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2 - Modais de Transporte, Tipos de Carga, Máquinas, Equipamentos e Ferramentas

LIMA, Edson Roberto de; STOCO, Fernando; TROMBETA, Heloisa Helena; MELLO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

Modais de

Transporte,

Tipos de Carga,

Máquinas,

Equipamentos e

Ferramentas

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Para começar

Este capítulo apresenta o conceito de transporte, trazendo os modais mais conhecidos. Além disso, lista alguns tipos de cargas, analisando os parâmetros necessários para a escolha dos modais conforme as especificidades dessas. Há ainda a descrição de máquinas, equipamentos e ferramentas mais utilizados na movimentação, levantamento e acomodação de diversos materiais.

Entende-se por transporte o deslocamento de pessoas ou cargas de um ponto a outro no espaço e em determinado período de tempo, em decorrência da ação de uma força, que lhe é imprimida exteriormente. Os transportes são classificados em três tipos: terrestres, aquáticos e aéreos.

Os transportes terrestres são divididos entre: rodoviário, ferroviário e dutoviário. Os aquáticos, também conhecidos como hidroviários, se classificam em dois grupos: marítimo e fluvial. Por fim, temos o aéreo. Esses três tipos de transporte se prestam para fins comerciais e domésticos.

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14 - Construção de uma Base Pessoal

CAETANO, Karen Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

14

Construção de uma

Base Pessoal

Para começar

Este capítulo tratará da questão do poder nas organizações e como ele pode alterar o clima organizacional e influenciar a produtividade.

14.1 O poder nas instituições

As disputas de poder evidenciam a necessidade de desenvolver bases de poder individual e coletivo, visando ao crescimento pessoal e organizacional. O empoderamento dos indivíduos pode influenciar a produtividade e a liderança.

Para Krauz (2005), “o poder é retratado não somente através de grupos sociais, mas também pelas grandes organizações representando um sistema econômico, político, social, ideológico e psicológico”.

As organizações são, com certeza, um dos locais onde se exerce o poder e, conforme o modelo adotado, ele assume a identidade da chefia e do patrão. Atualmente, nas organizações modernas, o poder depende dos valores, estrutura e cultura organizacional.

O poder não se detém como uma coisa, como uma propriedade que se possui ou não − o poder não existe, o que existe são práticas ou relações de poder. É algo que se exerce, que se efetua − não é um objeto, uma coisa, mas uma relação. O poder envolve a probabilidade de impor a própria

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Medium 9788536531724

7 - Teoria Clássica

CAETANO, Karen Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Teoria Clássica

Para começar

A busca por maior eficiência no trabalho e na produção é a base para todas as teorias. Neste capítulo, veremos que a Teoria Clássica tem como base a adequada disposição dos componentes organizacionais, sua inter-relação, estrutura e funcionamento institucional. A departamentalização, o desenvolvimento de estrutura organizacional e a centralização da tomada de decisão são algumas características.

7.1 Definição

A Teoria Clássica surgiu na França, tendo como principal representante o engenheiro francês

Henry Fayol, como uma forma antagônica à teoria científica de Taylor.

A Teoria Clássica defende a premissa de que a estrutura da organização e seus órgãos ou departamentos e pessoas (executores de tarefas) são responsáveis por oferecer condições de produção eficiente. Essa estrutura devidamente organizada pode oferecer o máximo de eficiência

(CHIAVENATO, 2003).

Para Fayol, administrar significa prever, organizar, comandar, coordenar e controlar. Dessa forma, são essas as funções administrativas da empresa e do administrador:

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1 - Estrutura Organizacional da Radiologia

CAETANO, Karen Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

Estrutura

Organizacional da

Radiologia

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Para começar

Um setor de Radiodiagnóstico disponibiliza uma série de exames imaginológicos, tendo inquestionável contribuição no diagnóstico e no tratamento dos clientes/pacientes.

Para que o serviço de Radiologia ofereça qualidade e segurança, necessita de planejamento e conhecimento das normas adequadas para a implantação e manutenção do serviço. Neste capítulo, você conhecerá como deve ser a estrutura física de uma unidade radiológica.

1.1 Unidade de Radiologia

A unidade de Radiologia possui algumas especificidades que influenciam sua localização, sua arquitetura, o fluxo de pessoas e equipamentos e, principalmente, os cuidados com a segurança de pacientes, acompanhantes e trabalhadores.

A seguir será apresentado como deve ser a estrutura física adequada para uma unidade radiológica.

1.1.1 Localização

Em setores como Unidade de Terapia Intensiva (UTI), centros cirúrgicos e pronto-socorros, o acesso rápido e fácil deve ser garantido, tanto para clientes externos quanto internos.

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6 - Equipe de Enfermagem

CAETANO, Karen Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

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Equipe de

Enfermagem

Para começar

Neste capítulo veremos que a proteção no trabalho é primordial para que os funcionários se mantenham saudáveis e em um ambiente seguro. Os efeitos do contato contínuo com a radioatividade podem provocar agravos não apenas na equipe, sendo necessário o controle do ambiente e o uso de equipamentos específicos de proteção.

6.1 Introdução

Os profissionais de enfermagem compõem as equipes multiprofissionais dos serviços de diagnóstico por imagem, oferecendo segurança no manejo dos pacientes, e em caso de reações colaterais e adversas aos medicamentos ministrados.

O processo de trabalho da enfermagem é baseado nos cuidados das pessoas e de suas necessidades integrais, e visam prevenir e cuidar dos agravos que possam ocorrer aos indivíduos em qualquer fase da vida. Além disso, a enfermagem busca oferecer cuidados de conforto e higiene adequados aos pacientes.

Para Melo et al. (2015), compete à enfermagem radiológica:

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