183 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788520429501

12. Implantação e estruturação de empreendimentos de turismo no espaço rural: roteiro para elaboração de projetos

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

12

Implantação

e estruturação

de empreendimentos de turismo no espaço rural: roteiro para elaboração de projetos

Fábio Morais Hosken

Este capítulo objetiva ser um instrumento de orientação para a elaboração de projetos de empreendimentos de turismo rural. Irá auxiliar os consultores e profissionais nessa tarefa complexa que é formatar um documento que relate, da forma mais fiel, técnica e clara possível, um empreendimento turístico rural e/ou ecológico.

Nas disciplinas de planejamento turístico dos cursos de Turismo, será uma ferramenta à disposição, que pretende ser objetiva e prática, como um guia de elaboração, contendo o passo a passo para fazer um projeto completo.

As chances de o negócio dar certo são bem maiores quando se parte de um bom projeto, que procure definir tudo o que deve ser adaptado, construído, treinado, preparado, bem como os recursos necessários desde o início. Os riscos serão identificados, os pontos fortes, maximizados e reforçados, e os pontos fracos, corrigidos, eliminados ou transformados.

Para executar um trabalho desses, o profissional deverá ter conhecimentos sobre turismo, agropecuária e meio ambiente. A percepção sistêmica da propriedade é fundamental, ou seja, é preciso vê-la como um

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427095

Capítulo 1 - O ambientalismo, o turismo e os dilemas do desenvolvimento sustentável

Zysman Neiman Editora Manole PDF Criptografado

1 O ambientalismo,

o turismo e os dilemas do desenvolvimento sustentável

Gabriella Poles

Andréa Rabinovici

Introdução

A preocupação com as questões ambientais surge por conta da crise ocasionada pela escassez dos recursos naturais, decorrente do uso descontrolado, incessante e irracional destes, que, por sua vez, é motivado pelo ritmo desenfreado e frenético do crescimento global. A biodiversidade torna-se alvo de interesses e intervenções, caracterizando-se como uma moeda de troca, porém sua importância e significados são ignorados, muitas vezes em prol de um suposto progresso e desenvolvimento tecnológico e científico das nações. Passa-se a falar de uma crise ambiental associada à chamada crise civilizatória, bem como de uma sociedade de risco. Isso nos impele a resgatar os primórdios do pensamento conservacionista brasileiro, uma vez que sua identidade e enraizamento constituem a manifestação de um novo movimen-

2

Turismo e meio ambiente no Brasil

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431993

16. Políticas públicas e planejamento estratégico em clusters de turismo: dimensão jurídica

Mario Carlos Beni Editora Manole PDF Criptografado

16

Políticas públicas e planejamento estratégico em clusters de turismo: dimensão jurídica

J OA N D R E A N TO N I O F E R R A Z

Introdução

É intensa a relação comercial entre os diversos fornecedores e consumidores de serviços turísticos, aqueles compostos, genericamente, por produtores e distri‑ buidores, estes segmentados em corporativos e pessoais. Essa relação, globalizada desde a origem, vem crescendo em complexidade, como todas as outras que envol‑ vem atividades e iniciativas econômicas, em razão da notável expansão do merca‑ do, interno e internacional, nos últimos vinte anos, e do comércio eletrônico, nos

últimos cinco.

Diante de tal expansão, fornecedores e consumidores não se conhecem mais pessoalmente, aspecto no mínimo estranho na prestação de serviços sujeitos a enorme multiplicidade de destinos, padrões de qualidade e preços. Daí a crescente importância de um marco regulatório adequado. Importa regular o equilíbrio entre uso e preservação dos atrativos naturais e culturais que compõem o patrimônio turístico, bem como entre fornecedores de grande (transportadoras aéreas, redes hoteleiras) e pequeno porte (agências de viagens, organizadores de eventos).

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427095

Capítulo 5 - Ecoturismo e conservação dos recursos naturais

Zysman Neiman Editora Manole PDF Criptografado

5 Ecoturismo e conservação dos recursos naturais

Zysman Neiman

Raquel Formaggio Patricio

Introdução

Evitar a extinção dos ecossistemas naturais é um dos maiores desafios da humanidade neste século. Além das razões morais, existem as de ordem estética, religiosa, cultural, científica e econômica (Wallace, 2002). As estratégias para a construção de sociedades sustentáveis precisam considerar a necessidade de uma aliança entre conservação ambiental e desenvolvimento humano

(Silva e Junqueira, 2007).

