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Medium 9788521632351

29 Pa tologias em Pisos Industriais de Concreto Revestidos por Argamassa de Alta Resistência ou por Revestimento de Alto Desempenho

BAUER, L. A. Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof. Eng.o Maurício Marques Resende

29.1 Introdução

29.2 Pisos de Alta Resistência

29.3 Revestimento de Alto Desempenho (RAD)

29.4 Principais Patologias em Pisos de Argamassa de Alta Resistência

29.4.1 Fissuras

29.4.2 Placas Trincadas

29.4.3 Desnível entre Placas (Degrau nas Juntas)

29.4.4 Deficiência na Selagem das Juntas

29.4.5 Bombeamento

29.4.6 Placas Bailarinas

29.4.7 Esborcinamento de Juntas

29.4.8 Esmagamento

29.4.9 Desgaste

29.4.10 Desagregação

29.4.11 Descolamento

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22 Artefatos de Cimento Portland

BAUER, L. A. Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

Prof. Dr. João Fernando Dias • Prof. Dr. Ricardo Cruvinel Dornelas

22.1 Introdução

22.2 Matéria-prima para a Fabricação de Artefatos de Cimento

22.3 Blocos Vazados de Concreto para Alvenaria

22.3.1 Normas Técnicas Relacionadas

22.3.2 Características Gerais dos Blocos Vazados de Concreto para Alvenarias

22.3.3 Famílias de Blocos

22.3.4 Classificação dos Blocos

22.3.5 Valor Estimado da Resistência Característica à Compressão (fbk,est)

22.3.6 Controle de Qualidade

22.4 Peças de Concreto para Pavimentação

22.4.1 Modelos de Peças

22.4.2 Materiais Empregados na Fabricação das Peças de Concreto para Pavimentação

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24 Solo-Cimento

BAUER, L. A. Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

Prof.a Eng.a Moema Ribas Silva • Prof.a Dr.a Rosa Maria Sposto

24.1 Introdução

24.2 Solo-Cimento

24.3 Principais Ensaios Realizados no Solo-cimento

24.3.1 Ensaios Expeditos

24.3.2 Ensaios de Compactação

24.3.3 Moldagem e Cura de Corpos de Prova Cilíndricos

24.3.4 Durabilidade por Molhagem e Secagem

24.4 Tijolos e Blocos de Solo-Cimento para alvenaria

24.4.1 Principais Diferenças entre Tijolo e Bloco Maciço e Vazado de Solo-Cimento

24.4.2 Tipos de Tijolo e de Bloco de Solo-Cimento e Seus Materiais Constituintes

24.4.3 Requisitos Referentes às Dimensões de Tijolo e de Bloco de Solo-Cimento

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Medium 9788521632344

13 Controle Tecnológico do Concreto

BAUER, L. A. Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof.a Dr.a Juliana de Carvalho

13.1 Generalidades

13.2 Desenvolvimento Tecnológico

13.3 Premissas para a Qualidade do Concreto

13.4 Materiais Disponíveis e Suas Características

13.4.1 Controle Tecnológico de Materiais Componentes do Concreto – Procedimento

13.5 Plano de Concretagem

13.5.1 Mistura do Concreto

13.5.2 Transporte

13.5.3 Lançamento

13.5.4 Adensamento

13.5.5 Cura

13.6 Preparo, Transporte e Recebimento do Concreto

13.6.1 Etapas de Execução do Concreto

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3 Cimento Portland

BAUER, L. A. Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

Eng.o Hélio Martins de Oliveira • Prof. Dr. Leonardo Fagundes Rosemback Miranda

3.1 Definição

3.2 Constituintes

3.3 Propriedades Físicas

3.3.1 Massa Específica

3.3.2 Exsudação

3.3.3 Finura

3.3.4 Pasta de Consistência Normal

3.3.5 Tempo de Pega

3.3.6 Resistência

3.4 Propriedades Químicas

3.4.1 Estabilidade

3.4.2 Calor de Hidratação

3.4.3 Resistência aos Agentes Agressivos

3.4.4 Reação Álcali-Agregado

3.5 Classificação

3.6 Fabricação

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8 Concreto no Estado Fresco

BAUER, L. A. Falcão Grupo Gen ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Ernani Sávio Sobral • Prof. Dr. Antônio de Paulo Peruzzi • Prof. Dr. Fernando Menezes de Almeida Filho

