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Medium 9788536510712

6 - Conhecendo um Projeto de Investimento Agropecuário

Rui Correa da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

Conhecendo um Projeto de

Investimento

Agropecuário

6

Para começar

Neste capítulo, vamos apreciar a conceituação de um projeto de investimento, sua duração e sua finalidade.

A partir de um exemplo hipotético, vamos conhecer um projeto de investimento, detalhando seus principais passos e os dados inerentes a ele.

Ao final, vamos conhecer os procedimentos para efetuação de uma análise de viabilidade a partir da planilha de reembolso.

6.1 Conceitos

Em linhas gerais, um projeto agrícola deve ser compreendido como uma proposta de uso de um conjunto de recursos associados a combinações variadas de atividades voltadas ao setor agropecuário.

Deve ser efetuado com a finalidade de gerar um fluxo de bens e serviços de valor determinado e por meio do qual se objetive alcançar metas de natureza empresarial e/ou social.

Pretendendo facilitar a forma de abordagem de investimentos agropecuários, podemos classificar os projetos agrícolas em duas categorias, que se diferenciam de acordo com a respectiva

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Medium 9788536513003

8 - Metalografia

Givanildo Alves dos Santos Editora Saraiva PDF Criptografado

8

Metalografia

Para começar

Este capítulo tem por objetivo apresentar conceitos e técnicas importantes sobre metalografia. O capítulo ensina as etapas necessárias para a preparação de materiais metálicos (ferrosos e não ferrosos), desde o corte até a visualização da estrutura (macro ou microestrutura).

8.1 Análise metalográfica

No desenvolvimento dos capítulos do livro constata-se a influência do processo de fabricação na estrutura e, consequentemente, nas propriedades dos materiais metálicos. Por isso, é crucial, em função das propriedades almejadas, o conhecimento sobre o histórico de fabricação (elementos constituintes, processos de transformação) e da estrutura obtida.

A metalografia pode ser definida como o exame ou a análise da estrutura de um material ou amostra metálica por meio de uma superfície devidamente polida e geralmente atacada com um reagente específico. É uma ferramenta importantíssima na área de metalomecânica para a caracterização e o controle de materiais metálicos. Compreende o estudo da estrutura em nível de micro e de macroestrutura.

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Medium 9788536506449

5 - Técnicas Básicas de Laboratório

Nilton Roberto Fiorotto Editora Saraiva PDF Criptografado

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Técnicas Básicas de Laboratório

Para começar

Neste capítulo, você aprenderá que no laboratório para separação de substâncias utilizamos vários procedimentos analíticos. Dependendo do tipo de mistura e do tipo de separação, deve-se adotar a técnica mais apropriada. A escolha do método apropriado depende do estado físico dos componentes da mistura e algum conhecimento das propriedades dos constituintes dela.

5.1 Processos mecânicos de separação

Os processos mecânicos são utilizados para separar misturas homogêneas nos casos em que não for necessária nenhuma transformação física (por exemplo, mudança de fase de agregação).

Muitos desses processos, apesar de parecerem rudimentares, encontram aplicações importantes na colheita de alimentos como trigo e arroz, na construção civil, na mineração de ouro, na purificação de minérios de enxofre etc.

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Catação: é um método rudimentar de separação de misturas baseado na diferença de tamanho e de aspecto das partículas de uma mistura de sólidos granulados. Utiliza as mãos ou uma pinça para separar os componentes dessa mistura. Por exemplo, mistura de feijão e impurezas.

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Medium 9788536506449

4 - Equipamentos e Vidrarias de Laboratório

Nilton Roberto Fiorotto Editora Saraiva PDF Criptografado

Equipamentos e Vidrarias de

Laboratório

4

Para começar

Você aprenderá neste capítulo que o conhecimento das funções e do uso dos principais utensílios e equipamentos de laboratório é essencial para sua segurança pessoal e para o emprego correto em medições. Para o bom andamento dos trabalhos, serão apresentados os utensílios de uso mais comum em laboratório, com uma descrição resumida das suas funções e utilidades.

4.1 Balança analítica

A maior parte dos processos químicos quantitativos depende, em algum estágio, da medida de uma massa. Muitas análises químicas baseiam-se na determinação exata da massa de uma amostra, de uma substância sólida produzida a partir dessa amostra (análise gravimétrica), ou ainda da determinação do volume de uma solução-padrão, cuidadosamente preparada (contendo uma massa de um soluto conhecida com exatidão) e que reage com a amostra (análise titrimétrica). O instrumento usado para medir a massa é a balança analítica. A operação é chamada pesagem, e faz-se referência, invariavelmente, à massa do objeto ou ao material que é pesado.

