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Medium 9788597017649

TÍTULO XI – DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

OLIVEIRA, Aristeu de Grupo Gen PDF Criptografado

Art. 905

REFORMA TRABALHISTA – CLT E LEGISLAÇÃO COMPARADAS

Parágrafo único. Tratando-se de membro do Tribunal Superior do Trabalho será competente para a imposição de sanções o Senado Federal. (Primitivo § 1º transformado em parágrafo único pelo Dec.-lei 229/1967)

Art. 905. Tomando conhecimento do fato imputado, o Juiz, ou Tribunal competente,

mandará notificar o acusado, para apresentar, no prazo de 15 (quinze) dias, defesa por escrito.

§ 1º É facultado ao acusado, dentro do prazo estabelecido neste artigo, requerer a produção de testemunhas, até ao máximo de cinco. Nesse caso, será marcada audiência para a inquirição.

§ 2º Findo o prazo de defesa, o processo será imediatamente concluso para julgamento, que deverá ser proferido no prazo de 10 (dez) dias.

Art. 906. Da imposição das penalidades a que se refere este Capítulo, caberá recurso ordinário para o Tribunal Superior, no prazo de 10 (dez) dias, salvo se a imposição resultar de dissídio coletivo, caso em que o prazo será de 20 (vinte dias).

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Medium 9788597013122

8 - Análise de Investimentos e Reposição de Ativos

ASSAF NETO, Alexandre Grupo Gen PDF Criptografado

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Análise de Investimentos e

Reposição de Ativos

Basicamente, toda operação financeira é representada em termos de fluxos de caixa, ou seja, em fluxos futuros esperados de recebimentos e pagamentos de caixa. A avaliação desses fluxos consiste, em essência, na comparação dos valores presentes, calculados segundo o regime de juros compostos a partir de uma dada taxa de juros, das saídas e entradas de caixa.

Em consideração ao conceito do valor do dinheiro no tempo, raciocínio básico da Matemática Financeira adotado neste livro, coloca-se como fundamental estudar-se somente os métodos que levem em conta o critério do fluxo de caixa descontado.

Dessa maneira, o capítulo desenvolve os métodos da taxa interna de retorno e do valor presente líquido, admitidos como os de maior utilização e rigor conceitual nas análises das operações financeiras (aplicações e captações) e de projetos de investimento.

O capítulo dedica-se, também, como uma das mais interessantes aplicações dos métodos de avaliação de caixa, às decisões básicas de reposição de ativos. O intuito principal é o de estabelecer uma linha de raciocínio financeiro nas decisões de substituição de ativos, incorporando preocupações associadas ao custo do investimento, vida econômica, valor de revenda etc.

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Medium 9788522492619

5 O Indivíduo na Organização: Papéis e Interações

FIORELLI, José Osmir Grupo Gen PDF Criptografado

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O Indivíduo na Organização:

Papéis e Interações

Este capítulo inicia-se com a cerimônia de acolhimento de um novo profissio­ nal, evidenciando-se falhas, apontadas e analisadas. Destaca-se a importância da percepção inicial na formação da “imagem mental da Organização”.

Detalha-se o episódio por ser generalizável a uma série de situações, que en­ volvem profissionais e clientes da Organização.

Analisam-se alguns mecanismos psicológicos que afetam o comportamento do indivíduo no contexto organizacional e contribuem para o estabelecimento de barreiras entre o profissional e seus clientes.

O capítulo conclui analisando aspectos psicológicos relacionados com tarefas e normas, capazes de afetar o desempenho em relação ao papel esperado.

5.1 INTRODUÇÃO

A pessoa traz à Organização sua “bagagem psicológica”, conhecimentos, ca­ racterísticas, preconceitos, experiências anteriores. A visão de mundo que desen­ volveu acompanha-a no teatro organizacional, onde representará seus papéis.

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Medium 9788597020038

20 Imposto de Renda e Contribuição Social

José Carlos Marion, Sérgio de Iudícibus Grupo Gen ePub Criptografado

Tanto o imposto de renda como a contribuição social são despesas e, portanto, devem ser contabilizados com respeito ao regime de competência.

Por serem despesas, aparecem na Demonstração do Resultado do Exercício antes do lucro/prejuízo líquido do exercício. Apesar disso, é comum falar que são calculadas sobre o lucro líquido do exercício. Esse erro tem sua origem numa confusão feita e cuja responsável maior é a forma como é redigida a legislação fiscal.

Quando as expressões imposto de renda e contribuição social são usadas com a conotação de despesas, não deveriam ser precedidas da palavra provisão, mas da palavra despesa.

