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Medium 9788521613985

7 - PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS EM ENGENHARIA

MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C.; HUBELE, Norma Faris Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS

EM ENGENHARIA

ESQUEMA

DO

CAPÍTULO

7-1 ESTRATÉGIA DOS EXPERIMENTOS

7-2 ALGUMAS APLICAÇÕES DAS TÉCNICAS DE

PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS

7-3 EXPERIMENTOS FATORIAIS

7-4 PLANEJAMENTO FATORIAL 2K

7-4.1 Exemplo de 22

7-4.2 Análise Estatística

7-4.3 Análise Residual e Verificação do Modelo

7-5 PLANEJAMENTO 2k PARA K Ն 3 FATORES

7-6 RÉPLICA ÚNICA DO PLANEJAMENTO 2k

7-7 PONTOS CENTRAIS E BLOCAGEM EM PLANEJAMENTOS 2k

7-7.1 Adição de Pontos Centrais

7-7.2 Blocagem e Superposição

7-8 REPLICAÇÃO FRACIONÁRIA DE UM PLANEJAMENTO 2k

7-8.1 Uma Meia-Fração de um Planejamento 2k

7-8.2 Frações Menores: Planejamento Fatorial Fracionário 2k-p

7-9 MÉTODOS E

PLANEJAMENTOS DE SUPERFÍCIE DE

RESPOSTA

7-9.1 Método da Ascendente de Maior Inclinação

(Steepest Ascent)

7-9.2 Análise de uma Superfície de Resposta de Segunda

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Medium 9788582711958

Capítulo 7 | Tecnologia de alimentos de origem animal

Cássia Regina Nespolo; Fernanda Arboite de Oliveira; Flávia Santos Twardowski Pinto; Florencia Cladera Olivera Grupo A PDF Criptografado

capítulo 7

Tecnologia de alimentos de origem animal

A transformação de alimentos de origem animal em derivados pode envolver etapas aplicadas às matérias-primas que levam à diminuição da Aw, a modificações da temperatura e/ou atmosfera gasosa, a alterações no pH dos alimentos, à adição de ingredientes com efeito conservante e à seleção de micro-organismos que promovam o controle da microbiota contaminante, por competição. Aliado a isso, a industrialização de leite, carne, pescados e ovos gera produtos com características sensoriais diferenciadas, com aumento no período de conservação, no valor agregado ao produto final e na preferência do consumidor pelo alimento produzido. Neste capítulo, veremos as principais etapas relacionadas à produção de derivados lácteos e cárneos.

Objetivos de aprendizagem

Apresentar os fundamentos do processamento de alimentos de origem animal.

Identificar o impacto das etapas empregadas na conservação do alimento.

Demonstrar como as alterações nas formulações de alguns derivados podem influenciar a qualidade do produto final.

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Medium 9788580552102

Capítulo 6 - Introdução a amplificadores de pequenos sinais

Charles Schuler Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Introdução a amplificadores de pequenos sinais

Este capítulo aborda o ganho. O ganho corresponde à habilidade de um circuito de aumentar o nível de um sinal. Como será visto, o ganho pode ser expresso como uma relação ou o logaritmo de uma relação. Transistores são capazes de fornecer ganho e este capítulo apresentará como estes dispositivos podem ser utilizados em conjunto com outros elementos para formar circuitos amplificadores. Você aprenderá a testar alguns amplificadores utilizando cálculos simples. Este capítulo restringe-se aos amplificadores de pequenos sinais, normalmente chamados de amplificadores de tensão.

Objetivos deste capítulo

Calcular o ganho e a perda em decibéis.

Desenhar a reta de carga de um amplificador emissor comum básico.

Definir grampeamento em um amplificador linear.

Encontrar um ponto de operação de um amplificador emissor comum básico.

Determinar o ganho de tensão de um amplificador emissor comum.

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Medium 9788521625872

APÊNDICE E - As Equações de Transferência da Convecção

Theodore L. Bergman, Adrienne Lavine, Frank Incropera, David P. DeWitt Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE

E

As Equações de

Transferência da Convecção

No Capítulo 2 consideramos uma substância estacionária na qual o calor é transferido por condução e desenvolvemos meios para a determinação da distribuição de temperaturas no interior da substância. Fizemos isso aplicando a conservação de energia em um volume de controle diferencial (Figura 2.11) e deduzindo uma equação diferencial que foi chamada de equação do calor.

Para uma geometria e condições de contorno especificadas, a equação pode ser resolvida para determinar a distribuição de temperaturas correspondente.

