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15. O ensino da hospitalidade

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Hospitalidade e administração da hospitalidade

CAPÍTULO

15

O ensino da hospitalidade

David Airey

Escola de Estudos de Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

John Tribe

Faculdade de Lazer e Turismo,

Universidade Chilterns de

Buckinghamshire

Assuntos-chave:

• As origens e as primeiras influências

• A oferta atual e o currículo

• O conhecimento relativo à hospitalidade

• As direções a seguir e os riscos

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• • •

Em busca da hospitalidade

Em grande medida, de acordo com Tribe (1997), ao escrever sobre o turismo, o desenvolvimento do ensino da hospitalidade foi impulsionado por um programa de “atuação profissional”. Nesse caso, o termo atuação é usado em contrapartida à reflexão. Desse modo, um currículo de atuação profissional está enfocado na capacitação dos estudantes para atuarem ou para, nas palavras de Tribe (1999, p. 119): ”Relacionarem-se com as situações, envolverem-se com o mundo do fazer, e entregaramse ao mundo vivido”. O predomínio de restaurantes-escola, cozinhasescola e centros de treinamento profissional como parte da experiência de aprendizado dos estudantes proporciona uma evidência tangível desse enfoque. Em virtude de sua história, origens e desenvolvimento, essa ênfase no aspecto operacional não surpreende.

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7. Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

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CAPÍTULO

7

Os significados da hospitalidade na mídia: os programas de culinária da TV apresentados por personalidades

Sandie Randall

Departamento de Estudos de Negócios e do Consumidor, Universidade

Rainha Margaret, Edimburgo

Assuntos-chave: ssuntos-ch

• A cultura localizada e mediada

• A interpretação do conteúdo textual da mídia – análise semiótica

• O gênero em programas de culinária da TV apresentados por personalidades

• O discurso televisivo

• Os significados a respeito de comida e hospitalidadeA

Em busca da hospitalidade

Reconheceu-se que a comida é de fundamental importância para um melhor entendimento da natureza da hospitalidade no mundo moderno. Como Telfer afirma, é através da oferta e da recepção da comida que um vínculo de confiança e interdependência e de amizade e generosidade é criado entre o anfitrião e a visita (1996).

Apesar da proliferação, na segunda metade do século XX, de conteúdo textual na mídia sobre comida, é surpreendente verificar que até agora deu-se pouca atenção às mensagens que se referem à comida e ao ato de comer apresentadas pelos meios de comunicação. O estudo nesse campo poderia melhorar nosso entendimento a respeito da função da hospitalidade no mundo contemporâneo. Strange (1998, p. 301) afirma, referindo-se a um exemplo importante desse tipo de conteúdo textual – o programa de culinária da TV:

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12. O consumo da hospitalidade: o que aprender do pós-modernismo?

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CAPÍTULO

12

O consumo da hospitalidade: o que aprender do pós-modernismo?

Alistair Williams

Divisão de Administração da Hospitalidade,

Universidade de Huddersfield

Assuntos-chave:

• A não-universalidade

• Por uma teoria da hospitalidade pós-moderna

• O pós-modernismol

• O consumo da hospitalidade na era pós-moderna

Em busca da hospitalidade

Até que ponto a compreensão do pós-modernismo pode ser usada para o estudo da teoria e da prática da hospitalidade contemporânea?

Neste capítulo, procurarei introduzir o debate pós-moderno e demonstrar como as questões suscitadas pelo conceito são essenciais para a compreensão da teoria e da pesquisa na indústria da hospitalidade, em particular as associadas ao marketing e ao comportamento do consumidor. Para alcançar esses objetivos, determinarei as características-chave do pós-modernismo, identificarei essa corrente no atual ambiente da hospitalidade e avaliarei suas conseqüências para a teoria e a prática da hospitalidade.

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4.3 TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA

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APROFUNDE SEUS CONHECIMENTOS

Turismo tumular é o segmento turístico que tem como objetivo a exploração artística, arquitetônica e cultural dentro de cemitérios. Atualmente, muitos cemitérios tornaram-se museus a céu aberto que possuem patrimônios materiais e imateriais (vejam o conceito no Capítulo 2).

