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Medium 9788521627425

Capítulo 10

Pedro Carlos Silva Telles Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Editoração elletrônica –> UNA | www.editorauna.com.br

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pág. 75

10

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pág. 76

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O

Instituto Polytechnico Brasileiro, fundado no Rio de Janeiro em 1862, pode ser considerado a mais antiga associação de engenheiros no Brasil, embora não fosse, propriamente, uma associação de classe de engenharia, e sim um centro de estudos e debates técnicos e científicos, contando entre os seus membros não só engenheiros, como também alguns técnicos e cientistas de outras áreas.

O Instituto Polytechnico foi presidido, até 1889, pelo Conde

D’Eu, sucedido pelo Eng. Cons. Ignácio da Cunha Galvão; já na

República, foi seu presidente, entre outros, o Eng. Christiano

Benedito Ottoni. Durante muito tempo, e até 1889, foi seu secretário o Eng. André Rebouças, e no século XX exerceu esse cargo, também por muito tempo, o Eng. Antonio de Paula Freitas. Entre os seus membros contavam-se os mais ilustres engenheiros da

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Medium 9788521621614

8. A Medição do Vento

Oliveira Pinto Grupo Gen PDF Criptografado

8

A Medição do

Vento

“O vento é um combustível

De simplicidade incrível

Há muito tempo acessível

A barco à vela e moinho

É uma fonte natural

Sem lixo residual

Que tem nos dado o sinal

De que é mais um bom caminho”

Abdias Campos

(No cordel Fontes de

Energias Alternativas)

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Turbina eólica na cidade de Olawa, Polônia.

Foto: SCA Svenska Cellolosa Aktiebolaget, 2009, Creative Commons.

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8.1 Instrumentos de Medição

A velocidade do vento é medida por um instrumento chamado anemômetro (do grego anemus = vento). Esses instrumentos são encontrados em aeroportos, edifícios, estações meteorológicas e também em turbinas eólicas. Há vários tipos deles. Os mais populares são os do tipo concha. A direção do vento é medida pela biruta, também conhecida por windvane. De posse dos dados da velocidade do vento e de sua direção, entra um terceiro ator nesse palco eólico: o datalogger, que é o responsável por colher e armazenar os dados. Feito isso, os dados podem ser acessados remotamente via telefone, celular ou ainda colhidas no próprio local. Anemômetros, windvanes e dataloggers constituem uma estação de medição de vento composta por uma torre, que ainda pode acrescentar outras medições com a temperatura e a umidade do ar. O funcionamento no Datalogger pode ser configurado: geralmente a medição é feita em intervalos de 2 segundos, e o registro, em um intervalo de 10 min.

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Medium 9788521617556

10 - INTRODUÇÃO À TRANSFERÊNCIA DE CALOR

Eduardo Luis Canedo Grupo Gen PDF Criptografado

INTRODUÇÃO À

TRANSFERÊNCIA DE CALOR

10

10.1 TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA POR CONDUÇÃO

10.3 TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA POR RADIAÇÃO

10.2 TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA POR CONVECÇÃO

10.4 BALANÇO DE ENERGIA INTERNA

Distinguimos três mecanismos básicos e diferentes de transmissão de energia de um ponto a outro dentro de um material (ou de um material para outro):

• Condução. Mecanismo microscópico (“molecular”), depende de diferenças de temperatura (T).

• Convecção. Mecanismo macroscópico, depende do fluxo de matéria (rv).

• Radiação. Mecanismo baseado na propagação de ondas eletromagnéticas.

10.1

10.1.1

TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA POR CONDUÇÃO

Calor

Considere o seguinte caso mostrado esquematicamente a nível molecular na Figura 10.1:

Figura 10.1

O diagrama representa um fluido em repouso, isto é, sem movimento macroscópico.1 Contudo, as moléculas se movimentam de forma aparentemente caótica ou aleatória (vibram, rolam, transladam) e interagem entre elas. No diagrama temos representado o movimento de translação, onde cada mudança de rumo corresponde a um choque entre moléculas. Como o fluido está em repouso, a velocidade média das moléculas é nula: v A = vB = 0

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Medium 9788521615118

CAPÍTULO 3: Solucionando Problemas

Mark Holtzapple, W. Dan Reece Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

Solucionando Problemas

Os engenheiros buscam a solução de problemas; eles são contratados justamente por suas aptidões para solucionar problemas. Embora seja uma atividade essencial, é impossível ensinar uma técnica específica que sempre levará à solução de um problema. Conquanto os engenheiros usem a ciência para solucionar problemas, sua aptidão é mais artística que científica. A única forma de aprender a solucionar problemas é resolvendo-os; assim, seu curso de engenharia exigirá que você literalmente solucione milhares de problemas.

