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Medium 9788521634331

4 - Características dos Materiais

Egydio Pilotto Neto Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS

O segredo do dimensionamento dos pilares está em atender os diversos aspectos que interferem no seu funcionamento, impondo condições para seu bom comportamento como elemento estrutural de sustentação. Para isso, torna-se necessário desvendar os segredos guardados em cada uma das condicionantes. A referente ao material determina a capacidade de sustentação do pilar.

4.1

A CONDICIONANTE DO MATERIAL

A resistência de um pilar depende, primeiramente, do material do qual é composto. Dependendo da fragilidade ou da robustez do material, o pilar terá maior ou menor resistência à deformação ao receber uma carga.

Para facilitar o estudo teórico, a mecânica lança mão de um artifício que se torna admissível para possibilitar a resolução de suas equações, mas que não condiz com o fato real. Esse artifício é considerar como rígidos os corpos materiais.

Na realidade, todo material tem a capacidade de se deformar quando sujeito a um esforço, pois toda massa da qual é constituído um corpo cede sob a ação de uma força.

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Medium 9788521634553

Capítulo Nove - Águas Residuais e Pluviais: Coleta, Tratamento, Recuperação

James R. Mihelcic, Julie Beth Zimmerman Grupo Gen PDF Criptografado

Águas Residuais e

Pluviais: Coleta,

Tratamento,

Recuperação capítulo/Nove 

© Marcus Clackson/iStockphoto

James R. Mihelcic,

Julie Beth Zimmerman,

David W. Hand, Brian E.

Whitman e Martin T. Auer

Neste capítulo, os leitores vão aprender sobre a composição das

águas residuais e os vários processos unitários empregados para proteger a saúde humana, melhorar a qualidade da água e recuperar recursos. O balanço de massa e a cinética bioquímica são empregados para desenvolver expressões para dimensionar um reator utilizado para remover a demanda bioquímica de oxigênio. São discutidos processos de tratamento naturais e menos mecanizados, como as zonas

úmidas superficiais, lagoas e fossas sépticas. O tratamento e recuperação do nitrogênio e do fósforo também são discutidos, realçando as abordagens convencionais de remoção para recuperar esses nutrientes para aplicações de valor agregado, incluindo o processamento do lodo e seu papel na produção de energia. Os leitores também vão aprender sobre os requisitos de energia

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Medium 9788521630791

3. Medição de Distâncias

Jack Mccormac, Wayne Sarasua, William Davis Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

3

Medição de Distâncias

3.1 INTRODUÇÃO

Uma das operações mais básicas de um levantamento é a medição de distância. Em topografia, a distância entre dois pontos é entendida como uma distância horizontal. A razão para isso é que a maioria dos trabalhos de levantamentos é traçada como um desenho em algum tipo de mapa. Um mapa, naturalmente, é desenhado sobre uma superfície plana, e as distâncias são mostradas sobre ela como projeções horizontais. Áreas de terras são calculadas com base nas mesmas medições horizontais.

Isso significa que se uma pessoa desejasse obter a maior quantidade de área real de superfície por cada acre de terra comprada, ela deveria ser comprada na encosta de uma montanha muito inclinada.

As primeiras medições eram feitas em termos de dimensões de partes do corpo humano, tais como cúbitos, braças e pés. O cúbito (a unidade que Noé usou para construir sua arca) era definido como a distância da ponta do dedo médio da mão de um homem até o seu cotovelo (cerca de

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Medium 9788580555684

Capítulo 10 - Decomposição LU e Inversão de Matrizes

Steven C. Chapra, Raymond P. Canale Grupo A PDF Criptografado

capítulo

10

Decomposição LU e Inversão de Matrizes

Este capítulo trata de uma classe de métodos de eliminação chamados de técnicas de decomposição LU. O mais interessante da decomposição LU é que o passo de eliminação, que consome muito tempo, pode ser formulado de modo que envolva apenas operações na matriz dos coeficientes, [A]. Assim, ele se adapta bem àquelas situações nas quais muitos vetores à direita, {B}, devem ser calculados para um único valor de [A].

Apesar de haver uma variedade de maneiras pelas quais isso pode ser feito, vamos nos concentrar em mostrar como o método de eliminação de Gauss pode ser implementado como uma decomposição LU.

Um motivo para introduzir a decomposição LU é que ela fornece uma maneira eficiente de calcular a matriz inversa, a qual tem um grande número de aplicações valiosas na prática da engenharia. A decomposição LU também fornece um meio de avaliar o condicionamento do sistema.

