1655 capítulos
Medium 9788521624011

Tópico IV 21 - Higiene Industrial

Michael R. Lindeburg Grupo Gen PDF Criptografado

21

  Higiene Industrial

  1. Higiene Industrial

  2. Identificação de Riscos

  3. Limites de Exposição

  4. Gases, Vapores e Solventes

 5. Partículas

  6. Som e Ruído

 7. Radiação

  8. Estresse por Calor e Frio

 9. Ergonomia

10. Tipos de LTCs

11. Riscos Biológicos

Biologia

Nomenclatura a velocidade do som m/s

A atividade do metabolismo

W

A radioatividade

Bq

AM multiplicador assimétrico para elevação

B metabolismo basal

W

C concentração ppm, mg/m3

C constante para calcular a intensidade do som

C tempo de exposição sonora em um nível específico s

CL limite de calor máximo

ºC

CM multiplicador de acoplamento para elevação

DM multiplicador de distância para elevação

E exposição –

ECT temperatura de frio equivalente

ºC f frequência

Hz

FM multiplicador de frequência para elevação

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Medium 9788521624752

Tópico XVI - 73 - Hardware do Computador

Michael R. Lindeburg Grupo Gen PDF Criptografado

73

  1. Evolução do Hardware do Computador

  2. Categorização dos Computadores

  3. Arquitetura de Computadores

 4. Microprocessadores

  5. Controle da Operação do Computador

  6. Memória do Computador

  7. Paridade e Memória ECC

  8. Dispositivos de Entrada/Saída

  9. Dispositivos de Armazenamento Randômico

10. Dispositivos de Armazenamento Sequencial

11. Terminologia de Processamento

12. Telecomunicações

13. Redes Locais e de Longa Distância

1. �EVOLUÇÃO DO HARDWARE DO

COMPUTADOR

O termo hardware engloba os equipamentos e dispositivos que executam a preparação dos dados, entradas, processamentos, controle, armazenamento primário e secundário, e funções de saídas, mas isto não inclui os programas, rotinas e aplicações (isto é, software de computador) que controlam o computador.1

Computadores digitais são geralmente reconhecidos por seis principais estágios evolucionários pelos quais passaram.2,3

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Medium 9788521626374

Capítulo 2 - Conversão e Dimensionamento de Reatores

FOGLER, H. Scott Grupo Gen PDF Criptografado

Conversão e

Dimensionamento de Reatores

2

Seja mais preocupado com seu caráter do que com sua reputação, porque caráter é aquilo que você realmente é, enquanto reputação é apenas aquilo que os outros pensam que você é.

John Wooden, técnico, UCLA Bruins

Visão Geral. No primeiro capítulo, a equação geral do balanço molar foi deduzida e então aplicada aos quatro tipos mais comuns de reatores industriais. Uma equação de balanço foi desenvolvida para cada tipo de reator, e essas equações estão resumidas na Tabela R-1 no Capítulo 1. No Capítulo 2, mostraremos conceitualmente como podemos dimensionar e arranjar esses reatores, de tal modo que o leitor possa ver a estrutura do projeto de ERQ e não se perca em detalhes matemáticos.

Neste capítulo nós

•• Definimos conversão

•• Reescrevemos todas as equações de balanço para os quatro tipos de reatores industriais do Capítulo 1, em termos de conversão, X

•• Mostramos como dimensionar esses reatores (isto é, determinar o volume do reator), uma vez que a relação entre a velocidade de reação e a conversão é conhecida, ou seja, −rA = f(X) é dada

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Medium 9788521614890

3. Instalações Prediais de Esgotos Sanitários e de águas Pluviais

CREDER, Hélio Grupo Gen PDF Criptografado

3

Instalações Prediais de

Esgotos Sanitários e de Águas Pluviais

3.1 INTRODUÇÃO

3.1.1 Objetivos

As presentes instruções são baseadas na revisão da NB-19 da ABNT* que rege as instalações prediais de esgotos sanitários. Essa Norma estabelece os requisitos mínimos a serem obedecidos na elaboração do Projeto, na execução e no recebimento das instalações prediais de esgotos sanitários, para que elas satisfaçam as condições necessárias de higiene, segurança, economia e conforto dos usuários.

Atualmente as Normas NBR-5688 de Jan/99 regulam os sistemas prediais de água pluvial, esgoto sanitário, ventilação, tubos e conexões em PVC tipo DN (diâmetro nominal).

3.1.2 Campo de Aplicação a) Essa Norma se aplica às Instalações Prediais de Esgotos Sanitários de qualquer tipo de edifício, seja ele construído em zona urbana ou rural. b) Para os edifícios situados em zona urbana, essa Norma se aplica indistintamente nos casos de a zona ser servida ou não por sistemas públicos de esgotos sanitários. c) Não se enquadram nessa Norma aqueles tipos de esgotos que, devido às suas características de qualidade e temperatura, têm sua ligação vedada ao coletor público, conforme disposto na Norma.

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Medium 9788521633884

Parte III - 13 - Processamento de Materiais Cerâmicos e Cermetos

GROOVER, Mikell P. Grupo Gen PDF Criptografado

13

Processamento de Materiais

Cerâmicos e

Cermetos

Sumário

13.1 Processamento dos Materiais Cerâmicos

Tradicionais

13.1.1 Preparação da Matéria‑Prima

13.1.2 Processos de Moldagem

13.1.3 Secagem

13.1.4 Queima (Sinterização)

13.2 Processamento dos Materiais Cerâmicos

Avançados

13.2.1 Preparação dos Materiais

Precursores

13.2.2 Moldagem e Conformação

13.2.3 Sinterização

13.2.4 Acabamento

13.3 Processamento de Cermetos

13.3.1 Carbetos Cementados (Metais

Duros)

13.3.2 Outros Cermetos e Compósitos de

Matriz Cerâmica

13.4 Considerações sobre o Projeto de Produtos

Os materiais cerâmicos se dividem em três categorias:

(1) materiais cerâmicos tradicionais, (2) materiais ce‑ râmicos avançados e (3) vidros. O processamento do vidro envolve solidificação primária e é apresentado no Capítulo 9. No presente capítulo, são considera‑ dos os métodos de processamentos usados para os materiais cerâmicos tradicionais e avançados. Tam‑ bém são abordados os processamentos dos materiais compósitos com matrizes metálicas e cerâmicas.

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