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Medium 9788521625568

Capítulo 1 - Histórico e Conceitos Básicos

Daniel W. Halpin, Ronald W. Woodhead Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

HISTÓRICO E CONCEITOS BÁSICOS

1.1 PERSPECTIVA HISTÓRICA

A capacidade de construir e criar coisas é uma das mais antigas habilidades da humanidade. Em tempos pré-históricos, esse foi um dos talentos que distinguiu o Homo sapiens das outras espécies. Os humanos lutaram para sobreviver e buscaram abrigo para se proteger do meio ambiente hostil em que viviam construindo estruturas para se proteger. Usando materiais naturais, tais como terra, pedra, madeira e peles de animais, os humanos fabricaram habitações que serviam tanto como abrigo como para os proteger.

À medida que a sociedade se tornou mais organizada, a habilidade de construir artefatos se tornou uma marca da sofisticação das civilizações antigas. As maravilhas do mundo antigo são testemunhos não apenas de uma impressionante habilidade para construir estruturas para abrigo, mas também monumentos em escalas gigantescas. As pi-

Fig. 1.1 A Grande Pirâmide de Khufu, em Gizé.

râmides (ver Fig. 1.1) e os templos gregos, tais como o

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Medium 9788580553024

Capítulo 15 - Ressonância

Matthew Sadiku, Sarhan Musa, Charles Alexander Grupo A PDF Criptografado

capítulo

Ressonância

Não preste atenção ao que os críticos dizem. Nenhuma estátua foi construída para um crítico.

—Jean Sibelius

15

Desenvolvendo sua carreira

Melhorar suas habilidades de comunicação

Fazer um curso de análise de circuitos é um meio de prepará-lo para uma carreira de engenheiro eletricista. Melhorar suas habilidades de comunicação ainda na escola deve ser parte da preparação, pois, como tecnologista ou técnico, uma grande parte de seu tempo será gasta em comunicação.

Pessoas na indústria queixam-se repetidamente que os tecnologistas graduados são mal preparados em comunicação oral e escrita. Eles querem que tecnologistas se comuniquem efetivamente para se tornarem ativos.

Você provavelmente pode falar e escrever fácil e rapidamente. Mas até que ponto você pode se comunicar assim? A arte de comunicação efetiva é de extrema importância para seu Habilidade para comunicação efetiva é considerada por muitos sucesso como um tecnologista. Para tecnologistas na indústria, como o mais importante passo para uma promoção executiva. comunicação é a chave para sua possibilidade de promoção. ©IT Stock/Punchstock RF

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Medium 9788536531571

14 - Periféricos

RAMOS, Luis Fernando Pizzarro Bueno Editora Saraiva PDF Criptografado

14

Periféricos

Para começar

Neste capítulo, estudaremos os periféricos, que são todos os dispositivos conectados ao computador, cujo objetivo é auxiliá-lo na execução de suas tarefas ou mesmo melhorar suas capacidades.

14.1 Periféricos de entrada-saída

O periférico de entrada de dados mais comum é o teclado, enquanto o de saída é o monitor de vídeo. Podemos mencionar como outros dispositivos de entrada, como caneta óptica, leitor de código de barras, mouse, scanner, joystick, microfone, mesa digitalizadora etc.

Classificamos o monitor de vídeo como um dispositivo de saída temporário, uma vez que as informações exibidas na tela são perdidas quando o computador é desligado. Entre os dispositivos de saída, podemos mencionar a impressora, o plotter, as caixas de som etc.

14.2 Fitas magnéticas

Existem dois tipos de fitas magnéticas: as de rolo, denominadas Open Reel Tape e as Data Cassete.

As fitas de rolo são utilizadas em computadores de grande porte e para a realização de cópias de segurança de arquivos, porém permitem uma leitura sequencial e seu processo é mais lento.

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Medium 9788582600719

Capítulo 2 - Cimento

A. M. Neville, J.J. Brooks Grupo A PDF Criptografado

2

Cimento

Os antigos romanos foram, provavelmente, os primeiros a utilizarem um concreto

(palavra de origem latina) baseado em um cimento hidráulico, que é um material que endurece pela ação da água. Essa propriedade e a característica de não sofrer alterações químicas pela exposição à água ao longo do tempo são as mais importantes e contribuíram para difundir o uso do concreto como material de construção. O cimento romano caiu em desuso, e somente em 1824 o cimento moderno, conhecido como cimento Portland, foi patenteado por Joseph Aspdin, um construtor de Leeds.

