33 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520415061

11. O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Stephen Ball

Escola de Administração de Lazer e

Alimentos, Universidade de

Sheffield Hallam

Keith Johnson

Departamento de Administração de Hospitalidade e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Assuntos-chave:

• A definição de humor

• O humor, a hospitalidade e a assistência

• O humor intencional

• O humor não intencional

Em busca da hospitalidade

”O que é hospitalidade?”. Esta foi uma pergunta estudada e veementemente debatida por professores universitários seniores do

Reino Unido nos foros de estudo da hospitalidade durante os últimos anos do segundo milênio (Lashley, 1999). As definições prévias relativas à hospitalidade excluíam qualquer referência direta ao humor. Na melhor das hipóteses, a conexão entre humor e hospitalidade só podia ser deduzida por associações indiretas, envolvendo determinados aspectos, como hospitalidade e amizade, e de acordo com o papel que o humor desempenha em aumentar o bem-estar recíproco das partes envolvidas na provisão de comida e/ou bebida e/ou acomodação. A ignorância em relação ao humor é um tanto surpreendente, já que o humor pode, em certas circunstâncias, ser considerado um elemento importante da hospitalidade e estar abundantemente presente na indústria da hospitalidade e em outros contextos nos quais ela é proporcionada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520436561

Introdução

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

INTRODUÇão

O

ato de recepcionar faz parte do dia a dia de qualquer pessoa que vive em sociedade. Envolve desde situações profissionais, como receber e atender clientes, fornecedores, concorrentes em um escritório, até receber e entreter convidados em uma festa familiar. Mas, para que essa atividade seja revestida de cunho profissional, são necessárias algumas regras de tratamento e postura.

O serviço de recepção em eventos, como em qualquer outra atividade, é o

“cartão de visita”, isto é, o primeiro contato do participante, das autoridades, dos convidados, dos prestadores de serviços e demais envolvidos com o evento. Esse acolhimento representa a conduta dos esforços anteriores despendidos pelo promotor e organizador de eventos para oferecer bom atendimento e serviços a todo segmento de público participante do evento. Portanto, é no comportamento e no desempenho dos profissionais de recepção que todo o planejamento de um evento poderá ter maior ou menor êxito durante a sua realização.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

4. O negócio da hospitalidade: uma história social

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 11 - Perfil das Companhias de Cruzeiros Marítimos

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 11

PERFIL

DAS

COMPANHIAS DE

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Como em toda metodologia, a avaliação dos guias de viagem tradicionais fundamenta-se em conceitos preestabelecidos e é empreendida em época determinada, servindo como bom instrumento de orientação ao turista.

Serão apresentadas as supostas diferenças entre as empresas que compõem o universo dos cruzeiros marítimos, tomando como base a breve descrição de cada empresa adotada pela CLIA. Como se optou pela utilização desses dados, neste capítulo não são emitidas opiniões do autor.

CARNIVAL CRUISE LINES

Operando quinze navios, a Carnival Cruise Lines é a maior e mais popular companhia mundial de cruzeiros marítimos, oferecendo excursões que duram de três a dezesseis dias, com destino a Bahamas, Caribe, México, Alasca, Havaí, Canal do Panamá, Canadá e Bermudas. Conhecidos por sua atmosfera festiva e descontraída, os “Fun Ships” da

Carnival proporcionam diversas opções de gastronomia, entretenimento e atividade, desde refeições ininterruptas até pizzarias 24 horas, shows ao estilo de Las Vegas, cassinos, lojas duty-free, spas, academias e o

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 2 - Cruzeiro: Férias Inesquecíveis

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

CRUZEIRO:

FÉRIAS INESQUECÍVEIS

FATORES DE MOTIVAÇÃO E SATISFAÇÃO

Em harmonia com os hábitos de consumo da sociedade atual e os conceitos introduzidos pelas mais recentes tendências de organização empresarial – como a reengenharia, o downsizing e as avaliações de performance –, as pessoas economicamente ativas acabam optando por férias organizadas e que ofereçam um grande número de comodidades.

