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Medium 9788565837866

Capítulo 28

Rogério Garcia Bañolas Grupo A PDF Criptografado

M U DA N Ç A

81

28

Miguel Ascorbi saiu chateado da reunião.

Considerava esses encontros maçantes, mas estava decidido a participar deles assim mesmo. Achava que já haviam percebido o quanto sabia sobre produção. São conhecimentos que ele havia adquirido com sacrifício ao longo dos anos e utilizado para o resultado da fábrica.

Por isso mesmo, Miguel não achava justo ceder gratuitamente sua expertise aos outros. Contudo, fora obrigado a explicar o efeito combinado das flutuações estatísticas e da dependência dos recursos.

Informação e conhecimento são poder: preferia falar com Jorge sobre esses assuntos mais complexos, pois achava que o grupo não entenderia. Aliás, achava ainda que o grupo nada havia entendido do que ele dissera. Exceto Ricardo, que dera um exemplo, com sua simplória lógica do trânsito. Embora, de forma simplificada, fazia sentido o que ele dissera sobre a variação de velocidade do carro mais lento.

Seria possível atingir um aumento de produtividade de 40%, ou Ricardo estava sendo político? Miguel duvidava que ele tivesse competência para isso. Agora, contudo, Miguel não poderia ir até Jorge dizer que a meta poderia ser de 40%, sob o risco de o chefe pensar que ele não conhecia os números e a realidade da produção.

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Medium 9788521630463

PARTE II – 10 - DELINEAMENTO CORRELACIONAL: DEFINIÇÕES E APLICAÇÕES

Makilim Nunes Baptista, Dinael Corrêa de Campos Grupo Gen PDF Criptografado

10

C apítulo

Delineamento correlacional: definições e aplicações

FABIÁN JAVIER MARÍN RUEDA E CRISTIAN ZANON

Delineamento diz respeito ao planejamento prévio das etapas de realização de um processo. No caso de uma pesquisa, o delineamento deve considerar o(s) objetivo(s) pretendido(s) e traçar um plano metodológico com o objetivo de verificá-lo(s). De forma geral, há dois grandes padrões de pesquisa (descritivo e experimental), que, por sua vez, podem ser subdivididos em dois tipos de delineamento. No caso da pesquisa descritiva, tem-se os delineamentos de levantamento e correlacional, enquanto a pesquisa experimental inclui os delineamentos experimental e quase experimental. A grande diferença entre a pesquisa descritiva e a experimental é que a primeira não procura nexo causal, enquanto o segundo tipo tem o interesse em procurar relação causa-efeito.

No caso do delineamento correlacional, objeto deste capítulo, é importante destacar que é provavelmente o mais utilizado não só na Psicologia, mas nas Ciências Sociais de forma geral. Pesquisadores utilizam esse tipo de delineamento ao trabalhar com diversos construtos e áreas de interesse na Psicologia, considerando que um de seus objetivos é avaliar relações entre variáveis e o grau de associação entre determinados construtos. Por exemplo: qual a relação entre o desempenho em uma prova de atenção e a idade das pessoas? Qual a associação entre o desempenho em um teste de inteligência e um teste de memória?

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Medium 9788530945824

CAPÍTULO IV - PRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO

Alexandre Santos de Aragão Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO IV

PRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO

Sumário: IV.1 – Introdução – IV.2 – Conceito de princípio jurídico – IV.3 – Classificação dos princípios do direito administrativo – IV.4 – Princípio da juridicidade: IV.4.1 – Princípio da legalidade – IV.5 – Princípio da Proporcionalidade ou razoabilidade – IV.6 – Princípio da segurança jurídica: proteção da confiança legítima e proibição de comportamento administrativo contraditório – IV.7 – Princípio da boa-fé objetiva da administração pública – IV.8 – Princípio da impessoalidade – IV.9

