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Medium 9788597011609

3 - Estática patrimonial

Marcelo Cavalcanti Almeida Grupo Gen PDF Criptografado

3

ESTÁTICA PATRIMONIAL

3.1 Introdução

Abordaremos neste capítulo:

• INICIAÇÃO ao balanço patrimonial (BP).

• CONCEITOS contábeis e econômicos sobre registros das transações contábeis.

• Classificação de cada operação em duas contas contábeis, sendo uma da ORIGEM do recurso e a outra da APLICAÇÃO do recurso.

BP retrata:

• Forma estática em uma certa data-base; por exemplo, no final de cada mês, a situação PATRIMONIAL e FINANCEIRA de uma entidade.

• O BP espelha os ATIVOS (bens e direitos), os PASSIVOS (dívidas com terceiros) e o PATRIMÔNIO (recursos investidos pelos sócios nos negócios e recursos retidos na forma de lucros) de uma entidade.

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24 CAPÍTULO 3

3.2 Exemplo do balanço patrimonial

A entidade apresenta o seguinte balanço patrimonial em 31/12/20X6:

Ativo

Passivo e patrimônio líquido

Conta-corrente bancária

100

Passivo

Contas a receber

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Medium 9788597015270

11 - Situações e dificuldades financeiras das empresas

SILVA, Edson Cordeiro da Grupo Gen PDF Criptografado

11

Situações e dificuldades financeiras das empresas

11.1 CONCEITO

Dificuldades financeiras são situações pelas quais passa uma empresa cujos fluxos de caixa operacionais são insuficientes para atender aos compromissos financeiros nas datas de vencimentos e/ou o valor de seus ativos é insuficiente para cobrir seus débitos junto a credores.

11.2 DIFICULDADES FINANCEIRAS COM BASE EM BALANÇOS E EM

FLUXOS DE CAIXA

11.2.1 Insolvência econômico-financeira

Ocorre quando as receitas da empresa não cobrem seus custos, e a geração de caixa

é insuficiente para honrar seus compromissos.

11.2.2 Insolvência técnica

Ocorre quando a empresa não é capaz de saldar suas dívidas nas datas combinadas, embora tenha ativos permanentes superiores às suas dívidas.

Fatores que podem levar a dificuldades financeiras:

��

��

��

��

Ausência de planejamento estratégico.

Brigas familiares.

Cancelamento de um grande pedido.

Controles financeiros deficientes.

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Medium 9788580041491

Capítulo 18: O risco de crédito de uma carteira de renda fixa

José Monteiro Varanda Neto, José Carlos de Souza Santos, Eduardo Morato Mello Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 18O risco de crédito de uma carteira de renda fixa18.1 DefiniçãoO risco de crédito pode ser definido como o risco de perdas devido ao não recebimento referente a um título, empréstimo ou outros instrumentos financeiros, caso a contraparte não honre seus compromissos.O calote, ou default, é quando o devedor não cumpre as obrigações legais ou condições de um empréstimo. Basta que a contraparte não pague até a data acordada do contrato ou não pague todo o valor acordado. Ou seja, mesmo que a contraparte pague parte do valor devido na data acordada, temos um evento de default.18.2 Fundamentos para mensuraçãoA mensuração do risco de crédito é muito mais complexa do que a mensuração do risco de mercado de uma carteira. Portanto, assumiremos que alguns parâmetros de entrada no modelo já foram dados. O objetivo aqui é transmitir a intuição quantitativa da mensuração do risco de crédito.Uma vez definido o que é um default, podemos começar a mensurar qual seria a perda esperada, EL (expected loss), de um default.

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Medium 9788520431443

4. Plano de negócio para empresa nascente

Marcelo Nakagawa Manole PDF Criptografado

4

Plano de negócio para empresa nascente

F

elizmente, no Brasil, o interessado em abrir a sua própria empresa já não tem nenhuma desculpa aceitável para explicar o motivo de não ter planejado seu negócio previamente. Talvez, se esse interesse tivesse ocorrido antes do ano 2000, essa pessoa encontraria alguma dificuldade a respeito da literatura sobre o tema, do apoio de consultores, do material didático ou mesmo da tradicional argumentação de falta de tempo. Mas isso mudou drasticamente.

