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4.4 TURISMO VIRTUAL

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Podemos compreender que:

Turismo de Base Comunitária é um modelo de gestão da visitação protagonizado pela comunidade, gerando benefícios coletivos, promovendo a vivência intercultural, a qualidade de vida, a valorização da história e da cultura dessas populações, bem como a utilização sustentável para fins recreativos e educativos, dos recursos da Unidade de Conservação. (ICMBIO, 2017, p. 10)

�Figura 4.4 Princípios do turismo de base comunitária.

Conservação da sociobiodiversidade

Transparência

Educação

Equidade social

Protagonismo comunitário

Dinamismo cultural

Partilha cultural

Valorização da história e da cultura

Continuidade

Atividade complementar

Bem comum

Fonte: elaborado pelos autores.

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Turismo e suas Possibilidades

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4.4

TURISMO VIRTUAL

A atividade do turismo tornou-se uma economia bastante atrativa para diversos países. Explorar uma riqueza natural e cultural torna-se cada vez mais uma alternativa, uma captação de receita global. Aliado ao crescimento econômico do turismo, percebe-se que os consumidores apresentam cada vez mais uma seletividade pelos serviços e produtos contratados, valorizando as experiências que serão adquiridas através da atividade turística.

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SOBRE OS AUTORES

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Há as viagens que se sonham e as viagens que se fazem – o que é muito diferente. O sonho do viajante está longe, no fim da viagem, onde habitam as coisas imaginadas.

Cecília Meireles*

* MEIRELES, C. Crônicas de viagem. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998. p. 243.

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SOBRE OS AUTORES

Esmeralda Macedo Serpa

Graduada em Turismo pelo Centro Universitário Ibero-Americano (1978) e mestre em Educação pela Universidade de Sorocaba (2007). Atualmente, é professora titular e responsável por projetos no Centro Estadual de Educação Tecnológica

Paula Souza (Ceeteps). Também é professora do Curso Superior de Tecnologia em

Gestão de Turismo, nas Fatec São Paulo e São Roque; atuou como orientadora de estágio e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) de 2015 a 2017 nos cursos presenciais e à distância; atua como orientadora do curso de Gestão Empresarial na modalidade à distância desde 2017. Possui experiência em Turismo, Hospitalidade e Eventos e atua principalmente nas seguintes áreas: desenvolvimento sustentável, patrimônio cultural, meios de hospedagem, eventos, agenciamento de viagens e consultoria para projetos de cursos na área de turismo e hospitalidade. Autora dos livros Guia de Turismo: Viagens

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2.4 PATRIMÔNIO E POLÍTICAS DEPRESERVAÇÃO NO BRASIL

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E quando falamos de cultura, suas produções artísticas e intelectuais podem ser chamadas de patrimônio cultural.

Em sentido estrito, entendia-se como patrimônio cultural as obras de arte, a pintura, a escultura e a arquitetura, mas existem outras artes, aquelas que transcorrem no tempo, como a dança, a literatura e a música (BARRETTO, 2000, p. 9).

!

Para saber mais

De acordo com Santos (2006), por cultura se entende muita coisa, sendo um tema equívoco e cheio de armadilhas. Cultura é uma palavra de origem latina e em seu significado original está ligada às atividades agrícolas. Vem do latim colere, que significa cultivar, habitar, proteger, honrar com veneração.

O conceito de cultura pode ser interpretado ao menos de duas maneiras: a primeira remete a todos os aspectos de uma realidade social, já que cultura é tudo aquilo que caracteriza uma população humana; e a segunda refere-se mais especificamente ao conhecimento, às ideias e às crenças de um povo.

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3.4 SISTEMAS DE INFORMAÇÕESTURÍSTICAS

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3.4

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

TURÍSTICAS

Para o melhor desenvolvimento da Regionalização do

Turismo é necessário conhecer as ferramentas disponibilizadas para o acesso à informação de outros municípios e observar os modelos praticados para o desenvolvimento da atividade turística em outras regiões.

Vamos ampliar agora o conhecimento aprendendo sobre alguns sistemas de informações turísticas.

3.4.1  Mapa do Turismo Brasileiro

O Mapa do Turismo Brasileiro é um importante instrumento de orientação para as ações do MTur no desenvolvimento e no fomento das políticas públicas do setor e um indicador auxiliar para o Programa de Regionalização do Turismo.

O Mapa do Turismo Brasileiro é o instrumento instituído pela Portaria MTur nº 313, de 3 de dezembro de 2013, atualizada no âmbito do Programa de Regionalização do Turismo

(instituído pela Portaria nº 105, de 16 de maio de 2013, atualizada) que apresenta:

� rt. 1º Na definição de cada Região Turística inteA grante do Mapa do Turismo Brasileiro, instituído pela

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1.2 ORGANIZAÇÃO DO TURISMO

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ÞÞ Entorno habitual: nem todo mundo que viaja pratica turismo, ainda que todo mundo que pratique turismo necessariamente viaje. Pareceu confuso? Imagine uma pessoa que more em São Paulo (SP) e trabalhe em Santos (SP), de segunda a sexta-feira. Essa pessoa viaja todo dia para ir ao trabalho e voltar para casa. No entanto, esta viagem é tão corriqueira que se tornou parte do cotidiano e, por este motivo, deixou de ser uma atividade turística.

ÞÞ Prazo da viagem: o conceito em estudo aborda um prazo menor do que um ano de viagem. Na verdade, isso é uma convenção, até mesmo para que se possam realizar estudos estatísticos. Ou seja, para a OMT, de modo geral, pessoas que permanecem mais de 12 meses em uma mesma localidade passam a ser consideradas residentes, passando este a ser um entorno habitual.

ÞÞ Turismo de negócios: além de praticar lazer, que seria a motivação principal do turismo, também é admitida a prática de viagens de negócios. Isso porque uma pessoa que vai participar de uma feira de negócios em outro município, por exemplo, mesmo que não desfrute de práticas de lazer, utilizará a maior parte dos serviços relacionados ao turismo, como transporte, hospedagem, alimentação e, por este motivo, é considerada como uma visitante em prática de turismo. Eventualmente, este turista de negócios pode até visitar atrativos turísticos, mas este não é um requisito para ser considerado turista.

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