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Capítulo 11 - Perfil das Companhias de Cruzeiros Marítimos

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 11

PERFIL

DAS

COMPANHIAS DE

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Como em toda metodologia, a avaliação dos guias de viagem tradicionais fundamenta-se em conceitos preestabelecidos e é empreendida em época determinada, servindo como bom instrumento de orientação ao turista.

Serão apresentadas as supostas diferenças entre as empresas que compõem o universo dos cruzeiros marítimos, tomando como base a breve descrição de cada empresa adotada pela CLIA. Como se optou pela utilização desses dados, neste capítulo não são emitidas opiniões do autor.

CARNIVAL CRUISE LINES

Operando quinze navios, a Carnival Cruise Lines é a maior e mais popular companhia mundial de cruzeiros marítimos, oferecendo excursões que duram de três a dezesseis dias, com destino a Bahamas, Caribe, México, Alasca, Havaí, Canal do Panamá, Canadá e Bermudas. Conhecidos por sua atmosfera festiva e descontraída, os “Fun Ships” da

Carnival proporcionam diversas opções de gastronomia, entretenimento e atividade, desde refeições ininterruptas até pizzarias 24 horas, shows ao estilo de Las Vegas, cassinos, lojas duty-free, spas, academias e o

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Capítulo 2 - Cruzeiro: Férias Inesquecíveis

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Capítulo 2

CRUZEIRO:

FÉRIAS INESQUECÍVEIS

FATORES DE MOTIVAÇÃO E SATISFAÇÃO

Em harmonia com os hábitos de consumo da sociedade atual e os conceitos introduzidos pelas mais recentes tendências de organização empresarial – como a reengenharia, o downsizing e as avaliações de performance –, as pessoas economicamente ativas acabam optando por férias organizadas e que ofereçam um grande número de comodidades.

Com a oferta de conforto, diversão, intensa programação de atividades, possibilidade de relaxar e desligar-se do cotidiano, opções gastronômicas de qualidade, ambiente refinado e interação social, o cruzeiro marítimo assume uma posição extremamente privilegiada como um produto que pode, dependendo da empresa, explorar nichos de mercado específicos ou orientar seu planejamento e promoção para uma oferta de massa, dirigida ao varejo do turismo em escala mundial.

Um cruzeiro marítimo consegue o fenômeno de agradar seus hóspedes por uma oferta variada de atividades, entretenimento, equipamentos e serviços, o que, mesmo dentro de um universo heterogêneo de clientes, acaba acertando em opções que criam satisfação em diferentes perfis de hóspedes, promovendo o desejo de repetir a experiência.

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Capítulo 6 - O Primeiro Cruzeiro

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Capítulo 6

O PRIMEIRO CRUZEIRO

Imagine: duas orelhas gigantes, pés redondos e sem dedos, pele áspera, dentes enormes, nariz maior que a perna, rabinho diminuto preso ao enorme, gordo e pesado corpo. Que bicho é esse?

É muito difícil descrever algo que nunca vimos antes ou descrever uma experiência que nunca vivemos. Descrever um cruzeiro marítimo, para alguém que nunca embarcou, é como descrever um animal que nunca vimos, é difícil de imaginar, mas real.

Para as companhias de cruzeiro, o segredo é ter o roteiro certo para o perfil de cada turista, inclusive para aqueles que nunca navegaram. Para o turista vale a pena tentar, pois a surpresa vai ser grande e agradável.

A propósito, você descobriu que o animal acima é um elefante, não descobriu?

ALGUMAS DICAS IMPORTANTES

Documentação

Os documentos e vistos devem sempre ser originais e válidos. Muita atenção para crianças e jovens considerados menores: eles devem portar autorização dos pais para viajar desacompanhados.

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Capítulo 10 - Operações, Reservas e Estratégia de Preços

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Capítulo 10

OPERAÇÕES, RESERVAS E

ESTRATÉGIA DE PREÇOS

RESERVAS

A opção pela compra com antecedência depende de cada um. No mercado brasileiro, nota-se que os descontos oferecidos para compra antecipada ainda não são suficientes para motivá-la por parte da maioria dos potenciais interessados. Possivelmente isso se deva à noção generalizada de que os consumidores típicos de cruzeiros marítimos provêm de uma parcela da população economicamente ativa e disposta a pagar mais para viajar na época e nas condições desejadas, porém este cenário está mudando com as promoções de early booking (reservas antecipadas).