Na atualidade, o interessado pode reclamar justamente do excesso de informações e apoio sobre o tema. O Sebrae disponibiliza material didático, cursos, consultores e até um software gratuito para auxiliar empresários de primeira viagem na elaboração do plano de negócio. O Instituto

Empreender Endeavor1 oferece diversos artigos e vídeos que explicam como escrever um plano. Todas as principais faculdades já oferecem disciplinas de plano de negócio para seus alunos e, nessas instituições, é comum professores da disciplina disponibilizarem seus alunos para ajudar empresários da região a elaborar seus planos de negócio. Além disso, as faculdades de negócios oferecem, por meio das empresas juniores, serviços de consultoria em planos de negócio com preços bastante competitivos. Há ainda uma ampla gama de livros e guias sobre como escrever um plano de negócio que visa auxiliar justamente o empresário de primeira viagem. O livro O segredo de Luísa (Dolabela, 1999), por exemplo, é uma ótima referência para esses empresários que não dominam os conhecimentos básicos de negócios. Na

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Medium 9788521614654

CAPÍTULO 9 - Cultura Organizacional e Modelo Organizacional

Schermerhorn Jr., John R. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

Cultura Organizacional e

4Modelo Organizacional

Planejando o que Vem Adiante

Questões para Estudo do Capítulo 9

᭿

O que representa cultura organizacional?

᭿

Quais são as tendências atuais nas culturas organizacionais?

᭿

O que significa modelagem organizacional?

᭿

Quais são as tendências atuais na modelagem de subsistemas e de processos de trabalho?

Demandas competitivas e tempos de mudanças requerem organizações flexíveis e bem integradas, que possam prover produtos e serviços de alta qualidade mantendo ainda a inovação necessária para o desenvolvimento sustentável futuro.1 No entanto, as organizações se deparam com problemas e oportunidades que variam amplamente. Não existe uma única maneira ideal de lidar com esses problemas e oportunidades. A chave para o sucesso é encontrar o melhor modelo e administrar as necessidades e os desafios daquela situação singular para cada organização, e apoiar aquele modelo com uma cultura organizacional forte e positiva.2 No ambiente de hoje em dia, a nova geração de trabalhadores representa um grande teste para a autonomia de poder

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Medium 9788547208240

4.3 GOVERNANÇA

Project Management Institute PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

índice de satisfação da equipe do projeto; índice de satisfação das partes interessadas no projeto; percentual de requisitos testados.

■ Lições aprendidas. Capturar lições aprendidas específicas ajuda a gerência a tomar decisões embasadas quando futuramente priorizar componentes similares.

■ Cumprimento da metodologia. A avaliação do cumprimento da metodologia cobre os portfólios, programas e projetos.

■ Metas de negócio organizacionais. Avaliação das metas de negócio organizacionais.

4 .3 G O V ER NANÇA

A governança do GOP permite às organizações gerenciar projetos de maneira consistente e maximizar o valor dos resultados dos projetos. Ela apresenta uma estrutura na qual as organizações podem tomar decisões que satisfaçam às necessidades e expectativas do negócio. A governança do GOP é alcançada por meio das ações de um corpo de revisão e de tomada de decisão que é responsável por endossar ou aprovar recomendações para os componentes do gerenciamento organizacional de projetos sob sua autoridade, para incluir os comitês de revisão dos portfólios existentes.

