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Medium 9788597023336

14 Demonstração dos fluxos de caixa

José Carlos MARION, Ricardo Pereira RIOS Grupo Gen ePub Criptografado

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DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

A demonstração dos fluxos de caixa está disposta na norma internacional IAS 7 (Statement of Cash Flows).

Em 2008, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emitiu o pronunciamento técnico denominado CPC 03, que trata do assunto. O pronunciamento foi revisado duas vezes em 2010, o que resultou no CPC 03 (R2), na Resolução CFC no 1.296/2010 – NBC TG 03, que está em sua terceira revisão (R3) – e na Deliberação CVM no 641/2010.

A Lei das Sociedades por Ações desobriga as companhias fechadas com patrimônio líquido inferior a R$ 2 milhões de elaborar e publicar a demonstração.

A demonstração dos fluxos de caixa evidencia de forma dinâmica a geração de caixa – sua origem dentro de cada grupo de classificação, operacional, financiamento ou investimento –, bem como a utilização do caixa dentro dessa mesma classificação. Dessa forma, fica evidenciado o resultado financeiro de determinado período.

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Medium 9788547233150

10.5 Auditoria externa e Conselho Fiscal

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

350

AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

De qualquer forma, diante da lacuna legal e dada a possibilidade de discussão da matéria em juízo, gerando incertezas e confusões, entendemos recomendável, como boa prática de governança corporativa que os contratos societários ou estatutos da entidade prevejam norma expressa quanto à necessidade de deliberação assemblear ou do Conselho de Administração para processar o auditor em juízo.

10.5

Auditoria externa e Conselho Fiscal

Muitas vezes, a prestação de serviços de auditoria externa independente, consubstanciando um trabalho de revisão de contas, é confundida com a atribuição fiscalizadora do Conselho Fiscal sobre a administração da entidade.

Na verdade, porém, embora existam pontos de contato entre as atribuições do Conselho Fiscal e do auditor independente, há elementos que diferenciam os campos de atuação de cada qual.

Primeiramente, devemos dizer que as atribuições do Conselho Fiscal não se limitam ao exame de contas ou das demonstrações contábeis. Uma breve visualização do art. 163 da Lei n. 6.404/76 dá noção da maior abrangência da competência de tal órgão, que inclui uma fiscalização geral sobre a administração, incluindo aspectos não necessariamente vinculados à escrituração da entidade, mas à adequação de condutas dos administradores aos termos legais e estatutários. Isso ocorre com vistas a determinar não somente uma adequação formal, mas também de mérito nos resultados apresentados.

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Medium 9788577260287

Capítulo Quatro: Os Sistemas Sociais e a Cultura Organizacional

John W. Newstrom Grupo A PDF Criptografado

Capítulo Quatro

Os Sistemas

Sociais e a Cultura

Organizacional

A cultura de uma companhia, caso tenha impregnado em si o compromisso com a ética e a excelência, estará bem.

Mike Miller1

Alguns pesquisadores descobriram que companhias com as culturas mais fortes

— nas quais normas e valores são amplamente compartilhados e intensamente mantidos — tendem a superar suas concorrentes.

Adam Zuckerman2

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

COMPREENDER

O funcionamento de um sistema social.

O contrato psicológico.

As culturas sociais e seus impactos.

O valor da diversidade cultural.

Papéis e o conflito de papéis na organização.

Status e símbolos de status.

A cultura organizacional e seus efeitos.

Ambientes de trabalho descontraídos.

Os funcionários da companhia Herman Miller, Inc., uma grande fabricante de móveis para escritório, trabalham intensamente para criar produtos de alta qualidade e de estilo arrojado, como consoles, armários e cadeiras. Embora os produtos inovadores da companhia sejam bem conhecidos no universo do design industrial, a Herman Miller é ainda mais reconhecida por sua cultura organizacional diferenciada.3

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Medium 9788536508955

Agora é com você!

Nádia dos Santos, Sanmya Feitosa Tajra Editora Saraiva PDF Criptografado

Agora é com você!

124

1)

A partir do conceito das organizações como sendo resultado de quatro fases (input, processamento, output e feedback), elabore uma representação gráfica das atividades da organização em que você trabalha, demonstrando, na prática, exemplos que possam representar tais fases. Em seguida, elabore um cartaz com essa estrutura.

2)

Estamos cercados de organizações de todos os tipos e tamanhos e com diferentes finalidades, porém podemos dizer que as principais funções de uma organização são quais? Cite e explique todas elas.

3)

A definição de uma estrutura organizacional deve considerar alguns elementos para que ela seja bem organizada. Que elementos são estes?

4)

Faça um texto que demonstre a relação de poder com liderança e exemplifique como o poder pode ser interpretado como uma ação de confronto dentro da organização.

