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Medium 9788597019582

2. Bases Conceituais de um Modelo de Gestão de Pessoas

Joel Souza Dutra, José Antonio Monteiro Hipólito, Nathalie de Amorim Perret Gentil it Maillard, Ney Nakazato Miyahira Grupo Gen ePub Criptografado

Para atuarmos em Gestão de Pessoas, necessitamos compreendê-la em toda a sua extensão e profundidade. E, para isso, buscamos desvendar seus princípios, fundamentos e propósitos utilizando alguma lente. Os modelos teóricos de gestão são justamente lentes que nos ajudam a melhor enxergar a realidade em sua totalidade e complexidade (descortinam o invisível e desvendam as relações ou situações subjacentes a nossa compreensão, das quais temos notícias apenas por seus efeitos).

Mas, por que devemos utilizar um modelo teórico de Gestão de Pessoas? Porque verificamos que muitas organizações tratam a Gestão de Pessoas com base em premissas equivocadas sobre a realidade organizacional, gerando efeitos não desejados e obstruindo a análise das reais causas do insucesso. A recorrência de situações desse tipo tem levado a um crescente ceticismo quanto à possibilidade de existir um conjunto de conceitos e ferramentas capazes de dar conta da Gestão de Pessoas. Um modelo teórico de gestão oferece suporte para a construção de diretrizes e instrumentos que assegurem uma gestão coerente e consistente no tempo, sendo fundamental para reverter o quadro restrito.

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Medium 9788597010787

6 - Planejamento Orçamentário

FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo Cesar Grupo Gen PDF Criptografado

6

Planejamento Orçamentário

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 113

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 6

O processo orçamentário realiza-se no curto prazo, normalmente um ano, e fornece uma direção dos passos que os gestores devem seguir no período corrente para que os objetivos organizacionais sejam atingidos.

É útil que as duas funções, planejamento e controle, sejam diferenciadas.

Distinção semelhante deve ser aplicada ao orçamento, para que se possa examinar separadamente as funções de planejamento orçamentário e controle orçamentário.

Neste capítulo serão discutidos os aspectos técnicos do orçamento, a análise dos problemas orçamentários em termos da relação Custo × Volume × Lucro, que será abordada no capítulo seguinte.

6.1 Natureza do planejamento orçamentário

O planejamento de longo prazo envolve a determinação dos objetivos da corporação e a determinação de um plano apropriado para atingir esses objetivos.

O orçamento representa, em termos financeiros e à luz das condições correntes, a expressão destes planos.

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Medium 9788597010787

15 - Balanced Scorecard e Logística Empresarial

FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo Cesar Grupo Gen PDF Criptografado

15

Balanced Scorecard e

Logística Empresarial1

1

Este capítulo é baseado no artigo Balanced Scorecard e logística empresarial: da competência empresarial à competência informática, de autoria de Sandra Figueiredo e William Celso Silvestre.

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 321

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 15

15.1 Introdução

A economia mundial atravessou mudanças radicais nas últimas duas décadas. Com surgimento dos aviões a jato, máquinas de fax, acoplamento a computador e telefone, transmissões mundiais de televisão por satélite, Internet, eliminaram-se praticamente as distâncias geográficas na comunicação à medida que aumentaram a velocidade da transmissão da informação, possibilitando a ampliação da disponibilidade dos serviços.

Com todas essas mudanças as empresas passaram a ser atingidas, de alguma forma, pela concorrência global. Hoje, as empresas tanto vendem como compram produtos e serviços nos mercados internacionais.

Outro desafio enfrentado, devido às mudanças da economia mundial que deve ser considerado, é a constatação de que esta se encontra em declínio. Grande parte do mundo empobreceu nos últimos anos, entretanto, as necessidades das pessoas são cada vez maiores, mas não há dinheiro para aquisição de bens e serviços desejados. Assim, o mercado, na maioria dos países, consiste em pessoas com necessidades crescentes e poder aquisitivo em baixa. O poder aquisitivo está em declínio, pois o desemprego é grande. Em muitas famílias esse poder de compra só se mantém porque os dois cônjuges trabalham.