10.1   DECOMPOSIÇÃO LU

Como descrito no capítulo anterior, a eliminação de Gauss é projetada para resolver sistemas de equações algébricas lineares,

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Medium 9788521634812

Capítulo 11 - Escoamento em Canais Abertos

FOX, Robert W.; MCDONALD, Alan T.; PRITCHARD, Philip J.; MICHTELL, John W. Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo 

11

Escoamento em Canais Abertos

11.1 Conceitos Básicos e Definições

11.2 Equação de Energia para Escoamentos em Canal

11.5 Escoamento Uniforme em Regime Permanente

11.6 Escoamento com Profundidade Variando

11.3 Efeito Localizado de Mudança de Área

11.7 Medição de Descarga Usando Vertedouros

11.8 Resumo e Equações Úteis

Aberto

(Escoamento sem Atrito)

11.4 O Ressalto Hidráulico

Gradualmente

Estudo de Caso milhões de metros cúbicos) de água por ano do rio Colorado, sendo a maior fonte renovável de suprimento de água no estado do Arizona.

O projeto do PAC envolveu muitos dos princípios de engenharia que iremos estudar neste capítulo. Por causa da grande vazão de água, o aqueduto foi projetado como um canal aberto com uma seção transversal trapezoidal, que propiciou o menor canal para a vazão desejada. A gravidade é a força motor para o escoamento, e a terra foi graduada para fornecer a inclinação correta ao canal para o escoamento. Como o lago Havasu tem aproximadamente 3000 pés abaixo do terminal, o projeto final do aqueduto inclui 15 estações de bombeamento, 8 sifões invertidos e 3 túneis.

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Medium 9788521616863

CAPÍTULO 14 Introdução a Estruturas Estaticamente Indeterminadas

Jack C. McCormac Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 14

Introdução a Estruturas Estaticamente

Indeterminadas

14.1 INTRODUÇÃO

Quando uma estrutura possuir muitas reações externas e/ou forças internas a serem determinadas usando apenas as equações de equilíbrio estático (incluindo quaisquer equações de compatibilidade), ela será estaticamente indeterminada. Uma carga situada em uma parte de uma estrutura estaticamente indeterminada ou contínua ocasionará esforços cortantes, momentos fletores e deflexões em outras partes da estrutura. Em outras palavras, as cargas aplicadas a um pilar influem nas vigas, lajes e outros pilares e vice-versa. Freqüentemente, mas não necessariamente, isso é verdadeiro para estruturas estaticamente determinadas.

Até agora, este livro esteve completamente dedicado a estruturas estaticamente determinadas, de forma que o leitor pode ter sido erroneamente levado a acreditar que vigas e treliças estaticamente determinadas são o usual em termos de estruturas modernas. Na realidade, é difícil encontrar uma viga biapoiada ideal. Provavelmente, o melhor lugar para procurar uma seria em um livro-texto sobre estruturas, mas conexões aparafusadas ou soldadas entre vigas e pilares não produzem apoios simples ideais com momento fletor nulo.

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Medium 9788521617556

6 - ESCOAMENTOS COMPLEXOS

Eduardo Luis Canedo Grupo Gen PDF Criptografado

ESCOAMENTOS COMPLEXOS

6

6.1 ESCOAMENTO RADIAL ENTRE DOIS DISCOS

PARALELOS (I)

6.4 ESCOAMENTO ENTRE PLACAS PLANAS NÃO

PARALELAS (II)

6.2 ESCOAMENTO RADIAL ENTRE DOIS DISCOS PARALELOS (II)

6.5 DEFORMAÇÕES EM ESCOAMENTOS BIDIMENSIONAIS

6.3 ESCOAMENTO ENTRE PLACAS PLANAS NÃO

PARALELAS (I)

6.6 ESCOAMENTO TANGENCIAL EM UM MISTURADOR DE

DUPLA ROSCA

Nos escoamentos considerados nos Capítulos 3 e 5, a única componente não nula da velocidade (na direção do escoamento) é função apenas da coordenada transversal (normal a essa direção), resultando em escoamentos unidirecionais e unidimensionais. Nessas condições, (a) a equação da continuidade é satisfeita identicamente e não fornece informação adicional sobre o escoamento, e (b) os termos não lineares na equação de Navier-Stokes são identicamente nulos. Portanto, a equação do movimento simplifica-se, nestes casos, para uma equação diferencial linear ordinária de segundo grau, de integração imediata, obtendo-se uma solução exata das equações de variação.