Planejamento e Liderança – Conceitos, Estratégias e Comportamento Humano

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Medium 9788597016154

8 - Instrumentos Financeiros

GELBCKE, Ernesto Rubens; SANTOS, Ariovaldo dos; IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu Grupo Gen PDF Criptografado

8

Instrumentos Financeiros

8.1

Introdução

O IFRS 9 (CPC 48) foi emitido pelo IASB em 24 de julho de 2014; todavia, os efeitos de sua aplicação passam a valer a partir de 1o de janeiro de 2018, suspendendo o IAS 39 (CPC 38), com exceção das aplicações para pequenas e médias empresas, bem como da opção de se manter os testes de efetividade do hedge accounting nos moldes da antiga norma.

necessariamente a norma de instrumentos financeiros que é complexa, mas o assunto em si.

Em linhas gerais, as principais alterações do CPC 48, vis-à-vis o CPC 38, se concentram basicamente em três segmentos do tratamento contábil de instrumentos financeiros, sendo:

Dentre os principais fatores que ensejaram a elaboração de uma nova norma por parte do IASB, voltada exclusivamente ao tratamento contábil de instrumentos financeiros, destaca-se o argumento de que o CPC 38 é demasiadamente complexo em seus comandos e, portanto, causa mais dúvidas do que esclarecimentos quando de sua aplicação.

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Medium 9789896943776

PRIMEIRO QUESTIONÁRIO (1.ª PARTE)

Fernando Neves De Almeida Editora Almedina PDF Criptografado

Antes de começar a ler o livro, preencha, por favor, o questionário que se segue.

PRIMEIRO QUESTIONÁRIO (1.ª PARTE)

Na sequência de cada afirmação, segue­‑se uma escala com seis possibilidades de resposta, onde a escolha do valor 1 representa concordância total com a afirmação e o valor 6 discordância total. Como consequência do que foi dito, quanto mais próxima do 1 estiver a resposta, maior a sua concordância com a frase apresentada; quanto mais próxima do 6, maior a sua discordância.

1. O ser humano tem uma tendência natural para evitar o trabalho.

1 2 3 4 5 6

2. «Patrão fora, dia santo na loja.»

1 2 3 4 5 6

3. As pessoas são essencialmente motivadas por incentivos económicos e fazem qualquer coisa que, garantidamente, lhes aumente os proventos.

1 2 3 4 5 6

4. O fato de os sentimentos das pessoas intervirem, muitas vezes, no desempenho de uma função faz que a qualidade do seu trabalho diminua.

Isto porque sentimentos são, essencialmente, irracionais, o que contraria o

19

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Medium 9788547230005

1.9. CONCEITOS DE PRODUTO INTERMEDIÁRIO, PRODUTO ADICIONADO, VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO E PRODUTO AGREGADO

SAMPAIO, LUIZA Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Conceitos Macroeconômicos Básicos

49

Novamente, Froyen afirma, agora se referindo a uma curva de oferta de longo prazo, que: “a função oferta agregada clássica é vertical (...) produto e emprego são completamente determinados pela oferta. A demanda agregada não cumpre nenhum papel sistemático na determinação do produto”57.

Conclui­‑se que:

Curto prazo, em Macroeconomia, é o período em que os preços são rígidos

→ com base no modelo Keynesiano58.

JJ Longo prazo, em Macroeconomia, é quando os preços são flexíveis → com base no modelo clássico59.

JJ

JJ 1.9. �

CONCEITOS

DE PRODUTO INTERMEDIÁRIO, PRODUTO ADICIONADO,

VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO E PRODUTO AGREGADO

Produto intermediário60 é o material utilizado para elaboração do produto, ou seja, é o insumo, o bem ou o serviço utilizado para que a produção seja possível.

Segundo Blanchard: “Produto intermediário é um bem empregado na produção de outro bem. Alguns bens podem ser tanto finais como intermediários. Batatas vendi‑ das diretamente aos consumidores são bens finais. Batatas utilizadas para produzir batatinhas fritas são bens intermediários”61. É, portanto, bem que será utilizado na produção de outros bens, no lugar de serem vendidos ao consumidor final.

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Medium 9788536532714

CAPÍTULO 3: CUSTO DOS PRODUTOS, DAS MERCADORIA SE DOS SERVIÇOS

OSNI MOURA RIBEIRO Editora Saraiva PDF Criptografado

c) critério fixado em lei. d) medida que serve de parâmetro para o rateio dos custos indiretos aos produtos. e) As alternativas “b” e “c” estão corretas.

3.5 Em relação aos produtos, os custos são classificados em: a) fixos e indiretos. b) diretos e indiretos. c) diretos e fixos. d) fixos e variáveis. e) As alternativas “a” e “d” estão corretas.