– Princípio da moralidade administrativa – IV.10 – Princípio da eficiência – IV.11 – Princípio da publicidade – IV.12 – Princípio da motivação – IV.13 – Princípio da finalidade – IV.14 – Princípio da supremacia do interesse público (ou a sua superação)

– IV.15 – Princípio da indisponibilidade do interesse público

(consensualidade e arbitrabilidade no Direito Administrativo) –

IV.16 – Princípio da presunção de veracidade e de legitimidade

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Medium 9788553131723

Capítulo 15 - Crescimento e Desenvolvimento Econômico

Marco Antonio S. Vasconcellos, Manuel Enriquez Garcia Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 15

Crescimento e

Desenvolvimento

Econômico

Fundamentos-de-Economia-prova6B.indb 285

11/10/18 14:19

15.1 Crescimento e desenvolvimento

Fundamentos de Economia

286

Na quase totalidade dos livros introdutórios de Economia, o estudo da

Macroeconomia dá ênfase a questões de curto prazo ou conjunturais, relacionadas com o nível de atividade, o emprego e os preços (as chamadas políticas de estabilização).

Nos capítulos anteriores observou-se que, fundamentalmente, as políticas adotadas centralizam-se no comportamento da demanda agregada de bens e serviços, no curto prazo.

A teoria do crescimento e do desenvolvimento econômico, entretanto, discute estratégias de longo prazo, isto é, quais medidas devem ser adotadas para um crescimento econômico equilibrado e autossustentado. Nessa teoria, a oferta ou produção agregada desempenha um papel importante na trajetória de crescimento de longo prazo, o que não se observara na análise de curto prazo, pois ela era supostamente fixa.

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Medium 9788597022933

18. Alienação de Investimentos sem Perda de Controle: Visão Contábil e Impactos Tributários

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Desde 2014, com a promulgação da Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014, fruto da Medida Provisória nº 627, de 11 de novembro de 2013, a tributação corporativa brasileira experimenta uma nova realidade, em virtude da mandatória aproximação com as normas contábeis internacionais.

Ainda que a introdução das International Financial Reporting Standards (IFRS) no Brasil tenha ocorrido com a edição da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, sua efetiva aplicação pelas pessoas jurídicas somente se concretizou com o reforço trazido pelas regras tributárias inauguradas pela Lei nº 12.973/2014.

Quase cinco após a adoção de uma nova realidade fiscal e contábil no ambiente corporativo, ainda há espaço para discussão sobre suas implicações nas atividades econômicas das pessoas jurídicas, com reflexos tanto na forma como a contabilidade é exercida, como na maneira de se estruturar transações.

Ainda que dúvidas permeiem quanto à correta interpretação do novo regime tributário, com ênfase no papel atribuído à contabilidade, fato é que a introdução das IFRS no Brasil e a correspondente adequação da legislação tributária alterou significativamente a dinâmica dos negócios no País.

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Medium 9788577260287

Capítulo Treze: As Equipes e sua Formação

John W. Newstrom Grupo A PDF Criptografado

Capítulo Treze

As Equipes e sua

Formação

Acreditamos que as equipes se tornarão a principal unidade de desempenho em organizações de alto desempenho.

Jon R. Katzenbach e Douglas K. Smith1

Somente nos Estados Unidos, aproximadamente 8,4 milhões de funcionários são membros de uma ou mais equipes ou grupos virtuais.

Stacie A. Furst, Martha Reeves, Benson Rosen e Richard S. Blackburn2

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

COMPREENDER

O contexto organizacional para as equipes.

A natureza das equipes.

O ciclo de vida de uma equipe.

O trabalho em equipe e as características de equipes maduras.

A consultoria de processos as habilidades de construção de equipes.

Equipes autogerenciadas.

A organização é a grande estratégia criada para trazer ordem ao caos quando as pessoas trabalham juntas. Ela proporciona a estrutura básica que auxilia na criação de relações previsíveis entre pessoas, tecnologias, cargos e recursos. Sempre que as pessoas se reúnem em um esforço comum, a organização deve ser utilizada para a obtenção de resultados produtivos.

