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Medium 9788522493630

Parte I - 2 Fundamentos do Processo de Negócio

Tadeu Cruz Grupo Gen PDF Criptografado

2

Fundamentos do Processo de Negócio

Todos os processos, e muito em breve você vai descobrir quantos são os tipos, têm certos elementos, aos quais eu chamo de elementos essenciais, e para conhecê-los, estudá-los, analisá-los, organizá-los, melhorá-los e gerenciá-los criei a Metodologia DOMP™ que estará sendo utilizada em vários capítulos deste livro.

Por ora, quero que você esqueça completamente tecnologias e produtos voltados à análise e modelagem de processos de negócio. Eles são muitos e geralmente têm o mesmo escopo: documentar e modelar processos. Os nomes são, a rigor, o que os diferencia: Brwin, WorkDraw, SmartDraw, iGrafx, Corporate

Modeler, BizAgi, ARIS e os que têm o sufixo genérico “Flow” (não se assuste, nossa área é a que mais genéricos tem). São todos excelentes softwares, mas não têm nenhuma capacidade adivinhatória, isto é, não vão dizer a você se o que está sendo documentado nelas está certo ou não e, assim, estão pouco se importando com as informações que serão fornecidas por você. Se as informações estiverem certas, ótimo; se estiverem erradas, o principal prejudicado vai ser a organização na qual o software será implantado. Portanto, esqueça ferramentas; vamos concentrar-nos no essencial. Falaremos de ferramentas no Capítulo 9, Processos de Negócio & Tecnologias da Informação.

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Medium 9788553131297

9.4 ANÁLISE DAS VARIAÇÕES

Osni Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 9

Custeio padrão

173

9.4 ` ANÁLISE DAS VARIAÇÕES

A análise das razões das diferenças entre o custo real e o padrão é a parte mais importante do uso do custeio padrão para fins de controle.

Como já enfatizado, esta comparação é que vai permitir à empresa controlar os seus custos e detectar eventuais ineficiências na produção.

Entretanto, por ser uma técnica mais própria da ciência da Administração do que da contabilidade, aqui será feita uma abordagem bem ligeira do assunto.

9.4.1 Variação do material direto

Suponhamos que uma empresa tenha fixado o seguinte custo padrão para a matéria-prima utilizada na fabricação de seu produto:

• Preço previsto por unidade: R$ 100,00

• Quantidade da matéria-prima a ser utilizada para o nível de produção previsto: 1.000 unidades.

• Custo padrão da matéria-prima = R$ 100,00 × 1000 u = R$ 100.000,00

Encerrado o período de produção, a empresa apurou um custo real equivalente a

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Medium 9788597016109

2 - Conceitos

FIORELLI, José Osmir Grupo Gen PDF Criptografado

Conceitos

2

“Utilizar a psicologia para controlar, dominar e manipular pessoas é um abuso autodestrutivo do conhecimento. É também uma forma repugnante de tirania.”

Martin e Spilane (2005:256)

Neste capítulo sugerem-se possíveis aplicações da Psicologia no apoio à Administração e apresentam-se as principais teorias em psicologia, com destaque para as contribuições de diferentes autores, reconhecidos pela importância de suas contribuições.

2.1 PSIQUIATRIA, PSICANÁLISE E PSICOLOGIA

A diferença entre Psiquiatria, Psicanálise e Psicologia não é clara para muitas pessoas, apesar da divulgação que cerca os acontecimentos ligados a essas disciplinas. Justifica-se, pois, a variedade de interpretações a que se encontram sujeitos os assuntos que envolvem aspectos psicológicos.

Por falta de conhecimento, esses assuntos nem sempre recebem o devido encaminhamento e, muitas vezes, são simplesmente ignorados ou se tornam objeto de tratamento preconceituoso.

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Medium 9788553131723

Capítulo 2 - Economia e Direito

Marco Antonio S. Vasconcellos, Manuel Enriquez Garcia Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 2

Economia e Direito

Fundamentos-de-Economia-prova6B.indb 19

11/10/18 14:18

2.1 Introdução

Fundamentos de Economia

20

Este capítulo procura mostrar como importantes conceitos da teoria econômica estão relacionados ou dependem do quadro de normas jurídicas do país. No mundo real, por um lado, as normas jurídicas molduram o campo de análise da teoria econômica e, por outro, o surgimento de novas questões econômicas pode modificar esse arcabouço jurídico.

Particularmente nas últimas décadas, em função do expressivo avanço da liberalização dos mercados, tanto do comércio como das finanças internacionais, vem ganhando mais importância o papel regulador do governo, visando garantir a defesa da concorrência e os direitos dos consumidores.

Nesse sentido, iniciamos este capítulo com o enfoque na Microeconomia.

