35 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521630777

5. Planejamento da Circulação de Trens

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF Criptografado

5

Planejamento da

Circulação de Trens

005.alvarenga.indd 25

10/09/15 19:57

Capítulo 5

26

A ferramenta mais usada até o momento para o planejamento da circulação das composições é o gráfico de circulação de trens ou simplesmente gráfico de trens. Será detalhada a seguir sua aplicação, mas antes disso faz-se necessário entender como ocorre a circulação dos trens em linha dupla e em linha singela.

5.1  Circulação de Trens (Linha Dupla)

A circulação em linha dupla se dá com um trem circulando em cada linha em sentidos opostos, como pode ser observado nas operações do metrô. No caso da Estrada de Ferro

Vitória a Minas (EFVM), usam-se travessões universais que permitem ao trem, independentemente do sentido da circulação, trocar de linha sempre que alcançar um desses travessões universais ao longo da estrada, Figura 5.1.

Para o caso de vias com travessões universais, não é de conhecimento, até o momento, de metodologias que calculem a capacidade dessas vias. Para as que não usam travessões universais, adota-se o cálculo da linha singela vezes dois.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521621676

5 - Subestações de Tração

PIRES, Cassiano Lobo Grupo Gen PDF Criptografado

5

Subestações de Tração

5.1 Esquemas de Ligação das Subestações

Retificadoras .............................................................264

5.2 Localização e Quantidade de Subestações de Tração ..................................................................267

5.3 Dimensionamento das Subestações de Tração ...........272

5.4 Regulação, Resistência Interna e

Circuito Equivalente da Subestação Retificadora ........278

5.5 Reserva de Potência ..................................................280

5.6 Retificadores e Inversores ..........................................281

5.7 Inversores..................................................................296

5.8 Curto-circuito e os Retificadores ................................299

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação | www.diagramaacao.com.br

005-PIRES

pág. 263

28.11.12 17:09:46

Capítulo 5

264

Conforme foi visto na Seção 4.4, o suprimento de energia provém da rede pública de alimentação. No caso dos sistemas alimentados em corrente contínua, a corrente trifásica dessa rede de alimentação é convertida em corrente contínua na subestação retificadora.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630777

13. Conceitos Mínimos de Material Rodante

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF Criptografado

13

Conceitos Mínimos de Material Rodante

013.alvarenga.indd 136

10/09/15 20:07

137

1. Material de tração;

2. Material rebocado.

Conceitos Mínimos de Material Rodante

O material rodante é o conjunto de todos os equipamentos que se locomovem sobre a via permanente. O material móvel das estradas de ferro, material rodante, é classificado pela sua capacidade de tração:

O material de tração é composto pelos seguintes veículos: as locomotivas, os equipamentos de via e os diversos veículos motorizados que podem circular na ferrovia. Usualmente, as locomotivas são também denominadas material de tração, confundindo-se com o sentido mais amplo do termo material de tração.

O material rebocado é composto pelos seguintes veículos: os carros que transportam os passageiros e os vagões que transportam as cargas.

Serão detalhadas a seguir as características do contato roda-trilho do material rodante.

Posteriormente, serão apresentados os dois tipos de material rodante que circulam na ferrovia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 11 - Perfil das Companhias de Cruzeiros Marítimos

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 11

PERFIL

DAS

COMPANHIAS DE

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Como em toda metodologia, a avaliação dos guias de viagem tradicionais fundamenta-se em conceitos preestabelecidos e é empreendida em época determinada, servindo como bom instrumento de orientação ao turista.

Serão apresentadas as supostas diferenças entre as empresas que compõem o universo dos cruzeiros marítimos, tomando como base a breve descrição de cada empresa adotada pela CLIA. Como se optou pela utilização desses dados, neste capítulo não são emitidas opiniões do autor.

