183 capítulos
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

SUMÁRIO

PDF Criptografado

P3_001_038_CAP1_TURISMO.indd 6

04/04/2019 19:26

SUMÁRIO

CAPÍTULO 1  �TURISMO E SUAS DIMENSÕES.......................................... 13

1.1

COMPREENDENDO O TURISMO.................................................. 16

1.1.1

1.1.2

1.2

Conceito técnico............................................................................................ 17

Turista versus excursionista..................................................................... 18

ORGANIZAÇÃO DO TURISMO.......................................................... 19

1.2.1

Demanda turística......................................................................................... 20

1.2.2 Oferta turística................................................................................................ 21

1.2.3 Formas de turismo........................................................................................ 22

1.2.4 A viagem segundo sua abrangência..................................................... 24

Ver todos os capítulos

Sumário

PDF Criptografado

sumário

Apresentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII

Lista de abreviaturas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XV

Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. XVII

PARTE 1- FUNDAMENTOS BÁSICOS SOBRE EVENTOS. . . . . . . . . . . 1

Capítulo 1: Origem, evolução, conceitos e tipologia de eventos . . . . . 3

Conceitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

Tipologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

Capítulo 2: Noções de planejamento de eventos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

Concepção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

Ver todos os capítulos

SOBRE OS AUTORES

PDF Criptografado

Há as viagens que se sonham e as viagens que se fazem – o que é muito diferente. O sonho do viajante está longe, no fim da viagem, onde habitam as coisas imaginadas.

Cecília Meireles*

* MEIRELES, C. Crônicas de viagem. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998. p. 243.

P3_001_038_CAP1_TURISMO.indd 10

04/04/2019 19:27

SOBRE OS AUTORES

Esmeralda Macedo Serpa

Graduada em Turismo pelo Centro Universitário Ibero-Americano (1978) e mestre em Educação pela Universidade de Sorocaba (2007). Atualmente, é professora titular e responsável por projetos no Centro Estadual de Educação Tecnológica

Paula Souza (Ceeteps). Também é professora do Curso Superior de Tecnologia em

Gestão de Turismo, nas Fatec São Paulo e São Roque; atuou como orientadora de estágio e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) de 2015 a 2017 nos cursos presenciais e à distância; atua como orientadora do curso de Gestão Empresarial na modalidade à distância desde 2017. Possui experiência em Turismo, Hospitalidade e Eventos e atua principalmente nas seguintes áreas: desenvolvimento sustentável, patrimônio cultural, meios de hospedagem, eventos, agenciamento de viagens e consultoria para projetos de cursos na área de turismo e hospitalidade. Autora dos livros Guia de Turismo: Viagens

Ver todos os capítulos

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PDF Criptografado

!

Para saber mais

Muitas redes hoteleiras e grandes operadoras turísticas têm investido ou adquirido empresas e startups ligadas a comunidades de hospedagem. É o caso da Expedia, que adquiriu o .

Acesso em: 01 fev. 2019.

Considerações finais

O desenvolvimento da atividade turística requer conhecimento regional, criatividade e inovação. Ao analisar o plano de metas (20182022) para o Brasil, observa-se quatro grandes diretrizes que estruturam o plano: fortalecimento da regionalização, melhoria da qualidade e competitividade, promoção da sustentabilidade e incentivo à inovação.

Inovar no turismo se faz necessário para manter, melhorar e oferecer produtos de qualidade e diferenciados. O Brasil é um país com grandes limites e com uma diversidade enorme entre as suas regiões. É preciso que exista integração entre as regiões, maior formação de rede

(cooperação entre os envolvidos diretos e indiretos) e ampla sensibilização das comunidades engajadas no desenvolvimento do turismo.

