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Sumário

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Sumário

Capítulo 1

Introdução aos Sistemas de Gestão, 16

1.1 Gestão em segurança e saúde ocupacional, 19

Atividades de fixação, 23

Capítulo 2

Sistema de Gestão OHSAS 18000, 24

2.1 �Implantação do sistema de gestão e saúde ocupacional com base na OHSAS 18001, 27

2.2 Elementos de implantação da OHSAS 18001, 30

Atividades de fixação, 33

Capítulo 3

Sistema de Gestão ISO 45001, 34

3.1 Conceitos da ISO 45001, 36

3.1.1  Hierarquia de controles, 37

3.1.2  Requisitos legais e avaliação do atendimento, 38

12 

GESTÃO E INDICADORES EM SEGURANÇA DO TRABALHO

3.1.3  Participação e consulta, 39

3.1.4  Informação documentada, 40

3.1.5  Melhorias, 40

3.2 Principais alterações , 40

3.3 Anexo SL, 41

Atividades de fixação, 41

Capítulo 4

Gestão de Riscos, 42

4.1 Conceitos do processo de avaliação de riscos, 46

4.1.1  �Processo de avaliação de riscos e estrutura da gestão de riscos, 47

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ATIVIDADES DE FIXAÇÃO

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CAPÍTULO 1 – Introdução aos Sistemas de Gestão  23

ATIVIDADES DE FIXAÇÃO

1. A segurança e a saúde no ambiente de trabalho estão diretamente relacionadas com qualidade, padronização e meio ambiente. Isso é normalmente chamado de gestão integrada. Quais são as normas que atualmente correspondem à gestão integrada?

2. Um dos requisitos dos sistemas de gestão é o cumprimento da legislação nacional. Quais normas regidas pelo Ministério do Trabalho e

Emprego são integrantes de um sistema de gestão?

3. Que benefícios a implantação de um sistema de gestão em saúde e segurança do trabalho pode proporcionar?

4. Em um sistema de gestão em segurança e saúde ocupacional, qual desempenho é importante medir?

5. Cite um dos requisitos mais importantes no sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional?

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4.2 TÉCNICAS PARA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE RISCO

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CAPÍTULO 4 – Gestão de Riscos  51

A análise de riscos deve considerar as causas e fontes de ameaças, suas consequências e a probabilidade de ocorrência. Os métodos utilizados na análise de riscos podem ser qualitativos, semiquantitativos ou quantitativos.

Qualitativo

Semi-quantitativo

Quantitativo

Figura 4.6  Métodos utilizados na análise de riscos.

A avaliação qualitativa define consequência, probabilidade e nível de risco por significância: alto, médio e baixo.

Os métodos semiquantitativos utilizam escalas de classificação numérica para descrever consequências e probabilidade. Em seguida, fornecem uma combinação para produzir um nível de risco a partir de uma expressão matemática. As escalas podem ser lineares ou logarítmicas.

A análise quantitativa estima valores práticos para consequência e as probabilidades de ocorrência. Além disso, produz valores que apontam o nível de risco em unidades específicas, definidas quando se desenvolveu o contexto.

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ATIVIDADES DE FIXAÇÃO

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CAPÍTULO 5 – Ciclo PDCA Aplicado à Gestão em Segurança do Trabalho  67

ATIVIDADES DE FIXAÇÃO

1. Defina a sigla PDCA.

2. Qual é o objetivo do ciclo PDCA na área de prevenção de acidentes?

3. Qual é a essência do ciclo PDCA?

4. O ciclo PDCA pode ser utilizado como apoio à investigação de acidentes?

Justifique.

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6.1 PILAR DO SISTEMA DE GESTÃO BASEADO NA FERRAMENTA TPM

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CAPÍTULO 6 – Ciclo TPM Aplicado à Gestão em Segurança do Trabalho  71

Nos próximos tópicos deste capítulo, adaptaremos os conceitos da ferramenta TPM para um sistema de gestão ocupacional, respeitando as diretrizes do conceito inicial.

O objetivo é apresentar mais uma ferramenta que pode auxiliar na implantação do sistema de gestão e na identificação de soluções para neutralizar os riscos e perigos.

