6 capítulos
Medium 9788521630029

2 Teoria do Adensamento — Recalques

CAPUTO, Homero Pinto; CAPUTO, Armando Negreiros; RODRIGUES, J. Martinho de A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Teoria do Adensamento —

Recalques

2

2.1 A altura inicial de uma amostra é h0 5 2,0 cm e o seu índice de vazios ei 5 1,18. Submetida a um ensaio de adensamento, a altura se reduz para 1,28 cm. Qual o índice de vazios final?

Solução. Tem-se que:

Assim, para as condições iniciais:

que é a altura reduzida da amostra.

O índice de vazios final será, portanto:

2.2 O recalque total de um edifício construído sobre uma camada de argila rija, com 18 m de espessura, foi de 5,26 cm. Sabendo-se que a pressão média, na camada de argila, aumentou de 70 kN/m2, pede-se determinar o seu coeficiente de decréscimo de volume.

Solução. Considerando-se que a fórmula do recalque total

43

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08/07/15quarta-feira 14:38

44  Capítulo 2 também se escreve, multiplicando-se e dividindo-se por Dp:

ou, ainda, com

Dh 5 Dp ? h ? mv ,

tem-se que:

2.3 O recalque de um edifício apoiado sobre uma camada de argila, com 20 m de espessura, estabilizou em 4 cm após certo número de anos. A pressão média aplicada à camada era de 80 kN/m2. Calcule a perda especificada de água intersticial da camada de argila.

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Medium 9788521632764

2 - A “teoria do elétron” da eletricidade

WAYGOOD, Adrian Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

A “teoria do elétron” da eletricidade

Ao término deste capítulo, você deverá estar apto a:

  1. explicar a diferença entre a elementos b componentes;

  2. descrever a estrutura do modelo de Bohr de um

átomo;

  3. listar as cargas elétricas associadas com a prótons b elétrons;

  4. estabelecer as leis de atração e repulsão entre cargas elétricas;

  5. explicar o termo “elétron livre”;

  6. explicar o significado de um nível de valência de um átomo;

  7. explicar o que queremos dizer por “ionização” e

“íons positivo” e “negativo”;

  8. explicar a diferença entre condutores e isolantes;

  9. descrever uma corrente elétrica em metais, em termos do fluxo de elétrons livres;

10. descrever como a corrente fluindo em condutores não metálicos difere da corrente em condutores metálicos;

11. especificar a direção de a fluxo de elétrons na corrente b corrente convencional;

12. listar exemplos de e descrever aplicações para a condutores práticos b isolantes práticos;

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Medium 9788520432679

5. Aspectos jurídico-institucionais da regulação dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos

GALVÃO JR., Alceu de Castro; MELO, Alisson José Maia; MONTEIRO, Mario Augusto P. Editora Manole PDF Criptografado

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Aspectos jurídico-institucionais da regulação dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos

Alisson José Maia Melo

INTRODUÇÃO

É lugar comum no desenvolvimento da regulação no Brasil, apesar de mais de dez anos de história institucional, a constatação de deficiência generalizada, em âmbito nacional, de agências reguladoras de serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, resumindo-se a no máximo duas agências (Abar, 2012, p.22-3). Mesmo considerando a edição de leis federais que disciplinam em âmbito nacional o saneamento básico e os resíduos sólidos, a primeira já com mais de cinco anos de vigência, constata-se patente incipiência do modelo regulatório para essa componente do saneamento básico, carecendo da elaboração de instrumentos legais de regulação para a adequada prestação do serviço público (Abar, 2012, p.17). Nesse contexto, surge a importância do presente estudo, com o objetivo de apresentar alguns aspectos relevantes a serem considerados na elaboração de políticas públicas desse serviço, especificamente da atividade de manejo de resíduos sólidos, notadamente na designação da entidade responsável pela regulação.

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Medium 9788521636700

Evolução da organização do curso de Engenharia no Brasil

OLIVEIRA, Vanderli Fava de et al. Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo deste capítulo é apresentar um breve retrospecto sobre a organização do curso de Engenharia no país, considerando as alterações gerais que ocorreram desde a criação da primeira escola de Engenharia no Rio de Janeiro, em 1792, até os dias atuais. Para tanto, foi consultada a bibliografia disponível, principalmente as publicações dos Professores Silva Telles (1994a, b) e Pardal (1985), além de documentos históricos e da legislação pertinente, que culmina com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do Curso de Graduação em Engenharia, que constam da Resolução no 2 da Comissão de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE/CES), publicada em 24 de abril de 2019 (BRASIL, 2019a, 2019b).

Para melhor orientar este estudo é necessário caracterizar o que é Engenharia. Uma das definições mais antigas é a do inglês Thomas Tredgold (1788-1829): “Engenharia é a arte de dirigir as grandes fontes de energia da natureza para o uso e conveniência do homem”. Esta definição foi usada pelo citado autor em 1828, na elaboração dos estatutos do Institution of Civil Engineers (ICE), em Londres.

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Medium 9788521626350

Capítulo 1 – Panorama da Indústria do Petróleo

BRASIL, Nilo Indio do; ARAÚJO, Maria Adelina Santos; SOUSA, Elisabeth Cristina Molina de (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

Panorama da Indústria do Petróleo

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O petróleo já era conhecido na antiguidade, mas a sua exploração e refino somente se tornaram expressivos no final do século XIX, primeiramente com a produção do querosene, que substituiria o óleo de baleia, utilizado para iluminação, e, definitivamente, com o advento dos motores de combustão interna, operando segundo o ciclo Otto, que deram origem à demanda de gasolina.

Ao se produzir o querosene, se descobriu o valor da fração mais pesada, então residual, como combustível para uso em caldeiras e no aquecimento, em substituição ao carvão, e assim surgiu o óleo combustível, que foi usado primeiramente na indústria e, mais adiante, no comércio e em residências.

O óleo diesel só veio a encontrar um mercado consumidor a partir de 1919, quando o empresário Clessie Cummins, em Columbia, nos Estados Unidos, melhorou os motores que operavam no ciclo Diesel e fundou a Cummins

Engine Co.[1] e, em 1929, viabilizou o uso desse combustível em veículos automotores.

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