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Medium 9788521623076

Parte Três - CAPÍTULO 8 - SISTEMAS DE PRODUÇÃO

TOMPKINS, James A.; WHITE, John A.; BOZER, Yavuz A.; TANCHOCO, J.M.A. Grupo Gen PDF Criptografado

8

sistemas de produção

8.1  INTRODUÇÃO

O projeto de instalações para sistemas de produção é extremamente importante devido à dependência econômica da empresa em relação ao desempenho da produção. Uma vez que a produção como um todo é uma função agregadora de valor, a eficiência das atividades de produção dará uma grande contribuição para a rentabilidade da empresa no curto e no longo prazo.

Uma ênfase maior na melhoria da qualidade, na diminuição dos estoques e no aumento da produtividade estimula o projeto de fábricas integradas, flexíveis e com capacidade de responder às demandas. A eficácia do arranjo físico das instalações e do manuseio de materiais nessas instalações será influenciada por uma série de fatores, incluindo alterações no(s)/na(s):

Mix e projeto dos produtos

Materiais e tecnologia de processamento

Tecnologia de manuseio, armazenagem e controle

Volumes de produção, programações e roteiros

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Medium 9788521634430

4 - Análise do Volume de Controle Utilizando Energia

MORAN, Michael J. Grupo Gen PDF Criptografado

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Análise do Volume de

Controle Utilizando

Energia c RESULTADOS DE APRENDIZAGEM

Quando você completar o estudo deste capítulo estará apto a…

demonstrar conhecimento dos conceitos fundamentais relacionados à análise de volumes de controle, incluindo distinguir entre regime permanente e análi­se transiente, distinguir entre vazão mássica e vazão volumétrica e os significados de escoamento unidimensional e de trabalho de escoamento.

aplicar os balanços de massa e de energia aos volumes de controle.

desenvolver modelos apropriados de engenharia para volumes de controle, com especial atenção para a análise de componentes normalmente encontrados na prática de engenharia como bocais, difusores, turbinas, compressores, trocadores de calor, dispositivos de estrangulamento e sistemas integrados que incorporam dois ou mais compo­nentes.

utilizar dados de propriedades na análise de volume de controle apro­pria­da­ mente.

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Medium 9788521629214

Capítulo 8 Tensões de Flexão e de Cisalhamento em Vigas

Barry Onouye, Kevin Kane Grupo Gen PDF Criptografado

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Tensões de Flexão e de

Cisalhamento em Vigas

Introdução

Um dos primeiros estudos a respeito da resistência e do deslocamento transversal de vigas foi realizado por Galileu Galilei. Galileu foi o primeiro a analisar a resistência à flexão de uma viga.

Assim, ele se tornou o fundador de um ramo da ciência inteiramente novo: a teoria da resistência dos materiais, que desempenhou uma parte vital da ciência da engenharia moderna.

Galileu começou com a observação de uma viga em balanço, ou cantiléver (Figura 8.1) sujeita a uma carga na extremidade livre.

Ele igualou os momentos estáticos da carga externa ao da resultante das forças de tração na viga (admitidas uniformemente distribuídas ao longo de toda a seção transversal da viga, conforme mostra a Figura 8.2) em relação ao eixo de rotação (admitido estar localizado na borda inferior da seção transversal engastada). Galileu concluiu que a resistência ao cisalhamento de uma viga não era diretamente proporcional à sua largura, mas, em vez disso, era proporcional ao quadrado de sua altura. Entretanto, como ele baseou sua proposição simplesmente em considerações de estática, sem ter ainda introduzido a noção de elasticidade — uma ideia proposta por Robert Hooke, meio século mais tarde —, Galileu errou na avaliação do valor absoluto da resistência à flexão em relação à tensão de tração na viga.

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Medium 9788521624752

Tópico XIV - 63 - Eletrostática e Eletromagnetismo

Michael R. Lindeburg Grupo Gen PDF Criptografado

63

  1. Carga Eletrostática

 2. Capacitores

  3. Fluxo Elétrico

  4. Densidade de Fluxo

  5. Lei de Gauss

 6. Permissividade

  7. Campos Elétricos

 8. Deslocamento

  9. Força sobre um Objeto Carregado

10. Força sobre um Dipolo

11. Movimento de Partícula Paralelo a um

Campo Elétrico

12. Movimento de Partícula em um Tubo de

Raios Catódicos

13. Trabalho em um Campo Elétrico

14. Energia Potencial

15. Potencial Elétrico

16. Corrente

17. Densidade de Fluxo Magnético

18. Lei de Gauss para um Campo Magnético

19. Força do Campo Magnético

20. Força entre Dois Polos Magnéticos

21. Força sobre uma Partícula Móvel em um

Campo Magnético

22. Trabalho em um Campo Magnético

23. Energia Potencial

24. Potencial Magnético

25. Campos Magnéticos Induzidos por Corrente

26. Tensão Induzida pelo Campo Magnético

27. Força entre Dois Fios Paralelos

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Medium 9788521613930

Capítulo 16. Transporte de Energia por Radiação

Robert Byron Bird, Edwin N. Lightfoo, Warren E. Stewart Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

TRANSPORTE DE ENERGIA

POR RADIAÇÃO

16.1

16.2

16.3

O ESPECTRO DA RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA

ABSORÇÃO E EMISSÃO EM SUPERFÍCIES SÓLIDAS

LEI DA DISTRIBUIÇÃO DE PLANCK, LEI DO

DESLOCAMENTO DE WIEN, E LEI DE STEFANBOLTZMANN

16.4

RADIAÇÃO

DIRETA ENTRE CORPOS NEGROS NO

VÁCUO A DIFERENTES TEMPERATURAS

16.5᭺ RADIAÇÃO

ENTRE CORPOS NÃO-NEGROS A

TEMPERATURAS DIFERENTES

16.6᭺ TRANSPORTE

DE ENERGIA RADIANTE EM MEIOS

ABSORVENTES

Concluímos a Parte I deste livro com um capítulo sobre fluidos que não podem ser descritos pela lei da viscosidade de

Newton, mas requerem diversos tipos de expressões não-lineares e dependentes do tempo. Agora concluímos a Parte II com uma breve discussão do transporte de energia radiante, que não pode ser descrita pela lei de Fourier.

Nos Caps. de 9 a 15, foi discutido o transporte de energia por condução e por convecção. Os dois modos de transporte dependem da presença de um meio material. Para que a condução ocorra, é necessária a existência de diferença de temperatura entre pontos vizinhos. Para que a convecção ocorra, deve existir um fluido livre para se movimentar e, assim, transportar energia. Neste capítulo, voltamos a atenção para um terceiro mecanismo de transporte de energia, a radiação. Radiação é, basicamente, um mecanismo eletromagnético que permite que a energia seja transportada com a velocidade da luz através de regiões do espaço desprovidas de matéria. A taxa de transporte de energia entre dois corpos “negros” no vácuo é proporcional à diferença da quarta potência de suas temperaturas absolutas. Esse mecanismo é qualitativamente muito diferente dos mecanismos de transporte considerados em outras partes deste livro: transporte de momento em fluidos newtonianos, que é proporcional ao gradiente da velocidade; transporte de energia por condução de calor, que é proporcional ao gradiente de temperatura; e o transporte de massa por difusão, que é proporcional ao gradiente de concentração. Devido à unicidade da radiação como meio de transporte e devido à importância da transferência de calor radiante em processos industriais, devotamos um capítulo separado a este assunto.

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