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4 - Evolução dos Computadores

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Evolução dos

Computadores

Para começar

Quem não utiliza um computador hoje em dia? Seja para fins pessoais ou profissionais, estamos sempre conectados. No Capítulo 4, vamos aprender sobre a história dos computadores, os primeiros sistemas desenvolvidos, até chegarmos às tecnologias atuais. Também vamos aprender sobre as Cinco Gerações que marcam a história da evolução dos computadores e os fatos mais importantes de cada uma delas.

4.1 História

A história da criação e desenvolvimento de computadores é longa. Esse tipo de máquina vem sendo desenvolvida e aprimorada desde a Idade Antiga, nos momentos em que os povos tinham a necessidade de realizar contagens cada vez mais complexas. Os métodos utilizados até então, como contar com pedras, não eram mais suficientes para atender às necessidades. Foi, então, pensado em um novo método de contagem, arquitetando-se novos dispositivos voltados à realização prática de cálculos maiores.

Nesse processo, surgiu o ábaco, na China, que consiste em um aparelho mecânico com hastes paralelas e pequenas esferas, as contas, utilizadas para realizar contagens. A posição de cada conta representava um número e, ao movimentá-las, cálculos de até 5 dígitos eram realizados. De acordo com as habilidades de quem o utilizava, os cálculos poderiam ser executados com grande rapidez.

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17 - Monitores de Vídeo

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

17

Monitores de Vídeo

Para começar

No Capítulo 17, vamos detalhar os tipos de monitores existentes no mercado e quais as melhores opções, de acordo com o propósito do usuário. Desde a TV de tubo até a TV em 3D, houve grande avanço tecnológico na área.

17.1 Introdução

Antigamente, os monitores de vídeos e televisores eram chamados de Catodic Ray Tube (CRT), ou seja, constituídos por um tudo de raios catódicos, desenvolvidos primeiramente em 1897. Tal estrutura fazia com que sua dimensão e peso fossem muito grandes.

Com a evolução da tecnologia, surgiram as telas de display de cristal líquido, chamadas de

Liquid Crystal Display (LCD) e as telas de plasma. Em seguida, sugiram as telas LED, as Organic

Light-Emitting Diode, (OLED) e as Active Matrix Organic Light-Emitting Diode (AMOLED). Veremos cada uma delas.

17.2 Tela LCD

As telas LCD trabalham com um material denominado cristal líquido. Esse cristal possui algumas características que fazem com que seu funcionamento haja como uma substância em estado líquido, embora ele não se trate de um componente líquido. A constituição dessas telas apresenta

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Medium 9788536531489

9 - Negociação na Administração

BATISTA, Audrey Barretti Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Negociação na

Administração

Para começar

Este capítulo aborda a importância da negociação na área de Administração, explicita seu processo, variáveis e habilidades essenciais aos negociadores.

Para elaborar um estudo de técnicas de negociação é necessário que haja conhecimento prévio da arte de negociar. Hoje, a habilidade de negociar se tornou característica essencial e determinante de um profissional bem-sucedido.

A negociação não está presente somente nas organizações, ela faz parte do cotidiano de todas as pessoas, que a todo o momento negociam, mesmo que inconscientemente.

A técnica da negociação é uma das ferramentas mais valorizadas no mundo moderno, por conta da pressão que as empresas sofrem para se manterem relevantes no mercado cada dia mais competitivo.

Martinelli e Guisi (2009) afirmam que o termo negociação vem do latim negocium, palavra formada pela junção dos termos nec (nem, não) e ocium (ócio, repouso), que significa atividade difícil e trabalhosa. Segundo os mesmos autores apud Nierenberg (2009, p.15) o termo é definido como

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Medium 9788536531489

1 - Introdução às Organizações

BATISTA, Audrey Barretti Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Introdução às

Organizações

Para começar

Neste capítulo é explicado o que é uma organização e seus tipos. Também é feito um breve relato da história delas.

É possível definir organizações como agrupamentos humanos com a finalidade de atingir objetivos específicos, comuns a todos os seus membros. De um modo geral, as organizações estão sempre em busca de inovações e estudando meios cada vez mais eficientes e eficazes para alcançarem seus objetivos com maior qualidade e menor custo.

