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Medium 9788597014358

21 - Programação Não Linear: Visão Geral, Modelagem e Solução Computacional

Emerson C. Colin Grupo Gen PDF Criptografado

21

Programação Não Linear: Visão Geral,

Modelagem e Solução Computacional

U

ma pequena introdução à otimização de funções não lineares com métodos clássicos de Cálculo já oferece uma noção da complexidade associada aos problemas de programação não linear.

A introdução é importante porque muitas das ideias usadas na programação não linear têm sua origem no Cálculo ou em transformações simples de ideias dele.

Em termos práticos, como comentado anteriormente, o Cálculo (da forma normalmente aprendida em cursos superiores) é pouco utilizado na solução de problemas relacionados à gestão de empresas.

Por exemplo, embora seja difícil avaliar se um ponto não diferenciável é de máximo ou mínimo, muitas técnicas de programação não linear fazem isso com relativa facilidade. Nesse sentido, a programação não linear se aproxima mais dos nossos interesses, uma vez que muitos problemas importantes são não contínuos e/ou não diferenciáveis.

Este capítulo apresenta uma introdução mais “prática” do assunto, em que são apresentados vários exemplos que instruem o leitor sobre como problemas podem ser resolvidos no computador.

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Medium 9788584291588

Capítulo 3. Recomendação pedagica a partir dos aspectos afetivos

Patricia Alejandra Behar Grupo A PDF Criptografado

3

RECOMENDAÇÃO PEDAGÓGICA

A PARTIR DOS

ASPECTOS AFETIVOS

Magalí Teresinha Longhi | Patricia Alejandra Behar

Ana Carolina Ribeiro Ribeiro | Caroline Bohrer do Amaral

Fátima Weber Rosas | Leticia Rocha Machado

Este capítulo tem por objetivo abordar a recomendação pedagógica

(RecPed) a partir de aspectos afetivos, mais precisamente os relacionados com os traços de personalidade e estados de ânimo que podem ser reconhecidos em um ambiente virtual de aprendizagem (AVA). A inferência desses aspectos nos processos de ensino e de aprendizagem gera possibilidades para representar o perfil afetivo do sujeito da educação a distância (EAD).1

As ferramentas de comunicação disseminadas na internet podem promover novas linguagens e formas de convivência social. Na educação, tanto na modalidade presencial quanto a distância, os AVAs integram recursos de comunicação síncrona e assíncrona que propiciam as interações sociais. Nesse processo, vários aspectos pessoais estão implicados, entre eles o afetivo.2

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Medium 9788597014969

3 - Fase 1 da metodologia: Análise do mercado atual e futuro

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

3

Análise do mercado de trabalho

Evoluções

Visão

O que você quer ser

O que o mercado oferece

Cenários

Coisas boas

Coisas ruins

Valores

Suas sustentações

Você está aqui

Cap. 3

Próximo passo

O que você quer ser?

Qual é “a sua”?

O que o mercado quer?

Cap. 8

Como você está indo?

Chegou lá?

Cap. 7

Tem ética para tal?

Cap. 4

Qual a sua vocação?

E sua capacitação?

Em que quer atuar?

Cap. 5

Qual o seu diferencial?

Cap. 6

Quais resultados quer alcançar?

Como alcançá-los?

reboucas.indb 90

19/01/2018 11:05:28

Capítulo

3

Fase 1 da metodologia: Análise do mercado atual e futuro

“O maior erro é a pressa antes do tempo, e a lentidão ante a oportunidade.”

Provérbio árabe

reboucas.indb 91

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Neste capítulo, são apresentados os detalhes a respeito da Fase 1 da metodologia apresentada na seção 2.1, correspondendo à análise do mercado atual e futuro, quanto às possíveis profissões a serem analisadas pelo leitor.

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Medium 9788580554311

11.2 Retorno esperado, variância e covariância

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Retorno e Risco

363

11.2 Retorno esperado, variância e covariância

Retorno esperado e variância

Suponhamos que analistas financeiros acreditem que haja quatro estados da economia com probabilidades iguais, sendo eles: estados de depressão, de recessão, de normalidade e de expansão. É esperado que os retornos da Companhia Supertech acompanhem a economia, enquanto os retornos da Companhia Slowpoke não o façam. As previsões de retorno são as seguintes:

Retornos da Supertech

RAt

Retornos da Slowpoke

RBt

Depressão

220%

Recessão

10

20

5%

Normalidade

30

212

Expansão

50

9

A variância pode ser calculada em quatro etapas. Para calcular o desvio padrão, mais uma etapa deve ser feita. (Os cálculos são apresentados no Quadro 11.1.) As etapas são as seguintes:

1. Calcule o retorno esperado:

2. Para cada empresa, calcule o desvio de cada retorno em relação ao retorno esperado previamente conhecido. Essa etapa é representada na terceira coluna do Quadro 11.1.

