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Medium 9788521625193

23 PROCESSOS DE SOLDAGEM

Groover, Mikell P. Grupo Gen PDF Criptografado

23

Processos de

Soldagem

Sumário

23.1 Soldagem a Arco

23.1.1 Tecnologia Geral de Soldagem a

Arco

23.1.2 Processos de Soldagem a Arco

— Eletrodos Consumíveis

23.1.3 Processos de Soldagem a Arco

— Eletrodos Não Consumíveis

23.2 Soldagem por Resistência

23.2.1 Fonte de Calor em Soldagem por Resistência

23.2.2 Processos de Soldagem por

Resistência

23.3 Soldagem a Gás Oxicombustível

23.3.1 Soldagem a Gás Oxiacetileno

23.3.2 Gases Alternativos para

Soldagem a Gás Oxicombustível

23.4 Outros Processos de Soldagem por

Fusão

23.5 Soldagem no Estado Sólido

23.5.1 Considerações Gerais sobre

Soldagem no Estado Sólido

23.5.2 Processos de Soldagem no

Estado Sólido

23.6  Qualidade da Solda

23.7 Considerações de Projeto em

Soldagem

Os processos de soldagem são divididos em duas categorias principais: (1) soldagem por fusão, em que a coalescência é acompanhada pela fusão das duas partes que serão unidas e, em alguns casos, é utilizado metal de adição na junta; e (2) soldagem no estado sólido, na qual o calor e/ou pressão são usados para alcançar a coalescência, mas sem ocorrer fusão dos metais de base e não é utilizado metal de adição.

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Medium 9788577260386

Capítulo 14 - Amostragem e a Transformada Discreta de Fourier

Michael J. Roberts Grupo A PDF Criptografado

14

C A P Í T U L O

Amostragem e a Transformada

Discreta de Fourier

A frase mais empolgante de escutar em ciência, aquela que anuncia novas descobertas, não é “Heureca!” (Eu encontrei!), e sim “É engraçado...”.

Isaac Asimov, autor

14.1 INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

Como indicado nos capítulos anteriores, ao abordarmos o emprego do processamento de sinal a sinais reais associados a sistemas reais, muitas vezes, não temos uma descrição matemática desses sinais. Devemos realizar medições e analisar os sinais para descobrir suas características. Se o sinal é desconhecido, o processo de análise se inicia com a sua aquisição. Aquisição significa medir e gravar os sinais durante certo período de tempo. A aquisição poderia ser realizada por meio de um gravador de fita ou outro dispositivo de gravação analógico, mas a técnica mais comum adotada na aquisição de sinais atualmente é a amostragem. (O termo “analógico” refere-se a sistemas que lidam com sinais contínuos no tempo.) A amostragem converte um sinal contínuo no tempo em um sinal discretizado no tempo. Em capítulos anteriores, exploramos maneiras de efetuar a análise dos sinais contínuos e discretizados no tempo. Neste capítulo, exploraremos as relações entre eles.

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Medium 9788580555233

Capítulo 9 – Processos biológicos de tratamento com crescimento aderido e combinados

George Tchobanoglous, H. David Stensel, Ryujiro Tsuchihashi, Franklin Burton, Mohammad Abu-Orf, Gregory Bowden, William Pfrang Grupo A PDF Criptografado

Processos biológicos de tratamento com crescimento aderido e combinados

9

9–1 INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS COM CRESCIMENTO ADERIDO 919

Tipos de processos com crescimento aderido 919

Limitação na transferência de massa nos processos com crescimento aderido 923

9–2 PROCESSOS COM CRESCIMENTO ADERIDO NÃO SUBMERSO 923

Descrição geral do processo 924

Classificação e aplicações dos filtros percoladores 926

Vantagens e desvantagens dos filtros percoladores 930

Principais componentes dos filtros percoladores 930

Considerações sobre o projeto das instalações físicas 934

Considerações sobre o projeto de processos para remoção de DBO 945

Análise do processo para remoção de DBO 949

Análise do processo para nitrificação 956

9–3 SISTEMA SEQUENCIAL COMBINADO COM FILTRO PERCOLADOR E PROCESSOS

COM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO 965

Desenvolvimento dos sistemas combinados 966

Aplicações dos sistemas combinados 966

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Medium 9788520429754

Capítulo 1 - Prestação de Serviços de Saneamento Básico: Contratos de Programa

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

Prestação de Serviços de

Saneamento Básico:

