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Medium 9788597008265

PARTE III – 8 - A Bolsa de Valores no Mundo

Juliano Lima Pinheiro Grupo Gen PDF Criptografado

8

A Bolsa de Valores no Mundo

Conteúdo

8.1 Bolsa de valores

8.1.1 Histórico

8.1.2 Definição e funções da bolsa

8.1.3 Circuito da negociação com ações

8.1.4 Tratamento das ordens

8.1.5 Pregão

8.1.6 Índices de ações

8.2 A bolsa no mundo

8.2.1 Bolsa de New York

8.2.2 Nasdaq

8.2.3 Bolsa de Tóquio

8.2.4 Bolsa de Londres

8.2.5 Comparação

8.3 Tendências para as bolsas de valores

8.3.1 Desmutualização das bolsas de valores

8.3.2 Consolidação das bolsas

Questões para consolidação

Teste de verificação

Prova_Final_Pinheiro_Mercado_Capitais.indb 305

07/19/2016 3:24:25 PM

306 

Mercado de Capitais  • Pinheiro

8.1 Bolsa de valores

8.1.1 Histórico

A origem da bolsa é bastante remota. Alguns escritores, como Vázquez de Prada, a buscaram no emporium dos gregos, outros no collegium mercatorum dos romanos ou nos

Fundacks (bazares) dos palestinos. Nessa época, os comerciantes reuniam-se no centro das cidades para negociar ao ar livre, como qualquer mercado.

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Medium 9788521627487

Parte IV - Capítulo 14 - Oferta Agregada e o Tradeoff de Curto Prazo entre Inflação e Desemprego

N. Gregory Mankiw Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

Oferta Agregada e o Tradeoff de Curto

Prazo entre Inflação e

Desemprego

Provavelmente a única e mais importante relação macroeconômica é a curva de Phillips.

— George Akerlof

Existe sempre um tradeoff temporário entre inflação e desemprego; não existe um tradeoff permanente.

O tradeoff temporário origina‑se não da inflação em si, mas da inflação não prevista, o que geralmente significa, de uma taxa crescente de inflação.

A

— Milton Friedman

maioria dos economistas analisa as oscilações na renda nacional e no nível de preços no curto prazo utilizando o modelo de demanda agregada e oferta agregada. Nos três capítulos anteriores, examinamos a demanda agregada com um certo nível de detalhamento.

O modelo IS‑LM — juntamente com seu primo‑irmão para economias abertas, o modelo Mundell‑Fleming — mostra de que maneira mudanças na política monetária e na política fiscal, assim como choques no mercado mone‑ tário e no mercado de bens, deslocam a curva da demanda agregada. Neste capítulo, voltamos nossa atenção para a oferta agregada e desenvolvemos teorias que explicam o posicionamento e a inclinação da curva da oferta agregada.

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Medium 9788597017076

2 - A Variável Ecológica no Ambiente dos Negócios

DONAIRE, Denis; OLIVEIRA, Edenis Cesar de Grupo Gen PDF Criptografado

2

A Variável Ecológica no

Ambiente dos Negócios

2.1

INTRODUÇÃO

Entre as diferentes variáveis que afetam o ambiente dos negócios, a preocupação ecológica da sociedade tem ganhado um destaque significativo em virtude de sua relevância para a qualidade de vida das populações.

De forma geral, os países começam a entender que as medidas de proteção ambiental não foram inventadas para impedir o desenvolvimento econômico. Muitos países têm inserido, em seus estudos de desenvolvimento, modelos de avaliação de impacto e custos/benefícios ambientais na análise dos projetos econômicos, que têm resultado em novas diretrizes, regulamentações e leis na formulação de suas políticas e na execução de seus projetos de governo.

Tal iniciativa acarreta nova visão na gestão dos recursos naturais a qual possibilita, ao mesmo tempo, eficácia e eficiência na atividade econômica, além de manter a diversidade e a estabilidade do meio ambiente.

2.2

A MOLA PROPULSORA

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Medium 9788597013791

21 - Relatório-Comentário

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 21

Relatório-Comentário

21.1 Introdução

Conforme já abordado em capítulos anteriores, o objetivo principal do auditor externo ou independente é emitir uma opinião ou parecer sobre as demonstrações financeiras, as quais compreendem o balanço patrimonial, a demonstração do resultado do exercício, a demonstração das mutações do patrimônio líquido, a demonstração do resultado abrangente, a demonstração dos fluxos de caixa, a demonstração do valor adicionado e as notas explicativas.

No entanto, o empresário normalmente supõe que o auditor, depois de passar algumas semanas ou meses examinando sua empresa, lhe ofereça alguma coisa mais do que um simples parecer.

