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Medium 9788522481675

1 Introdução à Gestão de Custos

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen PDF Criptografado

1

Introdução à Gestão de Custos

“Pois, quem de vós, querendo construir uma torre, não começa por sentar-se para calcular a despesa e ver se possui com que acabar?”

Lucas, 14,28

1.1  Objetivos do capítulo

A expressão custos pode assumir diferentes conotações a depender do contexto em que é empregada. Se, por exemplo, um consumidor afirmar que a compra de uma nova camisa lhe custou $ 20,00, poucas dúvidas surgirão. A compreensão de sua afirmação é imediata. No caso, porém, de a pergunta ser sobre quais foram os custos da camisa para a empresa fabricante, diferentes interpretações e diferentes respostas poderiam ser obtidas.

O fabricante da camisa poderia pensar em diferentes conceitos acerca dos custos da roupa comercializada, como os custos contábeis, os custos de oportunidade, os custos financeiros, os custos plenos ou integrais e muitos outros. Diversos podem ser os conceitos associados ao processo de formação e análise dos custos.

De modo geral, custos podem ser definidos como medidas monetárias dos sacrifícios com os quais uma organização tem que arcar a fim de atingir seus objetivos. Contabilmente ou sob a óptica da gestão, essa afirmação pode ser interpretada de diferentes modos.

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Medium 9788597017274

Capítulo 3 - O Modelo Clássico ou a Macroeconomia antes de Keynes

LOPES, Luiz Martins et al. Grupo Gen PDF Criptografado

O MODELO CLÁSSICO

OU A MACROECONOMIA

ANTES DE KEYNES

3

Rudinei Toneto Jr.

INTRODUÇÃO

Uma vez apresentados os principais conceitos, dentre outros aspectos introdutórios, este e os próximos capítulos têm como objetivo estudar os principais modelos macroeconômicos consi­ derados pela Ciência Econômica. São modelos que às vezes se complementam e às vezes se con­ tradizem em termos de resultados e, principalmente, em termos de política macroeconômica. Mas são fundamentais para entender o funcionamento do sistema macroeconômico de um país.

Tentando observar uma sequência que, além de didática, respeita mais ou menos a linha do tempo em que os modelos foram concebidos, o primeiro capítulo trata da visão dos economistas clássicos sobre a macroeconomia.1 Nos demais capítulos, apresentaremos, nesta ordem, os “mode­ los” keynesianos, o modelo de oferta e demanda agregada, as teorias de ciclos, considerações so­ bre algumas variáveis macroeconômicas (consumo, investimento e gastos públicos, entre outras) e dois dos principais modelos de crescimento econômico. O último capítulo é destinado a uma breve exposição da evolução da macroeconomia na história do pensamento econômico.

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Medium 9788547217464

Apêndice

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Apêndice

OBJETIVOS

Após ler este apêndice, você estará apto a:

1. Conhecer o que são Provisões, Ativos e Passivos Contingentes.

2. Conhecer os procedimentos necessários para a contabilização da constituição, baixa e reversão de provisões.

3. Saber o que é e para que serve o Regime Tributário de

Transição.

4. Saber o que é e como contabilizar Ativos e Passivos Fiscais

Diferidos.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 487

24/02/2017 11:17:42

A.1 Provisões, Ativos e Passivos Contingentes

A.1.1 Introdução

A NBC TG 25 (Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes), fundamentada no CPC 25 convergente com as Normas Internacionais de Contabilidade

IFRS, define o termo “provisão” como passivo de prazo ou valor incertos.

No Brasil, esse termo foi amplamente empregado na intitulação de várias Contas

Redutoras do Ativo (Provisões Ativas) e de contas representativas de algumas obrigações tidas como líquidas e certas e também com valores e prazo incertos (Provisões Passivas).

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Medium 9788597019384

21 - Compliance

IMONIANA, Joshua Onome Grupo Gen PDF Criptografado

Compliance

21

21.1  Conceitos de compliance

Compliance, termo utilizado neste capítulo alternadamente com a palavra “conformidade”, é o cumprimento de regras e orientação no ambiente atual; em outras palavras, é a garantia de adesão a leis e regulamentos. Na mesma linha, o contexto socioeconômico do descumprimento é analisado na fronteira com fraudes corporativas, que ameaça a salvaguarda de ativos de acordo com a cultura e as políticas de organizações.

Compliance é a nova roupagem da atividade que colabora para a solução de problemas antigos de delineamento de limite de responsabilidade funcional e o cumprimento de normas. Ou seja, encapsulada numa concepção nova em ambiente organizacional devido às transformações nos ambientes organizacionais.

