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Medium 9788597010466

4 - Evolução Conceitual do Orçamento Público

GIACOMONI, James Grupo Gen PDF Criptografado

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Evolução Conceitual do Orçamento Público

O orçamento governamental não é ainda uma disciplina. É uma área de estudo que interessa a várias disciplinas, o que garante ao orçamento suas diferentes naturezas: política econômica, administrativa, jurídica, contábil, financeira.

Ao ver o orçamento como o resultado do processo de avaliação de demandas e de escolha entre alternativas ressalta-se a sua natureza política. Se destacadas as questões fiscais – receitas, despesas, déficits e dívidas – é a natureza econômica do orçamento que aflora. Orçamento como a lei que estima a receita e autoriza tetos de despesa define a sua natureza jurídica. Ver o orçamento como o plano das realizações da administração pública é chamar a atenção para o seu importante papel como instrumento de gestão, de administração. Ao antecipar os fluxos de arrecadação e de pagamento, o orçamento é, portanto, um instrumento financeiro. Há, igualmente, uma natureza contábil no orçamento quando, por meio das contas, antecipa o resultado patrimonial e global da gestão.

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Medium 9788547210250

5.4 Avaliação dos elementos do ativo e do passivo

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

continuação

RESERVAS DE CAPITAL

Ágio na Emissão de Ações

AJUSTES DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL

Ajustes de Avaliação de Imóveis

RESERVAS DE LUCROS

Reserva Legal

Reserva Estatutária

(–) PREJUÍZOS ACUMULADOS

(–) Prejuízos Acumulados

(–) AÇÕES EM TESOURARIA

(–) Ações em Tesouraria

TOTAL DO PASSIVO

Fonte: elaborada pelos autores.

5.4 Avaliação dos elementos do ativo e do passivo

5.4.1 Terminologia própria

5.4.1.1

Valor de mercado

Considera-se valor de mercado para instrumentos financeiros, na ausência de um mer­ cado ativo para determinado instrumento financeiro:

• o valor que pode ser obtido em mercado ativo com a negociação de outro instrumento financeiro de natureza, prazo e riscos similares;

• o valor presente líquido dos fluxos de caixa futuros para instrumentos financeiros de natureza, prazo e riscos similares;

• o valor obtido por meio de modelos matemático-estatísticos de precificação de instrumentos financeiros.

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Medium 9788582600658

Capítulo 13 - O Processo de Gestão de Processos de Negócio

Jan vom Brocke; Michael Rosemann Grupo A PDF Criptografado

O Processo de Gestão de

Processos de Negócio

13

August-Wilhelm Scheer e Eric Brabänder∗

Resumo Este capítulo apresenta uma visão geral do processo de gestão de processos de negócio (Business Process Management – BPM) e dos elementos necessários para estabelecer uma abordagem holística de BPM em toda a empresa. O objetivo é descrever a infraestrutura organizacional ideal para alcançar essa abordagem holística de BPM e identificar os processos, os papéis e as responsabilidades que devem vigorar. Na abertura deste capítulo, é apresentada uma introdução sobre a necessidade de implementar uma abordagem holística de BPM em toda a organização e sobre os principais equívocos identificados na interpretação do significado de BPM nesse contexto. Com base na análise do processo de BPM em si, os principais elementos dessa abordagem holística são identificados e descritos mais detalhadamente. Atenção especial é dirigida à descrição detalhada do escritório de processos, de seus serviços e responsabilidades dentro da empresa e dos papéis resultantes que são essenciais para as estruturas de BPM da empresa. Este capítulo é finalizado com um resumo e um exemplo de referência que mostra quais passos devem ser dados na implementação de estruturas organizacionais holísticas em toda a empresa para apoiar a gestão de processos de negócio.

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Medium 9788597016017

10 - Custos de Empréstimos

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen PDF Criptografado

10

CUSTOS DE EMPRÉSTIMOS

1 INTRODUÇÃO

2 CONCEITOS

Os encargos financeiros sobre empréstimos geralmente são debitados na demonstração do resultado como despesas financeiras. No entanto, as normas contábeis internacionais, representadas por meio dos(as) IFRS/

CPC, exigem que em certas circunstâncias os custos dos empréstimos sejam debitados no ativo como parte do custo de aquisição de um ativo. Imagine uma situação em que uma entidade decidiu construir uma fábrica, com prazo de construção estimado em três anos. Os recursos necessários para esse projeto são de R$ 150 milhões. Os sócios da entidade se comprometeram em contribuir com R$

50 milhões na forma de capital social e a entidade obteve um empréstimo bancário de R$ 100 milhões com juros de

10% ao ano. Como consequência, esse empréstimo gerará um gasto com juros de R$ 10 milhões por ano. Esse gasto com juros deverá ser contabilizado como uma despesa na demonstração do resultado, gerando prejuízos antes que a fábrica comece efetivamente a operar, a produzir produtos e a gerar receita, ou esse gasto de juros deve ser debitado ao ativo imobilizado, como parte do custo de construção da fábrica?

