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Sumário

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sumário

Apresentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII

Lista de abreviaturas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XV

Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. XVII

PARTE 1- FUNDAMENTOS BÁSICOS SOBRE EVENTOS. . . . . . . . . . . 1

Capítulo 1: Origem, evolução, conceitos e tipologia de eventos . . . . . 3

Conceitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

Tipologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

Capítulo 2: Noções de planejamento de eventos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

Concepção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

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Capítulo 5 - Tipos de Navio e de Turista

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Capítulo 5

TIPOS

DE

NAVIO

E DE

TURISTA

EMBARQUES EM PORTOS DISTANTES

Para o embarque em um ponto distante da residência do turista, operadores turísticos ou as próprias companhias de cruzeiro oferecem pacotes aeromarítimos (air/sea). As companhias de cruzeiro possuem um valor de tarifa aérea sempre menor e horários e transfers ideais em relação aos horários de saída e chegada do navio.

A MELHOR ÉPOCA PARA VIAJAR

As épocas de maior procura são próximas a feriados e férias escolares, em geral correspondentes a preços mais altos.

Contudo, a sazonalidade dos cruzeiros em relação aos preços não apresenta uma curva regular, pois depende de diversos fatores.

Um deles é a estação do ano. Quanto ao clima, sem dúvida o verão é a melhor época, pois o mar fica mais calmo e há sol na maioria dos dias. Sempre é importante lembrar que, durante o verão, as escalas dos navios vão apresentar destinos turísticos lotados e preços mais elevados.

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4. O negócio da hospitalidade: uma história social

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CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

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Glossário Básico

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Glossário

Básico

PORTUGUÊS/INGLÊS

PORTUGUÊS INGLÊS

à beira-mar . . . . . . . . . . . . . . a bordo . . . . . . . . . . . . . . . . . a bordo do navio . . . . . . . . . . academia de ginástica . . . . . . acima do nível do mar . . . . . . acomodações . . . . . . . . . . . . acomodações aconchegantes . acomodações com vista . . . . para o mar acomodações da cabine. . . . . acomodações da suíte . . . . . . aeróbica . . . . . . . . . . . . . . . . alfândega . . . . . . . . . . . . . . . almoço com bufê. . . . . . . . . . aluguel de smoking . . . . . . . . ancorado. . . . . . . . . . . . . . . . andar “A” . . . . . . . . . . . . . . . anfitrião/anfitriã . . . . . . . . . . . anúncios para todo o navio . .

área de jantar . . . . . . . . . . . .

área para toucador. . . . . . . . . armário . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Capítulo 4 - Portos e Destinos Comentados

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Capítulo 4

PORTOS E DESTINOS COMENTADOS

Apresentamos, neste capítulo, comentários sobre alguns dos principais destinos mundiais visitados por navios de cruzeiro. Para uma análise mais profunda, recomenda-se um guia específico do destino escolhido (consulte também a Bibliografia deste livro).

CARIBE E BAHAMAS

São consagrados como os mais procurados entre os destinos turísticos, que respiram o fluxo internacional gerador de divisas e empregos, permitindo, assim, infra-estrutura adequada ao exigente público que desembarca de um navio de cruzeiro.

A transparência impressionante das águas envolve turistas maravilhados que ficam indecisos entre olhar os peixes com múltiplas tonalidades que nadam a sua volta ou as casas de cores vibrantes da arquitetura típica... Nesse cenário, o sonho do paraíso é antecipado àqueles que visitam o Caribe. A arquitetura e a paisagem formam um quadro perfeito, a natureza e o mar apresentam para o turista um verdadeiro cartão-postal, para registrar na lembrança uma experiência fascinante.

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5. Como alojar? Gênero, hospitalidade e performance

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CAPÍTULO

5

Como alojar?