Ele espera que o auditor, com base na experiência adquirida ao longo dos anos na auditoria de várias empresas de diversos ramos de negócios, dê recomendações construtivas visando ao aprimoramento dos controles internos, redução de custos, melhoramento das práticas contábeis e administrativas e até mesmo uma forma mais adequada de conduzir sua companhia.

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Medium 9788580554311

12.5 Modelo de precificação de ativos e teoria de precificação por arbitragem

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

412

Parte III

Risco

Uma carteira grande e diversificada não tem risco não sistemático, pois os riscos dos títulos individuais são diversificados. Supondo uma quantidade suficiente de títulos para que a carteira de mercado seja diversificada e supondo que nenhum título tenha uma fatia desproporcional na

5 carteira, essa carteira é diversificada e não contém riscos não sistemáticos. Em outras palavras, a carteira de mercado é perfeitamente correlacionada com o fator único, implicando que ela é, na verdade, uma versão em escala ampliada ou reduzida do fator. Após definir as escalas apropriadamente, podemos tratar a carteira de mercado como o próprio fator.

A carteira de mercado, como qualquer título ou carteira, está posicionada na linha do mercado de títulos. Quando a carteira de mercado é o fator, o beta é 1 por definição. Isso está ilustrado na Figura 12.4. (Para maior clareza, omitimos os títulos e os retornos esperados específicos da Figura 12.3; fora isso, os dois gráficos são idênticos.) Com a carteira de mercado como fator, a Equação 12.5 passa a ser:

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Medium 9788597010503

6 - VALOR ECONÔMICO AGREGADO E CRIAÇÃO DE RIQUEZA

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen PDF Criptografado

6

Valor Econômico Agregado e

Criação de Riqueza

As medidas (ou métricas) de valor têm por objetivo mensurar o lucro em excesso de uma empresa, ou seja, o resultado gerado acima do custo de oportunidade dos acionistas. Indicam a criação de valor para os acionistas, sendo as medidas determinadas após a dedução de todos os custos incorridos pela empresa, inclusive o custo de capital próprio.

Uma empresa cria valor a seus acionistas quando aufere um retorno maior que o custo de oportunidade dos investidores. As medidas de desempenho tradicionais estudadas no Capítulo 2 não levaram em consideração o custo de oportunidade do capital próprio e o risco do negócio.

Neste capítulo é desenvolvida a medida de lucro residual (ou lucro em excesso) apurado a partir de informações e relatórios financeiros divulgados pelas companhias.

As medidas internas de valor que serão estudadas são o EVA1 – Economic Value Added e MVA2 – Market Value Added.

As medidas de valor que buscam fundamentos de mercado e aquelas baseadas nos resultados de caixa serão estudadas nos capítulos seguintes (Capítulos 7 e 8).

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Medium 9788597012866

7 - As Relações Intergeracionais

KANAANE, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

As Relações

Intergeracionais

7

“O que parece o auge do absurdo numa geração, muitas vezes torna-se o auge da sensatez na seguinte.”

Adlai Stevenson

KANAANE_comportamento.indb 151

03/07/2017 12:24:44

Capítulo 7

O capítulo apresenta o estudo das relações intergeracionais, suas características, comportamentos diante do contexto social, assim como no ambiente organizacional.

Sinaliza, também, os conflitos intergeracionais, destacando alternativas para a gestão intergeracional no século XXI.

7.1 Revisitando as concepções geracionais

De modo geral, o conceito de geração destaca o papel da experiência na formação da subjetividade. Impõe-se, contudo, que sejam feitas algumas considerações sobre a complexidade dos fatores de estratificação social e sobre a convergência sincrônica de todos eles.

Ao falar sobre gerações, Debert (1998, p. 60) afirma que “não se refere às pessoas que compartilham a mesma idade, mas às que vivenciaram determinados eventos que definem trajetórias passadas e futuras”. Essa formulação é baseada na concepção de geração apresentada por Mannheim (1982), segundo a qual geração corresponde a um fenômeno cuja natureza é essencialmente cultural.

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Medium 9788540701885

Respostas de Problemas Selecionados

David K. Eiteman; Arthur I. Stonehill; Michael H. Moffett Grupo A PDF Criptografado

Respostas de Problemas Selecionados

Capítulo 1: Globalização e a Empresa Multinacional

6. a. US$14,77 b. Estados Unidos – 30.5%, Brasil – 27,1%, Alemanha – 40,1%, China – 2,4% c. 69,5%

9. Caso de apreciação: EPS consolidado aumenta em 13,9%.

Caso de depreciação: EPS consolidado cai em 13,9%.

Capítulo 2: Objetivos Financeiros e Governança Corporativa

1. a. 12,500% b. 18,750% c. Taxa de dividendo é de 6,250%; os ganhos de capital são de 12,500%.

