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Medium 9788547224776

7.8 Como elaborar a DFC

RIBEIRO, Osni Moura Editora Saraiva PDF Criptografado

7.7.2.3  Divulgações adicionais

Quando a empresa optar pela elaboração da DFC pelo Método Direto, deverá divulgar, adicionalmente, uma conciliação entre o Lucro Líquido e o fluxo de caixa líquido das atividades operacionais. A conciliação deve apresentar, separadamente, por categoria, os principais itens a serem conciliados, à semelhança do que deve fazer a entidade que usa o método indireto em relação aos ajustes ao lucro líquido ou prejuízo para apurar o fluxo de caixa líquido das atividades operacionais. (Item 20A da NBC TG 03.)

7.8  Como elaborar a DFC

Para a elaboração da DFC, seja pelo método direto ou indireto, os dados são coletados dos Balanços do exercício (atual e anterior) e da DRE do exercício atual, além de consultas em fichas de Razão de algumas contas.

7.9  Exemplos práticos

7.9.1  Exemplo prático 1

Apresentaremos neste Exemplo prático oito operações realizadas em uma empresa comercial durante dois períodos e os reflexos dessas operações na DFC. Veja como é fácil:

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Medium 9788536517001

3.3 Avulso

Mardele Eugênia Teixeira Rezende, Marilene Luzia da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

3.1.1 Cota de aprendizes

Os estabelecimentos de qualquer natureza são obrigados a manter número de aprendizes equivalente a cinco por cento, no mínimo, e quinze por cento, no máximo, dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento, cujas funções demandem formação profissional, de acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO).

Exemplo

Suponhamos que uma empresa possua 180 trabalhadores em funções que demandem formação profissional. Nesse caso, a cota mínima a ser contratada deve ser de nove aprendizes (5%); a cota máxima, de 27 (15%).

Ficam excluídas dessa base de cálculo as funções que demandem habilitação profissional de nível técnico ou superior, ou, ainda, os cargos de direção, de gerência ou de confiança. Os empregados contratados sob regime de trabalho temporário, bem como os aprendizes já contratados, também não integram a base para definição da cota de aprendizes.

Ficam dispensadas da contratação de aprendizes: as microempresas e as empresas de pequeno porte e as entidades sem fins lucrativos que tenham por objetivo a educação profissional.

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Medium 9788540701182

Capítulo 5 - Redes sociais: você perdeu o controle

Paul R. Kleindorfer, Yoram Wind, Robert E. Gunther Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Redes sociais: você perdeu o controle

Dawn Iacobucci

James M. Salter II

 Resumo

Este capítulo expõe um panorama das redes sociais — a disciplina básica de que são extraídos os conceitos e a terminologia para a caracterização de fenômenos populares como os sites de relacionamento, entre eles o Facebook e o MySpace. Os autores trazem aos leitores parte das pesquisas teóricas e empíricas conduzidas por estudiosos das redes sociais desde os anos

1930. Exploram como esses pesquisadores fizeram uso das redes sociais para formular e testar teorias econômicas, sociológicas e organizacionais. Examinam, além disso, as abrangentes concepções obtidas a partir de tais pesquisas, bem como suas implicações gerenciais para áreas como propaganda, marcas, lealdade, autenticidade e segmentação. A mensagem principal é:

à medida que o poder se desloca das empresas para as redes sociais, as primeiras acabam com menos controle sobre seu próprio destino e precisam prestar maior atenção às últimas.

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Medium 9788547220846

9.1 Introdução

Osni Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Apuração, deduções, participações e destinações do resultado

9.1 Introdução

A

movimentação do patrimônio da empresa deve ser avaliada por exercícios sociais, que são períodos de igual duração.

Segundo estabelece o artigo 176o da Lei n. 6.404/1976, o exercício social tem duração de um ano, e a data do término é fixada no estatuto.

Assim, no fim de cada exercício social, as empresas realizam uma série de procedimentos, visando a apuração do resultado do exercício e a elaboração das demonstrações contábeis.

Você já sabe que para apurar o resultado do exercício basta confrontar o total das despesas incorridas com o total das receitas realizadas durante um exercício social.

Para efetuar essa apuração, é necessário realizar, preliminarmente, algumas tarefas, como apuração de saldos de contas; elaboração de inventários de bens, de direitos e de obrigações; conciliações de saldos de contas; ajustes de saldos de contas patrimoniais e de resultado em decorrência do regime de competência; confrontos entre os saldos contábeis com aqueles levantados por meio de inventários físicos para apurar possíveis divergências de estoques etc.