Gênero, hospitalidade e performance

Jane Darke

Escola de Planejamento da

Universidade Oxford Brookes

Craig Gurney

Centro para Administração e

Desenvolvimento de Hospedagem da

Universidade do País de Gales

Assuntos-chave:

• A hospitalidade doméstica como performance

• Os papéis dos gêneros e a hospitalidade

• Os tabus e a etiqueta na visita

• As tensões e os tabus no relacionamento entre anfitrião e visita

• As diferenças entre a hospitalidade comercial e a hospitalidade doméstica

Em busca da hospitalidade

A ausência de um amplo ponto de vista feminista sobre a hospitalidade dá a impressão de ser uma curiosa omissão, dado que muitos relacionamentos anfitrião–visita se baseiam preponderantemente nas relações sociais de gênero (Aitchison, 1999). Há muito tempo, os sociólogos mostram que as palavras são reveladoras; expressões como landlady [senhoria], bell-boy [mensageiro de hotel] ou housewife [dona de casa] assumem um significado crucial ao se considerar a importância do gênero no reconhecimento de papéis e expectativas relativas à hospitalidade. A hospitalidade está, portanto, profundamente envolvida em qualquer análise do patriarcado.

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Lista de abreviaturas

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lista de abreviaturas

A&B

– Alimentos e Bebidas

ABM

– Associação Brasileira de Medicina

APM

– Associação Paulista de Medicina

BIE

– Bureau International des Expositions

Cadastur – Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos

CBO

– Código Brasileiro de Ocupações

CCCAD – Comitê Consultivo do Cadastur

Cipa

– Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

CLT

– Consolidação das Leis do Trabalho

Contru

– Departamento de Controle de Uso de Imóveis

Corde

– �Coordenadoria Nacional para Integração da

Pessoa Portadora de Deficiência

ECA

– Estatuto da Criança e do Adolescente

Ecad

– Escritório Central de Arrecadação e Distribuição

Embratur – �Empresa Brasileira de Turismo, atual Instituto

Brasileiro de Turismo

Fiesp

– Federação das Indústrias do Estado de São Paulo

Fifa

– Fédération Internacionale de Football Association

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8. Hospitalidade e administração da hospitalidade

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CAPÍTULO

8

Hospitalidade e administração da hospitalidade

Bob Brotherton

Departamento de Administração de Hotel,

Catering e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Roy C. Wood

Scottish Hotel School,

Universidade de Strathclyde

Assuntos-chave:

• As definições de hospitalidade

• A administração

• A indústria da hospitalidade

• A gerência da hospitalidade

Em busca da hospitalidade

As questões relativas à definição de termos como “hospitalidade” e

“administração da hospitalidade” estão no âmago deste livro. Por um lado, uma diversidade de enfoques para tais definições pode refletir um saudável pluralismo. No entanto, pode refletir também conflito, confusão e falta de clareza. Em um estágio da ciência dominado por teorias relativistas, como a do pós-modernismo, a posição mencionada em segundo lugar pode parecer uma virtude. Essa não é a posição adotada aqui. Neste capítulo, a discussão procura limitar o debate sobre a natureza e a relação entre “hospitalidade” e “administração da hospitalidade”, aprimorando uma explicação realista desses conceitos como base para futuras pesquisas. No centro dessa discussão está a própria natureza da hospitalidade, que consideramos imperativa para qualquer discurso significativo sobre o que passou a ser chamado de “indústria da hospitalidade” e “administração da hospitalidade”.

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Parte 3 – Aspectos complementares para a formação profissional

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FORMAÇÃO PROFISSIONAL

ASPECTOS COMPLEMENTARES PARA A

3

PARTE

8

CERIMONIAL, PROTOCOLO E ETIQUETA

ANTECEDENTES HISTÓRICOS

T

odas as fórmulas, tipos de comportamentos e preceitos necessários ao bom desempenho social seguiram linhas de evolução características de cada cultura.

Os costumes de ordem social, religiosa e política das várias culturas humanas ditaram comportamentos protocolares que vieram a formar a cultura do cerimonial.

Na China, várias correntes contribuíram para a cristalização das normas de costumes. Para o observador ocidental, a principal contribuição foi de origem confuciana, no que diz respeito ao aspecto formal.

O riquíssimo simbolismo clássico da poesia chinesa e dos filósofos motivou, porém, fórmulas de grande sensibilidade, com alusões a evocações que determinaram, por exemplo, o lugar, a hora e a oportunidade para se abordar cada assunto.