3. a. 28,00% b. 16,57% c. 49,21%

Capítulo 3: O Sistema Monetário Internacional

2. −41,82%

7. C$1,2601/US$

13. US$629.644,07

Capítulo 4: A Balança de Pagamentos

Austrália

1. Balança de bens

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

−5.331

−9.761

−4.813

−1.786

−5.431

−15.369

−18.031

−13.403

−9.596

2. Balança de serviços

−1.091

−931

289

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Medium 9788565848312

Configurações

Frederico de Mello Brandão Tavares; Reges Schwaab Grupo A PDF Criptografado

4

Configurações

Revista e instituição: a escrita do lugar discursivo

Reges Schwaab

O objetivo deste capítulo é trabalhar um modo de apreensão da revista por meio do lugar que as próprias publicações criam para a construção de sua resposta ao tempo presente. Nossa visada é discursiva, abordando, de forma correlata, a editora como instituição e a revista como instituição. Vamos propor que um projeto editorial, como encontro de ambas, sintetiza um lugar discursivo para a revista, cujos efeitos estão, por sua vez, colados ao lugar social de cada publicação.

Consideramos a revista como dispositivo jornalístico altamente elaborado, com capacidade de promover mediações entre diferentes dizeres. Instituir relevância a um conjunto de fatos e assuntos, pelo inerente princípio ordenador que a caracteriza,

é outro de seus atributos simbólicos. A revista oferta modos de conhecer a atualidade, informa e quer orientar sobre nossa temporalidade complexa. Para tal proposição interpretativa, concorrem variáveis jornalísticas, institucionais e mercadológicas, componentes de um quadro identitário em torno de um “saber dizer” os temas

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Medium 9788584291588

Capítulo 8. Avaliação da recomendação pedagica na educação a distância

Patricia Alejandra Behar; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

8

AVALIAÇÃO DA RECOMENDAÇÃO

PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO A

DISTÂNCIA

Ketia Kellen Araújo da Silva | Maira Bernardi

Patricia Alejandra Behar

A recomendação pedagógica em educação a distância (RecPed-EAD), como já conceituada no Capítulo 1, é a indicação de um ou mais elementos do modelo pedagógico, formado pela arquitetura pedagógica (AP), por estratégias pedagógicas (EPs) e pelos sujeitos da EAD (individual e/ou coletivo).

Assim, o usuário precisa ser capaz de realizar uma avaliação da recomendação recebida analisando a qualidade do material recomendado e se condiz

(ou não) com a proposta a ser aplicada.

Mesmo sendo uma das atribuições do docente operacionalizar o modelo pedagógico para um curso EAD, nem todos têm conhecimentos para apurar a natureza dos materiais a serem utilizados. Sabe-se que, na maioria das vezes, já existe um modelo predefinido pela instituição, que possui planejamento, conteúdo, metodologia e ferramentas tecnológicas já delineados (BEHAR et al., 2009). Portanto, o docente precisa considerar não apenas os aspectos da AP, mas também os sujeitos e as estratégias de aprendizagem.1 Para isso, pode ser necessário realizar ajustes na arquitetura, conforme o perfil dos sujeitos (individual e/ou coletivo) e por meio da RecPed. Nesse contexto, realizar uma avaliação com critérios estabelecidos para os diferentes elementos do modelo torna-se uma atividade de extrema importância.

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Medium 9788597003918

Parte II - 6 - Análise do Modo e do Efeito da Falha (FMEA)

CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro Grupo Gen PDF Criptografado

Prova Final

Análise do Modo e do

Efeito da Falha (FMEA)

6

O FMEA, do inglês Failure Mode and Effect Analysis, é um método usado no desenvolvimento de produto e processo para o desenvolvimento de ações de melhoria para a minimização ou eliminação de falhas consideradas mais críticas segundo alguns critérios. Pode ser aplicado tanto na melhoria de produto quanto na melhoria de processo de fabricação. Em caso de novos produtos ou processos, o FMEA pode ser usado para desenvolver ações que visem minimizar a chance de ocorrência de uma falha potencial.

Assim, o método FMEA, quando aplicado a produto ou processo, foca no desenvolvimento de possíveis ações de melhoria, corretivas/preventivas, a partir da determinação de:

■■ todos os possíveis modos de falhas;

■■ os efeitos de cada modo de falha sobre o desempenho do produto ou processo;

■■ as causas dos modos de falhas.