3.6 Em relação ao volume de produção, os custos podem ser: a) fixos e variáveis. b) diretos e indiretos. c) fixos e indiretos. d) variáveis e diretos. e) As alternativas “a” e “b” estão erradas.

Atividades Práticas 

2

Classifique os custos a seguir em: a) Diretos (D) ou Indiretos (I). b) Fixos (F) ou Variáveis (V).

No

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CUSTOS

1

Material de embalagem

2

Energia elétrica (iluminação da fábrica)

3

Matéria-prima

4

Materiais secundários de pequeno valor

5

Materiais secundários de fácil identificação em relação a cada produto fabricado

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Medium 9788547220815

2.2 Aspectos qualitativo e quantitativo

Osni Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 2 · PATRIMÔNIO

9

As compras a prazo feitas pelos clientes geram direitos para a empresa; e as vendas a prazo efetuadas pelos fornecedores geram, para a empresa, obrigações. Não

é necessário, contudo, escrever “Clientes a Receber” ou “Fornecedores a Pagar”. b. É bom saber que os compromissos que a empresa tem com entidades governa-

mentais poderão ser contabilizados com intitulações que contenham a expressão

“a Recolher” ou “a Pagar”. Alguns contabilistas preferem usar a expressão “a Recolher” nas intitulações de contas de obrigações representativas de tributos descontados (retidos) de terceiros (exemplo: Contribuição Previdenciária e Imposto de Renda retidos dos salários dos empregados); e a expressão “a Pagar” nas intitulações de contas de obrigações representativas de encargos da própria empresa.

2.2 Aspectos qualitativo e quantitativo

Todo documento extraído dos registros contábeis da empresa – seja em forma de relatório, mapa, demonstração, quadro etc. – deve ser elaborado observando-se os aspectos qualitativo e quantitativo.

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Medium 9788540701182

Capítulo 13 - Redes de suprimentos: gerenciando, organizando e capitalizando com as redes globais de fornecedores

Paul R. Kleindorfer, Yoram Wind, Robert E. Gunther Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Redes de suprimentos: gerenciando, organizando e capitalizando com as redes globais de fornecedores

Serguei Netessine

 Resumo

Na medida em que as cadeias de suprimentos passaram das fábricas verticalmente integradas a redes difusas, os fabricantes têm agora de gerenciar complexas redes de suprimentos globais. Neste capítulo, Serguei Netessine examina as redes de suprimentos de dois setores em particular: o automotivo e o aeroespacial e de defesa. Explora como diferentes estratégias e tecnologias ajudaram as empresas a gerenciar, organizar e capitalizar com suas redes de fornecedores. Discute como as montadoras japonesas utilizaram-se de parcerias para superar seus rivais norte-americanos, que adotaram uma abordagem mais adversarial em sua relação com os fornecedores. Considera ainda como empresas como a Airbus e a Boeing serviram-se da tecnologia para coordenar e integrar redes extensas. Enquanto observa que o estudo formal das cadeias de suprimentos baseadas em rede recém começa a surgir,

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Medium 9788547224806

7.4 Partidas simples × Partidas dobradas

RIBEIRO, Osni Moura Editora Saraiva PDF Criptografado

Para exemplificar, apresentamos a seguir o movimento da conta 1.1.02 Bancos conta

Movimento (subconta 1.1.02.001 Banco Urupês S/A). Observe os lançamentos e depois proceda da mesma forma com as seguintes contas: 1.1.04 Duplicatas a Receber (subconta

1.1.04.001 Oswaldo Leite); 1.1.04 Duplicatas a Receber (subconta 1.1.04.002 Edison Natalino); 2.1.02 Duplicatas a Pagar (subconta 2.1.02.001 Casa de Móveis Moreira Ltda.); 2.1.02

Duplicatas a Pagar (subconta 2.1.02.002 Importadora USA) e 2.1.02 Duplicatas a Pagar

(subconta 2.1.02.003 Distribuidora de Veículos Vale do Paraíba Ltda.).

1.1.02 BANCOS CONTA MOVIMENTO

1.1.02.001 Banco Urupês S/A

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HISTÓRICO

OUT

01

Abertura de conta c/ depósito

DÉBITO

CRÉDITO

10 000

D/C

SALDO

D

10 000

Ch. 731.401, Saque

5 000

D

5 000

10

Ch. 731.402, Pagamento aluguel

2 000

D

3 000

20

Conf. aviso de débito

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Medium 9788571440111

2 - Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC): divisor de águas na contabilidade brasileira

Luciano Marcio Scherer, Cláudio Marcelo Rodrigues Cordeiro, Aderbal Muller Editora Saraiva PDF Criptografado

2

Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC): divisor de águas na contabilidade brasileira

RESUMO

A criação do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) no Brasil trouxe para a contabilidade do nosso país uma aproximação aos padrões internacionais, notadamente com aqueles emitidos pelo Internacional

Accounting Standards Board (IASB), exigindo maior qualificação técnica dos Contadores. Desde o ano de nascimento do CPC (2005), até a finalização desta obra, 50 pronunciamentos técnicos foram emitidos, trazendo orientações e padrões necessários para que a contabilidade do Brasil torne-se alinhada com as normas internacionais de relatórios financeiros.

