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Medium 9788521634942

8 - Dados Meteorológicos, Estatísticas e Processamento

MITCHELL, John W.; BRAUN, James E. Grupo Gen PDF Criptografado

Dados Meteorológicos,

Estatísticas e Processamento

Capítulo

8

8.1 INTRODUÇÃO

A meteorologia é a principal força que comanda o sistema de condicionamento do ar em edificações e o desempenho dos equipamentos. As variáveis meteorológicas que influenciam a operação da edificação e seus sistemas são a temperatura, a umidade, o vento e a radiação solar. Os ganhos e perdas de calor da envoltória da edificação dependem da temperatura do ambiente e da radiação solar; os ganhos das janelas são principalmente resultado da energia solar transmitida pelos vidros; as perdas de calor das fundações dependem da temperatura do solo; as correntes de ar de infiltração e de ventilação influenciam a temperatura ambiente e a umidade no interior da edificação; e o desempenho dos equipamentos é afetado pela temperatura ambiente. Embora essas variáveis meteorológicas possam ser consideradas entidades separadas, elas estão inter-relacionadas e dependentes da incidência da energia do Sol. O clima sofre modificações continuamente em escalas de tempo que variam de minutos a estações do ano. Ainda que essas variações acrescentem emoção à vida, elas complicam o trabalho do engenheiro que está projetando um sistema de AVAC para uma edificação.

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Medium 9788582601570

Capítulo 5 - Tipos de vistas

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Tipos de vistas

Já vimos que os desenhos são fundamentais para que exista comunicação adequada no setor da construção, por isso saber interpretá-los é indispensável. Este capítulo traz os princípios de projeção ortogonal (ou ortográfica), responsável por mostrar como o objeto é visto de todos os lados. Vamos aprender que uma única vista é quase sempre insuficiente para mostrar todos os detalhes do objeto de forma precisa. Além disso, você entenderá a importância de conhecer os símbolos de projeção e seus significados, assim como as notas, observações e outras informações possíveis. As vistas auxiliares, as diversas projeções e perspectivas também compõem este capítulo.

Objetivos deste capítulo

Comparar desenhos com duas e três vistas e vista única.

Interpretar adequadamente esses desenhos de acordo com as projeções ortogonais.

Identificar os símbolos de projeção.

Reconhecer as diferentes características entre projeções e desenhos.

Definir os princípios da perspectiva.

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Medium 9788521621614

9. Os Aerogeradores

PINTO, Milton de Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

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Os Aerogeradores

“O vento experimenta o que irá fazer com sua liberdade...”

João Guimarães Rosa

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Turbina eólica na cidade de Oesterwurth, no estado de

Schleswig-Holstein, Alemanha.

Foto: Dirk Ingo Franke, 2007, Creative Commons.

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Chama-se aerogerador o equipamento destinado a gerar energia elétrica a partir da energia fornecida

pelo vento. A energia cinética do vento movimenta a turbina, que produz energia mecânica, transmitindo-a ao gerador, que por sua vez faz a conversão de energia mecânica em elétrica.

9.1 Os Componentes de um Aerogerador

Em um aerogerador, além da turbina, que já comentamos, temos outras partes importantes: torre, nacele, caixa de engrenagens, cubo, gerador e pás, con­forme ilustrado na Figura 9.1.

Mecanismo de rotação

Nacele

Cubo

Gerador

Controle eletromecânico

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Medium 9788521620389

10 Fundações Superficiais

CAPUTO, Homero Pinto; CAPUTO, Armando Negreiros; RODRIGUES, J. Martinho de A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Fundações Superficiais

10

Estudaremos, sumariamente, neste capítulo, os princípios gerais de cál‑ culo dos blocos, sapatas, vigas e placas de fundação.

No que se refere à distribuição das pressões de contato, adotaremos as hipóteses usualmente consideradas.

10.1 Blocos

No caso de blocos alongados ou corridos (Fig. 10.1), a teoria matemá‑ tica da elasticidade nos mostra que, considerando um estado duplo de tensão, o valor máximo da tensão de tração se verifica na face inferior do bloco e é igual a: s t ,máx =

p

, tg b

−1 b

com p = P/bl, sendo l o comprimento do bloco e os demais símbolos como indicados na figura.

Assim, não haverá necessidade de armar um bloco sempre que st,máx for inferior à tensão de tração admissível (σt) para o material empre‑

Figura 10.1

231

232  Capítulo 10 gado, o que importa dizer que o ângulo b deverá ser maior que o valor dado pela equação: tgb p

= +1, b st

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Medium 9788580555684

Epílogo: Parte 2

Steven C. Chapra; Raymond P. Canale Grupo A PDF Criptografado

EPÍLOGO: PARTE 2

PT2.4  

PRÓS E CONTRAS

A Tabela PT2.3 fornece um resumo dos prós e contras envolvidos na determinação de raízes de equações algébricas e transcendentais. Embora os métodos gráficos sejam demorados, eles fornecem uma visualização do comportamento da função e são úteis na identificação de aproximações iniciais e possíveis problemas como raízes múltiplas. Portanto, se o tempo permitir, um esboço rápido (ou, melhor ainda, um gráfico computadorizado) pode fornecer informações valiosas relativas ao comportamento da função.

Os próprios métodos numéricos estão divididos em duas categorias gerais: os métodos intervalares e os métodos abertos. Os primeiros exigem duas aproximações iniciais que estão uma de cada lado de uma raiz. Esse fato de delimitar a raiz é mantido à medida que a solução prossegue e, portanto, essas técnicas são sempre convergentes. Entretanto, paga-se um preço por essa propriedade, já que a taxa de convergência é relativamente lenta.

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