Contratos de Programa

1

Marcos Juruena Villela Souto (in memorian)

Advogado, Universidade Candido Mendes

Rafael Véras de Freitas

Advogado, Universidade Candido Mendes

INTRODUÇÃO

Embora a Lei n. 8.666/93 já previsse a figura dos convênios e dos con‑ sórcios administrativos, a Lei ordinária federal n. 11.107/2005 foi editada para disciplinar o consórcio público. A norma buscou fundamento no art. 22, XXVII, da Constituição Federal, que inclui a competência privativa da União de dispor sobre normas gerais de contratação, em todas as moda‑ lidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, estados, Distrito Federal e municípios (Emenda Constitucional n. 19, de 1998). Com isso, deu‑se a exclusão dos estados e municípios da disciplina de tema, que, por envolver a cooperação entre entidades federa‑ das, exigiria lei complementar.1

A motivação política da União Federal, para tanto, parece ter sido obter, no Poder Legislativo, a solução de um problema já submetido ao

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Medium 9788521632368

Apêndice C - Custos e Custos Relativos para Materiais de Engenharia Selecionados

CALLISTER Jr., William D.; RETHWISCH, David G. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

C C

� ustos e Custos Relativos para

Materiais de Engenharia Selecionados

E

ste apêndice contém informações sobre os preços do conjunto de materiais cujas propriedades se encontram no Apêndice B. A coleta de dados válidos para o custo de materiais é uma tarefa extremamente difícil, o que explica a escassez de informações sobre preços de materiais na literatura. Uma razão para isso é que existem três categorias de preços: do fabricante, do distribuidor e do revendedor. Na maioria das circunstâncias, citamos os preços dos distribuidores. Para alguns materiais (por exemplo, cerâmicas especiais como carbeto de silício e nitreto de silício), foi necessário adotar os preços dos fabricantes. Além disso, pode haver uma variação significativa no custo de um material específico. Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, cada revendedor tem sua própria política de preços. Além disso, o custo depende da quantidade de material comprado e, ainda, de como ele foi processado ou tratado. Preferencialmente foram coletados dados para pedidos relativamente grandes — ou seja, quantidade da ordem de 900 kg (2000 lbm) para os materiais que normalmente são vendidos a granel — e, também, para formas/tratamentos comuns.

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Medium 9788521622895

Capítulo 14 - Contagem de Partículas em Suspensão no Ar

WHYTE, William Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Contagem de Partículas em

Suspensão no Ar

O teste mais importante utilizado para assegurar que uma sala limpa está funcionando corretamente é a medição da concentração de partículas em suspensão no ar. Antes de realizar essa medição, os ensaios descritos nos Capítulos 10 a 13 devem ter sido feitos e devem ter demonstrado um nível satisfatório, ou seja, ensaios de volume de ar insuflado, da diferença de pressão, do movimento de ar dentro das salas limpas e entre as salas limpas e de integridade do filtro. É então necessário, como um último ensaio, mostrar que a concentração de partículas em suspensão no ar não excede os limites da classe de partículas no estado de ocupação determinado.

14.1

CONTADORES DE PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO NO AR

Um ‘contador de partículas’ é utilizado para contar e medir as partículas no ar de uma sala limpa. Ele é muitas vezes chamado ‘contador de partículas discretas’ para ser diferenciado do fotômetro utilizado para ensaiar filtros instalados para detecção de vazamentos. Um contador de partículas conta e mede cada partícula na amostra de ar; já um fotômetro simplesmente mede a massa das partículas em suspensão no ar. Neste capítulo, para simplificar, refiro-me ao instrumento como simplesmente ‘contador de partículas’.

