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Medium 9788597017076

Anexo I

DONAIRE, Denis; OLIVEIRA, Edenis Cesar de Grupo Gen PDF Criptografado

Anexo I

ROTEIRO BÁSICO PARA A ELABORAÇÃO

DE ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL (EIA)

INFORMAÇÕES GERAIS

• Identificação do empreendimento, incluindo:

■■ nome e razão social;

■■ endereço para correspondência;

■■ inscrição estadual e CGC.

• Histórico do empreendimento.

• Nacionalidade de origem das tecnologias a serem empregadas.

• Informações gerais que identifiquem o porte do empreendimento.

• Tipos de atividades a serem desenvolvidas, incluindo as principais e as secundárias.

• Síntese dos objetivos do empreendimento e sua justificativa em termos de importância no contexto econômico-social do país, da região, do estado e do município.

• Localização geográfica proposta para o empreendimento, apresentada em mapa ou croqui, incluindo as vias de acesso e a bacia hidrográfica.

• Previsão das etapas de implantação do empreendimento.

• Empreendimento(s) associado(s) e decorrente(s).

• Nome e endereço para contatos relativos ao EIA/Rima.

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Medium 9788522478804

6 Manuseio da Mercadoria

Alexandre Luzzi Las Casas Grupo Gen PDF Criptografado

6

Manuseio da

Mercadoria

6.1 MANUSEIO DA MERCADORIA

Desde o recebimento de mercadorias do fornecedor até a entrega aos consumidores ocorrem várias etapas. Um fluxo ininterrupto deve ser planejado.

Em primeiro lugar, procura-se saber quais atividades são envolvidas nesse processo. Morgenstein relacionou as atividades de manuseio de mercadorias conforme o

Quadro 6.1. De acordo com o quadro, as seguintes etapas são necessárias no que se refere a manuseio de mercadorias: recebimento, verificação, marcação, armazenamento, distribuição e proteção da mercadoria.

6.1.1 Recebimento da mercadoria

O tamanho da loja influi nessa etapa. Um estabelecimento varejista de pequeno porte, por exemplo, recebe frequentemente a mercadoria na própria loja, onde mantém seus estoques. Muitas vezes é necessário que os entregadores atravessem a área de vendas, em horário comercial, devido às limitações do espaço disponível. Em lojas maiores, a situação é diferente. O recebimento é em geral por entradas independentes, sem interferência no local de vendas. Noutros casos, a entrega é feita separadamente, afastada no local de vendas, em armazéns.

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Medium 9788597013467

6 - Objetivos Centrais da Análise: Rentabilidade e Liquidez e Lucro vs. Caixa

Eliseu Martins, Josedilton Alves Diniz, Gilberto José Miranda Grupo Gen PDF Criptografado

112 

Análise Avançada das Demonstrações Contábeis  •  Martins / Diniz / Miranda

6

Objetivos Centrais da Análise:

Rentabilidade e Liquidez e Lucro vs. Caixa

Objetivo do capítulo

Estabelecer o foco do processo de análise das demonstrações contábeis e mostrar a importância das variáveis lucro e fluxo de caixa nesse processo.

Quando você analisa um balanço, o que você quer saber resumidamente? Se a empresa

é rentável ou não e se ela apresenta liquidez, ou seja, capacidade de honrar suas obrigações.

Pode-se dizer que a análise de balanços se resume a esses dois grandes objetivos. Não existe outra coisa, é só rentabilidade e liquidez. E o pior é que elas não se “bicam”. É um “casamento” difícil de dar certo (MARTINS, 1999).

Com a análise relativa à liquidez, o que se pretende é verificar a capacidade da empresa de cumprir seus compromissos junto a todos os que a provêm de recursos, quer sejam financeiros, humanos, materiais, serviços etc. Isso pode incluir análises de liquidez a prazo muitíssimo curto, a prazo médio, longo etc.

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Medium 9788540701656

Capítulo 3 - A gestão da inovação dentro de empresas

Paul J. Trott Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

A gestão da inovação dentro de empresas

Introdução

Praticamente todas as inovações – incluindo as grandes inovações tecnológicas, como as dos setores farmacêutico e automotivo – ocorrem dentro de empresas.

