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Medium 9788536307442

Capítulo 12 - Contexto de trabalho, desempenho competente e necessidades em TD&E

Borges-Andrade, Jairo E. Grupo A PDF Criptografado

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

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Contexto de trabalho, desempenho competente e necessidades em TD&E

Gardênia da Silva Abbad, Isa Aparecida de Freitas e Ronaldo Pilati

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Justificar a inclusão de variáveis do contexto em avaliação de necessidades de TD&E.

• Relacionar conceitos de desempenho competente, aos de motivação (querer fazer), condições de trabalho (poder fazer) e necessidades de TD&E.

• Caracterizar problemas de desempenho solucionáveis por meio de ações de TD&E, distinguindo-os de outros relacionados à falta de condições apropriadas de trabalho ou de motivação.

• Descrever implicações práticas da utilização de avaliações de necessidades que considerem conjuntamente condições do ambiente, conhecimento, habilidades, atitudes e motivação.

• Definir os constructos de suporte organizacional, suporte à aprendizagem contínua no trabalho e suporte à transferência de treinamento, diferenciando-os em termos de focos e perspectivas.

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Medium 9788577807239

Capítulo 12. Como Aplicar os Princípios do Modelo Toyota a Cadeias de Suprimentos de Outros Setores

Ananth V. Iyer Grupo A PDF Criptografado

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Como Aplicar os Princípios do Modelo Toyota a Cadeias de

Suprimentos de Outros Setores

Os princípios básicos associados à gestão da variedade, velocidade e variabilidade em toda uma cadeia de suprimentos – o foco do processo de liderança e gestão da cadeia de suprimentos da Toyota – são encontrados em muitos diferentes contextos industriais. Neste capítulo apresentamos vários exemplos de empresas do setor de serviços, como saúde, seguros, bancos, financeiras e varejo. Os produtos e serviços abordados são vestuário, vinhos, lonas de freio, desenvolvimento de produtos para mercados emergentes, venda de cimento, entre outros. Em cada um desses cenários, uma estratégia de liderança da cadeia de suprimentos gerou índices de desempenho superiores. Se você está empolgado e ansioso para desenvolver a aplicação dos princípios da cadeia de suprimentos da Toyota em seu próprio setor, então este capítulo oferecerá vários exemplos de aplicação diferentes.

O SISTEMA FINANCEIRO

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Medium 9788582603789

Capítulo 11 - Monitoramento de Mídias Digitais

Théo Orosco; Alexandre B. M. Lima; André Siqueira; Eduardo Prange; Emilia Chagas; Fabrício U. Rodrigues; Henrique H. Tormena; Júlia C. Ghisi; Priscilla Albuquerque; Ricardo Heidorn; Rodrigo Lóssio Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

monitoramento de mídias digitais

EDUARDO PRANGE

SEEKr

O que é monitoramento de mídias sociais?

Em termos básicos, o monitoramento de mídias sociais é uma disciplina que consiste no ato de usar uma ferramenta para monitorar o que está sendo dito a respeito de um tema, uma marca, uma palavra-chave e/ou um termo de pesquisa na internet. Às vezes, também pode ser denominado social listening, gestão de mídias sociais, social media marketing

(SMM) e social monitoring. É claro que a resposta anterior

é muito básica. Na realidade, esta disciplina é um pouco mais complexa.

Muitas pessoas confundem o termo monitoramento de mídias sociais com monitoramento de redes sociais. Na realidade, mídias sociais é um conceito muito mais abrangente, que envolve diferentes ecossistemas (redes virais, blogosfera, imprensa on-line, fóruns de discussão e redes sociais, que nada mais são do que as redes de relacionamento – Facebook, Twitter e Google+, por exemplo).

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Medium 9788522465835

4 - Trabalhando com fórmulas simples

BRUNI, Adriano Leal; PAIXÃO, Roberto Brazileiro Grupo Gen PDF Criptografado

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Trabalhando com fórmulas simples

“Todo conhecimento vem da experiência.”

Immanuel Kant

4.1  Objetivos do capítulo

As operações mais elementares do Excel costumam envolver a inserção de fórmulas matemáticas simples e comandos como copiar, cortar e colar. De forma simples, o usuário deve ser capaz de desenvolver formulações algébricas, bem como utilizar com desenvoltura a função de cópia com referências relativas e absolutas do Excel.

Este capítulo possui o objetivo geral de apresentar algumas das mais simples operações do

Excel, que envolvem fórmulas algébricas.