Se a substância não for estacionária, as condições se tornam mais complexas. Por exemplo, se a conservação de energia for aplicada em um volume de controle diferencial em um fluido em movimento, os efeitos do movimento do fluido (advecção) na transferência de energia através das superfícies do volume de controle devem ser considerados, juntamente com os da condução. A equação diferencial resultante, que fornece a base para a previsão da distribuição de temperaturas, requer agora o conhecimento das equações da velocidade, deduzidas da aplicação da conservação de massa e da segunda lei de Newton do movimento em um volume de controle diferencial.

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Medium 9788520433270

Sumário

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

sumár i o

Prólogo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XI

Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . XIII

1. Água: estrutura química e molecular . . . . . . . . . . . . 1

2. A água e a ligação de hidrogênio . . . . . . . . . . . . . 27

3. Distribuição geográfica da água . . . . . . . . . . . . . . 43

4. Água e clima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63

5. Água e fontes de energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79

6. Água e transporte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91

7. Água na agropecuária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99

8. Salvemos nossas águas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103

Índice remissivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145

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Medium 9788563308207

5 Falhas resultantes de carregamento estático

Budynas, Richard Grupo A PDF Criptografado

232    Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica

No Capítulo 1 aprendemos que resistência é uma propriedade ou característica de um elemento mecânico. Essa propriedade resulta da identidade do material, do tratamento e processamento incidental para criar sua geometria e do carregamento, e está na localização de controle ou crítica.

Além de considerarmos a resistência de uma única peça, devemos estar cientes de que as resistências de peças produzidas em massa serão sempre algo diferentes de outras na coleção ou no conjunto por causa das variações em dimensões, usinagem, conformação e composição. Descritores de resistência são necessariamente estatísticos por natureza, envolvendo parâmetros tais como média e desvios padrão e identificação distribucional.

Carga estática é uma força estacionária ou momento aplicado a um membro. Para ser estacionária, a força ou momento deve ser imutável em magnitude, ponto ou pontos de aplicação e direção. Uma carga estática pode produzir tração axial ou compressão, uma carga de cisalhamento, uma carga de flexão, uma carga torcional, ou qualquer combinação dessas. Para ser considerada estática, a carga não pode mudar de maneira alguma.

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Medium 9788521634553

Capítulo Dois - Mensuração de Características Ambientais

MIHELCIC, James R.; ZIMMERMAN, Julie Beth Grupo Gen PDF Criptografado

capítulo/Dois 

Mensuração de

Características

Ambientais

James R. Mihelcic,

Richard E. Honrath Jr.,

Noel R. Urban,

Julie Beth Zimmerman

BartCo/iStockphoto.com

Neste capítulo, os leitores vão-se familiarizar com as diferentes unidades usadas para medir os níveis de poluentes em sistemas aquáticos, no solo/sedimento e na atmosfera, bem como os níveis globais. A cobertura providencia as fontes e as concentrações de dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa, além de métodos para relatar suas emissões, incluindo a pegada de carbono.

  38

Sumário do Capítulo

2.1 Unidades de Concentração de Massa

2.2 Unidades Volume/Volume e Mol/Mol

2.3 Unidades de Pressão Parcial

2.4 Unidades Mol/Volume

2.5 Outros Tipos de Unidades

Objetivos da Aprendizagem

 1. Calcular a concentração química em unidades de massa/

massa, massa/volume, volume/volume, mol/mol, mol/

volume e equivalente/volume.

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Medium 9788521616573

Capítulo 1. Instalações de água Potável

MACINTYRE, Archibald Joseph Grupo Gen PDF Criptografado

C APÍTULO

INSTALAÇÕES

1.1

DE

1

ÁGUA POTÁVEL

INTRODUÇÃO

A importância do conhecimento do tema deste capítulo é de evidência imediata. O uso de água fria potável nos prédios constitui condição indispensável para o atendimento das mais elementares condições de habitabilidade, higiene e conforto. Apesar de essa realidade não ser negada por ninguém, na prática às vezes ela se apresenta de modo diverso. O abastecimento público de água pode apresentar-se de modo deficiente ou insuficiente. Há quem procure reduzir o custo da construção de um prédio sacrificando as instalações, seja com o inadequado emprego de certos materiais, seja com o subdimensionamento das tubulações, peças e equipamentos. O desconforto, os prejuízos e as questões que decorrem do descaso para com o projeto, as especificações e a execução das instalações infelizmente são realidades que ninguém ignora e que muitos experimentam pessoalmente.

