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Medium 9788520424971

31. Dimensionamento de Eventos Turísticos e Sustentabilidade

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Dimensionamento de Eventos Turísticos e Sustentabilidade

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Flavia Mastrobuono

Bacharel em Turismo, Universidade Anhembi Morumbi

INTRODUÇÃO

A evolução dos meios de transportes em geral, principalmente dos aéreos, viabilizou a busca de novos mercados consumidores para o escoamento das produções industrializadas, bem como a possibilidade de atualização das empresas e de seus profissionais, propiciada pelo aprendizado de novas técnicas de administração, produção etc., disseminadas em reuniões e encontros em outros destinos. Segundo Fuster: no nosso tempo, a necessidade de expor e projetar a novos núcleos aquisitivos os produtos, assim como o conhecimento recíproco de técnicas de produção, orientação e lucro de especialidades, tem uma máxima expressão.

(Fuster, 1974, p.543)

O crescimento do número de deslocamentos realizados a partir de finalidades profissionais, mercadológicas e comerciais fomentou uma modalidade conhecida hoje como turismo de negócios. Os homens de negó-

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Medium 9788520429372

2. Dimensão de valor econômico

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

2 Dimensão de valor econômico

Sônia Maria Kohler Dias

Introdução

Entre as tendências que podem transformar o mercado em âmbito mundial, algumas variáveis estão gradativamente em expansão, tais como: maior integração econômica, aperfeiçoamento dos processos de pro­dução em decorrência da tecnologia, redistribuição das unidades familiares e envelhecimento da população.

A dimensão de valor econômico, nesse contexto, contempla o sistema econômico composto pelas atribuições do governo, das unidades produti‑ vas e das unidades familiares, notadamente no que se refere ao mercado turístico e ao comportamento do consumidor idoso. Tais agentes públi‑ cos, privados e familiares, interagem entre si, impulsionando o fluxo cir‑ cular da renda, que é produto do fluxo real (as funções de famílias e em‑ presas), com o fluxo monetário (transações com a presença da moeda), remunerações inerentes ao ciclo do sistema econômico.

O processo de envelhecimento das pessoas não ocorre de um momen­ to para outro, porém, com o passar dos anos, o ser humano vai se adaptan‑ do a uma nova maneira de viver, ainda que com percalços da longa cami‑ nhada ou da saúde. Algumas pessoas têm elevado altruísmo e autoestima,

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Medium 9788520429501

16. Mulher, turismo e desenvolvimento rural: o trabalho feminino na atividade turística

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

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Mulher, turismo e desenvolvimento rural: o trabalho feminino na atividade turística

Raquel Lunardi

Introdução

A década de 1990 marcou um novo momento no debate sobre o desenvolvimento rural. Os enfoques analíticos que até então privilegiavam a modernização da agricultura cederam espaço a discussões da ruralidade por meio de outras interfaces, a partir de temas que não contemplavam apenas a análise da atividade agrícola como indutora do desenvolvimento rural, mas também das atividades não agrícolas, da utilização do espaço rural como espaço de produção de bens não agrícolas, de desenvolvimento de novas atividades, multifuncionalidades e novas possibilidades, as quais estariam relacionadas com um repertório diversificado de formas de reação e inovação, que iam desde estratégias de economia (agricultura de baixo custo) até formas de pluriatividade e de diversificação das fontes de rendas (Ploeg et al., 2004).

A busca por esse novo meio de vida (livehoods) surge a partir da introdução de atividades não agrícolas no meio rural e tenta explicar a relação

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Medium 9788520429501

1. Turismo e desenvolvimento no espaço rural: abordagens conceituais e tipologias

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

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Turismo

e desenvolvimento

no espaço rural: abordagens conceituais e tipologias

Olga Tulik

Introdução

Vários fatores contribuíram para o desenvolvimento do turismo no espaço rural. A maioria das experiências teve início em áreas economicamente deprimidas ou estagnadas que passaram por crises agrárias. Em alguns casos, a redução do fluxo do turismo internacional, determinado por causas circunstanciais que escapam ao objetivo deste capítulo, contribuiu para incentivar o turismo doméstico e a sobrecarga do litoral estimulou a procura por regiões do interior. Em alguns países da Europa, existem programas específicos para fomentar o desenvolvimento de áreas rurais economicamente deprimidas, nas quais se pratica o turismo.

No Brasil, depoimentos, relatos e pesquisas acadêmicas registram experiências de turismo rural em algumas localidades, anteriores à década de

1980, embora essa atividade não fosse ainda conhecida com esse rótulo.

Oliveira (2001) e Ishiy (2002) mostraram que hospedar turistas era prática comum em algumas fazendas.