Com a oferta de conforto, diversão, intensa programação de atividades, possibilidade de relaxar e desligar-se do cotidiano, opções gastronômicas de qualidade, ambiente refinado e interação social, o cruzeiro marítimo assume uma posição extremamente privilegiada como um produto que pode, dependendo da empresa, explorar nichos de mercado específicos ou orientar seu planejamento e promoção para uma oferta de massa, dirigida ao varejo do turismo em escala mundial.

Um cruzeiro marítimo consegue o fenômeno de agradar seus hóspedes por uma oferta variada de atividades, entretenimento, equipamentos e serviços, o que, mesmo dentro de um universo heterogêneo de clientes, acaba acertando em opções que criam satisfação em diferentes perfis de hóspedes, promovendo o desejo de repetir a experiência.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 6 - O Primeiro Cruzeiro

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 6

O PRIMEIRO CRUZEIRO

Imagine: duas orelhas gigantes, pés redondos e sem dedos, pele áspera, dentes enormes, nariz maior que a perna, rabinho diminuto preso ao enorme, gordo e pesado corpo. Que bicho é esse?

É muito difícil descrever algo que nunca vimos antes ou descrever uma experiência que nunca vivemos. Descrever um cruzeiro marítimo, para alguém que nunca embarcou, é como descrever um animal que nunca vimos, é difícil de imaginar, mas real.

Para as companhias de cruzeiro, o segredo é ter o roteiro certo para o perfil de cada turista, inclusive para aqueles que nunca navegaram. Para o turista vale a pena tentar, pois a surpresa vai ser grande e agradável.

A propósito, você descobriu que o animal acima é um elefante, não descobriu?

ALGUMAS DICAS IMPORTANTES

Documentação

Os documentos e vistos devem sempre ser originais e válidos. Muita atenção para crianças e jovens considerados menores: eles devem portar autorização dos pais para viajar desacompanhados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

10. Método científico-social do conhecimento da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Método científicosocial do conhecimento da hospitalidade

David Botterill

Escola de Hospitalidade, Turismo e Lazer,

Universidade do Wales Institute, Cardiff

Assuntos-chave:

• A “realidade” da hospitalidade

• O positivismo e o estudo da hospitalidade

• A interpretação no estudo da hospitalidade

• A teoria crítica e a pesquisa da hospitalidade

Em busca da hospitalidade

O domínio da hospitalidade não escapou da influência da revolução científica que, durante os últimos trezentos anos, proporcionou à sociedade ocidental um “novo” sistema de conhecimento. Até a última metade do século XX, porém, o baixo status dado ao estudo da hospitalidade em comparação a outros domínios de estudo tendeu a restringir o desenvolvimento de um auto-entendimento científico dessa área. No entanto, este capítulo não empreenderá um tour de force a respeito de tudo aquilo que os estudos científicos da hospitalidade descobriram. Em vez disso, procurará encontrar atrás das asserções dos cientistas e, em particular dos cientistas sociais, as verdades a respeito da hospitalidade. Neste capítulo, portanto, será empreendido um esforço para auxiliar no auto-entendimento mediante o exame dos debates da filosofia da ciência. A questão fundamental que se formula em todos os domínios do estudo científico se denomina questão epistemológica, ou, mais simplesmente, em nosso caso, a seguinte pergunta: “Como se pode entender a hospitalidade?”

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

5. Como alojar? Gênero, hospitalidade e performance

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

5

Como alojar?

Gênero, hospitalidade e performance

Jane Darke

Escola de Planejamento da

Universidade Oxford Brookes

Craig Gurney

Centro para Administração e

Desenvolvimento de Hospedagem da

Universidade do País de Gales

Assuntos-chave:

• A hospitalidade doméstica como performance

• Os papéis dos gêneros e a hospitalidade

• Os tabus e a etiqueta na visita

• As tensões e os tabus no relacionamento entre anfitrião e visita

• As diferenças entre a hospitalidade comercial e a hospitalidade doméstica

Em busca da hospitalidade

A ausência de um amplo ponto de vista feminista sobre a hospitalidade dá a impressão de ser uma curiosa omissão, dado que muitos relacionamentos anfitrião–visita se baseiam preponderantemente nas relações sociais de gênero (Aitchison, 1999). Há muito tempo, os sociólogos mostram que as palavras são reveladoras; expressões como landlady [senhoria], bell-boy [mensageiro de hotel] ou housewife [dona de casa] assumem um significado crucial ao se considerar a importância do gênero no reconhecimento de papéis e expectativas relativas à hospitalidade. A hospitalidade está, portanto, profundamente envolvida em qualquer análise do patriarcado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 4 - Portos e Destinos Comentados