CARNIVAL CRUISE LINES

Operando quinze navios, a Carnival Cruise Lines é a maior e mais popular companhia mundial de cruzeiros marítimos, oferecendo excursões que duram de três a dezesseis dias, com destino a Bahamas, Caribe, México, Alasca, Havaí, Canal do Panamá, Canadá e Bermudas. Conhecidos por sua atmosfera festiva e descontraída, os “Fun Ships” da

Carnival proporcionam diversas opções de gastronomia, entretenimento e atividade, desde refeições ininterruptas até pizzarias 24 horas, shows ao estilo de Las Vegas, cassinos, lojas duty-free, spas, academias e o

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 5 - Tipos de Navio e de Turista

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 5

TIPOS

DE

NAVIO

E DE

TURISTA

EMBARQUES EM PORTOS DISTANTES

Para o embarque em um ponto distante da residência do turista, operadores turísticos ou as próprias companhias de cruzeiro oferecem pacotes aeromarítimos (air/sea). As companhias de cruzeiro possuem um valor de tarifa aérea sempre menor e horários e transfers ideais em relação aos horários de saída e chegada do navio.

A MELHOR ÉPOCA PARA VIAJAR

As épocas de maior procura são próximas a feriados e férias escolares, em geral correspondentes a preços mais altos.

Contudo, a sazonalidade dos cruzeiros em relação aos preços não apresenta uma curva regular, pois depende de diversos fatores.

Um deles é a estação do ano. Quanto ao clima, sem dúvida o verão é a melhor época, pois o mar fica mais calmo e há sol na maioria dos dias. Sempre é importante lembrar que, durante o verão, as escalas dos navios vão apresentar destinos turísticos lotados e preços mais elevados.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 9 - O Mercado dos Cruzeiros Marítimos

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 9

O MERCADO DOS

CRUZEIROS MARÍTIMOS

PANORAMA GERAL E BRASILEIRO

O histórico da indústria apresenta uma evolução espantosa, especialmente quando analisados os dados do mercado norte-americano e realizada a estimativa do reflexo desse crescimento em termos mundiais.

O segmento de cruzeiros marítimos no Brasil teve início com os navios do Lloyd Brasileiro, com os fretamentos organizados pela Agaxtur, nas mãos visionárias e criativas de Aldo Leone, que, por suas raízes italianas, aproximou-se da Linea “C”, ou Costa Crociere. Os fretamentos que marcaram o início dos cruzeiros marítimos brasileiros deram seqüência às esporádicas visitas dos grandes transatlânticos, como o SS

France e o Queen Elizabeth 2.

Atualmente a temporada na América do Sul apresenta um crescente número anual de novos navios, que tem gerado um aumento proporcional no número de cruzeiristas brasileiros e estrangeiros que navegam nesse destino, que, do ponto de vista internacional, é classificado como exótico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521621676

8 - Simulação do Sistema de Tração Elétrica

PIRES, Cassiano Lobo Grupo Gen PDF Criptografado

8

Simulação do Sistema de Tração Elétrica

8.1

8.2

8.3

8.4

Histórico das Simulações em Tração Elétrica .............342

Simulação de Marcha ................................................349

Simulação de Tráfego ................................................364

Simulação Elétrica .....................................................369

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação | www.diagramaacao.com.br

008-PIRES

pág. 341

28.11.12 17:17:44

Capítulo 8

342

As características de operação do sistema de tração elétrica podem ser predeterminadas através da sua simulação a partir de modelos matemáticos. Uma vantagem da simulação como ferramenta de apoio ao projeto é permitir um ensaio das alternativas a custo reduzido, viabilizando uma posterior comparação das mesmas.

A simulação do sistema de tração elétrica compreende as características do movimento das composições e o comportamento dos sistemas de alimentação, distribuição e aterramento devido a sua solicitação em cada instante de período estudado (Martins, 1986a;

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630777

11. Projeto de Pátios Ferroviários

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF Criptografado

11

Projeto de Pátios

Ferroviários

011.alvarenga.indd 119

10/09/15 20:04

Capítulo 11

120

11.1  Introdução

Como visto anteriormente, a maior parte do tempo da vida útil do material rodante ocorre dentro dos pátios ferroviários. Isso contribui diretamente para o aumento do tempo do ciclo dos vagões. Projetos e estudos bem elaborados podem gerar grandes benefícios econômicos para a ferrovia. Dessa forma, é interessante que se realize de maneira mais criteriosa o projeto dos pátios ferroviários.

Os projetos devem ter dois objetivos principais:

1. redução dos custos de investimento;

2. redução da permanência dos vagões dentro do pátio.

