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Medium 9788522489800

12 A Marca Ecológica

Reinaldo Dias Grupo Gen PDF Criptografado

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A Marca Ecológica

Uma marca consolidada, principalmente quando associada a determinados valores (como qualidade, amiga do meio ambiente, de responsabilidade social etc.), é um elemento importante na tomada de decisão de compra do consumidor e pode tornar-se ativo mais valorizado que o próprio produto ou organização.

As marcas ecológicas ainda se encontram em fase de consolidação de imagem, principalmente as comerciais, em função da abordagem relativamente recente da questão ambiental pelas empresas. Muitas organizações ambientalistas, pelo seu envolvimento maior, e há mais tempo, com questões ecológicas, construíram marcas consolidadas que frequentam positivamente o imaginário da população. Constituem exemplos desse tipo: Greenpeace, WWF, SOS Mata Atlântica, entre outros, que se destacam em nível regional, nacional ou global.

Desse modo, há muito espaço no mercado para o surgimento e a consolidação de marcas associadas a atributos ambientais, o que poderá ocorrer desde que haja a preocupação por parte da organização de tornar ecológicos todos os seus processos, fortalecer a cultura ambiental da organização e participar ativamente de campanhas, programas e eventos ligados ao tema promovidos no âmbito mais geral da sociedade, e em particular no seu entorno mais imediato.

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Medium 9788597023046

9 Normas de direito civil e a validade dos contratos

Edmar de Oliveira ANDRADE FILHO Grupo Gen ePub Criptografado

Após ler este capítulo, você estará apto a:

✓ Entender as condições de validade dos negócios jurídicos em geral e dos contratos, que são importantes instrumentos para exploração das atividades econômicas.

✓ Compreender o processo de aquisição da personalidade jurídica e os limites do exercício da capacidade jurídica de pessoas naturais e pessoas jurídicas.

✓ Conhecer as formas de manifestação da vontade das pessoas naturais e jurídicas.

✓ Tomar conhecimento de que não produzem efeitos declarações de vontade eivadas de erro, fraude, simulação e qualquer forma de burla para prejudicar as partes ou terceiros.

✓ Conhecer as noções básicas sobre os direitos ligados à propriedade tangível ou intangível.

Todo empreendedor tem necessidade de firmar relações jurídicas com outras pessoas por intermédio de contratos; neles, são estabelecidas as bases de um negócio, seja uma compra e venda de uma mercadoria, de ações, de locação etc. As normas do direito civil estabelecem os critérios de validade desses negócios que possam vir a ser exigidos em caso de não cumprimento das obrigações assumidas pelas partes. O direito civil não resume as normas sobre contratos; ele contém um conjunto de normas que dispõem sobre a configuração, exercício e proteção dos direitos da personalidade e de propriedade, em vida e post mortem, bem como estabelecem os requisitos e condições para a prática de atos ou negócios jurídicos. Essas normas visam à tutela da liberdade na esfera íntima e nas relações sociais, e, por isso, incidem nas relações de família e de parentesco.

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Medium 9788597016420

7 - Demonstração das mutações do patrimônio líquido (dmpl)

IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) 

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Demonstração das Mutações do

Patrimônio Líquido (DMPL)

A Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL), dada sua amplitude, inclui a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) como mencionado no capítulo anterior.

A Lei das S/A, no art. 186, permite à empresa que optar pela DMPL não elaborar separadamente a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados, no entanto as Normas Brasileiras de Contabilidade exigem a DMPL como uma demonstração obrigatória de ser publicada e nada menciona sobre a DLPA.

Ao contrário da DLPA que fornece a movimentação de uma única conta do Patrimônio

Líquido (Lucros Acumulados), a DMPL evidencia a movimentação de todas as contas do PL ocorrida durante o exercício, tais como os acréscimos e diminuição, as formações de reservas de lucros e as de capital. Fundamental para aquelas empresas que movimentam constantemente o PL e para as investidoras que utilizam do método da equivalência patrimonial para avaliarem seus investimentos.