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Medium 9788547221850

1.2 O marketing busca a inteligência competitiva

Felipe Morais Editora Saraiva PDF Criptografado

18

Planejamento estratégico digital

1.2 O

� marketing busca a inteligência competitiva

Neste livro, vou falar muito sobre pesquisas. Entretanto, pesquisa não é feita apenas pela empresa ou pela agência, mas por ambas, uma complementando a outra. Grandes marcas trabalham com estratégias de gestão de relacionamento com o cliente CRM (em inglês, Customer Relationship Manager – CRM), database e inteligência de mercado (ou seja, pesquisas puras para a tomada de decisão).

O primeiro passo da agência é conseguir acesso a esses dados, e existe até um nome para isso: Sistema de Informações de Marketing (SIM). Aconselho essa metodologia a todas as marcas, independentemente do tamanho da empresa.

Quando trabalhei para a smart (com letra minúscula mesmo), o carro compacto do grupo da Mercedes Benz, vi um trabalho muito benfeito pelo proprietário de uma das concessionárias. O gerente da loja possuía uma planilha de Excel simples, mas eficiente, com o controle de todas as pessoas que entravam e saíam da loja; nessa planilha, ele inseria data, hora, nome, idade, o que perguntaram sobre o carro e até o clima do dia (chuva, sol, frio...). Fiquei impressionado com as informações. Isso contribuiu muito para montar uma excelente estratégia de divulgação para o carro.

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Medium 9788577806164

Unilever

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

Reações dos CEOs ao Conceito e ao Livro

Unilever

Fazendo o Bem, Fazendo Bem

Fazer negócios de maneira responsável e bem-sucedida – ou, se preferir, fazer o bem e fazer bem – são dois lados da mesma moeda.

— Patrick Cescau, em discurso proferido no

Business as an Agent of World Benefit,

Cleveland, Ohio, outubro de 2006

A filantropia corporativa goza de uma longa e magnífica história. A Unilever deve sabê-lo. Hoje em dia, fazer doações de caridade e apoiar atividades comunitárias ainda é uma forma importante de as empresas ajudarem a enfrentar os desafios sociais. Mas, nas últimas décadas, a agenda sofreu uma mudança significativa. Cada vez mais se admite que a responsabilidade das empresas para com a sociedade em geral vá muito além dos gestos filantrópicos – por mais generosos que sejam. A responsabilidade social e a sustentabilidade ambiental converteram-se na divisa das organizações que querem prestar uma contribuição mais relevante às comunidades em que atuam. Muitos fatores explicam essa mudança de ênfase. Por exemplo, é crescente o reconhecimento de que os desafios sociais e ambientais com que nos deparamos neste século XXI são tão complexos e multidimensionais que não podem ser solucionados exclusivamente pelos governos.

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Medium 9788547214982

5.3 Tangível ou intangível?

Ana Luísa de Almeida, Ana Paula Borges, Carmen Migueles, Marco Tulio Zanini, Sérgio Leal Caldas Editora Saraiva PDF Criptografado

demanda um esforço maior dos gestores para não colocar em risco essa credibilidade.

Dados de pesquisa da Edelman indicam que formadores de opinião no Brasil confiam mais nas empresas (63%) do que os canadenses (56%), americanos (51%) ou franceses (46%). O sentimento de confiança nas empresas aumentou em média 6 pontos de 2015 para 2016, considerando os vinte países pesquisados.28

A empresa que conseguir alcançar um alto valor de capital reputacional terá vantagem competitiva em relação a seus concorrentes, que terão dificuldades para copiá-la ou imitá-la. Esse processo consiste em construir e proteger a reputação, com ações gerenciais efetivas e um processo de comunicação que consiga mostrar a relevância e distinção da empresa a cada um de seus stakeholders.

