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Medium 9788521630111

Parte III - 24. Demodulador PPM

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF Criptografado

PRÁTICA 24

DEMODULADOR PPM

OBJETIVOS

◗ Observar na prática os conceitos da demodulação por posição de pulso

(Pulse Position Modulation — PPM).

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um demodulador PPM.

TEORIA

Noções sobre demodulação PPM

Demoduladores PPM podem ser implementados de duas formas:

• Filtragem passa-baixas e integração.

• Conversão do sinal PPM em sinal PWM.

O primeiro processo consiste em recuperar o sinal modulante a partir de uma filtragem passa-baixas seguida de uma integração, para recuperar somente o sinal modulante e não sua derivada. A Figura 24.1 ilustra um diagrama de blocos desse tipo de demodulador PPM.

No diagrama de blocos da Figura 24.1, o sinal e1(t) recuperado pela filtragem passa-baixas é dado por: e1 (t ) = −

E0τ 0 δ0 mωm sen (ωmt )

T0

(24.1)

Inserindo esse sinal no circuito integrador, obtém-se como sinal de saída: erec (t ) =

Sinal modulado

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Medium 9788521622369

Capítulo 10. Equações Gerais da Máquina Síncrona – Transformação de Park

Jordão, Rubens Guedes Grupo Gen PDF Criptografado

“Jordao” — 2013/5/6 — 13:34 — page 183 — #183

Capítulo 10

Equações Gerais da Máquina

Síncrona – Transformação de Park

10.1

Preliminares

No capítulo precedente, mencionamos as dificuldades existentes num equacionamento geral para as máquinas síncronas, em virtude do caráter variável de alguns de seus parâmetros, agravadas pela saliência dos polos.

Para se ter uma ideia da complexidade do problema, e sem cogitarmos das equações eletromecânicas, podemos adiantar que a cada um dos enrolamentos da máquina corresponderá uma equação (de Kirchhoff) do tipo v = ri + pψ ,

(10.1)

sendo ψ o fluxo total com ele concatenado.

Ignorando enrolamentos amortecedores, teremos:

 va = r ia + p ψa

v = r i + p ψ b

b

b

 vc = r ic + p ψc

v = r i + p ψ f f f

,

(10.2)

sistema em que as três primeiras equações se referem às três fases do induzido (A, B, C) e a

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Medium 9788521635123

Capítulo 2 - Modelos Matemáticos de Sistemas

DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H. Grupo Gen PDF Criptografado

caPÍTULO

2

Modelos Matemáticos de Sistemas

2.1 Introdução

2.2

Equações Diferenciais de Sistemas Físicos

2.3

Aproximações Lineares de Sistemas Físicos

2.4

A Transformada de Laplace

2.5

Função de Transferência de Sistemas Lineares

2.6

Modelos em Diagramas de Blocos

2.7

Modelos em Diagramas de Fluxo de Sinal

2.8

Exemplos de Projeto

2.9

Simulação de Sistemas Usando Programas de Projeto de Controle

2.10

Exemplo de Projeto Sequencial: Sistema de Leitura de Acionadores de Disco

2.11 Resumo

APRESENTAÇÃO

Modelos matemáticos de sistemas físicos são elementos-chave no projeto e na análise de sistemas de controle. O comportamento dinâmico é geralmente descrito com o uso de equações diferenciais ordinárias. Será considerada uma vasta gama de sistemas. Uma vez que a maioria dos sistemas físicos não

é linear, serão discutidas aproximações lineares, as quais possibilitam o uso de métodos baseados na transformada de Laplace. Prossegue-se então para a obtenção de relações entrada-saída, na forma de funções de transferência. Funções de transferência podem ser organizadas em diagramas de blocos ou em diagramas de fluxo de sinal para descrever graficamente as interconexões entre os blocos. Diagramas de blocos e diagramas de fluxo de sinal são ferramentas muito convenientes e naturais para o projeto e a análise de sistemas de controle complexos. Conclui-se o capítulo com o desenvolvimento de modelos de função de transferência para os vários componentes do Exemplo de Projeto Sequencial: Sistema de

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Medium 9788521632764

23 - Sistemas c.a. trifásicos balanceados

WAYGOOD, Adrian Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 23

Sistemas c.a. trifásicos balanceados

Ao término deste capítulo, você deverá estar apto a:

  1. explicar brevemente as maiores vantagens de sistemas trifásicos, comparados com sistemas monofásicos c.a.;

  2. identificar sistemas conectados em delta e em estrela;

  3. distinguir entre fases e linhas;

  4. explicar brevemente como as linhas são identificadas;

  5. esquematizar uma carga balanceada, trifásica, conectada em delta, mostrando toda tensão e corrente, “setas com sentido”;

  6. construir um diagrama fasorial trifásico para uma carga balanceada conectada em delta e em estrela, mostrando todas as tensões e correntes de linha e de fase;

  7. definir, para uma carga balanceada conectada em estrela, a relação entre suas tensões e correntes de linha e de fase;

  8. definir, para uma carga balanceada conectada em delta, a relação entre suas tensões e correntes de linha e de fase;

  9. expressar a potência total de uma carga balanceada, trifásica, conectada em delta ou em estrela;

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Medium 9788521628347

CAPÍTULO 3 - REVISÃO DE FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS

Ned Mohan Grupo Gen PDF Criptografado

3

REVISÃO DE FUNDAMENTOS

DE CIRCUITOS ELÉTRICOS

3.1 INTRODUÇÃO

O propósito deste capítulo é revisar os elementos da teoria básica dos circuitos elétricos que são essenciais para o estudo de acionamentos elétricos: o uso de fasores para analisar circuitos em estado permanente senoidal, a potência reativa, o fator de potência e a análise de circuitos trifásicos.

Neste livro, utilizaremos as unidades do sistema de unidades MKS e letras e símbolos das normas IEEE sempre que seja possível. As letras minúsculas v e i são utilizadas para representar os valores instantâneos de tensões e correntes que variam com o tempo. Elas podem, ou não, ser mostradas explicitamente como funções temporais. A direção da corrente positiva é indicada por uma seta, como mostra a Figura 3.1. De forma similar, as polaridades devem ser indicadas. A tensão vab se refere à tensão do nó “a” em relação ao nó “b”, isto é, vab = va – vb.

3.2 REPRESENTAÇÃO FASORIAL EM ESTADO

ESTACIONÁRIO SENOIDAL

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