7935 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577801169

7 As Perdas e o Conceito de Trabalho nos Sistemas Produtivos

Antunes, Junico Grupo A PDF Criptografado

As Perdas e o Conceito de Trabalho nos

Sistemas Produtivos

Resumo do capítulo

Este capítulo trata das perdas nos sistemas produtivos. O Sistema Toyota de

Produção – STP – (ou produção enxuta) tem como base para sua construção a compreensão e desdobramento em ferramentas práticas dos conceitos de atividade, custo, perda e trabalho, e das suas múltiplas inter-relações. De início, apresentamos ao leitor uma conceituação rigorosa sobre perdas, aprofundando-se o assunto na análise das sete perdas conceituadas por Taiichi Ohno, um dos principais artífices da construção técnico-econômica do STP.

A partir desses conceitos básicos, desenvolve-se o argumento no sentido de identificar outros tipos perdas que ocorrem nos sistemas produtivos (por exemplo: perdas ergonômicas, energéticas e ambientais). De posse dessa visão ampliada, o leitor passa a dispor de um ferramental intelectual que pode ser aplicado em diferentes ambientes de produção.

Por fim, tratamos de relacionar os conceitos de perdas e o mecanismo da função de produção. Como síntese das idéias, apresentamos um conceito alternativo de identificação das perdas (o modelo 5MQS).

Ver todos os capítulos
Medium 9788577807239

Capítulo 13. Jogo da Cerveja e a Cadeia de Suprimentos da Toyota

Ananth V. Iyer Grupo A PDF Criptografado

13

O Jogo da Cerveja e a

Cadeia de Suprimentos da Toyota

O Jogo da Cerveja foi criado em 1960 como exercício sobre dinâmicas industriais. Porém, o que há de comum entre a cerveja e os automóveis? O Jogo da Cerveja é utilizado como forma divertida para ilustrar algumas das armadilhas encontradas no funcionamento de uma cadeia de suprimentos. Está claro que a cerveja chama a atenção de estudantes. Embora o produto mencionado no jogo seja a cerveja, os processos nele conduzidos são semelhantes aos executados na maioria das cadeias de suprimentos, inclusive nas cadeias do setor automotivo. Este capítulo mostra como os gerentes da

Toyota jogariam o Jogo da Cerveja em comparação ao modo tradicional de jogá-lo, e como os processos da Toyota são capazes de aperfeiçoar a cadeia de suprimentos.

AS REGRAS DO JOGO DA CERVEJA

No Jogo da Cerveja, quatro jogadores dividem os papéis de varejista, distribuidor, atacadista e fábrica, na administração de uma cadeia de suprimentos em série. A

Ver todos os capítulos
Medium 9788522475018

Parte IV - 8 - Teoria estruturalista

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Teoria estruturalista 

177

8

Teoria estruturalista

“O tempo que você gosta de perder não é tempo perdido.”

Bertrand Russell

178 

Teoria Geral da Administração  • Rebouças

Teoria estruturalista 

179

8.1 Introdução

Neste capítulo, são apresentados os principais estudos e contribuições da Teo­ria

Estruturalista para o aprimoramento da administração das organizações.

A Teoria Estruturalista se consolidou na administração das organizações ao considerar, em seu escopo, os seguintes aspectos:

• analisou a administração em um contexto amplo e interativo, considerando os fatores ou variáveis internos ou controláveis, mas também os fatores externos ou não controláveis pelas organizações;

• possibilitou melhor análise comparativa entre as organizações;

• identificou que as alterações em uma parte da organização podem provocar alterações em outras partes da referida organização;

• integrou diferentes áreas de conhecimento à administração, tais como a antropologia, a linguística, a filosofia e a psicanálise;

Ver todos os capítulos
Medium 9788522483129

4 Recrutamento e Seleção de Vendedores

LAS CASAS, Alexandre Luzzi Grupo Gen PDF Criptografado

Color profile: Generic CMYK printer profile

Composite Default screen

4

Recrutamento e

Seleção de Vendedores

Como administrador, o gerente de vendas deve executar o seu trabalho através de outras pessoas, o que somente será possível se contar com uma equipe capacitada e motivada, conforme mencionado no Capítulo 2. Embora esta seja uma condição necessária para todos os departamentos, ela o é sobretudo para os homens de vendas que representam mais visivelmente a empresa junto aos clientes. Por essa razão, o recrutamento e a seleção são atividades relevantes para formação de uma equipe eficiente, que possa representar com dignidade e competência a empresa contratante.