Ver todos os capítulos

PREFÁCIO

PDF Criptografado

CAPÍTULO 3  �ROTAS, ROTEIROS E ROTEIRIZAÇÃO

TURÍSTICA..................................................................................................... 63

3.1

3.2

ROTAS E ROTEIROS TURÍSTICOS.............................................. 66

ROTEIRIZAÇÃO TURÍSTICA............................................................. 71

3.2.1 Processo de roteirização turística......................................................... 71

3.2.2 Classificação dos roteiros turísticos.................................................... 74

3.2.3 Tipologia dos roteiros turísticos............................................................. 75

3.2.4 Metodologia para o processo de roteirização turística................. 77

3.2.5 Hierarquização dos atrativos turísticos............................................... 78

3.3

PROGRAMA DE REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO............. 84

3.4

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES TURÍSTICAS.......................... 88

Ver todos os capítulos

Parte 3 – Aspectos complementares para a formação profissional

PDF Criptografado

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

ASPECTOS COMPLEMENTARES PARA A

3

PARTE

8

CERIMONIAL, PROTOCOLO E ETIQUETA

ANTECEDENTES HISTÓRICOS

T

odas as fórmulas, tipos de comportamentos e preceitos necessários ao bom desempenho social seguiram linhas de evolução características de cada cultura.

Os costumes de ordem social, religiosa e política das várias culturas humanas ditaram comportamentos protocolares que vieram a formar a cultura do cerimonial.

Na China, várias correntes contribuíram para a cristalização das normas de costumes. Para o observador ocidental, a principal contribuição foi de origem confuciana, no que diz respeito ao aspecto formal.

O riquíssimo simbolismo clássico da poesia chinesa e dos filósofos motivou, porém, fórmulas de grande sensibilidade, com alusões a evocações que determinaram, por exemplo, o lugar, a hora e a oportunidade para se abordar cada assunto.

Já os egípcios acreditavam na continuação da vida após a morte, o que mostra que os seus rituais funerários eram compostos de uma série de normas e costumes que possibilitassem a continuação da vida extraterrena e a sobrevivência do nome da pessoa, como: a conservação do corpo por meio do processo de mumificação, o aprovisionamento regular de alimentos e da possibilidade de superar os perigos e provas que poderiam dificultar e impedir o avanço deste para

Ver todos os capítulos

Parte 2 – O profissional de recepção em eventos

PDF Criptografado

O PROFISSIONAL DE RECEPÇÃO EM EVENTOS

2

PARTE

5

OS PRIMEIROS PASSOS NA PROFISSÃO DE

RECEPÇÃO DE EVENTOS

C

omo em toda profissão, o profissional de recepção em eventos deve inicialmente buscar formação e preparar-se tecnicamente para o cargo de recepcionista. Em geral, o CBO aconselha:

[...] o ensino médio completo, exceto para o recepcionista de hotel, que tem como pré-requisito o ensino superior incompleto. É desejável curso básico de qualificação de até duzentas horas-aula e de um a dois anos de experiência profissional para o recepcionista, em geral.

Para as demais ocupações elencadas nesta família ocupacional, demandam formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da

Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, exceto os casos previstos no art.

10 do decreto 5.598/2005.

O profissional de recepção em eventos, para apresentar-se ao mercado de trabalho, deve primeiro preparar-se tecnicamente por meio de cursos de qualificação, experiências em trabalhos voluntários, leituras sobre o tema, participar de eventos e observar outros profissionais atuando.

Ver todos os capítulos

Parte 1 – Fundamentos básicos sobre eventos

PDF Criptografado

fundamentos básicos sobre eventos

1

PARTE

1

ORIGEM, EVOLUÇÃO, CONCEITOS

E TIPOLOGIA DE EVENTOS

E

ventos são acontecimentos que possuem horário, local e dia onde as pessoas se reúnem pelos mais diversos motivos. Esses tipos de acontecimentos existem desde os mais remotos tempos e expressam comportamentos e normas ao bom desempenho social, podendo apresentar características sociais, religiosas e políticas das várias culturas humanas.

No Egito Antigo, segundo registros históricos, aconteciam cerimônias oficiais e religiosas para o faraó e sua corte, como também rituais funerários.