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Medium 9788520431993

28. A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da Região Uva e Vinho (Serra Gaúcha)

Mario Carlos Beni Editora Manole PDF Criptografado

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A rede do turismo em ação: o caso de Bento Gonçalves e da

Região Uva e Vinho

(Serra Gaúcha)

I VA N E F Á V E R O

Introdução

Para uma melhor compreensão da teoria das redes, dos aglomerados ou dos clusters turísticos, faz‑se necessário estudar sua aplicabilidade prática. Um exem‑ plo de rede de turismo apresenta‑se na Região Uva e Vinho, Serra Gaúcha.

O aprendizado trazido pelos imigrantes italianos e poloneses sobre o trabalho cooperativo influenciou na formação de uma das primeiras governanças de turis‑ mo que se tem registro no Brasil, datando de 1969 seu surgimento.

Atualmente, a Associação de Turismo da Serra Nordeste (Atuaserra) assume o papel do órgão gestor, promovendo o desenvolvimento regional e integrado do tu‑ rismo na Região Uva e Vinho, na qual se identifica a existência de um aglomerado ou cluster turístico.

Outro aspecto que merece o estudo é a evolução de uma rede de turismo, for‑ mada pelo setor público, privado e organizações não governamentais no município polo turístico da região, Bento Gonçalves, apresentando os aspectos do turismo, desde as primeiras levas de turistas que veraneavam na Serra Gaúcha até a conquis‑ ta da designação, por parte do Ministério do Turismo (MTur), como um dos 65 destinos indutores do desenvolvimento turístico regional.

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Medium 9788520429501

8. Turismo comunitário rural inclusivo como responsabilidade ética e moral da sociedade

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

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Turismo

comunitário

rural inclusivo como responsabilidade ética e moral da sociedade1

Yolanda Flores e Silva

Marcos Arnhold Junior

Turismo e ética: algumas considerações

A importância do estudo dos aspectos éticos no desenvolvimento do formato das atividades turísticas no espaço rural agrícola e de pesca, seja em Santa Catarina, seja no interior do Ceará, dá-se pelo fato de o turismo ser uma atividade extremamente negativa se no seu planejamento não forem consideradas todas as particularidades do local e de seus aspectos sociais, econômicos, culturais e ambientais. A intensa presença do fenô

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Esta é uma versão modificada do texto “Turismo ético e inclusivo: construções culturais, conflitos e tensões na gestão de uma rede de agroturismo em Santa Rosa de Lima

– SC/Brasil” apresentada pelos autores no IX Colóquio Internacional de Geocrítica em

Porto Alegre, de 28 de maio a 1 de junho de 2007. Na primeira versão, a discussão ética sobre as construções culturais e transformações se concentram no município de SRL, local de pesquisa dos autores para realização de investigação com financiamento do

CNPq e a elaboração da dissertação de mestrado de Marcos Arnhold Junior.

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Medium 9788520429501

2. Potencialidades do turismo no espaço rural: desenvolvimento, conceitos e tipologia

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

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Potencialidades do turismo no espaço rural: desenvolvimento, conceitos e tipologia

José Geraldo Fernandes de Araújo

Introdução

O objetivo deste texto é analisar de modo resumido as potencialidades do turismo como fator acelerador do desenvolvimento no espaço rural, evidenciando a evolução pela qual esse meio vem passando, em função da industrialização da agricultura. Para tanto, serão descritas as contribuições do turismo no meio rural, enquanto gerador de renda e emprego dentro desse novo contexto, bem como as tipologias utilizadas e seus conceitos ou suas definições, apesar das dificuldades de sua realização, conforme explicitado por vários autores.

Turismo como alternativa de emprego no meio rural

O meio rural brasileiro tem enfrentado uma série de problemas que perduram e se intensificam com o passar dos anos. Tais dificuldades decorrem, principalmente, da falta de políticas adequadas. A crescente marginaliza-

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Teoria e prática do turismo no espaço rural

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6. Hospitalidade & Sustentabilidade

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Hospitalidade &

Sustentabilidade

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Ernesto Hsieh

Empresário, Pousada Coração da Mata

INTRODUÇÃO

Algumas expressões utilizadas pelo meio hoteleiro demonstram a intenção em conquistar o hóspede a qualquer custo: “Precisamos encantar nosso hóspede...”, “Nosso hotel possui menu de travesseiros...”, “Os lençóis do nosso hotel são de algodão egípcio...”.

