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Medium 9788580551945

Capítulo 11 - Memórias

Roger L. Tokheim Grupo A PDF Criptografado

capítulo 11

Memórias

Anteriormente, mencionou-se que a vantagem mais importante de um sistema digital sobre um sistema analógico é sua capacidade de armazenar dados por períodos curtos ou longos. A disponibilidade e a utilização da memória impulsionaram o que diversos autores definem como revolução da informação*. Todo o sistema internacional depende da transferência de dados de um dispositivo de armazenamento de memória para outro. Naturalmente, sistemas de computadores e telecomunicações dependem do armazenamento de grandes quantidades de dados.

* A revolução da informação também é denominada Terceira Revolução Industrial, ou Revolução Técnico-Científica-Informacional.

Objetivos deste capítulo

Citar e caracterizar dispositivos de memória e armazenamento existentes em um microcomputador.

Definir a estrutura de um microcomputador, incluindo a CPU, barramentos de controle, de endereço e de dados, memórias RAM, ROM e NVRAM internas e dispositivos de armazenamento de memória.

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Medium 9788521627425

Capítulo 6

Pedro Carlos Silva Telles Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Editoração elletrônica –> UNA | www.editorauna.com.br

006-silvatelles

pág. 35

6

26.08.14 10:54:53

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006-silvatelles

pág. 36

26.08.14 10:54:55

A

construção das estradas de ferro, que começou em 1852, foi o primeiro grande desafio que a engenharia teve de enfrentar aqui no Brasil. Até então, pode-se dizer que a atuação dos engenheiros no Brasil tinha, principalmente, motivações de ordem política: eram engenheiros militares construindo fortificações e edifícios públicos, realizando levantamentos estratégicos ou demarcação de fronteiras, etc. Com a construção das estradas de ferro a situação modificou-se completamente, já que os motivos eram, agora, basicamente econômicos, e enorme foi o impacto dessas construções na economia do país e na sociedade em geral.

A partir de 1820, justamente, começou a operar-se no Brasil uma profunda transformação econômica, com o advento do ciclo do café, e foi exatamente o café o principal responsável pela necessidade das estradas de ferro. O ouro de Minas Gerais — que foi o principal produto do ciclo econômico anterior — podia ser eficientemente transportado em tropas de mulas, mesmo a grandes distâncias, devido ao seu alto valor intrínseco e à pequena tonelagem movimentada. A cana-de-açúcar do Nordeste também podia contentar-se com os transportes existentes, devido às pequenas distâncias até os portos de exportação. O café, entretanto, quando atingiu o Vale do Paraíba do Sul, por volta de 1830, passou a exigir, cada vez mais, melhores transportes terrestres, porque as distâncias e as quantidades transportadas eram também cada vez maiores.

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Medium 9788580555547

15 - Engrenagens cônicas e sem-fim

Richard G. Budynas, J. Keith Nisbett Grupo A PDF Criptografado

15

Engrenagens cônicas e sem-fim

15–1

Engrenamento cônico – Geral 

15–2

Tensões e resistências de engrenagens cônicas 

15–3

Fatores para equação AGMA 

15–4

Análise de engrenagens cônicas de dentes retos 

15–5

Projeto de um engrazamento de engrenagem cônica de dentes retos 

15–6

Engrenamento de sem-fim – Equação AGMA 

15–7

Análise de engrenagem sem-fim 

15–8

Projetando uma transmissão de engrenagem sem-fim 

15–9

Carga de desgaste de Buckingham 

770

772

775

786

793

797

804

801

790

770    Elementos de máquinas de Shigley

A American Gear Manufacturers Association (AGMA) estabeleceu as padronizações para a análise e projeto dos vários tipos de engrenagens cônicas e engrenagens sem-fim. O Capítulo

14 foi uma introdução aos métodos da AGMA para engrenagens cilíndricas de dentes retos e engrenagens helicoidais e engrenagens helicoidais e contém muitas das definições dos termos usados neste capítulo. A AGMA também estabeleceu métodos similares para outros tipos de engrenamentos, todos seguindo o mesmo procedimento geral.