Devido à importância dessas atividades e à sua utilidade prática para um gerente de vendas, este capítulo trata exclusivamente do assunto. O objetivo não é formar especialistas em recrutamento e seleção de pessoal, mas fornecer alguns dos principais elementos da área, uma vez que, freqüentemente, o gerente de vendas está envolvido com a contratação de vendedores. É provável que em muitas ocasiões ele será chamado a dar a decisão final, enquanto em outras poderá ser responsável pelo próprio recrutamento e seleção. Portanto, o entendimento do processo de contratação é de extrema utilidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577806935

Capítulo 14. Financiamento por Dívida

Jonathan Berk; Peter DeMarzo; Jarrad Harford Grupo A PDF Criptografado

14

Financiamento por Dívida

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

◗ Identificar diferentes tipos de financiamento por dívida disponíveis para uma empresa

notação

protegem os interesses dos portadores de títulos de dívida

◗ Compreender limites dentro dos contratos de título de dívida que

◗ Descrever as várias opções disponíveis para as empresas para o pagamento antecipado de dívidas

YTC

rentabilidade até o resgate de um título de dívida resgatável

PV

YTM

rentabilidade até o vencimento de um título de dívida

valor presente

ENTREVISTA COM

Bryan Milner, Wells Fargo Foothill

“As empresas têm muitas fontes de empréstimos”, diz Bryan Milner, vice-presidente assistente da Wells Fargo Foothill, em Dallas. Sua principal responsabilidade é encontrar novas oportunidades de empréstimos para a Wells Fargo Foothill, que fornece financiamentos com garantia de curto e longo prazo que variam de US$ 10 milhões a US$ 1 bilhão para empresas em diversos setores.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547210250

5.1 Conceito

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPíTULO 5

Balanço patrimonial

5.1 Conceito

O balanço patrimonial (BP) é a demonstração contábil destinada a evidenciar, quantitativa e qualitativamente, a posição patrimonial e financeira da entidade em determinada data.

5.2 Oportunidade para o levantamento

A oportunidade em que se efetua o balanço patrimonial deve obedecer aos seguintes aspectos legais e técnicos:

• dentre outras determinações atinentes à espécie, as legislações comercial e tributária obrigam sua elaboração pelo menos uma vez por ano de atividade (exercício social);

• tecnicamente, não convém que a data do levantamento coincida com a época de maior movimento comercial ou de produção.

5.3 Conteúdo do balanço patrimonial

O balanço patrimonial, utilizando contas de ativo, passivo e patrimônio líquido, apresenta os elementos positivos e negativos que compõem o patrimônio de uma pessoa em determinado momento, permitindo a análise da situação patrimonial e financeira.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547212551

9.7 Pacto de Estabilidade e Crescimento

DAMAS, Roberto Dumas Editora Saraiva PDF Criptografado

302 

Crises econômicas internacionais

3) 1999 – Lançamento do euro: de 1o de janeiro de 1999 a 1o de janeiro de 2002. Estabelecimento do Banco Central Europeu (European Central

Bank, em 1998, ECB) fixando as paridades cambais imutavelmente e a introdução da “moeda única”. A Zona do euro iniciou com a participação de

11 países­‑membros: Espanha, Portugal, Itália, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, França, Alemanha, Áustria, Irlanda e Finlândia. No ano de 2002, as antigas moedas dos países-membros da Zona do euro foram substituídas fisicamente pela nova moeda.

9.7  Pacto de Estabilidade e Crescimento

Adotado pelos países potenciais membros da Zona do euro em 1997, o Pacto de

Estabilidade e Crescimento, em inglês, Stability and Growth Pact (SGP), tinha por objetivo primordial fazer cumprir a diretriz orçamentária estabelecida pelo próprio Tratado de Maastricht após a adoção do euro como moeda única, tendo a Alemanha como a principal defensora desse novo arranjo institucional. Os países-membros que atendiam aos critérios de convergência e limite orçamentário estabelecido pelo Tratado de

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605172

Capítulo 2. Inovação social

John Bessant; Joe Tidd Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Inovação social

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, você compreenderá:

●●

●●

●●

●●

o empreendedorismo social e a inovação social; o empreendedorismo social como um processo organizado e disciplinado, em vez de uma intervenção bem-intencionada, porém desfocada; as dificuldades em administrar o que é tanto um processo incerto e de risco quanto uma inovação “convencional” e economicamente motivada; os principais temas necessários para administrar esse processo de forma eficaz.