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Medium 9788597005653

5 - Relações do projeto de planejamento de sistemas de informação, conhecimentos e informática com Cobit, ITIL e PMBOK/PMITM

REZENDE, Denis Alcides Grupo Gen PDF Criptografado

5

Relações do Projeto de Planejamento de Sistemas de Informação,

Conhecimentos e Informática com

Cobit, ITIL e PMBOK/PMITM

O projeto de planejamento de sistemas de informação, conhecimentos e informática deve ser elaborado por meio de uma metodologia, mas também pode ser elaborado em conjunto com outros recursos ou instrumentos paralelos, seja antes de iniciar o projeto, durante e após a sua elaboração, favorecendo a continuidade e a gestão das propostas formalizadas para as organizações.

Tais recursos ou instrumentos paralelos devem contribuir com a elaboração do projeto com qualidade, produtividade, efetividade, economicidade e inteligência organizacional, enfatizando o alinhamento dos sistemas de informação, dos sistemas de conhecimentos e da informática ou tecnologia da informação com os negócios ou atividades das organizações. O referido alinhamento prioriza a integração do projeto de planejamento estratégico organizacional com o projeto de planejamento de sistemas de informação, conhecimentos e informática.

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Medium 9788547210250

10.2 Contabilização da folha de pagamentos

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

10.2 Contabilização da folha de pagamentos

As despesas e os encargos inerentes à folha de pagamentos dos empregados devem ser contabilizados no mês a que se referem, mesmo que sejam pagos posteriormente, registrando-se o passivo correspondente (regime de competência) se for esse caso.

10.2.1 Vantagens – Contas e lançamentos

10.2.1.1 Salários e ordenados

Receberá os lançamentos do valor dos salários normais brutos e as horas extras a que os empregados têm direito. Outros adicionais serão registrados em contas específicas (Salário-periculosidade, Salário-insalubridade etc.).

10.2.1.2 Gratificações

Engloba os lançamentos das gratificações concedidas espontaneamente pela empresa, as quais não integram o salário normal nem as horas extras.

10.2.1.3 Férias

Registra os salários relativos ao período de férias dos empregados (ver detalhes mais adiante, neste capítulo).

10.2.1.4 13º Salário

A conta registra a gratificação anual concedida aos empregados a título de 13o salário, determinada por legislação específica (ver detalhes mais adiante, neste capítulo).

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Medium 9788521629436

Parte I. 1 - História da Gestão do Esporte no Brasil

VANCE, Patricia de Salles; NASSIF, Vânia Maria Jorge; MASTERALEXIS, Lisa Pike Grupo Gen PDF Criptografado

Vance — Prova 3 — 5/5/2015 — Maluhy&Co. — página 3

1

História da Gestão do

Esporte no Brasil

João Manuel Casquinha Malaia Santos1

Os objetivos deste capítulo são:

. Abordar momentos importantes do passado da gestão do esporte, da regulamentação do esporte internacional, da gestão de eventos esportivos internacionais e do papel dos gestores no esporte.

. Introduzir procedimentos básicos da investigação histórica tanto nos casos em que a história serve apenas como ilustração de um contexto, quanto quando o foco central da investigação seja o passado de uma organização esportiva.

. Apresentar casos que ilustrem a utilização dos procedimentos da investigação histórica para o conhecimento da gestão do esporte.

1

Professor do Programa de Mestrado Profissional em Administração – Gestão do Esporte da

Universidade Nove de Julho, na área de marketing esportivo.

Vance — Prova 3 — 5/5/2015 — Maluhy&Co. — página 4

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Medium 9788547215811

8.4 TENDÊNCIAS DA DISTRIBUIÇÃO

ROCHA, Marcos Donizete Aparecido; SOUSA, José Meireles de Editora Saraiva PDF Criptografado

Segundo a transmissão da propriedade das mercadorias: nesse caso, transmitem a propriedade de mercadorias ou intermedeiam a venda sem transmissão de propriedade, como é o caso dos “brokers de mercadorias”, que se limitam a pôr em contato comprador e vendedor.

8.4  TENDÊNCIAS DA DISTRIBUIÇÃO

Para efetuar uma previsão sobre a evolução da distribuição por meio de uma análise das tendências, deve-se refletir sobre as várias teorias que procuram, com base na criação de modelos, explicar quais as possíveis evoluções futuras, além de analisar e interpretar criticamente as

diferentes opiniões de peritos envolvidos no processo, tendo em vista a

realidade de cada mercado. Após a conjugação desses aspectos, é possível aos analistas preverem, com alguma margem de segurança, as tendências futuras de distribuição no mercado em análise.