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Medium 9788580555523

Capítulo 2 - Transistores bipolares de junção

Sergio Franco Grupo A PDF Criptografado

2

Transistores bipolares de junção

Organização do capítulo

2.1

2.2

2.3

2.4

2.5

2.6

2.7

2.8

2.9

N

A estrutura física do TBJ

Operação básica do TBJ

A característica i-v de TBJs

Regiões de operação e modelos do TBJ

O TBJ como amplificador/chave

Operação do TBJ em pequenos sinais

Polarização do TBJ para projeto de amplificadores

Amplificadores de tensão bipolares básicos

Seguidores de tensão e de corrente bipolares

Apêndice 2A: Modelos do SPICE para TBJs

Referências

Problemas

ão há dúvida de que a invenção do diodo de tubo de vácuo abriu caminho para uma série de aplicações úteis, que não seriam possíveis utilizando apenas os dispositivos lineares que estudamos nos cursos introdutórios de circuitos. No entanto, os horizontes da eletrônica foram expandidos para muito mais longe com a invenção de um tubo de vácuo de três elementos chamado de triodo. Em

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Medium 9788536531489

5 - Layout e Recursos da Organização

BATISTA, Audrey Barretti Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

5

Layout e Recursos da Organização

Para começar

Este capítulo estuda a importância do layout e seus aspectos ergonômicos para a organização, assim como o dever de conservação do mobiliário pelo profissional e aspectos da responsabilidade social.

5.1 Layout

As pessoas passam cada vez mais tempo dentro do ambiente de trabalho, portanto, hoje é de grande importância a estrutura física de uma empresa, se está adequadamente elaborada para o fluxo de trabalho, para a movimentação de materiais e para bem-estar de seus funcionários. Isto significa se preocupar com o projeto de layout.

As organizações, de uma forma geral, e principalmente as empresas, demonstram grande preocupação em adequar seus layouts para que os resultados sejam alcançados dentro da otimização de tempo, das tarefas e dos fluxos de informações. Mas, infelizmente, essa preocupação, na maioria das vezes, limita-se às áreas operacionais e técnicas, e as áreas administrativas, os escritórios, são constantemente ignorados.

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Medium 9788536512143

7.3 Solda lateral

Sarkis Melconian Editora Saraiva PDF Criptografado

Tem-se então que:

Fmáx = σs ⋅ l ⋅ t

Fmáx = 90 ⋅ 10

6

N

−3

−3

⋅ 200 ⋅ 10 m ⋅ 6 ⋅ 10 m m2

Fmáx = 108.000N =108 kN .

7.3 Solda lateral

Duas chapas unidas por meio de solda lateral têm os cordões dimensionados através do estudo a seguir.

Figura 7.3 − Solda lateral.

Na secção transversal do cordão, tem-se:

Figura 7.4 − Área de cisalhamento do cordão.

No dimensionamento do cordão, despreza-se o acabamento da solda, considerando-se somente o AOB.

Observa-se na figura que a área mínima de cisalhamento ocorre a 45º, sendo expressa por:

Amín = a × 

Como a = t . cos45, tem-se:

Amín =  . t . cos45º

Ligações Soldadas

119

A tensão de cisalhamento no cordão é dada por:

τs =

Q

Q

=

A min l ⋅ t ⋅ cos 45o

Para dimensionar o cordão da solda, utiliza-se a (τs) tensão admissível da solda, e obtém-se: l=

Q

τs ⋅ t ⋅ cos 45o

em que:

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Medium 9788580551396

Capítulo 4. Componentes de circuitos elétricos

Richard Fowler Grupo A PDF Criptografado

capítulo 4

Componentes de circuitos elétricos

No Capítulo 3, você aprendeu a respeito dos elementos básicos que compõem um circuito elétrico. Neste capítulo, você aprenderá mais sobre componentes utilizados na construção de circuitos elétricos.

OBJETIVOS

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

Identificar componentes elétricos mais comuns e relacioná-los aos símbolos esquemáticos.

Medir e especificar as bitolas de fios e de condutores elétricos.

Compreender princípios de funcionamento de componentes elétricos.

Interpretar e especificar potências elétricas de componentes.

Compreender a terminologia utilizada para descrever componentes de circuitos e suas falhas.

Utilizar o código de cores de resistores na determinação da resistência de resistores comerciais.

Pilhas e baterias

Embora existam diversas formas de se gerar tensão elétrica, como em pilhas, baterias, termopares e células solares, mencionadas no Capítulo 2, as duas primeiras formas de geração ainda são de longe as formas mais comuns. A menos que especificado em contrário, os termos pilhas e BATERIAS referem-se aos geradores químicos de tensão elétrica.

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Medium 9788536509112

3.2 Exposição e divulgação de produtos (merchandising)

Ligia Castiglioni Editora Saraiva PDF Criptografado

da qualidade de entrega do serviço. Uma grande ferramenta para o marketing de serviços é o vulgo

“marketing boca a boca”, muito embora possa ser uma via de duas mãos, pois, quando realizado de maneira a transmitir uma mensagem positiva, traz inúmeros benefícios à organização, mas o contrário também pode acontecer.