No entanto, deve-se notar no gráfico da Figura 11.1 que a redução dos custos de investimento nas instalações físicas geralmente leva a um aumento do tempo de atendimento aos vagões. Isso gera diretamente aumento da permanência dos vagões no pátio e, consequentemente, aumento do custo de retenção dos vagões. O que se busca, então,

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 10 - Operações, Reservas e Estratégia de Preços

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 10

OPERAÇÕES, RESERVAS E

ESTRATÉGIA DE PREÇOS

RESERVAS

A opção pela compra com antecedência depende de cada um. No mercado brasileiro, nota-se que os descontos oferecidos para compra antecipada ainda não são suficientes para motivá-la por parte da maioria dos potenciais interessados. Possivelmente isso se deva à noção generalizada de que os consumidores típicos de cruzeiros marítimos provêm de uma parcela da população economicamente ativa e disposta a pagar mais para viajar na época e nas condições desejadas, porém este cenário está mudando com as promoções de early booking (reservas antecipadas).

Os cruzeiros de verão para a América do Sul, bem como os comprados por brasileiros para o Caribe, revelam um comportamento de compra tardio, com mais de 40% das vendas sendo efetuadas com apenas quinze dias de antecedência da data do cruzeiro.

Entendemos que o potencial comprador analisa alguns fatores até chegar à decisão de compra. O primordial é a disponibilidade de tempo para viabilizar a viagem, com uma alta pressão para compra em datas especiais definidas, como Réveillon e Carnaval. Outro fator é a facilitação da compra por parcelamento dos pagamentos. Também importante

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Capítulo 4 - Portos e Destinos Comentados

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 4

PORTOS E DESTINOS COMENTADOS

Apresentamos, neste capítulo, comentários sobre alguns dos principais destinos mundiais visitados por navios de cruzeiro. Para uma análise mais profunda, recomenda-se um guia específico do destino escolhido (consulte também a Bibliografia deste livro).

CARIBE E BAHAMAS

São consagrados como os mais procurados entre os destinos turísticos, que respiram o fluxo internacional gerador de divisas e empregos, permitindo, assim, infra-estrutura adequada ao exigente público que desembarca de um navio de cruzeiro.

A transparência impressionante das águas envolve turistas maravilhados que ficam indecisos entre olhar os peixes com múltiplas tonalidades que nadam a sua volta ou as casas de cores vibrantes da arquitetura típica... Nesse cenário, o sonho do paraíso é antecipado àqueles que visitam o Caribe. A arquitetura e a paisagem formam um quadro perfeito, a natureza e o mar apresentam para o turista um verdadeiro cartão-postal, para registrar na lembrança uma experiência fascinante.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521621676

3 - Acionamentos de Tração

PIRES, Cassiano Lobo Grupo Gen PDF Criptografado

3

Acionamentos de Tração

3.1

3.2

3.3

3.4

3.5

3.6

3.7

3.8

Motores de Corrente Contínua .....................................94

Motores de Indução Trifásicos ....................................126

Motores de Indução Lineares (MIL) ............................152

Motores Síncronos de Ímã Permanente (PMSM) .........161

Alimentação em Corrente Alternada Monofásica ........167

Acionamentos Diesel-Elétricos ...................................170

Notas sobre o Dimensionamento dos Motores ...........179

Divisão de Carga entre Motores .................................181

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação | www.diagramaacao.com.br

003-PIRES

pág. 91

28.11.12 16:57:57

Capítulo 3

92

Um acionamento é um sistema industrial que faz a conversão de energia elétrica em energia mecânica (em tração) ou vice-versa (em freagem) (Boldea; Nasar, 2006). Entretanto, existem várias diferenças práticas entre os acionamentos de tração e outros acionamentos industriais, tais como IEE (2002) e IET (2006):

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630777

3. Trem ou Composição Ferroviária

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF Criptografado

3

Trem ou

Composição Ferroviária

003.alvarenga.indd 8

17/08/15 14:03

9

Os trens são também conhecidos como composição ferroviária e são formados por uma ou mais locomotivas acopladas por meio de engates a um ou mais vagões. Os vagões são agrupados e engatados em locomotivas nos pátios ferroviários para formar os trens. São os trens que efetivamente circulam na ferrovia e transportam as cargas.

Na operação ferroviária considera-se que a unidade mínima de transporte é o vagão e a unidade mínima de tração é a locomotiva.

