35 capítulos
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1. Caracterização de uma Ferrovia

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF Criptografado

1

Caracterização de uma Ferrovia

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17/08/15 14:03

Capítulo 1

2

Uma ferrovia é um sistema de transporte em que os veículos (motores ou rebocados) se deslocam com rodas metálicas sobre duas vigas contínuas longitudinais, também metálicas, denominadas trilhos. As ferrovias diferem dos outros meios de transporte por não possuir mobilidade quanto à direção que o veículo tomará, portanto, uma ferrovia é um sistema autoguiado.

Uma ferrovia é constituída basicamente de três elementos físicos e um elemento virtual como pode ser observado na Figura 1.1. Os elementos físicos são a via permanente, o material rodante e os sistemas de comunicação e sinalização. O elemento virtual é a operação ferroviária, assim denominada neste livro, pois é composta efetivamente de métodos e processos para garantir a operação da ferrovia e não possui nenhum elemento físico, somente salas e computadores.

Na Figura 1.1, pode-se ver que a via permanente se divide em infraestrutura e superestrutura, as quais não serão tratadas neste livro. O material rodante se divide em: material de tração — composto por locomotivas e equipamentos de via — e material rebocado — os vagões. Esses dois tópicos serão tratados ao longo deste livro.

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Medium 9788520424070

Capítulo 7 - A Estrutura de um Navio de Cruzeiro

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 7

A ESTRUTURA DE UM

NAVIO DE CRUZEIRO

O COMANDO DOS SERVIÇOS

A megaestrutura de serviços de um navio de cruzeiro, que anteriormente podia ser denominada “Hotel Resort Flutuante”, hoje já pode, em alguns casos, ser considerada um “Destino Turístico”, com características e atrativos próprios.

A complexidade da rede de serviços dá abertura a uma ampla gama de estudo. A maioria dos dirigentes dessa estrutura é oriunda dos quadros da tripulação de navios de cruzeiro de todo o mundo, já que diversas particularidades dificultam a ocupação de tal posição por um executivo de outros meios turísticos, mesmo que sejam experientes em atividades de hotelaria e serviços em terra. A complexidade e as inúmeras variáveis do segmento demandam conhecimento específico de cada função a ser executada.

Deve-se considerar que é bastante intenso o trabalho de supervisão e manutenção de uma estrutura de serviços que opera 24 horas por dia, durante todos os dias do ano, e que somente a cada dois anos pode fazer escala para manutenção em doca seca ou em estaleiro (drydock ou wetdock). E mesmo nessas escalas, que duram em média quinze dias, as atividades de bordo são supervisionadas e o trabalho de manutenção

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Medium 9788521621676

3 - Acionamentos de Tração

PIRES, Cassiano Lobo Grupo Gen PDF Criptografado

3

Acionamentos de Tração

3.1

3.2

3.3

3.4

3.5

3.6

3.7

3.8

Motores de Corrente Contínua .....................................94

Motores de Indução Trifásicos ....................................126

Motores de Indução Lineares (MIL) ............................152

Motores Síncronos de Ímã Permanente (PMSM) .........161

Alimentação em Corrente Alternada Monofásica ........167

Acionamentos Diesel-Elétricos ...................................170

Notas sobre o Dimensionamento dos Motores ...........179

Divisão de Carga entre Motores .................................181

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003-PIRES

pág. 91

28.11.12 16:57:57

Capítulo 3

92

Um acionamento é um sistema industrial que faz a conversão de energia elétrica em energia mecânica (em tração) ou vice-versa (em freagem) (Boldea; Nasar, 2006). Entretanto, existem várias diferenças práticas entre os acionamentos de tração e outros acionamentos industriais, tais como IEE (2002) e IET (2006):

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Medium 9788520424070

Capítulo 3 - Preparando o Cruzeiro

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 3

PREPARANDO

O CRUZEIRO

PARA ONDE IR NESTE CRUZEIRO?

Os cruzeiros marítimos exigem algumas condições básicas e não somente água. Em conseqüência, suas regiões de atuação são determinadas por aspectos como condições de navegabilidade, clima, proximidade do mercado consumidor, atrativos naturais e turísticos em geral. Entre os incontáveis destinos possíveis, destacam-se Bermudas, Bahamas,

Riviera Mexicana, Havaí, Caribe Leste, Caribe Oeste, Caribe Sul, Mediterrâneo, Ilhas Gregas, Norte Europeu, África, Austrália, Nova Zelândia,

América do Sul, Ásia, Polinésia, Canal do Panamá e Alasca, sem falar da atraente possibilidade de volta ao mundo e de outros destinos nos quais o clima e as condições de navegação permitem essa operação, ainda que de forma sazonal.

Consulte o Capítulo 4 para comparar os resumos descritivos de alguns dos principais destinos do mundo.

PUBLICAÇÕES SOBRE CRUZEIROS MARÍTIMOS

Existem à disposição alguns guias que desfiam verdadeiros relatórios sobre cada navio e cada companhia de cruzeiros marítimos. Seria, portanto, desnecessário e talvez pouco objetivo oferecer uma análise, ainda que superficial, fadada à desatualização (salvo no caso de edições anuais), tamanho é o avanço e crescimento do segmento.

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7 - Compatibilidade Eletromagnética (EMC)

PIRES, Cassiano Lobo Grupo Gen PDF Criptografado

7

Compatibilidade

Eletromagnética (EMC)

7.1 Generalidades............................................................330

7.2 Fontes de Ruído em Sistemas de Tração Elétrica........331

7.3 Mecanismos de Acoplamento e Interferência

Eletromagnética ........................................................333

7.4 Emissões ...................................................................336

7.5 Veículos .....................................................................338

7.6 Normas Pertinentes ...................................................338

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28.11.12 17:15:59

Capítulo 7

330

A compatibilidade eletromagnética no setor metroferroviário até mais ou menos a década de 1970 se resumia aos aspectos referentes à corrosão galvânica nos sistemas alimentados em corrente contínua, às perturbações em circuitos de telefonia analógica e às perturbações elétricas conduzidas em baixas frequências (f < 20 kHz) emitidas pelo material rodante e que interferiam nos circuitos de sinalização metroferroviária, comprometendo a segurança da circulação dos trens.

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