4.2  Entendendo as fórmulas

Uma fórmula é uma equação que analisa dados em uma planilha. As fórmulas efetuam operações, como adição, multiplicação e comparação em valores da planilha; além disso, podem combinar valores. As fórmulas podem referir-se a outras células na mesma planilha, a células em outras planilhas da mesma pasta de trabalho ou a células em planilhas em outras pastas de trabalho.

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Medium 9788597007510

9. Sistemas de amortização de empréstimos e financiamentos

HOJI, Masakazu Grupo Gen PDF Criptografado

Sistemas de amortização de empréstimos e financiamentos

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Conteúdo do Capítulo

Características comuns a todos os sistemas de amortização

Sistema Francês de Amortização (SFA)

■■

Tabela Price

Sistema de Amortização Constante (SAC)

Sistema de Amortização Americano (SAA)

Sistema de Amortização Crescente (Sacre)

Exercícios propostos

9.1  Características comuns a todos os sistemas de amortização

O sistema de amortização é um fluxo de caixa em que o valor do empréstimo ou financiamento é concedido no início do prazo da operação financeira, e esse valor, acrescido de juros (e “atualização monetária”, em algumas modalidades), é amortizado até o (ou no) vencimento da operação.

Quando se fala em empréstimo e em financiamento, a diferença entre eles é que no financiamento, o valor liberado tem uma finalidade específica, por exemplo, para a compra de imóvel, automóvel ou importação. Já o empréstimo é um recurso

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Medium 9788520431146

Capítulo 34 - Recuperação de empresas a partir da autogesão

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Recuperação de empresas a partir da autogestão

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Maurício Sardá de Faria

Administrador, UFPB

Henrique Tahan Novaes

Economista, Unesp/Marília

Flávio Chedid Henriques

Engenheiro de Produção, UFRJ

Laís Silveira Fraga

Engenheira de Alimentos, Unicamp

INTRODUÇÃO

A autogestão não é um problema exterior ao capitalismo. Não se trata de uma forma de organização ou de luta engendrada pelos trabalhadores fora dos locais do trabalho que seria “transportada” para o interior do processo de produção nos momentos mais agudos de conflito social. Para nós, a autogestão é algo inerente à organização capitalista do processo de trabalho. Sua materialidade é experimentada tanto por meio dos mecanismos informais de articulação dos trabalhadores, no processo de produção de mercadorias, quanto pelas formas autônomas de organização dos conflitos e resistência dos trabalhadores diante da fragmentação, parcelização e infe-

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GESTÃO DE NATUREZA PÚBLICA E SUSTENTABILIDADE

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Medium 9788580551044

27. Taxas de câmbio e o sistema financeiro internacional

Samuelson, Paul Grupo A PDF Criptografado

capítulo

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taxas de câmbio e o sistema financeiro internacional

O benefício do comércio internacional – a utilização mais eficiente das forças produtivas mundiais.

John Stuart Mill

Economicamente, nenhum país é como uma ilha isola‑ da. Quando o sino dobra para anunciar a recessão ou a crise financeira, o eco ressoa pelo mundo inteiro.

Vemos essa ideia ilustrada expressivamente no sécu‑ lo XX, que pode ser dividido em dois períodos distin‑ tos. O período de 1914 a 1945 foi caracterizado por con‑ corrência destruidora, redução do comércio mundial, isolamento financeiro crescente, guerras militares e comerciais, ditaduras e depressão. Em contrapartida, após a Segunda Guerra Mundial, a maior parte do mundo tem usufruído de crescente cooperação econô‑ mica, da ampliação dos laços comerciais, da integração crescente dos mercados financeiros, da expansão da democracia e de um crescimento econômico rápido.

Esse contraste acentuado salienta a importância de uma gestão esclarecida das nossas economias, nacional e global.

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Medium 9788547215125

2.6 Acordo voluntário de restrições a exportações (Avre)

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

24   economia internacional

de não cumprimento de uma norma técnica, a venda não se inviabiliza; todavia, pode ocorrer perda de participação no mercado. Relacionamos, a seguir, exemplos de regulamentos e normas técnicas exarados pelo MDIC:

 requisitos relativos à embalagem — considerando-se exigências de mate-

riais, tamanhos ou padrões de peso para embalagens de produtos;

 requisitos relativos à rotulagem — tais como exigências especiais quanto a tipo, tamanho de letras ou tradução nos rótulos de produtos;

 requisitos relativos a informações sobre o produto — assim como exigências de conteúdo alimentar ou proteico de produtos ou de informações ao consumidor;

 outros requisitos técnicos — como exigência de certificados relativos à fabricação do produto mediante processos não poluidores do meio ambiente.