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Medium 9788580551761

Capítulo 7. Otimização

Steven C. Chapra Grupo A PDF Criptografado

7

182

Parte 2 Raízes e otimização

Otimização

► OBJETIVOS DO CAPÍTULO

O objetivo principal deste capítulo é apresentar uma introdução de como a otimização pode ser usada para determinar mínimos e máximos tanto de funções unidimensionais quanto de funções multidimensionais. Após esta leitura completa, você será capaz de:

Entender por que e onde a otimização ocorre na solução de problemas científicos e de engenharia.

Reconhecer a diferença entre otimização unidimensional e multidimensional.

Distinguir entre ótimos globais e locais.

Aprender como reformular um problema de maximização de modo que ele possa ser resolvido com um algoritmo de minimização.

Definir a razão áurea e entender por que ela torna a otimização unidimensional eficiente.

Localizar o ótimo de uma função de única variável com a busca da seção áurea.

Localizar o ótimo de uma função de única variável com a interpolação quadrática.

Aprender como aplicar a função fminbnd para determinar o mínimo de uma função unidimensional.

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Medium 9788521624752

Tópico XVII - 78 - Ciência do Gerenciamento

Michael R. Lindeburg Grupo Gen PDF Criptografado

78

 1. Introdução

  2. Técnicas de Caminho Crítico

  3. Teoria do Enfileiramento

 4. Confiabilidade

  5. Manutenção Preventiva

 6. Substituição

  7. Programação Linear

  8. Localização da Planta

  9. Layout das Facilidades

10. Medição do Trabalho

11. Amostragem de Trabalho

12. Equilíbrio de Linha de Montagem

13. Planos de Incentivo de Salário

14. Gráficos de Controle de Qualidade

15. Amostragem de Aceitação de Qualidade

16. Avaliação de Risco

17. Métodos de Trabalho

18. Ciência Comportamental

19. Engenharia de Fatores Humanos

20. Proteção de Máquinas

21. Simulação

22. Simulação de Monte Carlo

23. Teoria da Decisão

24. Processos de Markov

Nomenclatura c tempo de ciclo vários c número de falhas (defeitos)

– c2 relação entres/s′ –

C nível de confiança

C custo vários d2 relação entre R/s′ –

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Medium 9788577260386

Capítulo 4 - Propriedades dos Sistemas Contínuos no Tempo

Michael J. Roberts Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

4

Propriedades dos Sistemas

Contínuos no Tempo

As leis da Matemática não são exatas quando se referem à realidade; e tão exatas quanto possam ser, elas não fazem referência à realidade.

Albert Einstein, físico agraciado com o Prêmio Nobel

4.1 INTRODUÇÃO E OBJETIVOS

As palavras “sinal” e “sistema” foram definidas de maneira muito abrangente no Capítulo 1. A análise de sistemas consiste em uma área específica de estudo que vem sendo desenvolvida essencialmente por engenheiros. Ao longo do curso de engenharia, engenheiros obtêm uma boa base em matemática (cálculo diferencial, variáveis complexas, vetores, equações diferenciais etc.) e em ciências (física, química, biologia etc.). Um engenheiro utiliza a teoria matemática e o ferramental desenvolvido pelos matemáticos, aplicando-os para gerar conhecimento a respeito do mundo físico real descoberto pelos cientistas, com o propósito de projetar sistemas que sejam úteis à sociedade.

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Medium 9788582603888

Capítulo 12. Planejamento, contratação e fontes de recursos

João Fortini Albano Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

12

Planejamento, contratação e fontes de recursos

E

m todos os cantos do país, a necessidade de vias de transportes é muito grande. A construção de uma via de transporte, de qualquer que seja a modalidade, movimenta a economia e promove o desenvolvimento regional.

As diferentes esferas do governo também têm interesse (social, econômico e político) na implementação de infraestrutura viária, pois vias de transportes são agentes de integração e de desenvolvimento global.

A importância de uma infraestrutura adequada de vias de transporte, portanto, é indiscutível. Tais obras costumam ser dispendiosas e complexas, assim, é essencial que se tenha atenção aos seguintes aspectos: planejamento das ações, contratação de obras e serviços e definição das fontes de recursos.

Esses serão os assuntos abordados ao longo deste capítulo.

Neste capítulo você estudará:

O

planejamento das ações concernentes à infraestrutura viária.