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Medium 9788536511948

1 - Fitossanidade

Eliene Maciel dos Santos Fonseca, Rosivaldo Cordeiro de Araujo Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Fitossanidade

Para começar

Neste capítulo, analisaremos o que é fitossanidade, o que são doenças dos vegetais, o que as pragas e doenças podem ocasionar aos cultivos agrícolas, o que é nível econômico de dano e como as doenças e pragas podem ser controladas para reduzi-los. Também estudaremos o risco que pode ser ocasionado pelo uso inadequado de produtos fitossanitários e a importância do estudo da fitossanidade.

1.1 Conceitos

Assim como os seres humanos, os vegetais também são afetados por doenças. Pelo fato de estarem expostas ao ambiente que lhes é natural, as plantas estão suscetíveis a pragas e doenças que as debilitam, podendo levá-las à morte.

Nos cultivos agrícolas, quando o ataque é muito rigoroso, pode provocar prejuízos consideráveis e queda no rendimento das lavouras. Muitas vezes, pode tornar os cultivos inviáveis ou comprometer a qualidade da matéria-prima, reduzindo a vida útil do cultivo.

Os métodos de controle de doenças e pragas se relacionam a técnicas para reduzir ou impedir a ocorrência de pragas e doenças evitando danos aos plantios agrícolas.

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Medium 9788536527444

6 - Disjuntor Motor e Seletividade de Elementos Elétricos

FERREIRA, Fábio Isaac Editora Saraiva PDF Criptografado

Disjuntor Motor e Seletividade de

Elementos Elétricos

6

Para começar

Este capítulo apresenta as características fundamentais e as formas de representação dos disjuntores motores. Destaca também os critérios e conceitos para a seletividade dos componentes elétricos: fusíveis, disjuntores e relés.

6.1 Disjuntor motor

O disjuntor motor é um dispositivo que combina duas funções. Ele age simultaneamente como um dispositivo de proteção e de manobra para os circuitos de força em que estão presentes os motores.

Como dispositivo de proteção, o disjuntor motor é utilizado para realizar a proteção elétrica do circuito a partir da detecção de sobrecorrentes, provocando a abertura do circuito. Ele bloqueia a passagem de corrente elétrica quando há uma sobrecarga, por meio do disparo térmico, em que ocorre uma deformação do bimetálico com diferentes coeficientes de dilatação, tal como o relé térmico. Ele também é capaz de realizar a proteção de curtos-circuitos a partir do disparo eletromagnético, que provoca a interrupção do circuito quase que instantaneamente, de acordo com a curva de resposta do dispositivo. Como dispositivo de manobra, ele é capaz de interromper a alimentação elétrica manualmente por um operador, por meio da atuação em sua chave.

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Medium 9788536510712

1 - Técnicas de Planejamento Agropecuário

Rui Correa da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

Técnicas de

Planejamento

Agropecuário

1

Para começar

Neste primeiro capítulo conheceremos o significado de planejar, as diversas formas de planejamento e como devemos proceder para obter resultados positivos a partir do planejamento.

O planejar como ferramenta de realização de toda e qualquer atividade possibilita economia de tempo, de capital e propicia menor desgaste da equipe responsável pela execução.

Decidir exige grande embasamento; se isso não ocorrer, existe o risco de se realizar investimentos de forma indevida, ou mesmo deixar de investir quando isto seria o mais aconselhável. Ao lado disto estão os pequenos produtores, detentores de rendas menores, vinculados a pequenas áreas das quais obtêm seu sustento; estes normalmente não possuem base científica ou hábito do planejar seu processo produtivo para dele retirar os melhores resultados possíveis.

1.1 Fundamentos

Planejar é refletir a respeito do que já existe, é inovar no pensamento, é criar na mente para posteriormente executar.

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Medium 9788536510712

7 - Projetos Zootécnicos

Rui Correa da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Projetos

Zootécnicos

Para começar

Este capítulo tem por objetivo esclarecer os diversos conceitos relacionados aos projetos zootécnicos.

Detalha também quais as principais atividades em um projeto e como se desenvolvem os sistemas de controle relacionados aos projetos zootécnicos.

Veremos como acontecem projetos de criação de peixes, de suínos e projetos de avicultura. Veremos que projetos de criações se comportam de forma bem diversa em relação a projetos de produção vegetal.

