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3. Extensão Rural e Desenvolvimento Sustentável

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Extensão Rural e

Desenvolvimento

Sustentável

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Para começar

O conteúdo deste capítulo trata da estrutura agrícola brasileira, o planejamento e a avaliação de programas de extensão rural.

Para tanto, apresentaremos as logísticas de transporte e armazenagem, o beneficiamento e a indústria agrícola de transformação e embalagem.

Faremos uma análise da política pública e de seu planejamento agrícola em nível de agricultura familiar.

3.1 A sustentabilidade

A busca pela sustentabilidade nos mostra que nossa agricultura, do jeito que está, não agrada.

Isso serve como um sinal de alerta de que precisamos fazer alguma coisa para mudar nosso modo de produção agrícola. Algo que, atuando sobre nossa forma de fazer agricultura, nos possibilite manter os recursos naturais que ainda possuímos e, ao mesmo tempo, gere para nós produtos agropecuários não somente em quantidade suficiente, mas, sobretudo, de boa qualidade, respeitando também a qualidade de vida de quem os produz.

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3 - Distúrbios de Energia Elétrica

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Distúrbios de

Energia Elétrica

Para começar

O tema distúrbios na energia elétrica vem obtendo destaque e ocupando uma importante área da

Engenharia Elétrica e sistemas de potência. A razão para tal importância é o aumento da sensibilidade e as distorções geradas por equipamentos e componentes presentes no sistema elétrico.

A expansão do consumo e o desenvolvimento tecnológico despertam a necessidade de se estudar e compreender os fenômenos que geram os distúrbios na rede elétrica, bem como apresentar soluções para minimizá-los.

Este capítulo apresenta os principais conceitos relacionados com os distúrbios presentes nas instalações elétricas.

3.1 Distúrbios presentes nas instalações elétricas

É crescente a preocupação com a qualidade da energia elétrica por parte dos diversos agentes e segmentos envolvidos, desde a geração até o consumo final de energia elétrica, destacando-se:

»

A proliferação de cargas não lineares no que diz respeito a relação tensão-corrente, a exemplo dos computadores, aparelhos eletroeletrônicos, sistemas de iluminação com lâmpadas de descarga e fluorescentes compactas.

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4. Procedimentos na Assistência Técnica e Extensão Rural

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Procedimentos na

Assistência Técnica e Extensão Rural

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Para começar

Neste capítulo, apresentaremos algumas metodologias para levar ao conhecimento do agropecuarista as novas tecnologias e descobertas científicas, não de maneira individual, mas para grupos de produtores.

As formas são diversas, entretanto daremos especial atenção ao Dia de Campo, que nada mais é que uma forma de transmitir algum tipo de procedimento ou descoberta científica a um determinado número de interessados.

Procuraremos apresentar o Dia de Campo de modo prático. Para isso, vamos nos utilizar de alguns exemplos na sua construção.

4.1 Metodologias de transmissão de conhecimentos

Seria muito difícil o cientista, após a descoberta de algo, ter de ir de porta em porta, ou no nosso caso (um pouco mais complexo) ir de porteira em porteira, visitando agricultor por agricultor para transmitir essa sua descoberta. Se isso acontecesse assim, o cientista não teria tempo para estudar e criar novas metodologias e instrumentos para melhorar o desempenho agrícola.

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2. Agricultura Familiar no Brasil

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Agricultura

Familiar no Brasil

Para começar

Agora que já apreciamos um pouco da história da extensão rural e suas atualidades e o papel do extensionista, precisamos aprender quem está na outra ponta das ações públicas e das pesquisas. Vamos conhecer o produtor rural. Começaremos tratando do agricultor rudimentar até chegarmos aos produtores dos dias atuais. Falaremos sobre o agricultor familiar, conheceremos um pouco o seu comportamento, como ele é visto e sua classificação segundo a política pública e sob a ótica da economia.

Buscaremos entender as necessidades, os anseios e os entraves que fazem parte da vida desse personagem que passa os dias clamando por chuvas no cultivo e sol na colheita, lastimando pragas e doenças e bendizendo as grandes safras obtidas. Ele é o grande responsável por toda a variedade de alimentos que ingerimos diariamente. Pode não parecer, mas uma simples fatia de pão com manteiga envolve um número surpreendente de pessoas: as que produzem as sementes, as que plantam para depois colher os grãos, as que moem os grãos para tornar farinha, as que da farinha fazem a massa e assim por diante - isso sem falar dos ovos e da produção da manteiga.