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Medium 9788521625957

CAPÍTULO 7 – Plano Estratégico

Luiz Alberto Gravina Belmiro, Joaquim Francisco C. de Oliveira, Solange Coelho de Azevedo, José Norberto Lage Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Plano Estratégico

7.1  �A formulação e etapas do plano estratégico – lógica do plano estratégico

LUIZ ALBERTO GRAVINA BELMIRO

7.2  �Plano de negócios: a ferramenta do empreendedor

JOAQUIM FRANCISCO CAVALCANTE DE

OLIVEIRA

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Plano Estratégico

7.1  �A formulação e etapas do plano estratégico – lógica do plano estratégico

LUIZ ALBERTO GRAVINA BELMIRO

Pesquisa realizada pela aluna Jane Ferreira, do curso de Administração da

Universidade Estácio de Sá – campus Nova América.

A sociedade mundial vem sofrendo um processo de mudanças que, obviamente, influencia todo o planejamento de uma empresa. Neste cenário de mudanças, vê-se a transformação da economia nacional para a chamada economia mundial.

Isso vem aplicado ao conceito de ambiente das empresas, suas áreas de negócios, dimensões e extensões de mercado (sua fragmentação e sua visão de marketshare, e o equilíbrio de portfólio de produtos). Há uma tendência à internacionalização do processo produtivo e a projetos conjuntos de empresas de várias nacionalidades.

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Medium 9788536511221

7.3 Relações de trabalho

Gerry Adriano Monte, Paulo Roberto Barsano Editora Saraiva PDF Criptografado

Amplie seus conhecimentos

Teoria dos Frutos da Árvore Envenenada

A Teoria dos Frutos da Árvore Envenenada tem suas raízes em solo americano, no famoso caso Siverthorne Lumber Co. vs. United States, em 1920. Ela foi criada pela Suprema Corte dos Estados Unidos com a finalidade de coibir procedimentos fraudulentos nos processos judiciais. Conforme entendimento dessa respeitável corte, os vícios da planta são transmitidos aos seus frutos, assim como os vícios de uma determinada prova contaminam os demais meios probatórios que dela se originaram. Fazendo lembrar um conhecido preceito bíblico, “onde uma árvore envenenada jamais produzirá bons frutos”.

Tal teoria tem o condão de condenar e repudiar os frutos (provas derivadas) originados de uma árvore envenenada (prova ilícita originária), regrada por atos ilegais e inconstitucionais. Para melhor compreensão dessa teoria, consideremos o seguinte caso hipotético:

Uma patrulha de policiais em ronda numa favela, ao se deparar com um suspeito traficante, aborda-o e o detém até um lugar ermo, escondido e longe de testemunhas. E, na insistência de encontrar drogas, começam de forma covarde a torturá-lo na esperança de encontrar tal prova do crime. E, após várias formas de terríveis práticas de tortura, conseguem desprender a confissão do local exato do produto ilegal

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Medium 9788597010824

8 - ANÁLISE DOS CUSTOS INDIRETOS

Joel José Santos Grupo Gen PDF Criptografado

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Análise dos Custos Indiretos

Toda metodologia desenvolvida e defendida até aqui dá conta de que os custos ou estão relacionados com a receita bruta de vendas ou estão relacionados com a capacidade instalada.

Quando os custos estão relacionados com a receita de vendas, são denominados de “custo marginal (CM)” e, quando os mesmos relacionam-se ao tamanho da estrutura, são chamados de “custos estruturais fixos (CEF)”.

Podem existir dentro da empresa determinados custos que, se forem de valores relevantes, deverão sofrer processo de análise para a separação de seus componentes fixos e variáveis (marginais) do custo indireto correspondente, cujas definições e metodologia vão ser descritas a seguir.

8.1 Várias definições de custos indiretos

“Os custos indiretos de produção (CIPs) são aqueles que não se identificam com pedidos especiais ou com unidades produzidas.”

“Os custos indiretos de produção são custos comuns com mão de obra e materiais necessários para a produção, porém de forma indireta, não sendo conveniente e claramente identificados com unidades, serviços, processos ou produtos específicos.”