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Medium 9788573071696

Capítulo 7 - A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria do Processo, Balanceamento e Sistema Nagara

Shigeo Shingo Grupo A PDF Criptografado

7

A Mecânica do Sistema Toyota de Produção: Melhoria do

Processo, Balanceamento e Sistema Nagara

No passado, o controle de processo tinha duas importantes funções na produção:

1. Controle da programação — Quando será feito (ritmo da produção)

2. Equilíbrio da carga e controle da capacidade — O trabalho pode ser executado? (A capacidade e a carga estão equilibradas?)

É muito importante que a capacidade e a carga estejam equilibradas. Elas estão assim definidas: carga é o volume de trabalho que precisa ser executado, e capacidade é a habilidade da máquina e do operador em concluir o trabalho.

A Toyota usa o termo “balanceamento” para descrever esse equilíbrio.

O QUE É BALANCEAMENTO?

O balanceamento da produção é um dos pilares do Sistema Toyota de

Produção. Seu objetivo é fazer um processo produzir a mesma quantidade do processo precedente. Nesse sistema, os processos de produção estão dispostos de forma a facilitar a produção da quantidade necessária, no momento necessário. Também, os trabalhadores, equipamento e todos os outros fatores estão organizados para atingir esse fim.

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Medium 9788521630296

11 - INTRODUÇÃO À SEGURANÇA CIBERNÉTICA DAS REDES ELÉTRICAS INTELIGENTES

BERGER, Lars Torsten; INIEWSKI, Krzysztof Grupo Gen PDF Criptografado

11

INTRODUÇÃO

À SEGURANÇA CIBERNÉTICA

DAS REDES ELÉTRICAS INTELIGENTES

Pedro Marín Fernandes*

11.1 INTRODUÇÃO

A cibersegurança é geralmente definida como “o conjunto de mecanismos que previne incidentes cibernéticos, que, de fato ou potencialmente, comprometem a confidencialidade, a integridade, a disponibilidade de um sistema de informação ou a informação dos processos do sistema, também armazena, transmite ou constitui uma violação ou ameaça iminente de violações de políticas de segurança, procedimentos de segurança ou políticas de uso aceitável” [1].

Um modelo conceitual de segurança cibernética é, no âmbito deste capítulo, uma avaliação do risco das ameaças que têm como alvo os ativos a serem protegidos em uma Rede Elétrica Inteligente e as recomendações para protegê-los. Esses ativos incluem normalmente os dados em trânsito e em repouso, objetivando garantir sua confidencialidade, integridade e disponibilidade (CIA — do inglês confidentiality, integrity, and availability). Conforme definido no documento do NIST [2], os mecanismos que evitam o roubo de informação secreta recaem no paradigma da confidencialidade, os mecanismos que evitam a distorção de comandos de controle importantes dizem respeito à integridade, enquanto os mecanismos que previnem a infraestrutura de comunicação de ficar sem resposta referem-se à disponibilidade. A avaliação de risco estuda o impacto de um compromisso desses paradigmas sobre os bens protegidos.

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Medium 9788521635123

Capítulo 2 - Modelos Matemáticos de Sistemas

DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H. Grupo Gen PDF Criptografado

caPÍTULO

2

Modelos Matemáticos de Sistemas

2.1 Introdução

2.2

Equações Diferenciais de Sistemas Físicos

2.3

Aproximações Lineares de Sistemas Físicos

2.4

A Transformada de Laplace

2.5

Função de Transferência de Sistemas Lineares

2.6

Modelos em Diagramas de Blocos

2.7

Modelos em Diagramas de Fluxo de Sinal

2.8

Exemplos de Projeto

2.9

Simulação de Sistemas Usando Programas de Projeto de Controle

2.10

Exemplo de Projeto Sequencial: Sistema de Leitura de Acionadores de Disco

2.11 Resumo

APRESENTAÇÃO

Modelos matemáticos de sistemas físicos são elementos-chave no projeto e na análise de sistemas de controle. O comportamento dinâmico é geralmente descrito com o uso de equações diferenciais ordinárias. Será considerada uma vasta gama de sistemas. Uma vez que a maioria dos sistemas físicos não