Trem ou Composição Ferroviária

3.1 Definição

3.2 Composição Ferroviária

Define-se que a composição ferroviária tem duas extremidades:

1. Frente ou testa e

2. Cauda.

A frente é a extremidade da composição que está no sentido de deslocamento, e a cauda

é a parte contrária à frente.

As composições ferroviárias podem ser classificadas em função da localização das locomotivas em sua extensão. Assim, têm-se:

Ver todos os capítulos
Medium 9788520424070

Manual do Instrutor

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Manual do Instrutor

Este é um roteiro para um instrutor ou professor que pretende adotar este livro em sala de aula, apresentando, de forma resumida e em tópicos, os itens principais sobre o tema.

CRUZEIROS MARÍTIMOS

Roteiro

• O que é um cruzeiro marítimo;

• Cruzeiros – passado, presente e futuro;

• Quem é o pax de cruzeiros marítimos no mundo;

• Vantagens de se vender cruzeiros marítimos;

• Regiões de cruzeiros no mundo;

• Objeções a alguns mitos sobre cruzeiros;

• Como escolher o cruzeiro ideal;

• Procedimento para a venda;

• Marketing voltado para destinos;

• Tipos de porto e de estação marítima;

• Tendências.

123

124

Cruzeiros Marítimos

O que é um Cruzeiro Marítimo

Pela variedade de opções de lazer, conforto e acomodações que oferece, um navio de cruzeiro pode ser definido como um “Resort Flutuante”.

Além de transportar e alimentar o passageiro, um navio desse tipo proporciona inúmeras alternativas de lazer, garantindo tranqüilidade, conforto e segurança e colocando à disposição do passageiro todos os elementos necessários para seu lazer (shows, festas, discoteca, bares, cassino, restaurantes, cinema).

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630777

6. Cálculo da Capacidade de Circulação e de Transporte de uma Ferrovia

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF Criptografado

6

Cálculo da Capacidade de Circulação e de Transporte de uma Ferrovia

006.alvarenga.indd 43

10/09/15 19:57

Capítulo 6

44

Neste capítulo, será analisado o estudo da capacidade das linhas. Não será levada em consideração a capacidade de pátios e de material rodante.

6.1  Tipos de Capacidade

A capacidade pode ser definida em quatro tipos diferentes:

1. Capacidade Teórica Máxima;

2. Capacidade Prática;

3. Capacidade Econômica;

4. Capacidade Disponível.

6.1.1  Capacidade teórica máxima

A capacidade teórica máxima da linha singela pode ser definida como a quantidade máxima de trens que pode ser registrada em um gráfico de trens teórico em certo período de tempo, usualmente, como visto, 24 horas ou um dia.

No caso da linha singela, o intervalo entre trens é proporcional à distância entre pátios de cruzamento consecutivos, distância essa que poderá ser contada entre eixos dos pátios de cruzamento.

O valor da capacidade teórica de uma ferrovia é inversamente proporcional ao tempo de percurso entre pátios de cruzamento, Figura 6.1. Os trechos de menor capacidade geram seções críticas ou gargalos, que determinam a capacidade de vazão de toda a linha.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630777

4. Centro de Controle Operacional (CCO) – Visão da Operação

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF Criptografado

4

Centro de Controle

Operacional (CCO) –

Visão da Operação

004.alvarenga.indd 20

17/08/15 14:03

21

As ferrovias modernas adotam o esquema de manter um único escritório centralizado para o controle da operação da ferrovia. Nesse local, todas as informações da via permanente (VP), do material rodante circulando, em pátio e em oficina, as manutenções programadas da VP, a escala da equipagem e os demais dados relevantes da ferrovia devem ser centralizados.

Esse escritório centralizado é denominado Centro de Controle Operacional, ou abreviadamente CCO (Figura 4.1).

Centro de Controle Operacional (CCO) – Visão da Operação

4.1 Introdução e Definição

Figura 4.1 Visão geral do CCO da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).

Assim sendo, sua função principal é manter o gerenciamento operacional objetivando: a melhor utilização de todos os recursos da ferrovia, o atendimento aos fluxos de transporte contratados, a preservação da VP e do material rodante, mantendo a segurança de todos

Ver todos os capítulos

Carregar mais