Como muitas dessas idéias são relativamente fáceis de copiar ou, como se diz estrategicamente, possuem uma pequena barreira de entrada, elas rapidamente deixam de significar itens diferenciais e perdem seu valor competitivo. Assim, novamente os executivos precisam usar sua criatividade para superar a expectativa de seus clientes e novamente conquistar a tão almejada fidelização.

Esse esmero, entretanto, conduz o empreendimento a um gasto excessivo de recurso financeiro, a um alto consumo de energia e água (conseqüentemente, gerando uma alta produção de esgoto) e a uma alta produção de lixo. Por causa do tratamento que recebe e pelo valor da diária paga, o hóspede se sente como um rei: toma um banho mais prolongado do que em sua casa e usa duas toalhas para se enxugar, enquanto uma só seria mais do que suficiente.

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Medium 9788520427095

Capítulo 3 - A natureza do ecoturismo: conceitos e segmentação

Zysman Neiman Editora Manole PDF Criptografado

3 A natureza do ecoturismo: conceitos e segmentação

Regiane Avena Faco

Zysman Neiman

Introdução

O rápido desenvolvimento da atividade turística, embora bem-vista pela iniciativa pública e privada, vem acarretando uma série de problemas de ordem social, econômica e ambiental, desencadeados principalmente pelo turismo de massa.

Como consequência do crescimento desse tipo de prática, que ocorreu no mesmo período histórico em que explodiam movimentos ambientalistas (décadas de 1970 e 1980), seus pressupostos foram colocados em xeque, ao mesmo tempo em que se buscava, com uma maneira menos impactante de conceber o desenvolvimento de atividades econômicas, a conservação da natureza e o respeito às culturas

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Turismo e meio ambiente no Brasil

das sociedades1. Dentro desse contexto, iniciam-se novos padrões que servem como um contraponto às ameaças que as práticas predatórias do turismo representavam e surgem práticas como o turismo sustentável e o alternativo. De acordo com Wearing e Neil (2001, p. 4):

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Medium 9788520429372

6. Aspectos da alimentação – o ser humano social e viajante

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

6 Aspectos da alimentação –

o ser humano social e viajante

Rodolfo Wendhausen Krause

Luciana Wendhausen Krause Bernardes

Introdução

A comida é para qualquer ser vivo uma necessidade a ser atendida para permitir a sobrevivência e a perpetuação da espécie. Para o ser huma‑ no, a alimentação tem um significado diferenciado da alimentação dos ou‑ tros animais. Franco (2001, p.37), em relação ao significado da alimentação para o homem, diz que:

O início das civilizações está intimamente relacionado com a pro‑ cura dos alimentos, com os rituais e costumes de seu cultivo e pre‑ paração, e com o prazer de comer. O prazer de comer é a sensação de satisfazer uma necessidade que temos em comum com os ani‑ mais. Comer, o instinto que mais cedo desperta, constitui a base da vida animal. Fome é a carência biológica de alimento que se mani‑ festa em ciclos regulares. Apetite é fundamentalmente um estado mental, uma sensação que tem muito mais de psicológico do que de fisiológico. É impossível precisar quando o alimento, necessidade humana sempre presente, se transformou em prazer da mesa. Os animais comem até se saciarem. O homem logo inventou o ritual

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21. Marketing de Relacionamento: Força Competitiva para Agências de Viagens

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Marketing de

Relacionamento:

Força Competitiva para

Agências de Viagens

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Carlos Alberto Tomelin

Bacharel em Turismo, Univali

Athos Henrique Teixeira

Bacharel em Turismo e Hotelaria, Univali

INTRODUÇÃO

O presente estudo aborda, de uma maneira sistemática, as agências de viagens operadoras de ecoturismo que promovem pacotes de aventura e a importância do uso do marketing de relacionamento nessas organizações.

É notório que o processo de globalização ocasiona uma concorrência mundial, o que demanda organizações mais competitivas, cuja oferta de produtos e serviços baseiam-se no binômio qualidade e preço acessível.

Por sua vez, os hábitos e costumes dos consumidores mudam constantemente, o que requer que as empresas tenham flexibilidade para adaptar seus produtos e serviços às exigências e necessidades do seu principal patrimônio, o consumidor.

É nesse cenário que as agências de viagens operadoras de ecoturismo procuram estabelecer diferenciais competitivos para sua sobrevivência num mundo globalizado e competitivo, onde o conhecimento profundo

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Medium 9788520427095

Capítulo 15 - Ética e ecoturismo

Zysman Neiman Editora Manole PDF Criptografado

15 Ética e ecoturismo

Débora de Moura Mello Antunes

Andréa Rabinovici

Introdução

O turismo é uma atividade que vem crescendo de forma sig­ nificativa e que, na maioria dos casos, gera expectativas de so­ luções rápidas aos problemas econômicos e sociais que afligem especialmente as comunidades receptivas, mas, além delas, os demais agentes envolvidos com a atividade. Tais promessas reais ou ilusórias de resolução de problemas, a partir da implementa­

ção de atividades turísticas, muitas vezes incorre na realização de um turismo descuidado de suas premissas mais básicas, como as questões éticas, raramente lembradas.

