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11. O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

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CAPÍTULO

11

O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Stephen Ball

Escola de Administração de Lazer e

Alimentos, Universidade de

Sheffield Hallam

Keith Johnson

Departamento de Administração de Hospitalidade e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Assuntos-chave:

• A definição de humor

• O humor, a hospitalidade e a assistência

• O humor intencional

• O humor não intencional

Em busca da hospitalidade

”O que é hospitalidade?”. Esta foi uma pergunta estudada e veementemente debatida por professores universitários seniores do

Reino Unido nos foros de estudo da hospitalidade durante os últimos anos do segundo milênio (Lashley, 1999). As definições prévias relativas à hospitalidade excluíam qualquer referência direta ao humor. Na melhor das hipóteses, a conexão entre humor e hospitalidade só podia ser deduzida por associações indiretas, envolvendo determinados aspectos, como hospitalidade e amizade, e de acordo com o papel que o humor desempenha em aumentar o bem-estar recíproco das partes envolvidas na provisão de comida e/ou bebida e/ou acomodação. A ignorância em relação ao humor é um tanto surpreendente, já que o humor pode, em certas circunstâncias, ser considerado um elemento importante da hospitalidade e estar abundantemente presente na indústria da hospitalidade e em outros contextos nos quais ela é proporcionada.

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Introdução

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INTRODUÇão

O

ato de recepcionar faz parte do dia a dia de qualquer pessoa que vive em sociedade. Envolve desde situações profissionais, como receber e atender clientes, fornecedores, concorrentes em um escritório, até receber e entreter convidados em uma festa familiar. Mas, para que essa atividade seja revestida de cunho profissional, são necessárias algumas regras de tratamento e postura.

O serviço de recepção em eventos, como em qualquer outra atividade, é o

“cartão de visita”, isto é, o primeiro contato do participante, das autoridades, dos convidados, dos prestadores de serviços e demais envolvidos com o evento. Esse acolhimento representa a conduta dos esforços anteriores despendidos pelo promotor e organizador de eventos para oferecer bom atendimento e serviços a todo segmento de público participante do evento. Portanto, é no comportamento e no desempenho dos profissionais de recepção que todo o planejamento de um evento poderá ter maior ou menor êxito durante a sua realização.

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41. Adaptação de Hotel de Selva para o Ecoturismo na Amazônia

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Adaptação de Hotel de Selva para o Ecoturismo na

Amazônia

41

Carlos Ricardo Rossetto

Engenheiro Civil e Administrador, Univali

Tristão Sócrates Baptista Cavalcante

Administrador e Economista, Uninorte

INTRODUÇÃO

Próximo a 2013, ano em que expira o modelo de desenvolvimento da

Zona Franca de Manaus, o estado do Amazonas defronta-se com o término de mais um ciclo econômico e com a possibilidade de sua economia entrar novamente em um marasmo, prejudicando assim o progresso econômico e social dessa região (Rebelo, 1999; Ruschmann, 2000).

Surge, dessa forma, o turismo, precisamente o naturalista, em sua modalidade turismo ecológico ou ecoturismo, que se fundamenta na oferta da natureza pouco transformada pelo homem, nas suas relações e interrelações espaciais e nos vestígios culturais por meio das áreas de conservação. Caracteriza-se, ainda, por uma política de planejamento e de manejo dos recursos naturais, de educação ambiental, de conhecimento da natureza, da conscientização e da integração das comunidades marginais ao turismo e ao desenvolvimento sustentável, sendo uma opção de atividade econômica pautada nas potencialidades naturais da região, sem a vulnerabilidade política do modelo atual (Silva, 2000; Pires, 1999).

Em estudo sobre o comportamento do mercado, a Organização Mundial de Turismo (OMT, 1997) concluiu que o turismo, a partir da década

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38. Sustentabilidade e Competitividade: Águas de São Pedro

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Sustentabilidade e

Competitividade:

Águas de São Pedro

38

Marta Poggi e Borges

Economista, Unimep

INTRODUÇÃO

O rápido crescimento do turismo nas últimas décadas do século XX provocou uma reflexão para além de seus efeitos econômicos, ou seja, questionaram-se suas conseqüências na sociedade que, de alguma maneira, sente-se frustrada em razão do alarmante processo de ruptura com seu equilíbrio ambiental e sociocultural.

A preocupação com o meio ambiente impulsionou o surgimento do conceito de turismo sustentável, que se pauta pela utilização adequada dos recursos naturais, culturais e sociais do presente, de modo a garantir a sua utilização pelas gerações futuras.

A destinação turística é o local onde os elementos mais significativos do sistema turístico se encontram, fornecendo o ponto central para a atividade. O seu desenvolvimento não depende exclusivamente da vocação natural ou cultural da localidade, na medida em que o destino turístico pode ser construído pelo poder econômico e político.

