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Medium 9788521629610

Capítulo 10 - Formulação dos cenários ambientais

Ricardo Kohn de Macedo Grupo Gen PDF Criptografado

10

Formulação dos cenários ambientais

C

enários ambientais são as ferramentas necessá-

rias para a realização dos cálculos estimativos de impactos ambientais e do processo de avaliação preconizado pela abordagem de avaliação de impactos ambientais (Capítulo 11).

Visando à formulação dos cenários ambientais, a equipe se prepara para realizar a avaliação quantificada de impactos ambientais. Acredita-se que a avaliação qualitativa dos impactos é essencial, mas a decisão de como tratá-los e em que ordem de prioridade deve ser considerada pela gerência dos estudos e depende de alguma medida quantitativa, mesmo que estimada. Com os trabalhos até aqui realizados, a formulação de cenários ambientais já se encontra efetuada em parte, conforme pode ser verificado a seguir.

 10.1   Elementos para formulação

de cenários

A metodologia de “cenarização” trabalha com quatro cenários ambientais, sendo um o cenário diagnosticado, atual, e três cenários futuros dele decorrentes. Seguem seus respectivos conceitos e considerações.

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Medium 9788521635123

Capítulo 13 - Sistemas de Controle Digital

Richard C. DORF, Robert H. BISHOP Grupo Gen PDF Criptografado

ca P Í T U L O

13

Sistemas de Controle Digital

13.1 Introdução

13.2

Aplicações de Sistemas de Controle com Computador Digital

13.3

Sistemas com Dados Amostrados

13.4

A Transformada z

13.5

Sistemas com Dados Amostrados com Realimentação em Malha Fechada

13.6

Desempenho de um Sistema de Segunda Ordem com Dados Amostrados

13.7

Sistemas em Malha Fechada com Compensação com Computador Digital

13.8

O Lugar Geométrico das Raízes de Sistemas de Controle Digital

13.9

Implementação de Controladores Digitais

13.10 Exemplos de Projeto

13.11 Sistemas de Controle Digital Usando Programas de Projeto de Controle

13.12 Exemplo de Projeto Sequencial: Sistema de Leitura de Acionadores de Disco

13.13 Resumo

APRESENTAÇÃO

Um computador digital frequentemente hospeda o algoritmo de controle em um sistema de controle com realimentação. Uma vez que o computador recebe dados apenas em intervalos de tempo específicos, é necessário desenvolver um método para descrever e analisar o desempenho de sistemas de controle por computador. Neste capítulo, é feita uma introdução ao tópico de sistemas de controle digital. O conceito de um sistema com dados amostrados é apresentado seguido por uma discussão sobre a transformada z. Pode-se usar a transformada z de uma função de transferência para analisar a estabilidade e a resposta transitória de um sistema. Os fundamentos da estabilidade em malha fechada com um controlador digital na malha são cobertos com uma breve apresentação do papel do lugar geométrico das raízes no processo de projeto.

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Medium 9788521616870

Capítulo 8 TRANSFORMAÇÕES DAS TENSÕES E DAS DEFORMAÇÕES

Ansel C. Ugural Grupo Gen PDF Criptografado

TR ANSFORMAÇÕES

DAS TENSÕES E DAS

DEFORMAÇÕES

8

Tópicos do Capítulo

8.1

8.2

8.3

8.4

8.5

8.6

*8.7

8.8

*8.9

*8.10

8.11

*8.12

*8.13

Introdução

Estado Plano de Tensões

Tensões Principais

Tensão Cisalhante Máxima

Círculo de Mohr do Estado Plano de Tensões

Problemas

Tensão Cisalhante Máxima Absoluta

Tensões Principais no Estado Geral de Tensões

Vasos de Pressão de Paredes Finas

Vasos de Pressão Cilíndricos de Paredes

Grossas

Problemas

Estado Plano de Deformações

Círculo de Mohr para o Estado Plano de

Deformações

Medições das Deformações; Rosetas de

Deformação

Relação Envolvendo E,  e G

Problemas

Resumo do Capítulo

Referências

O estado de deformações na superfície de um componente carregado pode ser medido por rosetas elétricas (strain-gage rosettes), como a mostrada nesta foto, que devem ser coladas/soldadas à superfície. Este capítulo é dedicado à análise das tensões e das deformações ocorrentes em estruturas e componentes de máquinas. A aplicação a vasos de pressão também é discutida. Cortesia da Micro-Measurements Division, Vishay Intertechnology, Inc.

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Medium 9788521615361

CAPÍTULO 6 - CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA CONTENDO ASSOCIAÇÕES MISTAS DE RESISTORES

Silva Filho Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA

CONTENDO ASSOCIAÇÕES

MISTAS DE RESISTORES

6.1 ASSOCIAÇÕES MISTAS DE RESISTORES

São aquelas que contêm resistores associados em série, em paralelo e/ou de modo diverso:

R1

R2

R3

R4

Figura 6.1 Exemplo de associação mista de resistores.

Para se determinar o resistor equivalente nesse tipo de associação deve-se fazer o seguinte:

• identificar os resistores que estejam de fato associados em série;

• identificar os resistores associados em paralelo;

• determinar os resistores equivalentes das associações em série e em paralelo e redesenhar o circuito, substituindo as associações em série e em paralelo por seus respectivos resistores equivalentes; ao se redesenhar o circuito, o circuito será simplificado e surgirão novas associações em série e/ou em paralelo;

• repetir esses passos até sobrar um único resistor, que será o resistor equivalente do circuito.

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Medium 9788521625568

Capítulo 15 - Gerenciamento de Materiais

Daniel W. Halpin, Ronald W. Woodhead Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 15

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS

15.1 PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DE MATERIAIS

No relacionamento contratual tradicional, o proprietário contrata uma empresa de engenharia ou um gerente de construções para a construção de um empreendimento e o projeto com um arquiteto. O construtor geral, através de seu contrato com o proprietário, se obriga a executar o serviço de acordo com as instruções, especificações e desenhos do arquiteto. Portanto, o arquiteto é o agente do proprietário durante o projeto e a execução de um empreendimento. A

Fig. 15.1 mostra as linhas de comunicação que são estabelecidas entre as três partes.

Tudo o que constituir os meios necessários para a construção de um edifício está sujeito à revisão do arquiteto ou do profissional responsável pelo projeto. O empreiteiro normalmente delega a responsabilidade para algumas das categorias de trabalho existentes no empreendimento para subempreiteiros e fornecedores. Essa delegação é feita através

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