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Medium 9788580553321

Capítulo 8 - Plano de Marketing

Robert D. Hisrich, Michael P. Peters, Dean A. Shepherd Grupo A PDF Criptografado

8

PLANO DE MARKETING

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

䉴 Entender a relevância da análise do setor e da concorrência para o processo de planejamento de mercado.

䉴 Descrever a função da pesquisa de marketing na determinação da estratégia para o plano de marketing.

䉴 Ilustrar um procedimento eficaz e viável para o empreendedor que deseja trabalhar com um estudo de pesquisa de mercado.

䉴 Definir as etapas da preparação do plano de marketing.

䉴 Explicar o sistema de marketing e seus principais componentes.

䉴 Ilustrar estratégias criativas para diferenciar ou posicionar os produtos ou serviços do novo empreendimento.

PERFIL DE ABERTURA

Russell Rothstein – www.SaleSpider.com

As estratégias de marketing para a promoção de um novo empreendimento ou uma pequena empresa muitas vezes são limitadas por restrições financeiras. Entretanto, com o advento das redes sociais, as pequenas empresas descobriram novas oportunidades para promover seus produtos e serviços. O uso de redes sociais como ferramenta de marketing será analisado em uma parte posterior deste capítulo. A ideia de oferecer esse serviço a pequenas empresas levou à inspiração de Russell Rothstein, fundador da SaleSpider.com. O site é uma rede social gratuita projetada para ajudar pequenas empresas a expandir suas redes e oportunidades ao se conectarem com terceirizados e fornecedores, hospedarem e assistirem webinars e vídeos, anunciarem em classificados gratuitos e acessarem gratuitamente oportunidades de vendas e de negócio.

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Medium 9788521616696

Capítulo 14. Uma Curiosidade...

Leonardo Ribeiro Fuerth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Uma Curiosidade...

Empresa manda funcionários usarem

luvas de boxe

durante reuniões

Notícia publicada em 29/07/2008 às 23h23min – Diário de São Paulo

SÃO PAULO – A Race TV, emissora de televisão da Internet, adotou as luvas de boxe para manter os funcionários atentos durante as reuniões.

Calma! Não é nenhuma técnica de briga entre a equipe. Só vai usar as luvas quem não se desgrudar dos celulares e notebooks. O objetivo é fazer com que o funcionário não consiga digitar, sendo obrigado a largar os aparelhos.

O diretor de comunicação da emissora, Valter Cavalcante, explica que a brincadeira começou em uma reunião onde haviam oito pessoas, cinco delas com notebooks em cima da mesa.

– Enquanto um falava, metade não prestava atenção. Como estávamos com as luvas na sala, devido a uma gravação no dia anterior, usamos para fazer a brincadeira.

A moda pegou. No encontro seguinte, todos cobravam a luva, revela o diretor.

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Medium 9788562937415

Meus caminhos no jornalismo

Heródoto Barbeiro Editora Almedina PDF Criptografado

Meus caminhos no jornalismo

‘’La ética no es condición ocasional, sino que debe acompañar siempre al periodismo como el zumbido al moscardón.”

Gabriel García Márquez

“Jornalismo é separar o joio do trigo e publicar o joio.”

Mark Twain

“Sim, nós podemos.”