Diversas políticas públicas têm sido desenvolvidas com o objetivo de proteger os recursos naturais, mas até este início de milênio apenas 5% do planeta está legalmente protegido. Nesse contexto, as unidades de conservação (UCs) têm se destacado como uma das políticas públicas mais importantes e são, segun-

Ecoturismo e conservação dos recursos naturais

do a International Union for the Conservation of the Nature (IUCN), o método mais eficaz de proteção da biodiversidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536531427

AGRADECIMENTO

Esmeralda Macedo Serpa, Vinicius Moraes Raszl, Guilherme Antônio Bim Copiano, Gilliard Sousa Ribeiro, Douglas Alexandre Dias, Ana Carolina Barbosa Angeli Editora Saraiva PDF Criptografado

AGRADECIMENTO

A. dro Jorge e

P s to e meus n m terem ista aos u q n o c mesmo se e ta u s q e

, o to t

ç e ura lma

Agrad a Serpa B e minha a ri o to rp ic o

V c a u ari ra que me

Serpa e M forças pa m ra e g ia consciênc

. erpa, harmonia einaldo S

R

, o

ã m sigam em ir ao meu

ça inespecial ja presen u a c rm e fo la e re d t ainda ou em es

Gratidão valorizar transform ra a e p s o ir t n e a e fez refl que este sência, m u a m o c u lado. tercalada em ao me u g acedo Serpa e s

M e a u ld q a s r o e m is s

E ma

Agradeço à Esmeralda Ma cedo Serpa por sua generos idade em partilhar todo o seu conhec imento, por sua confiança em mim e confiança no meu trabalho

. Aos professores Douglas

Alexandre

Dias, Giliard Sousa Ribeiro e Vinicius Moraes Raszl pe la parceria neste projeto. A Guilherme

Antonio Bim Copiano, carin hosamente, por estarmos juntos em mais este desafio. À minh a família, em especial ao pequeno Be nto, que em todos os mome ntos está ao meu lado. A meu pai, Cle mentino Humberto Ricci An geli, meu maior mestre na vida e na profissão, que me ensinou quase tudo o que sei sobre Hotelaria e que sempre acreditou na educação, me incentivando na busca pelo conhecimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520429372

1. Educação para uma práxis solidária e um envelhecimento ativo

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

1 Educação para uma práxis solidária e um envelhecimento ativo

Kátia Simone Ploner

Introdução

A educação para pessoas de mais idade pode ter vários objetivos: ocupa‑

ção do tempo livre, suprimento de carências educacionais ou educação para transformação, tanto dos que desejam um envelhecimento saudável, quan‑ to da sociedade. Uma possibilidade real de transformação de idosos e so‑ ciedade se dá quando acontece a atuação voluntária, pois nessa interação há trocas de informações, valores, serviços, sentimentos, reconhecimentos que promovem uma nova perspectiva sobre o que é envelhecer.

A transformação nunca se realiza apenas em um sentido, de acordo com a Psicologia Social Crítica, pois o indivíduo é transformado pela so‑ ciedade e promove uma transformação por meio desse envolvimento. Para

Guareschi (2004), relação significa mutualidade, uma via de mão dupla.

Assim, os idosos e a sociedade estão sendo transformados pelo processo educacional.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

3. A filosofia da “hospitabilidade”

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

A filosofia da

“hospitabilidade”

Elizabeth Telfer

Departamento de Filosofia,

Universidade de Glasgow

Assuntos-chave:

• Como ser hospitaleiro

• O bom hospedeiro

• Tipos de hóspedes

• A “hospitabilidade” como uma virtude moral

Em busca da hospitalidade

A “hospitabilidade” é o nome que se dá à característica das pessoas hospitaleiras. Evidentemente, tem a ver com a hospitalidade; assim, vamos começar por ela. Em seu significado básico, pode-se definir o termo hospitalidade do seguinte modo: é a oferta de alimentos e bebidas e, ocasionalmente, acomodação para pessoas que não são membros regulares da casa. Geralmente, aqueles que concedem hospitalidade, os anfitriões, oferecem tais coisas em suas próprias casas, partilhando seu próprio sustento com seus hóspedes. Essa idéia pode se desdobrar em vários sentidos: por exemplo, uma empresa proporciona hospitalidade se fornece alimentos e bebidas aos visitantes. Mas, a idéia central do conceito envolve a partilha da própria casa e a provisão de terceiros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 10 - Operações, Reservas e Estratégia de Preços

Ricardo Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

OPERAÇÕES, RESERVAS E

ESTRATÉGIA DE PREÇOS

RESERVAS

A opção pela compra com antecedência depende de cada um. No mercado brasileiro, nota-se que os descontos oferecidos para compra antecipada ainda não são suficientes para motivá-la por parte da maioria dos potenciais interessados. Possivelmente isso se deva à noção generalizada de que os consumidores típicos de cruzeiros marítimos provêm de uma parcela da população economicamente ativa e disposta a pagar mais para viajar na época e nas condições desejadas, porém este cenário está mudando com as promoções de early booking (reservas antecipadas).