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1 - Organização do Setor Elétrico

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Organização do

Setor Elétrico

Para começar

Este capítulo tem o objetivo de apresentar uma visão ampla de como o sistema elétrico brasileiro está estruturado, com destaque para as fases de geração, transmissão e distribuição da energia elétrica.

O sistema elétrico brasileiro iniciou sua estruturação no final do século XIX. As primeiras usinas e linhas de transmissão construídas tinham o propósito de alimentar cargas pontuais, porém, com o tempo, houve a disseminação do uso da eletricidade, tornando-se necessário transportar a energia elétrica até as residências.

Ao longo de aproximados 100 anos de existência do setor elétrico, ocorreram muitas mudanças em suas regras operativas. Em várias oportunidades, a administração das empresas (distribuidoras e transmissoras) do setor mudou da iniciativa privada para o poder público. Atualmente a gestão desse setor é realizada em parte por empresas administradas pela iniciativa privada e em outra por empresas geridas pelo poder público, todas, porém, seguindo a mesma regulamentação.

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1. Fundamentos da Extensão Rural

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Fundamentos da

Extensão Rural

Para começar

Este capítulo nos traz os conceitos básicos sobre o que é a extensão rural, para que possamos entender os demais mecanismos que regem esse tipo de atividade.

Apresenta, também, a extensão rural ao longo do tempo no Brasil, as legislações atuais e as características do modelo em vigor. Além disso, traz um quadro do momento atual da assistência técnica em nosso país e suas tendências futuras, para, gradualmente, compreendermos como proceder nessa área de atuação, quer como extensionistas, quer como proprietários no setor agrícola.

1.1 O que é extensão rural?

A extensão rural é o trabalho de assistência técnica rural exercido por um profissional denominado extensionista.

Para entendermos melhor, vamos falar sobre o trabalho de cientistas que estudam novas formas de produzir alimentos, novos tipos de ferramentas para uso agrícola e sementes mais produtivas e tolerantes a pragas e doenças etc.

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6 - Legislação da ANEEL

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6

Legislação da

ANEEL

Para começar

A Agência Nacional de Energia Elétrica − ANEEL tem a atribuição de regular e fiscalizar a prestação dos serviços de produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica. Este capítulo apresentará os principais aspectos da legislação que estabelece as regras da prestação de serviço das distribuidoras de energia elétrica para os consumidores.

6.1 Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL

A ANEEL é uma agência reguladora do Governo Federal, vinculada ao Ministério de Minas e

Energia, que tem a atribuição de regular e fiscalizar a prestação dos serviços de produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica.

Para apoiar suas atividades existem duas empresas subordinadas a ANEEL, porém que são instituições privadas sem fins lucrativos, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e o

Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

A CCEE é responsável pelas transações de compra e venda de energia. O ONS tem a função de supervisionar e controlar os centros de operação de sistemas elétricos existentes nos País.

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2 - Subestação

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Subestação

Para começar

Os principais aspectos relacionados às subestações de energia das concessionárias e dos consumidores, mostrando as características construtivas dos principais equipamentos empregados no seu funcionamento serão apresentados a seguir.

2.1 Introdução

Desde a Pré-história, o homem vem utilizando mecanismos que possam reduzir o esforço físico em suas atividades e aumentar o conforto no seu dia a dia. Criando e dominando técnicas o homem descobriu o fogo, a força das águas, dos ventos, inventou a roda e domou animais, entre outros. Contudo, um acontecimento no final do século XIX revolucionou a vida do homem, a energia elétrica começou a ser introduzida no cotidiano das pessoas, crescendo sua utilização ano após ano.

No início, a produção de energia elétrica ocorria próximo dos locais de consumo, diminuindo o impacto da transmissão. Com o aumento da dependência da energia elétrica tornou-se necessário a construção de novas usinas de elevada capacidade e que, muitas vezes, estavam longe dos centros de consumo, sendo preciso elevar a classe de tensão para compensar a perda da transmissão.

