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Medium 9788521618775

21 - DIREITO DO CONSUMIDOR E O VAREJO

MERLO, Edgard Monforte Grupo Gen PDF Criptografado

21

DIREITO DO CONSUMIDOR

E O VAREJO

Renata Marcheti

As relações de consumo no Brasil são reguladas pela Lei 8.078, que entrou em vigência em

11 de setembro de 1990. A referida lei é conhecida popularmente como Código de Defesa do

Consumidor, ou CDC.

O nascimento do CDC foi ´exigência´ da Constituição Federal de 1988. Nossa Lei Maior, através de seu texto, implantou uma Política Nacional das Relações de Consumo, com o objetivo de atender (1) as necessidades dos consumidores, (2) o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, (3) a proteção de seus interesses econômicos, (4) a melhoria da sua qualidade de vida, bem como (5) a transparência e harmonia das relações de consumo.

Tais objetivos são fundados basicamente em dois princípios: o reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo e a ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor. Portanto, é mais do que compreensível que tenhamos hoje um Código de Defesa do Consumidor e não das relações de consumo. Esse consumidor é legalmente reconhecido como vulnerável e hipossuficiente. Tais noções de vulnerabilidade e hipossuficiência implicam reconhecer que o consumidor não tem, na mesma proporção que o fornecedor, conhecimentos especializados acerca do produto ou serviço adquirido, não tem conhecimentos jurídicos para aquela aquisição e está numa posição de inferioridade econômica em relação ao fornecedor, e é a parte mais fraca nas relações econômicas.

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Medium 9788521627500

PARTE II - CAPÍTULO 6 - Eficiência e eficácia

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Eficiência e eficácia

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao terminar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender, explicar e utilizar os seguintes conceitos e técnicas:

•• Desempenho das organizações sob a perspectiva da eficiência e da eficácia.

•• Produtividade como medida específica de eficiência.

•• Competitividade como medida específica de eficácia.

•• Encadeamento de causas e efeitos do desempenho.

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Capítulo 6

INTRODUÇÃO

Neste livro, as organizações foram apresentadas como sistemas de recursos que têm como objetivo fornecer produtos e serviços. O uso dos recursos e a realização dos objetivos são as duas medidas básicas do desempenho das organizações. A forma como os recursos são usados dá a medida da eficiência.

O grau de realização dos objetivos dá a medida da eficácia. O desempenho, avaliado por essas medidas, é importante para diferentes partes interessadas.

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Medium 9788521629238

Capítulo 8 – Questões Práticas e Lições Aprendidas

FERREIRA, Patricia Itala Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 8

Questões Práticas e Lições

Aprendidas

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ESTUDO DE CASO

Ufa, quantas novas informações Felipe recebeu! Além de estar em um processo de se adaptar à nova empresa em que ingressou, a Typpit, ainda aprendeu:

• Necessidade de planejar a área de Gestão de Pessoas considerando a estratégia da organização.

• Principais definições e categorizações das competências.

• Instrumentos e formas para realizar o mapeamento de competências.

• Impactos da utilização do conceito de competência nos subsistemas de Gestão de Pessoas: seleção, avaliação de desempenho e potencial, treinamento/desenvolvimento, remuneração, carreira e sucessão.

• Relação entre a Gestão por Competências e a Gestão do

Conhecimento.

Felipe está animado, pois chegou a hora de arregaçar as mangas e colocar em prática o que aprendeu. Agradeceu muito a Patricia por suas explicações e prometeu que iria levar em consideração todas as suas dicas e conselhos.

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Medium 9788577808403

11. Números Índices e as Comparações Intertemporais e Internacionais entre Agregados Econômicos

Bêrni, Duilio de Avila Grupo A PDF Criptografado

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Números Índices e as Comparações

Intertemporais e Internacionais

1 entre Agregados Econômicos

Vladimir Lautert, Duilio de Avila Bêrni, Henrique Morrone,

João Rogério Sanson, Daniela Magalhães Prates,

Gláucia Michel de Oliva e Riovaldo Mesquita

11.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS2

Em diversos contextos distribuídos pelos capítulos anteriores, fizemos comparações entre os valores de diferentes agregados econômicos pertinentes a dois ou mais momentos no tempo ou ainda a dois ou mais espaços geográficos. Neste capítulo, vamos centrar nosso foco em alguns fenômenos que podem ou obscurecer as comparações ou ajudar a colocar em destaque seu caráter ou suas componentes sistemáticas. No primeiro caso, sob o ponto de vista estritamente numérico, caso acreditemos, por exemplo, que o preço das canetas elevou-se em 10% em Pirapora, a relevância desta informação depende dos contornos qualitativos e quantitativos.