Os cruzeiros de verão para a América do Sul, bem como os comprados por brasileiros para o Caribe, revelam um comportamento de compra tardio, com mais de 40% das vendas sendo efetuadas com apenas quinze dias de antecedência da data do cruzeiro.

Entendemos que o potencial comprador analisa alguns fatores até chegar à decisão de compra. O primordial é a disponibilidade de tempo para viabilizar a viagem, com uma alta pressão para compra em datas especiais definidas, como Réveillon e Carnaval. Outro fator é a facilitação da compra por parcelamento dos pagamentos. Também importante

Ver todos os capítulos
Medium 9788520415061

10. Método científico-social do conhecimento da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

Método científicosocial do conhecimento da hospitalidade

David Botterill

Escola de Hospitalidade, Turismo e Lazer,

Universidade do Wales Institute, Cardiff

Assuntos-chave:

• A “realidade” da hospitalidade

• O positivismo e o estudo da hospitalidade

• A interpretação no estudo da hospitalidade

• A teoria crítica e a pesquisa da hospitalidade

Em busca da hospitalidade

O domínio da hospitalidade não escapou da influência da revolução científica que, durante os últimos trezentos anos, proporcionou à sociedade ocidental um “novo” sistema de conhecimento. Até a última metade do século XX, porém, o baixo status dado ao estudo da hospitalidade em comparação a outros domínios de estudo tendeu a restringir o desenvolvimento de um auto-entendimento científico dessa área. No entanto, este capítulo não empreenderá um tour de force a respeito de tudo aquilo que os estudos científicos da hospitalidade descobriram. Em vez disso, procurará encontrar atrás das asserções dos cientistas e, em particular dos cientistas sociais, as verdades a respeito da hospitalidade. Neste capítulo, portanto, será empreendido um esforço para auxiliar no auto-entendimento mediante o exame dos debates da filosofia da ciência. A questão fundamental que se formula em todos os domínios do estudo científico se denomina questão epistemológica, ou, mais simplesmente, em nosso caso, a seguinte pergunta: “Como se pode entender a hospitalidade?”

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431993

8. Instrumentalização de pesquisa em turismo

Mario Carlos Beni Editora Manole PDF Criptografado

8

Instrumentalização de pesquisa em turismo

CLÁUDIA RECH

Introdução

O turismo apresenta‑se como uma atividade economicamente viável para uma localidade, apontando significativo crescimento no setor terciário. Atualmente, es‑ sa área tem um papel impulsionador no desenvolvimento de um espaço geográfico, mobilizando pessoas em busca da apreciação de lugares que representem atrativos ao olhar do visitante. Por tudo isso, hoje, os estudos ligados ao fenômeno do turis‑ mo estão se ampliando, com enfoque de procedimentos conexos ao planejamento territorial e suas importantes aplicações práticas.

Os instrumentos de análise do planejamento turístico são compreendidos co‑ mo novos paradigmas para o desenvolvimento e para a diversificação econômica de uma destinação. Assim, por englobar aspectos sociais, culturais, econômicos e am‑ bientais, a atividade turística é analisada sob diversas óticas, abordando elementos que permitem entender o funcionamento sistêmico de sua estrutura e possibilitan‑ do a elaboração de reflexões acerca de suas tipologias e dos principais componen‑ tes que proporcionam o seu desenvolvimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520427095

Capítulo 4 - A educação ambiental pelo turismo

Zysman Neiman Editora Manole PDF Criptografado

4 A educação ambiental pelo turismo

Stefanie Geerdink

Zysman Neiman

Introdução

A conceituação de educação ambiental (EA) sofreu diversas transformações ao longo de sua história, acompanhando as mudanças ocorridas no mundo e uma melhor compreensão da relação entre sociedade e ambiente. A expressão surgiu na 1ª

Conferência Mundial Sobre o Meio Ambiente Humano e Desenvolvimento (1972), em Estocolmo, na Suécia, e tornou-se um marco da inclusão de questões ambientais no planejamento e nas inter-relações entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento e do questionamento acerca da visão de natureza como um meio e não como um fim em si. Ao longo do século XX, a civilização assistiu a episódios importantes que culminaram na proibição do armamento atômico e na condenação da discriminação racial (o colonialismo e o apartheid).