7.1 Conceitos

A zootecnia, ciência que trata da adaptação dos animais domésticos ao ambiente de criação e deste aos animais com fins econômicos (arte de criar animais).

Como ciência, trata-se de ramo da biologia; é denominada zoologia aplicada (assim, ao conhecimento da biologia animal se aplicam os princípios da economia); diz respeito à criação racional para fins comerciais.

Trata-se de produção animal, tendo por objetivo produzir o máximo no menor tempo pos­ sível, sempre visando à lucratividade.

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Medium 9788536511948

8 - Métodos de Controle de Doenças e Pragas em Espécies Florestais

Eliene Maciel dos Santos Fonseca, Rosivaldo Cordeiro de Araujo Editora Saraiva PDF Criptografado

Métodos de

Controle de

Doenças e Pragas em Espécies

Florestais

8

Para começar

O objetivo deste capítulo é conhecer e entender as formas utilizadas para controlar problemas de ordem fitossanitária. É importante lembrar que a mudança do ambiente natural para realizar um plantio de interesse comercial proporciona alimentação em abundância, levando à possível diminuição de inimigos naturais dos agentes nocivos às espécies cultivadas. Havendo condições climáticas favoráveis, os danos tornam-se previsíveis, no entanto, com o conhecimento das práticas de controle, o objetivo é manter esses patógenos sob controle.

8.1 Conceitos

A necessidade da madeira para atender as demandas das indústrias (móveis, casas, papel etc.) tem como consequência a implantação de plantios extensos de espécies florestais, geralmente na forma de monocultivo.

A alteração do ecossistema natural para implantar uma lavoura com somente uma espécie, se houver condições ambientais propícias, gera desequilíbrio ambiental e favorece o surgimento de espécies que provocam ou causam danos e prejuízos à lavoura em questão, ou seja, as conhecidas pragas (insetos, fungos, bactérias etc.). As pragas podem ser nativas ou exóticas (de outro país).

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Medium 9788536506449

12 - Normas Técnicas

Nilton Roberto Fiorotto Editora Saraiva PDF Criptografado

12

Normas Técnicas

Para começar

Neste capítulo, você aprenderá que uma norma técnica é um “documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece, para uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto”. Essa é a definição internacional de norma.

Deve-se realçar, aqui, o aspecto de ser estabelecida por consenso entre os interessados, o que pressupõe compromisso de interesse mútuo, e aprovada por um organismo reconhecido, que deve atuar seguindo os princípios da normalização e é o responsável pelo processo e por assegurar o consenso.

12.1 Conceitos básicos

As normas técnicas são aplicáveis a produtos, serviços, processos, sistemas de gestão, pessoal, enfim, nos mais diversos campos. Podem estabelecer requisitos de qualidade, de desempenho, de segurança (seja no fornecimento de algo, no seu uso ou mesmo na sua destinação final), mas também podem estabelecer procedimentos, padronizar formas, dimensões, tipos, usos, estabelecer classificações ou terminologias e glossários, estabelecer a maneira de medir ou determinar características, como os métodos de ensaio.

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Medium 9788536506449

7 - Elaboração de Relatórios Técnicos

Nilton Roberto Fiorotto Editora Saraiva PDF Criptografado

7

Elaboração de

Relatórios Técnicos

Para começar

Neste capítulo, você vai aprender que um relatório técnico transmite informações técnicas de forma clara e de fácil acesso. Este texto explica o formato comumente aceito e orientações sobre como proceder para elaborar e refinar um relatório.

7.1 Relatórios

A palavra “relatório” tem, entre outras, a seguinte definição: “Narração ou descrição verbal ou escrita, ordenada e, mais ou menos minuciosa, daquilo que se viu, ouviu ou observou”, segundo o

Dicionário Aurélio. Por exemplo, relatório de uma testemunha ou de um médico, relatório de um serviço prestado, de um acidente, de uma análise química, física ou biológica, laudo técnico etc.

Os relatórios técnicos podem diferir em alguns aspectos, de acordo com sua finalidade. Podem existir relatórios diários de análise, relatórios de conformidade ou não, de desenvolvimento de novos produtos ou fornecedores, laudos técnicos sobre resultados de análises, relatórios de pesquisas como monografias ou teses, entre outros.

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Medium 9788536531489

9 - Negociação na Administração

BATISTA, Audrey Barretti Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

9

Negociação na

Administração

Para começar

Este capítulo aborda a importância da negociação na área de Administração, explicita seu processo, variáveis e habilidades essenciais aos negociadores.