Verifique se em sua cidade o(s) cemitério(s) agregam valores históricos por causa de sua localidade, se abrigam obras de artes de renomados artistas ou se existem restos mortais de personalidades importantes para a história.

Na cidade de São Paulo, o Cemitério da Consolação oferece um serviço de visita guiada para conhecer as riquezas, as curiosidades e as belezas de sua arte tumular. Conheça mais, acessando o link disponível em: . Acesso em: 29 jan. 2019.

4.3

TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA

Outra forma de desenvolvimento sustentável e participativo da atividade turística que vem crescendo no Brasil

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2.3 TURISMO E PATRIMÔNIO

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E, para melhor entendimento, podemos classificá-lo nas seguintes dimensões:

ÞÞ Patrimônio material: legado humano representado por meio de coleções arqueológicas, museológicas, arquitetônicas, documentais etc.

ÞÞ Patrimônio imaterial: são práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas.

ÞÞ Paisagem cultural: porção peculiar territorial com expressivas marcas da interação do homem com o meio natural.

�Figura 2.2 Dimensões do patrimônio.

Material

Paisagem cultural

Imaterial

PATRIMÔNIO

Privado

Cultural

Público

Natural

Fonte: elaborado pelos autores.

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Turismo Cultural e as Dimensões do Patrimônio

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2.3

A palavra inglesa gentleman significa cavalheiro. É um termo que designa o homem de boa educação, gentil, culto.

TURISMO E PATRIMÔNIO

Refletir a interface entre patrimônio e turismo é imprescindível, já que a atividade turística tem nos seus primórdios o grand tour, viagens feitas pelos filhos de famílias burguesas inglesas para completarem a educação, enriquecendo o espírito pelo saber, aprendendo novas línguas e costumes de outros povos, comprando obras de arte, visitando monumentos arquitetônicos da Antiguidade, polindo suas maneiras e se tornando gentlemen completos, ou seja, eram viagens de cunho cultural (COSTA, 2009, p. 26).

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2.2 PATRIMÔNIO

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Já Dias (2006, p. 39), de modo mais aprofundado, define o turismo cultural como:

[...] uma segmentação do mercado turístico que incorpora uma variedade de formas culturais, em que se incluem museus, galerias, eventos culturais, festivais, festas, arquitetura, sítios históricos, apresentações artísticas e outras, que identificadas com uma cultura em particular, fazem parte de um conjunto que identifica uma comunidade e que atraem os visitantes interessados em conhecer características singulares de outros povos.

Costa (2009, p. 190), por sua vez, afirma que o turismo cultural atualmente não implica apenas a oferta de espetáculos ou eventos, mas a vivência do patrimônio cultural representado por museus, sítios arqueológicos, monumentos históricos, apresentações folclóricas, gastronomia regional, festas religiosas e outros bens que disseminem o saber. Sua finalidade é que os visitantes e residentes interajam, e que as pessoas apreendam o significado de seu passado, por meio das visitas aos bens culturais.

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11. O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

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CAPÍTULO

11

O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Stephen Ball

Escola de Administração de Lazer e

Alimentos, Universidade de

Sheffield Hallam

Keith Johnson

Departamento de Administração de Hospitalidade e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Assuntos-chave:

• A definição de humor

• O humor, a hospitalidade e a assistência

• O humor intencional

• O humor não intencional

Em busca da hospitalidade

”O que é hospitalidade?”. Esta foi uma pergunta estudada e veementemente debatida por professores universitários seniores do

Reino Unido nos foros de estudo da hospitalidade durante os últimos anos do segundo milênio (Lashley, 1999). As definições prévias relativas à hospitalidade excluíam qualquer referência direta ao humor. Na melhor das hipóteses, a conexão entre humor e hospitalidade só podia ser deduzida por associações indiretas, envolvendo determinados aspectos, como hospitalidade e amizade, e de acordo com o papel que o humor desempenha em aumentar o bem-estar recíproco das partes envolvidas na provisão de comida e/ou bebida e/ou acomodação. A ignorância em relação ao humor é um tanto surpreendente, já que o humor pode, em certas circunstâncias, ser considerado um elemento importante da hospitalidade e estar abundantemente presente na indústria da hospitalidade e em outros contextos nos quais ela é proporcionada.