2.5 Taxas múltiplas de câmbio

Nesse esquema, o país adota taxas de câmbio diferenciadas com o objetivo de estimular a importação de determinadas mercadorias, enquanto desestimula outras. No caso do Brasil, na primeira metade da década de 1950, havia dez taxas de câmbio.

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Medium 9788520431146

Capítulo 24 - Gestão de riscos no contexto do desenvolvimento sustentável

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Gestão de riscos no contexto do desenvolvimento sustentável

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Airton Bodstein

Químico Ambiental, UFF

Angela Maria Abreu de Barros

Química Ambiental, UFF

INTRODUÇÃO

A proposta deste capítulo é demonstrar as diversas variáveis que po­ dem retardar ou mesmo comprometer um processo de desenvolvimento sustentável por problemas ligados à má gestão pública. E, dentre essas va­ riá­veis, os desastres a que as populações do mundo inteiro estão cada vez mais sujeitas representam a mais importante delas. Desse modo, a gestão pú­blica deve contemplar a prevenção e o enfrentamento de riscos. Enten­ de‑se por risco, como objeto social, a percepção do perigo da catástrofe pos­ sível. Ele existe apenas em relação a um indivíduo e a um grupo social ou profissional, uma comunidade, uma sociedade, que o apreende por meio de representações mentais e com ele convive por meio de práticas específi­ cas. O risco é a tradução de uma ameaça de um perigo para aquele que está sujeito a ele e o percebe como tal (Veyret, 2007).

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Medium 9788521605966

15. Fases e Tendências no Debate sobre Políticas Públicasde Segurança no Brasil

BACHA, Edmar Lisboa; SCHWARTZMAN, Simon Grupo Gen PDF Criptografado

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Fases e Tendências no Debate sobre Políticas Públicas de Segurança no Brasil

Denis Mizne

1 INTRODUÇÃO

O artigo de Sergio Ferreira é bastante bem-sucedido no sentido de organizar os esforços públicos e privados realizados nos últimos anos para enfrentar a questão do crime violento no Brasil. O objetivo desta contribuição é identificar as fases e tendências no debate sobre políticas públicas de segurança no Brasil, com especial foco em áreas que me parecem centrais para o trabalho dos próximos gestores públicos. A partir da análise dos marcos construídos nesse debate nas décadas de 1980, 1990 e 2000, espero apontar concretamente alguns dos pontos que deveriam constar da agenda pendente dessa área, especialmente em quatro dimensões da segurança pública: prevenção ao crime, controle de armas, aprimoramento das forças policiais e reforma do sistema de justiça criminal. Longe de abordar todos os aspectos, indicadores ou correntes teóricas a respeito desses temas, tentarei tão somente identificar qual o estágio em que nos encontramos e quais são alguns dos itens centrais que deveriam constar da pauta dos gestores responsáveis por essa área em seus próximos mandatos.

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Medium 9788521631941

Capítulo 6 - Cultura

SANTOS, Vania Martins dos Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Cultura

E

ste capítulo analisa a cultura como uma herança social criada, partilhada e transmitida na vida social humana. Buscaremos entender a complexidade e a influência dos processos culturais na vida humana e na dinâmica das organizações, analisando a formação das subculturas e das contraculturas, bem como o impacto da diversidade e dos choques culturais nas organizações, com especial atenção ao papel da gestão no tratamento dessas questões.

6.1  Cultura e sociedade

No senso comum, o termo cultura é geralmente empregado para referir-se ao nível educacional de um indivíduo. Desse modo, as pessoas muito desenvolvidas intelectualmente são chamadas “cultas”, enquanto as que não tiveram muita instrução são chamadas “incultas”.

Para a sociologia, a cultura não é o mesmo que educação, pois possui um significado mais amplo, que inclui os elementos materiais, ideais e simbólicos que os membros de um dado grupo social criam, partilham e transmitem entre si. Todas as sociedades humanas possuem cultura, por isso não existem indivíduos desprovidos de cultura – exceto aqueles que não tiveram contatos sociais.

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Medium 9788597015270

Anexo 2 – Visão contábil

SILVA, Edson Cordeiro da Grupo Gen PDF Criptografado

Anexo 2 – Visão contábil

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

A demonstração do fluxo de caixa (DFC) passou a ser um relatório obrigatório pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais).

Esta obrigatoriedade vigora desde 1o-1-2008, por força da Lei no 11.638/07, e dessa forma torna-se mais um importante relatório para a tomada de decisões gerenciais.