Para elaborar um estudo de técnicas de negociação é necessário que haja conhecimento prévio da arte de negociar. Hoje, a habilidade de negociar se tornou característica essencial e determinante de um profissional bem-sucedido.

A negociação não está presente somente nas organizações, ela faz parte do cotidiano de todas as pessoas, que a todo o momento negociam, mesmo que inconscientemente.

A técnica da negociação é uma das ferramentas mais valorizadas no mundo moderno, por conta da pressão que as empresas sofrem para se manterem relevantes no mercado cada dia mais competitivo.

Martinelli e Guisi (2009) afirmam que o termo negociação vem do latim negocium, palavra formada pela junção dos termos nec (nem, não) e ocium (ócio, repouso), que significa atividade difícil e trabalhosa. Segundo os mesmos autores apud Nierenberg (2009, p.15) o termo é definido como

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Medium 9788536531489

1 - Introdução às Organizações

BATISTA, Audrey Barretti Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

1

Introdução às

Organizações

Para começar

Neste capítulo é explicado o que é uma organização e seus tipos. Também é feito um breve relato da história delas.

É possível definir organizações como agrupamentos humanos com a finalidade de atingir objetivos específicos, comuns a todos os seus membros. De um modo geral, as organizações estão sempre em busca de inovações e estudando meios cada vez mais eficientes e eficazes para alcançarem seus objetivos com maior qualidade e menor custo.

As mudanças podem ocorrer por diversos fatores, por exemplo, por força da concorrência de mercado; pelas mudanças socioeconômicas; ou por terem atingidos seus objetivos e, assim, necessitarem de reformulações internas para continuarem na busca de novos resultados.

Os profissionais das áreas administrativas, independentemente de suas funções, exercem um papel importante no processo de mudança, uma vez que devem buscar planejar, organizar, orientar e disponibilizar informações de forma assertiva para auxiliar nos processos de tomada de decisões necessários em tempo oportuno.

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Medium 9788536531724

14 - Construção de uma Base Pessoal

CAETANO, Karen Cardoso Editora Saraiva PDF Criptografado

14

Construção de uma

Base Pessoal

Para começar

Este capítulo tratará da questão do poder nas organizações e como ele pode alterar o clima organizacional e influenciar a produtividade.

14.1 O poder nas instituições

As disputas de poder evidenciam a necessidade de desenvolver bases de poder individual e coletivo, visando ao crescimento pessoal e organizacional. O empoderamento dos indivíduos pode influenciar a produtividade e a liderança.

Para Krauz (2005), “o poder é retratado não somente através de grupos sociais, mas também pelas grandes organizações representando um sistema econômico, político, social, ideológico e psicológico”.

As organizações são, com certeza, um dos locais onde se exerce o poder e, conforme o modelo adotado, ele assume a identidade da chefia e do patrão. Atualmente, nas organizações modernas, o poder depende dos valores, estrutura e cultura organizacional.

O poder não se detém como uma coisa, como uma propriedade que se possui ou não − o poder não existe, o que existe são práticas ou relações de poder. É algo que se exerce, que se efetua − não é um objeto, uma coisa, mas uma relação. O poder envolve a probabilidade de impor a própria

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Medium 9788536526720

Anexo A - MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO

ANJOS, Mauricio Silva dos; STOCO, Fernando Editora Saraiva PDF Criptografado

A

Anexo

MINISTÉRIO DO

TRABALHO E

EMPREGO

SECRETARIA DE

INSPEÇÃO DO

TRABALHO

PORTARIA N.º 383 DE 21 DE MAIO DE 2013

(D.O.U. de 22/05/2013 - Seção 1)

Disponibiliza para consulta pública o texto técnico básico de revisão da Norma

Regulamentadora sobre Condições e Meio

Ambiente de Trabalho na Indústria da

Construção - NR-18.

O SECRETÁRIO DE INSPEÇÃO DO TRABALHO, no uso das atribuições conferidas pelo art.

14, inciso II, do Anexo I do Decreto n.º 5.063, de 3 de maio de 2004, e em face do disposto nos arts.

155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, e no art. 4º da Portaria MTE n.º 1.127, de 02 de outubro de 2003, resolve:

Art. 1º Disponibilizar para consulta pública o texto técnico básico para revisão da Norma

Regulamentadora sobre Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção NR-18, disponível no sítio: http://portal.mte.gov.br/legislacao/normas-regulamentadoras-1.htm.

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