Quadro 6.1  Correlação entre TPM e Gestão Ocupacional

TPM

Objetivo de identificar e prevenir falhas em máquinas e equipamentos.

Mantenedores treinados para identificar falhas com o objetivo de evitar paradas inesperadas das máquinas.

O próprio operador é o responsável pelo uso correto e pela conservação da máquina e/ou equipamento.

GESTÃO OCUPACIONAL

Objetivo de identificar riscos e perigos para prevenir acidentes e doenças ocupacionais.

Qualificar todos os envolvidos para identificar os risco e perigos. O objetivo

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ATIVIDADES DE FIXAÇÃO

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CAPÍTULO 9 – Implantação e Gestão das Normas Regulamentadoras

 109

A implantação de normas específicas busca diminuir a probabilidade de ocorrerem acidentes e doenças ocupacionais. Com as normas, os riscos são identificados, tratados e monitorados. Em geral, demandam um custo significativo de implantação, visto que são necessárias soluções técnicas que envolvem projetos e uma equipe multidisciplinar, além de parar processos e máquinas para se realizar uma intervenção direta.

ATIVIDADES DE FIXAÇÃO

1. No contexto do sistema de gestão, como podemos classificar as Normas

Regulamentadores?

2. Cite dois exemplos de normas generalistas e dois de normas específicas.

3. No conceito da Árvore de Gestão Ocupacional, o que a raiz representa?

4. Qual é a definição de normas generalistas?

5. Qual é a definição de normas específicas?

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10.1 CONCEITUAÇÃO

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114 

GESTÃO E INDICADORES EM SEGURANÇA DO TRABALHO

Robôs colaborativos

Robôs tradicionais

Figura 10.4  Diferença entre os robôs.

O fato é que a Indústria 4.0, além da contribuição com inovações tecnológicas, trouxe uma nova necessidade de gestão. Para acompanhar a nova fase da indústria brasileira, é necessário atualizar as formas de gestão, disponibilizando as informações em tempo real. A proposta deste

Capítulo 10 é enfatizar um sistema de gestão ocupacional informatizado, com utilização de softwares que auxiliem a tomada de decisão integrados à nova política do e-Social. É importante que as informações sejam confiáveis.

Como uma das principais novidades da Indústria 4.0 no

âmbito de segurança do trabalho é a interação homem-máquina, existe a necessidade de compreender alguns conceitos para o planejamento do sistema de gestão.

10.1  CONCEITUAÇÃO

O espaço de colaboração:

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deve ser projetado para permitir que o operador execute suas tarefas em segurança, sem correr perigo devido a equipamentos adicionais ou outras máquinas na área de trabalho; não pode oferecer risco de ferimentos por corte, esmagamento ou punhaladas nem outros riscos por contato com superfícies quentes e peças sob tensão que não podem ser minimizados pela redução da velocidade, força ou potência do sistema robótico. Isso também é válido naturalmente para os respectivos dispositivos de retenção (ferramentas) e peças de trabalho; o espaço de trabalho do robô deve prever uma distância mínima para as áreas acessíveis adjacentes,

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B.1 TAREFA E ATIVIDADE

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Anexo B

Ergonomia Aplicada à

Análise de Acidentes do Trabalho

A ergonomia busca adequar, tão bem quanto possível, o homem ao seu tipo de trabalhode maneira a possibilitar a obtenção de conforto e eficiência durante a realização de suas atividades.

B.1  TAREFA E ATIVIDADE

Na análise de eventos adversos, os conceitos relativos às tarefas e às atividades dos trabalhadores são fundamentais. Deve-se sempre buscar compreender a tarefa e a atividade dos trabalhadores envolvidos no evento, inclusive daqueles mais afastados do ocorrido, como os que conceberam o sistema e os que o gerenciam. Um acidente de trabalho nunca envolve somente as vítimas.

Comparar o que ocorreu com o que “deveria haver ocorrido” não permite compreender a situação nem efetivar a prevenção.

Montmollin (1984) define a tarefa como o que deve ser feito.

Sua noção remete à de prescrição, de obrigação. A atividade indica o que se faz.

