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Medium 9788597017106

5 - Parecer de Auditoria

ATTIE, William Grupo Gen PDF Criptografado

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Parecer de Auditoria

5.1 INTRODUÇÃO

O objetivo da auditoria independente é expressar uma opinião sobre a propriedade das demonstrações contábeis examinadas. Geralmente, o trabalho do auditor sobre as demonstrações contábeis examinadas é atestar a situação patrimonial e financeira ali espelhada e os resultados identificados no período em exame e os demais demonstrativos que compõem o conjunto das informações. O parecer de auditoria é o instrumento pelo qual o auditor expressa sua opinião, em obediência às normas de auditoria; após a realização de todo o trabalho de campo, reunindo provas e evidências sobre as demonstrações contábeis, é que o auditor determina seu entendimento sobre a representatividade e o conjunto das mesmas. Seu exame de campo, concluído por intermédio de programa de trabalho, o endereça à obtenção de informação e fatos que determinam seu posicionamento e o impelem a análises, pesando e medindo efeitos decorrentes das informações obtidas.

A emissão do parecer reflete o entendimento do auditor acerca dos dados em exame, de uma forma padrão e resumida que dê, aos leitores, em geral, uma noção exata dos trabalhos que realizou e o que concluiu. A forma do Parecer dos Auditores Independentes sobre as demonstrações contábeis em exame está contida na Norma Brasileira de contabilidade NBC

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Medium 9788597014112

7 - Classificação das Taxas de Juros

SOBRINHO, José Dutra Vieira Grupo Gen PDF Criptografado

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CLASSIFICAÇÃO DAS TAXAS DE JUROS

7.1 INTRODUÇÃO

Nos mercados financeiros, brasileiro e mundial, mesmo entre os professores, técnicos e executivos, reina muita confusão quanto ao conceito e à classificação das taxas de juros, principalmente no que se refere às taxas nominal, efetiva e real. Para endossar esse fato, vou citar uma experiência marcante que vivi ao participar de dois encontros com a presença de aproximadamente 14 professores de matemática financeira em cada um, realizados na Editora Atlas nos meses de março e maio de 2002; a maioria dos professores, além de atuantes em várias universidades, eram também autores de livros. O objetivo do encontro era discutir alguns conceitos básicos da matemática financeira, cujo entendimento entre nós, infelizmente, não era unânime. Embora nossas reuniões tenham sido extremamente proveitosas, não conseguimos chegar a um mesmo entendimento em relação a todas as questões apresentadas e discutidas. E para surpresa de muitos dos nossos leitores, não conseguimos entrar num acordo quanto aos conceitos de taxa nominal e taxa efetiva. E uma das razões para isso era, e ainda é, a insistência em se classificar as taxas de juros como nominal ou efetiva nos casos em que o período de capitalização dos juros não coincide com o período a que se refere a taxa. Exemplo: taxa de juros de 12% ao ano com capitalização mensal dos juros. Nesse caso se dividiria a taxa anual por 12 e a taxa mensal obtida de

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Medium 9788597010725

9 - O Processo do Target Costing e o Custeio Kaizen

CREPALDI, Silvio Aparecido; CREPALDI, Guilherme Simões Grupo Gen PDF Criptografado

O Processo do

Target Costing e o

Custeio Kaizen

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�� Objetivos

»» Mostrar que o processo do Target Costing objetiva a obtenção do custo máximo admissível de um produto ou serviço para que, dado o preço de venda que o mercado oferece, consiga-se o mínimo de rentabilidade que se quer, antes do início da produção.

»» Identificar que custo-alvo, também chamado de custo-meta ou target costing, é uma ferramenta da contabilidade gerencial que visa reduzir os custos da empresa por meio de uma estimativa, realizada pelo pessoal de marketing junto ao mercado consumidor, analisando características, funcionalidades e competitividade dos produtos.