Isso porque, desde a década de 1970, as empresas, preocupadas com conformidade interna, implementaram a função de O&M (organização e métodos). O objetivo era gerar as normas internas, montando estrutura funcional dos cargos, seus relacionamentos e linhas de reporte, disponibilizando assim guias por meio de pastas para orientar job descriptions, propiciar segregação das funções incompatíveis e, principalmente, atender anseios dos auditores. Tudo isso era mapeado com fluxogramas e, na forma de divulgação e melhor conscientização dos funcionários, era postado nos quadros de avisos.

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Medium 9788522492480

7. Sugestões para o estabelecimento e implementação das estratégias e das vantagens competitivas nas empresas

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

7

Sugestões para o estabelecimento e implementação das estratégias e das vantagens competitivas nas empresas

“Quem não tem nenhuma missão na vida é a mais pobre das pessoas.”

Albert Schweitzer

7.1 Introdução

Neste capítulo final do livro são apresentadas as principais sugestões que você deve considerar para a adequada formulação da estratégia empresarial e da vantagem competitiva.

Como ao longo de todo o livro foram apresentadas várias sugestões para os diversos aspectos abordados em cada capítulo, procurou-se, neste momento, o reforço de algumas precauções, agrupadas em três momentos: antes, durante e após o estabelecimento das estratégias empresariais e das vantagens competitivas.

A vantagem dessa estruturação é que permite cruzar com os vários assuntos abordados nos diversos capítulos, facilitando a elaboração de possível plano de trabalho por parte dos executivos das empresas.

A sequência das sugestões apresentadas em cada um dos três momentos abordados não representa qualquer ordem de importância, e o nível de detalhamento das sugestões refere-se, única e exclusivamente, à maior ou menor necessidade de complementação ao que foi anteriormente evidenciado nos outros capítulos do livro.

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Medium 9788522480852

Parte I — 1 Conceito de informação e sua qualidade

FOINA, Paulo Rogerio Grupo Gen PDF Criptografado

Conceito de informação e sua qualidade

1

As empresas relacionam-se entre si e com o mundo externo por meio de trocas de informações, insumos e produtos em geral.

Assim, podemos perceber a importância da informação para uma operação bem-sucedida nas empresas (esse assunto será detalhado nos capítulos mais adiante). Num mundo globalizado e altamente informatizado, a informação é um dos produtos mais valiosos para a gestão da empresa. A informação certa, no formato adequado e na hora certa pode mostrar oportunidades de negócios (ou amea­

ças) que levam os executivos a tomar decisões importantes para o sucesso do negócio.

Mas o que vem a ser informação?

De maneira bastante livre, podemos definir informação como um valor, ou dado, que possa ser útil para alguma aplicação ou pessoa. Nessa singela definição, que reflete o senso comum sobre o assunto, podemos divisar dois conceitos inter-relacionados de grande importância para a completa definição de informação: dado e utilidade.

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Medium 9788547208158

4 .1 4 SESSÕES DE APROVAÇÃO

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

Todas as referências internas estão cruzadas corretamente com outros requisitos?

Todos os requisitos estão escritos com detalhes consistentes e apropriados?

Os requisitos fornecem base adequada para o projeto?

A prioridade de implementação para cada requisito está incluída?

Todas as interfaces de hardware, software e comunicação externa estão definidas?

Os algoritmos intrínsecos aos requisitos funcionais foram definidos?

Os comportamentos esperados para todas as condições de erro foram antecipadamente documentados?

Uma lista de verificação é o que diferencia a inspeção da revisão por pares. Esta depende do conhecimento dos colaboradores, enquanto aquela utiliza uma lista de verificação dos defeitos conhecidos para o produto inspecionado. Inspeções também seguem um processo mais rigoroso do que as revisões por pares e usam uma série de regras para monitorar sua execução.

4 .1 4 SE SS Õ ES D E APR O VAÇÃO

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Medium 9788547208189

3.3 GERENCIAMENTO DE MUDANÇA S E G O P

PMI - Project Management Institute Editora Saraiva PDF Criptografado

3.3 G E R E NCI AMENTO D E MU D ANÇA S E GOP

O Capítulo 2 tratou do contexto do gerenciamento da mudança e o descreveu com uma abordagem abrangente, cíclica e estruturada para fazer a transição de pessoas, grupos e organizações do estado atual para o estado futuro, e obter os benefícios de negócios planejados. O gerenciamento de mudanças ajuda as organizações a integrar e alinhar pessoas, processos, estruturas, cultura e estratégia.

No contexto do GOP, ajuda as organizações a conduzirem sua estratégia com sucesso por meio dos elementos do GOP referentes ao gerenciamento de portfó­ lios, programas e projetos.