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

PORTOS E DESTINOS COMENTADOS

Apresentamos, neste capítulo, comentários sobre alguns dos principais destinos mundiais visitados por navios de cruzeiro. Para uma análise mais profunda, recomenda-se um guia específico do destino escolhido (consulte também a Bibliografia deste livro).

CARIBE E BAHAMAS

São consagrados como os mais procurados entre os destinos turísticos, que respiram o fluxo internacional gerador de divisas e empregos, permitindo, assim, infra-estrutura adequada ao exigente público que desembarca de um navio de cruzeiro.

A transparência impressionante das águas envolve turistas maravilhados que ficam indecisos entre olhar os peixes com múltiplas tonalidades que nadam a sua volta ou as casas de cores vibrantes da arquitetura típica... Nesse cenário, o sonho do paraíso é antecipado àqueles que visitam o Caribe. A arquitetura e a paisagem formam um quadro perfeito, a natureza e o mar apresentam para o turista um verdadeiro cartão-postal, para registrar na lembrança uma experiência fascinante.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

2. Uma antropologia da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Uma antropologia da hospitalidade

Tom Selwyn

Escola de Negócios,

Universidade de North London

Assuntos-chave:

• As estruturas e funções da hospitalidade

• A hospitalidade e os deveres morais

• As virtudes e os prazeres

• A hospitalidade e seus materiais simbólicos

Em busca da hospitalidade

Este capítulo oferece uma visão socioantropológica da hospitalidade.

Uma seção inicial estuda, sumariamente, seu propósito e sua função social e, em seguida, apresenta um material histórico e etnográfico comparativo sobre o objeto de estudo. Algumas observações preliminares são feitas acerca das estruturas social, ritual e cognitiva, dentro das quais são realizados os atos relacionados a esta área. Uma segunda seção considera a importância da prática da hospitalidade relativa aos alimentos. Esta segunda seção é ilustrada e desenvolvida, sobretudo, por meio de um exemplo etnográfico, e o capítulo termina voltando para temas mais gerais da organização estrutural da hospitalidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520436561

Lista de abreviaturas

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

lista de abreviaturas

A&B

– Alimentos e Bebidas

ABM

– Associação Brasileira de Medicina

APM

– Associação Paulista de Medicina

BIE

– Bureau International des Expositions

Cadastur – Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos

CBO

– Código Brasileiro de Ocupações

CCCAD – Comitê Consultivo do Cadastur

Cipa

– Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

CLT

– Consolidação das Leis do Trabalho

Contru

– Departamento de Controle de Uso de Imóveis

Corde

– �Coordenadoria Nacional para Integração da

Pessoa Portadora de Deficiência

ECA

– Estatuto da Criança e do Adolescente

Ecad

– Escritório Central de Arrecadação e Distribuição

Embratur – �Empresa Brasileira de Turismo, atual Instituto

Brasileiro de Turismo

Fiesp

– Federação das Indústrias do Estado de São Paulo

Fifa

– Fédération Internacionale de Football Association

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

6. Hospitalidade doméstica e comercial

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Hospitalidade doméstica e comercial

Paul Lynch

Departamento de Estudos de Negócios e do Consumidor, Universidade

Rainha Margaret, Edimburgo

Doreen MacWhannell

Departamento de Administração e Ciências Sociais da Universidade

Rainha Margaret, Edimburgo

Assuntos-chave:

O conceito de “lar”

O significado do gênero

O espírito empreendedor feminino

A dinâmica entre hospedeiro e hóspede

Em busca da hospitalidade

O conceito de “lar”

Nós, que perdemos há muito tempo o mais sutil dos sentidos físicos, não temos sequer termos apropriados para expressar as intercomunicações animais com o ambiente, a moradia ou outros, e temos apenas a palavra “olfato”, por exemplo, para incluir toda a gama de sensações delicadas que murmuram no nariz do animal, dia e noite, intimando, advertindo, incitando, repelindo.