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Medium 9788520431146

Capítulo 16 - O lugar da percepção social nas políticas de gestão socioambiental

Carlos Alberto Cioce Sampaio Editora Manole PDF Criptografado

O lugar da percepção social nas políticas de gestão socioambiental

16

José Edmilson de Souza‑Lima

Sociólogo, FAE

Sandra Mara Maciel‑Lima

Economista, UFPR

Cláudia Cristina Machado

Comunicadora, UFPR

Priscila Cazarin Braga

Turismóloga, UFPR

Lafaiete Santos Neves

Historiador, FAE

INTRODUÇÃO

Um dos principais desafios para a gestão socioambiental contemporâ­ nea que se pretende democrática é inserir, para além dos discursos, os an­ seios e temores das populações diretamente envolvidas na gestão. Em geral, a gestão socioambiental recorre a instrumentos e políticas públicas que, a despeito do refinamento no que se refere à elaboração, tem dificuldade de levar em consideração as súplicas mais profundas da população. Ao que parece, isso não ocorre necessariamente em função de uma maldade intrín­ seca dos gestores, mas, invariavelmente, a própria população não consegue construir caminhos que lhe possibilitem expressar seus interesses.

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Medium 9788547213381

8.4 EFEITOS DE REDE

David Dranove, Sonia Marciano Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Como manter a vantagem competitiva de sua empresa

Administradores devem ser hábeis para atingir equilíbrio entre estabilidade e mudança. A codificação de regras de trabalho desenvolvida por meio de experiência anterior faz sentido quando a tecnologia de produção está em fase de estabilização e as habilidades da força de trabalho estão diminuindo. Mas ainda vale a pena dar a funcionários de alta competência a liberdade de experimentar novas ideias em ambientes mais variados.

8.3.6 Custos de mudança

Custos de mudança são outra fonte importante de vantagem sustentável. Quando os produtos são commodities virtuais, introduzir custos de mudança é um modo atraente de abrandar a concorrência e gerar lucros. Telecomunicações é, fundamentalmente, um negócio de commodities, no entanto, as maiores operadores de telefonia no Brasil (Vivo/Telefônica, Oi, Tim, Claro/

Net) obtiveram longos períodos de dominância, primeiro em serviços de longa distância, e posteriormente nos de telefonia celular e dados. Uma parcela do sucesso sustentado pode ser creditada a barreiras à entrada tradicionais: regulamentações do governo, largura de banda limitada (que é uma variante de canais de distribuição limitados) e custos fixos altos. Mas as operadoras que atuam hoje no mercado também se beneficiaram dos substanciais custos de mudança do consumidor em muitas de suas linhas de produto.

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Medium 9788547215125

7.4 Tipos de variação cambial

Edgar Cândido do Carmo, Jefferson Mariano Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 7 — taxa de câmbio  

 87

7.4 Tipos de variação cambial

As variações cambiais ocorrem quando os preços relativos entre as moedas se alteram. Os termos desvalorização e valorização cambial são utilizados para o regime de taxas de câmbio fixas, enquanto depreciação e apreciação são termos para variações no regime de taxas de câmbio flexíveis.

A valorização cambial indica aumento do poder de compra da moeda nacional perante outras moedas, ou seja, corresponde a uma redução da taxa de câmbio.

Imagine a situação em que 1 dólar corresponda a 1 real. Se houver uma valorização do real de 10%, então 1 dólar passará a custar 0,90 centavos de real.

Nesse caso, a importação de um computador no valor de US$ 2.000,00, antes da valorização cambial, custaria ao importador R$ 2.000,00. Se ele esperasse a valorização, teria pagado R$ 1.800,00.

A desvalorização cambial indica perda do poder de compra da moeda nacional ante outras moedas e corresponde a um aumento da taxa de câmbio. Imagine que 1 dólar custe R$ 2,00, mas uma pressão do mercado financeiro determina uma desvalorização da moeda nacional em 20%. Nessa situação, 1 dólar passaria a ser comprado por R$ 2,40.

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Medium 9788582603802

Capítulo 1 - Compreendendo as melhores práticas

Harold R. Kerzner Grupo A PDF Criptografado

1

Compreendendo as melhores práticas

1.0

Introdução

A gestão de projetos evoluiu de um conjunto de processos recomendável para uma metodologia tida como obrigatória para a sobrevivência da empresa. As empresas agora estão percebendo que todo o seu negócio, inclusive a maioria das atividades rotineiras, pode ser compreendido como uma série de projetos. Dito de forma simples, estamos gerenciando nosso negócio por meio de projetos.