B. Obama

Neste momento do meu trabalho como jornalista estou me esforçando para desenvolver o jornalismo público nos diversos meios de comunicação em que trabalho. Estou cada vez mais convicto de que é preciso ter uma noção clara do que é interesse público e interesse do público. A sociedade tem o direito de ser informada; o jornalista, de informar. Esse processo

é balizado pelos limites éticos que se contrapõem ao sensacionalismo, à espetacularização da notícia e da divulgação de fatos sem acurácia as fake

News. Um dos inimigos desses parâmetros é a busca desenfreada da audiência, a transformação do noticiário em simples mercadoria que é vendida ao sabor do interesse do mercado. Isso é o que se chama de interesse do público. A exploração do bizarro, da sexualidade, da miséria humana, a violação dos direitos humanos e cometer o primeiro dos Sete Pecados do

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Medium 9788577809752

Capítulo 24 - Pesquisa de Marketing Internacional

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

Pesquisa de Marketing Internacional

Aspectos gerais

Este capítulo analisa o ambiente em que se realiza uma pesquisa de marketing internacional, enfocando o ambiente de marketing, governamental, jurídico, econômico, estrutural, informacional e tecnológico e sociocultural.1 Embora o estudo da implementação das seis etapas do processo de pesquisa de marketing em um contexto internacional já tenha sido feito em capítulos anteriores, apresentamos aqui detalhes adicionais sobre métodos de levantamento, técnicas de escalonamento e tradução de questionários. Identificamos os problemas éticos relevantes em pesquisa internacional e discutimos o uso da Internet e de computadores.

Pesquisa real

IBM: fazendo uma trilha global

A IBM (www.ibm.com), com receitas de US$ 103,63 bilhões em 2008, faz um estudo de acompanhamento internacional duas vezes por ano em 14 idiomas em 27 países na Europa, nas Américas do Norte e do Sul e na Ásia. O objetivo básico do estudo é capturar dados de tendência sobre a computação mainframe. Ela toma como amostra um de cada seis lugares nos quais o IBM Enterprise Server está em uso. Os indivíduos pesquisados são os responsáveis pelas decisões de compra da

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Medium 9788547230005

1.11. QUESTÕES

SAMPAIO, LUIZA Editora Saraiva PDF Criptografado

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Macroeconomia Esquematizado ®

Luiza Sampaio

depende da expectativa dos agentes econômicos com relação ao futuro, ou seja, quanto o produtor conseguirá vender. Além disso, o empresário deverá fazer a com‑ paração entre a Eficiência marginal do capital (EmgK)70, que representa o ganho do investidor, e a taxa de juros, que é o custo do investimento. Portanto, se a EmgK for maior que a taxa de juros, propiciará o investimento produtivo. Se a EmgK for menor que a taxa de juros, levará à não efetivação do investimento produtivo.

Portanto, para os clássicos, a poupança sempre tenderá a ser igual ao investimen‑ to, proporcionando um crescimento estável para o produto. E, para Keynes, a incer‑ teza poderá provocar um excesso de poupança e uma escassez de investimento, rom‑ pendo com o fluxo circular da renda e gerando instabilidade.

Feijó e Ramos sintetizam o fluxo circular da renda numa economia fechada e sem governo pelas seguintes relações contábeis: “a demanda pelo produto é compos‑ ta pelas demandas de bens e serviços finais e bens e serviços de investimento e a renda gerada no processo de produção é alocada em consumo e a parcela não consu‑ mida é disponibilizada no mercado de fundos de capital como recurso para financiar empresas. A renda não consumida corresponde a poupança, que medida ex post é igual ao investimento ex post”71.

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Medium 9788536523859

Perda de direito de férias

Marilene Luzia da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

Férias

165

Perda de direito de férias

Perde o direito às férias o empregado que, no curso do período aquisitivo:

I.

Deixar o emprego e não for readmitido dentro dos 60 dias subsequentes à sua saída.

II. Permanecer em gozo de licença, com percepção de salário por mais de 30 dias.

III. Deixar de trabalhar, com percepção de salário, por mais de 30 dias em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa.

IV. Tiver recebido da Previdência Social prestações de acidente de trabalho ou auxílio-doença por mais de seis meses, embora descontínuos (Artigo 133, incisos II e IV, da CLT).

