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Capítulo 3 Avaliação para Intervenções

Eduardo Linhares QUALHARINI Grupo Gen ePub Criptografado

SUMÁRIO

3.1 Pré-diagnóstico

3.2 Diagnóstico

3.3 Relatório Final

3.4 Plano das Intervenções

3.5 Recomendações do Capítulo

 

Ao longo dos últimos trinta anos, com a escassez de novas áreas para a construção, tornou-se inevitável a recuperação de áreas edificadas e que se tornaram inadequadas quanto ao seu uso, onde são exigidas ações corretivas e até emergenciais, para limitar a depreciação do patrimônio edificado.

Assim, a reabilitação predial vem crescendo dentro do segmento do mercado da construção civil, mas há a necessidade de um trabalho de avaliação, acompanhamento e fiscalização quando nas intervenções.

Embora as tecnologias e práticas indiquem um desempenho satisfatório na solução do envelhecimento natural, existem os erros de projetos e as imperícias geradas por antigas intervenções e estas devem ser vistoriadas, pois são importantes subsídios nas tomadas de decisões. Na prática, a avaliação das intervenções deve ser sistêmica no objetivo de reconhecer os aspectos de desempenho, usabilidade, vida útil, estado de conservação e características de manutenção realizadas, espelhando recuperar a capacidade funcional dos componentes construtivos. Por tal, as reabilitações devem ser programadas através de um reconhecimento das restrições existentes, condicionando-as a um conjunto de ações que visem definir os melhores processos possíveis na recuperação das benfeitorias, conforme descrito a seguir.

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Capítulo 7 Considerações na Reabilitação

Eduardo Linhares QUALHARINI Grupo Gen ePub Criptografado

SUMÁRIO

7.1 Reabilitação Predial, sem Restauração

7.2 Reabilitação Predial, com Restauração

7.3 Boas Práticas da Reabilitação Predial

7.4 Reflexões Finais

 

O dinâmico crescimento da população mundial vem conduzindo a expansão dos centros urbanos para regiões periféricas das cidades. Neste aspecto, segundo previsão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) há a necessidade de resgatar antigas áreas para atividades sociais e habitacionais, pois, nos próximos 30 anos, mais de 90% da população viverão no meio urbano, e a reabilitação predial será um meio exequível de adaptar e conservar em condições contemporâneas as benfeitorias existentes.

Contudo, em muitos dos espaços que poderiam estar disponíveis, existem construções, como no exemplo da cidade do Rio de Janeiro, que têm cerca de 1.8 milhão de imóveis com média de idade das construções superior a 40 anos, onde indica-se a premência de uma renovação urbana.

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Capítulo 6 As Práticas na Reabilitação, com o Uso de Técnicas Contemporâneas

Eduardo Linhares QUALHARINI Grupo Gen ePub Criptografado

SUMÁRIO

6.1 Reabilitação de Estruturas

6.2 Reabilitação de Coberturas e Caixilhos

6.3 Reabilitação de Revestimentos

6.4 Reabilitação de Pisos

6.5 Reabilitação de Sistemas Hidrossanitários

6.6 Reabilitação de Redes Prediais

6.7 Recomendações do Capítulo

 

No último século, na reabilitação de edificações foram adotados produtos inovadores e técnicas que oferecessem qualidade na execução dos processos construtivos e facilidades nas intervenções.

Assim, o uso do aço inoxidável e do alumínio possibilitou a utilização de materiais beneficiados e reciclados, o que tornou mais viável a recuperação das construções. Outro aspecto foi uma nova “onda” no uso de produtos derivados de petróleo, como os policarbonatos em telhas e esquadrias; o polipropileno (ACM) em revestimentos e em recobrimentos tipo película (siding), como também o uso de PVC/vinil em caixilhos e pisos flutuantes, e nos acessórios hidrossanitários. Outras opções são na colocação de elementos sobrepostos em placas cimentícias e o uso de laminados melamínicos (fórmica) em paredes e pisos, e do metilmetacrilato (corian) em bancadas, lavatórios e banheiras, além do uso de gesso acartonado, tanto em revestimentos internos, como para execução de novas compartimentações nas unidades recuperadas.

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Capítulo 1 Reabilitação e seus Conceitos

Eduardo Linhares QUALHARINI Grupo Gen ePub Criptografado

SUMÁRIO

1.1 Razões da Reabilitação

1.2 Definição de Conceitos

1.3 Níveis de Intervenção

1.4 Recomendações do Capítulo

 

O empenho na valorização de um patrimônio edificado, pela reabilitação das construções existentes, passou a ser uma prática no meio urbano, conduzindo à requalificação dos espaços edificados, devido ao abandono e à consequente degradação destas áreas, e formando enclaves em antigos centros urbanos, por sua condição envelhecida e carência de preservação.