Já os egípcios acreditavam na continuação da vida após a morte, o que mostra que os seus rituais funerários eram compostos de uma série de normas e costumes que possibilitassem a continuação da vida extraterrena e a sobrevivência do nome da pessoa, como: a conservação do corpo por meio do processo de mumificação, o aprovisionamento regular de alimentos e da possibilidade de superar os perigos e provas que poderiam dificultar e impedir o avanço deste para

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Capítulo 9 - O Mercado dos Cruzeiros Marítimos

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Capítulo 9

O MERCADO DOS

CRUZEIROS MARÍTIMOS

PANORAMA GERAL E BRASILEIRO

O histórico da indústria apresenta uma evolução espantosa, especialmente quando analisados os dados do mercado norte-americano e realizada a estimativa do reflexo desse crescimento em termos mundiais.

O segmento de cruzeiros marítimos no Brasil teve início com os navios do Lloyd Brasileiro, com os fretamentos organizados pela Agaxtur, nas mãos visionárias e criativas de Aldo Leone, que, por suas raízes italianas, aproximou-se da Linea “C”, ou Costa Crociere. Os fretamentos que marcaram o início dos cruzeiros marítimos brasileiros deram seqüência às esporádicas visitas dos grandes transatlânticos, como o SS

France e o Queen Elizabeth 2.

Atualmente a temporada na América do Sul apresenta um crescente número anual de novos navios, que tem gerado um aumento proporcional no número de cruzeiristas brasileiros e estrangeiros que navegam nesse destino, que, do ponto de vista internacional, é classificado como exótico.

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Parte 1 – Fundamentos básicos sobre eventos

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fundamentos básicos sobre eventos

1

PARTE

1

ORIGEM, EVOLUÇÃO, CONCEITOS

E TIPOLOGIA DE EVENTOS

E

ventos são acontecimentos que possuem horário, local e dia onde as pessoas se reúnem pelos mais diversos motivos. Esses tipos de acontecimentos existem desde os mais remotos tempos e expressam comportamentos e normas ao bom desempenho social, podendo apresentar características sociais, religiosas e políticas das várias culturas humanas.

No Egito Antigo, segundo registros históricos, aconteciam cerimônias oficiais e religiosas para o faraó e sua corte, como também rituais funerários.

Na China, várias correntes contribuíram para a origem dos eventos, sendo a principal delas a relacionada ao rico simbolismo clássico da poesia e dos filósofos chineses. Cabe ressaltar que a principal contribuição veio do filósofo

Confúcio, que com grande sensibilidade pregava que para se abordar cada assunto deve-se existir o lugar, a hora e a oportunidade.

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3. A filosofia da “hospitabilidade”

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CAPÍTULO

3

A filosofia da

“hospitabilidade”

Elizabeth Telfer

Departamento de Filosofia,

Universidade de Glasgow

Assuntos-chave:

• Como ser hospitaleiro

• O bom hospedeiro

• Tipos de hóspedes

• A “hospitabilidade” como uma virtude moral

Em busca da hospitalidade

A “hospitabilidade” é o nome que se dá à característica das pessoas hospitaleiras. Evidentemente, tem a ver com a hospitalidade; assim, vamos começar por ela. Em seu significado básico, pode-se definir o termo hospitalidade do seguinte modo: é a oferta de alimentos e bebidas e, ocasionalmente, acomodação para pessoas que não são membros regulares da casa. Geralmente, aqueles que concedem hospitalidade, os anfitriões, oferecem tais coisas em suas próprias casas, partilhando seu próprio sustento com seus hóspedes. Essa idéia pode se desdobrar em vários sentidos: por exemplo, uma empresa proporciona hospitalidade se fornece alimentos e bebidas aos visitantes. Mas, a idéia central do conceito envolve a partilha da própria casa e a provisão de terceiros.