é linear, serão discutidas aproximações lineares, as quais possibilitam o uso de métodos baseados na transformada de Laplace. Prossegue-se então para a obtenção de relações entrada-saída, na forma de funções de transferência. Funções de transferência podem ser organizadas em diagramas de blocos ou em diagramas de fluxo de sinal para descrever graficamente as interconexões entre os blocos. Diagramas de blocos e diagramas de fluxo de sinal são ferramentas muito convenientes e naturais para o projeto e a análise de sistemas de controle complexos. Conclui-se o capítulo com o desenvolvimento de modelos de função de transferência para os vários componentes do Exemplo de Projeto Sequencial: Sistema de

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Medium 9788536509006

5 - Bacias Hidrográficas e Reservas Naturais

PINHEIRO, Ana Lucia da Fonseca Bragança; PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos Editora Saraiva PDF Criptografado

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Bacias Hidrográficas e Reservas Naturais

Para começar

Este capítulo tem como objetivo apresentar os procedimentos de avaliação da significância dos impactos ambientais relacionados ao solo, à água, ao ar e ao ambiente social em bacias hidrográficas e reservas naturais. Serão apresentados as Unidades de Conservação de Proteção Integral e de Uso Sustentável, as Áreas de Preservação Permanente, a definição e elementos constituintes das bacias hidrográficas. Também são apresentadas as Áreas de Proteção de Mananciais, abordando a importância das matas ciliares para o equilíbrio ecológico dos ecossistemas aquáticos e terrestres. Ainda é vista a Avaliação de

Impactos Ambientais, abordando seus métodos de estudo.

Dentre as áreas protegidas pela legislação brasileira destacamos as áreas de preservação permanente, estabelecidas pela Lei Federal no 12.651, de 25 de maio de 2012, e as unidades de conservação, instituídas pela Lei Federal no 9.985, de 18 de julho de 2000. Essas áreas constituem-se em reservas naturais da diversidade biológica e de seus recursos naturais, principalmente as fontes de suprimento de água doce, no contexto de suas bacias hidrográficas.

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Medium 9788521626350

Capítulo 13 – Tratamentos Convencionais de Derivados

BRASIL, Nilo Indio do; ARAÚJO, Maria Adelina Santos; SOUSA, Elisabeth Cristina Molina de (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

13

Tratamentos

Convencionais de

Derivados

13.1 Introdução

Os tratamentos convencionais são aplicados aos derivados de petróleo com o objetivo de reduzir o teor de impurezas de caráter ácido, que possam ser removidas por substâncias químicas de caráter básico. As impurezas mais importantes são os compostos contendo enxofre, como o H2S e os mercaptanos; no entanto, outras substâncias de caráter ácido, como o CO2 e os ácidos orgânicos, também são removidas nesses tratamentos.

No passado, muitos processos foram utilizados com o mesmo objetivo, porém se tornaram obsoletos. Entre esses processos se encontram os tratamentos doctor e bender.

Há uma tendência de se manter a utilização dos tratamentos, ditos convencionais, para as frações mais leves como o gás natural, o gás combustível, o GLP e a nafta leve, obtida na destilação. No entanto, para as naftas oriundas de processos de conversão, o querosene e o óleo diesel, o HDT vem sendo cada vez mais usado.

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Medium 9788521634348

2 - A Visão Espacial

PILOTTO NETO, Egydio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

A VISÃO ESPACIAL

2.1

DOMÍNIO DO ESPAÇO

O engenheiro que se dedica ao projeto de estruturas deve em primeiro lugar se voltar para o estudo da geometria espacial, de tal forma a ser capaz de conceber mentalmente o comportamento de uma estrutura quando sujeita a um determinado tipo de esforço.

2.2

VISÃO EM PROFUNDIDADE

O início do entendimento a respeito do espaço se dá quando descobrimos que as linhas do Universo são todas curvas e que as retas são apenas um trecho da curva, razão pela qual é possível afirmar que as linhas paralelas se encontram num ponto que se situa antes do infinito, contrariando o conceito expresso na definição de paralelas como linhas contidas no plano, equidistantes em toda a sua extensão.

