3621 capítulos
Medium 9788521628170

1 - INTRODUÇÃO

Walter Pfeil, Michèle Pfeil Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução

1.1

DEFINIÇÕES

As formas mais usuais de metais ferrosos são o aço, o ferro fundido e o ferro forjado, sendo o aço, atualmente, o mais importante dos três.

O aço e o ferro fundido são ligas de ferro e carbono, com outros elementos de dois tipos: elementos residuais decorrentes do processo de fabricação, como silício, manganês, fósforo e enxofre, e elementos adicionados com o intuito de melhorar as características físicas e mecânicas do material denominados elementos de liga.

O aço é a liga ferro-carbono em que o teor de carbono varia desde 0,008% até 2,11%

(Chiaverini, 1996). O carbono aumenta a resistência do aço, porém o torna mais frágil. Os aços com baixo teor de carbono têm menor resistência à tração, porém são mais dúcteis. As resistências à ruptura por tração ou compressão dos aços utilizados em estruturas são iguais, variando entre amplos limites, desde 300 MPa até valores acima de 1200 MPa (ver Tabelas A1.1 e

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Medium 9788521632795

CAPÍTULO 1 SISTEMAS DE POTÊNCIA: UM CENÁRIO VARIANTE

Ned Mohan Grupo Gen PDF Criptografado

1

SISTEMAS DE POTÊNCIA:

UM CENÁRIO VARIANTE

Os sistemas elétricos de potência são uma maravilha técnica e, de acordo com a Academia

Nacional de Engenharia [1], a eletricidade e sua acessibilidade são as maiores conquistas da engenharia do século XX, à frente de computadores e aviões.

A eletricidade é uma commodity altamente sofisticada sem a qual é difícil imaginar como a sociedade moderna poderia funcionar. Ela tem proporcionado a vários milhões de pessoas evitar o enfadonho trabalho diário de difíceis tarefas físicas. A eletricidade como utilidade

é também única, já que ela deve ser consumida no instante em que é produzida, pois armazená-la para uso futuro ainda é economicamente proibitivo, na maioria dos casos.

1.1

NATUREZA DOS SISTEMAS DE POTÊNCIA

Os sistemas de potência abrangem a geração de eletricidade até seu consumo final na operação desde computadores até secadores de cabelo. Por exemplo, a rede elétrica norte-americana, nos Estados Unidos e no Canadá, consiste em milhares de geradores, todos operando em sincronismo. Esses geradores são interligados ao longo de mais de 200 mil milhas de linhas de transmissão em 230 kV ou mais [2], como mostrado na Figura 1.1. Esse

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Medium 9788580555929

Capítulo 17 - Realimentação negativa

Albert P. Malvino, David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

17

Realimentação negativa

Em agosto de 1927, um jovem engenheiro de nome Harold Black tomou uma balsa de Staten Island, em Nova Iorque, para ir trabalhar. Para passar o tempo nas manhãs de verão, ele anotou rapidamente algumas equações sobre uma nova ideia. Durante os meses seguintes, ele dedicou-se à ideia e em seguida a submeteu a uma patente. Mas assim como acontece frequentemente com uma ideia verdadeiramente nova, ela era ridícula. O escritório de patentes rejeitou sua aplicação e a classificou como mais uma daquelas “loucuras de moto-perpétuo”. Mas apenas durante algum tempo. A ideia de Black era a realimentação negativa.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Sumário

17-1

17-2

17-3

17-4

17-5

17-6

17-7

Quatro tipos de realimentação negativa

Ganho de tensão de um

VCVS

Outras equações para VCVS

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Medium 9788582715253

24.2 Tipos de materiais de embalagem

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 24  Embalagem  781

mentos para os plásticos também é preocupante, uma vez que isso pode alterar as propriedades de barreira do material. Os materiais em questão são principalmente filmes flexíveis que contêm monômeros residuais dos processos de polimerização (veja Seção 24.2.4) e aditivos para plásticos, incluindo agentes nucleantes, estabilizantes, de enchimento, plastificadores, agentes antiembaçamento e pigmentos. Lee et al. (2008d) e Mercea

(2000) descrevem modelos para a difusão desses materiais em embalagens de polímeros. Alguns tipos de materiais de embalagem também contêm compostos voláteis que podem ser absorvidos e contaminar os alimentos. Estes podem surgir a partir do processo de fabricação (p. ex., solventes utilizados para fabricar filmes de polímeros ou recipientes) ou a partir de aditivos tais como revestimento de cera em papéis, lacas e compostos de vedação utilizados em latas e tampas, tintas de impressão ou rótulos adesivos. Os materiais devem ser, portanto, cuidadosamente selecionados para reduzir o risco de contaminação nos alimentos. Em recipientes metálicos, a interação entre ácidos, antocianinas, compostos de enxofre e outros componentes dos alimentos com o aço, flandres ou alumínio é evitada utilizando vernizes e revestimentos para o metal (veja Seção 24.2.2).

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Medium 9788521634188

29 - Transferência de Massa por Convecção entre Fases

James R. Welty, Gregory L. Rorrer, David G. Foster Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

29

Transferência de Massa por

Convecção entre Fases

No Capítulo 28, a transferência de massa por convecção no interior de uma única fase foi considerada; nesse caso, massa é trocada entre a superfície do contorno e um fluido em movimento, estando o fluxo relacionado a um coeficiente convectivo individual de transferência de massa. Muitas operações de transferência de massa, entretanto, envolvem a transferência de material entre duas fases em contato, em que o fluxo pode estar relacionado a um coeficiente convectivo global de transferência de massa. Essas fases podem ser uma corrente gasosa em contato com uma corrente líquida ou duas correntes líquidas, se forem imiscíveis. Neste capítulo, devemos considerar o mecanismo de transferência de massa estacionária entre as fases e as inter-relações entre os coeficientes convectivos individuais para cada fase e o coeficiente convectivo global.

O Capítulo 30 apresentará equações empíricas para os coeficientes convectivos individuais de transferência de massa envolvidos na transferência entre fases. Essas equações foram estabelecidas a partir de investigações experimentais. O Capítulo 31 apresentará métodos de aplicação desses conceitos de interfases para projeto de equipamentos de transferência de massa.

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