9064 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788597019933

1 Introdução

Equipe de Professores da FEA-USP Grupo Gen ePub Criptografado

Queremos fazer um agradecimento todo especial ao Prof. João Domiraci Paccez pela completa revisão deste livro de exercícios e do livro de soluções, apresentando exercícios novos, reelaboração de muitos anteriores, correções, sugestões de melhorias, aperfeiçoamento nas apresentações etc.

Também releu e ajudou a melhorar o livro-texto.

Inestimável a colaboração desse colega campeão entre os campeões de premiação pela sua excepcional didática no ensino da Contabilidade na FEA/USP e na FIPECAFI.

Da mesma forma como ocorreu no livro-texto, este livro complementar de exercícios passou por uma grande revisão para se adequar às alterações introduzidas nos últimos anos na contabilidade. Os exercícios foram adaptados para atender às normas que foram implantadas no Brasil com a edição das Leis nº 11.638/2007 e nº 11.941/2009 e, principalmente, com os pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) referendados pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e por órgãos reguladores de setores específicos de atividade, como o Banco Central do Brasil (BACEN) (parcialmente) e a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), entre outros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522484829

4 Algumas Decisões em Relação ao Balanço Patrimonial

MARION, José Carlos; IUDÍCIBUS, Sergio de Grupo Gen PDF Criptografado

4

Algumas Decisões em Relação ao

Balanço Patrimonial

4.1 INTRODUÇÃO

A Contabilidade é um sistema de informação voltado principalmente para prover os usuários de dados para Tomada de Decisão.

Embora haja, neste livro, capítulos específicos de Análise das Demonstrações

Financeiras, não seria conveniente esperarmos muito tempo sem ter pelo menos uma ideia da importância das demonstrações para Tomada de Decisão.

Sem dúvida, trata-se apenas de uma introdução bastante superficial, mas suficiente para manter o estudante motivado nessa área.

4.2 IMPORTÂNCIA DO PASSIVO

Um dos aspectos importantes do Passivo é avaliar a estrutura do Capital: Capital de Terceiros (PC + ELP) e Capital Próprio (Patrimônio Líquido).

Quanto maior for o Capital de Terceiros, mais a empresa estará endividada

(quantidade da dívida). Todavia, ao analisar-se o Capital de Terceiros, detecta-se o prazo, o custo da dívida, para quem se deve etc. (qualidade da dívida).

Ver todos os capítulos
Medium 9788521627487

Parte III - Capítulo 9 - Crescimento Econômico II: Tecnologia, Prática e Políticas

MANKIW, N. Gregory Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

Crescimento

Econômico II:

Tecnologia, Prática e Políticas

Existe alguma medida que o governo da Índia possa adotar que levaria a economia indiana a crescer como a economia da Indonésia ou a do

Egito? Se existe, qual exatamente seria ela?

Se não existe, o que há na “natureza da Índia” que faz com que ela seja assim?

As consequências para o bem‑estar humano envolvidas em questionamentos como esses são simplesmente surpreendentes: Uma vez que se comece a refletir sobre elas, fica difícil pensar em qualquer outra coisa.

A

—Robert E. Lucas, Jr.

citação de abertura deste capítulo foi escrita em

1988. De lá para cá, a Índia cresceu rapidamente, fenômeno que tirou da pobreza extrema milhões de pessoas. Ao mesmo tempo, outros países pobres, inclu‑ sive muitos países da África subsaariana, tiveram pouco crescimento, e seus cidadãos continuam tendo vidas mise‑ ráveis. Cabe à teoria do crescimento explicar resultados tão discrepantes. Não é fácil explicar por que alguns países conseguem promover o crescimento econômico no longo prazo, e outros não; mas, como sugere Robert Lucas, as consequências para o bem‑estar humano são, de fato, per‑ turbadoras.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577804016

13. PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAIS

Jacobs, F. Robert Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE

DE MATERIAIS

Após ler este capítulo, você:

1.

2.

3.

4.

Entenderá o que é MRP e a sua melhor aplicação.

Conhecerá a origem das informações utilizadas pelo sistema.

Saberá fazer uma “explosão” de MRP.

Saberá como as quantidades de pedidos são calculadas em sistemas MRP.