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26. Atores e Práticas de Sustentabilidade Ambiental em Empreendimentos Hoteleiros

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Atores e Práticas de

Sustentabilidade

Ambiental em

Empreendimentos

Hoteleiros

26

Elenara Viera de Viera

Bacharel em Hotelaria, Univali

Valmir Emil Hoffmann

Economista, Univali

INTRODUÇÃO

As questões relativas ao cuidado e à preservação do meio ambiente são uma preocupação em muitas indústrias, inclusive naquelas voltadas

à hospitalidade (Kattara e Zeid, 2002), nas quais as visões para um futuro sustentável estão ligadas à idéia da prosperidade das organizações com a satisfação da população local e a redução dos impactos sobre o meio ambiente (Gladwin et al., 1995; Shrivastava, 1995a).

Mesmo assim, a maioria das pesquisas sobre impacto ambiental tem seu foco nas indústrias de manufatura, negligenciando as indústrias de serviços, pois “as empresas dessa área normalmente não têm uma chaminé para chamar a atenção” (Foster et al., 2000, p.187, grifo dos autores).

Nessa área, na qual o setor hoteleiro se enquadra, ressalta-se a necessidade de um estudo em virtude do crescimento desse setor no Brasil nos

últimos 10 anos, a uma média anual de 7%, mantendo uma média ocupacional, no período de 1998 a 2000, de 60,6% (Beni, 2003). Além disso, ressalta-se a importância da hotelaria, já que, segundo Dias (1990), de 60 a

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22. Turismo, Proteção Ambiental e Sustentabilidade

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Turismo,

Proteção Ambiental e Sustentabilidade

22

Gilda Collet Bruna

Arquiteta e Urbanista, Universidade Presbiteriana Mackenzie

INTRODUÇÃO

Quando o turismo passa de simples ócio a uma atividade de geração de trabalho e renda e pode, assim, gerar impacto positivo nas comunidades urbanas?

A resposta mais comum de se encontrar a esta pergunta é o fato de que, freqüentemente, o turismo surge como uma atividade complementar.

Mas como atividade complementar ou principal, o impacto ambiental está presente e merece um enfoque prioritário, para que seus efeitos negativos não acabem comprometendo o próprio potencial turístico do lugar.

Os casos de recursos naturais paisagísticos como praias, lagos e montanhas são, em geral, aqueles com poder inicial de atração, até mais sazonal; no entanto, com o tempo, acabam se tornando uma atividade turística regular, que se intensifica em determinados períodos, como no verão, quando as praias são a força turística local, e no inverno, quando, devido às geadas e à neve, em alguns países, as montanhas tornam-se a principal atração.

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30. Eventos como Estratégia para o Desenvolvimento de Organizações Turísticas

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Eventos como

Estratégia para o

Desenvolvimento de

Organizações Turísticas

30

Savanna da Rosa Ramos

Bacharel em Turismo, Cesumar

Anete Alberton

Administradora e Engenheira Civil, Univali

INTRODUÇÃO

O turismo de eventos vem sendo enfatizado no meio acadêmico por muitos autores (Buendía, 1991; Mules, 2001; entre outros), principalmente pelos benefícios econômicos que os eventos podem proporcionar às localidades. Por representar uma fonte de receitas e captação de divisas, apresenta-se como uma forma de minimizar os efeitos provocados pela sazonalidade turística de algumas localidades que adquiriram essa característica. Desse modo, muitos setores econômicos de diversas localidades vêm investindo no segmento de eventos como uma alternativa para a manutenção de seus empreendimentos.

Na medida em que o segmento de eventos favorece os negócios e beneficia diretamente uma diversidade de empresas e atividades, o planejamento e a organização integrados tornam-se imprescindíveis. O objetivo deste estudo é destacar as relações do sistema de mercado que regem esse segmento, principalmente nas organizações turísticas, visando, com isso, ao incremento financeiro destas. Para compor esta análise, foram apresentadas ações de marketing que são utilizadas com maior ênfase para a promoção, em que a prospecção e a captação de eventos se destacam no segmento. Este capítulo exibe abordagem teórica, contempla discussões referentes à gestão de eventos e a seus contextos econômico, financeiro e político, e apresenta também o sistema de mercado do segmento de eventos.

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7. A Classificação como Indutora do Processo de Qualificação da Oferta Hoteleira no Brasil

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A Classificação como

Indutora do Processo de

Qualificação da Oferta

Hoteleira no Brasil

7

Leandro Bertoli Neto

Arquiteto e Urbanista, Santa Catarina Turismo S.A.

INTRODUÇÃO

Utilizado não só como referencial informativo, mas também como indutor do processo de qualificação da oferta turística e da hospitalidade de uma destinação, o sistema oficial de classificação dos meios de hospedagem de turismo (MHT) foi motivado pela competição hoteleira, sendo adotado por grande parte dos países turisticamente desenvolvidos, sobretudo no continente europeu, há praticamente cinco décadas.