O estudo PMI’s pulse of the profession in depth report: driving success in challenging times10 indica que a taxa de falhas para projetos continua aumentando. A pesquisa

Best industry outcomes11 mostra que menos de 20% das organizações têm recursos de gerenciamento de mudanças. E, mesmo assim, não necessariamente os utili­ zam de forma eficaz. A pesquisa identificou uma correlação direta entre a subutilização do gerenciamento de mudanças e o aumento do fracasso do projeto.

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Medium 9788547210250

17.6 Contribuição social sobre o lucro

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

17.6 Contribuição social sobre o lucro

17.6.1 Definição e base de cálculo

Contribuição social sobre o lucro é tributo de competência federal que incide sobre o lucro considerado tributável pela legislação do imposto de renda, como a seguir demonstrado:

LUCRO TRIBUTÁVEL

Lucro ou Prejuízo Contábil

(+) Adições

Despesas Não Dedutíveis

$

Outras

$

(–) Exclusões

Receitas Não Tributadas

($)

Outras

($)

(–) Compensações

Base de Cálculo Negativa

($)

$ ($)

Base de cálculo para a contribuição social sobre o lucro

$ ($)

$

($)

ESCRITURAÇÃO

a) nos casos em que o período de apuração do tributo é mensal ou trimestral:

1. da obrigação de futuro recolhimento:

D

Contribuição Social sobre o Lucro a Compensar

C

Contribuição Social sobre o Lucro a Recolher

$

$

Contribuição social sobre o lucro do mês ... .

2. do recolhimento:

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Medium 9788597021226

Consciência ética

Antônio Lopes de Sá Grupo Gen ePub Criptografado

Sobre a consciência muitos pontos de vista, muitos aspectos conceituais, constituíram a opinião de um expressivo número de filósofos,1 cientistas2 e religiosos.3

Filosófica e modernamente, a expressão não tem o mesmo sentido comum, nem religioso.

No campo da Ética, a consciência possui um aspecto peculiar de observação que vai desde seu conceito até os ângulos de seus conflitos com as práticas sociais.

Os conceitos são evolutivos e possuem o sabor de onde são aplicados, ou seja, existem os vulgares, os tecnológicos, os científicos, os filosóficos etc.

Para a filosofia, em nossos dias, a consciência resulta da relação íntima do homem consigo mesmo, ou seja, é fruto da conexão entre as capacidades do “ego” (eu) e aquelas das energias espirituais, responsáveis pela nossa vida.

Reside, pois, no interior de nós mesmos, um elo cujos limites não estão demarcados no campo da ciência e que liga o que de mais íntimo possuímos com o que de mais exterior de nós se relaciona com o mundo ambiental; para a filosofia, simplesmente, reconhece-se que dessa condução resulta um estado que é o de consciência.

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Medium 9788597015102

Capítulo 19 - Plano de negócio

BARROS NETO, João Pinheiro de (org.); MANÃS, Antonio Vico; KUZAQUI, Edmir; LISBOA, Teresinha Covas Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

19

CAPÍTULO

Plano de negócio

João Pinheiro de Barros Neto

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM yy Explicar o que é um Plano de Negócio. yy Ressaltar a importância e finalidade de um Plano de Negócio. yy Descrever a estrutura de um Plano de Negócio. yy Diferenciar Plano de Negócio de Modelo de Negócio.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

Jonildo, Lindonilda, Aiyra e Edymurffy Maiquel estão muito satisfeitos com o andamento dos negócios. Até já desistiram de fazer a primeira viagem internacional por absoluta falta de tempo, porque o trabalho no

Restaurante Bastos lhes toma todo o tempo disponível.

Agora que eles já têm certa experiência como empreendedores e conhecem as ferramentas básicas de planejamento, estão realmente animados para expandir os negócios, pois acreditam que estão perdendo dinheiro por não conseguir atender a demanda de seus clientes potenciais.

Vem muita gente de fora da cidade, comem no restaurante uma vez e ficam satisfeitíssimos, mas como moram longe não voltam, mas sempre perguntam ou dizem coisas mais ou menos assim: ah, se eu pudesse comer todos os dias um prato especialmente desenhado para mim... Quando é que vão abrir um restaurante desses em minha cidade? Vocês não entregam em outros municípios?

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Medium 9788597022230

8 Gestáo de risco

João José FORNI Grupo Gen ePub Criptografado

Numa definição simplista, muitas pessoas conceituam crise como problema. Alguns especialistas chegam a isolar uma categoria que não é crise nem problema, mas um incômodo. Entretanto, problemas, como vimos num conceito mais elástico, não necessariamente se transformam em crises. Na literatura internacional de gestão de crises, os especialistas segregam bem issues de crises. Issues são problemas que podem dar crises.

