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Capítulo 5 - Análise dimensional e semelhança

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Capítulo 5

Análise dimensional e semelhança

Motivação.  Neste capítulo, discutimos o planejamento, a apresentação e a interpretação de dados experimentais. Vamos tentar convencê-lo de que tais dados são mais bem apresentados na forma adimensional. Experimentos que poderiam resultar em tabelas de saída, ou mesmo em vários volumes de tabelas, podem ser reduzidos a um

único conjunto de curvas – ou mesmo a uma única curva – quando adimensionalizados convenientemente. A técnica para fazer isso é a análise dimensional. Ela também é eficaz nos estudos teóricos.

O Capítulo 3 apresentou balanços globais de massa, quantidade de movimento e energia para um volume de controle, levando a estimativas de parâmetros globais: fluxo de massa, força, torque, transferência total de calor. O Capítulo 4 apresentou balanços infinitesimais que conduziram às equações diferenciais parciais básicas do escoamento de um fluido, e a algumas soluções particulares para escoamentos não viscosos e viscosos (laminares). Essas técnicas analíticas diretas são limitadas a geometrias simples e condições de contorno uniformes. Somente uma parte dos problemas de escoamento em engenharia pode ser resolvida por fórmulas analíticas diretas.

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Parte II - 9 - Processamento dos Vidros

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9

Processamento dos Vidros

Sumário

9.1 Preparação das Matérias‑Primas e Fusão

9.2 Processos de Conformação na

Fabricação de Vidros

9.2.1 Conformação de Utensílios de Vidro

9.2.2 Conformação de Vidro Plano e Tubular

9.2.3 Conformação de Fibras de Vidro

9.3 Tratamento Térmico e Acabamento

9.3.1 Tratamento Térmico

9.3.2 Acabamento

9.4 Considerações sobre o Projeto de Produto

Os produtos à base de vidro são fabricados comercial‑ mente em uma variedade de formas, quase ilimitada.

Diversos desses produtos são feitos em quantidades muito grandes, tais como os bulbos de lâmpadas, gar‑ rafas de bebidas e vidros de janelas. Outros produtos, tais como as grandes lentes de telescópios, são fabri‑ cados individualmente.

O vidro é um dos três tipos básicos de cerâmi‑ cas (Seção 5.2). É distinguido por sua estrutura não cristalina (vítrea), enquanto os outros materiais ce‑ râmicos têm estrutura cristalina. Os métodos pelos quais o vidro é transformado em produtos úteis são bastante diferentes daqueles usados para as outras cerâmicas. No processamento dos vidros, a principal matéria‑prima é a sílica (SiO2), que é em geral com‑ binada com outros óxidos cerâmicos para formar os vidros. As matérias‑primas são aquecidas para serem transformadas, de sólidos duros, em um líquido visco‑ so; são então moldadas na geometria desejada nessa condição altamente plástica e fluida. Quando são res‑ friadas e endurecem, o material permanece no estado vítreo em vez de se cristalizar.

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10. Engenharia de microondas

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CAPÍTULO

10

ENGENHARIA DE MICROONDAS

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Introduzir equações de projeto e análise para linhas de transmissão de microfita

■ Descrever os componentes de microondas de um circuito transceptor

■ Projetar redes de casamento de impedâncias utilizando elementos concentrados

■ Introduzir parâmetros de espalhamento para descrever redes multiportas

■ Discutir componentes comuns de circuito de microondas como circuladores, combinadores, acopladores, filtros e amplificadores

As microondas são consideradas como a parte do espectro eletromagnético entre 300 MHz a

300 GHz, apesar de grande parte da engenharia de microondas utilizar a faixa de 1 a 40 GHz.

A Tabela 10.1 destaca as faixas de maior interesse. As microondas são empregadas em diversas aplicações incluindo fornos de microondas, comunicações sem fio e radar. Os fornos de microondas possuem tubos de magnetron de 500 a 1500 W que fornecem a radiação de 2,45

GHz. Em comunicações sem fio, uma larga faixa de freqüências pode ser transmitida sem a atenuação severa encontrada em freqüências ópticas, por exemplo, a partir das nuvens. Para o radar, feixes de microondas podem ser focados para rastreamento de alvos.

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4.3 Válvulas controladoras de fluxo

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4.3 Válvulas controladoras de fluxo

Sua função é controlar o fluxo de ar que alimenta um determinado componente do circuito, nesse caso, em geral, os atuadores pneumáticos. Lembramos que fluxo é o volume de fluido que flui num intervalo de tubulação em uma unidade de tempo, comumente chamado de vazão, normalmente dado em litros por segundo, centímetros cúbicos por segundo ou metros cúbicos por segundo.