8.1 Introdução

8.2 Generalidades

8.3 Misturas

8.3.1 Misturas de Agregado e Água

8.3.2 Misturas de Cimento, Agregado e Água

8.3.3 Transição do Estado Não Plástico para o Plástico

8.4 Preparo do Concreto

8.4.1 Normas para Avaliação da Eficiência

8.4.2 Mistura Manual

8.4.3 Mistura Mecânica

8.5 Trabalhabilidade dos Concretos

8.5.1 Conceituação e Importância

8.5.2 Fatores que Afetam a Trabalhabilidade

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Medium 9788521636700

Avaliação dos estudantes: o que muda e como se adequar às novas diretrizes?

OLIVEIRA, Vanderli Fava de et al. Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo discute-se o processo de avaliação da aprendizagem, considerando a forma como tem ocorrido nos cursos de Engenharia no Brasil, os pressupostos sobre avaliação das atividades dos estudantes no contexto das novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e as possibilidades para um processo avaliativo que esteja integrado com o processo de ensino e aprendizagem e com o desenvolvimento das competências propostas. Inicialmente, será feita uma breve revisão dos conceitos ligados a competências e avaliações. Em seguida, serão apresentados os requisitos das novas diretrizes curriculares nacionais no que se refere à avaliação dos estudantes. Por fim, será detalhada uma proposta de sistema de avaliação e apresentadas algumas ferramentas e orientações para apoiar as instituições de ensino e os professores a planejar e aplicar avaliações.

Para falar de avaliação, antes, porém, é preciso comentar sobre uma nova abordagem de ensino e aprendizagem. Entende-se que a avaliação é parte fundamental neste processo e a forma como se avalia deve estar em sintonia com a forma como se ensina. Cabe à avaliação ampliar o olhar do professor e do aluno sobre esta dinâmica e, assim, analisar os resultados e definir novas arquiteturas para o processo de construção do conhecimento.

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Visão, protagonismo e domínio do processo inovador como forças motrizes do processo de aprendizado

OLIVEIRA, Vanderli Fava de et al. Grupo Gen ePub Criptografado

O presente capítulo discute, à luz dos movimentos de modernização das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) dos cursos de Engenharia, os potenciais benefícios de um posicionamento dos cursos de graduação e de ensino-aprendizagem pautado por uma agenda de futuro, na qual o desenvolvimento de visões, combinadas ao domínio do processo inovador e exposição a problemas complexos, mal-estruturados, podem propiciar aos estudantes de Engenharia maior autonomia de aprendizado, pertencimento ao processo e protagonismo profissional. Discute, também, como este itinerário inovador voltado aos grandes temas e tendências do amanhã pode coexistir, de forma sinérgica, com uma sólida formação técnica e humanista.

O domínio dos campos da Engenharia ocupa, sabidamente, posição central para o desenvolvimento econômico, social, produtividade e competitividade das nações e, naturalmente, tal cenário é um resultado direto das políticas de formação na área. Um interessante estudo da Royal Academy of Engineering (RAE) apresentado no final de 2016 detectou evidências quantitativas, de alcance global, da relação entre os investimentos na área de Engenharia e o crescimento econômico das nações (RAE, 2016). Por meio da análise de 99 países de variados continentes, o estudo demonstrou que os investimentos em Engenharia proporcionam melhores infraestruturas físicas (como de transporte, energia e água) e digitais (como de comunicação e navegação), além da agregação de valor aos produtos e serviços exportados, desencadeando um duradouro e sinérgico impacto nas cadeias produtivas, o que resulta em correlação positiva com crescimento de PIB, competitividade e renda per capita. É, também, destacada no estudo a importância do investimento em pesquisa de qualidade na área de Engenharia, o que pressupõe sólida formação e qualidade dos recursos humanos.

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Anexo

OLIVEIRA, Vanderli Fava de et al. Grupo Gen ePub Criptografado

 

 

PARECER HOMOLOGADO

Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 23/4/2019, Seção 1, Pág. 109.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior

UF: DF

ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia

COMISSÃO: Luiz Roberto Liza Curi (Presidente) Antonio de Araujo Freitas Júnior (Relator), Antonio Carbonari Netto, Francisco César de Sá Barreto e Paulo Monteiro Vieira Braga Barone (Membros)

PROCESSO No: 23001.000141/2015-11

PARECER CNE/CES No:
1/2019

COLEGIADO:
CES

APROVADO EM:
23/1/2019

A relevância da aprovação destas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (DCNs de Engenharia) coincide com a expectativa de parte da comunidade acadêmica, das empresas empregadoras desta mão de obra qualificada e dos setores que representam a atuação profissional da área, bem como com a necessidade de atualizar a formação em Engenharia no país, visando atender as demandas futuras por mais e melhores engenheiros.

