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Medium 9788521621836

Capítulo 5. Cinemática da Partícula no Espaço Físico

José Umberto Cinelli Lobo de Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

“Oliveira-V-Final”

Capítulo

2012/9/17

12:52

page 109

#109

5

Cinemática da Partícula no Espaço Físico

5.1

Introdução

Neste capítulo, em continuação dos conceitos cinemáticos tratados no Cap. 1, desenvolveremos alguns tópicos relativos à cinemática de uma partícula no R3 . Iniciaremos com um estudo mais aprofundado de algumas operações vetoriais importantes e das definições dos limites de funções vetoriais, bem como das derivadas dessas funções. Trataremos também as coordenadas curvilíneas (que contêm como casos particulares as coordenadas: cartesianas, polares, cilíndricas, esféricas, etc.). Durante a redação deste capítulo, preocupamo-nos com a compreensão dos fundamentos dos conceitos envolvidos para que as aplicações possam ser efetuadas de modo consciente e natural; afinal estamos estudando mecânica e não mecanismos de solução de problemas que caem em “prova de mecânica”.

5.2

Produto escalar e produto vetorial

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Medium 9788563308191

Transmissões por engrenag ens

Robert L. Norton Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

9

tRansmissões PoR enGRenaGens

Cíclico ou epicíclico, orbe em orbe.

John milton, pArAíso perdido

9.0

intRodUção

A referência mais antiga conhecida sobre a transmissão por engrenagens remete a um ensaio de Hero de Alexandria (século 100 a.C.). Transmissões por engrenagens são amplamente  aplicadas em máquinas e mecanismos, desde abridores de latas até navios porta-aviões. Quando é necessária a mudança da velocidade ou do torque de um dispositivo rotativo, uma transmissão por engrenagens ou outra similar, como a por correias ou correntes, provavelmente será  utilizada. Este capítulo irá abordar a teoria do funcionamento de dentes das engrenagens e o  projeto destes dispositivos de controle de movimentos. Os cálculos envolvidos neste processo  são considerados triviais quando comparados com os de cames e mecanismos de barras. O formato de dentes das engrenagens se tornou bastante normatizado devido a questões cinemáticas  que iremos explorar.

Engrenagens de diversos tamanhos e tipos são produzidas por muitas empresas. Transmissões prontas de diversas relações de redução também são encontradas para venda. O projeto cinemático de transmissões por engrenagens inclui a escolha de relações de redução apropriadas  e diâmetros de engrenagens. Um projeto de redutor por engrenagens completo deve levar em  consideração o cálculo de esforços e também de fadiga aos quais os dentes das engrenagens  estarão sujeitos. Este texto não irá abordar aspectos de análise de fadiga do projeto de engrenagens, existem muitos outros que têm como foco este tema. Alguns deles estão listados na  bibliografia ao final deste capítulo. Nele é abordada a cinemática da teoria de dentes de engrenagens, tipos de engrenagens e projeto cinemático do conjunto de engrenagens e transmissões  por engrenagens simples, compostas, reversas e epicicloidais. Transmissões por correntes e  correias também serão discutidas. Exemplos do uso destes dispositivos também serão apresentados.

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Medium 9788521613626

Capítulo 7 - Carregamento de Flexão: Tensões em Vigas

RILEY, William F.; STURGES, Leroy D.; MORRIS, Don H. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Carregamento de Flexão:

Tensões em Vigas

7.1 INTRODUÇÃO

Um elemento sujeito a cargas aplicadas no sentido transversal ao de sua maior dimensão e que fazem com que esse elemento venha a se curvar (fletir) é uma viga. A viga, ou elemento sob flexão, é encontrada com freqüência em estruturas e máquinas, e sua análise elementar de tensões constitui um dos aspectos mais importantes da mecânica (ou resistência) dos materiais. Por exemplo, a Fig. 7.1 é uma fotografia de uma viga em I, AB, biapoiada, colocada em um equipamento de ensaio e carregada nos terços do vão. A Fig. 7.2 ilustra a forma (exagerada) que a viga assume ao ser carregada.

Antes de prosseguir com as considerações sobre a análise de tensões de elementos sujeitos a flexão, pode ser oportuno classificar alguns dos vários tipos de vigas e de carregamentos encontrados na prática. Freqüentemente, as vigas são classificadas com base em seus apoios ou reações. Uma viga suportada por pinos, roletes ou superfícies lisas em suas extremidades e que tenha um

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Medium 9788536530413

11.5 Dimensionamento do Rolamento

Sarkis Melconian Editora Saraiva PDF Criptografado

1,5 ≤ fs ≤ 2,5 para exigências elevadas

1,0 ≤ fs ≤ 1,5 para exigências normais

0,7 ≤ fs ≤ 1,0 para exigências reduzidas

d) Carga Dinâmica

Quando o rolamento atuar com movimento (n ≥ 10rpm), é dimensionado pela capacidade de carga dinâmica (C).

e) Capacidade de Carga Dinâmica (C)

É a carga sob a qual 90% de um lote de rolamentos alcança um milhão de rotações, sem apresentar sinais de fadiga.

A capacidade de carga dinâmica dos diversos tipos de rolamento é encontrada nas tabelas que compõem os catálogos.

A capacidade de carga dinâmica que deve ter o rolamento para suportar com segurança as cargas aplicadas é determinada por:

C=

f

⋅P fn

Em que:

C - capacidade de carga dinâmica [kN]

P - carga dinâmica equivalente [kN] fn - fator de rotação [adimensional] fl - fator de esforços dinâmicos [adimensional]

f) Carga Dinâmica Equivalente (P)

Determina-se a carga dinâmica equivalente quando houver a atuação simultânea de cargas radial e axial no rolamento.

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Medium 9788577260263

Capítulo 9. Análise de Custo-Benefício e Economia do Setor Público

Leland Blank, Anthony Tarquin Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

9

Análise de CustoBenefício e Economia do Setor Público

Os métodos de avaliação, apresentados nos capítulos anteriores, são aplicados, usualmente, às alternativas do setor privado, ou seja, de corporações ou negócios lucrativos, ou mesmo sem fins lucrativos. Este capítulo introduz as alternativas do setor público e suas considerações econômicas. Aqui, os proprietários e usuários (beneficiários) são os cidadãos da unidade de governo – cidade, município, estado, província ou país. As unidades de governo têm mecanismos de arrecadação de recursos, tanto para os investimentos como para as operações de projetos, por meio de impostos, taxas de consumo, emissões de títulos e empréstimos. Há diferenças substanciais nas características das alternativas para o setor público e para o setor privado, assim como nas avaliações econômicas, conforme esboçamos na primeira seção. Parcerias entre os setores público e privado tornaram-se cada vez mais comuns, especialmente para grandes projetos de construção de infra-estrutura, como, por exemplo, grandes rodovias, usinas de geração de energia elétrica, desenvolvimento de recursos hídricos e afins.

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