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Medium 9788580552515

Capítulo 1 - Coordenadas, eixos e movimento

Michael Fitzpatrick Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Coordenadas, eixos e movimento

A maior parte de um programa é composta das coordenadas dos pontos que se referem às distâncias para os eixos. Junto com as declarações que determinam como a máquina é usada, essas coordenadas X, Y e Z são empregadas tanto para o movimento da ferramenta como para o posicionamento da ferramenta em relação à peça, bem como para referência. Os eixos se referem aos mesmos que já aprendemos em fresadoras e tornos (Capítulos 3 e 4 do livro

FITZPATRICK, M. Introdução aos processos de usinagem Porto Alegre: AMGH, 2013), mas aqui, no

Capítulo 1, vamos formalizá-los. Estas quatro unidades são os alicerces de conhecimento para tudo em CNC e para o restante deste livro.

Objetivos deste capítulo

Identificar X, Y e Z – eixos lineares primários e secundários da máquina CNC.

Identificar A, B e C – eixos de rotação primários.

Identificar U, V e W – eixos lineares secundários.

Identificar pontos geométricos usando coordenadas cartesianas absolutas.

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Medium 9788582715338

Capítulo 7 - Carboidratos e glicobiologia

David L. Nelson; Michael M. Cox Grupo A PDF Criptografado

7

Carboidratos e glicobiologia

7.1

7.2

7.3

7.4

7.5

O

Monossacarídeos e dissacarídeos  241

Polissacarídeos 252

Glicoconjugados: proteoglicanos, glicoproteínas e glicoesfingolipídeos 261

Carboidratos como moléculas informativas: o código dos açúcares 267

Trabalhando com carboidratos  272

s carboidratos são as biomoléculas mais abundantes na Terra. A cada ano, a fotossíntese converte mais de

100 bilhões de toneladas de CO2 e H2O em celulose e outros produtos vegetais. Alguns carboidratos (açúcar e amido) são os principais elementos da dieta em muitas partes do mundo, e sua oxidação é a principal via de produção de energia na maioria das células não fotossintéticas.

Polímeros de carboidratos (também chamados de glicanos) agem como elementos estruturais e protetores nas paredes celulares bacterianas e vegetais e nos tecidos conectivos dos animais. Outros polímeros de carboidratos lubrificam as articulações e auxiliam o reconhecimento e a adesão intercelular. Polímeros de carboidratos complexos, ligados covalentemente a proteínas ou lipídeos, atuam como sinais que determinam a localização intracelular ou o destino metabólico dessas moléculas híbridas, chamadas de glicoconjugados. Este capítulo apresenta as principais classes de carboidratos e glicoconjugados e traz alguns exemplos de seus muitos papéis estruturais e funcionais.

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Medium 9788580555684

Capítulo 1 - Modelagem matemática e resolução de problemas de engenharia

Steven C. Chapra; Raymond P. Canale Grupo A PDF Criptografado

capítulo

1

Modelagem matemática e resolução de problemas de engenharia

O conhecimento e o entendimento são pré-requisitos para a implementação efetiva de qualquer ferramenta. Não importa quão incrível seja sua caixa de ferramentas, você terá dificuldades para consertar um carro se não entender como ele funciona.

Isso é particularmente verdade quando se usam computadores para resolver problemas de engenharia. Embora tenham uma utilidade potencial imensa, os computadores são praticamente inúteis sem um entendimento fundamental de como os sistemas da engenharia funcionam.

A princípio, esse conhecimento adquirido de forma empírica – isto é, por observação e experiência. Entretanto, embora tal informação adquirida empiricamente seja essencial, ela é apenas metade da história. Durante anos e anos de observação e experiência, os engenheiros e cientistas notaram que certos aspectos dos seus estudos empíricos ocorriam com frequência. Tal comportamento geral pode então ser expresso como leis fundamentais que essencialmente representam o conhecimento acumulado da experiência passada. Portanto, a resolução da maioria dos problemas de engenharia usa uma abordagem com as duas vertentes, a do empirismo e a da análise teórica (Figura 1.1).

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Medium 9788577802364

15 Circuitos Monofásicos

Gussow, Milton Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 15 • CIRCUITOS MONOFÁSICOS

345

onde VR = queda de tensão na resistência, V

VL = queda de tensão na indutância, V

VC = queda de tensão na capacitância, V

A queda de tensão através da resistência está em fase com a corrente que passa pela resistência (Figura 15-1b).

A tensão através da indutância está adiantada em relação à corrente na indutância em 90º. A tensão através da capacitância está atrasada em relação à corrente na capacitância em 90º (Figura 15-1b). Como VL e VC estão exatamente

180º fora de fase e agem exatamente em sentidos opostos, se somam algebricamente. Quando XL é maior do que XC, o circuito é indutivo, VL é maior do que VC e I está atrasada em relação a VT (Figura 15-1c).

Quando XC é maior do que XL, o circuito é capacitivo. Agora VC é maior do que VL, de forma que I está adiantada em relação a VT (Figura 15-2).

I, referência

arctg

(a) Diagrama de fasores, VC > VL

(b) Triângulo dos fasores de tensão, VC > VL

Figura 15-2 R, XL e XC em série; XC > XL para um circuito capacitivo.

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Medium 9788521627159

2. - Sistemas Dinâmicos Discretos

SAVI, Marcelo Amorim; PAULA, Aline Souza de Grupo Gen PDF Criptografado

2

Sistemas Dinâmicos

Discretos

U

m sistema físico pode ser representado por modelos contínuos ou discretos. Os sistemas discretos estão associados a um número finito de graus de liberdade (gdl), que são definidos como o número de coordenadas independentes necessárias para descrever completamente o movimento. Uma partícula livre para se movimentar em um espaço tridimensional possui três gdl associados a determinado sistema de coordenadas. Um corpo rígido no espaço requer 6 gdl para definir completamente seu movimento. O limite de um sistema discreto é o sistema contínuo que possui um número infinito de graus de liberdade.

A Figura 2.1 apresenta uma comparação entre sistemas compostos por diferentes graus de liberdade.

Inicialmente, mostra-se um pêndulo simples, com 1 gdl, representado pelo angulo θ. Note que, de fato, a dinâmica do pêndulo simples pode ser descrita a partir de coordenadas espaciais x e y. No entanto, existe uma restrição entre essas duas coordenadas, o que faz com que exista apenas uma coordenada independente, θ. O pêndulo duplo, por sua vez, necessita de duas coordenadas, θ1 e θ2, possuindo, portanto, 2 gdl. x

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