Os cruzeiros de verão para a América do Sul, bem como os comprados por brasileiros para o Caribe, revelam um comportamento de compra tardio, com mais de 40% das vendas sendo efetuadas com apenas quinze dias de antecedência da data do cruzeiro.

Entendemos que o potencial comprador analisa alguns fatores até chegar à decisão de compra. O primordial é a disponibilidade de tempo para viabilizar a viagem, com uma alta pressão para compra em datas especiais definidas, como Réveillon e Carnaval. Outro fator é a facilitação da compra por parcelamento dos pagamentos. Também importante

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Capítulo 4 - Portos e Destinos Comentados

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Capítulo 4

PORTOS E DESTINOS COMENTADOS

Apresentamos, neste capítulo, comentários sobre alguns dos principais destinos mundiais visitados por navios de cruzeiro. Para uma análise mais profunda, recomenda-se um guia específico do destino escolhido (consulte também a Bibliografia deste livro).

CARIBE E BAHAMAS

São consagrados como os mais procurados entre os destinos turísticos, que respiram o fluxo internacional gerador de divisas e empregos, permitindo, assim, infra-estrutura adequada ao exigente público que desembarca de um navio de cruzeiro.

A transparência impressionante das águas envolve turistas maravilhados que ficam indecisos entre olhar os peixes com múltiplas tonalidades que nadam a sua volta ou as casas de cores vibrantes da arquitetura típica... Nesse cenário, o sonho do paraíso é antecipado àqueles que visitam o Caribe. A arquitetura e a paisagem formam um quadro perfeito, a natureza e o mar apresentam para o turista um verdadeiro cartão-postal, para registrar na lembrança uma experiência fascinante.

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Capítulo 1 - Breve Histórico dos Cruzeiros Marítimos

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Capítulo 1

DOS

BREVE HISTÓRICO

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Uma pequena visita às origens dessa fenomenal indústria do turismo talvez elucide muito de seu histórico e esboce um pouco daquilo que está por vir.

De modo geral, existe um grande desconhecimento do tema por parte do trade turístico e do corpo acadêmico de turismo e hotelaria. Na retrospectiva histórica, a primeira imagem é a dos antigos transatlânticos de luxo, que basicamente executavam o transporte de imigrantes em navios cargueiros adaptados ou ainda na forma mista de carga e transporte.

Diferenças de classe segregavam, de maneira gritante, os indivíduos de menor poder aquisitivo dos abastados passageiros da primeira classe, que viajavam com séquito próprio de serviçais e com bagagem imensa e desproporcional.

Essa imagem clássica foi alterada pelo surgimento do avião a jato, que passou a transportar de forma mais rápida e relativamente segura.

De modo similar ao descrito por Levitt (1960) em seu célebre texto

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Manual do Instrutor

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Manual do Instrutor

Este é um roteiro para um instrutor ou professor que pretende adotar este livro em sala de aula, apresentando, de forma resumida e em tópicos, os itens principais sobre o tema.

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Roteiro

• O que é um cruzeiro marítimo;

• Cruzeiros – passado, presente e futuro;

• Quem é o pax de cruzeiros marítimos no mundo;

• Vantagens de se vender cruzeiros marítimos;

• Regiões de cruzeiros no mundo;

• Objeções a alguns mitos sobre cruzeiros;

• Como escolher o cruzeiro ideal;

• Procedimento para a venda;

• Marketing voltado para destinos;

• Tipos de porto e de estação marítima;

• Tendências.

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Cruzeiros Marítimos

O que é um Cruzeiro Marítimo

Pela variedade de opções de lazer, conforto e acomodações que oferece, um navio de cruzeiro pode ser definido como um “Resort Flutuante”.

Além de transportar e alimentar o passageiro, um navio desse tipo proporciona inúmeras alternativas de lazer, garantindo tranqüilidade, conforto e segurança e colocando à disposição do passageiro todos os elementos necessários para seu lazer (shows, festas, discoteca, bares, cassino, restaurantes, cinema).