Em seguida, direcionados para a Macroeconomia, destacamos a relevância do arcabouço jurídico que norteia a aplicação dos instrumentos de política econômica. Finalizamos o capítulo com alguns comentários sobre o papel do Estado na promoção do bem-estar da sociedade, tanto do ponto de vista econômico como jurídico.

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Medium 9788536517001

4.3 Jurisprudências

Mardele Eugênia Teixeira Rezende, Marilene Luzia da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

4.3 Jurisprudências

4.3.1 Exemplo de decisão favorável ao empregador

Em 2012, a Justiça do Trabalho, em primeira instância, proferiu uma decisão que mostra sua tendência em coibir ações de pessoas jurídicas que vão ao judiciário na tentativa de buscar benefícios aos quais não têm direito. No caso, um contador que atuou por mais de 15 anos por meio de suas empresas de contabilidade, atendendo cartórios em um estado do Sudeste, dentistas e pes­ soas físicas, pretendia o reconhecimento de vínculo de emprego com apenas um dos cartórios a que prestava serviços. A Vara do Trabalho que julgou a ação negou o pedido do autor e ainda o condenou a pagar uma multa de 1% sobre o valor da causa, aproximadamente R$ 4.500, por litigância de má-fé, por entender que o reclamante atentou contra a justiça por mover demanda temerária. Ele ainda deve pagar os honorários advocatícios de 10% sobe o valor da causa, ou seja, R$ 45 mil.

4.3.2 Exemplo de decisão favorável ao trabalhador

Uma empresa de informática foi condenada a pagar verbas rescisórias e multa a um analista de sistemas por tentar mascarar o vínculo de emprego por meio de contrato de prestação de serviços de pessoa jurídica. O analista trabalhou como pessoa jurídica, ou “pejotizado”, como ele mesmo definiu na reclamação, de 2007 a 2009. Ao ser dispensado, pediu o reconhecimento do vínculo de emprego, alegando que havia outros analistas de sistemas contratados com carteira de trabalho assinada. Afirmou que jamais podia fazer-se substituir por outra pessoa e atuava na atividade fim e nas dependências físicas da empresa, que fornecia todos os recursos de trabalho.

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Medium 9788547212551

3.6 Apreciação cambial real, evolução das contasexternas e risco de sudden stops

Roberto Dumas Damas Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 3  •  Crise do México 

87

Com relação às restrições a entrada e saída de capitais (conta capital) em 1990, o México passou a permitir que investidores estrangeiros aplicassem em títulos do governo e ações sem direito a voto em empresas de vários segmentos econômicos.

Essa liberalização da conta capital, junto a uma percepção de que os fundamentos econômicos do país eram saudáveis, e a queda nas taxas de juros dos Estados

Unidos iniciada no começo daquele ano, suscitaram uma enxurrada de entrada de recursos internacionais no México. Mesmo com um spread menor entre o rendimento auferido pelos títulos do governo mexicano (Cetes) e dos Estados Unidos, para os investidores estrangeiros mais que compensava o risco país e a expectativa de depreciação do peso que aquele spread embutia.

Tabela 3.8 – Rendimento Cetes, US treasury bill (% 3 meses)

Cetes (1)

US Treasury Bill (2)

Spread (1-2)

dez-89

40,19

8,01

32,18

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Medium 9788598838915

Capítulo II: O perfil do líder

Maércio Rezende Saint Paul Editora PDF Criptografado

CAPíTULO IIO PERfIL dO LídERAutoritário, diretivo, participativo, afetivo, modelador, laissez-faire, visionário, carismático. Essas são algumas das mais comuns definições de diferentes perfis de liderança. Suas caracterizações, vantagens e desvantagens são encontradas em quase todos os cursos e treinamentos sobre o tema. Esse tipo de abordagem, que pode modelar e simplificar em demasia um assunto tão complexo como o do comportamento humano, acaba sendo útil para o entendimento do papel de liderança em treinamentos de novos líderes.Mas não é o objetivo deste livro repetir as descrições sistemáticas de cada um dos estereótipos de liderança, matéria bastante difundida. Não posso deixar de comentar, contudo, que, se o papel do líder empresarial é liberar o potencial de um número maior possível de pessoas, são os métodos e as características de liderança participativa que mais vão ajudar. Mesmo assim, os líderes que conseguiram desenvolver estilos participativos e democráticos efetivos, poderão e deverão, em situações específicas, adotar posturas mais diretivas e mesmo autoritárias. A exceção não faz a regra, e a liderança não é uma ciência exata.