Na China, várias correntes contribuíram para a origem dos eventos, sendo a principal delas a relacionada ao rico simbolismo clássico da poesia e dos filósofos chineses. Cabe ressaltar que a principal contribuição veio do filósofo

Confúcio, que com grande sensibilidade pregava que para se abordar cada assunto deve-se existir o lugar, a hora e a oportunidade.

Ver todos os capítulos

Manual do Instrutor

PDF Criptografado

Manual do Instrutor

Este é um roteiro para um instrutor ou professor que pretende adotar este livro em sala de aula, apresentando, de forma resumida e em tópicos, os itens principais sobre o tema.

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Roteiro

• O que é um cruzeiro marítimo;

• Cruzeiros – passado, presente e futuro;

• Quem é o pax de cruzeiros marítimos no mundo;

• Vantagens de se vender cruzeiros marítimos;

• Regiões de cruzeiros no mundo;

• Objeções a alguns mitos sobre cruzeiros;

• Como escolher o cruzeiro ideal;

• Procedimento para a venda;

• Marketing voltado para destinos;

• Tipos de porto e de estação marítima;

• Tendências.

123

124

Cruzeiros Marítimos

O que é um Cruzeiro Marítimo

Pela variedade de opções de lazer, conforto e acomodações que oferece, um navio de cruzeiro pode ser definido como um “Resort Flutuante”.

Além de transportar e alimentar o passageiro, um navio desse tipo proporciona inúmeras alternativas de lazer, garantindo tranqüilidade, conforto e segurança e colocando à disposição do passageiro todos os elementos necessários para seu lazer (shows, festas, discoteca, bares, cassino, restaurantes, cinema).

Ver todos os capítulos

Lista de abreviaturas

PDF Criptografado

lista de abreviaturas

A&B

– Alimentos e Bebidas

ABM

– Associação Brasileira de Medicina

APM

– Associação Paulista de Medicina

BIE

– Bureau International des Expositions

Cadastur – Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos

CBO

– Código Brasileiro de Ocupações

CCCAD – Comitê Consultivo do Cadastur

Cipa

– Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

CLT

– Consolidação das Leis do Trabalho

Contru

– Departamento de Controle de Uso de Imóveis

Corde

– �Coordenadoria Nacional para Integração da

Pessoa Portadora de Deficiência

ECA

– Estatuto da Criança e do Adolescente

Ecad

– Escritório Central de Arrecadação e Distribuição

Embratur – �Empresa Brasileira de Turismo, atual Instituto

Brasileiro de Turismo

Fiesp

– Federação das Indústrias do Estado de São Paulo

Fifa

– Fédération Internacionale de Football Association

Ver todos os capítulos

Introdução

PDF Criptografado

INTRODUÇão

O

ato de recepcionar faz parte do dia a dia de qualquer pessoa que vive em sociedade. Envolve desde situações profissionais, como receber e atender clientes, fornecedores, concorrentes em um escritório, até receber e entreter convidados em uma festa familiar. Mas, para que essa atividade seja revestida de cunho profissional, são necessárias algumas regras de tratamento e postura.

O serviço de recepção em eventos, como em qualquer outra atividade, é o

“cartão de visita”, isto é, o primeiro contato do participante, das autoridades, dos convidados, dos prestadores de serviços e demais envolvidos com o evento. Esse acolhimento representa a conduta dos esforços anteriores despendidos pelo promotor e organizador de eventos para oferecer bom atendimento e serviços a todo segmento de público participante do evento. Portanto, é no comportamento e no desempenho dos profissionais de recepção que todo o planejamento de um evento poderá ter maior ou menor êxito durante a sua realização.