»» Conhecer e justificar que o custo kaizen, que quer dizer, em sua originalidade, melhoria contínua, tem a função de detectar em qual ponto o custo-alvo não foi alcançado e estabelece regulamentos dentro do processo em andamento, tendo a visão de diminuir e alcançar os custos variáveis determinados no planejamento do custo-alvo.

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Medium 9788565837866

Capítulo 31

Rogério Garcia Bañolas Grupo A PDF Criptografado

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RO G É R I O G A R C I A B AÑ O L A S

– Melhorias na Qualidade, e Qualidade com Q maiúsculo, normalmente exigem esforço e investimento de tempo – disse Miguel, voltando-se para Ricardo.

– Por falar nisso, quanto investimos no aumento de produtividade da dobradeira? Qual o retorno sobre o investimento? – perguntou Clélio.

– Na verdade, investimos praticamente nada de dinheiro para obter um aumento de capacidade global da gráfica que estimo ser da ordem de 35%. Acho que valeria a pena o Arnaldo Casachi (gerente financeiro) quantificar o retorno sobre o investimento do grupo de trabalho. Se contabilizarmos o custo de nossas horas dedicadas para aumentar a produtividade nessas 14 semanas como investimento e o aumento do lucro proporcionado por 35% mais de capacidade de vendas, o retorno sobre o investimento é enorme!

– Acho que deveríamos apresentar os resultados ao Sr. Jorge. O que você acha?

– Que tal você, Clélio, decidir com o grupo quem faria os cálculos financeiros com a ajuda de Arnaldo Casachi e levá-los junto com os resultados operacionais para o Sr. Jorge? Que acha disso Miguel? – Ricardo sugeriu.

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Medium 9788597008814

Tema 4 - Estrutura de um trabalho de pesquisa científica

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

Tema 4

Estrutura de um trabalho de pesquisa científica

Uma palavrinha inicial

Este capítulo, no qual abordaremos a estrutura e o detalhamento das etapas de uma pesquisa, tem por fim propiciar ao pesquisador orientações básicas para a elaboração de uma investigação científica.

As etapas e as orientações que serão feitas a seguir se apresentam como um roteiro à elaboração da pesquisa. Não é uma imposição. Visam atuar como suporte à criatividade, bem como contribuir para a superação de entraves à elaboração da pesquisa.

A realização de uma pesquisa com rigor científico pressupõe a escolha de um tema, a definição de um problema a ser investigado, a elaboração de um plano de trabalho e, após a execução operacional desse plano, que se escreva um relatório final, o qual deverá ser estruturado de forma adequada.

Pretendemos, assim, que, ao concluir o tema, você seja capaz de:

• identificar a importância da estrutura das etapas de uma pesquisa;

• conhecer detalhadamente os processos de execução de uma pesquisa.

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Medium 9788597016109

7 - Liderança

FIORELLI, José Osmir Grupo Gen PDF Criptografado

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Liderança

O profissional de Administração convive com o desafio de liderar pessoas, que se impõe pela natureza das atividades e pelo tipo de relacionamentos profissionais.

Justifica-se, pois, o grande interesse dos administradores em compreender, desenvolver e exercer competências em liderança.

Neste capítulo, apresenta-se uma visão compreensiva de fatores de natureza psicológica relacionados com a liderança, destacando-se:

– a importância dos aspectos emocionais relacionados à aquisição dessa competência e seu continuado desenvolvimento;

– características de personalidade encontradas em pessoas conhecidas pela capacidade de liderar;

– habilidades úteis a seu exercício;

– comportamentos inadequados a serem evitados pelo líder.

O profissional, conjugando treinamento especializado, dedicação e perseverança, pode desenvolver e/ou aperfeiçoar essas características e habilidades.

Liderança é situacional, dinâmica e profundamente ligada à natureza humana.

