comunicação.

•• Desenvolvimento das competências envolvidas no processo de comunicação.

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Capítulo 17

INTRODUÇÃO

Comunicação tanto é processo natural quanto habilidade. Todos nos comunicamos, voluntária ou involuntariamente. Por exemplo, o semblante, a postura corporal e a simples presença física transmitem significado, de forma proposital ou não. Ou, você fala em voz alta ao celular e todos ouvem. Eis outra forma de comunicação involuntária.

Para algumas pessoas, a comunicação é instrumento básico de trabalho.

Vendedores, atores, apresentadores, políticos, sacerdotes, profissionais de propaganda e quaisquer outros cujo desempenho dependa, essencialmente, de receber e transmitir informações, convencer alguém, um júri ou uma multidão ou participar com sucesso de uma discussão – são todos comunicadores.

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Medium 9788597011142

5 - As empresas e a comunidade local

DIAS, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

As empresas e a comunidade local

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Neste capítulo, abordaremos as relações das empresas com as comunidades mais próximas às suas unidades produtivas, que são as primeiras a serem afetadas pela geração de resíduos contaminantes.

A atuação das comunidades locais tem respaldo nas administrações públicas municipais e legislação correspondente. Os municípios, principalmente a partir da Constituição de 1988, dispõem de vários instrumentos para enfrentar problemas ambientais, inclusive alguns identificados com o exercício da democracia direta, como o são o referendo, o plebiscito e a iniciativa popular, e é neste contexto que deve ser discutido o papel das empresas no que se refere às questões ambientais.

5.1  As empresas e as comunidades

O agravamento das condições ambientais provocou ao mesmo tempo aumento da consciência dos cidadãos sobre a importância do meio ambiente natural. Neste sentido, as sociedades estão aumentando suas exigências aos agentes mais diretamente envolvidos, particularmente administrações públicas e empresas. No caso do Poder Público, pelo seu papel de responsável pelo bem comum; e no caso das empresas, como os principais agentes visíveis de contaminação do ambiente.

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Medium 9788597018325

4 - ICMS

SOUSA, Edmilson Patrocínio de Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

ICMS

Assista ao vídeo “Você sabe quanto paga de ICMS?”.

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Neste capítulo são abordadas as questões relacionadas ao Imposto sobre

Circulação de Mercadorias e prestação de Serviços de Transporte Interestadual e

Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). O capítulo inicia apresentando o ICMS como um tributo não cumulativo, de competência dos Estados e do Distrito Federal, cujo fato gerador é a circulação de mercadoria, a prestação de serviços de transporte intermunicipal e interestadual e a prestação de serviços de comunicação em caráter oneroso. São demonstradas as hipóteses de incidência e de não incidência, bem como a caracterização dos contribuintes e das alíquotas aplicáveis ao ICMS, com destaque para as alíquotas internas, interestaduais e ao Diferencial de Alíquota (DIFAL). O capítulo apresenta uma exposição sobre a contabilização do ICMS. Também são discutidas questões como a não cumulatividade do ICMS, a transferência de bens e mercadorias entre estabelecimentos da mesma empresa, o local da operação ou da prestação, o ICMS incidente sobre importações, o aproveitamento do crédito, os Códigos de

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Medium 9788597010527

3 - Inflação e Juros

HOJI, Masakazu Grupo Gen PDF Criptografado

3

Inflação e Juros

3.1  Variação de preços

3.1.1  Conceito de inflação

A inflação pode ser definida, de forma simples, como o aumento generalizado de preços, que provoca a redução do poder aquisitivo da moeda, isto é, com a mesma quantidade de unidade monetária (dinheiro), passa-se a comprar menos quantidade de produtos e serviços. Quando ocorre a redução generalizada de preços, esse fenômeno econômico chama-se deflação.

Quando o período de altas taxas de inflação é longo, ocorre o desalinhamento dos preços relativos, isto é, os preços de determinados produtos e serviços aumentam mais do que os preços de outros produtos e serviços.