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4 - Gerenciamento de Energia

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Gerenciamento de Energia

Para começar

O gerenciamento de energia é uma ferramenta eficaz para a redução de custos, haja vista que permite otimizar o uso da energia elétrica e também os aspectos relacionados ao seu faturamento. Considerando o mercado altamente competitivo e o aumento da produtividade, as empresas vêm investindo cada vez mais no controle das grandezas elétricas envolvidas no consumo. Este capítulo aborda os principais conceitos associados ao controle, à correção do fator de potência, à demanda e ao fator de carga.

Apresenta também as informações necessárias para a interpretação das faturas de energia elétrica.

4.1 Fator de potência

O fator de potência é definido como sendo a razão entre a potência ativa e a potência aparente consumida pela carga.

A seguir serão abordados os conceitos necessários ao perfeito entendimento do assunto.

4.2 Características das cargas

Nos circuitos elétricos são encontradas cargas resistivas, indutivas e capacitivas. A seguir serão apresentadas as características de cada tipo de carga.

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5 - Eficiência Energética

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Eficiência

Energética

Para começar

Este capítulo tem o objetivo de apresentar os principais aspectos relacionados à eficiência energética, partindo do diagnóstico energético e propondo ações de economia de energia em sistemas de iluminação, ar-condicionado, motores e aquecimento de água.

A eletricidade é utilizada pelo homem a pouco mais de um século. Nos primórdios não havia grande preocupação com a eficiência na utilização da eletricidade, sendo que a atenção principal desse setor estava concentrada em sua expansão.

Nas últimas décadas, o mundo de uma forma geral passou a despender mais atenção em relação ao uso eficiente da energia elétrica. Essa preocupação é motivada em parte pelo impacto ambiental provocado pela produção da eletricidade, mas também pela ameaça de sua falta, em razão de que em todo o Mundo são utilizadas fontes não renováveis, em larga escala, para produção da eletricidade.

A eficiência energética proporciona também um benefício muito importante que é a redução das despesas com eletricidade. Em instalações comerciais e industriais esse fator pode ser um item fundamental na composição de custo de seus produtos, tornando-os competitivos no mercado.

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7 - Normas

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7

Normas

Para começar

Neste capítulo, serão apresentadas algumas normas técnicas relacionadas ao setor de energia elétrica, normas regulamentadoras em relação aos aspectos de segurança do trabalho e, também, norma de gestão energética.

7.1 Introdução

A palavra norma vem do latim e significa “esquadro”. Podemos conceituar como sendo uma regra que deve ser seguida, permitindo acordar determinados parâmetros, regulamentos ou padrões de condutas.

Quando definimos conceitos, parâmetros, julgamentos ou precisamos estabelecer regras, é importante que estas considerações possam buscar padrões ou normas.

Uma norma é um documento produzido por um órgão oficial, organizações ou grupos representativos acreditados, podendo ter abrangência nacional, internacional, municipal, estadual ou organizacional.

Em relação ao seu cumprimento, as normas podem ser de cunho obrigatório ou orientativo.

Em relação a sua aplicação, as normas podem ter várias classificações, por exemplo normas técnicas, normas de segurança, entre outras.

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Capítulo 3 - PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS

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PROPRIEDADES

MECÂNICAS

DOS MATERIAIS

3.1 O ENSAIO DE TRAÇÃO

Para projetar adequadamente um componente estrutural ou mecânico, o engenheiro deve entender e trabalhar respeitando as características e as limitações do material usado no componente. Materiais como aço, alumínio, plástico e madeira respondem de maneiras diferentes a cargas aplicadas e a tensões. Para determinar a resistência e as características dos materiais como esses são exigidos ensaios laboratoriais. Um dos ensaios de laboratório mais simples e mais eficientes para obter informações

úteis aos projetos de engenharia sobre um material é denominado ensaio de tração.

O ensaio de tração é muito simples. Um corpo de prova do material, normalmente uma haste cilíndrica ou uma barra plana, é submetida a uma força de tração controlada. Na medida em que a força é aumentada, o alongamento do corpo de prova é medido e registrado. A relação entre a carga aplicada e o alongamento resultante pode ser observada em um gráfico de dados. No entanto, esse diagrama carga-alongamento tem utilidade direta limitada porque só se aplica ao corpo de prova específico (ou seja, ao diâmetro específico ou às dimensões da seção transversal) usado no procedimento do ensaio.