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Medium 9788597010824

18 - A MEDIDA DO LUCRO E DOS JUROS EMBUTIDOS NOS PREÇOS

SANTOS, Joel José Grupo Gen PDF Criptografado

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A Medida do Lucro e dos

Juros Embutidos nos Preços

18.1 Introdução

O lucro operacional apurado, com base nos princípios legais, poderá não retratar de maneira efetiva o desempenho de um negócio empresarial, se não levar em consideração uma moeda de poder aquisitivo de uma mesma data.

O chamado lucro operacional apurado em conformidade com a legislação pode ser considerado heterogêneo e incompleto por espelhar um resultado apurado com valores de épocas diferentes, embora vivamos em época de estabilidade nos preços

(Plano Real). Se partirmos do exemplo em que determinada mercadoria foi adquirida no período 1 por R$ 10,00, e vendida no período 2 por R$ 20,00, sabendo-se, ainda, que o preço corrente da mercadoria, no momento da venda, em face do princípio da continuidade, passou a ser de R$ 15,00, teremos os seguintes resultados:

• Nos moldes da contabilidade financeira:

  Vendas

20,00

100%

(–) Custos a preços de compra (histórico)

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Medium 9788540701182

Capítulo 16 - Redes de inteligência estendida: observando e explorando a periferia

Paul R. Kleindorfer; Yoram (Jerry) Wind; Robert E Gunther Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 16

Redes de inteligência estendida: observando e explorando a periferia

George S. Day

Paul J. H. Schoemaker

Scott A. Snyder

 Resumo

Ainda que as redes presentes em áreas fundamentais de negócios, como comunicações, cadeias de suprimentos, P&D e vendas, destinem-se a melhorar o fluxo de informações, pessoas ou produtos, elas também podem ser utilizadas para aguçar a “visão periférica” da organização. Neste capítulo, os autores examinam como as redes podem ser utilizadas pelas organizações para sondar, compreender e adaptar-se a novos e importantes sinais de seu ambiente estratégico que escapem a seu foco central. Na primeira parte do capítulo é enfatizada a importância da visão periférica para ajudar as organizações a não ser apanhadas de surpresa pelas ameaças, ao mesmo tempo em que identifica novas oportunidades mais cedo. Os autores examinam alguns dos principais obstáculos à utilização das redes para melhor observar a periferia em busca de primeiros insights. A seguir, investigam como as redes estendidas podem ajudar a organização a ser um sistema aberto capaz de reagir e adaptar-se com mais rapidez às mudanças no ambiente. Eles examinam em que medida construtos de rede como centralidade, hierarquia, autorregeneração, inteligência distribuída, multihoming e latência podem ser utilizados para ampliar a capacidade das redes organizacionais de esquadrinhar a periferia. A seção final explora alguns desafios de liderança associados à utilização das redes para detectar sinais fracos mais cedo.

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Medium 9788547208301

6.7 Dificuldades e objeções

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 6  Instrumentos gerenciais

• identificar e gerenciar os riscos de compliance, ou seja, o efeito da incerteza sobre os objetivos de compliance;

• assegurar que o SGC seja revisto periodicamente30.

6.7 Dificuldades e objeções

Os instrumentos de gestão apresentados neste capítulo são aplicáveis à organização como um todo ou a uma de suas unidades. Para implementá-los são necessários outros instrumentos de gestão específicos de aplicação localizada ou segmentada, tais como avaliação de impactos ambientais, códigos de ética, auditorias internas, métodos de verificação e medição de não conformidades, criação de indicadores de desempenho apropriados à empresa em cada uma das dimensões da sustentabilidade, entre outros. A caixa de ferramentas para dar suporte à política de responsabilidade social orientada pelo desenvolvimento sustentável é variada e não cessa de crescer, o que revela a importância crescente desse tema para as empresas, que por sua vez reflete demandas da sociedade nesse sentido.