Por contraste, caso estejamos observando precisamente o mesmo tipo de caneta ofertada em Bom Jesus da Lapa e Pirapora, teremos razões para acreditar que esses

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Medium 9788597010565

8 - Gestão de Marcas

COBRA, Marcos; URDAN, André Torres Grupo Gen PDF Criptografado

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Gestão de Marcas

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

• Influências da marca no consumidor.

• A marca como poder de mercado.

• Marcas e o glamour, a fantasia ou a simplicidade.

• Posicionamento da marca: seu DNA.

• A humanização das marcas.

• As marcas mais lembradas e as mais amadas.

• Não basta ser conhecida, tem de ser defendida pelo cliente.

• A cultura e a personalidade da marca.

• A força e o valor da marca.

• As marcas líderes e as marcas que perderam a liderança.

• As marcas zebras.

“Uma marca não basta ser conhecida, tem de ser defendida pelo cliente”

(GAZZONI, 2013)

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Capítulo 8

Mais utilidades

Bombril foca em estratégia de exposição e valorização da marca

Na língua portuguesa, Bombril virou um exemplo de metonímia, que consiste em empregar um termo no lugar de outro. Já para o mercado, esse nome reflete a força de uma marca para fazer referência ao produto.

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Medium 9788522498345

40 Demonstrações Separadas

SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves; GOMES, José Mário Matsumura Grupo Gen PDF Criptografado

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Demonstrações Separadas

40.1 Aspectos gerais

A norma que trata das demonstrações separadas

é a do pronunciamento técnico CPC 35 (R2), segundo o item 2 da referida norma, este pronunciamento deve ser aplicado na contabilização de investimentos em controladas, entidades controladas em conjunto e coligadas, quando o investidor opta ou é requerido por regulamentação local, a apresentar as demonstrações contábeis separadas.

Demonstrações separadas, segundo o item 4 do pronunciamento técnico CPC 35 (R2), são aquelas apresentadas por uma controladora, um investidor em coligada ou um empreendedor em uma entidade controlada em conjunto, nas quais os investimentos são contabilizados com base no custo histórico, no valor justo (CPC 38) ou pelo método de equivalência patrimonial. Portanto, não se confundem com as demonstrações contábeis individuais.

De acordo com o item 6 do pronunciamento técnico CPC 35 (R2), as demonstrações contábeis separadas são aquelas apresentadas adicionalmente às demonstrações contábeis consolidadas e às demonstrações contábeis individuais nas quais os investimentos em controladas, coligadas e em empreendimentos controlados em conjunto são contabilizados pelo método de equivalência patrimonial, as quais não estão dispensadas de consolidar suas demonstrações contábeis

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Medium 9788597014105

1 - Por que Controles Internos sobre Demonstrações Financeiras?

PIZO, Frank Grupo Gen PDF Criptografado

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POR QUE CONTROLES INTERNOS

SOBRE DEMONSTRAÇÕES

FINANCEIRAS?

Objetivos de Aprendizagem

O propósito do capítulo Por que Controles Internos sobre Demonstrações Financeiras? é enfatizar a importância da estrutura dos Controles

Internos na organização, a relação de Controles Internos e as Demonstrações Financeiras e a pressão regulatória internacional por meio da exigência da Lei Sarbanes-Oxley para a aplicação de Controles Internos nas empresas de capital aberto, penalidades aos seus administradores e caso de irregularidades, e proporcionar mecanismo de auditoria e garantia aos investidores.

Os relatórios financeiros de uma empresa são representações padronizadas que visam apresentar a sua evolução e saúde financeira, por meio das Demonstrações

Financeiras – Balanço Patrimonial, Resultado e Fluxo de Caixa – que são exigidas por todos os países de acordo com os princípios contábeis, sendo estes adequados às práticas contábeis locais (ex.: no Brasil – BR GAAP), às exigidas por suas matrizes no exterior (por exemplo: nos Estados Unidos – US GAAP, por convenção entre países – IFRS) ou à exigência de qualquer mercado de capitais em que a empresa estiver presente.

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Medium 9788547208158

4 .7 ELICITAÇÃO COMPLETA

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

Os resultados da pesquisa devem ser disponibilizados àqueles que participaram do processo, como um follow-up, agradecendo o tempo dispensado para a conclusão do questionário.

4 .6 D O C UMENTAÇÃO R ESU LTANTE D A S ATIV IDADES DE ELIC ITAÇ ÃO

É importante documentar, formal ou informalmente, os resultados das atividades de elicitação. A documentação pode variar em termos de formalidade, contendo desde imagens instantâneas de anotações até informações gravadas em ferramen­ tas de gerenciamento de requisitos. O resultado documentado primariamente

é um conjunto de notas de elicitação que compreende uma riqueza de informações para a execução de outras tarefas da análise de negócios. Os resultados podem vir na forma de desenhos, diagramas, modelos, cartazes, notas ou cartões de índice, para citar alguns. Depois que os resultados de elicitação passam por análise, eles são documentados em entregas e outras formas voltadas para o público que vai utilizá-los.

