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2.4 Iluminação de interiores

Roberto Machado Editora Saraiva PDF Criptografado

d) Semi-indireta: quando parte do fluxo luminoso chega ao plano de trabalho por efeito indireto e a outra parte é diretamente dirigida a ele, sendo que, neste caso, o efeito predominante deve ser o indireto. e) Geral-difusa: quando o fluxo luminoso apresenta praticamente a mesma intensidade em todas as direções.

2.4 Iluminação de interiores

Um projeto de iluminação industrial demanda estudo para indicar a solução mais adequada em função das atividades desenvolvidas. Em geral, as construções industriais têm um pé-direito que pode variar de 3,5 até 9 m. Assim, é comum a utilização de projetores de facho de abertura média com lâmpadas a vapor de mercúrio ou de luminária com pintura difusora com lâmpadas fluorescentes. As luminárias fluorescentes, em geral, são fixadas em pontos de altura inferior.

Figura 2.15 – Maneira de instalar luminárias fluorescentes.

Algumas considerações básicas são interessantes para orientar o profissional em um projeto de iluminação industrial: a) Não utilizar lâmpadas incandescentes na iluminação principal. b) Utilizar lâmpadas incandescentes somente na iluminação de emergência ou na iluminação localizada em certos tipos de máquinas, em banheiros sociais, como iluminação decorativa ou em outras aplicações em que forem exigidos pouca iluminância e número reduzido de luminárias. c) Tornar a iluminação o mais uniforme possível. d) A relação entre as iluminâncias dos pontos de menor e maior iluminamento, preferencialmente, não deve ser inferior a 0,70. e) Em prédios com o pé-direito igual ou inferior a 6 m é conveniente utilizar lâmpadas fluorescentes em linhas contínuas ou ininterruptas.

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Medium 9788582604915

Capítulo 8. Edificações sustentáveis, urbanismo sustentável

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Edificações sustentáveis, urbanismo sustentável

Abatidas pelas megatendências de mudanças climáticas e exaurimento de recursos, nossas cidades precisarão de múltiplas estratégias para se adaptarem com resiliência. Nos capítulos anteriores, examinamos os investimentos que as cidades podem fazer em termos de transporte, alimentos, água, efluentes, resíduos sólidos e infraestrutura natural para tornarem seu metabolismo mais resiliente. Esses elementos fornecem boa parte da armação sobre o qual as cidades prosperam.

Outro elemento importante do metabolismo de qualquer cidade é a energia. Nos subúrbios, o automóvel costuma ser o maior consumidor de energia, sendo que seus gastos para ir e voltar de casa muitas vezes são tão altos quanto a energia consumida na própria residência. Mas nas cidades a história é outra.

Na cidade de Nova York, por exemplo, 80% de toda a energia é consumida por seus prédios. Se a intenção é aumentar a resiliência de uma cidade, um ponto de alta alavancagem é tornar seus prédios mais verdes ou sustentáveis. Uma cidade pode reduzir o consumo de energia e de água em seus prédios mediante um pacote integrado de regulamentos, incentivos, investimentos, mensurações e feedback para modificar os comportamentos de seus ocupantes. Tais programas também fazem sentido em termos econômicos. Em geral, não é muito caro alcançar reduções de até 30% no consumo de energia e água, o que gera um retorno sobre o investimento na ordem de 20% ao ano para seus proprietários. Com financiamento apropriado, reduções ainda maiores são possíveis.

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Medium 9788536509112

4.3 Direção da comunicação

Ligia Castiglioni Editora Saraiva PDF Criptografado

Mensagem

Emissor

Canal

Receptor

Figura 4.1 – Esquematização do processo de comunicação.

Cada um desses elementos ou componentes influi diretamente na interpretação elaborada pelo indivíduo. O que irá fazer com que ambos cheguem a um denominador comum é exatamente a troca de informações e a utilização do que mais se aproxima do senso comum, os intitulados estereótipos, que farão com que se forme um novo significado para que ambos prossigam a comunicação.

4.3 Direção da comunicação

Nas organizações estruturadas, as comunicações têm direcionamentos sob dois aspectos: vertical e horizontal.

As mensagens direcionadas de forma vertical podem ser vistas sob dois aspectos, sendo eles ascendente ou descendente.

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Ascendente: é quando a mensagem parte da base para o topo, de baixo para cima, ou seja, de forma ascendente, com o objetivo de fornecer o feedback do entendimento ou aceitação.

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Descendente: é quando acontece justamente na ordem inversa, ou seja, a mensagem parte da cúpula com destino à base da organização; trata-se da forma mais utilizada nas empresas.

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Medium 9788571440081

PARTE I - CONCEITOS INTRODUTÓRIOS

Vários autores Editora Saraiva PDF Criptografado

• A C O N S T R U Ç ÃO D E N O V O S C A M I N H O S PA R A A G E S TÃO , I N O VAÇ ÃO E . . .

PARTE I

CONCEITOS

INTRODUTÓRIOS

1

PA R T E I • CO N C E I TO S I N T R O D U TÓ R I O S

2

CAPÍTULO 1

A construção de novos caminhos para a gestão, inovação e sustentabilidade nos agronegócios

Luís Fernando Soares Zuin

Poliana Bruno Zuin

Timóteo Ramos Queiroz

INTRODUÇÃO

Nas próximas décadas, o maior desafio dos profissionais de todas as organizações que compõem as cadeias produtivas dos agronegócios será como planejar, implementar e conduzir de forma conjunta modelos produtivos economicamente viáveis, inovadores, ambientalmente corretos e socialmente justos em suas rotinas de trabalho.

Do lado do consumidor, temos cada vez mais uma pluralidade de indivíduos com desejos e necessidades distintos, relacionados aos aspectos éticos e estéticos do ato de consumo dos mais variados produtos, entre eles os alimentos.

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Medium 9788536529776

Capítulo 2: A EVOLUÇÃO DAS SOCIEDADES HUMANAS

Vicente Soares Neto Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE 1 Fundamentação

Este é o novo desafio: aproveitar a inteligência, a sabedoria e a tecnologia para criar uma nova sociedade: a sociedade da convergência.

Figura 1.3 ­– Sociedade da convergência.

18

2.

A evolução dos seres humanos sobre a Terra é estudada pela

Antropologia, ciência que analisa os fósseis encontrados com base em seus aspectos físicos e suas diferenças, além dos aspectos comportamentais de grupos humanos. Assim, há praticamente um consenso de que a espécie humana tenha se originado no local onde atualmente se encontra a Etiópia, situada no continente africano, para posteriormente ter migrado para outras regiões do planeta.

Por volta de 5 milhões de anos atrás, surgiram, então, os primeiros hominídeos – conhecidos como australopitecos –, cujo registro de existência data de até 1 milhão de anos a.C. Com características físicas muito semelhantes às dos símios (corpo coberto de pelos e dentes bem maiores que os dos humanos atuais), alimentavam-se de produtos tanto de origem animal como vegetal.

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