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Medium 9788522489954

Parte I – 2 Criação de ONGs e seus Aspectos Jurídicos

TACHIZAWA, Takeshy Grupo Gen PDF Criptografado

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Criação de ONGs e seus

Aspectos Jurídicos

2.1 Aspectos jurídicos

Organização Não Governamental (ONG) não é termo definido em lei, mas uma categoria que vem sendo socialmente construída e usada para designar um conjunto de entidades com características peculiares, reconhecidas por seus agentes, pelo senso comum ou pela opinião pública.

Por serem entidades civis sem fins lucrativos, as ONGs, para efeitos de enquadramento legal, podem constituir-se quer como associações, quer como fundações (art. 16 do Código Civil brasileiro). Preferem, no entanto, a primeira forma, a qual não implica a existência de um patrimônio prévio, nem de um instituidor:

95% das ONGs são registradas como associações civis sem fins lucrativos, sendo apenas 5 as fundações, ou seja, 3,4% do universo.

Segundo dados da Secretaria da Receita Federal para 1991, apenas 5,8% das entidades registradas como sem fins lucrativos no Brasil são fundações.

Considerando que parte desse universo é composto por fundações instituídas por órgãos públicos – nada mais sendo, portanto, que organizações paraestatais – pode-se concluir que a pequena porcentagem de fundações entre essas ONGs não

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Medium 9788597008159

5 - PERFIS & COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS NO TRABALHO

CODA, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

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PERFIS & COMPETÊNCIAS

COMPORTAMENTAIS

NO TRABALHO

CODA.indb 119

7/26/16 3:56 PM

CODA.indb 120

7/26/16 3:56 PM

PERFIS & COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS NO TRABALHO

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O estudo da Administração vincula o comportamento das organizações ao comportamento das pessoas. Isso implica que os colaboradores precisam participar ativamente nas inovações de produtos, serviços, processos gerenciais e organizacionais, assim como na formulação e na implementação de estratégias concorrenciais que buscam a conquista de uma posição sustentável para a empresa no mercado.

Visando à integração de interesses de empregados e organizações, a teoria aliada à prática tem permitido descrever, predizer, explicar e gerenciar o comportamento humano no trabalho. Em consequência, a compreensão do indivíduo no seu contexto de trabalho vem se tornando um tema recorrente nas organizações, tanto para desenvolver um empregado mais produtivo, como também para desenvolver uma pessoa melhor em termos de crescimento e de realização pessoal.

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Medium 9788597018608

Apêndice – Revisão da literatura para artigos empíricos

BERNARDES, Ednilson; MUNIZ Jr., Jorge; NAKANO, Davi Noboru Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

Revisão da literatura para artigos empíricos

BERNARDES-MUNIZ_NAKANO_Pesquisa qualitativa.indb 139

18/09/2018 14:10:11

BERNARDES-MUNIZ_NAKANO_Pesquisa qualitativa.indb 140

18/09/2018 14:10:11

As revisões bibliográficas bem elaboradas são a pedra angular de bons artigos. No entanto, não é incomum encontrar revisões de literatura fracas ou mesmo ausentes nos trabalhos e monografias. Essa fraqueza põe em risco qualquer reivindicação de contribuição que os autores possam ter e frequentemente enfraquece todo o esforço colocado no trabalho de campo e na análise de dados. No entanto, como campo aplicado, a pesquisa em engenharia de produção e áreas sociais aplicadas não deve partir exclusivamente da teoria. Trabalhos empíricos têm sido e devem continuar a ser uma importante fonte de pesquisa (Boer et al., 2015). Fenômenos interessantes do mundo real devem nos motivar a estudá-los e resolvê-los, mas nossos esforços devem ser direcionados não apenas à sua solução, mas também a como ela pode ser generalizada. Não há um caso de contribuição que resulte na falta de uma revisão de literatura adequada, e esperamos neste Apêndice, baseado no artigo de Nakano e Muniz Jr. (2018), fornecer algumas orientações sobre como escrever boas revisões para artigos empíricos e, como consequência, produzir textos de melhor qualidade.