Para os fins previstos no item III, a empresa comunicará ao órgão local do Ministério do Trabalho, com antecedência mínima de 15 dias, as datas de início e fim da paralisação total ou parcial dos serviços da empresa, e em igual prazo comunicará, nos mesmos termos, ao sindicato representativo da categoria profissional, bem como afixará aviso nos respectivos locais de trabalho, conforme preceitua o parágrafo 3o do artigo 133 da CLT, parágrafo acrescido pela Lei nº 9.016, de 30 de março de 1995.

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Medium 9788520433256

8. Definindo o preço do seu produto

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

8

Definindo o preço do seu produto

Objetivos deste capítulo

Definir o que é preço e qual a sua relação com o mercado.

Estabelecer o conceito de “elo de valor”.

Determinar a relação entre demanda, custos unitários totais, receita bruta e lucro esperado.

Apresentar as estratégias de precificação.

Visão de preços no mercado

O preço pode ser conceituado como a expressão monetária do valor de um bem

(produto ou serviço), ou, ainda: o preço é o valor que o cliente em potencial está disposto a pagar no ato da compra.

Analisando os compêndios sobre o assunto, você poderá distinguir quatro aspectos essenciais, que norteiam o critério de determinação de preço.

O custo

É preciso considerar que o custo dos seus produtos deve englobar todos os seus componentes, como: pesquisa, desenvolvimento, matérias-primas, industrialização, embalagem, rotulagem, mão de obra, propaganda, promoção de vendas, distribuição, impostos, taxas, administração, desperdícios, encargos sociais etc.

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Medium 9788597003901

4 - O PAPEL DE COMUNICADOR

Antonio Carlos Gil Grupo Gen PDF Criptografado

4

O Papel de Comunicador

Objetivos

Após estudar cuidadosamente este capítulo, você será capaz de:

•• reconhecer a importância da comunicação na Gestão de Pessoas;

•• identificar os elementos de processo de comunicação;

•• reconhecer fatores que dificultam a comunicação;

•• aplicar técnicas para tornar mais eficiente a comunicação nas empresas;

•• distinguir as modalidades de comunicação utilizadas no contexto das organizações.

4.1  IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO

Comunicar-se constitui habilidade requerida de todos os profissionais que exercem funções gerenciais, principalmente dos profissionais de Gestão de Pessoas, pois, na maioria das atividades que exercem, necessitam exprimir-se oralmente ou comunicar-se com uma ou mais pessoas. Basta considerar, por exemplo, uma entrevista para admissão de pessoal, um treinamento ou uma seção de negociação. Em qualquer dessas circunstâncias, a comunicação desempenha papel fundamental.

Embora a comunicação constitua uma das capacidades humanas mais fundamentais e seu desenvolvimento nos indivíduos se dê de forma que pode ser considerada uma habilidade natural, muitas são as pessoas que não sabem se comunicar bem. Isso é verdadeiro também no âmbito das organizações, mesmo em relação aos profissionais de Gestão de Pessoas.

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Medium 9788547217945

23.2 Nunca ocorre crase

Miriam Gold Editora Saraiva PDF Criptografado

REDAÇÃO EMPRESARIAL

.. À medida que o tempo passava, ia escurecendo. c]

Nos pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s), aquilo(s) que venham antecedidos pela preposição a. Nesses casos não há palavra feminina antes da frase. Exemplos:

.. Refiro­‑me àquele processo.

.. Ele fez alusão àquilo que ela escrevera. d]

Na expressão à moda de, mesmo que ela esteja oculta. Exemplo:

.. Ele escreve à Rui Barbosa. e]

Na indicação do número de horas, desde que não venha antecedida por pre‑ posição. Exemplos:

.. A reunião será às 14 horas.

.. A reunião está marcada para as 14 horas. f ]

Antes de nomes de cidades e estados que exijam a preposição a. Exemplos:

.. Vou à Bahia. (Volto da Bahia)

.. Vou a Salvador. (Volto de Salvador)

.. Vou à bela Salvador. (Volto da bela Salvador)

23.2 Nunca ocorre crase a]

Antes de nome masculino e de verbo. Exemplos:

.. Entreguei o documento ao professor.