Contudo, também a degradação urbana pode ocorrer em lugares que cresceram de modo acelerado e muito além dos seus limites físicos, sem terem uma expansão organizada e de qualidade. Tal fato conduz a um esvaziamento demográfico destas áreas pela desqualificação, tanto das benfeitorias quanto da inadequada infraestrutura, gerando problemas de habitabilidade, e consequentemente de marginalidade e segurança.

Entretanto, o reconhecimento da importância sociocultural do patrimônio arquitetônico urbano passa pela promoção de intervenções que conduzam a um novo paradigma local, promovendo um equilíbrio tanto dos valores físico-econômicos, quanto dos socioambientais.

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Capítulo 5 As Boas Práticas na Recuperação de Patologias em Reabilitações

Eduardo Linhares QUALHARINI Grupo Gen ePub Criptografado

SUMÁRIO

5.1 Patologias em Sistemas Estruturais

5.2 Patologias em Revestimentos Argamassados

5.3 Patologias em Revestimentos Cerâmicos

5.4 Patologias de Revestimentos em Pintura

5.5 Patologias em Coberturas e Telhados

5.6 Patologias em Elementos Construtivos

5.7 Patologias em Sistemas Prediais

5.8 Recomendações do Capítulo

 

No patrimônio edificado, com o envelhecimento dos materiais, são necessárias correções para adaptar a construção às exigências contemporâneas. Estas ações ocorrem conjugadas a um apreciável número de práticas que visam atender as demandas de obsolescência no meio edificado. Contudo, qualquer abordagem no sentido de adequar as anomalias de espaços edificados deve passar pelo conhecimento das patologias, à luz da interpretação das suas origens, inclusive por vícios construtivos, deficiências de projeto e intervenções malsucedidas. Assim, a seguir há uma descrição dos diversos aspectos patológicos, com recomendações para as intervenções nas benfeitorias construídas.

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Capítulo 2 Aspectos Legais e Normativos da Reabilitação

Eduardo Linhares QUALHARINI Grupo Gen ePub Criptografado

SUMÁRIO

2.1 A Experiência Internacional

2.2 Legislação Brasileira nos Planos Diretores

2.3 Normas Brasileiras nas Reformas e Manutenções de Edificações

2.4 Recomendações do Capítulo

 

O objetivo de um planejamento urbano é definir como promover a expansão ordenada de uma região, ao mesmo tempo em que poderia reduzir as desigualdades sociais. Assim, é papel dos governos definir metas de acordo com as necessidades de cada localidade, tendo como instrumento principal a criação de um conjunto de diretrizes denominado de “Plano Diretor”. Vale ressaltar que não existem procedimentos ideais, pois cada área urbana tem as suas próprias características, e uma mesma solução possivelmente não atenderá a todas as demandas. Portanto, deve existir uma legislação eficiente. Nisso, é essencial que existam canais de comunicação entre o governo, os técnicos e os representantes de setores da sociedade, visando identificar e equilibrar os diversos interesses nas reabilitações.

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Exemplos de Aplicação Finais EA-21

João MAMEDE FILHO, Daniel Ribeiro MAMEDE Grupo Gen ePub Criptografado

Nesta edição, adicionamos novos exemplos de aplicação para os capítulos da obra. Esperamos, com isso, que você possa praticar os conhecimentos adquiridos.

A subestação elevadora de uma Usina de Energia Eólica de 500 MVA/230-69 kV é composta por 2 transformadores 150 MVA operando em paralelo. Dimensione e especifique sumariamente o banco de baterias que alimentará o Quadro de Serviço Auxiliar em Corrente Contínua (QSA-CC) a ser instalado no interior da Sala de Baterias da subestação cuja temperatura máxima é de 30 °C. O tempo de duração da emergência deve ser de 1 hora. Considere que poderá ocorrer a atuação simultânea de 1 disjuntor de 230 kV e 6 disjuntores de 69 kV, quando ocorrer um defeito no disjuntor de 69 kV de proteção de um dos transformadores de potência fazendo operar a proteção de disjuntor 50BF. Determine também a capacidade nominal do retificador-carregador e suas principais características técnicas.

• Tensão das cargas em regime permanente: 125 Vcc.

• Tensão nos terminais do banco de baterias durante a operação: (i) das bobinas abertura dos disjuntores; (ii) dos motores de carregamento da mola de fechamento dos disjuntores; e (iii) do funcionamento dos circuitos de emergência: 112 V.