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Medium 9788580554311

24.5 Valor dos títulos de dívida conversíveis

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

830

Parte VI

Opções, Futuros e Finanças Corporativas

É claro que a característica de conversão pode ser combinada com outras opções anexadas a um título de dívida. Por exemplo, consideremos os títulos conversíveis da Immofinanz Group que discutimos no início deste capítulo. O motivo de a empresa ter emitido esses títulos conversíveis era recomprar duas emissões de títulos de dívida em circulação. Essas duas emissões, com vencimento em 2014 e 2017, apresentavam preços de conversão de € 14,68 e € 9,26.

A ação da Immofinanz estava sendo negociada aproximadamente a € 3,10 em março de 2011; portanto, era improvável que o preço da ação atingisse o preço de conversão de qualquer uma dessas emissões de títulos de dívida.

Infelizmente para a Immofinanz, os dois títulos de dívida também tinham uma opção de venda que permitia aos detentores exigir que a empresa recomprasse os títulos pelo valor de face no início de 2012. No entanto, as duas emissões também tinham opção de resgate antecipado, o que possibilitou que a Immofinanz recomprasse as duas emissões.

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Medium 9788553131242

17.5 ANÁLISE POR DIFERENÇAS ABSOLUTAS

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

Contabilidade Avançada

532

17.5 ` ANÁLISE POR DIFERENÇAS ABSOLUTAS

Objetivos da Análise:

Avaliar qualitativa e quantitativamente os novos recursos injetados na empresa e a forma como esses recursos foram aplicados.

Baseia-se na diferença entre os saldos no início e no fim do período, para determinar o fluxo de origens e aplicações de recursos.

CONTAS DO ATIVO

Aumentos

Diminuições

=

=

Aplicações

Origens

CONTAS DO PASSIVO

Aumentos

Diminuições

=

=

Origens

Aplicações

CONTAS DE NATUREZA

DEVEDORA

Aumentos

Diminuições

=

=

Aplicações

Origens

CONTAS DE NATUREZA

CREDORA

Aumentos

Diminuições

=

=

Origens

Aplicações

BALANÇOS PATRIMONIAIS

Variações

Componentes

31.12.20X3

AC – Ativo Circulante

ARLP – Ativo Realizável a Longo Prazo

Investimentos e Imobilizado

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Medium 9788597010824

25 - RELATÓRIO DE ANÁLISE DO DESEMPENHO DE UM NEGÓCIO

Joel José Santos Grupo Gen PDF Criptografado

25

Relatório de Análise do

Desempenho de um Negócio

25.1 Objetivo do relatório de desempenho

É um formulário que relata o desempenho de um negócio de uma atividade qualquer.

O relatório que mede o desempenho da atividade é traduzido em períodos, tais como: minuto, hora, dia, mês, trimestre, ano etc. O objetivo principal do relatório é o de subsidiar o processo de tomada de decisão por parte da gerência.

25.2 Fluxo da decisão

Normalmente, o processo de tomada de decisão baseia-se no conceito da PERA, assim desdobrado:

P = PLANEJAMENTO

E = EXECUÇÃO

R = RELATÓRIO

A = AVALIAÇÃO

O planejamento deve retratar o que deveria acontecer, como, por exemplo, o faturamento orçado em R$ 1.000,00 (10 unidades a R$ 100,00 cada uma).

A execução deve relatar o fato ocorrido. Por exemplo, o Faturamento Real foi de

R$ 900,00 (10 unidades a R$ 90,00 cada uma).

O relatório deve relatar a diferença entre o faturamento orçado e o efetivamente realizado, que no caso foi negativo em R$ 100,00.

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Medium 9788522454655

Anexo 1 - Documentos e Registros da Norma ISO 9001:2008

Carlos Henrique Pereira Mello Grupo Gen PDF Criptografado

Anexo 1

Documentos e Registros da

Norma ISO 9001:2008

Seção ou

Requisito

ISO 9001:2008

Documentos Necessários

â Não aplicável.