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Medium 9788521636335

11 Disjuntores de Alta-tensão

MAMEDE FILHO, João Grupo Gen ePub Criptografado

Os disjuntores são equipamentos destinados à interrupção e ao restabelecimento das correntes elétricas num determinado ponto do circuito.

Os disjuntores sempre devem ser instalados acompanhados da aplicação dos relés respectivos, que são os elementos responsáveis pela detecção das correntes, tensões, frequência, etc. do circuito que, após analisadas por sensores previamente ajustados, podem enviar ou não a ordem de comando para a sua abertura. Um disjuntor instalado sem os relés correspondentes transforma-se apenas numa excelente chave de manobra, sem nenhuma característica de proteção.

A função principal de um disjuntor é interromper as correntes de defeito de um determinado circuito durante o menor espaço de tempo possível. Porém, os disjuntores são também solicitados a interromper correntes de circuitos operando a plena carga e a vazio, e a energizar os mesmos circuitos em condições de operação normal ou em falta.

O disjuntor é um equipamento cujo funcionamento apresenta aspectos bastante singulares. Opera, continuamente, sob tensão e corrente de carga muitas vezes em ambientes muito severos no que diz respeito à temperatura, à umidade, à poeira etc. Em geral, após longo tempo nessas condições, às vezes até anos, é solicitado a operar por conta de um defeito no sistema. Nesse instante, todo o seu mecanismo, inerte até então, deve operar com todas as suas funções, realizando tarefas tecnicamente difíceis, em questão de décimos de segundo.

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6 Transformador de Potencial

MAMEDE FILHO, João Grupo Gen ePub Criptografado

Os transformadores de potencial são equipamentos que permitem aos instrumentos de medição e proteção funcionarem adequadamente sem que seja necessário possuir tensão de isolamento de acordo com a da rede à qual estão ligados.

Na sua forma mais simples, os transformadores de potencial possuem um enrolamento primário de muitas espiras e um enrolamento secundário por meio do qual se obtém a tensão desejada, normalmente padronizada em 115 V ou Dessa forma, os instrumentos de proteção e medição são dimensionados em tamanhos reduzidos com bobinas e demais componentes de baixa isolação.

Os transformadores de potencial são equipamentos utilizados para suprir aparelhos que apresentam elevada impedância, tais como voltímetros, relés de tensão, bobinas de tensão de medidores de energia etc. São empregados nos sistemas de proteção e medição de energia elétrica de acordo com as suas características elétricas. Em geral, são instalados junto aos transformadores de corrente, tal como se observa na Figura 6.1, no caso, uma subestação ao tempo de 230 kV de tensão nominal. Já a Figura 6.2 mostra a instalação de um transformador de potencial na sua base de concreto armado.

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3 Muflas Terminais Primárias ou Terminações

MAMEDE FILHO, João Grupo Gen ePub Criptografado

Mufla terminal primária ou terminação é um dispositivo destinado a restabelecer as condições de isolação da extremidade de um condutor isolado quando este é conectado a um condutor nu ou a um terminal para ligação de equipamento.

Há uma grande variedade de muflas ou terminações. Porém, as mais antigas são as muflas constituídas de um corpo de porcelana vitrificada com enchimento de composto elastomérico e fornecidas com kit que contém todos os materiais necessários a sua execução.

Esse tipo de mufla pode ser singelo ou trifásico. O primeiro destina-se às terminações dos cabos unipolares (muflas terminais singelas), enquanto o segundo tipo é utilizado em cabos tripolares (muflas terminais trifásicas). Podem ser utilizadas tanto ao tempo quanto em instalações abrigadas. A Figura 3.1 mostra a parte externa de uma mufla singela, enquanto a Figura 3.2 mostra os componentes interno e externo da mesma mufla.