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Medium 9788580551181

Capítulo 10 - Programação Dinâmica

Frederick S. Hillier, Gerald J. Lieberman Grupo A PDF Criptografado

10

C A P Í T U L O

Programação Dinâmica

A

programação dinâmica é uma técnica matemática útil para tomar uma sequência de decisões inter-relacionadas. Ela fornece um procedimento sistemático para determinar a combinação de decisões ótimas.

Ao contrário da programação linear, não existe uma formulação matemática padrão “do” problema de programação dinâmica. Em vez disso, a programação dinâmica é um tipo genérico de metodologia para resolução de problemas e as equações particulares utilizadas têm de ser desenvolvidas para cada situação. Portanto, é necessário certo grau de engenhosidade e de insight na estrutura geral dos problemas de programação dinâmica para reconhecer quando e como um problema pode ser resolvido pelos procedimentos dessa mesma programação. Essas habilidades podem ser mais bem desenvolvidas pela exposição a ampla gama de aplicações de programação dinâmica e um estudo das características que são comuns a todas essas situações. É apresentado grande número de exemplos ilustrativos para essa finalidade.

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Medium 9788582603888

Capítulo 8. Vias de transportes e meio ambiente

João Fortini Albano Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Vias de transportes e meio ambiente

Q

uando uma via de transportes é projetada, é imprescindível atentar aos impactos que ela trará ao meio ambiente. Desde sua implantação até sua operação, ocorrem interferências no meio ambiente, também chamadas de externalidades. Que efeitos produzem, quais são suas consequências e como podem ser atenuadas são os assuntos deste capítulo.

Iniciaremos verificando brevemente os impactos positivos do sistema de transportes para, em seguida, abordar em mais detalhes os impactos negativos, como os acidentes, a poluição e os congestionamentos. Em seguida, aprenderemos como mitigar esses impactos. Por fim, veremos algumas dicas para ajudar a melhorar o meio ambiente.

Neste capítulo você estudará:

Os

impactos positivos e negativos do sistema de transportes no meio ambiente.

Formas de mitigar os impactos do sistema de transportes no meio ambiente.

Ações destinadas a preservar o meio ambiente.

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Medium 9788521630791

21. Levantamentos de Propriedades ou Levantamentos

Jack Mccormac, Wayne Sarasua, William Davis Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

21

Levantamentos de Propriedades ou

Levantamentos Cadastrais

21.1 INTRODUÇÃO

O levantamento cadastral ou levantamentos de propriedade destina-se à locação dos limites de propriedades e à preparação dos desenhos (ou plantas) que mostram esses limites. Além disso, envolve a redação e interpretação das descrições de terras constantes em documentos legais para vendas de terra ou arrendamentos. Mais precisamente, levantamentos cadastrais são feitos para atender a uma ou mais das seguintes finalidades:

1. Restabelecer limites de uma parte de terra que foi previamente levantada

2. Subdividir um pedaço de terra em partes menores

3. Obter os dados necessários para a redação das descrições legais de um pedaço de terra

A locação dos limites de propriedades começou antes da história registrada, e em todas as épocas subsequentes tem sido necessário o topógrafo para restabelecer limites de terras perdidos, estabelecer novos limites e preparar as descrições dos limites. A necessidade que os proprietários têm de locar, dividir, medir e verificar as dimensões de suas propriedades levaram ao desenvolvimento da profissão do topógrafo especializado no levantamento cadastral.* Hoje, a expansão da população, a demanda para uma segunda casa e o crescimento das indústrias têm criado uma procura por mais e mais levantamentos de propriedades.

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Medium 9788576140603

Sistema Urinário

Marcelo Felisberto Editora Saraiva PDF Criptografado

Guia Prático de Radiologia

Exames Especializados

Sistema Urinário

O sistema urinário é formado por rins, ureteres, bexiga e uretra. Todos desenvolvem funções importantes, como descrito em seguida.

Os rins têm a função de filtrar do sangue as impurezas e produzir urina. Durante a filtração, substâncias que não são aproveitadas pelo corpo são eliminadas, como no caso da ureia e a creatinina. E ainda, o rim é responsável por manter o equilíbrio de eletrólitos, tais como sódio, potássio, cálcio, fósforo, bicarbonato, entre outros. Produz hormônios, eritropoetina

(responsável pela produção de hemácias), regula a pressão arterial, entre várias outras funções. Os ureteres são tubos que ligam os rins à bexiga e transportam a urina para a bexiga. A bexiga atua como um pequeno reservatório, podendo armazenar aproximadamente

500ml. Quando a bexiga está cheia, suas paredes se contraem e os dois anéis chamados de esfíncter se abrem, controlando a passagem da urina através da uretra para fora do corpo.

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