64

Turismo e meio ambiente no Brasil

Em 1977, a 1ª Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental, realizada em Tbilisi, na Geórgia, foi um marco histórico para a evolução da EA, pois na ocasião foram estabelecidos os seus princípios orientadores. Nessa reunião, enfatizou-se o caráter interdisciplinar da relação entre o ser humano e o meio ambiente, a pluralidade da sociedade e a inseparabilidade desses fatores, formulando um diálogo entre estes e outros aspectos da EA. Instituiu-se uma compreensão em relação aos problemas que afetam o meio ambiente; o seu caráter crítico e de formação de consciência, por meio da explicitação e do contato com informações e questionamentos sobre o ambiente; e também o seu caráter transformador, pela oportunidade de vivências e experiências, que possibilitam o que se pode chamar de insight, para que haja uma transformação na maneira de sentir, pensar e agir.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520436561

Sumário

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

sumário

Apresentação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII

Lista de abreviaturas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XV

Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. XVII

PARTE 1- FUNDAMENTOS BÁSICOS SOBRE EVENTOS. . . . . . . . . . . 1

Capítulo 1: Origem, evolução, conceitos e tipologia de eventos . . . . . 3

Conceitos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

Tipologia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6

Capítulo 2: Noções de planejamento de eventos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

Concepção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13

Ver todos os capítulos
Medium 9788520431993

19. Competitividade e inovação em turismo

Mario Carlos Beni Editora Manole PDF Criptografado

19

Competitividade e inovação em turismo

ROSANA MARA MAZARO

A L E X A N D R E PA N O S S O N E T T O

Introdução

Quando da virada do século, o imperativo competitivo para todos os setores pro‑ dutivos foi resumido no livro de Trout (2000), que profetizava já em seu título: Dife‑ renciar ou morrer. Hoje, após uma década de transição e de transformação no contex‑ to competitivo, parece que se pode atualizar a profecia, ou ao menos a primeira sentença, ao apontar como o mais recente imperativo a dicotomia: inovar ou morrer.

A busca pela inovação tem se apresentado como o principal desafio para todos os setores econômicos (Porter e Ketels, 2003), entre os quais, e seguramente um dos mais importantes, o turismo, com toda sua pujança e força, especialmente no que diz respeito às transformações da dinâmica e fluxos de territórios e localidades.

O ambiente de turbulência no cenário dessas transformações foi definido por

Pine e Gilmore (1999) como a Economia da Experiência, onde os produtos, os servi‑

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424971

14. Educação para o Turismo: Turistas e Comunidade

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Educação para o Turismo:

Turistas e Comunidade

14

Maria Cecília Focesi Pelicioni

Assistente Social e Educadora Ambiental, Faculdade de Saúde Pública da USP

Renata Ferraz de Toledo

Bióloga e Educadora Ambiental, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

O turismo constitui uma das maiores atividades econômicas mundiais e nos países em desenvolvimento tem apresentado superávit comercial. Essa atividade pode ser geradora de renda para os diferentes grupos envolvidos, não apenas para as empresas organizadoras mas também para as comunidades anfitriãs. Analistas do setor do turismo estimam um crescimento mundial da ordem de 4 a 5% ao ano, com um índice de 10% de ocupação da população economicamente ativa.

De acordo com o Decreto n. 448/1992, sobre a Política Nacional de Turismo, que regulamenta a Lei n. 8.181/1991, o turismo tem por finalidade

“seu equacionamento como fonte de renda nacional” (Brasil, 1992, art. 1º), e entre as diretrizes de planejamento está “reduzir as disparidades sociais e econômicas de ordem regional, através do crescimento da oferta de emprego e melhor distribuição de renda” (Brasil, 1992, art. 3º, Inc. II). No entanto, moradores das regiões turísticas não têm sido beneficiados nem com o crescimento da oferta de emprego nem com melhor distribuição de renda e, na maior parte das vezes, estão despreparados para exercer funções que exijam alguma especialização, forçando agências e hotéis a contratarem profissionais de outras regiões.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424971

3. Papel dos Órgãos Públicos no Incentivo à Adoção do Ecodesign

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Papel dos Órgãos

Públicos no Incentivo à

Adoção do Ecodesign

3

Joaquim Rondon da Rocha Azevedo

Arquiteto, JHS Construtora

INTRODUÇÃO

A valorização dos recursos naturais propiciada pelo crescimento do ecoturismo e, de maneira geral, pelo turismo de base natural provocou uma série de mudanças na maneira de conceber, planejar, implantar e operar produtos e destinos turísticos.

As mudanças em relação ao modelo tradicional de turismo percorrem todos os aspectos da atividade, desde a infra-estrutura até o marketing, passando pela formação de recursos humanos, formatação de atrativos e roteiros, alimentos e bebidas etc.

No que diz respeito à infra-estrutura e ao desenvolvimento físico, a disciplina que melhor reflete os princípios de respeito e valorização dos recursos naturais e culturais é o ecodesign. Também conhecido como design sustentável ou “design para o meio ambiente” (design for environment, DfE), o ecodesign sintetiza uma abordagem diferenciada do planejamento de instalações de infra-estrutura, equipamentos e produtos, cujas diretrizes fundamentais são a minimização dos impactos negativos e a potencialização dos recursos locais e renováveis.

Ver todos os capítulos

Carregar mais