Atualmente, as terminações constituídas de material contrátil a quente ou a frio têm sido utilizadas com muito sucesso em substituição às tradicionais, porém eficientes, muflas de corpo de porcelana. A simplicidade da emenda e a facilidade de sua execução, além da compatibilidade de preço, fazem das terminações contráteis um produto altamente competitivo. Hoje em dia as terminações ganharam o mercado substituindo praticamente o uso das muflas convencionais. A Figura 3.3 mostra a vista externa de uma terminação termocontrátil de fabricação da Raychem. Já a Figura 3.4 revela os diversos componentes utilizados na confecção de uma terminação termocontrátil que também pode ser empregada em cabos tripolares, conforme é indicado na Figura 3.5. São particularmente utilizadas na conexão direta entre condutores e equipamentos, tais como disjuntores, transformadores, chaves, etc. Para ilustrar essa aplicação pode-se observar a Figura 3.6.

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17 Religadores Automáticos

MAMEDE FILHO, João Grupo Gen ePub Criptografado

Religadores automáticos são equipamentos de interrupção da corrente elétrica dotados de uma capacidade de repetição em operações de abertura e fechamento de um circuito, durante a ocorrência de um defeito.

Os religadores têm larga aplicação em circuitos de distribuição das redes aéreas das concessionárias de energia elétrica, por permitir que os defeitos transitórios sejam eliminados sem a necessidade de deslocamento de pessoal de manutenção para percorrer o alimentador em falta. Esses equipamentos não devem ser aplicados em instalações industriais ou comerciais, onde os defeitos são quase sempre de natureza permanente, ao contrário das redes aéreas urbanas e rurais.

Os religadores podem ser classificados, quanto ao número de fases, em:

a) Monofásicos

São aqueles destinados à proteção de redes de distribuição monofásicas. Em redes trifásicas que alimentam cargas essencialmente monofásicas, podem ser utilizados religadores monofásicos em cada fase. Nesse caso, quando qualquer unidade operar, devido a um defeito fase e terra permanente, é bloqueada no final do ciclo de religação, sem afetar os outros consumidores ligados às outras duas fases remanescentes.

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Apêndice – Instalação de Python

RIBEIRO, João Araujo Grupo Gen ePub Criptografado

Este apêndice ensina como instalar Python no seu computador de modo que você possa usufruir de todos os seus recursos. Os detalhes da instalação podem variar dependendo do seu sistema operacional, Windows ou Linux, e também da versão do sistema utilizada.

Este livro usa a versão 3 de Python. A versão 2 continua disponível, mas deve ser descontinuada em 2020.

As instruções de instalação deste capítulo foram extraídas do site https://python.org.br/. Este site é uma boa referência em português para a linguagem Python.

Antes de tudo é necessário estar conectado à internet.

A primeira coisa a fazer é baixar a versão de Python de https://www.python.org/downloads/. Este é o site oficial da linguagem, e você deve baixar a versão de acordo com o seu sistema. Prefira a versão mais atual, ou seja, da 3a para cima.

Figura A.1 Passo 1: Download da versão mais recente de Python 3.

Normalmente, o próprio site detecta seu sistema operacional e também a versão. Depois de alguns minutos o arquivo deve ter sido baixado em sua pasta de downloads. Clique duas vezes no nome do arquivo para começar a instalar. Em geral, o Windows dá um aviso de segurança sobre instalação de software. Basta clicar em “Executar”.

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4 Subalgoritmos

RIBEIRO, João Araujo Grupo Gen ePub Criptografado

Existem duas maneiras de construir um projeto de software. Uma é fazê-lo tão simples que obviamente não existam deficiências, e a outra é fazê-lo tão complicado que não existam deficiências óbvias.” C. A. R. Hoare

O que você acha mais fácil: resolver dez problemas simples ou um único problema complexo? A maioria das pessoas responde que é melhor resolver dez problemas simples e essa é a base da programação estruturada. Dividimos sucessivamente um problema até chegarmos em algo muito simples que possamos resolver. Então, após resolver todos os pequenos problemas, juntamos todas as soluções de maneira coerente e resolvemos o problema original.

Algumas dessas soluções podem ser reutilizadas no futuro; caso você encontre subproblemas semelhantes, bastaria recuperar a solução que você já encontrou e adicioná-la ao seu programa principal. Durante anos e anos os programadores têm resolvido problemas e guardado soluções. Problemas que aparecem com frequência têm soluções guardadas em bibliotecas de soluções.

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