A gestão da inovação dentro de organizações é o foco deste capítulo. O estudo das organizações e sua administração é um assunto muito abrangente, de forma que nenhuma abordagem unidirecional é capaz de responder a todos os questionamentos. A identificação dos fatores e questões que afetam a gestão da inovação dentro das organizações é abordada nesta seção. O estudo de caso da

W.L. Gore, no final deste capítulo, ilustra como esta empresa desenvolveu uma cultura organizacional em prol da inovação e da criatividade.

Sumário do capítulo

As organizações e a inovação ..................................................................................................78

O dilema da gestão da inovação ..............................................................................................78

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Medium 9788577806164

Capítulo 1. O Mercado na Base da Pirâmide

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

1

O Mercado na Base da Pirâmide

B

asta ligar a televisão e uma torrente de pedidos de ajuda, de preferência em dinheiro, para os quatro bilhões de pobres do mundo – gente que vive com menos de US$ 2 por dia – logo toma conta da tela. Na verdade, são apelos tão constantes e necessidades tão crônicas que a tendência da maioria é mudar de canal – e esquecer a mensagem. Mesmo aqueles que ouvem e atentam para o lamento têm limites em matéria do que podem contribuir para enfrentar esse drama. Ao longo de mais de 50 anos, o Banco Mundial, nações doadoras, várias agências de assistência, governos nacionais e, mais recentemente, organizações da sociedade civil vêm combatendo a pobreza e suas causas, sem conseguir, porém, erradicá-las. O enunciado das Metas de Desenvolvimento para o Milênio (Millenium Development Goals – MDG) pela Organização das

Nações Unidas (ONU) deixa essa realidade ainda mais transparente: entramos no século XXI, mas a pobreza – e a falta de liberdade que a acompanha

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Medium 9788547217976

19.4 Suspensão do recolhimento do PIS e da Cofinssobre venda de café verde

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

19.4 Suspensão do recolhimento do PIS e da Cofins sobre venda de café verde

A partir de janeiro de 2012, o setor do café passa a ter o recolhimento de PIS e Cofins suspenso, que passará a recair sobre a empresa que faz o café torrado ou moído, que, em troca, terá direito a um crédito presumido equivalente a 80% do valor da compra. As medidas de simplificação do regime tributário do setor estão na Medida Provisória 545, de 30 de setembro de 2011.

Além da simplificação tributária, o governo anunciou incentivos à exportação de café com maior valor agregado. O crédito presumido obtido pelos exportadores do produto primário — o café verde — foi reduzido de 35% para 10%, enquanto aquele oriundo das vendas externas dos grãos torrados ou moídos foi elevado, dos atuais 35% para 80%.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A profissionalização da gestão de empresas é primordial para a sobrevivência no mercado. Na agroindústria, paulatinamente têm aparecido bons exemplos dessa atuação profissional, que não deve se resumir à gestão de custos e planejamento estratégico. Ela deve ser mais abrangente para sobreviver ao mercado.

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Medium 9788597019834

19 Aplicações do Excel: Usos em Custos e Preços

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“Quando perguntaram a Albert Einstein qual havia sido o evento que mais contribuíra para o desenvolvimento da teoria da relatividade, ele respondeu: ‘Descobrir como eu deveria pensar sobre o problema’”

Jack Trout in Diferenciar ou morrer, p. 86

As aplicações possíveis da planilha Microsoft Excel nos processos de gestão empresarial são variadas, conforme apresentado no Capítulo 19. Dessas aplicações possíveis, muitas podem ser usadas em custos e preços.

O objetivo deste capítulo consiste em ilustrar algumas aplicações possíveis do Excel no processo de análise de custos e preços. Para facilitar as aplicações dos modelos, o material suplementar disponível em http://gen-io.grupogen.com.br traz a planilha CUSTOS.XLS, onde, por meio de menus de fácil navegabilidade, é possível executar diversas aplicações do Excel.

Outro recurso disponível, e brevemente apresentado no final deste capítulo, é o arquivo CUSTOS.PPT, um conjunto de transparências elaboradas especialmente para o docente que deseje adotar o livro como referência básica em seus cursos ou para o leitor, ou usuário, que deseje fazer rápida leitura dos conteúdos expostos nos textos, ou na planilha CUSTOS.XLS.

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Medium 9788597013610

10 - Formação do preço de venda

Silvio Aparecido Crepaldi, Guilherme Simões Crepaldi Grupo Gen PDF Criptografado

Formação do preço de venda

10

�� Objetivos

»» Explicar a importância de se conhecer e identificar que a formação de preço é um fator determinante para a sobrevivência da exploração da atividade da empresa.