As mudanças podem ocorrer por diversos fatores, por exemplo, por força da concorrência de mercado; pelas mudanças socioeconômicas; ou por terem atingidos seus objetivos e, assim, necessitarem de reformulações internas para continuarem na busca de novos resultados.

Os profissionais das áreas administrativas, independentemente de suas funções, exercem um papel importante no processo de mudança, uma vez que devem buscar planejar, organizar, orientar e disponibilizar informações de forma assertiva para auxiliar nos processos de tomada de decisões necessários em tempo oportuno.

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Medium 9788536531540

12 - Planejamento da Rede Logística

CASTIGLIONI, Bruno Paoleschi, José Antônio de Mattos Editora Saraiva PDF Criptografado

Planejamento da

Rede Logística

12

Para começar

Você vai aprender neste capítulo como o planejamento da rede logística é essencial para tornar a empresa mais competitiva e como ele proporciona a economia de escala na rede logística.

O planejamento e a configuração da rede logística de distribuição fazem parte do planejamento estratégico indispensável ao sucesso das empresas, implementando as estruturas administrativa, logística operacional e física, abrangendo o dimensionamento de instalações, a localização dos estoques e a definição da política de transporte mais adequada. Dessa forma, proporciona competitividade, atratividade e preços aos seus produtos. Um bom planejamento deve minimizar os custos da rede logística para atender as demandas e satisfazer certos limites de nível de serviço.

É assunto fundamental nos objetivos de uma empresa e prioritário nas tomadas de decisões por parte dos diretores das empresas, já que promove uma melhoria constante no serviço ao cliente e torna a empresa mais competitiva no mercado em que atua, principalmente pela economia de escala que proporciona.

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3 - Tipos de Hardware

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

3

Tipos de Hardware

Para começar

Quando falamos sobre arquitetura de computadores, principalmente equipamentos da linha PC, encontramos uma característica muito importante: ela é extensível, ou seja, permite a inclusão de novos componentes. No Capítulo 3, veremos todos os dispositivos de um computador e quais outros elementos podem ser acoplados ao computador que vem de fábrica. O objetivo de alterar configurações iniciais é sempre melhorar a performance.

3.1 Motherboard ou placa-mãe

A placa-mãe é o centro de comando do computador. Sendo a peça fundamental de um sistema computacional, pode ser considerada o coração e o cérebro. As capacidades dos sistemas são determinadas pelo tipo de placa utilizada. Os componentes de uma placa-mãe são: a)

Chipset: é o elemento responsável por determinar quais componentes, como memória e processadores, a placa-mãe pode utilizar. É a sua “inteligência”.

Modelos mais antigos do chipset podiam ser dividido em dois componentes, mas, atualmente, suas funções foram integradas em um mesmo chip. Dentro desse chip, encontram-se:

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8 - Sistemas de Gerenciamento Logísticos e SCM

CASTIGLIONI, Bruno Paoleschi, José Antônio de Mattos Editora Saraiva PDF Criptografado

Sistemas de

Gerenciamento

Logísticos e SCM

8

Para começar

O objetivo deste capítulo é apresentar ao leitor os sistemas de gerenciamento. Também abordará como se deu o processo de revolução logística e o conceito de logística reversa no Brasil.

8.1 SCM como escopo da Logística

O Supply Chain Management (Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento) tem como principais funções a redução de custos operacionais, a melhoria da produtividade e a diminuição dos tempos de ciclo, fatos que fazem com que cada vez mais empresas busquem meios para sua implementação.

Apesar de começar a se desenvolver a partir do final de 1980, as empresas encontram dificuldades para implementá-lo devido às mudanças profundas que seriam necessárias para o seu sucesso.

As empresas que conseguiram se adaptar são hoje grandes exemplos de que o SCM, quando implantado com sucesso, só traz benefícios, entre os quais está aquele que toda a empresa almeja: a redução de custos.

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2 - Profissionais de Administração

BATISTA, Audrey Barretti Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

2

Profissionais de

Administração

Para começar

Neste capítulo são abordados diversos os aspectos relacionados ao profissional da Administração, como estatuto legal, perfil e atuação no mercado.

A área administrativa passou por diversas mudanças e por conta da introdução de novas tecnologias na área, alguns processos também se reestruturaram, como as formas de manter em ordem toda a documentação necessária aos processos administrativos e legais, a fim de se criar um sistema de informações adequado às exigências necessárias. Essas mudanças também refletem no processo de tomada de decisões e em todas as esferas da organização, o que corrobora para o seu sucesso.