Cimento Portland é o nome dado ao cimento obtido pela mistura íntima de calcário, argila ou outros materiais silicosos, alumina e materiais que contenham óxido de ferro. Essa mistura é queimada à temperatura de clinquerização, sendo o material resultante dessa queima, o clínquer, moído. As definições das normas britânicas, bem como das normas europeias e americanas são baseadas nestes princípios: nenhum material, além de gipsita (sulfato de cálcio), água e agentes de moagem, deve ser adicionado após a queima.

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Medium 9788582715253

Leituras sugeridas

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 15  Defumação  595

Goulas, A.E., Kontominas, M.G., 2005. Effect of salting and smoking-method on the keeping quality of chub mackerel (Scomber japonicus): biochemical and sensory attributes. Food Chem. 93 (3), 511-520, http://dx.doi. org/10.1016/j.foodchem.2004.09.040

Grebitus, C., Jensen, H.H., Roosen, J., Sebranek, J.G., (2013.

Consumer acceptance of fresh meat packaging with carbon monoxide. Animal Industry Report AS 659, ASL

R2756. Disponível em: http://lib.dr.iastate.edu/ans_air/ vol659/iss1/7 (acesso em: fevereiro de 2016).

Guillén, M.D., Errecalde, M.C., Salmeró n, J., Casas, C., 2006.

Headspace volatile components of smoked swordfish

(Xiphias gladius) and cod (Gadus morhua) detected by means of solid phase microextraction and gas chromatography-mass spectrometry. Food Chemistry. 94 (1), 151156, http://dx.doi.org/10.1016/j.foodchem.2005.01.014

Hudson, A., Lake, R., 2012. Clostridium botulinum in ready-to-eat smoked fish and shellfish in sealed packaging.

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Medium 9788582715253

2.1 Refrigeração de colheita e carcaças

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Preparação das matérias-primas

Os alimentos necessitam de resfriamento logo após o abate ou a colheita para reduzir tanto a atividade metabólica como o crescimento de microrganismos e, assim, reduzir as mudanças nas qualidades organolépticas e nutricionais e manter a segurança do produto. A maioria das matérias-primas provavelmente contém contaminantes, componentes que não são comestíveis ou características físicas variáveis (p. ex., forma, tamanho ou cor) que deveriam ser retiradas antes de qualquer processamento subsequente. Não é possível produzir alimentos processados de alta qualidade a partir de matérias-primas de baixa qualidade, sendo, portanto, necessário realizar uma ou mais das operações unitárias de resfriamento, limpeza, seleção, classificação ou descascamento para garantir que os alimentos tenham uma alta qualidade uniforme e que estejam preparados para o processamento seguinte ou para comercialização no setor de mercadorias frescas. Essas operações são essenciais para oferecer matérias-primas seguras e manter a integridade da cadeia alimentar.

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Medium 9788580552287

Capítulo 5 - Operações de retificação de precisão e retificadoras

Michael Fitzpatrick Grupo A PDF Criptografado

capítulo 5

Operações de retificação de precisão e retificadoras

Objetivos deste capítulo

Ler os rótulos industriais padrões do rebolo

Identificar cinco características diferentes do rebolo e seus efeitos sobre o seu desempenho

Selecionar o abrasivo correto para trabalhos em geral

Selecionar o aglomerante certo para o trabalho

Selecionar a estrutura correta do rebolo

Selecionar o tamanho do grão certo para o trabalho

Solucionar problemas de uma preparação com desempenho insatisfatório

Configurar e operar esmerilhadoras

Configurar e operar retificadoras planas automáticas

Dressar, balancear e montar rebolos

Configurar corretamente as bases magnéticas

Retificar uma placa plana e paralela

Fazer configurações que mantenham o trabalho com segurança em uma retificadora

Balancear, montar e dressar o rebolo de uma retificadora

Fazer a preparação e operação de uma retificadora

Desenvolver um registro visual para reconhecer e descrever as retificadoras industriais como retificadora de perfis, retificadora ferramenteira, retificação cilíndrica, brunidora, retificadora com mesa rotativa, retificadora de engrenagens e roscas