A gestão de projetos hoje é vista tanto como um processo de gestão de projetos quanto como um processo de negócios. Portanto, espera-se que os gerentes de projetos tomem decisões de negócios, além de decisões de projeto. A necessidade de alcançar a excelência na gestão de projetos hoje é muito evidente em quase todos os negócios.

À medida que a relativa importância da gestão de projetos passa a permear cada faceta do negócio, acumula-se conhecimento sobre suas melhores práticas. Algumas empresas veem esse conhecimento como propriedade intelectual a ser guardada a qualquer custo nas cúpulas da empresa. Outras compartilham-no na esperança de descobrir outras melhores práticas. Hoje as empresas preferem realizar um planejamento estratégico para a gestão de projetos devido aos benefícios e à sua contribuição para um valor sustentável dos negócios.

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Medium 9788580552249

Capítulo 19 - Gestão do Caixa e da Liquidez

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Bradford D. Jordan, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

O objetivo deste capítulo é que, ao seu final, você compreenda:

OA1 O que é float e como ele afeta os saldos de caixa.

OA2 Como as empresas administram o caixa e quais são algumas técnicas de cobrança e desembolso usadas.

OA3 Quais são as vantagens e as desvantagens de manter saldos de caixa e quais são algumas formas de investir o caixa ocioso.

OA4 O papel das reservas bancárias e datas de liquidação financeira.

OA5 A importância da taxa DI como custo de oportunidade do dinheiro.

COM MUITA FREQUÊNCIA, SURGEM

NOTÍCIAS sobre a situação do caixa de uma empresa. Quando isso acontece, é porque a empresa está ficando com pouco caixa. Mas esse não era o caso de muitas empresas no início de 2008. Por exemplo, a fabricante de automóveis Ford tinha um saldo de caixa de $45,5 bilhões ou $24,02 por ação. O impressionante em relação a essa quantia é que cada ação era negociada a apenas $7. Portanto, o saldo de

caixa por ação da Ford era muito maior do que o preço da ação – normalmente isso não é um bom sinal. Outras empresas com operações mais saudáveis também tinham grandes quantias de caixa. Por exemplo, a General Electric tinha um saldo de caixa de aproximadamente

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Medium 9788580554335

Capítulo 10 - Aderindo aos princípios: fazendo o que é certo em um mercado competitivo

Andrew W. Ghillyer Grupo A PDF Criptografado

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de estudar este capítulo, você deverá ser capaz de:

1 Desenvolver os componentes essenciais de uma política

ética.

2 Analisar os desdobramentos de se tornar uma organização transparente.

3 Compreender a diferença entre políticas éticas reativas e proativas.

4 Discutir os desafios de um compromisso com a integridade organizacional.

Se a ética é ruim no topo, esse comportamento será copiado por toda a organização.

Robert Noyce, inventor

ADERINDO AOS PRINCÍPIOS:

FAZENDO O QUE É CERTO EM

UM MERCADO COMPETITIVO

F O C O P R I N C I PA L

Uma mão lava a outra

A

dam é representante de vendas de uma grande empresa farmacêutica. Sua empresa está em uma feroz batalha com sua maior concorrente pelo lucrativo mercado de medicamentos para pressão arterial.

Trata-se de um segmento multibilionário nos Estados Unidos; logo depois de medicamentos contra colesterol alto e diabetes. A empresa de Adam possui o melhor medicamento do mercado, e a sua concorrente, o segundo melhor, mas, assim como a Coca-Cola e a Pepsi, estão envolvidas em uma luta por participação de mercado, com campanhas de marketing e promoções de vendas agressivas. A empresa produziu todo tipo de brinde possível com o nome do medicamento escrito, e o porta-malas e o assento traseiro do carro da empresa de Adam (sem falar em sua garagem) estão lotados de caixas contendo esses itens para serem oferecidos a qualquer médico que demonstrar interesse em prescrevê-los.