â Não aplicável.

â Definição das unidades de negócio.

â Tabela de indicadores da qualidade.

â Fluxogramas do processo.

â Gráficos de indicadores da qualidade.

4.2

â Não aplicável.

â Não aplicável.

4.2.1

â Não aplicável.

â Não aplicável.

4.2.2

â Manual da qualidade.

â Não aplicável.

â Procedimento de controle de documentos.

â Histórico das alterações em documentos.

â Lista mestra de controle de documentos.

â Protocolo de distribuição de documentos.

4

4.1

4.2.3

4.2.4

Book 1.indb 229

Registros

Necessários

â Procedimento de controle de registros da qualidade.

â Não aplicável.

â Tabela de controle de registros da qualidade.

5

â Não aplicável.

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Medium 9788521618775

21 - DIREITO DO CONSUMIDOR E O VAREJO

E. Merlo Grupo Gen PDF Criptografado

21

DIREITO DO CONSUMIDOR

E O VAREJO

Renata Marcheti

As relações de consumo no Brasil são reguladas pela Lei 8.078, que entrou em vigência em

11 de setembro de 1990. A referida lei é conhecida popularmente como Código de Defesa do

Consumidor, ou CDC.

O nascimento do CDC foi ´exigência´ da Constituição Federal de 1988. Nossa Lei Maior, através de seu texto, implantou uma Política Nacional das Relações de Consumo, com o objetivo de atender (1) as necessidades dos consumidores, (2) o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, (3) a proteção de seus interesses econômicos, (4) a melhoria da sua qualidade de vida, bem como (5) a transparência e harmonia das relações de consumo.

Tais objetivos são fundados basicamente em dois princípios: o reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo e a ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor. Portanto, é mais do que compreensível que tenhamos hoje um Código de Defesa do Consumidor e não das relações de consumo. Esse consumidor é legalmente reconhecido como vulnerável e hipossuficiente. Tais noções de vulnerabilidade e hipossuficiência implicam reconhecer que o consumidor não tem, na mesma proporção que o fornecedor, conhecimentos especializados acerca do produto ou serviço adquirido, não tem conhecimentos jurídicos para aquela aquisição e está numa posição de inferioridade econômica em relação ao fornecedor, e é a parte mais fraca nas relações econômicas.

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Medium 9788547209582

Um tema de muitas faces ede importância central

Jefferson Lee de Souza Ruiz, Andreia Cristina Alves Pequeno Editora Saraiva PDF Criptografado

Introdução

Um tema de muitas faces e de importância central

Pense rapidamente. O que lhe vem à mente quando você se refere a direitos humanos? O que costuma ouvir em sua vida cotidiana, no transporte para o trabalho, para a escola, para o lazer, quando está na academia, no mercado, na praça, nas reuniões entre família e amigos?

Quando nos questionamos sobre isso, em geral as respostas que recebemos são diversas. Aqueles que participaram de manifestações de rua em junho de 2013 poderiam pensar em Amarildo, morador do bairro da Rocinha, no Rio de Janeiro, que

“desapareceu” após abordagens policiais — legítima e corajosa lembrança de um fato que mobilizou o Brasil e o mundo naquele momento. Talvez, contudo, se surpreendessem ao saber que desaparecimentos como o de Amarildo se contam aos milhares ao ano no Brasil.