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Medium 9788547220952

Capítulo 2 - Entrevistas

VIRGILITO, Salvatore Benito Editora Saraiva PDF Criptografado

2

Entrevistas

Introdução

Este capítulo tem por objetivo abordar a importância das entrevistas como técnica de coleta de dados. Para tanto, comenta-se o que são as entrevistas, como realizá-las, os tipos de entrevistas mais utilizados e como trabalhar seus resultados.

As pesquisas se originam de ideias ou da curiosidade que os pesquisadores têm acerca de um fenômeno. Inicialmente, essas ideias são vagas e requerem elaboração cuidadosa para que sejam transformadas em um projeto ou em questões para estudo. É importante, nessa fase, conhecer os estudos, pesquisas e trabalhos anteriores, quem são os pesquisadores mais reconhecidos e quais as contribuições que esse tema pode oferecer. A partir daí, é preciso estruturar mais formalmente a ideia a ser pesquisada.

As boas ideias, de acordo com Sampieri,1 são aquelas que intrigam o pesquisador. Não são necessariamente novas, mas uma novidade, e podem servir para elaborar teorias ou solucionar problemas. No contexto social, são vários os problemas que demandam pesquisa, e alguns passos devem ser seguidos no seu desenvolvimento:

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Medium 9788597006292

Parte II - 4 Organização, Modelagem Organizacional e Ação do Administrador

José Euzébio de Oliveira Souza Aragão, Edmundo Escrivão Filho Grupo Gen PDF Criptografado

Prova Final

Organização,

Modelagem

Organizacional e

Ação do

Administrador

4

Fábio Müller Guerrini

Edmundo Escrivão Filho

Introdução

As transformações das relações organizacionais com o avanço das tecnologias de informação e comunicação romperam a necessidade de comunicação síncrona e confirmaram a hipótese de Woodward da influência da tecnologia sobre a estrutura organizacional.

O projeto de uma organização visa construir e modificar a estrutura de uma organização para alcançar o seu objetivo.26

Os níveis de uma estrutura organizacional existem para garantir a permeabilidade das decisões para todos os envolvidos na organização como elemento de comunicação. Entretanto, a tecnologia de informação permitiu a diminuição dos níveis hierárquicos da estrutura organizacional e a visão da organização por processos de negócio.

Embora princípios da burocracia baseados em profissionalismo, impessoalidade e supervisão permaneçam válidos, a estrutura funcional e a visão por processos de negócio apresentam questões conflitantes na definição da estratégia.

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Medium 9788597011180

Capítulo 9 - Contabilidade de instrumentos financeiros e hedge de produtos agrícolas

Sílvio Hiroshi Nakao Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 9

Contabilidade de instrumentos financeiros e hedge de produtos agrícolas

CA R LO S R. G O D OY

Introdução

A atividade agrícola e/ou agropecuária sofre de problemas crônicos, principalmente em razão de sua própria natureza. A decisão de um produtor de milho em começar a fazer os tratos da terra para prepará-la para o plantio é naturalmente precedida da decisão de que produto cultivar, pois os tratos serão adequados à cultura escolhida. Diante disso, o “possível” produtor ainda se depara com a incerteza futura quanto à existência de algum produto a se colher, haja vista a possibilidade das intempéries do clima que podem ceifar a colheita com apenas alguns dias de geadas e/ou falta de chuvas. Se não bastasse tudo isso, a atividade agrícola ainda pode se deparar com uma vasta safra, porém com preços não compensadores, que podem inviabilizar a própria colheita do produto. Então, a decisão de tratar a terra e plantar milho pode ser fisicamente eficiente, mas economicamente não compensadora.

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Medium 9788547222949

FERRAMENTA 49 - OS UNIVERSOS DE REFERÊNCIA

MOUTON, Jean Editora Saraiva PDF Criptografado

FERRAMENTA

OS UNIVERSOS DE REFERÊNCIA

OS VALORES VEICULADOS PELO INTERLOCUTOR

49

O mundo cívico

Referência: J.-J. Rousseau

O negociador

O mundo doméstico

Referência: J.-B. Bossuet

O mundo comerciante

Referência: A. Smith

O mundo da opinião

Referência: T. Hobbes

O mundo industrial

Referência: São Simão

O mundo inspirado

Referência: Santo Agostinho

Fonte: adaptado de Luc Boltanski e Laurent Thévenot.

resumo Luc Boltanski2 e Laurent

Thévenot3 propõem uma representação das pessoas, destacando o que eles chamam de seis cidades. Cada indivíduo pertence a um ou a outro desses seis territórios, e identificá-los é algo adicional.

• O mundo doméstico: baseia-se no relacionamento, no laço, na rede.

• O mundo comerciante: baseia-se na capacidade de possuir, de fazer negócios.

• O mundo inspirado: baseia-se nos valores transcendentes, excluído o conformismo.