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Medium 9788580040975

Capítulo 11: O vagalhão tecnológico do amanhã

Leo Melamed Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 11O vagalhão tecnológico do amanhã*Os mercados de futuros, tal como implícito no nome, deveriam vislumbrar o futuro.Na verdade, isso geralmente não ocorre. O futuro é normalmente muito nebuloso e carregado de numerosos fatores imponderáveis para que possa ser enxergado com clareza.Por exemplo, estamos no início do século 21 no meio de um renascimento global, que deveria oferecer um quadro preciso de um futuro brilhante. O comunismo morto, a tirânica ordem da União Soviética demolida, as nações da Europa Oriental libertadas, a ordem econômica de mercado unanimemente aceita, o apartheid derrotado, os países da Bacia do Pacífico e da União Econômica Europeia prestes a decolar. Tudo de bom.Mas, no entanto, algo desgasta qualquer previsão otimista, sincera, para o mundo. Talvez seja por que saibamos da natureza contraditória e incerta da humanidade. Talvez seja por que saibamos o preço astronômico que teremos de pagar pela frente. Talvez por que estejamos preocupados com o pagamento que será exigido na década de 1990 em consequência da orgia de crédito global da década de 1980.

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Medium 9788536517001

11.11 Multa

Mardele Eugênia Teixeira Rezende, Marilene Luzia da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

Se o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) pagar o 13º salário juntamente com o benefício de auxílio-doença acidentário, existe entendimento no sentido de que caberá à empresa pagar tão somente a diferença, se houver, evitando a duplicidade de pagamento.

11.9 Serviço militar ao

No caso de convocação para prestação do serviço militar obrigatório, o empregado não faz jus salário correspondente ao período de afastamento.

13º

11.10 Incidências de encargos sociais no 13o salário

Como já foi descrito nos capítulos anteriores, os rendimentos pagos ao trabalhador podem ser isentos de tributação ou ser tributáveis, isto é, formar a base de cálculo para o recolhimento de encargos. Assim, sintetizamos no quadro seguinte a tributação das parcelas do 13º salário.

Tabela 11.1 – Encargos sociais sobre o 13º salário

Tributação de encargos

Parcela

IRRF

INSS

FGTS

1ª parcela

Não

Não

Sim

2ª parcela

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Medium 9788547230005

GABARITO

SAMPAIO, LUIZA Editora Saraiva PDF Criptografado

3

Produto Nacional, Interno, Líquido, Bruto, a Custo de Fatores, a Preço de Mercado 109

64. (Economista — SEP-PR — IDECAN — 2014) O Produto Interno Bruto (PIB) e o Produto

Nacional Bruto (PNB) são conceitos distintos, usados para medir a produção e a renda de um país. Assim, um aumento do PNB a custo de fatores é reflexo, dentre outros fatores, de um(a) a) aumento da renda líquida enviada para o exterior. b) aumento da renda apropriado pelos residentes do país. c) aumento do consumo de bens e de serviços intermediários. d) redução dos subsídios do governo concedidos ao setor privado. e) redução da depreciação do capital utilizado nas empresas ao longo do tempo.

65. (Analista — DPE-MT — Economista — FGV — 2015) Considere as seguintes siglas:

PIB = Produto Interno Bruto, PNB = Produto Nacional Bruto, PIL = Produto Interno Líquido e

PNL = Produto Nacional Líquido.

Se o governo impedir o envio ou recebimento de rendimentos do exterior e zerar os impos‑ tos indiretos e os subsídios, pela identidades macroeconômicas básicas teremos a) PIB a preços de mercado = PNB a custo de fatores. b) PIB a preços de mercado = PNL a custo de fatores. c) PIL a preços de mercado = PNB a custo de fatores. d) PIL a preços de mercado > PNL a custo de fatores. e) PIB a preços de mercado > PIB a custo de fatores.

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Medium 9788562937415

Os bambambãs das palestras

Heródoto Barbeiro Editora Almedina PDF Criptografado

Os bambambãs das palestras

“Algumas pessoas falam um instante antes de ter pensado.”

Jean de la Bauyère

“Para ser toureiro, é preciso primeiro a aprender

A ser touro.”

“Visão sem ação é devaneio. Ação sem visão é pesadelo.”

Ditado japonês

Ninguém quer ser liderado por um robô programado apenas para produzir resultados financeiros, mas sim por uma pessoa. E isso nada tem a ver com hierarquia. O êxito tem muito pouco a ver com os estereótipos falastrões mais comuns na esfera política. Vale muito mais veicular mensagens corretas, verdadeiras, cada um ao seu estilo. Ninguém precisa imitar o Chaplin no filme O grande ditador.

Volto a lembrar Churchill, que dizia que ninguém é capaz de enganar todo mundo sempre. As pessoas têm um senso de perceber a falta de autenticidade. Perder autenticidade é se inviabilizar para a liderança. O desafio para todos que aspiram ser líderes é se tornarem mais conhecidos e mais habilidosos, revelando a si mesmos, em vez de tentarem ser um outro qualquer. Por isso, sugiro que leia e grife, como eu fiz com o livro

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Medium 9788547231934

Ferramenta 48 - O esclarecimento dos papéis do cliente e do consultor

Patrice Stern, Jean-Marc Schoetti Editora Saraiva PDF Criptografado

ferramenta

O esclarecimento dos papéis do cliente e do consultor

COMPREENDER O PAPEL

DESEMPENHADO PELO CONSULTOR

48

Catalisador

Outros...