No mundo moderno, os computadores são freqüentemente empregados na solução de problemas. O estudante novato pode pensar que o computador está realmente solucionando o problema, mas essa impressão é falsa. Apenas um humano pode solucionar problemas; o computador é tão-somente uma ferramenta.

3.1 TIPOS DE PROBLEMAS

Um problema é uma situação, enfrentada por um indivíduo ou um grupo de indivíduos, para a qual não há uma solução óbvia. Há diversos tipos de problemas com os quais nos confrontamos:

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Medium 9788582604199

Capítulo 11. Aterramento

Amaury Pessoa Gebran, Flávio Adalberto Poloni Rizzato Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Aterramento

Indispensável no nosso cotidiano, a eletricidade exige muitos cuidados na sua utilização, pois gera riscos e pode ser fatal. Anualmente, são registrados no

Brasil milhares de casos de pessoas que sofrem choques elétricos, a maioria em suas próprias residências. Segundo dados da Associação Brasileira de

Conscientização para os Perigos da Eletricidade (ABRACOPEL, 2015), em 2014 foram registradas 627 mortes por choques elétricos e um total de 1.222 casos de acidentes envolvendo eletricidade. Entre os dados divulgados pela associação, constata-se a residência familiar como local de ocorrência de 180 mortes.

Além dos choques elétricos, é necessário também proteger as instalações contra descargas atmosféricas, capazes de levar ao mau funcionamento de máquinas e aparelhos elétricos e eletrônicos, interrupções indesejadas de energia e outros inconvenientes. Daí a importância de realizarmos o aterramento das instalações elétricas.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

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Medium 9788580555684

Capítulo 31 - Método dos Elementos Finitos

Steven C. Chapra, Raymond P. Canale Grupo A PDF Criptografado

capítulo

31

Método dos

Elementos Finitos

Até este momento, utilizamos métodos de diferenças finitas para resolver equações diferenciais parciais. Nesses métodos, o domínio da solução é dividido em uma grade de pontos discretos ou nós (Figura 31.1b). A EDP é então escrita para cada nó e suas derivadas são substituídas por diferenças divididas finitas. Embora tal aproximação

“ponto a ponto” seja conceitualmente fácil de entender, ela tem várias desvantagens.

Em particular, ela se torna mais difícil de aplicar para sistemas de geometria irregular, condições de contorno não usuais ou composição heterogênica.

O método dos elementos finitos fornece uma alternativa mais adequada para tais sistemas. Em contraste com as técnicas de diferenças finitas, o método dos elementos finitos divide o domínio da solução em regiões de forma simples ou “elementos” (Fi­ gura 31.1c). Uma solução aproximada para a EDP pode então ser desenvolvida para cada um desses elementos. A solução total é gerada juntando ou “montando” as solu­

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Medium 9788580551181

Capítulo 18 - Teoria dos Estoques

Frederick S. Hillier, Gerald J. Lieberman Grupo A PDF Criptografado

18

C A P Í T U L O

Teoria dos Estoques

“S

into muito, mas não temos esse produto no momento.” Quantas vezes você ouviu esta frase durante suas jornadas de compras? Em muitos desses casos, o que você encontrou foram lojas que não sabem fazer um bom controle de seus estoques (estoques de mercadorias sendo mantidos para venda ou uso futuros). Eles não estão fazendo pedidos para reabastecer seus estoques de forma suficientemente rápida para impedir falta de produtos. Essas lojas poderiam se beneficiar dos tipos de técnica de controle de estoques científico que são descritas neste capítulo.

Não são somente lojas de varejo que devem controlar estoques. De fato, eles são uma constante no mundo dos negócios. Manter estoques é necessário para qualquer empresa que lide com produtos físicos, inclusive fabricantes, atacadistas e varejistas. Por exemplo, os fabricantes precisam de estoques de materiais necessários para fabricar seus produtos. Eles também precisam de estoques de produtos finalizados que aguardam para embarque. De forma similar, os atacadistas, bem como os varejistas, precisam manter estoques de mercadorias disponíveis para compra por parte de seus clientes.

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Medium 9788521628347

CAPÍTULO 9 - INTRODUÇÃO ÀS MÁQUINAS CA E VETORES ESPACIAIS

Ned Mohan Grupo Gen PDF Criptografado

9

INTRODUÇÃO ÀS MÁQUINAS

CA E VETORES ESPACIAIS

9.1 INTRODUÇÃO

A porção de mercado de acionamentos CA está crescendo com o prejuízo dos acionamentos com motor CC com escovas. Nos acionamentos CA, os motores são principalmente de dois tipos: motores de indução, que são os cavalos de tração da indústria, e os motores síncronos de ímã permanente com forma de onda senoidal, que são normalmente utilizados em aplicações de alto desempenho em pequenas potências nominais. O propósito deste capítulo é introduzir as ferramentas necessárias para analisar a operação dessas máquinas nos capítulos subsequentes.