As entidades municipais ou estaduais, às quais cabe o abastecimento de água às cidades, procurando agir em defesa dos interesses do consumidor, em muitos casos estabelecem normas, regulamentos e exigências referentes

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Medium 9788521620389

14 Tubulões e Caixões. Infraestrutura

CAPUTO, Homero Pinto; CAPUTO, Armando Negreiros; RODRIGUES, J. Martinho de A. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

14

Tubulões e Caixões.

Infraestrutura

14.1 Tubulões

Os tubulões são fundações construídas “concretando‑se um poço aberto no terreno ou fazendo descer, por escavação interna, um tubo, geral‑ mente de concreto armado ou de aço, que é posteriormente cheio com concreto simples ou armado. No caso de revestimento com tubo metá‑ lico, este poderá, ou não, ser recuperado”.

14.2 Tubulões a Céu Aberto

O tipo mais elementar de tubulão é aquele que resulta de um simples poço perfurado manualmente e a céu aberto. A sua técnica de execu‑

ção dispensa explicações. O seu emprego é limitado a solos coesivos e acima do nível d’água.

No chamado sistema Chicago (Fig. 14.1), a escavação é feita a pá, em etapas, cuja profundidade varia de 0,5 m para argilas moles até aproxi‑ madamente 2 m para argilas rijas. Escoradas as paredes com pranchas verticais de madeira, ajustadas por meio de anéis de aço, escava‑se nova etapa e, assim, prossegue‑se.

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Medium 9788521633884

Parte II - 10 - Processos de Conformação para Plásticos

GROOVER, Mikell P. Grupo Gen PDF Criptografado

10

Processos de

Conformação para Plásticos

Sumário

10.1 Propriedades dos Polímeros Fundidos

10.2 Extrusão de Polímeros

10.2.1 Processo e Equipamento

10.2.2 Análise da Extrusão

10.2.3 Configurações da Matriz e dos

Produtos Extrudados

10.2.4 Defeitos na Extrusão

10.3 Produção de Chapas (ou Placas) e Filmes

10.4 Produção de Fibras e Filamentos (Fiação)

10.5 Processos de Revestimento

10.6 Moldagem por Injeção

10.6.1 Processo e Equipamento

10.6.2 Molde

10.6.3 Máquinas de Moldagem por Injeção

10.6.4 Contração e Defeitos na Moldagem por Injeção

10.6.5 Outros Processos de Moldagem por

Injeção

10.7 Moldagem por Compressão e por

Transferência

10.7.1 Moldagem por Compressão

10.7.2 Moldagem por Transferência

10.8 Moldagem por Sopro e Moldagem por Rotação

10.8.1 Moldagem por Sopro (Blow

Molding)

10.8.2 Moldagem por Rotação

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Medium 9788520429754

Capítulo 28 - Universalização dos Serviços de Saneamento Básico

PHILIPPI JR., Arlindo; GALVÃO JR.; Alceu de Castro Editora Manole PDF Criptografado

Universalização dos Serviços de

Saneamento Básico

28

Marcelo Coutinho Vargas

Sociólogo, UFSCar

introdução

Por seu impacto direto na saúde pública e na qualidade do meio am‑ biente, o conjunto de serviços definido como “saneamento básico” na Lei

Federal n. 11.445/2007 – abastecimento de água potável, esgotamento sani‑ tário, drenagem e manejo de águas pluviais, juntamente com limpeza urba‑ na, coleta e tratamento dos resíduos sólidos – reveste‑se de inegável interes‑ se público e caráter essencial, caracterizando‑se, portanto, como um dever do Estado e um direito social do cidadão. Fruto de um longo processo de negociação e debates com os diversos atores envolvidos nesse campo (pres‑ tadores de serviços públicos e privados, entidades de classe, associações técnico‑científicas, ONGs, movimentos sociais e lideranças políticas), essa lei, que estabelece diretrizes de política nacional para o setor, reconhece as interfaces e a essencialidade que caracterizam tais atividades ao explicitar a

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Medium 9788521636700

Aspectos relevantes em cursos considerados de ponta no exterior e as novas DCNs

OLIVEIRA, Vanderli Fava de et al. Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo, será feita uma abordagem do ensino, principalmente relacionando-se aspectos da Aprendizagem Baseada em Problemas, Projetos PBL (Problem-Based Learning e Project-Based Learning) e Aprendizagem Ativa (Active Learning) de uma maneira geral, com base na experiência de professores da Escola de Engenharia de Lorena da Universidade de São Paulo (EEL-USP) e Faculdade de Engenharia do campus de Guaratinguetá da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FEG-Unesp). Esta experiência resultou de uma série de prospecções feitas por esses professores em universidades de ponta como Harvard University, Massachusetts Institute of Technology (MIT), Olin College, Northeastern University, Stanford University, California Polytechnic University (Cal Poly), San Jose University, Minerva University, 42 University, nos Estados Unidos, e Aalborg University, Maastricht University e University of Twente na Europa (Dinamarca e Holanda).