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3.3 PROGRAMA DE REGIONALIZAÇÃODO TURISMO

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3.3

PROGRAMA DE REGIONALIZAÇÃO

DO TURISMO

De acordo com o MTur (BRASIL, 2007, p. 8), regionalização não é apenas um agrupamento de municípios que possuem algumas características e similaridades em comum. O processo de regionalizar é a busca por um ambiente democrático, harmônico e participativo entre os principais atores envolvidos na atividade turística: poder público, iniciativa privada, terceiro setor e comunidade. O objetivo da regionalização do turismo é promover e articular um processo de integração e cooperação em uma ação conjunta que envolva todos os atores (diretos e indiretos) para o desenvolvimento da atividade turística em regiões turísticas. A Portaria nº 105, de 16 de maio de 2013, do Ministério do Turismo, institui o Programa de

Regionalização do Turismo:

Art. 1º Fica instituído o Programa de Regionalização do Turismo com o objetivo de promover a convergência e a articulação das ações do Ministério do Turismo e do conjunto das políticas públicas setoriais e locais, tendo como foco a gestão, estruturação e promoção do turismo no Brasil, de forma regionalizada e descentralizada, alinhado aos princípios da Política Nacional de Turismo, estabelecidos pela Lei 11.771, de 17 de setembro de 2008.

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Capítulo 9 - O Mercado dos Cruzeiros Marítimos

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Capítulo 9

O MERCADO DOS

CRUZEIROS MARÍTIMOS

PANORAMA GERAL E BRASILEIRO

O histórico da indústria apresenta uma evolução espantosa, especialmente quando analisados os dados do mercado norte-americano e realizada a estimativa do reflexo desse crescimento em termos mundiais.

O segmento de cruzeiros marítimos no Brasil teve início com os navios do Lloyd Brasileiro, com os fretamentos organizados pela Agaxtur, nas mãos visionárias e criativas de Aldo Leone, que, por suas raízes italianas, aproximou-se da Linea “C”, ou Costa Crociere. Os fretamentos que marcaram o início dos cruzeiros marítimos brasileiros deram seqüência às esporádicas visitas dos grandes transatlânticos, como o SS

France e o Queen Elizabeth 2.

Atualmente a temporada na América do Sul apresenta um crescente número anual de novos navios, que tem gerado um aumento proporcional no número de cruzeiristas brasileiros e estrangeiros que navegam nesse destino, que, do ponto de vista internacional, é classificado como exótico.

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Lista de abreviaturas

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lista de abreviaturas

A&B

– Alimentos e Bebidas

ABM

– Associação Brasileira de Medicina

APM

– Associação Paulista de Medicina

BIE

– Bureau International des Expositions

Cadastur – Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos

CBO

– Código Brasileiro de Ocupações

CCCAD – Comitê Consultivo do Cadastur

Cipa

– Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

CLT

– Consolidação das Leis do Trabalho

Contru

– Departamento de Controle de Uso de Imóveis

Corde

– �Coordenadoria Nacional para Integração da

Pessoa Portadora de Deficiência

ECA

– Estatuto da Criança e do Adolescente

Ecad

– Escritório Central de Arrecadação e Distribuição

Embratur – �Empresa Brasileira de Turismo, atual Instituto

Brasileiro de Turismo

Fiesp

– Federação das Indústrias do Estado de São Paulo

Fifa

– Fédération Internacionale de Football Association

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4. O negócio da hospitalidade: uma história social

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CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

