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Medium 9788521618768

13 - Energia Geotérmica

B. K. Hodge Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTU LO

Vulcão de cadeia meso-oceânica

13

Oceano

Manto interno

*Litosfera oceânica

Aquecimento e derretimento: ascensão de magma

Energia

Geotérmica

Células de convecção

Vala no fundo do oceano

Vulcão continental

*Litosfera continental

Ascensão de magma

Aquecimento e derretimento

Subdução da litosfera

Núcleo externo

Núcleo interno

4.200°C

(7.600°F)

* Crosta e manto ultraperiférico

+

3.960 milhas

(A litosfera foi exagerada para maior clareza)

13.1 INTRODUÇÃO

A energia geotérmica é a energia proveniente da Terra. Tradicionalmente, a energia geotérmica tem sido encarada como a captação de energia cujas fontes residem nas profundezas da Terra. Nos últimos anos, o uso de bombas de calor no solo, que o utilizam como reservatório, tornou-se comum; acesse www.geokiss.com e veja a Seção 13.5 para obter mais informações. Na Figura 13.1 há uma declaração informando sobre a penetração da energia geotérmica. Mas aproveitar essa energia apresenta problemas de acesso e tecnologia. Um dos objetivos deste capítulo é transmitir uma compreensão dos desafios associados aos sistemas de energia geotérmica.

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Medium 9788527730594

Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

Anderson Chirmici, Eduardo Augusto Rocha de Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice | Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho

Chirmici 07.indd 165

29/08/16 09:57

166  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

O código de ética foi elaborado pela Federação Nacional dos Técnicos de

Segurança do Trabalho (Fenatest). O texto a seguir foi retirado na íntegra do site da Fenatest.

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Considerando a intensificação do relacionamento do profissional na área da segurança do trabalho, sendo imperativo para a disciplina profissional, resolve adotar o código de ética do técnico em segurança do trabalho, elaborada pelos integrantes da Comissão de Ética e instituições representativas da categoria dos técnicos de segurança do trabalho, como indicativo provisório até a regulamentação do Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho. cc

Resolve

Art. 01 – Fica aprovado o anexo código de ética profissional do técnico de segurança do trabalho.

Art. 02 – A presente Resolução entra em vigor na data de sua aprovação.

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Medium 9788580553734

Capítulo 1 - Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

Stephen D. Umans Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Circuitos magnéticos e materiais magnéticos

O

objetivo deste livro é o estudo dos dispositivos usados na interconversão de energias elétrica e mecânica. É dada ênfase às máquinas rotativas eletromagnéticas, pois é através delas que ocorre a maior parte dessa conversão. No entanto, as técnicas desenvolvidas aplicam-se genericamente a uma larga faixa de outros dispositivos, como máquinas lineares, atuadores e sensores.

Mesmo não sendo um dispositivo de conversão eletromecânica de energia, o transformador é um importante componente do processo global de conversão energética e será discutido no Capítulo 2. Como com a maioria dos dispositivos de conversão eletromecânica de energia discutidos neste livro, os enrolamentos com acoplamento magnético estão na natureza do funcionamento do transformador. Por essa razão, as técnicas desenvolvidas para sua análise formam a base da discussão que se segue sobre máquinas elétricas.

Praticamente todos os transformadores e máquinas elétricas usam material ferromagnético para direcionar e dar forma a campos magnéticos, os quais atuam como meio de transferência e conversão de energia. Materiais magnéticos permanentes, ou ímãs, também são muito usados. Sem esses materiais, não seriam possíveis as implementações práticas da maioria dos dispositivos eletromecânicos familiares de conversão de energia. A capacidade de analisar e descrever sistemas que contenham esses materiais é essencial ao projeto e entendimento desses dispositivos.

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Medium 9788580555523

Capítulo 4 - Considerações de projeto em circuitos monolíticos

Sergio Franco Grupo A PDF Criptografado

4

Considerações de projeto em circuitos monolíticos

Organização do capítulo

4.1

4.2

4.3

4.4

4.5

4.6

4.7

4.8

4.9

4.10

4.11

C

Considerações de projeto em circuitos monolíticos

Revisão das características e dos modelos de TBJs

Revisão das características e dos modelos de MOSFETs

Configurações de Darlington, “cascode” e cascata

Pares diferenciais

Razão de rejeição de modo comum em pares diferenciais

Tensão/corrente de offset de entrada em pares diferenciais

Espelhos de corrente

Pares diferenciais com cargas ativas

Estágios de saída bipolares

Estágios de saída CMOS

Apêndice 4A: editando netlists do SPICE

Referências

Problemas

omo mencionado no Capítulo 2, após sua invenção, em 1947, o transistor bipolar de junção (TBJ) foi, pela primeira vez, colocado em uso como substituto para o tubo de vácuo, muito mais volumoso, consumidor de energia e apenas moderadamente confiável. Na verdade, os primeiros circuitos de transistores eram basicamente réplicas de protótipos de circuitos de tubos de vácuo, mas com escala adequada das fontes de alimentação e demais componentes ao redor. De modo geral, eles pertencem à classe de circuitos que investigamos até agora e que são geralmente referenciados como circuitos discretos.

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Medium 9788521635499

10 - Sistemas de Tempo Discreto

CASTRUCCI, Plínio de Lauro; BITTAR, Anselmo; SALES, Roberto Moura Grupo Gen PDF Criptografado

10

Sistemas de Tempo Discreto

10.1

Introdução

Os sinais eletrônicos podem ser divididos em dois grupos:

• sinais de tempo contínuo ou analógicos: definidos em qualquer instante pertencente ao intervalo de observação; representam-se matematicamente por funções f (t), t � R;

• sinais de tempo discreto ou amostrados: definidos apenas em determinados instantes do intervalo de observação; matematicamente, se os instantes são periódicos com período de amostragem T tais sinais se representam por sequências f (kT ), k = 0, 1, 2, 3, . . ., k � N .

Os sinais de tempo discreto podem ser originalmente discretos ou resultantes da amostragem de sinais analógicos. Considere, por exemplo, o registro das variações da temperatura atmosférica ao longo de um dia. No gráfico da Figura 10.1 (a) pode-se notar que a temperatura f (t) assume valores em qualquer instante ao longo das 24 horas de um dia, formando um gráfico de linha contínua ao longo do tempo t. Por outro lado, se a temperatura for anotada de hora em hora, em um processo de amostragem, o sinal f (t) converte-se no sinal discreto f (kT ) mostrado na Figura 10.1 (b).

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