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Medium 9788521630296

2 - VEÍCULOS ELÉTRICOS COMO IMPULSIONADORES PARA AS REDES ELÉTRICAS INTELIGENTES

Lars Torsten Berger Berger, Krzysztof Iniewski Grupo Gen PDF Criptografado

2

VEÍCULOS ELÉTRICOS

COMO IMPULSIONADORES PARA

AS REDES ELÉTRICAS INTELIGENTES

Nigel Fitzpatrick e Alec Tsang

2.1 INTRODUÇÃO

Um número de fabricantes de veículos automotivos está oferecendo veículos elétricos plug-in (VEPs) ou veículos elétricos híbridos plug-in (VEHPs), para uso pessoal e comercial, com baterias que variam em capacidade de 16 a 28 kWh. Espera-se, no entanto, que haja “oportunidade de carregar” nas paradas: os veículos serão, primariamente, carregados em casas ou em pátios de frotas comerciais. A capacidade de armazenamento de energia desses veículos é uma fração significativa da energia utilizada por uma casa em um dia, e tem havido muita discussão sobre a interação dos veículos com a rede. Uma situação análoga prevalecerá nas operações comerciais quando a capacidade de armazenamento de uma frota for da mesma ordem de grandeza que o uso diário das operações que ela suporta. Os veículos, normalmente, exigiriam sua energia em períodos fora do pico e são considerados melhoria potencial da economia de um sistema de rede que está muitas vezes operando abaixo da capacidade máxima.

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Medium 9788536527284

10.5 Exercícios

Paulo Roberto Barsano, Rildo Pereira Barbosa Editora Saraiva PDF Criptografado

Condições ergonômicas, higiênicas e de conforto nos locais de trabalho • Capítulo 10

199

10.5 Exercícios

10.5.1 Exercícios de revisão

1. Qual a Norma Regulamentadora do MT que aborda as condições ergonômicas nos locais de trabalho?

2. Qual a Norma Regulamentadora do MT que aborda as condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho?

3. Quem é considerado um trabalhador jovem?

4. O que devem observar os equipamentos utilizados no processamento eletrônico de dados com terminais de vídeo?

5. Quais recomendações de conforto é preciso observar nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros?

6. O que é gabinete sanitário, de acordo com a NR 24 do MT?

7. Acima de quantos funcionários torna-se obrigatório para a empresa oferecer refeitório próprio aos trabalhadores?

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Medium 9788580552287

Capítulo 3 - Operações de torneamento

Michael Fitzpatrick Grupo A PDF Criptografado

capítulo 3

Operações de torneamento

Objetivos deste capítulo

Identificar o nome da operação necessária para uma dada característica obtida a partir do desenho da peça.

Listar e descrever as 15 tarefas introdutórias do torno.

Reconhecer os componentes básicos de preparação para realizar uma operação.

Conhecer os componentes e funções de um torno manual.

Relacionar alguns acessórios vitais.

Selecionar a placa certa ou outro dispositivo de fixação para o trabalho.

Desenvolver a habilidade de trabalho na seleção de fatores importantes na fixação de peças.

Identificar e selecionar a ferramenta de corte correta para o trabalho.

Montar a ferramenta no dispositivo de fixação correto.

Identificar os riscos potenciais no torno.

Planejar, praticar e refinar as ações de emergência quando operando um torno.

Ajustar e desempenhar uma típica tarefa em um torno manual.

Identificar as ações que devem ser tomadas para tornear uma peça corretamente e com segurança.

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Medium 9788521633259

1 - Introdução

Allan R. Hambley Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

1

Introdução

O estudo deste capítulo habilitará você a:

JJ Reconhecer o inter-relacionamento entre engenharia elétrica

e outros campos da ciência e da engenharia.

JJ Estabelecer e aplicar as leis de corrente e de tensão de

Kirchhoff.

JJ Listar as maiores subáreas da engenharia elétrica.

JJ Reconhecer ligações em série e em paralelo.

JJ Listar várias razões importantes para estudar engenharia

JJ Identificar e descrever as características das fontes de cor-

elétrica.

rente e de tensão.

JJ Definir corrente, tensão e potência, incluindo suas unidades.

JJ Estabelecer e aplicar a lei de Ohm.

JJ Calcular potência e energia e determinar se a energia está

JJ Calcular corrente, tensão e potência em circuitos simples.

sendo fornecida ou absorvida por um elemento de circuito.

Introdução deste capítulo:

N

este capítulo, introduzimos a engenharia elétrica, definimos variáveis de um circuito (corrente, tensão, potência e energia), estudamos as leis a que estas variáveis de circuito

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Medium 9788536508207

4 - Gerenciamento de Energia

Benjamim Ferreira de Barros, Reinaldo Borelli, Ricardo Luís Gedra Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Gerenciamento de Energia

Para começar

O gerenciamento de energia é uma ferramenta eficaz para a redução de custos, haja vista que permite otimizar o uso da energia elétrica e também os aspectos relacionados ao seu faturamento. Considerando o mercado altamente competitivo e o aumento da produtividade, as empresas vêm investindo cada vez mais no controle das grandezas elétricas envolvidas no consumo. Este capítulo aborda os principais conceitos associados ao controle, à correção do fator de potência, à demanda e ao fator de carga.