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Glossário Básico

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Glossário

Básico

PORTUGUÊS/INGLÊS

PORTUGUÊS INGLÊS

à beira-mar . . . . . . . . . . . . . . a bordo . . . . . . . . . . . . . . . . . a bordo do navio . . . . . . . . . . academia de ginástica . . . . . . acima do nível do mar . . . . . . acomodações . . . . . . . . . . . . acomodações aconchegantes . acomodações com vista . . . . para o mar acomodações da cabine. . . . . acomodações da suíte . . . . . . aeróbica . . . . . . . . . . . . . . . . alfândega . . . . . . . . . . . . . . . almoço com bufê. . . . . . . . . . aluguel de smoking . . . . . . . . ancorado. . . . . . . . . . . . . . . . andar “A” . . . . . . . . . . . . . . . anfitrião/anfitriã . . . . . . . . . . . anúncios para todo o navio . .

área de jantar . . . . . . . . . . . .

área para toucador. . . . . . . . . armário . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Introdução

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INTRODUÇão

O

ato de recepcionar faz parte do dia a dia de qualquer pessoa que vive em sociedade. Envolve desde situações profissionais, como receber e atender clientes, fornecedores, concorrentes em um escritório, até receber e entreter convidados em uma festa familiar. Mas, para que essa atividade seja revestida de cunho profissional, são necessárias algumas regras de tratamento e postura.

O serviço de recepção em eventos, como em qualquer outra atividade, é o

“cartão de visita”, isto é, o primeiro contato do participante, das autoridades, dos convidados, dos prestadores de serviços e demais envolvidos com o evento. Esse acolhimento representa a conduta dos esforços anteriores despendidos pelo promotor e organizador de eventos para oferecer bom atendimento e serviços a todo segmento de público participante do evento. Portanto, é no comportamento e no desempenho dos profissionais de recepção que todo o planejamento de um evento poderá ter maior ou menor êxito durante a sua realização.

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6. Hospitalidade doméstica e comercial

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CAPÍTULO

6

Hospitalidade doméstica e comercial

Paul Lynch

Departamento de Estudos de Negócios e do Consumidor, Universidade

Rainha Margaret, Edimburgo

Doreen MacWhannell

Departamento de Administração e Ciências Sociais da Universidade

Rainha Margaret, Edimburgo

Assuntos-chave:

O conceito de “lar”

O significado do gênero

O espírito empreendedor feminino

A dinâmica entre hospedeiro e hóspede

Em busca da hospitalidade

O conceito de “lar”

Nós, que perdemos há muito tempo o mais sutil dos sentidos físicos, não temos sequer termos apropriados para expressar as intercomunicações animais com o ambiente, a moradia ou outros, e temos apenas a palavra “olfato”, por exemplo, para incluir toda a gama de sensações delicadas que murmuram no nariz do animal, dia e noite, intimando, advertindo, incitando, repelindo.

Lar! Era isso que eles significavam, esses apelos acariciantes, esses toques suaves levados suavemente pelo ar, essas pequenas mãos invisíveis puxando e arrastando... (Grahame, K., 1992, p. 45, The Wind in the

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Parte 2 – O profissional de recepção em eventos

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O PROFISSIONAL DE RECEPÇÃO EM EVENTOS

2

PARTE

5

OS PRIMEIROS PASSOS NA PROFISSÃO DE

RECEPÇÃO DE EVENTOS

C

omo em toda profissão, o profissional de recepção em eventos deve inicialmente buscar formação e preparar-se tecnicamente para o cargo de recepcionista. Em geral, o CBO aconselha:

[...] o ensino médio completo, exceto para o recepcionista de hotel, que tem como pré-requisito o ensino superior incompleto. É desejável curso básico de qualificação de até duzentas horas-aula e de um a dois anos de experiência profissional para o recepcionista, em geral.

Para as demais ocupações elencadas nesta família ocupacional, demandam formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos, nos termos do artigo 429 da

Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, exceto os casos previstos no art.

10 do decreto 5.598/2005.

O profissional de recepção em eventos, para apresentar-se ao mercado de trabalho, deve primeiro preparar-se tecnicamente por meio de cursos de qualificação, experiências em trabalhos voluntários, leituras sobre o tema, participar de eventos e observar outros profissionais atuando.

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