8.4.1  Aspectos teóricos da distribuição

Essa questão pode ser analisada com base nos modelos: roda do comércio varejista e ciclo de vida do comércio varejista.

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Medium 9788563308146

Capítulo Dez. Teoria dos jogos: por dentro do oligopólio

Michael R. Baye Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO DEZ

Teoria dos jogos: por dentro do oligopólio

Objetivos didáticos

Ao final deste capítulo, você poderá:

• Responder à pergunta da manchete.

• Usar as representações nas formas normal e extensiva de jogos para formular decisões em ambientes estratégicos que incluam precificação, propaganda, coordenação, barganha, inovação, qualidade de produto, monitoramento de empregados e entrada.

• Distinguir entre estratégias de equilíbrio perfeito dominantes, seguras, de Nash, mista, de subjogo e identificá-las em vários jogos.

• Determinar se resultados cooperativos (de cartel) podem ser explicados como o equilíbrio de Nash em um jogo repetido, e explicar as regras de estratégias iniciais, taxa de juros e a presença de um período final indefinido ou incerto no alcance de tais resultados.

Manchete

Companhias aéreas pedem regulamentação governamental sobre bagagem de mão

Muito antes de o governo realizar o rastreamento de bagagens nos aeroportos dos Estados Unidos como resultado dos trágicos eventos de 11 de setembro de

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Medium 9788520427095

Capítulo 2 - O turismo no contexto da sustentabilidade

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

2 O turismo no contexto da sustentabilidade

Aline Lopes Ramalho

Poliana Bassi Silva

Andréa Rabinovici

Introdução

Desde o início da década de 1960, com o arrefecimento dos movimentos sociais, entre eles o ambientalista1, as questões sobre desenvolvimento e globalização, espelhadas em modos ocidentais padronizados de ser e fazer, orientam como as pessoas devem rea­lizar suas atividades, de maneira que obtenham a maior eficiên­cia e lucro, gastando menos tempo, de acordo com elementos que o sistema capitalista exige e que concomitantemente não degradem ou destruam o meio ambiente. Essas questões exigem constante planejamento e ingerência.

1

Sobre o ambientalismo e sua influência no turismo, ver Capítulo 1.

26

Turismo e meio ambiente no Brasil

Assim, a partir da intensificação das discussões sobre o futuro do planeta, especialmente com a Conferência das Nações Unidas para o Meio

Ambiente, evento conhecido como Rio-92, a sustentabilidade passou a ser integrada às discussões sobre como os governos deveriam tratar o assunto da conservação ambiental e cultural. Também se debate, desde então, como as empresas poderiam contribuir para a implantação desse novo conceito. Alguns critérios de conservação ambiental e cultural de avaliação para determinadas certificações foram agregados, de modo a tornar a empresa competitiva. Foram criados sistemas internacionais de certificação da qualidade para as empresas que se comprometem a cuidar do meio ambiente2, e para diversos outros atores sociais e políticos realmente interessados nessas questões, tais como as organizações não governamentais (ONGs).

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Medium 9788597011173

1 - O fascinante universo empreendedor

MENDES, Jerônimo Grupo Gen PDF Criptografado

1

O FASCINANTE

UNIVERSO

EMPREENDEDOR

Prova_Final_Mendes_Empreendorismo_360.indb 1

08/05/2017 13:30:33

1

O fascinante universo empreendedor

Objetivos de aprendizagem

Depois de ler este capítulo, o futuro empreendedor será capaz de:

os conceitos relacionados ao empreendedorismo e suas implicações

• Definir desde a Idade Média até os dias de hoje. a importância da inovação e do espírito empreendedor na concepção

• Conhecer e na consolidação de um empreendimento. a grandeza dos empreendedores sob o ponto de vista econômico e

• Reconhecer social e sua contribuição para o desenvolvimento das nações. as práticas bem-sucedidas das empresas visionárias no mundo compe• Aplicar titivo dos negócios. as vantagens e desvantagens de ser empreendedor ou empregado.

• Comparar as tendências para o fenômeno do empreendedorismo e saber como

• Avaliar aproveitar a nova onda do futuro. o significado do termo startup e a diferença entre este e o modelo

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Medium 9788522498345

26 Ativos Intangíveis

SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves; GOMES, José Mário Matsumura Grupo Gen PDF Criptografado

26

Ativos Intangíveis

26.1  Aspectos introdutórios

O termo intangível vem do latim tangere (ou tocar). Portanto, os bens intangíveis são os que não podem ser tocados, porque não possuem corpo físico.