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Capítulo 7 - A Estrutura de um Navio de Cruzeiro

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Capítulo 7

A ESTRUTURA DE UM

NAVIO DE CRUZEIRO

O COMANDO DOS SERVIÇOS

A megaestrutura de serviços de um navio de cruzeiro, que anteriormente podia ser denominada “Hotel Resort Flutuante”, hoje já pode, em alguns casos, ser considerada um “Destino Turístico”, com características e atrativos próprios.

A complexidade da rede de serviços dá abertura a uma ampla gama de estudo. A maioria dos dirigentes dessa estrutura é oriunda dos quadros da tripulação de navios de cruzeiro de todo o mundo, já que diversas particularidades dificultam a ocupação de tal posição por um executivo de outros meios turísticos, mesmo que sejam experientes em atividades de hotelaria e serviços em terra. A complexidade e as inúmeras variáveis do segmento demandam conhecimento específico de cada função a ser executada.

Deve-se considerar que é bastante intenso o trabalho de supervisão e manutenção de uma estrutura de serviços que opera 24 horas por dia, durante todos os dias do ano, e que somente a cada dois anos pode fazer escala para manutenção em doca seca ou em estaleiro (drydock ou wetdock). E mesmo nessas escalas, que duram em média quinze dias, as atividades de bordo são supervisionadas e o trabalho de manutenção

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Capítulo 3 - Preparando o Cruzeiro

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Capítulo 3

PREPARANDO

O CRUZEIRO

PARA ONDE IR NESTE CRUZEIRO?

Os cruzeiros marítimos exigem algumas condições básicas e não somente água. Em conseqüência, suas regiões de atuação são determinadas por aspectos como condições de navegabilidade, clima, proximidade do mercado consumidor, atrativos naturais e turísticos em geral. Entre os incontáveis destinos possíveis, destacam-se Bermudas, Bahamas,

Riviera Mexicana, Havaí, Caribe Leste, Caribe Oeste, Caribe Sul, Mediterrâneo, Ilhas Gregas, Norte Europeu, África, Austrália, Nova Zelândia,

América do Sul, Ásia, Polinésia, Canal do Panamá e Alasca, sem falar da atraente possibilidade de volta ao mundo e de outros destinos nos quais o clima e as condições de navegação permitem essa operação, ainda que de forma sazonal.

Consulte o Capítulo 4 para comparar os resumos descritivos de alguns dos principais destinos do mundo.

PUBLICAÇÕES SOBRE CRUZEIROS MARÍTIMOS

Existem à disposição alguns guias que desfiam verdadeiros relatórios sobre cada navio e cada companhia de cruzeiros marítimos. Seria, portanto, desnecessário e talvez pouco objetivo oferecer uma análise, ainda que superficial, fadada à desatualização (salvo no caso de edições anuais), tamanho é o avanço e crescimento do segmento.

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Glossário Básico

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Glossário

Básico

PORTUGUÊS/INGLÊS

PORTUGUÊS INGLÊS

à beira-mar . . . . . . . . . . . . . . a bordo . . . . . . . . . . . . . . . . . a bordo do navio . . . . . . . . . . academia de ginástica . . . . . . acima do nível do mar . . . . . . acomodações . . . . . . . . . . . . acomodações aconchegantes . acomodações com vista . . . . para o mar acomodações da cabine. . . . . acomodações da suíte . . . . . . aeróbica . . . . . . . . . . . . . . . . alfândega . . . . . . . . . . . . . . . almoço com bufê. . . . . . . . . . aluguel de smoking . . . . . . . . ancorado. . . . . . . . . . . . . . . . andar “A” . . . . . . . . . . . . . . . anfitrião/anfitriã . . . . . . . . . . . anúncios para todo o navio . .

área de jantar . . . . . . . . . . . .

área para toucador. . . . . . . . . armário . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Capítulo 9 - O Mercado dos Cruzeiros Marítimos

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Capítulo 9

O MERCADO DOS

CRUZEIROS MARÍTIMOS

PANORAMA GERAL E BRASILEIRO

O histórico da indústria apresenta uma evolução espantosa, especialmente quando analisados os dados do mercado norte-americano e realizada a estimativa do reflexo desse crescimento em termos mundiais.

