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17. Relações públicas comunitárias nos processos de gestão das atividades turísticas

Mario Carlos Beni Editora Manole PDF Criptografado

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Relações públicas comunitárias nos processos de gestão das atividades turísticas

M A R G A R I DA M . K R O H L I N G KU N S C H

Introdução

Neste artigo, apresentam‑se alguns fundamentos teóricos sobre relações pú‑ blicas e relações públicas comunitárias para, em seguida, indicar possibilidades de aplicação no campo do turismo. Destaca‑se a importância de uma visão estratégi‑ ca para as práticas de relações públicas nas organizações e seu papel na gestão da comunicação e, particularmente, nas atividades turísticas.

Um dos aspectos abordados faz referência à abrangência do turismo, tendo em vis‑ ta que suas atividades e seus produtos dependem de uma integração entre o poder pú‑ blico, a iniciativa privada e o terceiro setor, sobretudo a sociedade civil organizada, que exerce grande poder nas comunidades locais e virtuais e/ou nas redes sociais on‑line.

Propõem‑se uma maior integração e parcerias entre o campo do turismo e o de relações públicas. Acredita‑se que, se ambas as áreas atuassem mais conjunta‑ mente, poderiam otimizar muito mais suas ações, contribuindo para políticas pú‑ blicas do turismo e alcançando resultados mais eficazes nos seus empreendimen‑ tos, bem como nas iniciativas levadas a efeito para um desenvolvimento mais sustentável e integrado com as demandas sociais.

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14. Dimensão mercadológica de sustentabilidade do desenvolvimento turístico

Mario Carlos Beni Editora Manole PDF Criptografado

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Dimensão mercadológica de sustentabilidade do desenvolvimento turístico

LEONARDO NOGUEIRA DE MORAES

Introdução

No campo do turismo, embora o conceito de sustentabilidade seja largamente utilizado pelas comunidades acadêmica, empresarial e governamental, durante muito tempo ele ficou atrelado apenas ao meio ambiente. Mais recentemente, a cul‑ tura, a sociedade e a economia também têm sido consideradas elementos indispen‑ sáveis à construção do conceito. No entanto, mesmo sendo inquestionável o fato de que, no longo prazo, o desenvolvimento da atividade turística dependerá da conser‑ vação ambiental, da valorização e do fortalecimento das culturais locais, e do desen‑ volvimento socioeconômico das localidades emissoras e receptoras de turistas, es‑ sas condições são pressupostos, e não garantia da sustentabilidade do turismo.

É a partir dessa reflexão que surge a discussão sobre a dimensão mercadológi‑ ca de sustentabilidade do desenvolvimento turístico, ou sobre as condições neces‑ sárias à atração, retenção, fidelização e satisfação das necessidades dos visitantes, assim como à obtenção da melhor relação custo‑benefício do desenvolvimento tu‑ rístico para as comunidades locais, o poder público e a iniciativa privada.

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26. Bases territoriais e redes do cluster de turismo

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Bases territoriais e redes do cluster de turismo

M A R I O C A R LO S B E N I

MAURO JOSÉ FERREIRA CURY

Introdução

Este capítulo se inicia com uma abordagem teórica e conceitual geográfica so‑ bre região, território e territorialidades. A segunda parte é dedicada às referências de redes, formas e conteúdos, associadas às empresas. A terceira expõe as redes territoriais e os aportes que fundamentam o território do cluster. Na quarta, refe‑ rencia‑se a formação de redes entre empresas de turismo e, para finalizar, abor‑ da‑se o envolvimento da gestão e marketing dos clusters de turismo.

A complexidade do tema inicia‑se pela inserção dos conceitos geográficos per‑ tinentes à região e território, que são os elementos de discussão primordiais na compreensão de um cluster.

Seria impossível imaginar o processo de implantação e consolidação dos clus‑ ters de turismo sem a compreensão clara, objetiva e fundamentada das redes de práticas sociais a várias escalas – seja na dimensão territorial, urbana, empresa‑ rial –, constituindo, assim, um dilatado campo de investigação para as formas de organização social.

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6. Observatório de Turismo e Cultura, integração regional do cluster de turismo e desenvolvimento socioeconômico da Serra Gaúcha

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Observatório de Turismo e Cultura, integração regional do cluster de turismo e desenvolvimento socioeconômico da Serra Gaúcha

E D E G A R LU I S TO M A Z ZO N I

Introdução

As propostas de desenvolvimento do turismo, nos mais diversos âmbitos e ní‑ veis de abrangência territorial, justificam‑se pelo desenvolvimento socioeconômi‑ co, cujo sentido é a inclusão social, com base não somente em aspectos materiais, como renda e acesso ao consumo, mas também em aspectos emocionais, como sen‑ timento de aceitação, de pertencimento e de reconhecimento. O desenvolvimento

é um processo cíclico virtuoso, que se inicia com a mudança de mentalidades. A inclusão social e a qualidade de vida são fundamentos da sustentabilidade, pois o verdadeiro desenvolvimento é o sustentável.

O que os teóricos contemporâneos enfatizam é a força do institucionalismo, por meio da cooperação entre os agentes sociais, visando retornos coletivos. Tra‑ ta‑se de processo para cuja realização é relevante a atuação das instituições de en‑ sino e pesquisa. Para viabilizar políticas e projetos, os estudos e análises do desen‑ volvimento socioeconômico fundamentam‑se em referenciais de delimitação geográfica, espacial ou territorial.

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28. A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da Região Uva e Vinho (Serra Gaúcha)

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A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da

Região Uva e Vinho

(Serra Gaúcha)

I VA N E F Á V E R O

Introdução

Para uma melhor compreensão da teoria das redes, dos aglomerados ou dos clusters turísticos, faz‑se necessário estudar sua aplicabilidade prática. Um exem‑ plo de rede de turismo apresenta‑se na Região Uva e Vinho, Serra Gaúcha.

O aprendizado trazido pelos imigrantes italianos e poloneses sobre o trabalho cooperativo influenciou na formação de uma das primeiras governanças de turis‑ mo que se tem registro no Brasil, datando de 1969 seu surgimento.

Atualmente, a Associação de Turismo da Serra Nordeste (Atuaserra) assume o papel do órgão gestor, promovendo o desenvolvimento regional e integrado do tu‑ rismo na Região Uva e Vinho, na qual se identifica a existência de um aglomerado ou cluster turístico.

Outro aspecto que merece o estudo é a evolução de uma rede de turismo, for‑ mada pelo setor público, privado e organizações não governamentais no município polo turístico da região, Bento Gonçalves, apresentando os aspectos do turismo, desde as primeiras levas de turistas que veraneavam na Serra Gaúcha até a conquis‑ ta da designação, por parte do Ministério do Turismo (MTur), como um dos 65 destinos indutores do desenvolvimento turístico regional.

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