148 capítulos
Medium 9788521203476

Capítulo 5 - Síntese de Polímeros - III outras reações

Eloisa Biasotto Mano, Marcos Lopes Dias, Clara Marize Firemand Oliveira Editora Blucher PDF Criptografado

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Química Experimental de Polímeros

1.5

Técnica em meio heterogêneo, em lama ...................................................195

1.5.1 Poliacrilonitrila (PAN) ....................................................................196

1.5.2 Polietileno linear (HDPE) ...............................................................199

1.5.3 Polipropileno isotático (iPP) ..........................................................202

1.5.4 Poliestireno isotático (iPS) .............................................................205

1.5.5 Poliestireno sindiotático (sPS) .......................................................208

2

Iniciação radiante ................................................................................................211

2.1 Técnica em meio heterogêneo, em lama ......................................................211

2.1.1 Poli(ácido metacrílico) sindiotático (sPMAA) ................................212

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Medium 9788521636373

Capítulo 5 Espectroscopia de RMN em Duas Dimensões

Robert Silverstein, Francis Webster, David Kiemle, David Bryce Grupo Gen ePub Criptografado

Os Capítulos 3 e 4 (com os quais o leitor já deve estar familiarizado) forneceram técnicas e métodos poderosos de elucidação das estruturas de compostos orgânicos, especialmente quando combinados com as informações obtidas das espectrometrias de infravermelho e de massas. Esses métodos de RMN são chamados coletivamente de “técnicas de uma dimensão”. Para aumentar nossas opções de trabalho, voltaremos agora à ressonância magnética nuclear. Usaremos quatro compostos como exemplos: o ipsenol (veja o Capítulo 3), o óxido de cariofileno (um derivado epóxi de um sesquiterpeno), a lactose (um dissacarídeo com ligação β) e um peptídeo pequeno (valina-glicina-serina-glutamato, VGSE). A Figura 5.1 mostra as estruturas desses compostos.

Esses compostos têm estruturas variadas. Os dois terpenoides têm os esqueletos de carbonos típicos de isoprenoides e têm grupos metila e metileno diastereotópicos. A lactose é um dissacarídeo com uma ligação β-1,4 entre a galactose e a glicose. A glicose é o resíduo redutor, que em solução em água existe na forma dos dois anômeros. O tetrapeptídeo, VGSE, contém quatro resíduos de aminoácidos diferentes e é um modelo razoável para algumas das propriedades espectroscópicas de uma proteína pequena. Os sinais de RMN associados a esses compostos podem ser difíceis de interpretar somente com o uso dos espectros unidimensionais de RMN de 1H e RMN de 13C.

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Medium 9788582715338

Capítulo 15 - Princípios da regulação metabólica

David L. Nelson, Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

15

Princípios da regulação metabólica

15.1

15.2

15.3

15.4

15.5

A

Regulação das vias metabólicas  575

Análise do controle metabólico  584

Regulação coordenada da glicólise e da gliconeogênese  589

Metabolismo do glicogênio nos animais  600

Regulação coordenada da síntese e da degradação do glicogênio  608

regulação metabólica, tema central em bioquímica, é um dos aspectos mais marcantes dos organismos vivos. Entre as milhares de reações catalisadas por enzimas que ocorrem nas células, é provável que não exista uma sequer que escape de alguma forma de regulação. Essa necessidade de regular cada aspecto do metabolismo celular se torna clara quando se examina a complexidade das sequências de reações metabólicas. Embora para o estudante de bioquímica seja conveniente dividir os processos metabólicos em “vias” que desempenham papéis distintos na economia celular, essa separação não existe na célula viva.

Ao contrário, cada via discutida neste livro está indissociavelmente entrelaçada em uma rede multidimensional de reações com todas as outras vias celulares (Figura 15-1).

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Capítulo 10 - Prevenção e controle; métodos físico-químicos e biocidas;preservação ambiental

Héctor A. Videla Editora Blucher PDF Criptografado

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Capítulo 10 - Balanços em Processos Transientes

Richard M. Felder, Ronald W. Rousseau, Lisa G. Bullard Grupo Gen PDF Criptografado

Balanços em Processos Transientes 525

CAPÍTULO

10

Balanços em Processos

Transientes

Diz-se que um sistema está na condição transiente (ou no estado não estacionário) se o valor de qualquer variável do sistema varia com o tempo. Os sistemas em batelada e semibatelada são sempre transientes: em um sistema em batelada, se nada muda com o tempo é porque nada está acontecendo, e em um sistema semibatelada (que tem uma corrente de entrada mas não de saída ou vice-versa), pelo menos a massa dos conteúdos do sistema deve variar com o tempo.

Os sistemas contínuos são sempre transientes quando estão na operação de partida ou de parada, e podem ficar transientes em outras ocasiões, como resultado de mudanças planejadas ou não nas condições operacionais.1

Os procedimentos para deduzir balanços em sistemas transientes são praticamente os mesmos desenvolvidos nos Capítulos 4 (balanços de massa) e 7 (balanços de energia). A principal diferença é que os balanços transientes têm termos de acúmulo diferentes de zero que são derivadas, de forma que, em vez de equações algébricas, os balanços são equações diferenciais.

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