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Medium 9788577806522

3A - Aplicações

Barros Neto, Benício de Grupo A PDF Criptografado

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Como Fazer Experimentos

Neste planejamento, o erro-padrão de um efeito é a metade do erro-padrão da resposta.1 Multiplicando-o pelo valor do ponto da distribuição de Student com oito graus de liberdade, chegamos ao intervalo de 95% de confiança para o valor de um efeito: ±1,525 × 10−2. Isso significa que somente os efeitos principais dos fatores 1 (tempo) e 3 (catalisador) e a interação 12 (tempo × temperatura) são significativos, nesse nível de confiança. Como queremos obter o maior grau de substituição, devemos fazer a hidrólise em 48 horas, usando o ácido trifluoroacético como catalisador.

A Figura 3A.1 nos ajuda a visualizar todos os resultados do experimento. As respostas obtidas com o TFA (os círculos) são sempre superiores. O efeito do aumento do tempo sobre a resposta, que é mostrado no eixo das abscissas, é atenuado quando a reação é realizada na temperatura mais alta, mas as duas maiores respostas foram obtidas com 48 horas de reação. Isso indica que deveríamos investigar tempos de hidrólise mais longos, talvez numa temperatura intermediária. Insistir no ácido propiônico como catalisador, porém, dificilmente valeria o esforço.

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Medium 9788540701960

Capítulo 11 - Manejo de solos degradados por ação antrópica

André Henrique Rosa; Leonardo F. Fraceto; Viviane Moschini-Carlos Grupo A PDF Criptografado

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Manejo de solos degradados por ação antrópica

WANDERLEY JOSÉ DE MELO, GABRIEL MAURÍCIO PERUCA DE MELO,

VALÉRIA PERUCA DE MELO, REGINA MÁRCIA LONGO, ADMILSON ÍRIO RIBEIRO e LIANDRA MARIA ABAKER BERTIPAGLIA

Objetivos do capítulo

O uso inadequado do solo em atividades agropecuárias, industriais e de mineração e o uso do solo para disposição final de resíduos diversos gerados pelas atividades humanas (lodo de esgoto, lixo urbano, resíduos da construção civil e industrial) podem levar o solo a um estado de degradação, tornando-o inapto para fins de produção de alimentos ou colocando em risco a saúde do ambiente e do homem (salinidade, compactação, erosão, contaminação por elementos-traço e outros poluentes, perda da fertilidade). Sendo o solo um bem não renovável, sua recuperação para reintegrá-lo ao sistema produtivo ou para a recuperação da paisagem original

é uma tarefa árdua, porém imperiosa. Neste capítulo, são abordados os fatores que podem levar à degradação do solo e as técnicas que podem ser utilizadas para a recuperação. Encerra-se o capítulo com a apresentação dos resultados de um estudo de caso sobre a recuperação de área degradada pela mineração de cassiterita (minério de estanho) na Floresta Nacional do Jamari, no Estado de Rondônia. Nesse estudo, são apresentadas as características da mineração usadas, os danos causados ao ambiente, incluindo o solo, e as técnicas que foram utilizadas para a recuperação

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Medium 9788580552065

Apêndice C - Teoria dos polos salientes das máquinas síncronas

Stephen J. Chapman Grupo A PDF Criptografado

apêndice

C

Teoria dos polos salientes das máquinas síncronas

O

circuito equivalente de um gerador síncrono, desenvolvido no Capítulo 4, é de fato válido apenas para máquinas construídas com rotores cilíndricos e não para máquinas construídas com rotores de polos salientes. Da mesma forma, a expressão da relação entre o ângulo de conjugado ␦ e a potência fornecida pelo gerador [Equação (4-20)] é válida apenas para rotores cilíndricos. No Capítulo 4, ignoramos os efeitos devidos às saliências nos rotores e assumimos que a teoria simples do rotor cilíndrico poderia ser aplicada. De fato, essa suposição não é ruim quando se trabalha com o regime permanente, mas é bem pobre quando queremos analisar o comportamento transitório de geradores e motores.

O problema com o circuito equivalente simples dos motores de indução é que ele ignora o efeito do conjugado de relutância sobre o gerador. Para compreender essa ideia, consulte a Figura C-1. Essa figura mostra um rotor de polos salientes sem enrolamentos dentro de um estator trifásico. Se um campo magnético de estator for produzido como está mostrado na figura, então ele induzirá um campo magnético no rotor. Como é muito mais fácil produzir um fluxo ao longo do eixo do rotor do que ortogonal ao eixo, então o fluxo induzido no rotor irá se alinhar com o eixo do rotor.

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Medium 9788582604199

Capítulo 1. Introdução à eletricidade

Amaury Pessoa Gebran; Flávio Adalberto Poloni Rizzato Grupo A PDF Criptografado

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CAPÍTULO 1

Introdução à eletricidade

Eletricidade é uma forma de energia. Assim, podemos afirmar que o estudo da eletricidade consiste em aprender maneiras de controlar a energia elétrica.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Definir elementos, compostos e resistência, bem como reconhecer suas funções nas instalações elétricas.

Descrever corrente elétrica, carga elétrica, tensão elétrica (contínua e alternada) e resistência elétrica, reconhecendo a importância e utilidade de cada uma delas na compreensão da eletricidade.

Explicar o funcionamento dos circuitos série, paralelo, monofásico, bifásico e trifásico.

Relatar o surgimento e o conceito das leis da eletricidade.

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InSTALAçÕeS eLÉTrICAS PredIAIS

Materiais elétricos

Todos os corpos são formados por matéria e podem ser classificados em elementos ou compostos. Dentro de cada pedaço de matéria há átomos, as menores partículas que a compõem.

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Medium 9788536317724

Capítulo 50. Diabete I: entrada de glicose na célula por estimulação da insulina, síntese de glicogênio e sinal de transdução

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Diabete I: entrada de glicose na célula por estimulação da insulina, síntese de glicogênio e sinal de transdução

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Diagrama 50.1 (página ao lado)

Esquema hipotético mostrando como a insulina estimula a entrada de glicose e a síntese de glicogênio.

Embora seja senso comum que a insulina diminui a concentração de glicose sanguínea, na realidade ela tem amplo espectro de efeitos não apenas sobre o metabolismo, mas também sobre a homeostase do potássio, o volume celular, a diferenciação e o crescimento celular. É notável que essas múltiplas ações sejam expressas por meio de um único tipo de receptor de insulina. A ligação desse hormônio ao seu receptor inicia seus variados, ou melhor, seus pleiotrópicos (do grego pleion, mais; tropos, tornar) efeitos por um complexo sistema de sinalização que não é ainda completamente compreendido. O Diagrama 50.1 resume dois mecanismos hipotéticos da estimulação insulínica para efetuar a translocação de

GLUT4, (transportador de glicose) até a membrana celular e facilitar a entrada da glicose estimulada por insulina para a síntese de glicogênio (Tab. 50.1).

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