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9. Administração das operações de hospitalidade

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CAPÍTULO

9

Administração das operações de hospitalidade

Andrew Lockwood

Escola de Estudos da Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

Peter Jones

Escola de Estudos da Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

Assuntos-chave:

• A comercialização da hospitalidade

• A industrialização do serviço

• Lidando com a variação

• A perspectiva do cliente

Em busca da hospitalidade

Um senhor vivia no alto do planalto de Lassithi, acima de Agios

Nikolaos, na ilha de Creta, e ganhava a vida fabricando e vendendo cerâmica. No início, poucos turistas apareciam para comprar suas peças. No entanto, obedecendo à tradição da hospitalidade grega, o homem oferecia bebidas e comida a esses turistas. Conforme sua fama se espalhava, mais turistas passaram a visitá-lo para comprar suas cerâmicas, e ele continuou oferecendo bebidas e comidas. O problema surgiu quando sua casa se tornou parada obrigatória para os ônibus de turismo; ele descobriu que a comida e a bebida que oferecia valiam mais do que ele recebia pela venda da cerâmica; seu negócio estava dando um grande prejuízo. Depois que o homem morreu, sua família assumiu o negócio; aumentou a produção de cerâmica e construiu um restaurante capaz de atender às caravanas de ônibus. Atualmente, o negócio desfruta de grande sucesso, mas, às vezes, escuta-se os turistas dizerem que as coisas não são mais como nos velhos tempos.

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Capítulo 2 - Cruzeiro: Férias Inesquecíveis

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Capítulo 2

CRUZEIRO:

FÉRIAS INESQUECÍVEIS

FATORES DE MOTIVAÇÃO E SATISFAÇÃO

Em harmonia com os hábitos de consumo da sociedade atual e os conceitos introduzidos pelas mais recentes tendências de organização empresarial – como a reengenharia, o downsizing e as avaliações de performance –, as pessoas economicamente ativas acabam optando por férias organizadas e que ofereçam um grande número de comodidades.

Com a oferta de conforto, diversão, intensa programação de atividades, possibilidade de relaxar e desligar-se do cotidiano, opções gastronômicas de qualidade, ambiente refinado e interação social, o cruzeiro marítimo assume uma posição extremamente privilegiada como um produto que pode, dependendo da empresa, explorar nichos de mercado específicos ou orientar seu planejamento e promoção para uma oferta de massa, dirigida ao varejo do turismo em escala mundial.

Um cruzeiro marítimo consegue o fenômeno de agradar seus hóspedes por uma oferta variada de atividades, entretenimento, equipamentos e serviços, o que, mesmo dentro de um universo heterogêneo de clientes, acaba acertando em opções que criam satisfação em diferentes perfis de hóspedes, promovendo o desejo de repetir a experiência.

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Capítulo 3 - Preparando o Cruzeiro

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Capítulo 3

PREPARANDO

O CRUZEIRO

PARA ONDE IR NESTE CRUZEIRO?

Os cruzeiros marítimos exigem algumas condições básicas e não somente água. Em conseqüência, suas regiões de atuação são determinadas por aspectos como condições de navegabilidade, clima, proximidade do mercado consumidor, atrativos naturais e turísticos em geral. Entre os incontáveis destinos possíveis, destacam-se Bermudas, Bahamas,

Riviera Mexicana, Havaí, Caribe Leste, Caribe Oeste, Caribe Sul, Mediterrâneo, Ilhas Gregas, Norte Europeu, África, Austrália, Nova Zelândia,

América do Sul, Ásia, Polinésia, Canal do Panamá e Alasca, sem falar da atraente possibilidade de volta ao mundo e de outros destinos nos quais o clima e as condições de navegação permitem essa operação, ainda que de forma sazonal.

Consulte o Capítulo 4 para comparar os resumos descritivos de alguns dos principais destinos do mundo.

PUBLICAÇÕES SOBRE CRUZEIROS MARÍTIMOS

Existem à disposição alguns guias que desfiam verdadeiros relatórios sobre cada navio e cada companhia de cruzeiros marítimos. Seria, portanto, desnecessário e talvez pouco objetivo oferecer uma análise, ainda que superficial, fadada à desatualização (salvo no caso de edições anuais), tamanho é o avanço e crescimento do segmento.

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