O objetivo principal da classificação hoteleira é oferecer aos clientes

(hóspedes ou não) um referencial que traduza fielmente os níveis de conforto, serviços e preços esperados, de acordo com as suas diferentes motivações e objetivos, e que possibilite a distinção e a comparação entre os diversos equipamentos de hospedagem disponíveis.

A adoção de um sistema de classificação eficaz, adequado ao contexto mercadológico e às particularidades regionais, favorece a qualificação e a promoção do produto turístico de uma destinação, uma vez que, além do caráter informativo dos padrões de qualidade e da hospitalidade (na verdadeira acepção do termo) que a estrutura receptiva disponibiliza ao público e que constitui, de fato, o principal objetivo do processo, a classificação dos MHT:

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34. Políticas Públicas para Desenvolvimento do Lazer: um Modelo Referencial

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Políticas Públicas para

Desenvolvimento do

Lazer: um Modelo

34

Referencial

Doris van de Meene Ruschmann

Bacharel em Turismo, Escola de Comunicações e Artes da USP e Univali

Caroline Valença Bordini

Bacharel em Turismo e Hotelaria, Ruschmann Consultores

Luciana Carla Sagi

Bacharel em Turismo, Ruschmann Consultores

Vinicius Lino Rodrigues de Jesus

Bacharel em Turismo e Hotelaria, Upis

INTRODUÇÃO

Segundo a ordem social da atualidade, o tempo destinado para as atividades discricionais, depois de cumpridas todas as obrigações laborais, sociais e familiares, constitui um direito adquirido dos trabalhadores, uma necessidade biológica cientificamente comprovada e uma parcela de tempo dos cidadãos, na qual o Estado deve atuar de forma a oferecer opções de lazer diversificadas e de qualidade, como instrumento de mobilização e participação cultural.

Sabe-se que a necessidade de lazer vem aumentando. Hoje as pessoas buscam a recuperação psicofísica em atividades de descanso, divertimento e entretenimento, devido à deterioração da qualidade de vida cotidiana, à massificação das atividades profissionais, às pressões excessivas sobre o

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14. Educação para o Turismo: Turistas e Comunidade

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Educação para o Turismo:

Turistas e Comunidade

14

Maria Cecília Focesi Pelicioni

Assistente Social e Educadora Ambiental, Faculdade de Saúde Pública da USP

Renata Ferraz de Toledo

Bióloga e Educadora Ambiental, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

O turismo constitui uma das maiores atividades econômicas mundiais e nos países em desenvolvimento tem apresentado superávit comercial. Essa atividade pode ser geradora de renda para os diferentes grupos envolvidos, não apenas para as empresas organizadoras mas também para as comunidades anfitriãs. Analistas do setor do turismo estimam um crescimento mundial da ordem de 4 a 5% ao ano, com um índice de 10% de ocupação da população economicamente ativa.

De acordo com o Decreto n. 448/1992, sobre a Política Nacional de Turismo, que regulamenta a Lei n. 8.181/1991, o turismo tem por finalidade

“seu equacionamento como fonte de renda nacional” (Brasil, 1992, art. 1º), e entre as diretrizes de planejamento está “reduzir as disparidades sociais e econômicas de ordem regional, através do crescimento da oferta de emprego e melhor distribuição de renda” (Brasil, 1992, art. 3º, Inc. II). No entanto, moradores das regiões turísticas não têm sido beneficiados nem com o crescimento da oferta de emprego nem com melhor distribuição de renda e, na maior parte das vezes, estão despreparados para exercer funções que exijam alguma especialização, forçando agências e hotéis a contratarem profissionais de outras regiões.

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4. Desenvolvimento Turístico e Sustentabilidade Ambiental

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Desenvolvimento

Turístico e

Sustentabilidade

Ambiental

4

Helena Ribeiro

Geógrafa, Faculdade de Saúde Pública da USP

Beatriz Veroneze Stigliano

Bacharel em Turismo, UFSCar

INTRODUÇÃO

Recentemente, o turismo vem recebendo espaço privilegiado na imprensa escrita, não nas páginas tradicionalmente dedicadas a amenidades, como Suplemento Turístico, Caderno de Viagens etc., mas dentro do Caderno de Economia de importantes periódicos do país. Também a comunidade acadêmica tem se debruçado sobre o tema que, até há pouco tempo, era visto por ela com um pouco de distanciamento. A criação do curso universitário de Turismo em universidades de renome é resultado do maior espaço que o turismo vem conquistando na academia, em análise crítica e aprofundada, sob olhar objetivo e por meio de métodos científicos.

Por trás dessa atenção da academia está o fato de que a atividade turística vem crescendo de modo bastante acelerado em todo o mundo, e no Brasil em particular.

