371 capítulos
Medium 9788520433959

12. Sonda trocadora e estiletes flexíveis

Auler Jr., José Otávio Costa, Chao Lung Wen, Irimar de Paula Posso, Joaquim Edson Vieira, Marcelo Luís Abramides Torres, Maria José Carvalho Carmona, Tatiana Barbosa Kronemberger Editora Manole PDF Criptografado

12

Sonda trocadora e estiletes flexíveis

Helcio Jangue Ribeiro

Leandro Utino Taniguchi

Estrutura dos tópicos

Introdução

Sonda trocadora

Indicações

Técnica de troca de cânula com uso da sonda trocadora

Complicações

Estiletes flexíveis

Indicações

Técnica

Complicações

Considerações finais

Referências bibliográficas

Introdução

Quando falamos em manejo de vias aéreas devemos ter em mente que, mesmo quando a avaliação pré-anestésica é adequada, podemos nos deparar com uma via aérea difícil. O anestesista ou o profissional responsável pelo procedimento deve estar capacitado a reconhecer e abordar uma via aérea difícil não prevista. Essa é uma situação potencialmente letal que aumenta de forma significativa a morbi-mortalidade do procedimento.

Neste capítulo falaremos sobre dois equipamentos que podem auxiliar no manejo de via aérea difícil e sobre suas aplicações e possíveis complicações: a sonda trocadora e os estiletes flexíveis.

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Medium 9788520437858

20. Cateter de injeção, ligadura elástica, endoloop, clipe metálico e overtube

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura, Everson Luiz de Almeida Artifon, Paulo Sakai Editora Manole PDF Criptografado

CATETER DE INJEÇÃO, LIGADURA

ELÁSTICA, ENDOLOOP, CLIPE

METÁLICO E OVERTUBE

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João Paulo Farias

Sergio B. Marques

Tomazo A. Prince Franzini

Dalton Marques Chaves

Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura

INTRODUÇÃO

O crescimento da endoscopia como especialidade terapêutica passa pelo aprimoramento dos acessórios utilizados durantes os procedimentos. Neste capítulo, há a abordagem dos dispositivos mais utilizados nas lesões hemorrágicas do trato digestivo.

CATETER DE INjEÇÃO

Os cateteres de injeção são utilizados para a injeção de soluções em tecidos, buscando controle de sangramentos. Dependendo do tipo de sangramento, diferentes soluções são aplicadas, levando a esclerose, constrição ou obliteração de vasos.

Os cateteres disponíveis no mercado podem ser utilizados em aparelhos diagnósticos de endoscopia e colonoscopia, com canais de trabalho convencionais. Possuem uma manopla anatômica, com dispositivo de retrair e expor a agulha e um local para a acoplagem de seringas com solução desejada. Na outra ponta, há uma agulha retrátil, que varia de 22 a 25 Gauge, medindo 4 ou 5 mm. Alguns modelos ainda apresentam um segundo canal de injeção por fora da agulha, que permite a lavagem de tecido, sem a retirada do cateter do canal de trabalho do aparelho.

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Medium 9788520435243

28. Os músculos – mecanismo de ação

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

28

Os músculos – mecanismo de ação

Efeitos dinâmicos dos músculos

F

A força muscular é aplicada sobre as alavancas ósseas, que Arquimedes descreveu em sua teoria (ver Cap.

30). Vamos apenas lembrar aqui que elas são de três tipos:

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alavanca do primeiro tipo, chamada interfixa; alavanca do segundo tipo, chamada inter-resistente; alavanca do terceiro tipo, chamada interpotente.

f1 x

f2

O Capítulo 30 é dedicado à teoria da alavanca.

y

Decomposição de uma força em dois vetores

Antes de falarmos sobre a aplicação de uma força muscular sobre um braço de alavanca óssea, precisamos compreender e demonstrar como se pode decompor um vetor força em duas componentes segundo quaisquer direções. Isso se faz construindo-se um paralelogramo de forças (Fig. 28.1).

Tomemos a força F que precisa ser decomposta em dois vetores, paralelos a duas direções dadas x e y

(setas pretas). A partir da origem da força F, traçamos duas paralelas às retas x e y.

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Medium 9788520433058

6. Biologia e mecânica óssea

David J. Magee, James E. Zachazewski, William S. Quillen Editora Manole PDF Criptografado

c a p í t u l o

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Biologia e mecânica óssea

Barbara J. Loitz-Ramage e Ronald F. Zernicke

Introdução

Embora o osso tenha uma aparência inerte a olho nu, ele é uma estrutura dinâmica que se remodela continua­ mente em resposta às mudanças em cargas mecânicas, hormônios sistêmicos e níveis séricos de cálcio. A relação dinâmica entre estrutura e função do osso, a lei de Wolff, faz com que esse seja o foco primário dos especialistas em exercícios e reabilitação interessados nas pessoas fisi­ camente ativas que impõem demandas mecânicas e sistê­ micas elevadas sobre seu esqueleto. A manutenção de um equilíbrio positivo entre as respostas esqueléticas adapta­ tivas e aquelas com uma adaptação inadequada é vital para otimizar a participação, o desempenho e a consolidação.

Neste capítulo, após apresentar uma visão geral da estrutura óssea, os autores enfatizam as relações entre estrutura e função do osso e o que as mudanças relaciona­ das ao exercício e desuso na dinâmica óssea revelam sobre os mecanismos de fundo do remodelamento ósseo. A dis­ cussão truncada sobre as outras funções do osso reflete somente a necessidade de mantermos o foco neste capítulo e não conota uma hierarquia de importância funcional.

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Medium 9788520435243

50. O centro de gravidade

Adalbert I. Kapandji Editora Manole PDF Criptografado

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O centro de gravidade

Nós somos obrigados a constatar: não somos “espíritos puros”. O corpo, por ser material, inclui uma massa e, juntamente, um peso, com os quais o sistema musculoesquelético deve lidar. Portanto, é necessário falar dos centros de gravidade e do centro de gravidade.

Para começar, o que chamamos de “centro de gravidade”?

É a Arquimedes (287-212 a.C.) que devemos a noção de centro de gravidade.

Essa é uma noção física ligada a todo corpo material que tem um peso:

É o ponto virtual onde se concentra a totalidade do peso desse corpo. Na ilustração da Figura 50.1

(centro de gravidade de um sólido qualquer), uma pera repousa todo seu peso (seta) sobre um plano sólido: esse peso é aplicado a seu próprio centro de gravidade

(estrela).

Lembremos que o peso de um corpo físico depende da intensidade da gravidade, quantificada pelo vetor g: na Terra, g = 9,81.

Ao contrário, na Lua, g = 1,6, o que significa que o mesmo objeto não pesa mais do que um sexto em relação a seu peso na Terra. Pois, segundo a fórmula conhecida, o peso p é igual à massa m multiplicada por g, a constante da gravidade.

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