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Medium 9788577806164

Acumen Fund

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

Reações dos CEOs ao Conceito e ao Livro

Acumen Fund

A Acumen Fund tem grande respeito pelo empenho do Dr. Prahalad em servir as pessoas da BP com abordagens baseadas no mercado. De fato, o trabalho que empreendemos para levar serviços de qualidade e preço acessível à população de baixa renda do mundo em desenvolvimento resultou na geração de mais de 33 mil postos de trabalho e permitiu que dezenas de milhões de pessoas tivessem acesso

à água potável, assistência médica, habitação e energia elétrica de que tanto necessitavam para melhorar seu padrão de vida. Concordamos com o Dr. Prahalad em que a dignidade começa com o direito de escolha e que o mundo só mudará quando realmente começarmos a ver as pessoas de baixa renda como participantes plenos de suas economias e comunidades locais, como produtores e consumidores, e não como meros recebedores passivos de atos de caridade. Não vejo a hora de ler a versão atualizada desta obra tão importante.

Jacqueline Novogratz

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Medium 9788577806119

8. AS ALIANÇAS ESTRATÉGICAS

David Simchi-Levi, Philip Kaminsky, Edith Simchi-Levi Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

As Alianças Estratégicas

Como a Kimberly-Clark conserva o cliente Costco

Certa manhã, uma das lojas Costco em Los Angeles viu seus estoques de fraldas Huggies tamanho

P e M diminuírem. Era o sinal de uma crise.

Então, o que os gerentes da Costco fizeram?

Nada. Eles não precisaram tomar uma atitude, graças a um plano conjunto com a Kimberly-Clark Corp., o fabricante daquela marca de fraldas.

Com este acordo, a responsabilidade pelo reabastecimento dos estoques cai sobre o fabricante, não sobre a Costco. Em troca, o grande varejista compartilha informações detalhadas sobre as vendas de cada uma de suas lojas. Assim, antes de os bebês de Los Angeles perceberem o que estava acontecendo, a escassez de fraldas foi revertida por um analista de dados da Kimberly-Clark, que trabalhava em um computador, há centenas de quilômetros dali, em Neenah, Wisconsin.

“Na época em que eles próprios preparavam seus pedidos, eles não entendiam direito como funcionavam as coisas”, disse o analista de dados da Kimberly-Clark, Michael Fafnis. Hoje, um link com a Costco permite ao Sr. Fafnis tomar decisões rápidas sobre os locais para onde as fraldas Huggies ou outros produtos da empresa precisam ser enviados.

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Medium 9788522483129

2 Gerência de Vendas

Alexandre Luzzi Las Casas Grupo Gen PDF Criptografado

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Gerência de Vendas

O departamento de vendas de uma empresa depende geralmente do trabalho de uma pessoa: o gerente de vendas. É ele o responsável pelo desempenho da equipe e pelos resultados alcançados. Como administrador, deverá conduzir seus subordinados ao caminho da obtenção dos objetivos perseguidos pela empresa, pois administração é “a arte de executar serviços por intermédio de pessoas”.1

Entretanto, a execução de serviços por intermédio de outras pessoas não é tarefa das mais fáceis, advindo daí a necessidade de cooperação dos indivíduos, pois sem ela dificilmente algum trabalho será realizado. Clarence Francis, da General

Foods, afirmou certa vez: “Pode-se comprar o tempo de um homem. Pode-se pagar a alguém para comparecer a determinado lugar. Pode-se, inclusive, obter dele, por dinheiro, determinada quantidade de movimentos musculares especiais por hora ou por dia. Porém, não se pode comprar entusiasmo, iniciativa ou lealdade; nem dedicação que envolva coração, inteligência e espírito. Isso precisa ser conseguido por merecimento!”2

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Medium 9788536531601

13.5 Levantamentos para elaboração de um plano de negócios

Sanmya Feitosa Tajra Editora Saraiva PDF Criptografado

�� BNDES é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, que promove várias linhas de financiamento para as áreas de Agropecuária, Comércio, Serviços e Turismo, Cultura, Desenvolvimento

Social e Urbano, Esporte, Exportação e Inserção Internacional, Indústria, Infraestrutura, Inovação, Meio

Ambiente e Mercado de Capitais. Para obter os recursos do BNDES, é necessário localizar bancos que trabalham em parceria ou fornecedores credenciados.

No BNDES, existe uma linha de financiamento de longo prazo específica para a compra de equipamentos e máquinas com baixas taxas de juros, o Finame.

�� Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal (CEF): os dois bancospossuem uma linha de crédito chamada Programas de Geração de Emprego e Renda (Proger) oriunda dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), voltada para as pequenas e médias empresas, seja para compra de equipamentos, seja para capital de giro.

É importante lembrar que, sempre que for buscar recursos externos, é recomendável que tenha sido feito um estudo de viabilidade econômica do negócio, visando evitar problemas futuros. Para conhecer melhor cada uma das linhas de créditos citadas, suas possibilidades, juros, formas de pagamentos e carência, recomenda-se uma visita aos respectivos locais e conversar bastante com os gerentes.