»» Mostrar a importância de ter os preços compatíveis com o mercado, além de aprender a calcular os custos reais da sua atividade, fazer a gestão estratégica da empresa e trabalhar na identificação de novas oportunidades de mercado e, consequentemente, aumentar a lucratividade.

10.1 Introdução

O preço de venda influencia o cliente em suas decisões de compra, pois, com a concorrência acirrada, as empresas necessitam identificar que estão oferecendo a melhor oferta sem perder a lucratividade (RESENDE, 2010). O preço adequado de venda de um produto ou serviço junto ao mercado depende do equilíbrio entre o preço de mercado e o valor calculado, em função dos seus custos e despesas. Possibilita uma grande diversidade de informações sobre as empresas: define a quem, dentro do mercado, se dirige o produto e como a empresa se coloca em relação aos produtos ou serviços de seus concorrentes.

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Medium 9788547220228

Prefácio à Sexta Edição

Pedro A. Morettin, Wilton de O. Bussab Editora Saraiva PDF Criptografado

p r e f á c i o À

S e x T A EDIÇÃO

Nesta edição atendemos à solicitação de leitores que sugeriram modificações em alguns tópicos considerados difíceis. Por exemplo, o tópico sobre quantis empíricos agora traz o cálculo utilizando o histograma, deixando a definição mais geral para a seção de

Problemas e Complementos.

Inúmeras correções foram feitas na edição anterior, à medida que as sucessivas tiragens foram editadas. Nesta sexta edição outros erros foram corrigidos, mas sabemos que diversos persistirão! Agradecemos aos diversos leitores que nos enviaram correções e sugestões.

Acrescentamos problemas a diversas seções do livro e substituímos o conjunto de dados sobre o Brasil (CD-Brasil) com informações atualizadas da Contagem da População 2007 feita pelo IBGE. Os dados também estão disponíveis na página: .

Os Autores

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Medium 9788547208240

1.4 FUNDAMENTOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO GOP

Project Management Institute PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

FIGURA 1.3 – Benefícios potenciais do GOP para as organizações

Vantagem competitiva

Operações eficazes

Melhoria do controle de custos

Melhoria da competitividade

Desempenho previsível de entregas

Aumento da produtividade

Alinhamento da estratégia e da execução

Aumento da satisfação do cliente

Melhoria das comunicações

BENEFÍCIOS

Consideração da cultura e do contexto organizacional

Tomada de decisão eficiente

EXECUÇÃO DA ESTRATÉGIA

1 .4 FUND AMENTO S PAR A A I MPLEMENTAÇ ÃO DO GOP

A Figura 1.4 apresenta os elementos-chave que a organização precisa considerar na implementação do GOP. Esses elementos refletem as melhores práticas correntes em organizações que se comprometeram com a implementação de uma abordagem de GOP e obtiveram sucesso.

FIGURA 1.4 – Elementos essenciais para a implementação do Gerenciamento

Organizacional de Projetos

6

Entradas organizacionais

■■ Visão

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Medium 9788597018349

5. A avaliação da qualidade do serviço pelo cliente

CORRÊA, Henrique Luiz; GIANESI, Irineu Gustavo Nogueira Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

A avaliação da qualidade do serviço pelo cliente

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM n■

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correa_MIOLO.indd 89

Saber explicar a importância e os desafios e aplicar processos de avaliação da qualidade do serviço pelo cliente.

Conhecer os mecanismos que levam um cliente a adquirir um produto ou serviço e saber diferenciar os conceitos de necessidade e expectativa.

Conhecer e saber explicar os fatores que influenciam a formação das expectativas dos clientes.

Compreender como o mercado e as empresas fornecedoras de serviços podem influenciar as expectativas dos clientes.

Ser capaz de explicar os fatores que influenciam a percepção da satisfação ou insatisfação dos clientes pelo serviço prestado.

Conhecer e saber aplicar os critérios de avaliação da qualidade dos serviços em diferentes realidades.

11/09/2018 16:55

90  |  ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA DE SERVIÇOS

n

Corrêa & Gianesi

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Medium 9788522485888

9. Implementação da estrutura organizacional

Djalma De Pinho Rebouças de Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

9

Implementação da estrutura organizacional

“A tolerância é a claridade da inteligência.”