Geralmente, a todas essas máquinas são fornecidas tensões e correntes CA. Seus estatores são similares e consistem em enrolamentos trifásicos. Contudo, a construção do rotor faz a operação das duas máquinas ser diferente. No estator delas, cada enrolamento de fase

(um enrolamento consiste em determinado número de bobinas conectadas em série) produz uma distribuição de campo senoidal no entreferro. As distribuições de campo devido às três fases estão deslocadas 120 graus (2π/3 radianos) no espaço, um em relação ao outro, como indicado por seus eixos magnéticos (definido no Capítulo 6 por uma bobina concentrada) na seção transversal da Figura 9.1 para uma máquina de 2 polos, o caso mais simples. Neste capítulo, o leitor aprenderá a representar uma distribuição de campo senoidal no entreferro com vetores espaciais, o que simplifica grandemente a análise.

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Medium 9788580556070

Apêndice D - Equações de movimento em coordenadas cilíndricas

White, Frank M. Grupo A PDF Criptografado

Apêndice D

Equações de movimento em coordenadas cilíndricas

As equações de movimento de um fluido newtoniano incompressível com m, k e cp constantes são dadas aqui em coordenadas cilíndricas (r, u, z), que estão relacionadas com as coordenadas cartesianas (x, y, z) como na Figura 4.2: x 5 r cos u  y 5 r sen u  z 5 z (D.1)

Os componentes da velocidade são yr, yu e yz. Aqui estão as equações:

Continuidade:

(D.2)

Operador de derivada convectiva:

(D.3)

Operador laplaciano:

(D.4)

Equação da quantidade de movimento r:

(D.5)

Equação da quantidade de movimento u:

(D.6)

Equação da quantidade de movimento z:

(D.7)

822   Apêndice D   Equações de movimento em coordenadas cilíndricas

Equação da energia:

(D.8)

em que

(D.9)

Componentes de tensão viscosa:

(D.10)

Componentes de velocidade angular:

(D.11)

Apêndice E

Incerteza nos dados experimentais

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Medium 9788521620273

7 - PRINCÍPIOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS DIGITAIS

LATHI, B. P.; DING, Zhi Grupo Gen PDF Criptografado

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PRINCÍPIOS DE TRANSMISSÃO

DE DADOS DIGITAIS

D

urante a maior parte do século vinte, uma parcela significativa de sistemas de comunicação era de forma analógica. Contudo, ao final da década de 1990, o formato digital começou a dominar a maioria das aplicações. Não é necessário muito esforço para que percebamos a contínua migração de comunicação analógica para digital: do áudio em fita cassete para MP3 e CD, da

TV analógica NTSC ou PAL-M para a digital HDTV, da telefonia tradicional para VoIP, e do vídeo em VHS para DVD. Na verdade, até o último refúgio analógico da radiodifusão enfrenta um poderoso competidor digital, na forma de rádio por satélite. Dada a importância dominadora de sistemas de comunicação digital em nosso dia a dia, nunca é cedo demais para estudar os princípios básicos e vários aspectos de comunicação de dados digitais, como faremos neste capítulo.

Este capítulo trata do problema da transmissão de dados digitais em um canal. Portanto, consideraremos que as mensagens iniciais são digitais. Iniciaremos com a consideração do caso binário, em que os dados consistem em somente dois símbolos: 1 e 0. Aloquemos uma forma de onda (pulso) distinta a cada um desses símbolos. A resultante sequência de pulsos é transmitida através do canal. No receptor, esses pulsos são detectados e convertidos aos dados binários (1s e 0s).

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Medium 9788580551181

Capítulo 7 - Outros Algoritmos para Programação Linear

Frederick S. Hillier, Gerald J. Lieberman Grupo A PDF Criptografado

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C A P Í T U L O

Outros Algoritmos para

Programação Linear

O

fator-chave para o emprego tão disseminado da programação linear é a disponibilidade de um algoritmo extremamente eficiente – o método simplex –, capaz de solucionar rotineiramente problemas de grandes dimensões que surgem na prática. Entretanto, o método simplex é apenas uma parte do “arsenal” de algoritmos empregados regularmente pelos profissionais da programação linear. Agora vamos nos dedicar a esses outros algoritmos.

Este capítulo se inicia com três deles, que são, na realidade, variantes do método simplex. Em particular, as três seções a seguir apresentam o método simplex dual (uma modificação particularmente

útil para a análise de sensibilidade), programação linear paramétrica (uma extensão para a análise de sensibilidade sistemática) e a técnica do limite superior (uma versão melhorada do método simplex para lidar com variáveis com limites superiores). No caso desses algoritmos, não detalharemos com profundidade como foi feito com o método simplex nos Capítulos 4 e 5. O objetivo será, em vez disso, apresentar brevemente seus princípios essenciais.