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Medium 9788597017236

10 - Rendimentos de Participações Societárias

ANDRADE FILHO, Edmar Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

10

10.1

RENDIMENTOS DE

PARTICIPAÇÕES

SOCIETÁRIAS

LUCROS DISTRIBUÍDOS E RECEBIDOS

O tratamento fiscal, sob a perspectiva do beneficiário, dos lucros e dividendos distribuídos ou capitalizados, é dado pelos arts. 379 e 383 do RIR/99. De acordo com art. 379 do RIR/99, os lucros e dividendos recebidos de outra pessoa jurídica, quando puderem ser contabilizados no resultado do período, serão excluídos do lucro líquido para efeito de determinar o lucro real, desde que tenham sido sujeitos à tributação nas firmas ou sociedades que os distribuíram. Esse regime não é aplicável ao valor dos lucros ou dos dividendos que forem recebidos após a data da alienação ou liquidação de investimento avaliado pelo valor de patrimônio líquido, quando tais lucros não tenham sido computados na determinação do ganho ou perda de capital.

Esse mandamento, da não tributação de lucros e dividendos recebidos por pessoa jurídica, existe desde o advento do Decreto no 5.844, de 1943. A partir de 1o de janeiro de

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Medium 9789724081557

Capítulo 5 Ciência, valores e política: como os economistas têm vindo a pensar a Economia em Portugal

Vitor Neves, José Reis Editora Almedina PDF Criptografado

Capítulo 5

Ciência, valores e política: como os economistas têm vindo a pensar a Economia em Portugal*

Vítor Neves

A questão, ou complexo de questões, de até que ponto o conhecimento “objetivo”, livre de pressupostos éticos ou políticos “subjetivos”, enviesamentos ideológicos, ou “juízos de valor”, do mundo social e económico é possível, pode parecer um daqueles velhos temas filosóficos perenes que nunca parecem alcançar, ou serem suscetíveis de alcançar, algo como uma resolução ou solução acordada. No entanto, mesmo os temas filosóficos perenes talvez devessem ser virados do avesso de vez em quando.1

T. W. Hutchison (1964)

Este texto só foi possível graças à disponibilidade e amabilidade das e dos colegas que, presencialmente ou por escrito, aceitaram dar o seu testemunho para este trabalho, nomeadamente Alfredo Marvão Pereira (AMP), António Afonso (AA), Carlos Pimenta (CP), Isabel

Horta Correia (IHC), João César das Neves (JCN), João Santos Silva (JSS), José Luís Cardoso

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Medium 9788597010527

10 - Demonstrações Financeiras

Masakazu Hoji Grupo Gen PDF Criptografado

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Demonstrações

Financeiras

10.1 Demonstrações financeiras, segundo as Leis nos 11.638/07 e

11.941/09

A Lei no 11.638, de 28-12-2007, alterou artigos da Lei no 6.404/76, conhecida como Lei das Sociedades por Ações, principalmente, com o objetivo de harmonizar as normas contábeis brasileiras aos padrões das normas internacionais de contabilidade, conhecidas como IFRS (International Financial Reporting Standards). Posteriormente, em 27 de maio de 2009, foi promulgada a Lei no 11.941, que também alterou artigos da Lei no 6.404/76.

De acordo com o artigo 176 da Lei no 6.404/76, é obrigatória a publicação pelas companhias, ao final de cada exercício social com duração de um ano, das seguintes demonstrações financeiras:

a) balanço patrimonial; b) demonstração do resultado do exercício; c) demonstração de lucros ou prejuízos acumulados ou demonstração das mutações do patrimônio líquido; d) demonstração dos fluxos de caixa; e) se companhia aberta, demonstração do valor adicionado.

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Medium 9788597021929

23 Participação nos Lucros ou Resultados – PLR

Aristeu de Oliveira Grupo Gen ePub Criptografado

no CNPJ sob o no ____________________, inaugurando uma nova postura de valorização de seus empreendimentos e colaboradores, entende que um programa de participação nos resultados é a forma de a empresa demonstrar o reconhecimento pelo êxito da parceria com seus empregados. Resolve, por isso, atender e implementar o preceito Constitucional, como vemos a seguir:

“Art. 7o São direitos dos empregados urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

. . .

XI – participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração, e, excepcionalmente, participação em sua gestão conforme definido em lei.’’

A definição, em lei, de participação nos lucros ou resultados tem sido expressa pela Lei no 10.101, de 19-12-2000 (DOU de 20-12-2000).

na formulação da PLR toma como meta o resultado global da empresa, expresso em número de lucratividade e receita.

Metas: qualidade, produtividade, assiduidade, redução dos custos para tornar a empresa mais competitiva etc.

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