361

Do empurrar para o puxar

Definição de planejamento da necessidade de materiais (MRP)

362

Onde o MRP pode ser utilizado

363

Estrutura do sistema de planejamento da necessidade de materiais

Demanda dos produtos

Lista de materiais

Registros de estoque

Programa computacional MRP

368

Definição de programa mestre de produção

Definição de lista de materiais (BOM)

Definição de sistemas de mudança líquida

Um exemplo usando o MRP

Previsão da demanda

Desenvolvendo uma programação mestre de produção

Listas de materiais (estrutura do produto)

Registros de estoques

Efetuando os cálculos do MRP (lógica do programa computacional MRP)

373

Dimensionamento de lotes em sistemas MRP

Lote por lote

Quantidade econômica do pedido

Menor custo total

Ver todos os capítulos
Medium 9788521627487

Parte IV - Capítulo 10 - Introdução às Flutuações Econômicas

MANKIW, N. Gregory Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

Introdução às

Flutuações Econômicas

O mundo moderno vê os ciclos econômicos praticamente da mesma maneira que os antigos egípcios viam o transbordamento das águas do Nilo.

O fenômeno ocorre de tanto em tanto tempo, tem grande importância para todos, e suas causas naturais não são visíveis.

A

— John Bates Clark, 1898

s flutuações econômicas são um problema recor‑ rente para os economistas e os formuladores de políticas econômicas. O PIB real dos EUA cresce, em média, 3% ao ano. Entretanto, essa média de longo prazo oculta o fato de que a produção de bens e serviços da eco‑ nomia não tem um crescimento uniforme. O crescimento é mais alto em alguns anos do que em outros; às vezes a eco‑ nomia perde seu equilíbrio, e o crescimento se torna nega‑ tivo. Essas flutuações no produto total da economia estão estreitamente associadas a flutuações no nível de emprego.

Quando a economia passa por um período em que a pro‑ dução é decrescente e o desemprego é crescente, afirma‑se que essa economia está em recessão.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215125

7.2 Demanda de dólares no mercado cambial brasileiro

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 7 — taxa de câmbio  

 83

Para calcular quanto será necessário de reais para comprar um dólar, é preciso então compreender como o preço da moeda estrangeira é determinado em um mercado de câmbio.

O mercado de câmbio é o mercado em que a moeda de um país é trocada pela moeda de outro.

Em curto prazo, a determinação do preço da moeda estrangeira, ou seja, da taxa de câmbio depende de fatores que influenciam a oferta e a demanda de divisas no país. Outro fator extremamente relevante é a forma como as autoridades determinam a política cambial para o país naquele determinado momento. Esse assunto será tratado especificamente na Seção 7.8 – Regimes cambiais.

O mercado cambial é composto por agentes econômicos que compram e vendem moedas estrangeiras. Os principais atores desse mercado são os bancos comerciais, as empresas, as instituições financeiras não bancárias e os bancos centrais.

Pela importância do dólar como moeda-veículo na economia mundial, os exemplos que serão trabalhados demonstram a relação entre reais e dólares.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522475889

Parte II - 6 Processo de Planejamento

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Grupo Gen PDF Criptografado

1 a PROVA

6

Processo de Planejamento

Objetivos

Quando finalizar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Processo de planejamento.

• Componentes de um plano.

• Principais técnicas para o estudo do futuro.

1

Definição de planejamento

O processo de planejamento é a ferramenta para administrar as relações com o futuro. É uma aplicação específica do processo de tomar decisões. As decisões que procuram, de alguma forma, influenciar o futuro, ou que serão colocadas em prática no futuro, são decisões de planejamento. Não há uma definição singular de planejamento. Há várias definições. Duas delas:

• Definir objetivos ou resultados a serem alcançados, bem como os meios para realizá-los.

• Imaginar uma situação futura e trabalhar para construí-la. Ou: “A melhor forma de prever o futuro é inventá-lo” (Alan Kay).

ISBN_6622.indb 87

04/11/11 13:19

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604151

Capítulo 8. Alavancando o poder do processo

Deepak Malhotra Artmed PDF Criptografado

Capítulo 8

Alavancando o poder do processo

Dando para trás em um acordo de cavalheiros de US$ 10 milhões

A Sun Microsystems ainda era uma empresa recém-nascida quando, em 1983,

1 dois de seus cofundadores tentaram levantar US$ 10 milhões em capital. Após considerar diversas opções, Vinod Khosla e Scott McNealy decidiram buscar financiamento junto a um investidor estratégico, uma empresa da lista Fortune

100 que enxergava o benefício de ter acesso à tecnologia que a Sun estava de2 senvolvendo e para a qual o tamanho do investimento seria simbólico. Quando se reuniram com o CEO da empresa, Khosla e McNealy chegaram a um acordo: um investimento de 10 milhões em uma avaliação pós-investimento

3 de 100 milhões de dólares. As partes trocaram um aperto de mãos e concordaram em se reunir em Chicago, na semana seguinte, para finalizar o instrumento de condições.