Um aspecto que merece atenção é que, como todo produto, o serviço também tem um ciclo de vida. Durante o relacionamento do cliente com a organização há uma sucessão de momentos que merecem muitos cuidados e atenção, porque são essas relações com as fases dos clientes que constroem a imagem do serviço.

3.2 Exposição e divulgação de produtos

(merchandising)

Aprofundaremos agora uma importante ferramenta do marketing e uma das mais efetivas no quesito de levar informação ao cliente. Se elaborado de forma correta, é bem clara a mensagem sobre o produto, destacando-o no ponto de venda. Trata-se do merchandising. O termo merchandiser é de origem inglesa e significa “negociante” ou “mercador”, ao pé da letra. A melhor tradução de merchandising neste contexto seria “mercadização”, nome que em português não corresponde exatamente ao significado da atividade como já é conhecida. Merchandising seria, então, uma derivação da palavra merchandise, que podemos traduzir como “operação com mercadorias”. Para ficar mais claro, podemos dizer que o: merchandising é qualquer técnica, ação ou material promocional usado no ponto de venda que proporcione informação e melhor visibilidade a produtos, marcas ou serviços, com o propósito de motivar e influenciar as decisões de compra dos consumidores. (BLESSA, 2005, p.1)

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Medium 9788536530482

7.5 O papel da Defensoria Pública ou do advogado de defesa

ALCÂNTARA, André Feitosa; JESUS, Fábio Rodrigues de; CARDOSO, José Nildo Alves Editora Saraiva PDF Criptografado

150

Serviços jurídicos

––

ação penal privada proposta pela vítima ou seu representante legal, mediante advogado(a) ou defensor(a) público, contra o ofensor, sendo a ação denominada queixa-crime.

MODELO DE DENÚNCIA

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA VARA CRIMINAL DA COMARCA DA CAPITAL

IP no 248/ 2016

O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO vem, através de seu representante abaixo-assinado, no uso de suas atribuições legais, com fundamento no artigo 129, inciso I da Constituição da República Federativa do Brasil, oferecer DENÚNCIA em face de ACUSADA, já qualificada às fls. 32 do inquérito policial supracitado, pela prática da conduta delituosa a seguir transcrita:

No dia 13 de agosto de 2003, por volta das 23:00, na Rua Vitório Vitorio, no 150, nesta cidade e comarca, a denunciada matou sua mãe FULANA DE TAL, mediante recurso que dificultou a sua defesa, causando-lhe os ferimentos descritos no exame necroscópico acostado às fls 71/72.

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Medium 9788576140528

Mão e Punho

Marcelo Felisberto Editora Saraiva PDF Criptografado

Mão e Punho

Fileira distal

1 Trapézio

2 Trapezoide

3 Capitato

4 Hamato

Fileira proximal

5 Escafoide

6 Semilunar

7 Piramidal

8 Pisiforme

9 Metacarpos

10 Falanges proximais

11 Falanges mediais

12 Falanges distais

Guia Prático de Radiologia

17

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Medium 9788536511276

4.1 Princípio de funcionamento dos compressores

Guilherme Eugênio Filippo Fernandes Filho Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Compressores

Para começar

Este capítulo oferece uma apresentação geral dos compressores envolvendo tipos, características, sistemas de controle, resfriamento e lubrificação. Traz também uma abordagem um pouco mais detalhada sobre os fundamentos termodinâmicos da compressão de gases.

O capítulo traz ainda uma visão geral sobre instalações de ar comprimido. Quase todas as instalações industriais dispõem dessa utilidade. As aplicações de compressores para refrigeração serão tratadas no próximo capítulo.

4.1 Princípio de funcionamento dos compressores

O compressor é uma máquina geradora, isto é, ele transfere energia para que um gás possa ser deslocado e comprimido para um nível de pressão desejado. Essa máquina deve ser acionada por um motor. Tipicamente se utiliza o motor elétrico de indução para o seu acionamento em instalações fixas. Em algumas instalações de grande porte pode haver acionamento por turbinas a vapor ou a gás. Compressores móveis costumam ser acionados por motores diesel.

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Medium 9788536529776

Capítulo 14: SAÚDE

Vicente Soares Neto Editora Saraiva PDF Criptografado

PARTE 2 Gestão

b) Os dispositivos e os sensores, que serão inteligentemente distribuídos pelo município, devem ter como premissa o atendimento de diferentes funções. c) O hardware utilizado deverá ter a capacidade de processamento adequado e ser devidamente distribuído, permitindo sua operação em caso de falhas e, portanto, tendo contigência. d) O desenvolvimento de softwares, isto é, ferramentas computacionais adequadas à formação de indicadores históricos e em situação de pânico, é muito importante.