O segmento de cruzeiros marítimos no Brasil teve início com os navios do Lloyd Brasileiro, com os fretamentos organizados pela Agaxtur, nas mãos visionárias e criativas de Aldo Leone, que, por suas raízes italianas, aproximou-se da Linea “C”, ou Costa Crociere. Os fretamentos que marcaram o início dos cruzeiros marítimos brasileiros deram seqüência às esporádicas visitas dos grandes transatlânticos, como o SS

France e o Queen Elizabeth 2.

Atualmente a temporada na América do Sul apresenta um crescente número anual de novos navios, que tem gerado um aumento proporcional no número de cruzeiristas brasileiros e estrangeiros que navegam nesse destino, que, do ponto de vista internacional, é classificado como exótico.

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Capítulo 8 - Mitos e Preconceitos

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Capítulo 8

MITOS E PRECONCEITOS

A experiência de um cruzeiro marítimo é vivencial, plena de elementos subjetivos e intangíveis, que dificilmente podem ser explicados ou traduzidos. Essa natureza específica dos cruzeiros gera condições para o surgimento de mitos e falsas crenças que dificultam a expansão de seu mercado consumidor.

Educar tanto os consumidores quanto os agentes de viagem, intermediários no processo, é tarefa de suma importância e que requer habilidade para lidar com as objeções de alguns clientes em potencial, reticentes em optar por uma modalidade de férias que lhes é desconhecida.

Este capítulo faz o levantamento dos mitos mais comuns e sugere formas adequadas de se lidar com as objeções negativas. Infelizmente as falsas imagens dos cruzeiros marítimos têm sido imagens reforçadas ao longo dos anos, em parte pelo limitado número de novos cruzeiristas, que, apesar de crescente em números relativos ao total anual, ainda é pequeno em números absolutos. Essa situação, porém, está em vias de alteração, pelo crescimento da oferta mundial de leitos em navios de cruzeiro, o que possibilitará a um maior número de pessoas a revisão da atual imagem distorcida.

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Capítulo 5 - Tipos de Navio e de Turista

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Capítulo 5

TIPOS

DE

NAVIO

E DE

TURISTA

EMBARQUES EM PORTOS DISTANTES

Para o embarque em um ponto distante da residência do turista, operadores turísticos ou as próprias companhias de cruzeiro oferecem pacotes aeromarítimos (air/sea). As companhias de cruzeiro possuem um valor de tarifa aérea sempre menor e horários e transfers ideais em relação aos horários de saída e chegada do navio.

A MELHOR ÉPOCA PARA VIAJAR

As épocas de maior procura são próximas a feriados e férias escolares, em geral correspondentes a preços mais altos.

Contudo, a sazonalidade dos cruzeiros em relação aos preços não apresenta uma curva regular, pois depende de diversos fatores.

Um deles é a estação do ano. Quanto ao clima, sem dúvida o verão é a melhor época, pois o mar fica mais calmo e há sol na maioria dos dias. Sempre é importante lembrar que, durante o verão, as escalas dos navios vão apresentar destinos turísticos lotados e preços mais elevados.

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11. O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Stephen Ball

Escola de Administração de Lazer e

Alimentos, Universidade de

Sheffield Hallam

Keith Johnson

Departamento de Administração de Hospitalidade e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Assuntos-chave:

• A definição de humor

• O humor, a hospitalidade e a assistência

• O humor intencional

• O humor não intencional

Em busca da hospitalidade

”O que é hospitalidade?”. Esta foi uma pergunta estudada e veementemente debatida por professores universitários seniores do

Reino Unido nos foros de estudo da hospitalidade durante os últimos anos do segundo milênio (Lashley, 1999). As definições prévias relativas à hospitalidade excluíam qualquer referência direta ao humor. Na melhor das hipóteses, a conexão entre humor e hospitalidade só podia ser deduzida por associações indiretas, envolvendo determinados aspectos, como hospitalidade e amizade, e de acordo com o papel que o humor desempenha em aumentar o bem-estar recíproco das partes envolvidas na provisão de comida e/ou bebida e/ou acomodação. A ignorância em relação ao humor é um tanto surpreendente, já que o humor pode, em certas circunstâncias, ser considerado um elemento importante da hospitalidade e estar abundantemente presente na indústria da hospitalidade e em outros contextos nos quais ela é proporcionada.

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4. O negócio da hospitalidade: uma história social

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CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

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