Ao longo deste capítulo, serão tratados resumidamente os conteúdos dos pronunciamentos, fazendo uma correlação com as normas internacionais de contabilidade e de relatórios financeiros para que o leitor possa perceber a integração que existe entre os organismos.

2.1

Contextualização do nascimento do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) no Brasil

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Medium 9788547227739

CAPÍTULO 17 - TAXA DE CÂMBIO E O REGIME CAMBIAL BRASILEIRO

SILVA, César Robero Leite da; Editora Saraiva PDF Criptografado

TAXA DE CÂMBIO

E O REGIME CAMBIAL

BRASILEIRO

17

17.1  Taxa de câmbio

Para facilitar a compreensão do conceito de taxa de câmbio, vamos apresentar duas situações típicas que ocorrem nas relações econômicas entre países, ou seja, entre economias abertas.

Primeiro exemplo: um produtor brasileiro de café exporta 5 mil sacas de seu produto para os Estados Unidos ao preço de US$ 10 a saca. Sua receita, portanto,

é de US$ 50 mil. No entanto, o produtor não pode receber esse valor em dólares, mas o equivalente em moeda brasileira, no caso, o real. Ou seja, é necessário que se convertam os dólares em reais e que haja uma taxa de conversão para consumar a transação.

Segundo exemplo: o Brasil vem acumulando déficits no balanço comercial a cada ano. Os analistas argumentam que a desvalorização cambial é a melhor forma de reverter esse processo, ou seja, é necessário rever a taxa de conversão de moedas.

Os dois exemplos apresentam problemas que têm uma origem comum: a diferença de valores entre as moedas dos países que transacionam entre si. Para que esses países possam realizar suas transações, é preciso estabelecer uma relação de valor entre essas moedas. Essa relação recebe o nome de taxa de câmbio.

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Medium 9788553131242

16.3 CONCEITOS IMPORTANTES

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 16

Demonstrações financeiras consolidadas

497

16.3 ` CONCEITOS IMPORTANTES

16.3.1 Holding

Sociedade que controla outra mediante participação substancial no seu capital social, tendo como objetivo social a administração, participação e empreendimentos, ou seja, representa a concentração do poder decisório de várias empresas nas mãos de uma que detém o controle acionário das demais.

16.3.2 Controle decisório

É o exercício, de direito e de fato, do poder de eleger administradores da sociedade e de dirigir o funcionamento dos órgãos da empresa.

16.4 ` TÉCNICAS DE CONSOLIDAÇÃO

Em princípio, a consolidação das demonstrações financeiras consiste em somar os valores correspondentes aos elementos contábeis semelhantes, existentes nas empresas que serão consolidadas, excluindo-se: a) as participações de uma sociedade em outra; b) os saldos de quaisquer contas entre as sociedades; c) as parcelas correspondentes aos resultados, ainda não realizados, de negócios entre as sociedades, que constem no resultado do exercício, dos lucros ou prejuízos acumulados, do custo dos estoques ou do Ativo Não Circulante das respectivas demonstrações contábeis.

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Medium 9788562937361

7. Ponto de equilíbrio: uma questão de vida ou morte. Serve para quê?

Clóvis Luís Padoveze Editora Almedina PDF Criptografado

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Ponto de equilíbrio: uma questão de vida ou morte.

Serve para quê?

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Provavelmente, o tema mais charmoso de finanças e contabilidade gerencial é o famoso break-even point, ou ponto de equilíbrio. Tema esse que todo professor de contabilidade, de finanças, de custos, adora dar em sala de aula, principalmente, pela arquitetura e beleza plástica desse modelo gerencial de tomada de decisão.

Ponto de equilíbrio é a mensuração da quantidade de produção/vendas, com seus respectivos preços de venda, com que a empresa consegue cobrir todos os gastos gerados por essa quantidade, evidenciando lucro zero. Os  volumes produzidos/vendidos a partir da quantidade do ponto de equilíbrio permitirão à empresa gerar lucros adicionais, saindo do lucro zero.

Meu caro leitor: se você já conhece bem o assunto, para não cansar, pule os itens 7.1 a 7.5 e vá direto ao item 7.6 “para que serve o ponto de equilíbrio na prática?”.

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