• O mundo industrial: baseia-se nos imperativos de produção e na organização.

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Medium 9788597017854

6 - Lançamentos Contábeis e Reflexos nas Naturezas de Informação Contábil

LIMA, Diana Vaz de Grupo Gen PDF Criptografado

Lançamentos

Contábeis e Reflexos nas Naturezas de

Informação Contábil

�� Objetivos

6

do Capítulo

»» Descrever como se dá o roteiro de contabilização nos diversos tipos de lançamentos contábeis.

»» Relacionar os lançamentos contábeis usuais e seus reflexos nas naturezas de informação contábil.

»» Explicar o levantamento do balancete de verificação a partir da resolução de um conjunto de exercícios aplicados.

6.1  Roteiro de contabilização

No âmbito do Governo Federal, as transações governamentais são escrituradas de forma automática no Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI), com base na indicação do código numérico que representa o respectivo “evento contábil”. Esse padrão se repete nos sistemas contábeis utilizados em todos os entes subnacionais brasileiros.

Associado a cada “evento” existe um roteiro de contabilização, onde estão definidas antecipadamente as contas a serem debitadas e creditadas nas unidades contábeis envolvidas, relacionadas com o registro específico que se está por escriturar. Conforme a regra universal, a escrituração segue o método das partidas dobradas, ou seja, para cada conta debitada outra será creditada de igual valor e vice-versa.

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Medium 9788547231934

Ferramenta 32 - O método da analogia (conhecido como Gordon)

Patrice Stern, Jean-Marc Schoetti Editora Saraiva PDF Criptografado

ferramenta

O método da analogia

(conhecido como Gordon) 11

SUSCITAR ANALOGIAS PARA A CRIAÇÃO DE IDEIAS

32

Analogia biológica

Analogia pessoal

Comparar

Identificar-se

Solução a ser encontrada

Analogia simbólica

Analogia fantástica

Conceituar

Pensar no êxito

resumo O insólito é familiar; o familiar

é insólito. De acordo com o método analógico de criatividade proposto por

Gordon, aquilo que parece insólito (ou seja, sem solução) é, de alguma forma, familiar em outro lugar e em outro setor.

Por sua vez, o que é familiar pode tornar-se insólito (ou seja, solução inovadora) caso se olhe de modo diferente.

Trata-se, então, de pensar por analogia, técnica que permite comparar o próprio problema com o de outros setores e entender as relações que podem existir entre elementos aparentemente muito distantes uns dos outros.

insight Unusual is familiar, familiar

is unusual. The analogical method of creativity inspired by Gordon stems from the fact that what appears to me as unusual (that is to say with no solution), is familiar in another sector. On the other hand, what is familiar can become unusual

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Medium 9788577801671

4. Identificar e satisfazer as reais necessidades do mercado

Shane, Scott Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

IDENTIFICAR E SATISFAZER AS REAIS NECESSIDADES DO MERCADO

Identificar e satisfazer as reais necessidades do mercado

69

4

Para criar uma empresa de sucesso em alta tecnologia, você precisa lançar um produto ou serviço que satisfaça às necessidades do cliente de uma maneira melhor do que os concorrentes, e a um preço que seja maior do que o custo de criar esse produto ou serviço. Embora, em princípio, esse objetivo possa parecer fácil de ser atingido, na prática ele não é. Você precisa identificar as reais necessidades do cliente e fornecer produtos ou serviços que atendam a essas necessidades de novas formas, ou atender a essas necessidades de maneiras que sejam significativamente melhores do que as alternativas oferecidas pelas empresas concorrentes.

Você precisa avaliar as preferências do cliente para as características que os novos produtos e serviços oferecem. Como muitos produtos e serviços de novas tecnologias criam novos mercados ou transformam radicalmente os mercados existentes, esse processo de avaliar as preferências do cliente é difícil e exige que você use técnicas de avaliação do mercado que vão além dos grupos de foco e das pesquisas com as quais provavelmente está familiarizado.

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Medium 9788553131907

CAPÍTULO 13 - Processo administrativo tributário

Silvio Aparecido Crepaldi, Guilherme Simões Crepaldi Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 13  Processo administrativo tributário

OBJETIVOS

• Transmitir as informações necessárias a respeito da apuração da obrigação tributária ou do descumprimento desta com o intuito de dirimir controvérsias entre fisco e contribuintes.

• Levar o leitor a conhecer e identificar o conjunto de atos necessários à determinação, exigência ou dispensa do crédito tributário, bem como à aplicação ou à interpretação da legislação tributária ou à imposição de penalidade ao sujeito passivo tributário.