Ver todos os capítulos

Glossário Básico

PDF Criptografado

Glossário

Básico

PORTUGUÊS/INGLÊS

PORTUGUÊS INGLÊS

à beira-mar . . . . . . . . . . . . . . a bordo . . . . . . . . . . . . . . . . . a bordo do navio . . . . . . . . . . academia de ginástica . . . . . . acima do nível do mar . . . . . . acomodações . . . . . . . . . . . . acomodações aconchegantes . acomodações com vista . . . . para o mar acomodações da cabine. . . . . acomodações da suíte . . . . . . aeróbica . . . . . . . . . . . . . . . . alfândega . . . . . . . . . . . . . . . almoço com bufê. . . . . . . . . . aluguel de smoking . . . . . . . . ancorado. . . . . . . . . . . . . . . . andar “A” . . . . . . . . . . . . . . . anfitrião/anfitriã . . . . . . . . . . . anúncios para todo o navio . .

área de jantar . . . . . . . . . . . .

área para toucador. . . . . . . . . armário . . . . . . . . . . . . . . . . .

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Ver todos os capítulos

DEDICATÓRIA

PDF Criptografado

DEDICATÓRIA

Dedicamos este livro à equipe do Grupo de Formulação e

Análises Curriculares (GFAC), do Centro Paula Souza, pertencente ao eixo de Turismo, Hospitalidade e Lazer, liderada pela

Profª Fernanda Mello Demai, sob a coordenação geral do Prof.

Almério Melquíades de Araújo e dirigida pela superintendente

Profª Laura Laganá.

Agradecemos pela confiança no trabalho e por nos fornecerem condições para a realização do sonho de colaborar com a construção do conhecimento e do entendimento de uma área ainda pouco reconhecida.  

Os autores

3

P3_001_038_CAP1_TURISMO.indd 3

04/04/2019 19:26

Ver todos os capítulos

Considerações finais

PDF Criptografado

CONSIDERAÇÕES FINAIS

P

ara os profissionais de recepção em eventos já atuantes, e para aqueles que queiram iniciar na profissão, o conteúdo desse livro traz informações que acredito somar à formação que já possuem, e consequentemente contribuirá no desempenho das suas funções.

De acordo com Houaiss (2001), recepção é o “ato ou efeito de receber; modo de receber; acolhimento; ação ou efeito de receber alguém pela primeira vez, de acordo com certo cerimonial, especialmente em agremiações literárias e científicas”.

O ato de recepcionar faz parte do dia a dia de qualquer pessoa que vive em sociedade. Mas, para que essa atividade seja revestida de cunho profissional e desempenhada com qualidade, o profissional de recepção em geral, e principalmente o profissional de recepção em eventos, deve possuir qualificação técnica e também possuir conhecimentos complementares.

Portanto, sugere-se que o profissional de recepção em eventos busque informações sobre temas que possam interferir direta ou indiretamente nos tipos de eventos e nas funções que desempenha, pois isso só acrescentará e o qualificará na sua profissão.

Ver todos os capítulos

Capítulo 9 - Políticas públicas para o ecoturismo no Brasil

PDF Criptografado

9 Políticas públicas para

o ecoturismo no Brasil

Angela Teberga de Paula

Andréa Rabinovici

Introdução

Entende-se por políticas públicas as ações do Estado, conduzidas pelo interesse da maioria dos cidadãos, para a elaboração e execução de programas e demais ações de esferas específicas da sociedade (Barretto et al., 2003). Logicamente, o detalhamento desse conceito conduz ao paradigma do bem-estar social, uma vez que ele contempla também direitos ao lazer e ao tempo livre, os quais estão presentes, antes de tudo, na

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, em seu art. 217: “O Poder Público incentivará o lazer, como forma de promoção social”, bem como na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, art. 24: “Todas as pessoas têm direito a descanso e lazer”.

168

Turismo e meio ambiente no Brasil

Todavia, o cenário subdesenvolvido no qual o país se encontra indica a imprescindível necessidade de políticas que, acima de tudo, sejam responsáveis pelo “elo articulador entre os agentes excluídos da concentração econômica, e [...] [por] construir, de forma compartilhada, o projeto democrático e cidadão desejado pela comunidade” (Gastal e Moesch, 2007, p. 41).

Ver todos os capítulos

Carregar mais