Assim, quando a atividade turística é realizada de maneira desordenada, sem averiguação constante de impactos, sem res­ peito às normas de regulamentação e de segurança e sem a preo­ cupação com a dimensão socioambiental, cultural e ética, pode

Ética e ecoturismo

causar danos irreversíveis, potencializando obstáculos que culminarão em uma situação de conflitos e problemas, cada vez mais complexa e de dis­ tante solução.

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29. Conforto Ambiental na Hospedagem da Terceira Idade

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Conforto Ambiental na

Hospedagem da

Terceira Idade

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Carlos Alberto Barbosa de Souza

Engenheiro Mecânico, Arquiteto e Urbanista, Univali

Silvia Regina Morel Corrêa

Arquiteta e Urbanista, Faculdade de Arquitetura da UFRGS

INTRODUÇÃO

O envelhecimento populacional constitui uma tendência demográfica observada praticamente no mundo todo, e tal disposição vislumbra a consolidação de uma sociedade – e de um mercado consumidor – mais empenhada em contemplar os gostos e atender às necessidades da terceira idade.

A expressão terceira idade surgiu na França, nos anos de 1970, quando da implantação das Universités du Troisième Âge. Tal convenção acabou sendo mundialmente aceita e adotada em substituição ao termo velhice, conceito bastante desgastado e carregado de idéias depreciativas. Em 2000, a Organização das Nações Unidas (ONU) adotou a idade de 60 anos como critério geral para designar a pessoa idosa, objetivando padronizar porcentuais estatísticos.

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8. A produção científica sobre turismo e idoso no Brasil

Doris Van de Meene Ruscmann Editora Manole PDF Criptografado

8 A produção científica sobre turismo e idoso no Brasil

Karina Toledo Solha

Bruna de Castro Mendes

Lívia Morais Garcia Lima

Introdução

De acordo com a última projeção da população do Brasil realizada pelo

IBGE, o país está na quinta posição no ranking dos mais populosos (2008).

Nesse mesmo estudo estima‑se que uma queda ainda mais acentuada do número de filhos por mulher deve levar ao crescimento negativo e ao enve‑ lhecimento da população brasileira. Hoje, o país já faz parte do grupo dos dez países com maior percentual de idosos, junto da China, Índia, Estados

Unidos, Japão, Rússia, Alemanha, Itália, França e Espanha (Bacha et al.,

2006).

Certamente, a mudança na estrutura etária da população brasileira traz muitos desafios, mas também oportunidades, pois não se trata apenas do crescimento do número de pessoas idosas (Debert, 1999), mas de uma mu‑ dança no comportamento de todos os segmentos da sociedade.

Se por um lado as consequências inerentes ao processo de envelheci‑ mento da população, como as apontadas por Veras et al. ao estudar o cres‑ cimento da população idosa no Brasil alertando para “a potencial gravidade dessa situação a longo prazo”, indicavam a necessidade urgente de se en‑ contrar caminhos que gerassem uma melhor distribuição dos serviços pú‑

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18. Roteiros Turísticos em Unidades de Conservação

Arlindo Philippi Jr Editora Manole PDF Criptografado

Roteiros Turísticos em Unidades de Conservação

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Adriano Lucchesi Pires Bastos

Administrador, Atlantic Connection Travel

INTRODUÇÃO

Observando a atividade turística do ponto de vista socioeconômico, nota-se a existência de uma correlação intrínseca entre grandes acontecimentos históricos e as tendências de exploração turística. A Revolução

Industrial possibilitou o surgimento e a expansão do turismo de massa, ao mesmo tempo em que o planeta começou a presenciar uma descontrolada utilização de seus recursos naturais. O período pós-guerra, em especial a partir da década de 1960, assistiu ao início da fragmentação do chamado turismo de massa em inúmeros segmentos do mercado, e a comunidade internacional começou a adotar medidas para controlar a destruição e utilização equivocada do meio ambiente. Os processos paralelos de segmentação e especialização do mercado turístico e a preocupação com o meio ambiente (o que não significa a solução dos problemas) catalizaram-se com a entrada na era da globalização, no início dos anos de 1990, após a queda da União Soviética e do Muro de Berlim.

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