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1 Elementos da proteção

João MAMEDE FILHO, Daniel Ribeiro MAMEDE Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Ao completar a leitura deste capítulo, o leitor terá conhecimentos suficientes para:

→ Citar as estatísticas das interrupções que ocorrem nos sistemas elétricos.

→ Descrever, de forma geral, o histórico dos dispositivos de proteção.

→ Descrever o funcionamento dos principais relés de proteção.

→ Citar as principais funções de proteção e manobra publicadas pela American National Standards Institute (ANSI).

→ Citar os principais sistemas de comunicação de transmissão de dados entre os dispositivos de proteção.

→ Conceituar as técnicas básicas utilizadas pelos relés digitais utilizados nos esquemas de proteção.

Na operação dos sistemas elétricos de potência surgem, com certa frequência, falhas nos seus componentes que resultam em interrupções no fornecimento de energia aos consumidores conectados a esses sistemas, com a consequente redução da qualidade do serviço prestado.

A falha mais comum em qualquer sistema de potência é o curto-circuito, que dá origem a correntes elevadas circulando em todos os elementos energizados, tendo como resultado severos distúrbios de tensão ao longo de todo o sistema elétrico, ocasionando, muitas vezes, danos irreparáveis ao sistema e às instalações das unidades consumidoras.

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Anexo A-1

João MAMEDE FILHO, Daniel Ribeiro MAMEDE Grupo Gen ePub Criptografado
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9 Proteção de barramento

João MAMEDE FILHO, Daniel Ribeiro MAMEDE Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Ao completar a leitura deste capítulo, o leitor terá conhecimentos suficientes para:

→ Identificar os tipos e a origem dos defeitos em barramentos de subestações.

→ Identificar as principais funções de proteção que são adequadas à proteção de barramentos.

→ Descrever as arquiteturas de barramentos de subestações metálicas.

→ Dividir um barramento em zonas de proteção com a finalidade de aperfeiçoar a proteção de barra.

As subestações são dotadas de barramentos nos quais são conectados tanto os circuitos alimentadores como os circuitos de distribuição, incluindo-se os transformadores de potência.

O barramento principal de uma subestação concentra uma grande quantidade de potência e muitas derivações para atendimento das cargas elétricas, tornando-se um elemento de elevada importância para a confiabilidade do sistema. Assim, a proteção deve ser idealizada para garantir que somente defeitos internos ao barramento possam afetar a sua continuidade operacional, e as demais faltas nas derivações sejam eliminadas coordenadamente para separar a parte defeituosa.

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8 Proteção de linhas de transmissão

João MAMEDE FILHO, Daniel Ribeiro MAMEDE Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Ao completar a leitura deste capítulo, o leitor terá conhecimentos suficientes para:

→ Calcular os ajustes dos relés de proteção contra sobrecorrente temporizada de fase e de neutro.

→ Calcular os ajustes dos relés de proteção (50/51) e (50/50N).

→ Elaborar um estudo de coordenação da proteção entre relés.

→ Citar os diversos tipos de relés direcionais de sobrecorrente.

→ Identificar como um relé de distância reconhece o ponto da linha de transmissão onde ocorreu um defeito.

→ Citar o número de zonas de proteção de um relé de distância.

→ Calcular os ajustes das diferentes zonas de proteção de um relé de distância.

Linhas de transmissão são os elementos de um sistema elétrico que transportam a energia produzida pelas fontes de geração até as subestações abaixadoras instaladas próximas aos grandes centros de carga.

As usinas de geração de energia elétrica de fontes hidráulicas normalmente são construídas longe dos centros de consumo, enquanto as usinas de geração de origem fóssil, tais como o óleo diesel, o óleo combustível, o gás natural, o carvão mineral, são, em geral, construídas próximas às áreas urbanas e centros industriais. Para fluir a potência gerada pelas usinas de energia elétrica é necessária a construção de linhas de transmissão de grandes comprimentos, enquanto as usinas situadas nas proximidades da carga necessitam de linhas de transmissão de curta distância, normalmente compactas e no padrão urbano.

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5 Proteção de geradores

João MAMEDE FILHO, Daniel Ribeiro MAMEDE Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Ao completar a leitura deste capítulo, o leitor terá conhecimentos suficientes para:

→ Conhecer os defeitos mais frequentes e as proteções utilizadas nos geradores de energia elétrica.

→ Determinar as correntes de curto-circuito em geradores a partir das reatâncias subtransitórias, transitórias e síncronas.

