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Medium 9788580552065

Capítulo 6 - Motores de indução

Stephen J. Chapman Grupo A PDF Criptografado

capítulo

6

Motores de indução

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Compreender as diferenças fundamentais entre um motor síncrono e um motor de indução.

Compreender o conceito de escorregamento de rotor e sua relação com a frequência do rotor.

Compreender e saber usar o circuito equivalente de um motor de indução.

Compreender os fluxos de potência e o diagrama de fluxo de potência de um motor de indução.

Ser capaz de usar a equação da curva característica de conjugado versus velocidade.

Compreender como a curva característica de conjugado versus velocidade varia com as diversas classes de rotor.

Compreender as técnicas usadas para a partida dos motores de indução.

Compreender como a velocidade dos motores de indução pode ser controlada.

Compreender como medir os parâmetros do modelo de circuito do motor de indução.

Compreender como a máquina de indução é usada como gerador.

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Medium 9788521626312

Capítulo 6 – Difusão

CALLISTER, William D.; RETHWISCH, David G. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

6

Difusão

A

primeira fotografia nesta página é de uma engrenagem de aço que foi endurecida superficialmente. A camada mais externa da superfície foi endurecida seletivamente por um tratamento térmico a alta temperatura durante o qual o carbono da atmosfera circundante se difundiu para o interior da superfície. A superfície endurecida aparece como a borda escura mais externa do segmento da engrenagem que foi seccionado. Esse aumento no teor de carbono eleva a dureza da superfície (como explicado na Seção 11.7), o que por sua vez leva a uma melhoria na resistência da engrenagem ao desgaste. Além disso, são introduzidas tensões compressivas residuais nessa região da superfície; essas tensões dão origem a uma melhora na resistência da engrenagem a uma falha por fadiga durante sua operação (Capítulo 9).

Engrenagens de aço com endurecimento da superfície são usadas nas transmissões de automóveis, semelhantes àquela mostrada na fotografia diretamente abaixo da engrenagem.

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Medium 9788582715253

12.3 Efeitos sobre os alimentos

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12   Esterilização pelo calor   497

a esterilização, o produto era rapidamente resfriado com água fria e ar estéril, e o condensado formado removido. No entanto, o sistema tinha uma capacidade relativamente baixa, operação complexa e custo de capital relativamente alto, e, por essas razões, não foi amplamente empregado.

Da mesma forma, no sistema “Twintherm”, alimentos particulados eram aquecidos por injeção direta de vapor em um vaso cilíndrico horizontal pressurizado giratório. Após esterilizadas, as partículas eram resfriadas com líquido esterilizado em trocadores de calor convencionais e levadas ao envasador asséptico. Havia a alegação de que esse sistema permitia um tratamento mais suave e uniforme das partículas, comparado ao processo contínuo, e tem sido utilizado comercialmente para produzir sopas (Ohlsson, 1992; Alkskog,

1991). O sistema de processamento térmico específico fracionado (FSTP do inglês fraction-specific thermal processing) utiliza um vaso cilíndrico com placas que giram lentamente em um eixo, formando gaiolas que seguram as partículas enquanto elas rodam em torno do cilindro, da entrada até os tubos de descarga. O líquido move-se livremente através das gaiolas, promovendo rápida transferência de calor. Novamente, o componente líquido é esterilizado separadamente em trocadores de calor convencionais e é, então, utilizado para carregar as partículas esterilizadas ao envasador (Hermans, 1991). Outros sistemas desenvolvidos foram: o “multitherm” e o “Achilles”, em que o alimento é aquecido por uma combinação de líquido quente com energia de micro-ondas. Esses métodos são descritos com mais detalhes por Buchner (2012), Ohlsson (2002) e Willhoft (1993). No entanto, esses processos apresentaram dificuldades práticas e o foco para o desenvolvimento é, atualmente, sobre os equipamentos de contrapressão e sistemas de tanque pressurizado (Sandeep, 2004). O fluxo de alimentos bifásicos contendo partículas ao longo de trocadores de calor é altamente complexo e a pesquisa continua para se conseguir uma maior compreensão do controle da transferência de calor nesses sistemas.

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Medium 9788521634539

Parte 5 Recursos

MACCAHAN, Susan Grupo Gen PDF Criptografado

5

Recursos

MCCAHAN Parte 05_01.indd 386

17/08/17 17:37

R E C U R S O S > E S T I M AT I VA > 1

Introdução à Estimativa

1

#módulo de recurso: #estimativa

Resultados da aprendizagem

Até o final deste módulo, você deve demonstrar capacidade para:

• Reconhecer as situações nas quais uma estimativa é preferível a um cálculo detalhado

• Formular a questão fundamental de uma dada situação

• Formular uma resposta significativamente apropriada para a questão fundamental

Leitura recomendada

Depois deste módulo:

• Recursos > Estimativa > 2. Técnicas de Estimativa

1. Introdução

Os engenheiros muitas vezes precisam fazer cálculos aproximados rápidos quando não têm o tempo nem a informação necessária para fazer cálculos precisos. Exceto para operações simples de contagem e aritmética, as medidas físicas e os cálculos com base nessas medições quase sempre envolvem aproximações. O truque é fazer as medições com cuidado e as aproximações boas o suficiente, de tal modo que a resposta resultante tenha a acurácia necessária. Se você está à procura de novas partículas subatômicas usando um acelerador de partículas (esmagador de átomos), serão necessárias medições incrivelmente acuradas.

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Medium 9788521628170

2 - PEÇAS TRACIONADAS

PFEIL, Walter; PFEIL, Michèle Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

Peças Tracionadas

2.1

TIPOS CONSTRUTIVOS

Denominam-se peças tracionadas as peças sujeitas a solicitações de tração axial, ou tração simples.

As peças tracionadas são empregadas nas estruturas, sob diversas formas, conforme ilustrado na Fig. 2.1:

tirantes ou pendurais; contraventamentos de torres (estais); travejamentos de vigas ou colunas, geralmente com dois tirantes em forma de X; tirantes de vigas armadas; barras tracionadas de treliças.

As peças tracionadas podem ser constituídas por barras de seção simples ou composta, como, por exemplo (ver Fig. 2.2):

– barras redondas;

– barras chatas;

Fig. 2.1 Elementos tracionados em estruturas.

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Capítulo 2

Fig. 2.2 Tipos de perfis utilizados em peças tracionadas: (a) barra redonda; (b) barra chata: (c) perfil laminado simples (cantoneira); (d) seções compostas de dois perfis laminados (dupla cantoneira com faces opostas ou cantoneiras opostas pelo vértice).

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