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Medium 9788582600016

Capítulo 5 - Tratamento da água

Cibele Schwanke Grupo A PDF Criptografado

Aline Grunewald Nichele

capítulo 5

Tratamento da água

Mesmo a água sendo fundamental para a saúde e o bem-estar humano, grande parte da população mundial não tem acesso a esse bem essencial com as características de potabilidade necessárias. E há perspectiva de uma escassez ainda maior de água.

A manutenção da vida depende da água. Entretanto, de toda a quantidade de água presente em nosso planeta, apenas um pequeno percentual é constituído de água doce, e um percentual ainda menor de água potável. Onde está e como preservar esse bem tão precioso?

Neste capítulo convidamos você a entender um pouco mais sobre a água, sua distribuição em nosso planeta e os processos envolvidos no tratamento de

águas e esgotos. Você vivenciará na prática profissional a impossibilidade de compreender a complexidade ambiental de forma fragmentada, pois a sustentabilidade depende de uma abordagem integrada e colaborativa.

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

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Medium 9788521619086

8 - Energia, Emissões e Ação

RICHTER, Burton Grupo Gen PDF Criptografado

8

Energia, Emissões e Ação

8.1

PREPARAR O TERRENO

Este capítulo passa a nossa discussão para como reduzir o efeito da energia que utilizamos no nosso ambiente. A quantidade de energia que utilizamos é tão grande que é difícil ter uma ideia do seu tamanho. Começamos comparando o suprimento total de energia primária (STEP) aos fenômenos naturais que possivelmente poderíamos utilizar para suprir as necessidades energéticas mundiais. O STEP de todas as fontes soma uma potência média anual de 14 terawatts (um terawatt equivale a um bilhão de watts), um número grande demais para ter algum significado para a maioria das pessoas. É a energia utilizada para acender todas as lâmpadas do mundo; mover todos os automóveis, caminhões, ônibus, trens, aviões e navios do mundo; produzir todo o aço, cimento, alumínio e outros metais; alimentar todas as fazendas; produzir todos os nossos computadores; e tudo mais que utilizamos.

No tempo em que o autor deste livro trabalhou como físico, ele fez experimentos envolvendo processos subnucleares e processos relacionados à escala do nosso cosmos; de um bilionésimo de bilionésimo de metro a 14 bilhões de anosluz. Esses números significam algo para o autor matematicamente, mas não são fáceis de visualizar. O mesmo acontece com o STEP. É difícil compreender o que são realmente 25 trilhões de barris de petróleo por ano (cobriria todo o território dos Estados Unidos com 33 cm de profundidade de petróleo), o que são muitos bilhões de toneladas de carvão (seis bilhões de toneladas dariam 907 kg de carvão para cada homem, mulher e criança da Terra) ou o que são trilhões de metros cúbicos de gás natural (6 trilhões de metros cúbicos de gás dariam, para cada pessoa,

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Medium 9788540701960

Capítulo 9 - Análise espacial de dados geográficos

André Henrique Rosa; Leonardo F. Fraceto; Viviane Moschini-Carlos Grupo A PDF Criptografado

9

Análise espacial de dados geográficos

ROBERTO WAGNER LOURENÇO, ANTONIO CESAR GERMANO MARTINS,

SANDRA REGINA MONTEIRO MASALSKIENE ROVEDA,

JOSE ARNALDO FRUTUOSO ROVEDA e PAULO MILTON BARBOSA LANDIM

Objetivos do capítulo

O Geoprocessamento representa a área do conhecimento que utiliza a interação entre técnicas matemático-estatísticas e computacionais, fornecidas pelos Sistemas de Informação Geográfica (SIG), para tratar os processos que ocorrem no espaço geográfico, ou seja, a informação cartográfica. A ferramenta computacional Sistema de

Informações Geográficas (SIG), permitem integrar e processar analiticamente dados georreferenciados de diversas fontes e criar bancos de dados para automatização e produção de documentos cartográficos. Assim, os procedimentos matemático-estatísticos empregados no tratamento de dados georreferenciados são parte integrante da análise espacial, e sua utilização é fruto da necessidade de se organizar, tratar e apresentar, sinteticamente, o grande volume de dados trabalhados buscando a análise da relação entre os fenômenos estudados e sua distribuição no espaço. Entre os exemplos de situações em que se quer obter respostas para problemas espaciais podem ser citadas: em geologia, a extensão de um depósito mineral; em epidemiologia, a ocorrência de doenças; em agronomia, o zoneamento agrícola; em engenharia ambiental, a localização de plumas de contaminação e ou a interação entre essas aplicações. Este capítulo procura sintetizar algumas de seu histórico científico e alguns exemplos de aplicações na área das ciências ambientais.

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Medium 9788521629610

Capítulo 7 - Consolidação das premissas

KOHN, Ricardo Grupo Gen PDF Criptografado

7

Consolidação das premissas

C

onforme consta do Capítulo 3, para estabelecer

as premissas iniciais de estudos ambientais em geral, foram considerados os seguintes aspectos: dd

dd

a legislação ambiental em vigor associada ao empreendimento e à sua área de influência; a primeira versão da HGSI, decerto incompleta, por meio da qual se podem verificar as vulnerabilidades e potencialidades ambientais da área, considerando seu clima, relevo, solos, recursos hídricos, biomas e comunidades em geral.

De fato, esses aspectos acarretam a necessidade de que sejam consolidadas três premissas: dd dd

dd

qual é o ementário legal de interesse; quais são os impactos previstos para ocorrerem na área de influência; e, por fim, qual é a definição final da área de influência considerada.

Após os processos até aqui realizados, é possível garantir que essas três premissas já se encontrem elaboradas. Deixaram de ser premissas para se tornarem a base de fundação dos estudos: dd

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Medium 9788520429754

Capítulo 20 - Regulação Econômica dos Serviços de Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

Regulação Econômica dos Serviços de

Saneamento Básico

20

Rudinei Toneto Junior

Economista, FEA‑RP-USP

Carlos César Santejo Saiani

Economista, Universidade Presbiteriana Mackenzie

Introdução

Neste capítulo, o objetivo é discutir a importância da regulação econô‑ mica no saneamento básico, apresentando as principais formas de regulação adotadas, destacando‑se a regulação de tarifas. A discussão será baseada nas experiências internacionais, sendo analisados, inclusive, alguns países que se destacam nesse aspecto: Estados Unidos, Inglaterra, França e Chile. Por últi‑ mo, serão apresentadas algumas considerações para o caso brasileiro.

REGULAÇÃO NO SANEAMENTO BÁSICO

Os serviços públicos ou de utilidade pública são, simplificadamente, aqueles que geram retornos sociais significativos e que, por isso, devem ter uma atenção especial da esfera pública, seja ofertando‑os diretamente, seja fiscalizando a provisão quando esta é delegada ao setor privado. Esses ser‑ viços diferenciam‑se quanto à possibilidade ou não de competição, ou seja, se são ou não monopólios naturais.

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