13.1  INTRODUÇÃO

O Estado, por meio de seu poder coercitivo, pode instituir tributos com o objetivo de abastecer os cofres públicos e daí gerar o dinheiro arrecadado, investindo nos segmentos socioeconômicos necessários à organização da coletividade.

No entanto, por se tratar de poder coercitivo, as exceções tributárias não podem sujeitar-se apenas à discricionariedade da Administração Pública; ao contrário, é a lei que se incumbe de vincular o tributo a suas regras. Não por outro motivo, o Código Tributário Nacional (CTN) assim estabelece: “Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção a ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada” (art. 3o do CTN).

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Medium 9788522489800

13 O Marketing Verde e o Turismo

Reinaldo Dias Grupo Gen PDF Criptografado

13

O Marketing Verde e o Turismo

O turismo é uma das atividades econômicas que mais crescem na atualidade, tendo superado inúmeras atividades tradicionais, como a indústria automobilística, a eletrônica e a petrolífera. Entre os diversos tipos de turismo, aquele com base na natureza é o que mais cresceu no final do século XX, e sua tendência é continuar ampliando seu público. Isto pode ser explicado pela necessidade de busca por uma melhor qualidade de vida, pelas populações urbanas, que assim identificam na natureza o encontro com essa perspectiva.1

Os destinos turísticos que apresentam riqueza de biodiversidade estão em alta, incluindo desde os safáris fotográficos nos grandes parques da África, ao incremento do turismo ecológico em nações menores, como a Costa Rica, tornando-se um componente essencial da geração de riqueza nesses países.

O Brasil, que apresenta uma grande diversidade de biomas (cerrado, floresta, pantanal, pampas, caatinga etc.), não tem se beneficiado desse fluxo internacional, embora a presença de turistas desse segmento tenha aumentado. Os problemas que afetam esse tipo de turismo são os mesmos dos outros segmentos mais tradicionais: falta de infraestrutura, baixa capacitação da mão de obra, falta de sinalização, ausência de medidas de segurança, falta de investimentos, promoção insuficiente etc.

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Medium 9788547230005

16.10. Q UADRO‑RESUMO DA EFICÁCIA DE POLÍTICAS NOS MODELOs COMPERFEITA MOBILIDADE DE CAPITAL, SEM MOBILIDADE DE CAPITAL E COM MOBILIDADE IMPERFEITA DE CAPITAL

SAMPAIO, LUIZA Editora Saraiva PDF Criptografado

916 Macroeconomia Esquematizado®

Política monetária

Luiza Sampaio

CÂMBIO FIXO

CÂMBIO FLEXÍVEL

Ineficaz

Eficaz

Eficaz

Política fiscal

Eficaz

Política cambial

Eficaz

Política comercial

Eficaz

Ineficaz

Se o intuito for aumentar o produto/renda/emprego, deve­‑se adotar uma:

Política monetária

Política fiscal

Política cambial

Política comercial

CÂMBIO FIXO

CÂMBIO FLEXÍVEL

expansionista

expansionista

expansionista

de desvalorização

de restrição à importação

Se o intuito for diminuir o produto/renda/emprego, deve­‑se adotar uma:

Política monetária

Política fiscal

Política cambial

Política comercial

CÂMBIO FIXO

CÂMBIO FLEXÍVEL

restritiva

restritiva

restritiva

de valorização

de estímulo à importação

JJ 16.10. �QUADRO­‑ RESUMO

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Medium 9788547221843

4.8 Diferencial de uma função

MORETTIN,Pedro A. ; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton O. Editora Saraiva PDF Criptografado

132

Introdução ao cálculo para administração, economia e contabilidade

Exemplo 4.15 Obtenha a reta tangente ao gráfico da função f (x) = x2 no ponto P de

abscissa 2.

Temos que, para x = 2, f (2) = 4. Logo, o ponto P tem coordenadas P(2, 4).

Também f'(2) = 2x e portanto f '(2) = 4. Assim, a reta tangente t tem coeficiente angular igual a 4. Logo, sua equação é: y – 4 = 4(x – 2), ou seja, y = 4x – 4

Figura 4.6: Reta tangente ao

gráfico da função f (x) = x2 no ponto (2, 4)

4.8 Diferencial de uma função

Consideremos uma função f derivável em x0 . A variação sofrida por f, quando se passa do ponto x0 ao ponto x 0 + ∆x , é:

∆f = f ( x 0 + ∆x ) − f ( x 0 )

Consideremos ainda a reta PR, tangente ao gráfico de f no ponto P( x 0 , f ( x 0 )) e cujo coeficiente angular é m = f ′ ( x 0 ).

No triângulo PRS da Figura 4.7, temos: m = tga =

RS

PS

=

RS

∆x

,

E como m = f ′ ( x 0 ):

Introd Calculo-prova7.indb 132

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