INOVAÇÃO EM AÇÃO 2.1

Grameen Bank e o desenvolvimento das microfinanças

Um dos maiores problemas das pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza é a dificuldade de acesso a serviços bancários e financeiros. Em consequência, elas são sempre dependentes de agiotas e outras fontes não oficiais, e quase sempre pagam taxas exorbitantes ao tomarem empréstimos. Isso lhes impossibilita poupar e investir, e estabelece uma barreira que as impede de escapar dessa espiral mediante a criação de novos empreendimentos. Ciente desse problema, Muhammad Yunus,

Ver todos os capítulos
Medium 9788597012965

6 - Descentralização do Poder, Crise Fiscal e Governabilidade

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

Descentralização do

Poder, Crise Fiscal e

Governabilidade

6

“Quando um povo é obrigado a obedecer e o faz, age acertadamente; assim que pode sacudir esse jugo e o faz, age melhor ainda, porque, recuperando a liberdade pelo mesmo direito que lhe arrebatam, ou tem ele o direito de retomá-la ou não o tinham de subtraí-la.”

Jean-Jacques Rousseau, 1762

As reformas administrativas chegaram à maioria dos países do mundo, impelidas pelo Consenso de Washington.1 Nessa orientação, em especial para os países em desenvolvimento da América Latina, se ressaltava a importância das capacidades burocráticas para o desenvolvimento (Banco Mundial, 1997). A implantação dessas reformas se realizou por etapas. Para a teoria da path dependence (dependência de caminhos), os processos passados tendem a influenciar o presente. Assim, instituições herdadas condicionam fortemente os caminhos a serem tomados, determinando, inclusive, a persistência de arranjos institucionais pouco eficientes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597019032

1. Perder pessoas custa caro

BERGAMINI, Cecília Whitaker Grupo Gen PDF Criptografado

1

Perder pessoas custa caro

“Uma empresa obtém um benefício máximo quando a cultura de desempenho e a estratégia reforçam-se mutuamente”

(Keer, S., 2003, p. 15-24).

Perder pessoas custa caro

Nem sempre se dá a devida importância à saída de um funcionário da organização em que trabalha. Prova disso é que não são muitas as empresas que se dão ao trabalho de pesquisar em profundidade as reais causas da perda de seu pessoal.

Quando muito, solicitam que seja colocado na carta de demissão o motivo desse desligamento, aceitando, por exemplo, que o demissionário diga que encontrou um novo emprego em uma outra organização que fica mais perto de onde ele mora.

Houve uma época no Brasil em que os funcionários eram considerados estáveis e não poderiam ser desligados após nove anos de trabalho numa mesma entidade. Nessa contingência, era necessário cuidado para evitar que alguém completasse os nove anos, mesmo que fosse considerado um contribuinte valioso para a empresa. Muitos daqueles considerados como bons funcionários, assim que adquiriam sua estabilidade, começavam a gerar problemas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577807239

Capítulo 14. Algumas Reflexões sobre os Integrantes da Cadeia de Suprimentos

Ananth V. Iyer Grupo A PDF Criptografado

Algumas Reflexões sobre os Integrantes da Cadeia de Suprimentos

14

A seguir apresentamos trechos de algumas entrevistas realizadas com executivos da Toyota e executivos de empresas integrantes da cadeia de suprimentos da montadora. Alguns desses comentários foram incluídos ao longo do livro. Porém, acreditamos que esses trechos sejam interessantes para o leitor porque apresentam diferentes pontos de vista reunidos em um só capítulo.

ENTREVISTA CONCEDIDA EM 21/8/08 POR GENE TABOR, GERENTE

GERAL, RELACIONAMENTOS DE COMPRASͳFORNECEDORES,

DIVERSIDADE DE FORNECEDORES E GESTÃO DO RISCO

A finalidade dessa entrevista foi discutir como a Toyota trabalha com seus fornecedores, para entender melhor os relacionamentos que a Toyota mantém com os mesmos.

Gene Tabor acredita que a Toyota parte do pressuposto de que os relacionamentos com fornecedores estão focados no longo prazo. A Toyota concentra-se também na clareza das expectativas anuais e mecanismos de mensuração, de feedback, de monitoramento e melhoria. A meta é chegar a um nível de previsibilidade que permita a ambas as partes prever o comportamento do fornecedor e da própria

Ver todos os capítulos
Medium 9788520453032

3. Cenário e expectativas econômicas

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Cenário e expectativas econômicas

Otto Nogami

Na gestão empresarial, a maior preocupação é adequar a operação para a obtenção do maior lucro possível. Entretanto, há de se ter em mente, sempre, que o lucro nada mais é do que a consequência de uma gestão adequada na produção de bens e serviços para atender necessidades e desejos do mercado, seja ele de produtos para o consumo das famílias, governo, empresas e até mesmo do setor externo.