Apresenta também as informações necessárias para a interpretação das faturas de energia elétrica.

4.1 Fator de potência

O fator de potência é definido como sendo a razão entre a potência ativa e a potência aparente consumida pela carga.

A seguir serão abordados os conceitos necessários ao perfeito entendimento do assunto.

4.2 Características das cargas

Nos circuitos elétricos são encontradas cargas resistivas, indutivas e capacitivas. A seguir serão apresentadas as características de cada tipo de carga.

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Medium 9788536530413

Capítulo 15: Junções do Eixo Árvore com o Cubo

Sarkis Melconian Editora Saraiva PDF Criptografado

Corrente ASA D 50

Engrenagens

Pinhão: do1 = 136,75mm dk1 = 145,59

dg1 = 135,82mm df1 = 126,49

Coroa:

do2 = 267,98mm dg2 = 266,17mm dk2 = 277,12mm

df2 = 257,71mm

Lubrificação:

p = 3,63kgf/mm2

Óleo a ser utilizado:

318

v = 60 cSt

Elementos de Máquinas

15

Junções do Eixo

Árvore com o Cubo

15.1  Valores de Referência

Valem para eixos com material ST 42.

Comprimento do cubo

 = 2x ⋅ 3 M T

Espessura do cubo

 = 2y ⋅ 3 M T

Em que: l -

MT - x e y -

S -

comprimento do cubo [mm] torque [N.mm] fatores de serviço espessura do cubo [mm]

15.1.1 Fatores x e y

Tabela 15.1

Material do cubo

Tipo de ajuste

Fofo cinzento x

Aço y

x

y

Ajuste a quente, prensado ou cônico

0,42 - 0,53

0,21 - 0,30

0,21 - 0,35

0,18 - 0,26

Ajuste de cunha de mola ou de aperto

0,53 - 0,70

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Medium 9788582715253

24.2 Tipos de materiais de embalagem

P. J. Fellows Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 24  Embalagem  781

mentos para os plásticos também é preocupante, uma vez que isso pode alterar as propriedades de barreira do material. Os materiais em questão são principalmente filmes flexíveis que contêm monômeros residuais dos processos de polimerização (veja Seção 24.2.4) e aditivos para plásticos, incluindo agentes nucleantes, estabilizantes, de enchimento, plastificadores, agentes antiembaçamento e pigmentos. Lee et al. (2008d) e Mercea

(2000) descrevem modelos para a difusão desses materiais em embalagens de polímeros. Alguns tipos de materiais de embalagem também contêm compostos voláteis que podem ser absorvidos e contaminar os alimentos. Estes podem surgir a partir do processo de fabricação (p. ex., solventes utilizados para fabricar filmes de polímeros ou recipientes) ou a partir de aditivos tais como revestimento de cera em papéis, lacas e compostos de vedação utilizados em latas e tampas, tintas de impressão ou rótulos adesivos. Os materiais devem ser, portanto, cuidadosamente selecionados para reduzir o risco de contaminação nos alimentos. Em recipientes metálicos, a interação entre ácidos, antocianinas, compostos de enxofre e outros componentes dos alimentos com o aço, flandres ou alumínio é evitada utilizando vernizes e revestimentos para o metal (veja Seção 24.2.2).

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Medium 9788521626824

Parte II - Capítulo 11 Supervisão de Processos Complexos

L.A.O.L. Roque Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 11

Supervisão de Processos Complexos

11.1  Introdução

Antes de iniciar o desenvolvimento de sistemas supervisórios para processos mais elaborados, lembre-se de que é necessário estabelecer previamente a comunicação entre o tópico criado no software RSLinx e o nome de acesso configurado no programa supervisor. Esses procedimentos foram apresentados no início do Capítulo

10, a fim de permitir a interação entre os elementos constituintes do código em linguagem Ladder (contatos virtuais, bobinas de saída e demais instruções) e os objetos gráficos que proporcionam características dinâmicas ao sistema supervisório.

As próximas seções deste capítulo continuarão a linha de desenvolvimento da Parte II deste livro, que consiste no desenvolvimento de sistemas supervisórios para a automação dos processos apresentados nos capítulos da Parte I.

11.2  Sistema supervisório para automação do elevador

Pede-se elaborar sistema supervisório para o programa Ladder que realiza a automação do elevador. A tela apresenta os componentes da Fig. 11.1, que se comunicarão com os respectivos endereços do código em Ladder (Fig. 11.2).

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