Khosla e McNealy voaram de San Francisco a Chicago esperando uma reunião curta para finalizar as condições remanescentes, a maioria das quais envolveria disposições padrão. Os dois ficaram surpresos quando o CEO apareceu na reunião cercado de uma dúzia de pessoas, incluindo vários banqueiros e advogados. Logo ficou óbvio que seriam eles a falar naquele dia, os banqueiros e advogados, e que as negociações precisariam recomeçar do zero, como se a semana anterior jamais tivesse acontecido. Os investidores entendiam que até ali o tamanho do investimento e a avaliação aplicada estavam totalmente no ar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521627081

Capítulo 6 - Papel do Governo na Educação

FRIEDMAN, Milton; FRIEDMAN, Rose D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Papel do Governo na Educação

Friedman 06.indd 89

4/6/2014 11:40:55

H

oje, a escolarização formal

é paga e quase totalmente administrada por órgãos governamentais e instituições sem fins lucrativos. Essa situação evoluiu aos poucos e hoje é considerada tão natural que já não se dá nenhuma atenção explícita às razões para esse tratamento da escolarização, mesmo em países cuja organização e filosofia são em grande parte de livre-empresa. O resultado tem sido a ampliação indiscriminada das atribuições do governo.

Em termos dos princípios desenvolvidos no Capítulo 2, pode se racionalizar a intervenção do governo na educação com base em dois argumentos. O primeiro é a existência de “efeitos de vizinhança” substanciais, ou seja, circunstâncias em que as ações de alguém impõem custos significativos a outro, dos quais não há como indenizá-lo, ou gera ganhos significativos para outra parte, pelos quais não há como cobrar-lhe — o que impossibilita trocas voluntárias. O segundo é a preocupação paternalista com os filhos e com outros indivíduos irresponsáveis. Efeitos de vizinhança e paternalismo têm implicações muito diferentes para (a) a educação geral para a cidadania e (b) a educação profissionalizante especializada. Os fundamentos para a intervenção governamental são muito diferentes nessas duas áreas e justificam tipos de ação muito diversos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597015911

CAPÍTULO 11 – CPC 09 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

CPC 09

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR

ADICIONADO

1. CONCEITO

Quando uma empresa realiza a diferença entre o seu valor de produção (valor das saídas) e o valor dos bens adquiridos de terceiros (valor das entradas), o resultado encontrado, regra geral, é positivo, e esse resultado positivo é o valor adicionado (valor agregado), que é a riqueza gerada pela empresa. Regra geral, pois pode ocorrer o contrário, ou seja, pode acontecer que a empresa, ao realizar a diferença entre o seu valor de produção e o valor dos bens adquiridos de terceiros, encontre um resultado negativo, e nesse caso a empresa não está gerando riqueza, pois consumiu mais do que produziu. O valor adicionado demonstra a efetiva contribuição da empresa na geração de riqueza da economia na qual está inserida. Por exemplo, imagine uma empresa que se instale em um município e absorva toda a mão de obra disponível desse município. Podemos tirar algumas conclusões:

1a conclusão

A parte da riqueza gerada pela empresa será distribuída para os empregados e outra parte para o município na qual a empresa encontra-se instalada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597010725

14 - Gestão do Capital de Giro

CREPALDI, Silvio Aparecido; CREPALDI, Guilherme Simões Grupo Gen PDF Criptografado

Gestão do Capital de Giro

14

�� Objetivos

»» Definir e representar graficamente o ciclo operacional ou econômico e financeiro de empresas por meio da formulação de cálculos dos prazos médios de renovação dos estoques e prazo médio de recebimento de vendas.

»» Mostrar o ciclo financeiro ou de caixa: ciclo operacional e prazo médio de pagamento de compras. Administração dos componentes do capital de giro: caixa, contas a receber e estoques.

»» Analisar a necessidade de investimento em capital de giro e o dilema do risco-retorno na composição dos seus financiamentos.

»» Conceituar e compreender os mecanismos de administração do capital de giro.

CREPALDI.indb 549

3/9/17 9:11 AM

550 | Capítulo 14

14.1 Capital de giro

O capital de giro é um valor monetário que a empresa deve manter em seu caixa para poder “girar” no mercado que atua durante determinado período, que normalmente é de um mês. Esse valor financeiro a empresa deve manter disponível para financiar seu ciclo operacional, que é a aquisição de matéria-prima, garantindo assim seu fluxo produtivo, que, junto aos outros elementos, mantêm a empresa competitiva no mercado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522484751

6 ANÁLISE E CONTROLE DE VALORES A RECEBER

ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto Tibúrcio Grupo Gen PDF Criptografado

6

ANÁLISE E CONTROLE DE

VALORES A RECEBER

O estudo de valores a receber encontra-se neste livro dividido em duas grandes partes. O capítulo anterior centrou-se prioritariamente em seus aspectos decisoriais, enfocando os valores a receber como uma decisão de investimento no contexto da administração financeira. Neste capítulo, serão desenvolvidos os elementos fundamentais para o estabelecimento de uma política de crédito e definidos os critérios de análise de atratividade econômica da decisão.