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Capítulo 7 - Falha superficial

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FALHA SUPERFICIAL

Use-o até o fim, gaste-o completamente; faça-o fazer, ou faça sem ele.

MÁXIMA DA NOVA INGLATERRA

7.0

INTRODUÇÃO

Existem apenas três maneiras segundo as quais peças ou sistemas podem “falhar”: obsolescência, quebra ou desgaste acentuado. O meu velho computador ainda funciona bem, mas está obsoleto e não serve mais para mim. O vaso favorito da minha esposa está em pedaços, pois eu o deixei cair no chão, e é irrecuperável. No entanto, meu automóvel com 123.000 milhas rodadas ainda é aproveitável e útil, apesar de mostrar alguns sinais de desgaste. A maior parte dos sistemas está sujeita aos três tipos possíveis de falha. A falha por obsolescência é de alguma maneira arbitrária – minha meta está agora fazendo bom uso do velho computador. A falha por quebra é frequentemente repentina e pode ser permanente. A falha por desgaste geralmente é um processo gradual e, em alguns casos, reparável. Em último caso, qualquer sistema que não seja vítima de um dos dois outros modos de falha irá inevitavelmente falhar por desgaste se mantido em serviço por um tempo suficientemente longo. Desgaste é o modo final de falha ao qual nada escapa. Assim, deve-se perceber que não se pode projetar para evitar completamente todos os tipos de desgaste, somente adiá-los.

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Capítulo 8 - Análise por elementos finitos

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ANÁLISE POR ELEMENTOS

FINITOS

Se você colocar lixo em um computador, nada sairá além de lixo. Mas esse lixo, tendo passado por uma máquina cara, é, de alguma forma, enobrecido, e ninguém se atreve a criticá-lo.

ANÔNIMO

8.0

INTRODUÇÃO

Todas as análises de tensões e deflexão apresentadas nos capítulos anteriores foram resolvidas utilizando técnicas clássicas de solução analítica, que são o foco principal deste livro. Essas técnicas são principalmente aplicáveis em componentes de geometria simples, como cilindros, prismas retangulares, etc. Contudo, muitos componentes de máquinas têm formas geométricas mais complexas, tornando o cálculo de tensões e deflexão difícil ou mesmo impossíveis de ser feito pelo método analítico. Considere, por exemplo, a complexa forma do virabrequim mostrado na Figura 2-14. Para analisar as tensões e a deflexão em uma peça com tal complexidade, pode-se dividir o seu volume em um conjunto finito de elementos contíguos e discretos e resolver um conjunto (grande) de equações, cada uma das quais aplicadas sobre um elemento e seus nós, que conectam os elementos entre si. A Figura 8-1 mostra os modelos para elementos finitos de um virabrequim, um pistão e uma biela de motor.

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Apêndice D - Respostas dos problemas selecionados

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APÊNDICE

RESPOSTAS DOS

PROBLEMAS

SELECIONADOS

O manual de soluções em PDF e um conjunto completo dos arquivos do Mathcad para solução dos problemas estão disponíveis para professores que adotarem esta obra cadastrados no site da Bookman Editora (www.bookman.com.br).

CAPÍTULO 1

INTRODUÇÃO AO PROJETO

1-4 1 000 lbf, 31,081 slug, 2,59 blob, 453,592 kg, 4 448,2 N.

1-5 25,9 lbf.

1-6 220,5 lbf, 220.5 lbm, 6,85 slug, 0,571 blob, 980,7 N.

CAPÍTULO 2

MATERIAIS E PROCESSOS

2-6 E = 207 GPa, U = 2,7 N-m, aço.

2-8 E = 207 GPa, U = 1,3 N-m, magnésio.

2-9 E = 16,7 Mpsi, Uel = 300 psi, titânio.

2-12 UT = 82,7 MPa, UR = 0,41 MPa.

2-14 Sut = 170 kpsi, 359HV, 36,5HRC.

2-16 Ferro e carbono, 0,95% carbono, podem ser endurecidos completamente ou superficialmente sem carbonização.

2-27 Sy = 88,1 kpsi, Sy = 607 MPa.

2-34 O metal mais comumente usado é o zinco. O processo é chamado

“galvanização” e é feito por eletrorrecobrimento ou imersão a quente.

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