4 .7 E LI C I TAÇÃO CO MPLETA

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Medium 9788520427095

Capítulo 12 - Marketing responsável: o papel das empresas, do governo e da mídia

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

12 Marketing responsável: o papel das empresas, do governo e da mídia

Patrícia Castello Bucioli

Zysman Neiman

Introdução

Um plano de marketing empresarial vai além da divulgação de produtos e serviços; é um conjunto de estudos com a finalidade­ de colocar o produto certo no melhor local, caminhando além da simples negociação entre produtores e distribuidores (Cobra, 1986). O profissional que atua nessa área deverá ter uma visão ampla, de maneira a identificar tendências a novos produtos e renovação dos já existentes, mercados consumidores em potencial e os atuais, práticas de políticas de preço e métodos de divulgação e ascensão do produto e satisfazer as necessidades dos clientes e da empresa. Por isso, o marketing é fundamental para alcançar os objetivos organizacionais, já que identifica as necessidades e desejos do consumidor, proporciona

Marketing responsável: o papel das empresas, do governo e da mídia

eficiência e eficácia na satisfação dos seus clientes e posiciona a empresa um passo à frente de seus concorrentes (Kotler e Armstrong, 1993).

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Medium 9788520456088

8. Comunicação

Jodrian Freitas Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

COMUNICAÇÃO

Um indivíduo sem informações não pode assumir responsabilidades; um indivíduo que recebeu informações não pode deixar de assumir responsabilidades.

Jan Carlzon

Nos capítulos anteriores, percebemos como a comunicação, tanto interna

quanto externa, tem papel importante na prevenção e no tratamento de incidentes. Várias medidas de controle mencionadas no Capítulo 6 incluem a necessidade de algum tipo de consulta e comunicação. O Capítulo 7 abordou a comunicação externa com a imprensa, após a ocorrência de situações de emergência. De fato, é impossível pensar em gestão de riscos eficaz sem trabalhar corretamente os aspectos relacionados à comunicação.

Em primeiro lugar, é preciso diferenciar informar de comunicar. O ato de informar refere-se apenas ao repasse de informações. Quando uma operadora atualiza o mural de avisos de seu escritório com a tábua de marés do mês, ela está apenas informando. É uma etapa necessária, mas nem sempre suficiente. É um erro comum imaginar que todas as informações transmitidas serão entendidas corretamente pelos receptores. Nesse sentido, Morel (2003) alerta para a necessidade de considerar os aspectos pedagógicos da comunicação, mencionando esse equívoco de raciocínio, que ele batiza de chapa fotográfica:

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Medium 9788536301921

10. Estudos de caso

Audy, Jorge Luis Nicolas Grupo A PDF Criptografado

ESTUDOS DE CASO

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Estudos de Caso

Este capítulo apresenta dois estudos de caso de referência dos modelos PESIAO (Figura 7.2, Capítulo 7) e MOAE (Figura 8.1, Capítulo 8). O primeiro caso apresenta o processo de planejamento de sistemas de informação de um centro médico, abordando aspectos de aprendizagem na sua condução. O segundo caso apresenta os elementos promotores de alinhamento durante as etapas de formulação e implementação do processo de PE em uma indústria do setor automotivo.

Busca-se demonstrar, com exemplos práticos, a aplicação das abordagens sugeridas neste livro e o uso adequado dos elementos de aprendizagem organizacional e de alinhamento estratégico durante a condução do processo de PE dentro das organizações. Vale ressaltar que os resultados foram obtidos pelos autores durante observações dentro dessas organizações. Os entrevistados são executivos de alto nível com conhecimento e experiência em processos de PE e em gestão. Por questões de sigilo, algumas informações apresentam-se limitadas.

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Medium 9788597018110

9 - O modelo CUSTOFACIL.XLS

BRUNI, Adriano Leal Grupo Gen PDF Criptografado

9

O modelo

CUSTOFACIL.XLS

“Fôssemos nós o que deveríamos ser e não haveria em nós a necessidade de ilusão.”

Fernando Pessoa

9.1 Apresentação

O objetivo principal da série Desvendando as Finanças consiste em apresentar os conceitos de Finanças Empresariais de forma simples e aplicada. Conforme exposto no capítulo inicial do livro, diversos recursos complementares a este e a outros livros da série podem ser encontrados no site do livro ().