Outras pessoas poderiam se lembrar de alguns de seus livros de história e falar das comissões da verdade que buscam, no momento em que este texto é escrito, reconstituir violações de direitos humanos ocorridas no Brasil. Assim como na

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Medium 9788597015911

CAPÍTULO 14 – CPC 16 (R1) ESTOQUES

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

CPC 16 (R1)

ESTOQUES

1. OBJETIVO DO CPC 16

O objetivo do CPC 16 é estabelecer o tratamento contábil para os estoques. A questão fundamental na contabilização dos estoques é quanto ao valor do custo a ser reconhecido como ativo e mantido nos registros até que as respectivas receitas sejam reconhecidas. O CPC 16 proporciona orientação sobre a determinação do valor de custo dos estoques e sobre o seu subsequente reconhecimento como despesa em resultado, incluindo qualquer redução ao valor realizável líquido, além de orientar os métodos e os critérios usados para atribuir custos aos estoques.

Segundo o artigo 295 do RIR/99 os métodos ou critérios mais conhecidos para a avaliação dos estoques são:

■■ PEPS

(Primeiro que Entra, Primeiro que Sai)

■■ UEPS

(Último que Entra, Primeiro que Sai)

■■ Preço

médio ponderado móvel

■■ Preço

médio ponderado permanente

■■ Preço

específico

Atenção, com relação ao método UEPS, a legislação do Imposto de Renda não permite o seu uso para fins de apuração do resultado do exercício e respectiva tributação das pessoas jurídicas, haja vista a evidência de um custo maior e um lucro menor, em decorrência da inflação.

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Medium 9788521629191

Parte I - Capítulo 3 - Fontes para Acumulação de Capacidades Tecnológicas: O Papel dos Processos de Aprendizagem Tecnológica

Paulo N. Figueiredo Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

3

Fontes para Acumulação de Capacidades

Tecnológicas: O Papel dos Processos de

Aprendizagem Tecnológica

3.1

Introdução

No capítulo anterior, examinamos as capacidades tecnológicas. Elas são um estoque de recursos associados a conhecimento tecnológico. É por meio das capacidades tecnológicas que empresas e outras organizações, assim como países, podem realizar suas atividades relacionadas com a produção de bens e serviços e de diferentes tipos e graus de inovação em bens e serviços. As capacidades tecnológicas são construídas e acumuladas por meio de processos de aprendizagem tecnológica. Logo, enquanto as capacidades tecnológicas constituem um estoque de recursos — também chamado de ativo cognitivo ou estratégico — a aprendizagem é um processo, constituído por vários fluxos de conhecimentos externos e internos, que permitem que organizações e países acumulem suas capacidades tecnológicas.

3.2

Métricas para o Exame de

Processos de Aprendizagem

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Medium 9788582605219

Capítulo 1 - Faça melhor

Michael Ballé, Daniel T. Jones, Jacques Chaize, Orest J. Fiume Grupo A ePub Criptografado

Criar mais valor… ao criar e entregar mais valor

Após 30 anos como CEO da Socla, fabricante de válvulas de água inserida em um grupo corporativo maior, um de nós (Jacques) enfrentou uma crise grave. Os mercados de capital secaram após o colapso do banco Lehman Brothers e a crise financeira gigante decorrente, que interrompeu a maioria dos projetos de construção e ameaçou a empresa. Por anos, a Socla prosperara com uma estratégia audaciosa. Enquanto a maioria dos concorrentes tentava competir por baixo, oferecendo uma gama reduzida de produtos fabricada em parceria com produtores de baixo custo no estrangeiro, com a baixa qualidade correspondente, a Socla oferecia um amplo catálogo de produtos de altíssima qualidade que podiam ser entregues dentro de um dia.

Essa estratégia criara uma reputação sólida e alta rentabilidade, pois os clientes estavam dispostos a pagar por uma marca de alto nível. Mas ela drenava o caixa, pois era preciso ter estoques gigantes para entregar produtos de um catálogo tão grande no dia seguinte e investir para manter a produtividade do maquinário e do sistema de montagem em um país de alto custo. Quando a crise estourou, a procura despencou e o caixa se transformou em uma questão de vida ou morte, pois a empresa controladora também ficou sem fundos. O problema era tão grave que a controladora decidiu vender a Socla, mas não conseguia encontrar um comprador, justamente em razão do caixa.

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