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Medium 9788582715253

14.2 Equipamentos

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

550   PARTE III.B   Processamento utilizando ar quente ou superfícies aquecidas cipal resistência à transferência de calor é a condutividade térmica do alimento (Tabela 1.35). A resistência adicional surge se o alimento parcialmente seco se ergue da superfície quente formando uma barreira de ar entre o alimento e a superfície quente. O conhecimento das propriedades reológicas do alimento é necessário para determinar a espessura ideal da camada e o modo no qual ela é aplicada à superfície aquecida. A Eq. (14.3)

é usada para calcular a taxa de transferência de calor e o Problema-exemplo 14.4 mostra seu uso.

14.2 EQUIPAMENTOS

A seção seguinte descreve secadores de ar quente e de superfície aquecida. Os detalhes das operações de secagem comercial são fornecidos por

Mujumdar (2014), Chen e Mujumdar (2008) e

Greensmith (1998). Os custos relativos dos diferentes métodos de secagem a partir de dados de

Sapakie e Renshaw (1984) são os seguintes: secagem com ar forçado, 198; secagem em leito fluidizado, 315; secagem em tambor, 327; secagem a vácuo contínua, 1.840; liofilização, 3.528. Outros tipos de secadores incluem secadores por infravermelho, radiofrequência e micro-ondas (veja

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Medium 9788520427064

7. Aplicação do conhecimento da panificação em sistemas de software

Stanley P. Cauvain Manole PDF Criptografado

7. Aplicação do conhecimento da panificação em sistemas de software

Linda S. Young

7.1

Introdução

Na indústria da panificação, o uso da informática tornou-se parte integrante da operação eficiente da fábrica e do bom funcionamento dos aspectos comerciais da padaria. Na fábrica, os computadores foram utilizados nos mecanismos de controle e registro (para prestação de contas) integrados ao equipamento.

A utilização dos programmable logic cards – PLC (cartões lógicos programáveis)

– para assegurar que o equipamento apresente o desempenho requerido é muito difundida. Por exemplo, os PLC são empregados nas amassadeiras para garantir que os ingredientes sejam misturados na velocidade correta e no tempo requerido, ou, no caso dos fornos, que cada zona apresente a temperatura e o perfil de umidade desejados. Há muitos softwares – por exemplo, com aplicativos de planilha eletrônica, processador de texto e banco de dados – para auxiliar o padeiro, grande ou pequeno, a realizar a atividade empresarial e assegurar o bom funcionamento da requisição de materiais, do controle de estoque, da contabilidade, da programação da produção e da comunicação com o cliente. Um exemplo desse tipo de software é o SAP, que incorpora bancos de dados, aplicativos, sistemas operacionais e hardware.

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Medium 9788580551761

Capítulo 20. Integração numérica de funções

Steven C. Chapra Grupo A PDF Criptografado

20

496

Parte 5 Integração e derivação

Integração numérica de funções

► OBJETIVOS DO CAPÍTULO

O objetivo principal deste capítulo é apresentar métodos numéricos para integração de funções dadas.

Após esta leitura completa, você será capaz de:

9 Entender como a extrapolação de Richardson fornece meios para obter uma estimativa de integral mais acurada pela combinação de duas estimativas menos acuradas.

9 Entender como a quadratura de Gauss fornece estimativas de integral superiores escolhendo abscissas ideais nas quais se deseja avaliar a função.

9 Aprender como usar as funções nativas quad e quadl do MATLAB para integrar funções.

20.1 INTRODUÇÃO

No Capítulo 19, observamos que as funções a serem integradas numericamente terão geralmente duas formas: uma tabela de valores ou uma função (equação). A forma dos dados tem uma influência importante nas abordagens adotadas para calcular a integral. Para informações tabuladas, fica-se limitado pelo número de pontos dados. Já se uma equação estiver disponível, é possível gerar tantos valores de f (x) quanto forem necessários para alcançar a precisão aceitável.

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Medium 9788521635703

12 - Gelo e Mudanças

COX, C. Barry; MOORE, Peter D.; LADLE, Richard J. Grupo Gen PDF Criptografado

Gelo e Mudanças

O

s capítulos anteriores demonstraram que uma compreensão da biogeografia do mundo moderno exige um conhecimento de eventos passados. A maioria das mudanças consideradas até agora se relacionam com o passado distante, os processos de mudança de arranjos continentais e a evolução dos principais grupos de organismos vivos. Mas a distribuição atual de plantas e animais tem sido fortemente afetada por eventos relativamente recentes na história da

Terra, especialmente a dos últimos 2 milhões de anos, quando uma camada extensa de gelo recobriu periodicamente muitas

áreas da superfície terrestre. As principais calotas de gelo do mundo já existiam há cerca de 42 milhões de anos, com a formação da Antártida ocorrida durante o Eoceno [11]. As temperaturas globais caíram rapidamente no final do Eoceno

[22], e isso parece corresponder à primeira formação de uma calota de gelo sobre a Groenlândia no Hemisfério Norte [33].

Muitas características topográficas em áreas temperadas de todo o planeta mostram que prioritária e geologicamente têm ocorrido rápidas mudanças no clima desde o Plioceno. O resfriamento generalizado do clima global que começou logo no início do Terciário continuou no Quaternário; o limite entre os dois é estabelecido em 2 milhões de anos atrás, porém dificuldades na definição, assim como nas técnicas de datação e correlação geológica, deixam essa data sujeita a algumas dúvidas. A definição desse limite advém de sedimentos marinhos italianos, em que o surgimento de fósseis de organismos de águas frias (determinados foraminíferos e moluscos) sugere positivamente um resfriamento repentino do clima que foi calculado em 1,8 milhão de anos. Evidências semelhantes de resfriamento foram encontradas em sedimentos na Holanda, e acredita-se que estas marquem o final do último estágio do

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Medium 9788521628095

Anexo A - Tabelas

PFEIL, Walter; PFEIL, Michèle Grupo Gen PDF Criptografado

ANEXO A

TABELAS

TABELA A.1.1 Valores médios de resistência e módulo de deformação longitudinal, para U ϭ 12%, de madeiras dicotiledôneas nativas e de florestamento (NBR7190, 1996)

␳ap(12%)

(kg/m3)

fc

(MPa)

Votaireopsis araroba

Hymenolobium spp

Hymenolobium petraeum

Dinizia excelsa

688

1170

694

1170

50,5

79,5

59,8

76,7

Termilalia spp

Andira spp

Cassia ferruginea

Vochysia spp

Gossypiospermum praecox

Qualea paraensis

Cedrella odorata

Cedrella spp

Dipterys odorata

Goupia glabra

Eucalyptus alba

Eucalyptus camaldulensis

Eucalyptus citriodora

Eucalyptus cloeziana

Eucalyptus dunnii

Eucalyptus grandis

Eucalyptus maculata

Eucalyptus maidene

Eucalyptus microcorys

Eucalyptus paniculata

Eucalyptus propinqua

Eucalyptus punctata

Eucalyptus saligna

Eucalyptus tereticornis

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