138 

GESTÃO E INDICADORES EM SEGURANÇA DO TRABALHO

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9.3 NORMAS REGULAMENTADORAS ESPECÍFICAS (E)

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CAPÍTULO 9 – Implantação e Gestão das Normas Regulamentadoras

A implantação das Normas Regulamentadoras generalistas fornece aos gestores uma radiografia dos perigos e riscos existentes nos processos da organização. Por meio de um plano de ação, coloca-se em prática um planejamento para neutralizar, eliminar ou diminuir os riscos existentes. Geralmente, a radiografia sinaliza a necessidade de cumprimento das Normas Regulamentadoras específicas.

9.3  �NORMAS REGULAMENTADORAS

ESPECÍFICAS (E)

As Normas Regulamentadoras específicas são aquelas que atuam em áreas específicas, demandando cuidados e ações especiais.

Em geral, demandam a atuação de especialistas técnicos para identificar os pontos de não conformidade, bem como para propor ações técnicas que visem o cumprimento da norma. Normalmente direcionam para normas técnicas nacionais e internacionais, como as normas da ABNT.

De forma resumida, os Quadros 9.8 a 9.11 apresentam algumas Normas Regulamentadores específicas, com apontamento de itens que podem ser utilizados como indicadores.

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Bibliografia

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Bibliografia

ASSOCIACIÓN ESPAÑOLA DE NORMALIZACIÓN Y CERTIFICACIÓN (AENOR). OHSAS 18002:2008 – Sistemas de gestón de la seguridade y salud en el trabajo. Directrices para la implementacion de OHSAS 18001:2007. 2009.

AMORIM, M. F. Análise de Modelos e Práticas de Gestão de Segurança do Trabalho: o caso da construção civil.

InterfacEHS – Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade, v. 10, n. 1. São Paulo: Centro Universitário Senac, jun. 2015.

BARROS, A. D. M. Métricas de SST e Dimensões de Desempenho Organizacional: evidências de relações em um caso da indústria de transformação. João Pessoa: UFPB, 2015.

BARP, F. L. Indicadores de Desempenho Proativo em Segurança e Saúde no Trabalho. Revista Científica Tecnológica, Uceff Faculdades. v. 1, n. 1, 2014.

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Normas

Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho.

Disponível em: . Acesso em: 17 mar. 2018.

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10.2 GESTÃO E INDICADORES

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GESTÃO E INDICADORES EM SEGURANÇA DO TRABALHO

Velocidade normal

Velocidade lenta

Parado

Fotos: PhonlamaiPhoto/Thinkstock.com; TukTuk Design/Thinkstock.com

116 

Figura 10.5  Monitoramento da distância e velocidade do robô.

10.2  GESTÃO E INDICADORES

Os conceitos da gestão ocupacional prevalecem independentemente de o sistema ser certificado ou não. Por exemplo, se existe a necessidade de monitorar, documentar, agir e elaborar os procedimentos, é preciso observar dois pontos:

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se houver novos procedimentos para interação homem-máquina em uma célula colaborativa, consequentemente são necessários novos indicadores de segurança; integrar e monitorar as informações em tempo real e avaliar o desempenho do sistema.

CAPÍTULO 10 – Novos Conceitos de Gestão Ocupacional – Indústria 4.0

10.3.1  Interação homem-máquina

kynny/Thinkstock.com

A nova concepção trazida pela Indústria 4.0 ajuda inicialmente a identificar os processos que utilizam robôs colaborativos e robôs não colaborativos (convencional) na planta fabril. Isso ocorre porque as tratativas de gestão devem ser distintas.

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B.3 CARGA DE TRABALHO

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GESTÃO E INDICADORES EM SEGURANÇA DO TRABALHO

da formação, da experiência, das condições de vida, das histórias de cada um, dos efeitos da fadiga, dos ritmos biológicos, do envelhecimento, dentre outras.

Por conta da variabilidade humana, dois indivíduos, em um mesmo posto de trabalho, sob as mesmas condições, trabalham de maneira diferente. Adicionalmente, um mesmo indivíduo sob condições diversas vai apresentar variações em seu modo de trabalhar.