Isso se faz com diálogo, com engajamento em questões e iniciativas que sejam pertinentes e relevantes, com monitoramento que permita entender demandas e expectativas, com respeito, ética e transparência.

5.3   Tangível

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Medium 9788597021134

1 Universo Da Análise

José Carlos Marion Grupo Gen ePub Criptografado

LEITURA INTRODUTÓRIA

“Adoção do IFRS no Brasil, uma verdadeira revolução contábil

A passagem de um modelo baseado em regras para outro que tem como norte princípios não é simples, principalmente porque exige a mudança de comportamento dos profissionais envolvidos.

O mercado brasileiro acabou de passar por uma verdadeira revolução contábil: a adoção nas normas contábeis emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), chamadas de International Financial Reporting Standard (IFRS). A adoção desse padrão contábil exigiu e continuará exigindo muito esforço de todos os que se relacionam com a informação contábil: os contadores, que preparam a informação, os auditores, que opinam sobre a informação, os analistas, que utilizam a informação, os órgãos reguladores, que emitem os novos padrões e fiscalizam as entidades, os professores, que pesquisam e ensinam tais padrões, entre outros.

Esse processo de adoção do padrão contábil internacional já vinha sendo feito de uma forma indireta há alguns anos, por meio de emissão de padrões locais próximos às práticas internacionais. Em 2006 e 2007, o processo de convergência evoluiu consideravelmente, a partir do momento em que o Banco Central, CVM e Susep decidiram que as entidades reguladas por tais órgãos teriam que adotar as IFRS em suas demonstrações consolidadas a partir de 2010. Mas foram as alterações da Lei das S/A, iniciadas pela aprovação da Lei no 11.638/07, e a emissão dos Pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) que tornaram a convergência no Brasil irreversível e com impactos na contabilidade individual das entidades, o que exigiu um esforço ainda maior dos profissionais.

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Medium 9788580554960

Capítulo 6 - Entrevista de pesquisa

Charles J. Stewart, William B. Cash Grupo A PDF Criptografado

6

CAPÍTULO

“As pesquisas estão presentes em todos os segmentos.”

Entrevistas de pesquisa não são flexíveis nem adaptáveis.

Entrevista de pesquisa

Certamente, você já foi convidado a participar de pesquisas elaboradas por organizações de caridade, políticas, religiosas, de ensino e comerciais. Em

2010, uma pesquisa de opinião conduzida pela Vovici Company revelou que norte-americanos adultos são convidados, anualmente, a participar de enquetes sete bilhões de vezes. Dos que completaram as enquetes, 80% forneceram 2,6 bilhões de respostas.1 Algumas dessas pesquisas acontecem de forma presencial em residências, shoppings, empresas, eventos esportivos e hospitais, mas observa-se um aumento significativo daquelas realizadas por telefone ou via Internet. À medida que o número de enquetes se multiplica, maior é a indisposição das pessoas para participar delas. Entrevistados potenciais estão preocupados com confidencialidade, privacidade, telemar­ keting, precisão da enquete, parcialidade dos institutos de pesquisa e benefícios para eles mesmos e para a sociedade. Segundo Kim e colaboradores,

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Medium 9788521605966

5. Políticas de Distribuição de Renda no Brasile o Bolsa Família

Edmar Lisboa Bacha, Schwartzman Simon Grupo Gen PDF Criptografado

5

Políticas de Distribuição de Renda no Brasil e o Bolsa Família

André Portela Souza1

Este capítulo apresenta uma análise dos programas de transferência de renda no Brasil. As evidências empíricas dos programas sociais e do Bolsa Família demonstram que tais programas têm sido efetivos em focalizar as transferências de renda para as famílias mais pobres, mas não em estimular de maneira significativa a acumulação de capital humano das novas gerações. O maior mérito dos programas tem sido fazer com que as políticas sociais de transferências cheguem aos mais pobres. Criou-se no Brasil uma tecnologia de políticas públicas de alcance aos mais pobres. O desafio está em aproveitar essa tecnologia para aumentar a eficácia e a eficiência das políticas sociais de modo a eliminar a pobreza no Brasil. O que se deve buscar é a inserção dos beneficiários dos programas no mercado de trabalho e a obtenção de sua autonomia e independência. Propõe-se uma série de medidas que direcionem as políticas sociais para atender a esse objetivo.