O presente capítulo é um complemento do anterior, envolvendo aspectos da análise e controle da carteira de valores a receber, além de avaliação do custo de oportunidade e estratégias de vendas a prazo.

O processo de controle constitui-se, em essência, na comparação entre os valores esperados e aqueles efetivamente realizados. Um acompanhamento sistemático dos valores permite que se observem as variações mais relevantes no comportamento da carteira de valores a receber, identificando-se suas origens e repercussões sobre os resultados da empresa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577807215

11. A Escola de Confi guração: A Formulação de Estratégia como um Processo de Transformação

Henry Mintzberg ; Bruce Ahlstrand; Joseph Lampel Grupo A PDF Criptografado

290

Safári de Estratégia

“A história de qualquer parte da Terra, como a vida de um soldado, consiste de longos períodos de tédio e curtos períodos de terror.”

Stephen Jay Gould

É

isso mesmo. Esta é a mensagem da escola de configuração, mas com um ângulo particular. Cada escola em sua época e em seu lugar. Portanto, esta escola difere de todas as outras em um aspecto fundamental: ela oferece a possibilidade de reconciliação, uma maneira de integrar as mensagens das outras escolas.

CONFIGURAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO

Existem dois lados principais desta escola, refletidos em nossos dois rótulos do título. Um descreve estados – da organização e do contexto que a cerca – como configurações. O outro descreve o processo de geração de estratégia – como transformação.

Trata-se de dois lados da mesma moeda: se uma organização adota estados de ser, então a geração de estratégia torna-se um processo de saltar de um estado para outro. Em outras palavras, a transformação é uma consequência inevitável da configuração. Há um tempo para coerência e um tempo para mudar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597013474

1 - A Gestão das Operações de Produção e Serviços nos dias de hoje

COSTA, Ricardo Sarmento; JARDIM, Eduardo Grupo Gen PDF Criptografado

1

A Gestão das Operações de Produção e Serviços nos Dias de Hoje

Motivação e objetivo deste capítulo

Se víssemos um filme de ficção científica há alguns anos, ou lêssemos um livro em que se especulasse sobre como seria o futuro, provavelmente nos depararíamos com o sonho de um mundo em que a tecnologia requalificaria nossas vidas para melhor, para o lazer. Robôs, automação, impressão 3D, armazenamento de dados nas nuvens, drones, convergência das inovações, redes, realidade aumentada, objetos virtualmente inteligentes, semiautônomos e conectados uns aos outros, a internet das coisas: no imaginário do ser humano tudo sugeria (e ainda sugere) um amanhã mais simples, com mais tempo para curtir a vida, para desfrutar do “ócio criativo”. As coisas maçantes do cotidiano ficariam por conta das máquinas; conosco, as façanhas do espírito: a criação, a arte, o esporte, a natureza, as relações humanas, a transcendência.

Surpresa, porém: examinamos nossas vidas nos últimos anos e temos a sensação quase oposta. O tempo foge às mãos, a condução do dia a dia parece se tornar mais e mais complexa, mais agitada e ansiosa! É um paradoxo, afinal de contas, com tantas ferramentas potentes e muito mais meios para coordenar e controlar nossas atividades do que tínhamos, quem poderia supor que fôssemos terminar nesse corre-corre alucinado da vida moderna?

Ver todos os capítulos
Medium 9788547210229

13.15 SOCIEDADES COLIGADAS, CONTROLADAS, FILIADAS OUDE PARTICIPAÇÕES SIMPLES

VISCONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

474

Contabilidade Básica

g) distribuição dos resultados, proporcionalmente ao valor das operações efetuadas pelo sócio com a sociedade, podendo ser atribuído juro fixo ao capital realizado; h) indivisibilidade do fundo de reserva entre os sócios, ainda que em caso de dissolução da sociedade.

13.14.1 Responsabilidade dos sócios

Na sociedade cooperativa, a responsabilidade dos sócios pode ser limitada ou ilimitada.

É limitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde somente pelo valor de suas quotas e pelo prejuízo verificado nas operações sociais, guardada a proporção de sua participação nas mesmas operações.

É ilimitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais.

No que a Lei for omissa, aplicam-se as disposições referentes à sociedade simples, resguardadas as características acima estabelecidas.

13.15 ` SOCIEDADES COLIGADAS, CONTROLADAS, FILIADAS OU

Ver todos os capítulos

Carregar mais