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Medium 9788547208240

A P Ê N D I C E X 1Colaboradores e revisores desta publicação1

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

APÊNDICE X1

Colaboradores e revisores desta publicação1

X 1 .1 C O MI SS ÃO LÍ D ER

As seguintes pessoas formaram o comitê líder responsável pela elaboração do guia de práticas, incluindo a revisão e deliberação sobre as recomendações dos revisores.

Paul E. Shaltry, MA, PMP, Presidente do Comitê

Sandy H. Cobb, PgMP, PMP, Vice-Presidente do Comitê

Michael C. Collins, PMP

Colette Connor, PMP

Melvin G. Frank, PMP

Felicia E. Hong, MBA, PMP

Conrado Morlan, PgMP, PMP

Norman K. Prevost, PMP

Terry Lee Ricci, PgMP, PMP

Gary J. Sikma, PMP

Sandra E. Smalley

Karl F. Best, CAPM, CStd, Especialista em projetos de padrões

X 1 . 2 E QUI PE D E R EVI S ÃO

As seguintes pessoas formaram a equipe de revisão responsável pela revisão do guia de práticas.

Terry Lee Ricci, PgMP, PMP, Líder da equipe de revisão

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Medium 9788547215811

3.2 FUNÇÕES DOS INTERMEDIÁRIOS

ROCHA, Marcos Donizete Aparecido; SOUSA, José Meireles de Editora Saraiva PDF Criptografado

pelos produtores – o que acontece muito raramente –, são normalmente realizadas pelos intermediários.

Não obstante ser difícil existir distribuição e comercialização de

produtos sem interferência de intermediários, o fato é que as ativida-

des por eles realizadas continuam não sendo bem entendidas, sendo-lhes atribuídas várias atitudes antiéticas, tais como açambarcamento

e encarecimento de produtos, além de “rótulos” que na grande maioria dos casos não correspondem à realidade.

Efetivamente, os intermediários levam a cabo uma série de fun-

ções que estão relacionadas com o estabelecimento das utilidades de

tempo, lugar e posse, geradas pela própria distribuição. São funções que, embora acrescentem valor ao produto, têm determinado custo, requerendo assim máxima eficiência.

Como corolário do axioma atrás referido, podemos dizer que:

Os custos com intermediários não serão muito diferentes dos pagamentos que o produtor deverá efetuar para ver realizadas as funções a eles atribuídas.

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Medium 9788521618676

17- Política Cambial no Brasil

BACHA, Edmar; BOLLE, Monica de Grupo Gen PDF Criptografado

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Política Cambial no Brasil1

John Williamson2

1 Introdução

O regime macroeconômico implantado no Brasil durante a segunda administração de Fernando Henrique Cardoso, e em grande medida mantido pelo seu sucessor, é típico nos países avançados. Sua âncora é um regime de metas de inflação (com uma meta de taxa de inflação algo superior àquela de países mais avançados, de 4,5% ao ano, com uma margem de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo). A taxa de câmbio flutua. Essa flutuação é com frequência descrita como livre, mas, dada a extensão do recente acúmulo de reservas, ela não merece a classificação de livre flutuação tal como entendida pela maioria dos economistas. A política fiscal foi durante algum tempo mais ambiciosa durante o regime de Lula, resultando em um superávit primário de pelo menos 4,5% do PIB (subsequentemente reduzido para permitir maiores investimentos públicos, e reduzido ainda mais para ajudar a combater a crise, embora ainda tenhamos que aguardar para saber se isso é tão temporário quanto inicialmente prometido). A política monetária tem tido o objetivo de alcançar a meta de inflação, dada a política fiscal, o que — haja vista a história do país — tem implicado manter taxas de juros elevadas. (A taxa Selic, a taxa de redesconto do Banco Central, foi de 15,4% ao ano em média nos primeiros sete anos do governo Lula.)

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