.. Ele estava a procurar sua identidade. b]

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Medium 9788521625377

CAPÍTULO 2 - Motivações do Consumidor

Edgard M. Merlo, Harrison B. Ceribeli Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Motivações do Consumidor

O

comportamento de compra dos consumidores possui relação estreita com as motivações individuais. Nesse sentido, entender quais são os principais motivos que induzem o consumidor à ação de comprar torna-se essencial aos estudos que objetivam formar uma maior compreensão a respeito do comportamento do consumidor.

A motivação pode ser definida como uma tensão interna ao indivíduo que o estimula a agir (Hilgard, Atkinson e Atkinson,

1975). A motivação define basicamente (1) a direção dos esforços individuais, que expressa o objetivo para o qual o comportamento será direcionado; (2) a duração desses esforços, que expressa o horizonte temporal no qual os esforços manter-se-ão; e (3) a intensidade desses esforços, que expressa o quanto o indivíduo irá se esforçar para atingir o objetivo para o qual as ações estão direcionadas, ou seja, a quantidade de esforços que serão despendidos individualmente para atingir o objetivo (Robbins, 2011).

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Medium 9788580041156

Capítulo 24: Reformas compulsórias no Regime Militar

Ney Carvalho Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 24Reformas compulsórias no Regime MilitarAs comunidades de negócios receberam com grande alívio em todo o país a vitória da Revolução de 1964. No entanto, mais importante do que a extinção do clima de insegurança que reinava no Governo João Goulart foi a inclinação francamente liberal demonstrada pelo governo Castello Branco logo em seus primórdios. A escolha dos integrantes do núcleo financeiro demonstrava esta tendência. Para a pasta do Planejamento foi nomeado o embaixador Roberto Campos e para a Fazenda, o economistaOtávio Gouvêa de Bulhões, ambos notoriamente a favor do livre mercado. Para postos de importância como a Superintendência da Moeda e do Crédito (SUMOC), antecessora do Banco Central, e BNDE foram indicados dois acadêmicos com as mesmas propensões, respectivamente os economistas Dênio Chagas Nogueira e José Garrido Torres.A providência inicial das reformas preconizadas pelas novas autoridades foi a restauração do crédito público, devastado por décadas de inflação que reduziram a pó o valor das antigas apólices federais, sem cláusulas de proteção anti-inflacionária. Três meses e meio depois de instalado, em 16 de julho de 1964, o governo fez passar no Congresso a

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Medium 9788597016154

8 - Instrumentos Financeiros

GELBCKE, Ernesto Rubens; SANTOS, Ariovaldo dos; IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu Grupo Gen PDF Criptografado

8

Instrumentos Financeiros

8.1

Introdução

O IFRS 9 (CPC 48) foi emitido pelo IASB em 24 de julho de 2014; todavia, os efeitos de sua aplicação passam a valer a partir de 1o de janeiro de 2018, suspendendo o IAS 39 (CPC 38), com exceção das aplicações para pequenas e médias empresas, bem como da opção de se manter os testes de efetividade do hedge accounting nos moldes da antiga norma.

necessariamente a norma de instrumentos financeiros que é complexa, mas o assunto em si.

Em linhas gerais, as principais alterações do CPC 48, vis-à-vis o CPC 38, se concentram basicamente em três segmentos do tratamento contábil de instrumentos financeiros, sendo:

Dentre os principais fatores que ensejaram a elaboração de uma nova norma por parte do IASB, voltada exclusivamente ao tratamento contábil de instrumentos financeiros, destaca-se o argumento de que o CPC 38 é demasiadamente complexo em seus comandos e, portanto, causa mais dúvidas do que esclarecimentos quando de sua aplicação.

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