Teríamos, assim, despesa com imposto de renda e despesa com contribuição social. A própria Lei das Sociedades por Ações, no artigo que trata da DRE (onde comparecem receitas e despesas), usou indevidamente a expressão provisão para o imposto [de renda].

Provisões ou são contas retificadoras do Ativo, ou são contas representativas de obrigações para com terceiros. A dívida gerada pelo reconhecimento da despesa com o imposto de renda é que se poderia denominar provisão para o imposto de renda. O mesmo vale para a contribuição social.

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Medium 9788565837866

Capítulo 46

Rogério Garcia Bañolas Grupo A PDF Criptografado

184

RO G É R I O G A R C I A B AÑ O L A S

Missão

Entregar continuamente valor ao cliente em termos de qualidade, custo e prazos. Elevar continuamente a satisfação de clientes, colaboradores, fornecedores, acionistas e comunidade em relação ao esforço e custo para obtê-la.

Visão

Ser a primeira opção de escolha dos clientes para publicações e distribuição de conteúdo pelo reconhecimento de nossa eficiência operacional, vigor financeiro e inovação.

Valores

Manter relacionamento ético com clientes, colaboradores, fornecedores e acionistas.

Ter o aperfeiçoamento contínuo como nossa motivação.

Estimular as pessoas a assumir a liderança no trabalho em equipe e a aumentar crescentemente suas habilidades e competências.

Valorizar as oportunidades de melhorias através do compartilhamento da responsabilidade, dos méritos e da colocação dos problemas à vista!

Ter a primeira iniciativa de aperfeiçoamento baseada na simplicidade.

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Medium 9788521622420

Parte 4 -14 - Mudança Organizacional e Desenvolvimento Organizacional

HITT, Michael A.; MILLER, C. Chet; COLELLA, Adrienne Grupo Gen PDF Criptografado

mudança organizacional e desenvolvimento organizacional

14

explorando o comportamento em ação

Reinventando o Sonho na Starbucks

H

oward Schultz, a força empreendedora por trás da organização, proporcionou uma visão e um toque de ouro ao fazer da Starbucks uma gigantesca empresa com mais de 16.700 lojas no início de 2010. Embora tenha alcançado um sucesso surpreendente, a Starbucks já passou por alguns “atropelos” ao longo do caminho. Em 2008, sofreu uma redução na média de vendas por loja, pela primeira vez em sua história. O declínio continuou em 2008 e 2009. Existem várias razões para o fraco desempenho da Starbucks. Entre elas estão a crescente concorrência (desde pequenos revendedores e torrefadores nacionais e locais, como é o caso do torrefador Green

Mountain Coffee, até outros negócios que estão introduzindo especialidades à base de café, como é o caso do McDonald’s) e a recessão global que fez com que consumidores potenciais reduzissem suas compras eletivas e supérfluas (o café da ­Starbucks

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Medium 9788522458707

Parte V – 20 - Mudança de ênfase da formulação de políticas de gestão pública

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

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Mudança de ênfase da formulação de políticas de gestão pública

Introdução

Observa-se que a principal preocupação da nova gestão pública (NPM) é promover a adaptação e a transferência dos conhecimentos gerenciais desenvolvidos no setor privado para o público, tendo como pressuposto a redução da máquina administrativa, o aumento de sua eficiência e a criação de instrumentos orientados para a responsabilização dos atores políticos. Nesse sentido, a NPM objetiva utilizar práticas gerenciais que incluam a profissionalização da gestão pública, o controle rígido dos gastos, com ênfase na redução de custos, e principalmente no cidadão como cliente a ser satisfeito e na prestação de contas.1

São significativos os obstáculos que a administração pública ainda enfrenta no processo de mudança de ênfase da formulação de políticas para as habilidades de gestão no esforço de tornar mais competitivas as prestadoras de serviços públicos.

O Quadro 20.1 nos permite uma visão comparativa entre a NPM e a governança do setor público em diversos países.2

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Medium 9788597009019

Apêndice

CURY, Antonio Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE A

Política de descentralização e de estrutura divisional

Complementando o enfoque do Capítulo 8 – Estruturas Organizacionais, vamos apresentar, de forma resumida, uma ideia de política de descentralização e de estrutura divisional subsequente, retratando os casos particulares da General Electric Company e da General

Motors Corporation. O resumo em causa foi elaborado com base no livro A descentralização de poderes na empresa, de D’Estaing.1 Os organogramas sofreram adaptações do autor.

Exemplos de estruturas divisionais

I – A General Electric Company

Uma grande organização que pode ser assim sintetizada: em 1965 possuía 300.000 empregados, com 242 fábricas, 19 tipos de indústrias diferentes, produzindo cerca de 200.000 produtos, de lâmpadas a turbinas.

