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Medium 9788521633884

Parte III - 13 - Processamento de Materiais Cerâmicos e Cermetos

GROOVER, Mikell P. Grupo Gen PDF Criptografado

13

Processamento de Materiais

Cerâmicos e

Cermetos

Sumário

13.1 Processamento dos Materiais Cerâmicos

Tradicionais

13.1.1 Preparação da Matéria‑Prima

13.1.2 Processos de Moldagem

13.1.3 Secagem

13.1.4 Queima (Sinterização)

13.2 Processamento dos Materiais Cerâmicos

Avançados

13.2.1 Preparação dos Materiais

Precursores

13.2.2 Moldagem e Conformação

13.2.3 Sinterização

13.2.4 Acabamento

13.3 Processamento de Cermetos

13.3.1 Carbetos Cementados (Metais

Duros)

13.3.2 Outros Cermetos e Compósitos de

Matriz Cerâmica

13.4 Considerações sobre o Projeto de Produtos

Os materiais cerâmicos se dividem em três categorias:

(1) materiais cerâmicos tradicionais, (2) materiais ce‑ râmicos avançados e (3) vidros. O processamento do vidro envolve solidificação primária e é apresentado no Capítulo 9. No presente capítulo, são considera‑ dos os métodos de processamentos usados para os materiais cerâmicos tradicionais e avançados. Tam‑ bém são abordados os processamentos dos materiais compósitos com matrizes metálicas e cerâmicas.

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Medium 9788521615118

CAPÍTULO 4: Introdução ao Projeto

HOLTZAPPLE, Mark Thomas; REECE, W. Dan Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Introdução ao Projeto

A possibilidade de criar algo a partir do zero torna o projeto um dos mais excitantes aspectos da engenharia. Para serem bem-sucedidos, os engenheiros de projeto devem ter uma gama variada de talentos, incluindo conhecimento, criatividade, habilidade com pessoas e habilidade de planejamento. Como descrevemos sucintamente no capítulo de introdução, os engenheiros de projeto seguem o método de projeto de engenharia.

Neste capítulo, examinaremos o método de projeto de engenharia detalhadamente. Embora existam diversas variações, seguiremos as etapas ilustradas na Figura 4.1. As primeiras quatro etapas do método de projeto de engenharia são seqüenciais. As quatro etapas seguintes são repetidas três vezes: a primeira é um estudo de viabilidade, quando as idéias são alinhavadas; a segunda é um projeto preliminar, quando algumas das idéias mais promissoras são exploradas com mais detalhe; e a terceira é um projeto detalhado, quando desenhos e especificações altamente detalhados são preparados para a melhor opção de projeto. Finalmente, as últimas duas etapas seguem em seqüência. O resultado final do método de projeto de engenharia é um produto, um serviço ou um processo que atende às necessidades da humanidade. Freqüentemente, depois que o método é completado, o resultado final ainda pode ser melhorado, de forma que o processo é repetido, retornando à primeira etapa.

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Medium 9788521627388

8 - REPRESENTAÇÃO DE INTERVENÇÕES NO TERRENO EM ARQUITETURA E ENGENHARIA CIVIL

SILVA, Arlindo; RIBEIRO, Carlos Tavares; DIAS, Joáo; SOUSA, Luís Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

8

REPRESENTAÇÃO DE

INTERVENÇÕES NO

TERRENO EM

ARQUITETURA E

ENGENHARIA CIVIL

OBJETIVOS

Após estudar este capítulo, o leitor deverá estar apto a:

• Conhecer a teoria das projeções cotadas;

• Interpretar plantas e cartas topográficas e sua articulação com levantamento de perfis;

• Conhecer os conceitos fundamentais e aplicações dos sistemas de informação geográfica;

• Interpretar desenhos em estudos e projetos de planejamento regional e urbano;

• Analisar cartas e perfis geológicos;

• Executar estudos de implantação de obras.

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17.07.06, 04:57 PM

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Capítulo Oito

8.1 INTRODUÇÃO

A amplitude dos domínios de aplicação da representação gráfica no âmbito dos conceitos da geometria e, em particular, do desenho técnico é inerente à realização humana e não tem limites. Está neste âmbito a aplicação do desenho técnico na intervenção no espaço em que vivemos, no sentido da sua configuração e sucessiva readaptação aos nossos desígnios de âmbito funcional e estético, este último tantas vezes negligenciado.

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Medium 9788582600719

Capítulo 8 - Aditivos

A. M. Neville Grupo A PDF Criptografado

8

Aditivos

Frequentemente, em vez da utilização de um cimento especial, é possível alterar algumas das propriedades dos cimentos de uso mais comum pela incorporação de uma adição, um aditivo para cimento ou um aditivo para concreto. Em alguns casos, essa incorporação é a única maneira de se alcançar um determinado efeito. Existe um grande número de produtos registrados disponíveis. Seus efeitos desejados são descritos pelos fabricantes, mas alguns outros efeitos podem não ser conhecidos, de modo que um enfoque cauteloso, incluindo ensaios de desempenho, é sensato. Deve ser ressaltado que os termos “adição”* e “aditivo”**

Este capítulo trata principalmente dos aditivos químicos. Os agentes incorporadores de ar que têm como objetivo principal a proteção do concreto contra os efeitos deletérios de ciclos de gelo-degelo serão considerados no Capítulo 15. Os aditivos químicos são, essencialmente, os redutores de água (plastificantes), retardadores de pega e aceleradores, classificados pela ASTM C 494–05a, respectivamente, como

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Medium 9788521630791

12. Compensação de Poligonais e Cálculo de

McCORMAC, Jack; SARASUA, Wayne; DAVIS, William Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

12

Compensação de Poligonais e Cálculo de Áreas

12.1 INTRODUÇÃO

Embora este capítulo seja dedicado principalmente ao cálculo de áreas, diversos outros tópicos importantes são incluídos como a precisão do trabalho de campo, a compensação de erros e o uso de coordenadas em levantamentos.

Pode parecer para o leitor que a primeira parte deste capítulo trata somente de situações em que o topógrafo mede distâncias e ângulos ao longo do perímetro de uma parcela de terra. Entretanto, os autores estão tentando preparar os fundamentos sobre os quais todos os tipos de poligonais podem ser calculados, tais como os levantamentos simples por irradiamento de hoje.

12.2 CÁLCULOS

Quase todos os tipos de medições em levantamentos requerem alguns cálculos a fim de transformálos em uma forma mais útil para determinar distâncias, volumes de terraplanagem, áreas de terras etc. Este capítulo é destinado ao cálculo de áreas. Talvez a necessidade mais comum para cálculo de áreas surja em relação à transferência de títulos de propriedade, mas esses cálculos também são necessários para o planejamento e projeto de construções. Alguns exemplos óbvios são a locação de desmembramentos, construção de barragens e estudos em bacias hidrográficas para projetos de drenagem e pontes.

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