Controlar, portanto, o volume de fluido na unidade de tempo significa controlar a velocidade, pois a velocidade de um atuador é diretamente proporcional ao fluxo, e quanto maior o fluxo de ar agindo sobre o atuador, maior a sua velocidade.

As válvulas controladoras de fluxo podem ser fixas ou variáveis, bidirecionais ou unidirecionais.

4.3.1 Controladora de fluxo fixo bidirecional

É assim denominada porque restringe o fluxo em ambas as direções, porém não permite ajuste

(Q m→n = Q n→m). A Figura 4.11 mostra sua representação esquemática e simbólica normatizada. n

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3 - Aplicabilidade da Radiologia

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3

Aplicabilidade da

Radiologia

Para começar

Este capítulo tem por objetivo apresentar algumas das utilidades da Radiologia em diversos campos da

área da saúde.

3.1 Aplicabilidade da Radiologia para humanos

Os raios X podem ser utilizados para diagnóstico e tratamento do câncer. Sendo assim, é importante ressaltar que a mesma radiação ionizante que pode causar mutação celular, podendo ou não progredir para um câncer, também é utilizada em alta dosagem para causar mutação e destruir a célula cancerígena.

As modalidades da Radiologia que utilizam radiação ionizante são diversas, e incluem: mamografia, tomografia computadorizada, densitometria óssea, radioterapia e o próprio exame de raios X.

Diversas patologias podem ser diagnosticadas por radiografias, como: a)

Fraturas: há diversos tipos de fraturas, que podem ser abertas ou fechadas, e a grande dificuldade no tratamento é o alinhamento ósseo. Caso não se obtenha esse alinhamento, a calcificação ocorrerá de forma inadequada, causando prejuízos funcionais ao indivíduo, como na ausência do alinhamento de uma fratura de fêmur. Nesse caso, os tratamentos são diversos, desde um bem simples, porém não eficaz, que é o gesso, aos tratamentos cirúrgicos,

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2.1 Conceitos gerais

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2

Motores de

Corrente Contínua

Para começar

Trataremos agora do funcionamento dos motores alimentados por corrente contínua (CC) ou, simplificadamente, motores CC. Nesses motores, a corrente elétrica é transformada em energia mecânica por meio de forças geradas por campos eletromagnéticos, como fundamentado no capítulo anterior.

Serão comentados os diversos tipos de motores CC, os modos de ligação e excitação de suas bobinas, além de diferentes maneiras de controlar sua velocidade de rotação.

2.1 Conceitos gerais

Um motor de corrente contínua (CC) é uma máquina elétrica rotativa que gera um movimento mecânico quando alimentado por corrente contínua. Dessa forma, torna-se necessário revisar o conceito de CC. Uma corrente elétrica é considerada contínua quando o seu sentido não se altera com o decorrer do tempo, ou seja, é sempre positiva ou sempre negativa.

A corrente contínua é o movimento ordenado das cargas elétricas presentes em um condutor metálico. Essa organização de movimento acontece quando se cria um campo elétrico dentro desse condutor, fazendo com que seus elétrons livres desenvolvam esse movimento ordenado, ou seja, é um fluxo constante das cargas elétricas de um potencial mais alto para um mais baixo.

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9 - Pré-Dimensionamento de Pilar

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CAPÍTULO 9

Pré-dimensionamento de Pilar

9.1 ESCOLHA DA SEÇÃO

Para dar início aos cálculos de um pilar de concreto armado, fazemos um prédimensionamento. Para isso, precisamos conhecer a carga que nele atua. De posse desse dado, devemos estabelecer a forma e as dimensões de sua seção.

Inicialmente, consideramos a carga igualmente distribuída na seção transversal, com a resultante centrada no eixo do pilar.

Para escolha da seção, nos valemos da boa técnica construtiva que nos informa que a dimensão mínima para o lado do pilar deve ficar no limite:

Lh

≤ 15 a sendo Lh a altura do pilar e a, a menor dimensão de sua seção perpendicular ao eixo.

Assim, para um pilar retangular com a altura de três metros (300 cm), a menor dimensão da face do pilar deve ser de 20 cm, pois

300

= 15

20

Seguindo essa orientação, a seção mínima de um pilar com pé-direito de três metros deveria ser de 20 × 20 cm.

20 cm

20 cm

Figura 9.1  Seção mínima de um pilar com pé-direito de três metros.