Contudo, a tentativa de relacionar a etimologia da palavra intangível à definição contábil dessa categoria não será exitosa, haja vista que muitos outros ativos não possuem tangibilidade e são classificados como se tangíveis fossem, tais como despesas antecipadas, duplicatas a receber, aplicações financeiras etc. “Isto porque os contadores têm procurado limitar a definição de intangíveis restringindo-a a ativos não circulantes”, conforme afirmam Hendriksen e Van Breda

(1999, p. 388).

A partir dos anos 90, a sociedade e a economia mundial começaram a passar por um período de profundas transformações, que está criando uma interdependência entre os mercados e países, uma expansão no setor de serviços, bem como um crescimento e sofisticação dos mercados financeiros. Essas mudanças decorrem basicamente do avanço da tecnologia da informação e da fonte de riqueza proporcionada pela inteligência humana e os recursos intelectuais que estabeleceram um novo cenário no qual são impostas mudanças às organizações atuais a fim de que elas permaneçam no mercado.

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Medium 9788597017793

GLOSSÁRIO

ASSAF NETO, Alexandre Grupo Gen PDF Criptografado

Glossário

A

Above the Market – Ordem de negociação com ações

(compra ou venda) com preço definido acima do de mercado.

Ação – Parcela representativa do capital social de uma sociedade.

Ação Ordinária – Ação que atribui ao seu titular direito de propriedade e voto em assembleias de acionistas.

Análise de Sensibilidade – Processo que visa mensurar a variação nos resultados de um investimento diante de alterações promovidas em suas variáveis mais relevantes.

Análise Fundamentalista – Processo de análise dos principais fundamentos econômicos e financeiros da empresa. Adota a hipótese da existência de um valor intrínseco para cada ativo.

Âncora Cambial – Estratégia de valorização da taxa de

Ação Preferencial – Ação que confere ao seu titular preferência no recebimento de dividendos sobre lucros e também no reembolso de seu valor nominal em caso de liquidação de ativos da sociedade. Este tipo de ação geralmente não tem direito a voto.

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Medium 9788580552249

Capítulo 17 - Dividendos e a Política de Distribuição

Stephen A. Ross; Randolph W. Westerfield; Bradford D. Jordan; Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Custo de Capital e Política Financeira de Longo Prazo

PARTE VI

17

Dividendos e a Política de Distribuição

OBJETIVOS DE APRENDIZADO

O objetivo deste capítulo é que, ao seu final, você compreenda:

OA1 Os tipos de dividendo e como os dividendos podem ser pagos aos acionistas.

OA2 As questões que envolvem as decisões sobre a política de dividendos.

OA3 A diferença entre dividendos, juros sobre o capital próprio, bonificação em ações e desdobramentos.

OA4 A questão da recompra de ações como uma alternativa aos dividendos.

A TRIBUTAÇÃO SOBRE A DISTRIBUIÇÃO DE RESULTADOS aos investidores pode alterar a forma escolhida pelas empresas para distribuir resultados aos acionistas, e isso muda conforma as regras tributárias de cada país. Neste capítulo, procuraremos pontuar as diferenças entre as regras brasileiras e norte-americanas. Você pode se perguntar por que isso. Lembre porém, que a possibilidade de diversificação de carteiras de investimento – incluindo títulos mobiliários estrangeiros

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Medium 9788597013733

Introdução

OLIVEIRA, Aristeu de Grupo Gen PDF Criptografado

I

Introdução

Os antigos utilizavam pequenas pedras (calculus) nas operações aritméticas elementares. A palavra perdeu o significado antigo e passou a significar as próprias operações aritméticas. Modernamente, os que trabalham em escritórios de pequenas, médias e grandes empresas às vezes aborrecem-se com um sem-número de cálculos que devem realizar para preencher formulários da área trabalhista. A legislação na área é farta e é alterada continuamente, e apenas os que militam cotidianamente com tais papéis e transformam sua vida em pesquisas intermináveis podem dar conta dos segredos de que se reveste esta parte essencial de um Departamento de Recursos Humanos.

No Brasil, a legislação trabalhista tem características singulares, talvez em parte devido ao meio, à cultura burocrática, herdada de Pero Vaz de Caminha, com sua famosa carta, e em parte devido a leis elaboradas apressadamente, que muitas vezes são insuficientes para dar conta da realidade do mundo do trabalho. Algumas delas são bem-feitas, mas trazem uma complexidade de tal monta que só os iniciados podem, com competência, entendê-las e praticá-las. Assim, podemos dizer que são três, pelo menos, as características relevantes nesse meio: o excesso de leis, a incompletude delas e a complexidade de papéis e cálculos que elas geram.

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