Por isso, se desenvolveu uma competência, paralela à gestão de crises – issues management (administração de problemas) –, função estratégica usada para reduzir as tensões e incrementar a harmonia entre a organização e seus públicos. O objetivo é o mesmo perseguido na gestão de crises: prevenir acontecimentos negativos que representem ameaça à marca, à reputação.

Gestão dos problemas potenciais e gestão de crises têm uma relação muito próxima. Um problema (issue) pode criar uma crise e uma crise pode criar um grande problema para a organização. Mas não significam a mesma coisa. Exemplo de problema (issue) que pode dar crise: o possível banimento de um produto químico utilizado como matéria-prima pela indústria. Se a proibição do produto for mantida, pode interromper a produção e se tornar, aí sim, uma crise para a empresa. Portanto, uma administração efetiva desse problema (issue) pode prevenir a ocorrência da crise.

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Medium 9788582605233

Capítulo 1. Sua organização apresenta alto desempenho?

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Don Carew, Fay Kandarian, Eunice Parisi-Carew, Jesse Stoner e Ken Blanchard

Os bons atiradores dizem que, se quiser acertar no alvo, você deve sempre mirar a mosca. Isso porque, se não acertar na mosca, mesmo assim estará atingindo o alvo. Mas se mirar no alvo e errar, não chegará a lugar algum. Don Shula, coautor de Everyone’s a Coach1[NT] junto com Ken Blanchard, sempre dizia para seu time de futebol americano, o Miami Dolphins, que a meta era ganhar todos os jogos. Isso era possível? Claro que não, mas se não tentar atingir a excelência, você nunca terá a chance de alcançá-la. Deve ser por isso que os times de Don Shula ganharam mais partidas de futebol americano que qualquer outro na história da NFL, e também por que seu time, o Dolphins de 1972, permanece como o único invicto em uma temporada inteira, incluindo o Super Bowl. Portanto, o alvo que você tenta atingir está muito relacionado ao seu desempenho.

Wall Street e a pressão do mundo dos negócios de hoje fazem muitas pessoas pensar que o único alvo que conta é o sucesso financeiro. No entanto, poucos empresários gostariam que seu epitáfio incluísse os resultados financeiros da empresa – o preço das ações ou sua margem de lucro. É mais provável que desejem ser lembrados pela sua contribuição para a criação de uma organização de alto desempenho.

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Medium 9788597022933

9. Incertezas Tributárias: Paradoxos do Provisionamento e as Repercussões da ICPC

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Lidar com incertezas aproxima o Direito e a Contabilidade. Se o Direito referencia a pacificação dos conflitos sociais, a Contabilidade menciona as alocações de fenômenos econômicos a períodos passados e futuros, assim como mensurações que muitas vezes exigem estimativas de valores futuros.1 No campo das incertezas, pode-se dizer, o dilema jurídico está em como entregar segurança jurídica, e o dilema contábil está em como entregar informação útil e relevante.

Esses permanentes dilemas das duas ciências são agravados quando se encontram, na encruzilhada das incertezas, de um lado, um sistema jurídico-tributário produtor e reprodutor de conflitos e, de outro, normas contábeis que infletem sobre esse estado de coisas. Muitos tributos, legislação complexa, alterações frequentes de normas e de interpretações, multas elevadas e ausência de mecanismos de composição mais céleres de disputas caracterizam no Brasil um excesso de dúvidas em torno do tratamento da matéria tributária. A incidência sobre essa realidade da norma contábil – de linguagem cada vez mais universalizada a partir da propagação dos padrões contábeis internacionais, o “padrão IAS/IFRS”,2 adotado no Brasil desde a Lei nº 11.638/2007, pode tornar-se, ela própria, fator de incertezas.

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Medium 9788547208301

Referências

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 1  Enfoques teóricos

Referências

ARGENTI, J. Stakeholders: the case against. Long Range Planning, Great Britain, v. 30, n. 3, 1997.

ARROW, K. J. Social responsability and economic efficiency. Public Policy, 1973.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR ISO 26000. Diretrizes de responsabilidade social. Rio de Janeiro, 2012.

AXELROD, R. The evolution of co-operation. New York: Penguin Books, 1984.

BERLE, A. A.; MEANS, G. C. A moderna sociedade anônima e a propriedade privada. São

Paulo: Abril Cultural, 1984.

BOWIE, N. E. A kantian theory of capitalism. Business Ethics Quartely: the Ruffin series # 1, p. 37-60, 1998.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, 1988.

Disponível em: .

______. Lei n. 6.404, de 15 de dezembro de 1976. Dispõe sobre as Sociedades por Ações.

Brasília, 1976. Disponível em: .

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