A Deliberação CVM no 547/08 aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 03, que trata da demonstração do fluxo de caixa.

De forma condensada, esta demonstração indica a origem de todo o dinheiro que entrou no caixa em determinado período e, ainda, o resultado do fluxo financeiro. Assim como a demonstração de resultados de exercícios, a DFC é uma demonstração dinâmica e também está contida no balanço patrimonial.

A demonstração do fluxo de caixa irá indicar quais foram as saídas e entradas de dinheiro no caixa durante o período e o resultado desse fluxo.

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Medium 9788597016130

24 - Gestão da Terceirização

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

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GESTÃO DA TERCEIRIZAÇÃO

Omar Barreto Lopes

Para muito além da discussão ideológica e limitada sobre “terceirização”, os contratos de serviços externos são uma necessidade na comunicação corporativa.

Gradativamente consolida-se o modelo híbrido, em que estruturas internas se articulam com fornecedores especializados, de forma a inovar e acompanhar de perto o dinamismo das mudanças. Mas esse cenário traz novas responsabilidades para fornecedores e gestores da comunicação, nas organizações.

O debate sobre “terceirização” na comunicação corporativa ganhou corpo especialmente quando as agências de comunicação, ou PR (Public Relations), entre elas os grandes players da atualidade, passaram a fechar contratos importantes de assessoria de imprensa com empresas privadas e órgãos públicos. Esse movimento se intensificou nos últimos vinte anos, quando quadros importantes da imprensa migraram para empresas de comunicação, onde passaram a assessorar as fontes, com base na experiência acumulada em redações.

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Medium 9788522492619

9 Transtornos Mentais no Trabalho

FIORELLI, José Osmir Grupo Gen PDF Criptografado

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Transtornos Mentais no Trabalho

Os principais objetivos deste capítulo são os seguintes: a) ampliar a compreensão do leitor sobre o conceito de transtorno mental; b) transmitir dados e informações capazes de sensibilizar o Administra­dor para efeitos sociais e financeiros desses transtornos; c) mostrar suas consequências no ambiente organizacional, afetando a pro­ dutividade e a qualidade de vida; d) sugerir possibilidades de atuação do psicólogo organizacional na pro­ moção da saúde mental.

9.1 INTRODUÇÃO

Existe um “paradoxo psíquico do trabalho”: para uns, ele é fonte de equilíbrio; para outros, causa de fadiga (De­ jours, Abdoucheli e Jayet, 1994:22).

9.1.1 Aspectos culturais

Kaplan e Sadock assinalam “o estigma que nossa cultura vincula ao paciente psiquiátrico”, o que torna “mais aceitável ter um problema médico ou cirúrgico do

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Psicologia para Administradores  • Fiorelli

que um problema mental” (Kaplan e Sadock, 1993:5). A simples sugestão da pre­ sença de um transtorno mental acarreta reações imprevisíveis do indivíduo, de seus familiares e colegas.

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Medium 9788522471287

1 Introdução

ALCEU SOUZA, Ademir Clemente Grupo Gen PDF Criptografado

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Introdução

O objetivo deste capítulo é posicionar o tema relativo a custos no âmbito das decisões empresariais. Os custos não acontecem por acaso: decorrem de decisões de investimentos anteriores. A disponibilidade de informações internas e externas delineia possíveis posicionamentos competitivos que influenciam as decisões de investimento em termos de escala, de processo e de formas de gestão. Essas escolhas definem, em parte, a estrutura de custos de uma empresa e delimitam o espaço para a busca de eficiência.

Cabe aos gestores tomarem as decisões para maximizar a criação de valor para a empresa. Para tanto, são delineadas e implementadas estratégias competitivas. A empresa é a entidade que congrega os agentes responsáveis pelas ações cujo objetivo é aumento da riqueza, ou seja, ela é o locus de crescimento do capital. Assim, a empresa é o capital materializado e em expansão, segundo uma perspectiva de longo prazo, e será um empreendimento atrativo enquanto puder convencer o investidor, proprietário do capital a, no mínimo, manter aplicada sua parcela de capital. Para manter o investidor e também para atrair novos investidores, a empresa deve remunerar o capital aplicado e também mostrar perspectivas de remuneração futura. Essa expectativa de remuneração, necessariamente, dependerá da capacidade da empresa de gerar lucros presentes e futuros. A manutenção do capital aplicado somente se dará se a empresa criar expectativas de remuneração de seus investidores a uma taxa, no mínimo, igual

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