Direcionadas pela Associação Brasileira de Educação em Engenharia (ABENGE), as discussões sobre a necessidade de melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão em busca de um padrão classe mundial são muito oportunas, no Brasil, e tem norteado a condução de debates nacionais e em importantes universidades de pesquisa com liderança internacional, como é o caso da Unesp-Guaratinguetá e USP-Lorena, cujas experiências serão aqui compartilhadas.

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Medium 9788521606147

CAPÍTULO 14 - TEMPORIZADORES

PRUDENTE, Francesco Grupo Gen PDF Criptografado

C

A

P

Í

T

U

L

O

14

TEMPORIZADORES

14.0 Generalidades

14.1 Imposição por Meio do Programa de um

Determinado Tempo de Atraso

14.1.1 Timer com atraso no desligamento

14.1.2 Timer com atraso na ligação com memória

14.1.3 Timer com atraso na ligação

14.2 Simples Comandos Temporizados

14.2.1 Ativação de uma saída por um tempo tx

14.2.2 Ativação de mais de uma saída em sequência

14.2.3 Ativação de um timer por meio de um botão

(sinal impulsivo)

14.2.4 Timer cíclico

14.2.5 Timer em sequência com atraso na ligação

14.2.6 Timer em sequência com atraso no desligamento

14.3 Operação de Temporização com a CPU S7-200

14.4 Boxes TON, TOF, TONR

14.4.1 Exemplos de TON

14.4.2 Exemplos de TOF

14.4.3 Exemplos de TONR

14.5 Aplicação: Lubrificação de um Motor Elétrico de

Grande Potência

14.6 Aplicação: Circuito Eletropneumático Relativo à

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Medium 9788521634188

14 - Máquinas de Fluido

WELTY, James R.; RORRER, Gregory L.; FOSTER, David G. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

14

Máquinas de Fluido

Neste capítulo, examinaremos os princípios de operação de dispositivos mecânicos que trocam energia do fluido e trabalho mecânico. Uma bomba é uma máquina cuja finalidade é ceder energia mecânica a um fluido, gerando, assim, escoamento, ou produzir uma pressão mais alta ou ambos.

Uma turbina faz exatamente o contrário — produz trabalho por meio da retirada da energia do fluido.

Há dois tipos principais de máquinas de fluido — máquinas de deslocamento positivo e turbomáquinas. Nas máquinas de deslocamento positivo, um fluido está confinado em uma câmara cujo volume é variado. Exemplos de máquinas de deslocamento positivo são mostrados na Figura 14.1.

Aorta

Para o corpo Artéria pulmonar

Átrio direito

Para os pulmões

Sangue oxigenado vindo dos pulmões

Átrio esquerdo

Sucção

Descarga

Sangue venoso

Ventrículo direito

Ventrículo esquerdo

Figura 14.1  Alguns exemplos de configurações de deslocamento positivo.

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Medium 9788520433270

5. Água e fontes de energia

Juliana de Souza Azevedo Manole PDF Criptografado

5

Água e fontes de energ ia

5 .1 Int ro dução

No início de 2012, publicamos pela Editora Manole o livro Curso de química para engenharia, Volume I: Energia1, no qual abordamos várias fontes de energia relacionadas com a água, além de outras como energia nuclear, eólica e, ainda, diversos tipos de materiais combustíveis. Das energias com origem em alguma forma de energia potencial ou cinética da água, as centrais hidrelétricas são de longe as mais importantes ainda nos dias de hoje. Marés, ondas, correntes marítimas e gêiseres, por exemplo, começam a ser utilizados. Para se estabelecer, essas fontes deverão se mostrar competitivas econômica e tecnologicamente, além de respeitosas em relação à preservação do ambiente, não só em comparação com as hidrelétricas, mas comparadas também às outras fontes de energia, tradicionais ou emergentes.

O mundo tecnológico, financeiro e econômico evoluiu no curto período entre a escrita do livro mencionado anteriormente e a escrita destas palavras. Aparentemente, as coisas acontecem de forma rápida.

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