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Medium 9788547220228

1.1 Introdução

Pedro A. Morettin, Wilton de O. Bussab Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 1

Preliminares

1.1 Introdução

Em alguma fase de seu trabalho, o pesquisador depara-se com o problema de analisar e entender um conjunto de dados relevante ao seu particular objeto de estudos. Ele necessitará trabalhar os dados para transformá-los em informações, para compará-los com outros resultados ou, ainda, para julgar sua adequação a alguma teoria.

De modo bem geral, podemos dizer que a essência da Ciência é a observação e que seu objetivo básico é a inferência.

A inferência estatística é uma das partes da Estatística. Esta, por sua vez, é a parte da metodologia da Ciência que tem por objetivo a coleta, redução, análise e modelagem dos dados, a partir do que, finalmente, faz-se a inferência para uma população da qual os dados (a amostra) foram obtidos. Um aspecto importante da modelagem dos dados é fazer previsões, a partir das quais se pode tomar decisões.

Os cientistas usam o chamado Método Científico para testar suas teorias ou hipóteses.

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Medium 9788521618089

Capítulo 3. Dissecando a Entrevista e Marketing Segundo Drucker

Robert W. Swaim Grupo Gen PDF Criptografado

3

Dissecando a Entrevista e Marketing

Segundo Drucker

Parte Um: Dissecando a Entrevista

Observações após a Entrevista e os Especialistas

O presente capítulo funciona como uma campanha presidencial nos EUA. Em geral, depois que um dos candidatos faz um discurso ou é entrevistado e tece comentários a respeito de um assunto específico, ou, ainda, critica um adversário, um grupo de especialistas nos repete o que acreditamos ter acabado de ouvir, inclusive suas visões pessoais, concordando ou discordando dos comentários do candidato. Esse é o modelo que este capítulo e os próximos tentarão seguir. Portanto, examinaremos ou dissecaremos as visões de Drucker a partir da entrevista realizada no Capítulo 2 com a ajuda de diversos especialistas em gestão estratégica e marketing, entre eles Michael Porter, Roger J. Best, Philip Kotler, Gary Hamel, Arthur A. Thompson, Jr., A. J. Strickland e outros.

Considerando-se que Drucker enfatizou a necessidade de fazer perguntas, será que as visões por ele expressas no capítulo anterior contribuem para a estratégia ou são fracas demais e devem ser suplementadas por outros teóricos? Será que a questão da estratégia foi “além de Drucker”?

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Medium 9788522494194

10 Cultura Brasileira, Estrangeirismo e Segregação nas Organizações (Fernando C. Prestes Motta, Rafael Alcadipani e Ricardo Bresler)

VERGARA, Sylvia Constant ; DAVEL, Eduardo (Org.) Grupo Gen PDF Criptografado

10

Cultura Brasileira,

Estrangeirismo e

Segregação nas Organizações1

Fernando C. Prestes Motta

Rafael Alcadipani

Ricardo Bresler

“Vê se me esgota, me bota na mesa

Que a tua holandesa, não pode esperar.”

Chico Buarque e Ruy Guerra

Quando falamos de Brasil, desde logo, o que podemos dizer é que o traço cultural mais marcante de nosso país e nossa principal face é a heterogeneidade.

