81 capítulos
Medium 9788521620679

10. Ensaio de Tenacidade à Fratura

GARCIA, Amauri; SPIM, Jaime Alvares; SANTOS, Carlos Alexandre dos Grupo Gen PDF Criptografado

10

Ensaio de Tenacidade à Fratura

Ensaio de tenacidade à fratura  permite que se compreenda o comportamento dos materiais que contêm trincas ou outros defeitos internos de pequenas dimensões pela análise da máxima tensão que um material pode suportar na presença desses defeitos. O ensaio consiste na aplicação de uma força ou tensão de tração ou flexão em um corpo de prova confeccionado com um entalhe e uma pré-trinca obtida por fadiga, induzindo um ponto de triaxialidade ou de concentração de tensões. Graças aos resultados do ensaio na forma de curvas, conforme mostra a Fig. 10.1, é possível determinar o valor da intensidade de tensão que causa o crescimento da trinca e a consequente fratura do material. Dentre os principais parâmetros intrínsecos que exercem influência na tenacidade à fratura dos materiais — e em especial dos metais —, podem ser destacados a configuração geométrica do material estudado, as propriedades do material e o fator de intensidade de tensão (K).

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Medium 9788521632368

16. Compósitos

CALLISTER Jr., William D.; RETHWISCH, David G. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Cortesia de Black Diamond Equipment, Ltd.

16 Compósitos

Lâmina superior. Polímero à base de poliamida que possui uma temperatura de transição vítrea relativamente amente baixa e que resiste r

à formação de lascas.

Invólucro da caixa de torção. torção Compósitos reforçados com fibras as que usam fibras fibr de vidro, o, de aramida ou de carbono.

Uma variedade ariedade de tramas tr de tecidos e de pesos de reforço

é possível para par “ajustar” as características de flexão do esqui.

Núcleo Espuma, laminados verticais de madeira,

Núcleo. laminados de espuma de madeira, madeira, colmeia, e outros materiais. Entre as madeiras comumente usadas inclui-se materiais a madeira madeir de álamo,, o bambu, a balsa e o vidoeiro. para vibrações ações. A borracha é

Material par a absorção de vibr normalmente utilizada.

Camadas de reforço. Compósitos reforçados com fibras as que normalmente usam fibras de vidro. Uma variedade v de tramas amas de tecidos e pesos de reforço r

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Medium 9788521632368

17. Corrosão e Degradação dos Materiais

CALLISTER Jr., William D.; RETHWISCH, David G. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

17 C

� orrosão e Degradação dos Materiais

(a) Um Ford Sedan Deluxe 1936 que possui uma carroceria feita inteiramente em aço inoxidável não pintado. Seis desses carros foram fabricados para prover um teste definitivo quanto à durabilidade e resistência à corrosão dos aços inoxidáveis.

Cada automóvel rodou centenas de milhares de quilômetros por dia. Embora o acabamento da superfície no aço inoxidável permanecesse essencialmente o mesmo de quando o carro deixou a linha de montagem do fabricante, outros componentes em materiais que não o aço inoxidável, tais como motor, amortecedores, freios, molas, embreagem, transmissão e engrenagens, tiveram que ser substituídos; por exemplo, um

Cortesia de Dan L. Greenfield, Allegheny

Ludlum Corporation, Pittsburgh, PA

carro teve três motores.

(b) Em contraste, um automóvel clássico do mesmo período que o apresentado em (a), que está enferrujando em um campo em Bodie, Califórnia. Sua carroceria é feita em açocarbono comum, que um dia foi pintada. Essa tinta oferecia uma proteção limitada para o aço, que é suscetível à corrosão em ambientes atmosféricos normais.

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Medium 9788521626312

Capítulo 3 – Estruturas dos Metais e das Cerâmicas

CALLISTER, William D.; RETHWISCH, David G. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

3

Estruturas dos Metais e das Cerâmicas

(a) Fotografia de difração de raios X [ou fotografia de Laue

(Seção 3.20)] para um monocristal de magnésio. (b) Diagrama esquemático que ilustra como são produzidos os pontos (isto

é, o padrão de difração) em (a).

A barreira de chumbo bloqueia todos os feixes gerados pela fonte de raios X, exceto por um feixe estreito que se desloca em uma única direção. Esse feixe incidente é difratado por planos cristalográficos individuais no monocristal (que têm diferentes orientações), o que dá origem aos vários feixes difratados que impingem sobre a chapa fotográfica. As interseções desses feixes com a chapa aparecem como pontos quando o filme é revelado.

A grande mancha no centro de

(a) é oriunda do feixe incidente, que é paralelo a uma direção cristalográfica [0001].

Deve ser observado que a simetria hexagonal da estrutura cristalina hexagonal compacta do magnésio [mostrada em (c)] é indicada pelo padrão de pontos de difração que foi gerado.

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Medium 9788521617594

4. Metais

NEWELL, James Grupo Gen PDF Criptografado

4

Metais

Digital Vision

004newl.indd 88

6/8/10 19:22:26

S U M Á R I O

Como os Metais São Trabalhados?

4.1

Operações de Conformação

Que Vantagens as Ligas Oferecem?

4.2

4.3

4.4

4.5

4.6

4.7

Ligas e Diagramas de Fase

Aço-Carbono

Transições de Fase

Endurecimento por Envelhecimento (Endurecimento por Precipitação)

Cobre e Suas Ligas

Alumínio e Suas Ligas

Que Limitações Têm os Metais?

4.8

Corrosão

O que Acontece com os Metais após Suas Vidas Comerciais?

4.9

Reciclagem de Metais

Objetivos do Aprendizado

Ao final deste capítulo, um estudante deve ser capaz de:

• Explicar as quatro principais operações de forjamento.

• Explicar porque acontece o endurecimento por deformação, descrever sua influência sobre as propriedades e calcular a porcentagem de trabalho a frio.

• Explicar as alterações que ocorrem em um metal endurecido por deformação durante as três etapas do recozimento: recuperação, recristalização e crescimento de grão.

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