Lar! Era isso que eles significavam, esses apelos acariciantes, esses toques suaves levados suavemente pelo ar, essas pequenas mãos invisíveis puxando e arrastando... (Grahame, K., 1992, p. 45, The Wind in the

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 7 - A Estrutura de um Navio de Cruzeiro

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 7

A ESTRUTURA DE UM

NAVIO DE CRUZEIRO

O COMANDO DOS SERVIÇOS

A megaestrutura de serviços de um navio de cruzeiro, que anteriormente podia ser denominada “Hotel Resort Flutuante”, hoje já pode, em alguns casos, ser considerada um “Destino Turístico”, com características e atrativos próprios.

A complexidade da rede de serviços dá abertura a uma ampla gama de estudo. A maioria dos dirigentes dessa estrutura é oriunda dos quadros da tripulação de navios de cruzeiro de todo o mundo, já que diversas particularidades dificultam a ocupação de tal posição por um executivo de outros meios turísticos, mesmo que sejam experientes em atividades de hotelaria e serviços em terra. A complexidade e as inúmeras variáveis do segmento demandam conhecimento específico de cada função a ser executada.

Deve-se considerar que é bastante intenso o trabalho de supervisão e manutenção de uma estrutura de serviços que opera 24 horas por dia, durante todos os dias do ano, e que somente a cada dois anos pode fazer escala para manutenção em doca seca ou em estaleiro (drydock ou wetdock). E mesmo nessas escalas, que duram em média quinze dias, as atividades de bordo são supervisionadas e o trabalho de manutenção

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 1 - Breve Histórico dos Cruzeiros Marítimos

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

DOS

BREVE HISTÓRICO

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Uma pequena visita às origens dessa fenomenal indústria do turismo talvez elucide muito de seu histórico e esboce um pouco daquilo que está por vir.

De modo geral, existe um grande desconhecimento do tema por parte do trade turístico e do corpo acadêmico de turismo e hotelaria. Na retrospectiva histórica, a primeira imagem é a dos antigos transatlânticos de luxo, que basicamente executavam o transporte de imigrantes em navios cargueiros adaptados ou ainda na forma mista de carga e transporte.

Diferenças de classe segregavam, de maneira gritante, os indivíduos de menor poder aquisitivo dos abastados passageiros da primeira classe, que viajavam com séquito próprio de serviçais e com bagagem imensa e desproporcional.

Essa imagem clássica foi alterada pelo surgimento do avião a jato, que passou a transportar de forma mais rápida e relativamente segura.

De modo similar ao descrito por Levitt (1960) em seu célebre texto

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Manual do Instrutor

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Manual do Instrutor

Este é um roteiro para um instrutor ou professor que pretende adotar este livro em sala de aula, apresentando, de forma resumida e em tópicos, os itens principais sobre o tema.

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Roteiro

• O que é um cruzeiro marítimo;

• Cruzeiros – passado, presente e futuro;

• Quem é o pax de cruzeiros marítimos no mundo;

• Vantagens de se vender cruzeiros marítimos;

• Regiões de cruzeiros no mundo;

• Objeções a alguns mitos sobre cruzeiros;

• Como escolher o cruzeiro ideal;

• Procedimento para a venda;

• Marketing voltado para destinos;

• Tipos de porto e de estação marítima;

• Tendências.

123

124

Cruzeiros Marítimos

O que é um Cruzeiro Marítimo

Pela variedade de opções de lazer, conforto e acomodações que oferece, um navio de cruzeiro pode ser definido como um “Resort Flutuante”.

Além de transportar e alimentar o passageiro, um navio desse tipo proporciona inúmeras alternativas de lazer, garantindo tranqüilidade, conforto e segurança e colocando à disposição do passageiro todos os elementos necessários para seu lazer (shows, festas, discoteca, bares, cassino, restaurantes, cinema).

Ver todos os capítulos

Carregar mais