13.5. A necessidade de evolução

Pode até mesmo estar parecendo aos leitores que a implantação de um sistema de resposta de emergência, nesse contexto, esteja finalizada. Não, não se desenvolve tecnologia e se estaciona no tempo.

Após a primeira implantação e os testes necessários para sua perfeita operação, é preciso pensar nos próximos passos, isto é, a evolução do sistema, em conformidade, evidentemente, com a situação econômica e financeira do município e das necessidades mais importantes da população.

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Medium 9788580551181

Capítulo 1 - Introdução

Frederick S. Hillier, Gerald J. Lieberman Grupo A PDF Criptografado

1

C A P Í T U L O

Introdução

1.1 A ORIGEM DA PESQUISA OPERACIONAL

Desde o advento da Revolução Industrial, o mundo presencia o crescimento extraordinário no tamanho e na complexidade das organizações. As pequenas oficinas de artesãos de outrora evoluíram para as corporações bilionárias de hoje. Um fator crucial para essa mudança foi o extraordinário aumento na divisão do trabalho e a segmentação das responsabilidades gerenciais nessas organizações. Os resultados foram espetaculares. Entretanto, junto com os pontos positivos, essa crescente especialização criou novos problemas, que ainda ocorrem em muitas organizações. Um deles é a tendência das diversas unidades de uma organização formarem impérios relativamente autônomos com seus próprios objetivos e sistemas de valor, perdendo, consequentemente, a visão de como suas atividades e objetivos se entremeiam com aquelas da organização como um todo. O que é melhor para uma das unidades com frequência é prejudicial à outra, o que pode levar a objetivos conflitantes. Um problema decorrente é que, à medida que aumentam a complexidade e a especialização, torna-se cada vez mais difícil alocar os recursos disponíveis para as diversas atividades da maneira mais eficiente para toda a organização. Esses tipos de problema e a necessidade de encontrar o melhor caminho para solucioná-los criaram as condições necessárias para o surgimento da pesquisa operacional (comumente referida como PO).

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Medium 9788580551648

Capítulo 16. Colunas

Ferdinand P. Beer, John T. Dewolf, E. Russell Johnston Jr., David F. Mazurek Grupo A PDF Criptografado

A passarela curva para pedestres é suportada por várias colunas. A análise e o projeto de membros que suportam cargas axiais de compressão serão abordados neste capítulo.

Cap.16_Beer.indd 642

03/12/2012 19:16:06

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C A P Í T U L O

Colunas

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644 Estática e mecânica dos materiais

16

Colunas

16.1 Introdução

16.1 Introdução

16.2 Estabilidade de estruturas

16.3 Fórmula de Euler para colunas biarticuladas

16.4 Extensão da fórmula de

Euler para colunas com outras condições de extremidade

16.5 Projeto de colunas submetidas a uma força centrada

Nos capítulos anteriores, tínhamos dois interesses principais: (1) a resistência da estrutura, isto é, sua capacidade para suportar determinado carregamento sem que se verificassem tensões excessivas; e (2) a capacidade da estrutura para suportar determinado carregamento sem sofrer deformações inaceitáveis. Neste capítulo, abordaremos aspectos relacionados à estabilidade da estrutura, isto é, a capacidade de suportar determinado carregamento sem sofrer uma mudança abrupta em sua configuração. Trataremos principalmente de colunas, isto é, da análise e do projeto de elementos prismáticos verticais que suportam forças axiais.

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Medium 9788536526836

8.5 Necessidade de proteção

Roberto Machado Editora Saraiva PDF Criptografado

8.4 Regras de proteção pessoal para os seres bípedes

A seguir são abordadas algumas regras de proteção pessoal para seres bípedes: a)

Evitar ficar em campos abertos ou coberturas de prédios durante uma tempestade.

b)

Quando não houver casas para se proteger, a pessoa deve abaixar-se com mãos, cabeça e joelhos juntos, e evitar permanecer com os pés descalços.

c)

Se a pessoa estiver dentro da água, deve sair imediatamente, pois a água pode tornar-se condutora caso receba uma descarga

d)

Não ficar em janelas, nem nas proximidades de grandes corpos metálicos, tais como grades, tanques e escadas, principalmente em edifícios.

8.5 Necessidade de proteção

Antes de iniciar o projeto do SPDA propriamente dito, é necessário determinar se o sistema deve ou não ser instalado, pois o SPDA não evita a queda do raio, podendo a sua instalação, inclusive, aumentar a probabilidade de um raio atingir a edificação.

A Norma apresenta um método de avaliação de risco que permite mensurar a necessidade de instalação desse sistema. Mas, independentemente do cálculo, o projetista deve analisar cuidadosamente se algum fator é excepcionalmente importante e torna a instalação obrigatória, tais como: a)

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