Metodologista

Guru

Os papéis desempenhados pelo consultor

Dançarino

Porta-voz

Álibi

Primeiro-ministro

resumo O caderno de encargos que especifica o serviço demandado pelo cliente não é suficiente para levar a cabo um trabalho. Assim, essa ferramenta/ reflexão oferece ao consultor a possibilidade de “nomear” o papel que a empresa quer que ele assuma. Papel de álibi, de dançarino, de porta-voz, de primeiro-ministro (fusível)2, de catalisador, de metodologista (reserva de energia) etc.

Os papéis podem variar à medida que a operação avança. É importante que o consultor apreenda o papel, declarado ou não, e os desafios, revelados ou omitidos.

Com essa reflexão, ele poderá adaptar a sua metodologia e a sua comunicação.

insight Specifications defining the

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Medium 9788536517001

12.5 Adicional de 1/3 nas férias

Mardele Eugênia Teixeira Rezende, Marilene Luzia da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

»»

Auxílio-doença: no caso de doença que impossibilite o retorno do empregado ao trabalho, a empresa deve pagar os primeiros 15 dias de afastamento contados do dia em que o empregado deveria voltar das férias, pois não há interrupções destas.

»»

Licença-maternidade: neste caso, a licença-maternidade interrompe as férias, que serão retornadas após o término do benefício. Com a interrupção das férias, a segurada passa a receber o salário-maternidade, sendo este pago pela empresa e deduzido na GPS.

12.4 Remuneração de férias

O pagamento da remuneração das férias será efetuado até dois dias antes do início do respectivo período:

»»

Quando o salário for pago por hora, com jornadas variáveis, apurar-se-á a média do período, aplicando o valor do salário na data da concessão de férias.

»»

Quando o salário for pago por tarefa, tomar-se-á por base a média da produção no período aquisitivo do direito a férias, aplicando o valor da remuneração da tarefa na data da concessão das férias.

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Medium 9788547212520

C A P Í T U L O 8 - Vigilância: o papel dos bancos de dados na sociedade contemporânea

Andrew White Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Vigilância: o papel dos bancos de dados na sociedade contemporânea

Introdução

Q UA L Q U E R Q U E S E JA O

modo como usamos a mídia digital, há uma questão de

que nunca realmente esquecemos, ainda que, na prática, ela opere principalmen‑ te à distância do nosso olhar. Essa questão é a vigilância. Em geral, não gostamos de ser observados por estranhos e nos sentimos inquietos com os rotineiros re‑ gistros de nossas atividades on­‑line. Todavia, como nos sentimos imensamente impotentes para nos protegermos contra as cada vez mais sofisticadas e ubíquas tecnologias de vigilância, isso é algo que tentamos relegar ao recôndito de nossas mentes − e que lá permanecerá, a menos que sejamos vítimas de um e­‑mail equi‑ vocado ou de uma fotografia constrangedora que se tornou viral. Todavia, esse senso latente de inquietude em relação a ser vigiado frequentemente ganha vida quando o governo tenta editar leis que invadem cada vez mais a nossa privacida‑ de, como aconteceu quando o governo no Reino Unido, no período do Novo Tra‑ balhismo, tentou introduzir carteiras de identidade na primeira década do século

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Medium 9788553131242

17.8 ÍNDICES DE ROTAÇÃO

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

Contabilidade Avançada

536

Se o grau de endividamento fosse: a) igual a um, a empresa estaria operando em estado de pré-insolvência (situação nula); b) maior que um, a empresa seria insolvente, ou seja, estaria em estado de passivo a descoberto.

NOTAS

1a) Quanto menor o índice (próximo a zero), melhor a situação da empresa;

2a) Observe que este índice é o inverso do índice de solvência geral.

17.7.2 Garantia de Capital de Terceiros (GT)

GT =

PL

Patrimônio Líquido

=

PE

Passivo Exigível (PC+PELP)

=

GT =

962

= 1,74

550

Indica que, para cada real (R$) de dívidas com terceiros (PE), existem R$ 1,74 de Capital

Próprio (PL); quanto maior for o capital próprio, maior segurança haverá para os credores que emprestam capital para a empresa.

Alguns analistas costumam calcular tal índice da seguinte forma:

GT = PE

PL

=

GT = 550 = 0,57

962

Este índice também conhecido como Participação de Capitais de Terceiros indica que, para cada real (R$) de capital próprio (PL), existem R$ 0,57 de capital de terceiros (PE).

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