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Parte I - Capítulo 3 Linguagens de Controladores Lógicos

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Capítulo 3

Linguagens de Controladores Lógicos

3.1  Introdução

A Norma IEC 611313 definiu cinco linguagens de programação para controladores lógicos programáveis, que são diagrama de blocos de funções, linguagem Ladder, sequenciamento gráfico de funções (grafcet), lista de instruções e texto estruturado. Enquanto o texto estruturado e a lista de instruções são linguagens textuais, as demais têm características gráficas. a. Linguagem Ladder: é uma linguagem gráfica muito utilizada, baseada na lógica de contatos virtuais, cujo programa aciona bobinas de saídas segundo valores aferidos por sensores ou chaves conectados à entrada dos CLP, com o intuito de ligar motores, lâmpadas ou realizar contagem, temporizações ou controles proporcionais, integrais e derivativos.

Segue linha de código em linguagem Ladder (Fig. 3.1), em que L, D e P são contatos virtuais, enquanto

M é a saída.

Figura 3.1 Programa de automação em linguagem Ladder.

b. Lista de instruções: é bastante semelhante à linguagem de montagem (assembly), caracterizada por instruções que possuem operador e operandos, separados por vírgulas, cujos resultados são armazenados num único registrador, denominado acumulador. A lista de instruções é indicada para controle de processos simples.

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5.2 Legislação do fator de potência

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5.2 Legislação do fator de potência

Quanto ao limite de referência do fator de potencia e aos demais critérios de faturamento, a regulamentação para o fornecimento de energia reativa pelas concessionárias de energia elétrica é estabelecida pela Resolução Aneel nº 456/2000, que, em seus artigos 64 a 69, trata das condições gerais de fornecimento de energia elétrica.

A regulamentação em questão considera o fator de potência mínimo de referência de 0,92 e permite a medição e o faturamento da energia reativa capacitiva, a critério da concessionária. A energia reativa indutiva deve ser medida ao longo das 24 horas do dia. Se a concessionária decidir medir também a energia reativa capacitiva, deverá fazê-lo durante um período de seis horas consecutivas (23h30 e 6h30 – período sob definição da concessionária), ficando a medição da energia reativa indutiva limitada ao intervalo das dezoito horas complementares ao período definido como de verificação da energia reativa capacitiva.

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2 Origem e Formação dos Solos. Pedologia. Composição Química e Mineralógica

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Capítulo

2

Origem e Formação dos Solos. Pedologia.

Composição Química e

Mineralógica

2.1 Origem e Formação dos Solos

Os solos são materiais que resultam do intemperismo ou meteorização das rochas*, por desintegração mecânica ou decomposição química.

Por desintegração mecânica, através de agentes como água, temperatura, vegetação e vento, formam-se os pedregulhos e areias (solos de partículas grossas) e até mesmo os siltes (partículas intermediárias), e, somente em condições especiais, as argilas (partículas finas).

Por decomposição química entende-se o processo em que há modificação química ou mineralógica das rochas de origem. O principal agente é a água, e os mais importantes mecanismos de ataque são a oxidação, a hidratação, a carbonatação e os efeitos químicos da vegetação. As argilas representam o último produto do processo de decomposição.

Em geral esses processos atuam simultaneamente; em determinados locais e condições climáticas, um deles pode ter predominância sobre o outro. O solo é, assim, uma função da rochamáter e dos diferentes agentes de alteração. Os que mantêm uma nítida macroestrutura herdada da rocha da origem são designados por solos saprolíticos.

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4.9 Sistematização e exposição de ideias

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4.9 Sistematização e exposição de ideias

Sistematização significa ordenar elementos de um sistema, ou colocar alguma coisa em ordem ou de acordo com um sistema.

Quando temos que desenvolver um tema, um projeto, um plano, ou mesmo uma dissertação, obviamente nos vem muita coisa em mente. O que temos a fazer é ordenar essas ideias de maneira lógica, por assunto e, principalmente, com uma sequência, dar sentido à conclusão.

A isso chamamos sintetizar, enquanto que exposição de ideias é a ocorrência de dentro para fora, ou seja, tudo o que pensamos e ordenamos temos que expor, utilizando da ferramenta mais importante no contexto que é justamente o convencimento.

Essa exposição dentro de um projeto, de um plano, de uma campanha, por exemplo, é de fundamental importância, visto que vamos utilizar de argumentos convincentes para entendimento dos ouvintes, clientes internos ou externos e consequente aceitação ou aprovação.

4.10 Assertividade

Várias definições encontramos para o termo assertividade, uma delas é a forma geral que expressa a qualidade do que é assertivo, afirmativo ou positivo.