Jules Lemaitre

9.1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo, é abordada a importante questão do processo de implementação da estrutura organizacional nas empresas.

Em significativa parte das vezes, os executivos direcionam sua atenção para o delineamento da nova estrutura organizacional da empresa, mas se esquecem de administrar adequadamente a sua implementação, provocando resultados altamente problemáticos.

Essa é a finalidade deste capítulo e, portanto, são apresentados alguns aspectos da metodologia administrativa denominada desenvolvimento organizacional ou simplesmente DO.

A necessidade de estudar DO prende-se ao fato de que as empresas devem conhecer determinados instrumentos que possam minimizar os tipos básicos de resistência às mudanças. E, considerando o assunto básico tratado neste livro, podem ocorrer determinadas resistências à implantação da estrutura organizacional.

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Medium 9788597017854

3 - Estrutura Conceitual da Contabilidade Aplicada ao Setor Público

LIMA, Diana Vaz de Grupo Gen PDF Criptografado

Estrutura Conceitual da

Contabilidade Aplicada ao Setor Público

�� Objetivos

3

do Capítulo

»» Descrever o conceito e o enquadramento histórico de uma estrutura conceitual e a elaboração da estrutura conceitual do Setor Público brasileiro.

»» Definir função, autoridade e alcance da estrutura conceitual.

»» Relacionar e identificar os objetivos e os usuários da informação contábil no Setor Público, as características qualitativas e a entidade que reporta a informação contábil.

»» Explicar os elementos das demonstrações contábeis e os critérios de mensuração e reconhecimentos a serem observados.

»» Caracterizar a apresentação de informação no relatório contábil e as especificidades do Setor Público.

3.1  Conceito e enquadramento histórico

Rua e Carvalho (2006) apresentam que existe uma enormidade de definições acerca do termo “Estrutura Conceitual”, entre elas:

1) Adequado suporte teórico para as regras que regem a prática;

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Medium 9788547219888

Capítulo 1 - Origem e fundamentos da perícia contábil

MÜLLER, Aderbal Nicolas Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Origem e fundamentos da perícia contábil

1.1  Conceito de perícia

O termo perícia vem do latim peritia e significa “conhecimento adquirido pela experiência”.

No dicionário, perícia tem como sinônimo as palavras sabedoria, prática, experiência, destreza, habilidade em alguma ciência ou arte. Trata-se do trabalho realizado por profissional habilitado e especialista no assunto. Essa definição permanece até os dias atuais, pois cada vez mais o perito é um especialista em determinado assunto.

A perícia é uma das formas de prova em processos judiciais, como colocam o art. 212 do Código Civil1 e o art. 159 do Código de Processo Penal: “O exame de corpo de delito e outras perícias serão realizadas por perito oficial, portador de diploma de curso superior”.2 Diz o § 1o do artigo: “Na falta de Perito oficial, o exame será realizado por duas pessoas idôneas, portadoras de diploma de curso superior preferencialmente na área específica, dentre as que tiverem habilitação técnica relacionada com a natureza do exame”.3

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Medium 9788547221850

Questões para discussão

Felipe Morais Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 5 – Comportamento do consumidor

165

J Resumo

Neste capítulo, vimos, com muita precisão, a importância de conhecer bem o comportamento do consumidor e também como usar isso para montar estratégias de sucesso, ou, como se diz no jargão publicitário, estratégias matadoras! O McDonald’s, por exemplo, não fala com a criança por um motivo qualquer, mas comunica-se com ela por dois fatores primordiais: (1) a criança é quem decide onde comer, e busca a lanchonete por causa dos brinquedos, mais do que pela comida; e (2) fidelizar a criança é ter um adulto fiel à marca. A geração dos anos 1980 e 1990 cresceu comendo no McDonald’s, e por mais que seja essa uma geração mais preocupada com a saúde, vez ou outra se dá ao luxo de comer um Big Mac e tomar uma Coca-Cola.

O mais importante deste capítulo é observar como as marcas olham seus consumidores, analisam os dados com muita precisão e como tudo isso se torna estratégia.

Dessa forma, espero ter contribuído para que você entenda esse novo consumidor, como ele age, o que faz e como você pode correr atrás de informações sobre o consumidor da marca com a qual você estiver trabalhando.

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