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Medium 9788521617594

4. Metais

James A. Newell Grupo Gen PDF Criptografado

4

Metais

Digital Vision

004newl.indd 88

6/8/10 19:22:26

S U M Á R I O

Como os Metais São Trabalhados?

4.1

Operações de Conformação

Que Vantagens as Ligas Oferecem?

4.2

4.3

4.4

4.5

4.6

4.7

Ligas e Diagramas de Fase

Aço-Carbono

Transições de Fase

Endurecimento por Envelhecimento (Endurecimento por Precipitação)

Cobre e Suas Ligas

Alumínio e Suas Ligas

Que Limitações Têm os Metais?

4.8

Corrosão

O que Acontece com os Metais após Suas Vidas Comerciais?

4.9

Reciclagem de Metais

Objetivos do Aprendizado

Ao final deste capítulo, um estudante deve ser capaz de:

• Explicar as quatro principais operações de forjamento.

• Explicar porque acontece o endurecimento por deformação, descrever sua influência sobre as propriedades e calcular a porcentagem de trabalho a frio.

• Explicar as alterações que ocorrem em um metal endurecido por deformação durante as três etapas do recozimento: recuperação, recristalização e crescimento de grão.

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Medium 9788577260263

Capítulo 13. Análise do Ponto de Equilíbrio (Breakeven)

Leland Blank, Anthony Tarquin Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

13

Análise do Ponto de

Equilíbrio (Breakeven)

A análise do ponto de equilíbrio (breakeven) é realizada para determinar o valor de uma variável ou o parâmetro de um projeto ou alternativa que torna dois elementos iguais. Por exemplo, o volume de vendas que igualará receitas e custos. Um estudo do breakeven é realizado para duas alternativas com o objetivo de determinar em que situação uma e outra são igualmente aceitáveis; por exemplo, em um estudo da substituição, o valor da substituição da defensora que torna a desafiante uma opção igualmente boa (Seção 11.3). A análise do breakeven, comumente, é aplicada a decisões make-or-buy (produzir ou comprar), quando corporações e empresas precisam decidir a respeito da fonte de componentes manufaturados, serviços de todos os tipos etc.

O critério do breakeven foi utilizado, anteriormente, no estudo do reembolso

(Seção 5.6) e na análise de equilíbrio da ROR de duas alternativas (Seção 8.4). A ferramenta de otimização Solver do Excel, usada mais recentemente no Capítulo 12, para escolher dentre projetos independentes, é um ótimo recurso para uma análise computadorizada do breakeven entre duas alternativas. Este capítulo amplia nosso escopo e entendimento da realização de um estudo do breakeven.

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Medium 9788582715253

12.1 Esterilização no recipiente

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

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Esterilização pelo calor

A esterilização pelo calor é uma operação unitária na qual os alimentos são aquecidos a uma temperatura alta o suficiente por um tempo adequadamente longo para destruir células microbianas vegetativas e esporos e para inativar as enzimas. Como resultado, alimentos esterilizados embalados têm uma vida de prateleira maior do que seis meses em temperatura ambiente. Os alimentos também são pré-cozidos e requerem aquecimento mínimo antes do consumo, aumentando, assim, sua conveniência.

No entanto, o tratamento térmico severo no processo convencional de esterilização na embalagem

(enlatamento ou engarrafamento) pode produzir alterações substanciais na qualidade nutricional e organoléptica dos alimentos.

O desenvolvimento das tecnologias de processamento busca a diminuição do dano aos componentes nutricionais, reduzindo o tempo de processamento nos recipientes usando pouches flexíveis, ou processando os alimentos em temperaturas mais altas por períodos de tempo mais curtos antes de embalar, usando processamento

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Medium 9788580555769

Capítulo 1 - Introdução

Albert P. Malvino, David J. Bates Grupo A PDF Criptografado

1

Introdução

Os tópicos deste capítulo incluem fórmulas de fontes de tensão, fontes de corrente, dois teoremas de circuitos e análise de defeitos. Será feita uma revisão e apresentaremos novas ideias que facilitarão sua compreensão dos dispositivos semicondutores e para servir de sustentação para o restante do livro.

Objetivos de aprendizagem

Após o estudo deste capítulo você deverá ser capaz de:

Sumário

1-1

1-2

1-3

1-4

1-5

1-6

1-7

Os três tipos de fórmula

Aproximações

Fontes de tensão

Fontes de corrente

Teorema de Thevenin

Teorema de Norton

Análise de defeito

Nomear os três tipos de fórmula e explicar por que são verdadeiras.

Explicar por que as aproximações são sempre usadas no lugar das fórmulas exatas.

Definir uma fonte de tensão ideal e uma fonte de corrente ideal.

Descrever como reconhecer uma fonte de tensão estável e uma fonte de corrente estável.

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