O apoio administrativo, independentemente de suas atribuições e cargos, auxilia as organizações a cumprirem seu serviço principal, ou seja, sua atividade-fim (STYCER, 2008). Portanto, é correto afirmar que auxiliar ou assistente administrativo são nomes dados a todas as pessoas que de alguma forma auxiliam o desenvolvimento da atividade principal (atividade-fim) da organização.

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8 - Dispositivos de Armazenamento

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

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Dispositivos de

Armazenamento

Para começar

Neste capítulo, veremos quais são os dispositivos de armazenamento disponíveis no mercado, com foco em suas características e aplicação. Estudaremos com atenção os modelos PATA, SATA,

SCSI, IDE e SAS.

8.1 Introdução

Dispositivos de armazenamento são responsáveis por, como diz o nome, armazenar informações e dados importantes para o bom desempenho de um computador. Tanto discos rígidos quanto outros dispositivos chamados de memória secundária (CD-ROM, Blu-ray) são utilizados para armazenar grandes volumes de informações.

As siglas PATA, SATA, SCSI e SAS relacionam-se a modelos distintos de conexão entre os dispositivos de armazenamento de um computador, ou seja, os discos rígidos e unidades de discos

ópticos. Tais modelos podem ser divididos de acordo com suas características, conforme será visto a seguir.

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FUND_HARDWARE.indb 59

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8.2  Modelos PATA, SATA, SCSI, IDE e SAS

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5 - Instrumentos de Medidas Elétricas

FILHO, Christovam Paschoal Editora Saraiva PDF Criptografado

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Instrumentos de

Medidas Elétricas

Para começar

Este capítulo discorre sobre os principais instrumentos de medição utilizados na área elétrica.

5.1 Galvanômetro

O galvanômetro é um aparelho que, pela sua extrema sensibilidade, é capaz de detectar e medir correntes elétricas contínuas de pequena intensidade, que o atravessam.

É composto por uma agulha imantada, circundada por um enrolamento metálico chamado de bobina. Quando a corrente passa pela bobina, a agulha se desloca e indica o seu valor. Entretanto, isso só será objeto de estudo em Eletromagnetismo.

Quem criou o galvanômetro foi Hans Christian Oersted, físico e químico dinamarquês que, em homenagem ao médico e pesquisador italiano Luigi Galvani, batizou assim sua criação. Luigi

Galvani descobriu a força da eletricidade nos movimentos musculares.

O galvanômetro é extremamente sensível, danificando-se mesmo com correntes relativamente fracas, conforme Figura 5.1a. Entretanto, juntamente com outros componentes, faz parte dos instrumentos analógicos utilizados para medir corrente, tensão, potência, temperatura, nível sonoro em aparelhos de som e muitos outros.

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Medium 9788536531670

11 - Identificação de Saídas de Emergência e do Equipamento de Combate ao Incêndio

LIMA, Edson Roberto de; STOCO, Fernando; SILVA, José Jonathan Rodrigues da; SCHNOR, Maria Luisa; ARA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

Identificação de Saídas de

Emergência e do Equipamento de Combate ao

Incêndio

11

Para começar

Neste capítulo, veremos que cada Estado tem uma legislação específica para o bombeiro; nesse caso, será desenvolvido um estudo sobre a legislação do Estado de São Paulo.

A legislação do Corpo de Bombeiros determina que as edificações que se enquadram na Instrução Técnica n° 11 e no Decreto Estadual n° 46.076/01 sejam providas de Saídas de Emergência.

A Saída de Emergência deve atender aos requisitos de dimensionamento estabelecidos pela

Norma; como largura das escadas, portas e comprimento da rota de fuga. Ela não abrange somente a saída do prédio, mas também a rota de fuga. Devem ser observados os seguintes itens: a)

hall de acesso e acessos às escadas de emergência;

b)

rotas de saídas horizontais, quando houver, e respectivas portas ou espaço livre exterior nas edificações térreas;

c)

escadas ou rampas;

d)

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Medium 9788536531670

1 - Visão Geral

LIMA, Edson Roberto de; STOCO, Fernando; SILVA, José Jonathan Rodrigues da; SCHNOR, Maria Luisa; ARA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Visão Geral

Para começar

Neste capítulo, veremos que o desenho técnico é uma forma de linguagem, assim como a fala e a escrita.