A partir dessa análise, a priorização para a tomada de ações para a eliminação/minimização de falhas é feita com base nos critérios de:

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Medium 9788597008388

7 - ANÁLISE DA RECEITA

LIMA, Severino Cesário de; DINIZ, Josedilton Alves Grupo Gen PDF Criptografado

7

ANÁLISE DA RECEITA

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7/12/16 12:52 PM

Capítulo 7

A receita constitui o principal ativo do governo, pois representa recursos externos que garantem o cumprimento de suas obrigações e contribui para a melhoria da sua condição financeira (JACOB; HENDRICK, 2013, p. 20). Por essa razão, a Lei de Responsabilidade Fiscal, no seu artigo 11, prevê que a instituição, a previsão e a efetiva arrecadação de todos os tributos de competência do ente governamental constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal. Assim, é dever do gestor explorar adequadamente a base econômica da localidade para manter a condição financeira do governo em situação favorável.

A análise da condição financeira governamental segundo a perspectiva da receita requer a verificação de todo o processo sob o qual o governo explora suas fontes de recursos. O foco é que as receitas determinam a capacidade do governo em fornecer bens e serviços à comunidade.

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Medium 9788580553611

Estudo de caso 7 - A Jetblue: uma grande companhia aérea derrete em uma tempestade de gelo

Valarie A. Zeithaml, Mary Jo Britner, Dwayne D. Gremler Grupo A PDF Criptografado

Estudo de caso 7

A Jetblue: uma grande companhia aérea derrete em uma tempestade de gelo

Joe Brennan, Ph.D., Universidade do Estado de Nova York, Buffalo

Felicia Morgan, Ph.D., Universidade do Oeste da Flórida

INTRODUÇÃO

Na quarta-feira, 14/2/07, a JetBlue Airways Corp. (que tem o código JBLU na Bolsa de Valores de Nova York) sofreu a mais grave interrupção em seus serviços ao longo de seus sete anos de existência. Uma tempestade de inverno arrasou as operações no terminal doméstico da empresa no Aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, seu principal centro de operações na Costa Leste.

A tempestade forçou a companhia a cancelar mais da metade de seus voos; 10 aeronaves ficaram presas, incapazes de se deslocar nas pistas cobertas de gelo do aeroporto, prendendo os passageiros por mais de 10 horas. Os percalços da JetBlue persistiram por aproximadamente uma semana. A companhia aérea teve problemas para voltar à normalidade, quando outras tempestades caíram na região e deixaram aviões e tripulações sem ação. A companhia por fim acabou cancelando cerca de

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Medium 9788521630227

26 A Arte da Estratégia

BREMER, Carlos; Espôsto, Kleber; TORRES, Paulo; FREITAS, Paulo Grupo Gen PDF Criptografado

A Arte da Estratégia

Uma semana depois, todos os diretores estavam novamente na sala de reunião para ouvir o que o Daniel tinha a dizer sobre os novos rumos da empresa e quais visões ele havia identificado em cada um dos departamentos.

“Eu queria agradecer a colaboração de todos, que foram muito prestativos na semana passada. Deu para perceber que o comprometimento com as mudanças aumentou e que todos estão empenhados em ajudar”, começou a falar Daniel.

“O que eu vi na semana passada é que realmente o mais vantajoso para a Bandeirantes é focar em vendas neste momento e, assim, melhorar o nível de serviço. Isso não implica aceitar tudo que o cliente quiser. Teremos uma decisão muito difícil a ser tomada, que é: a escolha entre ser o mais rápido ou ser consistente com a data prometida. Não conseguiremos ser as duas coisas ao mesmo tempo.”

Daniel observou atentamente a expressão dos envolvidos.

Viu que todos aguardavam o momento para que eles definissem sobre o que seria feito a partir daquele momento e prosseguiu:

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Medium 9788580554311

13.1 Custo de capital

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

13

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Risco, Custo de Capital e Avaliação

Com mais de 95 mil funcionários nos cinco continentes, a alemã BASF é uma grande empresa internacional. Ela opera em uma variedade de setores, incluindo agricultura, petróleo e gás, produtos químicos e plásticos.

Em uma tentativa de aumentar seu valor, a

BASF lançou o Vision 2020, um plano abrangente que incluía todas as funções dentro da empresa, desafiando e encorajando todos os funcionários a agirem de forma empreendedora. O principal componente financeiro da estratégia era que a empresa esperava receber seu custo médio ponderado de capital, o CMPC, mais um prêmio. Então, o que é o

CMPC exatamente?

O CMPC (também referido, às vezes, como WACC, sigla em inglês para weigthed average cost of capital) é o retorno mínimo que uma empresa precisa ter para satisfazer todos os seus investidores, incluindo acionistas e credores. Em 2010, por exemplo, a BASF definiu seu custo de capital em 9% e obteve um prêmio recorde de € 3,9 bilhões acima de seu custo de capital. Em 2011, a empresa definiu seu

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