Para a tomada adequada de uma decisão, portanto, o gestor deve levar em consideração uma série de fatores que poderão influenciar a consecução dessa decisão. Avaliar todo um conjunto de elementos que podem se caracterizar em incertezas – restrições e informações – ao longo do tempo, até o alcance do resultado pretendido. E neste contexto torna-se importante a leitura e a interpretação adequada do cenário econômico.

INTRODUÇÃO

Quando se fala de aplicações financeiras ou de investimentos, a leitura e a interpretação do cenário econômico são fundamentais, pois rentabilidade e lucratividade dependem da melhor forma de alocar os recursos financeiros para minimizar riscos e maximizar ganhos. Especialmente em cenários turbulentos, há a necessidade de acompanhar o comportamento de determinados indicadores e entender suas relações de causa e efeito, pois a combinação de seus efeitos pode trazer mudanças no clima financeiro de uma economia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788566103069

Capítulo 5 - Como pensa e age o empreendedor do negócio próprio

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Cap. 4

4 • MISSÕES PArA QUEM FAZ ACOntECEr

MISSÕES PArA QUEM FAZ ACOntECEr

Capítulo 5

| 75 ||  

| 75

2/2/2018 11:04:34 PM miolo_.indd 75

INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas

| 76 |  

miolo_.indd 76

5. C� omo pensa e age o empreendedor do negócio próprio

2/2/2018 11:04:34 PM

Além da discussão acerca das características dos empreendedores do negócio próprio também é comum encontrar estudos e mesmo análises empíricas e coloquiais que acabam por ser difundidas como mitos da personalidade do empreendedor que cria empresas. Por outro lado, há verdades confundidas com mitos e que também precisam ser mais bem entendidas para o benefício dos candidatos a empreendedor do negócio próprio. Algumas das verdades que sobrepujam mitos bem difundidos sobre o empreendedor do negócio próprio são apresentadas a seguir.

quando isso acontece, ele deve estar preparado para o evento.

Por isso, quando muitos dizem que os empreendedores têm sorte, não estão errados, mas também estão sendo simplistas ao analisar os dados, uma vez que a sorte do empreendedor nada mais é que estar no lugar certo, na hora certa e com a competência certa para poder aproveitar a oportunidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551884

Capítulo 6 - Proteínas

Gordon M. Wardlaw; Anne M. Smith Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Proteínas

Objetivos do aprendizado

1. Descrever como aminoácidos formam proteínas.

2. Distinguir entre aminoácidos essenciais e não essenciais e explicar por que quantidades adequadas de cada aminoácido essencial são necessárias para a síntese de proteínas.

3. Distinguir entre proteínas de alta e baixa qualidade, identificando

exemplos de cada uma, e descrever o conceito de proteínas complementares.

4. Descrever como as proteínas são digeridas e absorvidas pelo corpo.

5. Enumerar as funções primárias da proteína no corpo.

6. Calcular a RDA de proteínas para um adulto em relação a um peso saudável.

7. Descrever o que significa balanço proteico positivo, balanço proteico negativo e equilíbrio proteico.

8. Descrever como a desnutrição proteico-calórica acaba acarretando doenças no corpo.

9. Desenvolver planos de dieta vegetariana que atendam às necessidades nutricionais do corpo.

Conteúdo do capítulo

Ver todos os capítulos
Medium 9788577807826

6. DESIGN E INOVAÇÃO: COORDENAÇÃO POR MEIO DO DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

DESIGN E INOVAÇÃO: COORDENAÇÃO POR

MEIO DO DESIGN

O design é uma ferramenta de gestão que cria diferenciação nas capacidades internas da empresa. O design não é mais visto como apenas um resultado relacionado à forma, mas como um processo criativo de gestão que pode ser integrado em outros processos da organização, como gestão de ideias, de inovação e de pesquisa e desenvolvimento, e que modifica a estrutura tradicional do gerenciamento de processos em uma empresa.

O design relaciona-se com questões fundamentais de gestão da inovação e com o sucesso do desenvolvimento de novos produtos (DNP), alinhado com importantes fatores que são cruciais para o sucesso da inovação: vantagem competitiva, compreensão das necessidades do usuário e sinergia entre inovação e pontos fortes da empresa em termos de tecnologia (ver Tabela 6.1).

Entretanto, um bom produto não é suficiente para o sucesso da inovação: estudos anteriores enfatizam a importância da gestão no desempenho da inovação.

Nesse processo, o design cria valor porque participa da melhoria da qualidade do processo de DNP, da definição da estratégia de produto e da qualidade das equipes de novos produtos (ver Tabela 6.2).

Ver todos os capítulos

Carregar mais