Organização

120 departamentos, reagrupados em 27 divisões e em cinco grupos, como empresas autônomas, sob a responsabilidade e a autoridade de um administrador.

�� A administração das divisões e grupos, colocada entre a administração superior da empresa e os departamentos, orienta os esforços de desenvolvimento por família de produtos semelhantes, elabora as políticas e os princípios, toma certas decisões estratégicas e controla os resultados dos departamentos (vendas, margem e rentabilidade dos investimentos).

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Medium 9788597011838

6 - Plano de prova: verificação das hipóteses

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Grupo Gen PDF Criptografado

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Plano de prova: verificação das hipóteses

Como as hipóteses são enunciados gerais de relações entre variáveis, a verificação delas significa uma procura das conexões causais que ligam as variáveis.

Os esquemas básicos da prova lógica referentes à correlação entre variáveis, no procedimento experimental, foram formulados por John Stuart Mill. Apesar de, ao longo do tempo, terem sido introduzidos múltiplos aperfeiçoamentos, eles são ainda fundamentais.

Mill explicitou os denominados cinco “cânones”: método da concordância, método da diferença ou plano clássico, método conjunto de concordância e diferença, método dos resíduos e método da variação concomitante.

1

MÉTODO DA CONCORDÂNCIA

Esse método pode ser formulado positiva ou negativamente.

1.1 Método da concordância positiva

Apresentado positivamente, o método da concordância postula que, quando dois ou mais casos de determinado fenômeno têm uma e somente uma condição em comum, essa condição pode ser considerada como a causa (ou o efeito) do fenômeno em questão.

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Medium 9788597002867

Parte II - 10. Objetivos Privados e Benefícios Sociais: as Condições de Equilíbrio nas Diferentes Estruturas de Mercado

ROSSETTI, José Paschoal Grupo Gen PDF Criptografado

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Objetivos Privados e Benefícios

Sociais: as Condições de Equilíbrio nas

Diferentes Estruturas de Mercado

As relações entre custos privados e custos sociais ou entre benefícios privados e interesse público diferem de uma estrutura de mercado para outra.

Na concorrência perfeita, a relação ótima entre custos e benefícios, privados e sociais, é uma resultante natural da mão invisível do mercado. Mas esta

é uma situação limite, uma abstração ideal, que dificilmente se verifica na realidade dos mercados. As estruturas observadas são caracteristicamente imperfeitas. E, nestas, o interesse privado e o benefício público podem divergir. Então, corrigindo desvios da mão invisível do mercado, a mão interventora do governo pode atuar, em alguns casos, como instrumento de equalização de interesses.

STEPHEN L. SLAVIN

Microeconomics

Livro Rossetti.indb 508

04/08/2016 13:31:43

Objetivos Privados e Benefícios Sociais: as Condições de Equilíbrio nas Diferentes Estruturas de Mercado 509

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Medium 9788522481675

6 Custeio por Processos

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen PDF Criptografado

6

Custeio por Processos

“A vida é um processo constante de relacionamento.”

Anônimo

6.1  Objetivos do capítulo

Os sistemas de acumulação de custos consistem na forma como os custos são acumulados e apropriados aos produtos. A depender das características do processo produtivo de uma empresa, diferente deverá ser o sistema de acumulação de custos empregado.

Dois sistemas básicos de acumulação de custos são regularmente empregados: o sistema de custos por processo e o sistema de custos por ordem específica ou ordem de produção ou serviço, seja empresa manufatureira ou não.

Os objetivos deste capítulo consistem em apresentar os principais conceitos associados ao controle de custos por processo, aplicáveis quando as entidades elaboram produtos ou prestam serviços uniformes, sem grandes variações. Para facilitar a assimilação do conteúdo, além de exemplos são propostos e resolvidos diversos exercícios.

6.2  Sistemas de acumulação de custos: características principais

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Medium 9788582604038

Introdução

Peter C. Gøtzsche Grupo A PDF Criptografado

1

Introdução

As grandes epidemias de doenças infecciosas e parasitárias que no passado roubavam muitas vidas estão agora sob controle na maioria dos países. Aprendemos a prevenir e tratar a aids, o cólera, a malária, o sarampo, a peste e a tuberculose e erradicamos a varíola. As taxas de morte por aids e por malária ainda são muito elevadas, mas isso não se deve a não sabermos tratá-las. Isso ocorre pois ainda existem desigualdades de renda e custos excessivos dos medicamentos imprescindíveis para pessoas em países de baixa renda.