Somos, como já defendido por Ribeiro (1995), um povo claramente híbrido. Além da patente heterogeneidade e diversidade de nossa cultura, antropólogos como

Darcy Ribeiro e Roberto DaMatta, bem como ensaístas, sociólogos e historiadores, tais como Sérgio Buarque de Holanda, Caio Prado Jr. e Raymundo Faoro, defendem que temos alguns traços culturais marcantes como, por exemplo: a cordialidade e a preferência por relacionamentos pessoais afetivos ocasionada por um valorização da família-paternalista como norteadora de todas as relações sociais

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Medium 9788597020045

19 Controle interno

Roberto Bocaccio Piscitelli, Maria Zulene Farias Timbó Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• descrever a evolução do sistema de controle interno na Administração Pública brasileira;

• reconhecer o alcance e as normas de auditoria aplicáveis à Administração Pública no Brasil.

A Constituição Federal trata da fiscalização contábil, financeira e orçamentária na Seção IX do Capítulo I do Título IV.

O controle interno é exercido no âmbito de cada Poder; o controle externo é o exercido pelo Poder Legislativo – em todas as esferas – em relação aos demais Poderes.

Neste capítulo, veremos de forma mais detalhada a natureza e as características do controle interno na Administração Pública e a legislação aplicável.

Nos termos do art. 70, “A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da Administração Direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder”.

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Medium 9788577808403

6. O Sistema de Contas Nacionais: Contas Econômicas Integradas

Duilio de Ávila Bêrni, Vladimir Lautert Grupo A PDF Criptografado

O Sistema de Contas Nacionais:

Contas Econômicas Integradas

6

Vladimir Lautert e Luciano Moraes Braga

6.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

No Capítulo 5 (TRUs), pudemos apreciar as fortes ligações entre os conteúdos lá expostos e, particularmente, os do Capítulo 4 (MaCS e MIP). Por exemplo, vimos que uma parte do Quadro 4.1 (tabelas make e use) exibe alguns traços em comum com as Tabelas 5.1 e 5.31. Neste capítulo, vamos dar continuidade a este trabalho, apresentando as contas econômicas integradas – CEIs, seguindo, em linhas gerais, as recomendações do Handbook. Claramente, existe uma articulação entre as tabelas de recursos e usos (TRUs, apresentadas no capítulo anterior) e as CEIs, pois ambas contemplam os principais agregados macroeconômicos, a saber, o valor da produção, o consumo intermediário, o valor adicionado, o valor das importações e da demanda final, distribuídos por setores econômicos. Observamos a integração entre os dois conjuntos de contas (tabelas de recursos e usos e CEIs) na medida em que as CEIs demonstram, partindo do valor da produção, a distribuição dos resultados da atividade econômica entre os setores institucionais, descrevendo, sob outra perspectiva, as ações praticadas pelos agentes econômicos.

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Medium 9788521628217

PARTE I - CAPÍTULO 5 - PLANEJAMENTO FINANCEIRO DE CURTO PRAZO

CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo; LEMES Jr., Antonio Barbosa; RIGO, Claudio Miessa Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Planejamento Financeiro de Curto Prazo

5.1

5.2

5.3

5.4

5.5

5.6

5.7

5.1

Introdução, 127

Tipos de Planejamento Financeiro, 128

Orçamento de Caixa, 130

Orçamento Operacional, 132

Alinhamento dos Orçamentos ao Planejamento Estratégico, 144

Questões e Exercícios, 144

Sugestões de Consulta, 146

Introdução

Em agosto de 2013, as vendas de veículos novos no Brasil recuaram 23% sobre o recorde histórico do ano anterior de 420 mil unidades emplacadas em agosto daquele ano. As montadoras trabalhavam com perspectiva de vendas menores na comparação anual diante desse recorde, alcançado em meio ao efeito calendário e corrida de consumidores causada por expectativa de fim de redução do Imposto sobre Produtos

Industrializados (IPI). Embora, em julho, a Anfavea tivesse dado indicações de que a projeção de vendas de veículos este ano, para cerca de 4 milhões de unidades, não seria mais atingida.

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