Um recurso interessante e disponível no site consiste na planilha CUSTOFACIL.XLS, criada para facilitar a aplicação de algumas das diferentes técnicas apresentadas no decorrer deste livro, como a análise de ponto de equilíbrio, a realização de rateios ou a formação de preços.

Para poder operar melhor com os recursos da planilha, o usuário deve salvar o arquivo no seu disco rígido, posteriormente abrindo-o com o Microsoft Excel. Para obter instruções sobre como efetuar o download, o usuário deve consultar a ajuda do seu software utilizado como navegador.

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Medium 9788597015911

CAPÍTULO 13 – CPC 15 (R1) COMBINAÇÃO DE NEGÓCIOS

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

CPC 15 (R1)

COMBINAÇÃO DE

NEGÓCIOS

1. OBJETIVO DO CPC 15

O objetivo do CPC 15 é aprimorar a relevância, a confiabilidade e a comparabilidade das informações que a entidade fornece em suas demonstrações contábeis acerca de combinação de negócios e sobre seus efeitos. Para esse fim, o CPC 15 estabelece princípios e exigências da forma como o adquirente: a. reconhece e mensura, em suas demonstrações contábeis, os ativos identificáveis adquiridos, os passivos assumidos e as participações societárias de não controladores na adquirida; b. reconhece e mensura o ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill adquirido) advindo da combinação de negócios ou o ganho proveniente de compra vantajosa; e c. determina quais as informações que devem ser divulgadas para possibilitar que os usuários das demonstrações contábeis avaliem a natureza e os efeitos financeiros da combinação de negócios.

2. ALCANCE DO CPC 15

Regra geral, o CPC 15 aplica-se a todas às operações ou a outros eventos que atendam à definição de combinação de negócios, exceto no caso em que outro pronunciamento técnico estabelecer o tratamento contábil de operação específica, a entidade deve aplicar o referido pronunciamento específico em vez do CPC 15.

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Medium 9788577260669

1. Warren E. Buffett, 2005

Bruner, Robert F. Grupo A PDF Criptografado

CasO

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Warren E. Buffett, 2005

Em 24 de maio de 2005, Warren E. Buffett, presidente e CEO da Berkshire Hathaway Inc., anunciou que a MidAmerican Energy Holdings Company, uma subsidiária da Berkshire

Hathaway, compraria a concessionária de energia elétrica PacifiCorp. Na maior transação de Buffett desde 1998, e a segunda maior em sua carreira, a MidAmerican compraria a

PacifiCorp da sua controladora, a Scottish Power plc, pela quantia de US$ 5,1 bilhões em dinheiro e US$ 4,3 bilhões em assunção de passivos e troca de ações preferenciais. “O setor de energia elétrica sempre nos interessou, e agora é a hora”, Buffett disse. Quando o anúncio da compra foi feito, as ações Classe A da Berkshire Hathaway fecharam com alta de 2,4% e um aumento no valor de mercado de US$ 2,17 bilhões.1 O preço das ações da

Scottish Power também subiu 6,28% quando o anúncio foi feito;2 e o S&P 500 Composite

Index fechou com alta de 0,02%. O Quadro 1 mostra o desempenho recente do preço das ações da Berkshire Hathaway, Scottish Power, além do S&P 500 Index.

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Medium 9788522466535

2 Introdução ao Meio Ambiente

TINOCO, Eduardo Prudêncio Tinoco; KRAEMER, Maria Elisabeth Pereira Grupo Gen PDF Criptografado

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Introdução ao Meio Ambiente

“Somos moradores da ‘casa Terra’ e devemos nos comportar como se comportam os outros moradores dessa casa – as plantas, os animais e os microorganismos que constituem a vasta rede de relações que chamamos

‘teia da vida’.”

Fritjof Capra

2.1 Meio ambiente

O meio ambiente pode ser definido como o conjunto de elementos bióticos

(organismos vivos) e abióticos (energia solar, solo, água e ar) que integram a camada da Terra chamada biosfera, sustentáculo e lar dos seres vivos.

A Terra é protegida pela atmosfera, que é uma mistura gasosa de nitrogênio, oxigênio, hidrogênio, dióxido de carbono, vapor de água, outros elementos e compostos e partículas de pó. Sem essa massa de ar, não existiria vida no planeta. A atmosfera ameniza os efeitos dos raios solares sobre a Terra; contribui para manter a temperatura terrestre em níveis que permitam o desenvolvimento da vida; impede que nosso planeta seja diretamente atingido por enormes meteoritos. Além disso, essa massa de ar fornece o gás carbônico para a fotossíntese dos vegetais e também o gás oxigênio para a respiração dos seres vivos em geral.

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