EXEMPLO. Suponha que cada um dos indivíduos que compõem o universo deste exemplo poupa uma parte do salário líquido após pagar os gastos necessários. Conforme o Quadro 3.1, em M1 (momento 1), cada um dos indivíduos consegue poupar 10% do salário líquido, o que, na média do universo, resulta em poupança média de 10% do salário líquido.

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Medium 9788580552447

Capítulo 10 - Custos

Robert H. Frank Grupo A PDF Criptografado

C A PÍ T U L O 1 0

C USTOS

L

ogo depois de terminar a faculdade, fui professor de matemática e ciências no ensino médio em Sanischare, um pequeno vilarejo no Nepal ocidental. Durante os dois anos que passei lá, uma das poucas estradas do país que cortava Sanischare estava em construção. Quando o caminho para a construção da estrada foi aberto e as galerias e pontes foram incorporadas, o passo seguinte era espalhar cascalho sobre o leito da estrada. Assim como em quase todas as outras etapas do processo, os métodos empregados nesta etapa eram uma página rasgada de outro século. Os trabalhadores nepaleses se agachavam à beira da estrada debaixo de um sol escaldante, batendo em grandes pedras com suas marretas. Em um dia de trabalho de 12 horas, cada trabalhador produzia um pequeno montinho de cascalho, que não era suficiente nem mesmo para cobrir meio metro de estrada. Entretanto, havia muitas pessoas trabalhando e, finalmente, o trabalho foi concluído.

Nos Estados Unidos, é claro, não contratamos pessoas para transformar pedras em cascalho à mão. Em vez disso, temos máquinas enormes que pulverizam várias toneladas de pedra a cada minuto. O motivo dessa diferença me parecia óbvio na época: o Nepal, sendo um país muito pobre, simplesmente não podia arcar com os equipamentos caros usados nos países industrializados. Mas essa explicação, hoje percebo, está errada. Como veremos, ainda assim teria feito sentido para o Nepal fazer cascalho com trabalho manual mesmo que ele tivesse um vasto excedente de receitas em seu tesouro nacional, pois lá a mão de obra é muito barata em relação ao capital (equipamentos).

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Medium 9788547217945

11.2 O ofício

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Correspondência oficial

Neste capítulo, estudaremos a padronização vigente do ofício (correspondência externa) e do memorando (correspondência interna) dos órgãos públicos, res‑ saltando que seguiremos o Manual de redação da Presidência da República,1 mais atualizado documento de normatização das comunicações oficiais brasileiras, editado primeiramente em 1992 e revisto em 2002.

11.1 Uniformização da correspondência oficial

No serviço público não se podia, até pouco tempo, falar em unidade nos padrões de correspondências relacionadas aos atos administrativos oficiais.

No entanto, em 1991, foi criada pela Presidência da República uma comis‑ são para uniformizar e simplificar as normas de redação de atos e comunicações oficiais. Como resultado do trabalho dessa comissão foi elaborado, em 1992, o

Manual de redação da Presidência da República, com a finalidade de racionalizar e padronizar a redação das comunicações oficiais.

Desse estudo também resultou a Instrução Normativa n. 4, de 6 de março de

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Medium 9788580556100

Capítulo 32 - Reestruturação de empresas

Richard A. Brealey; Stewart C. Myers; Franklin Allen Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

32

Reestruturação de empresas

N

o último capítulo, descrevemos como as fusões e aquisições tornam possível que as companhias mudem de propriedade e de equipe de gestão, conduzindo frequentemente a mudanças radicais na estratégia da empresa. Mas essa não é a única maneira pela qual a estrutura de uma empresa pode ser alterada.

Neste capítulo, veremos uma variedade de outros mecanismos para mudar a propriedade e o controle, incluindo as aquisições alavancadas (leveraged buyouts – LBOs), spin-offs, carve-outs, nacionalizações e privatizações, acordos (workouts) e falências.

A primeira seção começa com uma famosa batalha pelo controle, a aquisição alavancada da RJR Nabisco. As Seções

32.1 e 32.2 oferecem uma revisão geral das operações de

LBO, de spin-off e de privatização. O elemento principal dessas transações não é apenas a mudança de controle, embora a administração anterior seja, geralmente, afastada, mas é também a mudança de incentivos para os gestores e a melhoria do desempenho financeiro.

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