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8. Ensaio de Fadiga

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8

Ensaio de Fadiga

Ensaio de fadiga  consiste na aplicação de carga cíclica em corpo de prova apropriado e padronizado segundo o tipo de ensaio a ser realizado. É extensamente utilizado na indústria automobilística e, em particular, na indústria aeronáutica, existindo desde ensaios em pequenos componentes até em estruturas completas, como asas e longarinas. O ensaio mais utilizado em outras modalidades de indústria é o ensaio de flexão rotativa, conforme mostram as Figs. 8.1(a) e 8.9, e variações no tipo de solicitação mecânica também podem ser aplicadas, como tração e compressão uniaxiais e cisalhamento. O ensaio de fadiga é capaz de fornecer dados quantitativos relativos às características de um material ou componente ao suportar, por longos períodos, sem se romper, cargas repetitivas e/ou cíclicas.

Os principais resultados do ensaio, normalmente obtidos a partir de gráficos em termos de tensão e número de ciclos [Fig. 8.1(b)], são: limite de resistência à fadiga (sRf), resistência à fadiga (sf) e vida em fadiga (Nf). Os resultados dos ensaios podem variar devido a uma diversidade de fatores.

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5. Aplicação prática da implementação da certificação florestal na indústria

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5

Aplicação prática da implementação da certificação florestal na indústria

introdução

O presente capítulo descreve a aplicação prática da implementação da certificação florestal na indústria moveleira, com base na experiência adquirida no mercado. Como dito anteriormente, embora a indústria moveleira seja utilizada como exemplo de certificação florestal neste livro, os conceitos e sugestões apresentados podem ser extrapolados para outras indústrias de base florestal.

As informações dessa aplicação prática, em consonância com o guia para implementação da certificação florestal apresentado no capítulo anterior, pode, com algumas adaptações, servir de orientação e roteiro para as indústrias de base florestal desejarem ser certificadas pelo sistema FSC. Contudo, a empresa interessada deverá sempre consultar possíveis atualizações e alterações ocorridas nos manuais e normas do sistema de certificação.

A empresa Móveis “A” (nome fictício) está situada em um dos polos moveleiros do Brasil. Foi fundada em janeiro de 1980, com apenas cinco empregados, e produzia dois tipos de guarda‑roupas em um único padrão de acabamento. Em 2001, em conjunto com outras empresas moveleiras do polo, fundou um consórcio de exportação e, desde então, tem vendido também para o mercado externo.

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14.1 Introdução

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CAPÍTULO

14

Meio ambiente

É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve.

Victor Hugo

14.1 Introdução

Os profissionais que compõem os SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de

Segurança e Medicina do Trabalho) têm como principais finalidades a prevenção do acidente do trabalho e das doenças ocupacionais aos quais os trabalhadores estão expostos, devendo ser feitas implementações que antecipem esses riscos. Os profissionais que são responsáveis pela análise e implantação de medidas corretivas, no caso o Engenheiro de

Segurança do Trabalho e o Técnico em Segurança do Trabalho, devem observar outros aspectos relevantes para as melhorias no ambiente de trabalho e favorecer os demais envolvidos nesse processo, que são a empresa e a comunidade à sua volta.

Para entendimento deste capítulo, é importante saber que a comunidade beneficiada

é tudo que está ao nosso redor: as pessoas, os animais, a vegetação, os recursos naturais.

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Parte VII - 27 - Brasagem, Solda Branda e União por Adesivos

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27

Brasagem, Solda

Branda e União por Adesivos

Sumário

27.1 Brasagem

27.1.1 Juntas Brasadas

27.1.2 Metais de Adição e Fluxos

27.1.3 Métodos de Brasagem

27.2 Solda Branda

27.2.1 Projetos da Junta em Solda Branda

27.2.2 Soldas e Fluxos

27.2.3 Métodos de Solda Branda

27.3 União por Adesivos

27.3.1 Projeto da Junta

27.3.2 Tipos de Adesivos

27.3.3 Tecnologia da Aplicação de Adesivo

Este capítulo cobre três processos de união similares à soldagem em certos aspectos: brasagem, solda branda e união por adesivos. A brasagem e a solda branda usam metais de adição para unir e ligar duas (ou mais) peças metálicas, proporcionando uma junta permanente. É difícil, embora não seja impossível, desmontar as peças após a criação de uma junta brasada ou por solda branda ser realizada. No espectro dos processos de união, a brasagem e a solda branda se situam entre a soldagem por fusão e a soldagem no estado sólido.

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