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15. Dimensão financeira e análise de investimentos

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15

Dimensão financeira e análise de investimentos

J O S É B E N TO C A R LO S A M A R A L J Ú N I O R

Introdução

À atividade do turismo são atribuídos alguns sofismas que geram percepções gerais, ora como mito, ora como realidade, além de estar contaminada por inúme‑ ras promessas. Essa atividade tem registrado crescimento médio anual de 5% ao longo das últimas décadas, caracterizando‑se como um fenômeno de deslocamen‑ to de massa que envolve um contingente de mais de 800 milhões de turistas inter‑ nacionais, e as tendências apontam para um número de mais de 1,5 bilhão de pes‑ soas em 2020.

Todo esse movimento de pessoas tem despertado a atenção de diversos estu‑ diosos das mais variadas áreas do conhecimento, tais como economia, sociologia, antropologia, geografia, meio ambiente e outras. Uma das grandes preocupações desses estudiosos é com relação aos efeitos ou impactos que o turismo de massa pode provocar nas áreas receptoras.

No entanto, do ponto de vista dos governantes e dos investidores da iniciativa privada, esses números do turismo mundial também têm despertado grandes inte‑ resses e muito se tem dito sobre os benefícios gerados por essa atividade. Frases como “o turismo é o maior gerador de empregos”, “o turismo é o principal motor de desenvolvimento regional”, “o turismo gera divisas e riquezas para o país”, são comuns nos discursos sobre o turismo proferidos por vários de seus admiradores

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8. Instrumentalização de pesquisa em turismo

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8

Instrumentalização de pesquisa em turismo

CLÁUDIA RECH

Introdução

O turismo apresenta‑se como uma atividade economicamente viável para uma localidade, apontando significativo crescimento no setor terciário. Atualmente, es‑ sa área tem um papel impulsionador no desenvolvimento de um espaço geográfico, mobilizando pessoas em busca da apreciação de lugares que representem atrativos ao olhar do visitante. Por tudo isso, hoje, os estudos ligados ao fenômeno do turis‑ mo estão se ampliando, com enfoque de procedimentos conexos ao planejamento territorial e suas importantes aplicações práticas.

Os instrumentos de análise do planejamento turístico são compreendidos co‑ mo novos paradigmas para o desenvolvimento e para a diversificação econômica de uma destinação. Assim, por englobar aspectos sociais, culturais, econômicos e am‑ bientais, a atividade turística é analisada sob diversas óticas, abordando elementos que permitem entender o funcionamento sistêmico de sua estrutura e possibilitan‑ do a elaboração de reflexões acerca de suas tipologias e dos principais componen‑ tes que proporcionam o seu desenvolvimento.

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5. Gestão de potenciais clusters turísticos: uma proposta de metodologia de diagnóstico

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5

Gestão de potenciais clusters turísticos: uma proposta de metodologia de diagnóstico

MARIA CRISTINA ANGÉLICO MENDONÇA

Introdução

O setor de turismo tem sido considerado um dos mais significativos para a eco‑ nomia mundial. Segundo Sheyvens (2002), no período de 1050 a 1970, o turismo convencional ou de massa foi considerado, particularmente para o terceiro mundo, um meio de promoção de crescimento econômico e de alcance da modernização e uma forma de enfrentar os reflexos advindos do processo da globalização. Este au‑ tor afirma que o sistema turístico passou a ser visto como um meio de produção e consumo para se alcançar a modernização nos moldes da gestão moderna ou for‑ dista. No entanto, em decorrência da obtenção de resultados negativos, ocorreram mudanças econômicas estruturais, acompanhadas por transformações culturais, além de um crescente movimento ambientalista. Essas mudanças contri­buíram pa‑ ra explicar o surgimento de novas formas de gestão que resultassem em um turis‑ mo denominado responsável.

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11. A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

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11 A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

Ailton dos Santos Júnior

Introdução

O crescimento do turismo, em termos de fluxos de pessoas e capitais, está diretamente atrelado ao desenvolvimento capitalista e é por este impulsionado.

Dito de outra forma, a lógica do capitalismo como modo de produção provocou transformações profundas nas relações sociais particularmente no que se refe‑ re ao uso do tempo social, que passou a ser dividido em tem­po de trabalho e tempo de não trabalho, ou tempo livre. Uma parcela do tempo livre metamor‑ foseou‑se em tempo de lazer, promovendo, entre outras coisas, mudanças no cotidiano de um número crescente de pessoas, que passaram a ver na viagem uma maneira de escapar da rotina do trabalho repetitivo, de recuperar‑se física e mentalmente do desgaste causado pelo meio urbano, de desfrutar momen‑ tos de liberdade, de entrar em contato com a natureza, enfim, de viver novas experiências em outros territórios diferentes do seu.

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