Com a criação de projetos cada vez mais complexos e para a materialização de novas ideias, foi necessária a utilização de uma ferramenta para converter os pensamentos em algo que todos pudessem entender e, assim, transformá-lo em realidade. O desenho técnico é a ferramenta extremamente importante para a criação de qualquer tipo de máquinas, equipamentos, estruturas etc.

Para que todo tipo de linguagem seja entendido por todos, é necessário existir regras comuns, os desenhos técnicos possuem normas brasileiras e internacionais, sendo todas muito parecidas, tornando possível a fácil compreensão de qualquer desenho técnico normatizado, feito em qualquer país, indiferentemente do idioma de origem. As normas referentes aos desenhos técnicos serão vistas e estudadas mais adiante.

1.1 Material necessário para criação de desenhos técnicos

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Medium 9788536531724

1 - Estrutura Organizacional da Radiologia

CAETANO, Karen Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

Estrutura

Organizacional da

Radiologia

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Para começar

Um setor de Radiodiagnóstico disponibiliza uma série de exames imaginológicos, tendo inquestionável contribuição no diagnóstico e no tratamento dos clientes/pacientes.

Para que o serviço de Radiologia ofereça qualidade e segurança, necessita de planejamento e conhecimento das normas adequadas para a implantação e manutenção do serviço. Neste capítulo, você conhecerá como deve ser a estrutura física de uma unidade radiológica.

1.1 Unidade de Radiologia

A unidade de Radiologia possui algumas especificidades que influenciam sua localização, sua arquitetura, o fluxo de pessoas e equipamentos e, principalmente, os cuidados com a segurança de pacientes, acompanhantes e trabalhadores.

A seguir será apresentado como deve ser a estrutura física adequada para uma unidade radiológica.

1.1.1 Localização

Em setores como Unidade de Terapia Intensiva (UTI), centros cirúrgicos e pronto-socorros, o acesso rápido e fácil deve ser garantido, tanto para clientes externos quanto internos.

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Medium 9788536527086

7.1 Características e aplicações

MARTINEWSKI, Alexandre Editora Saraiva PDF Criptografado

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Motores Especiais

Para começar

Vamos apresentar agora dois tipos muito importantes de máquinas elétricas: os motores de passo e os servomotores. Ambos os motores são muito utilizados em aplicações industriais por terem características especiais de controle de posicionamento.

7.1 Características e aplicações

Em projetos de máquinas nos quais é necessário o controle de movimento de alto desempenho e precisão, são utilizados sistemas que empregam motores de passo e servomotores. Esses motores são amplamente encontrados em automação industrial, como em braços robóticos, em impressoras de jato de tinta, máquinas com controle numérico (CNC) e bombas volumétricas.

Os motores de passo são conhecidos como equipamentos mais econômicos quando comparados aos servomotores, enquanto esses últimos são julgados como sendo mais rápidos, mas de alto custo.

De qualquer forma, ambos os tipos são de aplicações especiais e requerem controle específico para o seu funcionamento.

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Medium 9788536531724

14 - Construção de uma Base Pessoal

CAETANO, Karen Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

14

Construção de uma

Base Pessoal

Para começar

Este capítulo tratará da questão do poder nas organizações e como ele pode alterar o clima organizacional e influenciar a produtividade.

14.1 O poder nas instituições

As disputas de poder evidenciam a necessidade de desenvolver bases de poder individual e coletivo, visando ao crescimento pessoal e organizacional. O empoderamento dos indivíduos pode influenciar a produtividade e a liderança.

Para Krauz (2005), “o poder é retratado não somente através de grupos sociais, mas também pelas grandes organizações representando um sistema econômico, político, social, ideológico e psicológico”.

As organizações são, com certeza, um dos locais onde se exerce o poder e, conforme o modelo adotado, ele assume a identidade da chefia e do patrão. Atualmente, nas organizações modernas, o poder depende dos valores, estrutura e cultura organizacional.

O poder não se detém como uma coisa, como uma propriedade que se possui ou não − o poder não existe, o que existe são práticas ou relações de poder. É algo que se exerce, que se efetua − não é um objeto, uma coisa, mas uma relação. O poder envolve a probabilidade de impor a própria

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