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Medium 9788521625940

8 Instalações de Para-raios Prediais

CREDER, Hélio Grupo Gen PDF Criptografado

Creder — Prova 4 — 13/7/2015 — Maluhy&Co. — página 213

Instalações de Para-raios

Prediais

. Generalidades sobre os Raios

.. Formação das nuvens de tempestade

A formação das nuvens de tempestade ocorre usualmente nos finais de tarde (entre as  e as h), como consequência do aquecimento da Terra pelo Sol, que produz correntes ascendentes de ar úmido, as quais vão ao encontro de camadas mais altas e mais frias da baixa atmosfera. Sobre as montanhas, o horário mais propício para a formação dessas nuvens é entre as  e as h.

O processo de formação das nuvens de tempestades inicia-se com o aquecimento da mistura de ar e vapor d’água nos dias quentes, que se expande, diminui de densidade e sobe para camadas mais frias da atmosfera. Se nessas camadas a temperatura for igual ou inferior ao ponto de orvalho (ou de condensação), o vapor volta ao estado líquido sob a forma de gotículas, dando origem às nuvens.

As nuvens comuns – chamadas de Cumulus – combinam-se em Cumulus Congestus, nuvens que produzem chuvas sem relâmpagos. Instabilidades térmicas na atmosfera promovem a transformação da nuvem Cumulus Congestus para Cumulonimbus (Cbs), nuvens convectivas eletrificadas, as quais apresentam processos internos de transporte de massa, calor e cargas elétricas, com produção de um a quatro relâmpagos por minuto.

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Medium 9788521615859

Capítulo 9. Controle em Cascata

SMITH, Carlos A.; CORRIPIO, Armando B. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

9

Controle em Cascata

Os Capítulos 5, 6 e 7 apresentaram o projeto de controle de realimentação. O controle de realimentação é a estratégia mais simples de controle automático de processo que compensa as desordens do processo. Entretanto, a desvantagem do controle de realimentação é que ele somente reage depois que há uma desordem no processo. Isto é, se um distúrbio entra no processo, ele tem que se propagar através do processo, fazer a variável controlada desviar do ponto fixo, e só então é que a realimentação adota uma ação corretiva. Deste modo, é necessário que haja um desvio na variável controlada para que se inicie a ação corretiva. Mesmo com esta desvantagem, provavelmente 80% de todas as estratégias de controle utilizadas na prática industrial são controles de realimentação simples. Nestes casos, o desempenho do controle fornecido pela realimentação é satisfatório no que se refere à segurança, à qualidade do produto e à razão de produção.

À medida que as necessidades dos processos se estreitam, ou em processos com dinâmica lenta, ou em processos com desordens demais ou freqüentes, o desempenho de controle fornecido pelo controle de realimentação pode se tornar inaceitável. Assim, é necessário utilizar outras estratégias para o fornecimento do desempenho necessário. Estas estratégias adicionais são o assunto deste e de alguns dos próximos capítulos. As estratégias que serão apresentadas complementam o controle de realimentação, mas não o substituem. O leitor deve se lembrar de que é sempre necessário fornecer alguma realimentação a partir da variável controlada.

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Medium 9788521635697

1 - Introdução: Quem e Por que se Deve Estudar Desenho Técnico?

ABRANTES, José; FILGUEIRAS FILHO, Carleones Amarante Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução: Quem e

Por que se Deve Estudar

Desenho Técnico?

1

Quem? Principalmente os seguintes profissionais: mecânicos, pedreiros, eletricistas e mestres de obras, passando pelos técnicos de nível médio (Escolas Técnicas Industriais), pelos militares especialistas (sargentos e oficiais), bem como os tecnólogos e os graduados em

Arquitetura, Engenharias e Desenho Industrial (designer).

Por quê? Desenho técnico é a linguagem universal de todos que têm que se expressar gráfica e tecnicamente, para executar atividades profissionais de projeto, construção, fabricação, montagem, manutenção e até vendas de máquinas, equipamentos, instrumentos e sistemas de produção (pacotes ou packages), nas diversas áreas. O desenho técnico projetivo é multi, inter e trasdisciplinar.

Embora, atualmente, os desenhos técnicos sejam executados via programas de computador, é fundamental conhecer regras, procedimentos e Normas Técnicas (por exemplo, as da

ABNT), para que se saiba ler, interpretar e aplicar os desenhos técnicos. É importante citar a importância da habilidade em se desenhar à mão livre, na forma de rascunhos, esboços ou croquis, pois todo projeto se inicia de uma ideia e com os primeiros “rabiscos” à mão livre e com grafite sobre papel. Também é importante citar que o estudo e o conhecimento do desenho técnico muito ajudam a desenvolver três tipos de inteligências: a Lógico-Matemática, a Viso-Espacial e a Pictórica (capacidade de se expressar por meio de traços, ou seja, uma linguagem gráfica).

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Medium 9788582601709

Capítulo 7 - Capacitores e Capacitância

John Omalley Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Capacitores e Capacitância

INTRODUÇÃO

Um capacitor consiste em dois condutores separados por um isolador. A principal característica de um capacitor é sua capacidade de armazenar carga elétrica, com carga negativa sobre um de seus dois condutores e carga positiva sobre o outro. Acompanhando essa carga está a energia que um capacitor pode liberar. A Fig. 7-1 mostra o símbolo utilizado para um capacitor.

Figura 7-1

CAPACITÂNCIA

A capacitância, propriedade elétrica dos capacitores, é a medida da capacidade do capacitor de armazenar cargas sobre seus dois condutores. Especificamente, se a diferença de potencial entre os dois condutores é V volts quando há uma carga positiva de Q coulombs sobre um condutor e uma carga negativa do mesmo valor no outro, o capacitor tem uma capacitância de

onde C é o símbolo de capacitância.

A unidade de capacitância no SI é o farad, com o símbolo F. Infelizmente, o farad é uma unidade muito grande para aplicações, de modo que o microfarad (μF) e picofarad (pF) são muito mais comuns.

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Medium 9788520429754

Capítulo 37 - Controle Externo Operacional no Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

Controle Externo

Operacional no

Saneamento Básico

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Azor El Achkar

Advogado, Tribunal de Contas de Santa Catarina

INTRODUÇÃO

A clássica divisão dos poderes entre executivo, legislativo e judiciário, adotada pela República Federativa do Brasil, exigiu o estabelecimento de con­troles recíprocos, denominados de pesos e contrapesos (checks and balances). A administração pública é controlada pelo Poder Legislativo, que atua com auxílio dos Tribunais de Contas (TCs).

Esse controle da administração não se presta apenas para evitar o des‑ vio de bens ou recursos públicos. O controle envolve também a verificação se o poder atribuído ao Estado está sendo manejado eficientemente para cumprir as finalidades que justificam e legitimam a sua atribuição, ou se o sacrifício de direitos individuais inerente à ação estatal está corresponden‑ do ao proveito efetivo e auferível pela coletividade.

Medir e avaliar o grau de atendimento das expectativas sociais e dos co‑ mandos constitucionais torna‑se cada vez menos formal e mais material. As cortes de contas apresentam competência e atribuições que alcançam os des‑ dobramentos das políticas públicas, incluídas as de saneamento básico. Em que pese questões de titularidade da prestação dos serviços de saneamento, tanto estados como municípios podem e devem ser avaliados pelos órgãos de controle externo para aferição do desempenho ou resultado dessas atividades.

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