A rota de um navio é traçada por uma reta. Porém, como o navio navega numa superficie curva, a linha que determina a rota do navio tem uma curvatura. Assim, uma linha que é uma reta num plano, mas deixa de ser quando vista no espaço, não é verdadeiramente uma reta.

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Medium 9788573071696

Capítulo 2 - Melhoria do Processo

Shigeo Shingo Grupo A PDF Criptografado

2

Melhoria do Processo

ELEMENTOS DO PROCESSO

Cinco elementos distintos de processo podem ser identificados no fluxo da transformação de matérias-primas em produtos:

• Processamento - Uma mudança física no material ou na sua qualidade (montagem ou desmontagem)

• Inspeção - Comparação com um padrão estabelecido

• Transporte - - Movimento de materiais ou produtos; mudanças nas suas posições

• Espera - Período de tempo durante o qual não ocorre qualquer processamento, inspeção ou transporte

Há dois tipos de espera:

• Espera do processo - Um lote inteiro permanece esperando enquanto o lote precedente é processado, inspecionado ou transportado

• Espera do lote - - Durante as operações de um lote, enquanto uma peça é processada, outras se encontram esperando. As peças esperam para serem processadas ou pelo restante do lote ser fabricado.

Esse fenômeno também ocorre na inspeção e no transporte

40

S HIGEO S HINGO

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Medium 9788582604915

Capítulo 3. A dispersão urbana e seus descontentes

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

A dispersão urbana e seus descontentes

Transporte e crescimento suburbano

Assim que surgiram as primeiras cidades, surgiram os primeiros subúrbios.

A palavra em si vem do latim suburbium, que significa “sob a cidade”. Kenneth T. Jackson, em seu livro seminal sobre o tema, Crabgrass Frontier, cita uma carta efusiva escrita numa tabuleta de argila em 539 a.C. ao rei da

Pérsia sobre a vida nos subúrbios e Ur. “Nossa propriedade parece a mim a mais linda no mundo. Fica tão perto da Babilônia que desfrutamos de todas as vantagens da cidade, e ainda assim, quando chegamos em casa, estamos

1 longe de todo aquele barulho e poeira”.

Com o progresso do século XIX, os Estados Unidos cresceram e se urbanizaram com rapidez. Seu crescimento populacional foi reforçado por uma alta taxa de natalidade e por uma política de abertura à imigração. O crescimento industrial se baseou na inovação, abastecido pelas calorias possibilitadas de início pelo carvão que alimentava os motores a vapor, e depois pelo petróleo. O crescimento das redes públicas de energia elétrica levou luz, conveniência e conforto a milhões de lares; as cidades norte-americanas ficaram conectadas de modo mais eficiente pela expansão acelerada das ferrovias, do telégrafo e do telefone. O fonógrafo, as imagens em movimento e a máquina de escrever também facilitaram a integração da cultura norte-americana, enquanto os catálogos de compras pelo correio ajudaram a transformar o país em um grande mercado consumidor. Os Estados Unidos eram a maior zona comercialmente integrada do mundo.

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Medium 9788521623762

CAPÍTULO 16 - ESFORÇOS SOBRE BOCAIS DE EQUIPAMENTOS

FRANÇA FILHO, José Luiz de Grupo Gen PDF Criptografado

150

PARTE I I I — F L E XI BILIDADE DAS TU BU LAÇÕES

16

PARTE

III

ESFORÇOS

SOBRE BOCAIS DE

EQUIPAMENTOS

Vencidas as etapas para fundamentar e executar os cálculos dos deslocamentos, tensões e esforços decorrentes da expansão/ contração térmica das tubulações industriais, vamos nos dedicar neste capítulo à verificação dos bocais dos equipamentos, com base nos critérios estabelecidos pelas principais normas que tratam do projeto e construção de cada um deles.

Ao contrário das tensões resultantes nas tubulações em consequência da deformação gerada pela expansão/contração térmica restringida pelos pontos de fixação extremos e restrições intermediárias, os esforços introduzidos nesses pontos, entre os quais se destacam os bocais dos equipamentos, são normalmente considerados

na condição inicial correspondente ao primeiro ciclo, quando atingem seus valores máximos. Para isso, são calculados com a utilização do Módulo de Elasticidade do

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