As variabilidades levam à contínua regulação com o objetivo de manter a quantidade da produção, sua qualidade e também para manter a segurança do sistema. Pela regulação, os operadores procuram elaborar um modo operatório, isso é, maneiras de trabalhar, eficaz e compatível com sua saúde e segurança e com os objetivos da produção. As variabilidades, e, sobretudo, a imprevisibilidade das variabilidades deve ser sempre consideradas nas análises de eventos adversos. (BRASIL, 2010, p. 65)

B.3  CARGA DE TRABALHO

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B.4 GESTÃO DINÂMICA DA ATIVIDADE

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CAPÍTULO 10 – Anexo B  141

carga de trabalho aumenta na medida em que há diminuição dos modos operatórios possíveis, ou seja, menos possibilidades de alternar maneiras de trabalhar para cumprir os objetivos da produção. (BRASIL, 2010, p. 65)

Para compreender as cargas de trabalho é importante avaliar os constrangimentos, tanto relacionados com fatores objetivos da situação de trabalho (com destaque para os constrangimentos temporais) como aqueles que se manifestam no nível individual (como a fadiga, as contradições etc.).

B.4  GESTÃO DINÂMICA DA ATIVIDADE

A gestão cognitiva da atividade é descrita como processo dinâmico formado por dois componentes: o primeiro, chamado de compreensão, antecede o início da atividade; o segundo, denominado controle contextual, está presente durante a atividade propriamente dita.

Como o operador monta o seu plano de ação? Antes da atividade, conhecendo a tarefa a realizar, ele redefine seus objetivos e passa a combinar e integrar seu conteúdo com outros das informações disponíveis acerca da história do sistema, da natureza dos materiais, dos recursos disponíveis e do seu uso, do contexto em que vai realizar a tarefa e da sua confiança nos recursos materiais e nos colegas com quem vai interagir, elaborando e escolhendo o plano a ser seguido na atividade.

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B.5 LIMITES DAS AVALIAÇÕES RETROSPECTIVAS

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GESTÃO E INDICADORES EM SEGURANÇA DO TRABALHO

com o plano a ser seguido. O plano elaborado guia a ação e é alvo de constantes reavaliações e eventuais mudanças, de acordo com diagnósticos da situação ao longo de sua evolução.

A atividade pode transcorrer de acordo com o plano ou apresentar perturbações não previstas, obtendo sem maiores problemas o resultado pretendido. Entretanto, essas dificuldades podem não ser resolvidas e exigir aumento do nível de abstração por parte do operador, que lança mão de seus repertórios de conhecimentos, de capacidades e de recursos disponíveis não considerados no plano inicial que é, então, atualizado pela ação.

Nessas situações, os ajustes adotados baseiam-se, sobretudo, em exercícios de diagnóstico – ou de compreensão – do que está ocorrendo no sistema e não estava previsto no plano.

Caso essa intervenção resulte em correção da perturbação, a atividade retoma o fluxo inicial, mantidas a ação e vigilância da ação. Na ausência de correção, a perturbação acumula-se como incompreensão não resolvida e tende a ser vivenciada como aumento do grau de dificuldade e como sobrecarga psíquica que pode evoluir associando sensações de fadiga, ansiedade e perda da compreensão, seguida ou não de acidente ou outros tipos de perdas no sistema. (BRASIL, 2010, p. 67)

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1.1 GESTÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL

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CAPÍTULO 1 – Introdução aos Sistemas de Gestão  19

Trabalhadores

Setor público

Sistema de

Gestão

Sociedade

Empresa

Figura 1.3  Beneficiários do sistema de gestão.

Um sistema de gestão tem como objetivo analisar, implementar, viabilizar e monitorar conjuntos de ações eficazes que garantam uma padronização capaz de proporcionar a qualidade das atividades desenvolvidas, a integridade do meio ambiente e a segurança ocupacional dos envolvidos nos processos, inclusive a sociedade. As particularidades de cada instituição, das atividades desenvolvidas pelos trabalhadores e do meio ambiente são respeitadas e analisadas.

1.1  G

� ESTÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE

OCUPACIONAL

De acordo com Organização Internacional do Trabalho

(OIT), o sistema de gestão de segurança no trabalho pode ser entendido como uma ferramenta flexível que utiliza métodos lógicos cujo objetivo é permitir sua adequação nas diferentes atividades das instituições. O foco particular está nos diversos perigos e riscos que podem ocorrer nas diferentes atividades laborais.

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