Infelizmente, agora sofremos de duas epidemias produzidas pelo homem: tabaco e medicamentos sob prescrição. Ambas imensamente letais. Nos Estados Unidos e na Europa, os medicamentos prescritos são a terceira causa de morte no mundo, depois das doenças cardíacas e do câncer.

Explicarei, neste livro, por que isso ocorre e o que podemos fazer a respeito. Se as mortes por medicamentos fossem uma doença infecciosa, uma doença cardíaca ou um câncer causado pela poluição ambiental, haveria incontáveis grupos de pacientes arrecadando dinheiro para combatê-las e iniciativas políticas de longo alcance. Tenho dificuldade para compreender isso ‒ como tratam-se de medicamentos, as pessoas não fazem nada.

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Medium 9788522478606

Parte III - 10 Papéis de Trabalho

ATTIE, William Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

10

Papéis de Trabalho

10.1 Finalidade dos papéis de trabalho

Os papéis de trabalho formam o conjunto de formulários e documentos que contêm as informações e apontamentos obtidos pelo auditor durante seu exame, bem como as provas e descrições dessas realizações; constituem a evidência do trabalho executado e o fundamento de sua opinião.

Como o auditor utiliza documentos originais de propriedade da empresa, e é grande o volume de transações e documentos, a comprovação da realização do trabalho através de cópias da documentação seria volumosa, além de onerosa.

Para evitar grande volume de documentos e dar outra forma ao trabalho, o auditor utiliza papéis de trabalho para registrar as descobertas realizadas e comprovar o trabalho cumprido.

Embora os papéis de trabalho tenham procedido dos documentos originais que são de propriedade da empresa ou de informações obtidas diretamente da área em exame, os papéis de trabalho são propriedade exclusiva do auditor, devido, principalmente, a neles estar fundamentada sua opinião.

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Medium 9788580553321

Capítulo 11 - Fontes de Capital

Robert D. Hisrich, Michael P. Peters, Dean A. Shepherd Grupo A PDF Criptografado

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FONTES DE CAPITAL

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

䉴 Identificar os tipos de linhas de crédito disponíveis.

䉴 Compreender o papel dos bancos comerciais no financiamento de novos empreendimentos, os tipos de linhas de crédito disponíveis e as decisões de empréstimos bancários.

䉴 Discutir as linhas de crédito da Small Business

Administration (SBA).

䉴 Compreender os aspectos das sociedades com participação limitada em pesquisa e desenvolvimento.

䉴 Discutir as formas públicas de financiamento, em especial os subsídios para a pesquisa relacionada à inovação em pequenas empresas.

䉴 Compreender o papel dos investidores privados como fonte de recursos.

PERFIL DE ABERTURA

Scott B. Walker – www.epic-aviation.com

Algumas pessoas já nascem empreendedoras, outras se desenvolvem pela determinação, energia e força de vontade. Scott Walker pertence ao segundo tipo, construindo um currículo próprio de aprendizagem contínua quando cria oportunidades e assume riscos.

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Medium 9788597010787

15 - Balanced Scorecard e Logística Empresarial

FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo Cesar Grupo Gen PDF Criptografado

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Balanced Scorecard e

Logística Empresarial1

1

Este capítulo é baseado no artigo Balanced Scorecard e logística empresarial: da competência empresarial à competência informática, de autoria de Sandra Figueiredo e William Celso Silvestre.

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 321

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 15

15.1 Introdução

A economia mundial atravessou mudanças radicais nas últimas duas décadas. Com surgimento dos aviões a jato, máquinas de fax, acoplamento a computador e telefone, transmissões mundiais de televisão por satélite, Internet, eliminaram-se praticamente as distâncias geográficas na comunicação à medida que aumentaram a velocidade da transmissão da informação, possibilitando a ampliação da disponibilidade dos serviços.

Com todas essas mudanças as empresas passaram a ser atingidas, de alguma forma, pela concorrência global. Hoje, as empresas tanto vendem como compram produtos e serviços nos mercados internacionais.

Outro desafio enfrentado, devido às mudanças da economia mundial que deve ser considerado, é a constatação de que esta se encontra em declínio. Grande parte do mundo empobreceu nos últimos anos, entretanto, as necessidades das pessoas são cada vez maiores, mas não há dinheiro para aquisição de bens e serviços desejados. Assim, o mercado, na maioria dos países, consiste em pessoas com necessidades crescentes e poder aquisitivo em baixa. O poder aquisitivo está em declínio, pois o desemprego é grande. Em muitas famílias esse poder de compra só se mantém porque os dois cônjuges trabalham.

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