→ Identificar as proteções de sobrecarga por meio de imagem térmica e de dispositivos que operam a partir da temperatura.

→ Utilizar os diferentes esquemas da proteção diferencial em geradores elétricos.

→ Aplicar a proteção de distância em geradores elétricos.

→ Conhecer os requisitos de proteção dos geradores quando ocorrem faltas na rede elétrica.

→ Conhecer o comportamento dos geradores durante o acionamento dos motores de elevada corrente de partida.

→ Identificar os desequilíbrios de corrente devido às cargas assimétricas e as proteções indicadas para o caso.

→ Identificar os diversos eventos que resultam na perda de campo e de sincronismo.

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10 Proteção de capacitores

João MAMEDE FILHO, Daniel Ribeiro MAMEDE Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Ao completar a leitura deste capítulo, o leitor terá conhecimentos suficientes para:

→ Reconhecer os principais tipos de bancos de capacitores.

→ Conhecer as proteções das células capacitivas.

→ Conhecer os gráficos de corrente de curto-circuito × tempo das células capacitivas.

→ Determinar os ajustes dos relés digitais contra as sobrecorrentes e sobretensões.

→ Avaliar a proteção dos bancos de capacitores relacionada com as correntes transitórias.

Os capacitores são equipamentos que injetam potência reativa capacitiva nos sistemas elétricos onde são instalados, reduzindo perdas, elevando o nível de tensão e evitando, no caso de instalações comerciais e industriais, que os consumidores sejam penalizados com o pagamento de adicionais por excesso de potência e consumo de energia reativa.

Os capacitores normalmente são reunidos em bancos com capacidade necessária para atender a determinados requisitos de potência do sistema elétrico. Em geral, são fabricados para suprir as necessidades de injeção de potência reativa nos sistemas de baixa, média e altas-tensões. Na maioria dos casos, as células capacitivas não ultrapassam a tensão de 25 kV e a sua potência capacitiva fica limitada a 800 kVAr.

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6 Proteção de motores elétricos

João MAMEDE FILHO, Daniel Ribeiro MAMEDE Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Ao completar a leitura deste capítulo, o leitor terá conhecimentos suficientes para:

→ Identificar as principais falhas elétricas e mecânicas dos motores elétricos.

→ Proteger motores contra sobrecorrentes de fase e de neutro.

→ Utilizar detectores térmicos bimetálicos e termostatos.

→ Proteger os motores elétricos por meio de imagem térmica.

→ Realizar procedimentos de ajuste dos relés de imagem térmica.

→ Proteger os motores elétricos contra desequilíbrio de tensão.

→ Proteger os motores elétricos contra fuga de corrente à terra.

Antes do advento dos relés microprocessados a proteção térmica dos motores elétricos trifásicos era realizada por meio de dispositivos térmicos incorporados aos disjuntores e contactores, ficando a unidade magnética dos disjuntores e os fusíveis responsáveis pela proteção contra curtos-circuitos. Esse procedimento ainda é muito adotado nos motores industriais de baixa tensão de pequeno porte, com potência nominal de até 100 cv. Em motores elétricos com potências superiores podem ser utilizados dispositivos de proteção mencionados, dependendo muito da sua importância no processo. Já nos motores elétricos de baixa tensão, de grande porte, e nos motores de tensão superiores a 1000 V eram utilizados os relés secundários eletromecânicos, os eletrônicos de curva inversa ou os de tempo definido como proteção, além dos dispositivos de imagem térmica e sensores de temperatura alojados no interior do pacote estatórico.

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2 Transformadores de Medida

João MAMEDE FILHO, Daniel Ribeiro MAMEDE Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Ao completar a leitura deste capítulo, o leitor terá conhecimentos suficientes para:

→ Compreender a utilização dos transformadores de corrente.

→ Conhecer as cargas elétricas que os transformadores de corrente alimentam.

→ Determinar as capacidades térmicas e dinâmicas dos transformadores de corrente.

→ Dimensionar a capacidade nominal dos transformadores de corrente.

→ Entender o funcionamento dos transformadores de potencial (TPs).

→ Analisar os gráficos dos transformadores de potencial segundo a sua classe de exatidão.

→ Determinar as cargas que devem ser conectadas aos TPs.

Transformadores de medida são equipamentos que permitem aos instrumentos de medição e proteção funcionar adequadamente sem que seja necessário possuírem correntes e tensões nominais de acordo com a corrente de carga e a tensão do circuito principal.

Os transformadores de corrente, TCs, e os transformadores de potencial, TPs, são os transformadores de medida utilizados no sistema de proteção.

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