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4 - Fatores Psicossociais

GONÇALVES, Emanuela; BARSANO, Paulo Roberto; BARBOSA, Rildo Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

Fatores

Psicossociais

4

Para começar

O processo de envelhecimento impõe aos idosos nessa fase de sua vida diversas dificuldades que, muitas, vezes não são compreendidas, impondo, assim, problemas de adaptação à nova condição, em termos de saúde orgânica e mental, além de aspectos emocionais e psicológicos. Veremos algumas dessas causas e consequências, abordando os fatores psicossociais que levam o idoso ao processo de isolamento, dependência e exclusão social e como esses fatores podem ser minimizados.

4.1 Conceitos e origens

Avaliar a saúde mental não é uma tarefa fácil, pois é necessário que se avaliem vários fatores que se correlacionem para uma conclusão clara nos objetivos procurados. É uma missão que desafia especialistas no estudo do comportamento humano, em que aspectos psicológicos, sociais e de outras naturezas são importantes para traçar os problemas encontrados e, consequentemente, as suas soluções. Mas para o caro leitor o que isso significa?

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Capítulo 4. Uma revisão sistemática do uso de brinquedos de programar e kits robóticos: pensamento computacional com crianças de 3 a 6 anos

Rodrigo Barbosa e Silva; Paulo Blikstein Grupo A ePub Criptografado

pensamento computacional com crianças de 3 a 6 anos

André Luiz Maciel Santana, André Raabe

A criança inicia na educação infantil um processo de socialização, por meio do relacionamento com outras crianças da mesma faixa etária e com seus educadores. Sua inserção nesse espaço também propicia a aquisição de estratégias diferenciadas, que possibilitam novas formas de socialização e construção de conhecimentos.

Ao brincar, os envolvidos manuseiam objetos e, sem perceber, desenvolvem habilidades que são propiciadas por essa interação. Nesse contexto, brinquedos programáveis e kits robóticos podem ser utilizados como objetos de apoio para a resolução de problemas de forma lúdica, pois a criança se diverte e, ao mesmo tempo, desenvolve sua cognição. A relação entre a criança e a tecnologia e o resultado dessa interação vem sendo chamado de pensamento computacional (CT, do inglês computational thinking), expressão cunhada por Janette Wing em 2006. CT é comumente referido como um conjunto de habilidades e competências comuns à área de ciência da computação. Tais competências podem ser utilizadas para estimular a capacidade de resolver problemas, em diferentes níveis de abstração, em qualquer área do conhecimento e em qualquer fase da vida, explorando a criatividade e a construção do saber ao longo do tempo (WING, 2006).

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