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Medium 9788597011708

11 - IPI – Imposto sobre produtos industrializados

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

11

IPI – Imposto sobre Produtos

Industrializados

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Discorrer de forma geral sobre o IPI, trazendo as principais regras aplicáveis a este imposto federal. Ao final do capítulo, será possível ao leitor: a. Ter uma noção geral do IPI, seu fato gerador, base de cálculo e sistema de créditos. b. Contabilizar o IPI, tanto em empresas industriais como nas empresas comerciais.

PEGAS.indb 165

3/16/17 5:31 PM

166

Capítulo 11

11.1 CRÉDITOS PARA RODOLFO CASTRO E

ARNAUD SILVA

O IPI é o imposto que menos acompanho dentre os impostos sobre a renda e o consumo. Para escrever este capítulo, contei com a preciosa colaboração de dois grandes professores: o meu amigo, Mestre Rodolfo Castro Sousa Filho, companheiro de cursos de

Pós-Graduação, onde lecionamos as disciplinas de

Contabilidade Tributária; e o Professor Arnaud Silva, que também atua na área tributária, uma simpatia em pessoa. O sincero agradecimento a Rodolfo e Arnaud pelo material cedido, base para desenvolvimento deste capítulo, o que não me exime de responsabilidade por eventuais erros aqui cometidos.

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Medium 9788521634287

CAPÍTULO 18 - Inferência na Prática

David S. Moore, William I. Notz, Michael A. Fligner Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U LO

18

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Inferência na Prática

Neste capítulo abordamos...

18.1 Condições para inferência na prática

18.2 Cuidados com os intervalos de confiança

18.3 Cuidados com os testes de significância

A

té agora, foram apresentados somente dois procedimentos de inferência estatística.

Ambos dizem respeito à inferência sobre a média  de uma população, quando as “condições simples” são verdadeiras: os dados são uma AAS, a população tem distribuição Normal e conhecemos o desvio-padrão  da população. Sob estas condições, um intervalo de confiança para a média  é

x

18.4 Planejamento de estudos: tamanho amostral para intervalos de confiança

18.5 Planejamento de estudos: o poder de um teste estatístico*

z*

n

Para testar uma hipótese H0:  = m0, usamos a estatística z de uma amostra: z

x

0

n

Chamamos esses dois de procedimentos z porque ambos começam com a estatística z de uma amostra e usam a distribuição Normal padrão.

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Medium 9788547233129

3.5 Os segmentos do ambiente geral

Nelson Ludovico Editora Saraiva PDF Criptografado

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS

ºº Que valores serão importantes? Quais valores de hoje precisam ser mudados? Ou mantidos?

ºº O que isto irá significar para as pessoas? Como isto mudará a vida desses que eu deverei convencer?

ºº O que vai significar para mim? Quais interesses pessoais estarão em jogo?

3.5 Os segmentos do ambiente geral

O ambiente geral se forma por segmentos que são externos à organização

(Figura 3.1). Embora o impacto possa variar, esses segmentos afetam as indústrias e as organizações que dela fazem parte. O entendimento do potencial de ruptura, do grau de atratividade de mercados faz gerar hipóteses sobre o potencial futuro reconhecendo-se mudanças, tendências, oportunidades e ameaças.5 As oportunidades e as ameaças deverão ser avaliadas junto às competências centrais da organização, a ser analisada no Capítulo 4.

3.5.1 Segmento demográfico

Refere-se ao tamanho da população de uma sociedade, estrutura etária, distribuição geográfica, etnias e outros aspectos demográficos. Os negócios afetados pelo segmento demográfico têm na população que consome o seu ponto de atenção. A indústria de alimentos, higiene pessoal, habitação precisam entender o impacto desse segmento em suas atividades para avaliar o futuro.

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